As Bênçãos do Evangelho e a Importância do Conselho
Abraham O. Woodruff
Meus amados irmãos e irmãs, o desejo que há de inspirar as minhas palavras nesta manhã a esta congregação será dizer algo a título de testemunho da divindade da missão de nosso Senhor e Mestre, Jesus Cristo, da divindade da missão do Profeta Joseph Smith, e em apoio à autoridade estabelecida e reconhecida de Deus, nosso Pai Eterno, sobre a terra. Sinto um natural espírito de timidez ao apresentar-me diante desta vasta congregação, mas tenho uma confiança inabalável em Deus, e sei que, com a Sua ajuda e o auxílio, a simpatia e as orações de meus irmãos e irmãs, poderei dizer algo que será de proveito para os Santos dos Últimos Dias que se reuniram aqui nesta conferência com o propósito de serem alimentados com o pão da vida eterna. Desejo ler-vos alguns versículos da Seção 39 do livro de Doutrina e Convênios. São as palavras de nosso Senhor e Mestre: ¶
"Escuta e dá ouvidos à voz daquele que é de toda a eternidade a toda a eternidade, o Grande Eu Sou, sim, Jesus Cristo — ¶
"A luz e a vida do mundo; uma luz que resplandece nas trevas e as trevas não a compreendem; ¶
"O mesmo que vim aos meus no meridiano dos tempos e os meus não me receberam; ¶
"Mas a todos os que me receberam dei poder para tornarem-se meus filhos; e também, a todos os que me receberem darei poder para tornarem-se meus filhos. ¶
"E em verdade, em verdade eu te digo: Aquele que recebe o meu evangelho, a mim me recebe; e o que não recebe o meu evangelho, não me recebe a mim. ¶
"E este é o meu evangelho: Arrependimento e batismo na água; e depois o batismo do fogo e do Espírito Santo, sim, o Consolador, o qual manifesta todas as coisas e ensina as coisas pacíficas do reino." ¶
Este é o Evangelho do Senhor Jesus Cristo; e talvez não seja correto dizer que em Sião há apenas 1.300 ou 1.500 missionários, pois há mais de 50.000 homens nesta Igreja que possuem o Sacerdócio do Filho de Deus, e há mais de 300.000 almas nesta Igreja cujos nomes constam nos registros da Igreja; e visto que recebemos luz a respeito do valor das almas dos homens, cada um daqueles que têm posição na Igreja de Cristo deveria ter um testemunho da divindade desta obra em que estamos empenhados, e ser testemunha pela Igreja e por Jesus Cristo. Assim, em vez de haver 1.300 ou 1.800 missionários, todos nós deveríamos ser missionários do evangelho do Senhor Jesus Cristo; e, de fato, ninguém que possui uma parte do Sacerdócio do Filho de Deus deveria estar satisfeito com a obra de sua vida a menos que tenha sido um instrumento nas mãos de Deus para trazer alguma outra alma ao conhecimento da verdade. Somos informados, neste mesmo livro de Doutrina e Convênios, que este é um dia de aviso, e não de muitas palavras, em que todo homem que recebe a luz e a verdade deve avisar o seu próximo. O problema é que não fazemos isso. Sentimos que, a menos que sejamos especialmente chamados para trabalhar em um dos campos missionários, não temos o direito de dar a conhecer o nosso testemunho do Evangelho do Senhor Jesus Cristo. Isto é um engano. Todo aquele que recebeu um testemunho de que esta obra é de Deus tem plena liberdade de dar esse testemunho aos seus próximos; e, de fato, sinto que incorreremos em certo grau de condenação diante de Deus se deixarmos de fazê-lo. Se recebemos a pérola de grande valor, não a guardemos só para nós mesmos, dizendo que não queremos que outros a recebam, com medo de que isso diminua a nossa alegria e satisfação de vê-los desfrutar de uma bênção semelhante. Este não é o espírito do Evangelho. Todo membro da Igreja de Cristo, seja homem ou mulher, deveria estar continuamente ansioso para que o conhecimento do Evangelho se espalhe a toda criatura sobre a terra. Somos como uma luz posta sobre um monte, um farol para o mundo; e não devemos esconder esta luz, mas nos esforçar para deixá-la brilhar de tal forma que as pessoas, vendo as nossas boas obras, sejam levadas a glorificar a Deus. Este é o desejo que deve inspirar as nossas vidas. Buscaríamos então as riquezas eternas, isto é, contribuir para a salvação das almas dos homens, mais do que buscamos outras coisas. ¶
Desejo ler-vos alguns versículos da Seção 64 do livro de Doutrina e Convênios: ¶
"Portanto, digo-vos que vos deveis perdoar uns aos outros; pois aquele que não perdoa a seu irmão suas ofensas está em condenação diante do Senhor; pois nele permanece o pecado maior. ¶
"Eu, o Senhor, perdoarei a quem desejo perdoar, mas de vós é exigido que perdoeis a todos os homens; ¶
"E devíeis dizer em vosso coração: Que julgue Deus entre mim e ti e te recompense de acordo com teus feitos." ¶
Não desejo, ao ler isto, oferecer qualquer pretexto de justificação para o erro; pois o Senhor disse que Ele não pode contemplar o pecado com o mínimo grau de tolerância, e o Evangelho de Jesus também não haverá de apoiar o pecado. Ao mesmo tempo, a nossa missão é salvar as almas dos homens; e onde a autoridade do Santo Sacerdócio é conferida aos homens, e produz neles o efeito correto, ela os tornará mais humildes e mais como crianças. Ela não os inchará de orgulho nem os fará grandes em sua própria estimação. Quanto maior a autoridade ou o chamado que é colocado sobre os homens, mais humildes eles deveriam ser, e não maiores em sua própria estimação. Maior deveria ser o desejo que têm de salvar a humanidade. Os sãos não necessitam de médico, mas sim os enfermos. Aqueles que estão enfermos espiritualmente são os que precisam do auxílio dos servos e das servas de Deus. Aqueles que sabem que Jesus é o Cristo, aqueles que sabem que Joseph Smith foi enviado por Deus, aqueles que têm plena confiança na liderança desta Igreja hoje, não necessitam de nenhum trabalho especial. Eles trabalharão para o benefício de outros, para promover muita retidão, embora não lhes seja especialmente ordenado que o façam. Mas queremos cuidar de alguns daqueles que não têm esta fé e este testemunho. Muitos dos homens que foram os pioneiros desta obra, e que ajudaram a lançar os seus alicerces, lamento dizer que alguns de seus filhos e filhas se afastaram da Igreja de Cristo. As pessoas podem dizer que esses homens dedicaram tanto do seu tempo à Igreja que negligenciaram as suas famílias. Seja como for, esses homens eram bons homens. Eles gozavam do espírito dos chamados para os quais Deus os havia chamado; e se, por causa de sua devoção à obra do Senhor, alguns de seus filhos e filhas não estão hoje agindo como deveriam, deve haver, da parte dos dirigentes de estaca e ala, um espírito de caridade e de amor manifestado para com eles, procurando trazê-los de volta, e não os rejeitando. Creio, tanto quanto creio que estou aqui, que, na ressurreição dos mortos, haverá dirigentes de estaca e ala que virão sob grave condenação diante de homens que foram líderes nesta obra, porque seus filhos e filhas não foram procurados e trabalhados tanto quanto deveriam ter sido — onde este espírito de perdão não foi manifestado. Não importa que autoridade um homem possa deter nesta Igreja, isso não o exalta a ponto de justificá-lo em não perdoar o arrependido e aqueles que desejam agir melhor, e que vierem suplicar perdão. Os homens que tomarem esta postura cairão sob a condenação de que falam os versículos que li, e neles permanecerá o pecado maior. Graças a Deus, não há muitos homens sem perdão nesta Igreja; mas ocasionalmente encontramos homens que têm sido incapazes de perdoar aqueles que pecaram e depois se arrependeram e buscaram o perdão. Onde supondes que estaríamos se Deus lidasse conosco desta maneira? Não é certo. Digo-vos que o dirigente de estaca ou de ala que tomar esta postura receberá severa repreensão das mãos dos pais desses filhos e filhas que assim foram tratados, quando os encontrar na ressurreição. Um espírito que não perdoa não é, de forma alguma, evidência de caráter forte; é exatamente o contrário. Um homem de caráter forte, que compreende o Evangelho do Senhor Jesus Cristo, pediria à sua própria filhinha que o perdoasse, se tivesse ofendido aquela criança; e não sentiria, ainda que tivesse recebido algum grande chamado no Sacerdócio, que estivesse abaixo de sua dignidade ir até aquele a quem ofendeu e reparar o mal. Como resultado deste espírito de não perdoar, que se manifestou no passado em algumas das estacas de Sião, embora, tenho o prazer de dizer, em grau muito pequeno, ocasionalmente encontramos homens que nada fazem na Igreja, porque têm alguma queixa contra o presidente da estaca ou o Bispo. Não poderá o homem que é chamado para ser o pastor daquele rebanho dar-se ao trabalho de ir um pouco mais do que a metade do caminho para salvar algum membro de seu rebanho? Não poderá ele dar-se ao trabalho de ir até aquele que se sente ofendido com a sua ação, ainda que ele mesmo não esteja errado, e dizer: "Irmão, quero resolver este assunto convosco"? Mas por que será que alguns de nossos irmãos, em vez de fazer isso, sentem vontade de golpeá-los na cabeça e mantê-los abatidos; e se eles manifestam algum desejo de agir corretamente outra vez e de tomar parte ativa na Igreja, em vez de estenderem os braços, como Cristo faria, para acolhê-los de volta ao rebanho como deveriam fazer, continuam a expulsá-los, a rejeitá-los e a mantê-los abatidos, de modo que nunca tenham nenhuma oportunidade de agir melhor; a menos que se mudem para fora dos limites daquela estaca ou ala. ¶
Meus irmãos e irmãs, nestas coisas, tudo o que se exige de qualquer homem que preside uma estaca ou ala é que siga o exemplo dos homens que estão à frente desta Igreja. A Presidência da Igreja jamais exigirá dos Presidentes de Estaca algo que ela mesma não estivesse disposta a fazer. Eles estão ansiosos pela salvação das almas dos homens, e para que ninguém seja rejeitado; para que aqueles que estão fracos e feridos em seu espírito sejam curados e trazidos de volta, se possível, à plena comunhão com a Igreja de Cristo. Não queremos perder nenhum daqueles que foram confiados ao nosso cuidado. Se Deus nos ajudar, não pretendemos fazê-lo. Se Ele nos fez o pastor, o vigia sobre a torre de uma Estaca; se Ele nos fez o pastor de uma ala, ou o vigia sobre as suas torres, guardemos bem aquele rebanho, e esforcemo-nos com todo o poder que Deus nos deu para salvar todos aqueles que nos foram confiados. Gastamos centenas de milhares de dólares e damos o tempo e a vida de nossos Élderes para espalhar o Evangelho no exterior, e por que não haveríamos de estar igualmente ansiosos por salvar aqueles em casa que se afastaram ou esfriaram no Evangelho? Por que não haveríamos de estar igualmente ansiosos por trazê-los de volta ao rebanho e despertar o espírito de Deus dentro deles, tanto quanto estaríamos dispostos a ir ao Japão ou a outras partes da terra, para dar a conhecer ali a mensagem do Evangelho? Uma coisa é tão importante quanto a outra; e estou certo de que um presidente de Estaca, um Bispo de ala, ou qualquer outro homem que ocupe uma posição de responsabilidade na Igreja, não se sentirá feliz na ressurreição se um filho ou uma filha de um dos homens proeminentes desta Igreja, ou de qualquer outro homem, se aproximar e disser: "Irmão, errei quando estava na carne. Fui a vós, como meu Presidente de Estaca (ou como meu Bispo), e vos pedi que me perdoásseis, e não o fizestes." Sinto que esse homem ocupará uma posição das mais lastimáveis, e terá tristeza até que aquele filho ou filha seja salvo e desfrute daquele grau de glória que teria desfrutado, se ele tivesse feito a sua parte para ajudar o que errou ao longo da estrada da vida. ¶
Regozijo-me sobremaneira com a difusão da obra de Deus. Regozijo-me que, onde quer que a árvore do Evangelho tenha sido plantada, ela não foi desarraigada, embora o nosso povo tenha tido muito com que lutar, e tenha tido de realizar uma obra que nenhum outro povo sobre a face da terra poderia ter realizado. Lede as palavras de Isaías, contidas no capítulo 8 de II Néfi, como segue: ¶
"Ouvi-me, vós que seguis a retidão; olhai para a rocha de onde fostes talhados e para o buraco do poço de onde fostes cavados. ¶
"Olhai para Abraão, vosso pai, e para Sara, que vos deu à luz; porque sendo ele só, chamei-o e abençoei-o. ¶
"Porque o Senhor consolará Sião; consolará todos os seus lugares assolados e fará o seu deserto como Éden e o seu ermo como jardim do Senhor; regozijo e contentamento achar-se-ão nele, ação de graças e voz de melodia." ¶
Não somos nós, como povo inteiro, testemunhas diante de Deus, nosso Pai Eterno, e de todos os homens, neste dia, de que esta profecia se cumpriu diante de nossos olhos? É singular que, embora este seja o povo escolhido de Deus, tenham sido chamados a colonizar os desertos e os lugares áridos desta terra? É singular em certo sentido, e no entanto bastante natural em outro, quando levamos em consideração que, por meio da transformação das terras desertas em jardins, cumprindo assim as profecias, o Senhor teve a oportunidade de provar o Seu povo, de desenvolver um tipo superior de virilidade e feminilidade, e de trazer à tona as melhores qualidades de sua natureza. Regozijo-me com a obra que o nosso povo está realizando. Regozijo-me de que o Senhor nos tenha ajudado e amparado, e de que Ele tenha levantado muitos amigos entre aqueles que não são de nossa fé, para nos auxiliarem a obter os nossos direitos e a estabelecer o Evangelho do Senhor Jesus em várias partes do mundo. Regozijo-me com a fé que o povo tem manifestado ao transformar estes lugares desertos, em sua obra de colonização, e no efeito que este trabalho tem produzido sobre eles. Ainda que nunca tivessem realizado nada em termos de construir lares, eles se beneficiaram e foram recompensados por seus trabalhos no avanço espiritual que alcançaram enquanto se ocupavam de tal obra, pelo desenvolvimento da fé e por verem as promessas de Deus cumpridas sobre as suas cabeças. E ainda não terminamos esta obra. Chamados são feitos de tempos em tempos para que o nosso povo vá a este ou àquele lugar, e o único problema é que não temos colonos suficientes para atender à demanda. Saudarei o dia em que o recolhimento, sem o qual o Evangelho não está completo, seja levado a efeito de modo mais completo do que tem sido nos últimos anos. Tem sido bastante desanimador por causa da falta de mão de obra e das condições que nos têm cercado, e eu me regozijarei quando estas barreiras forem removidas e o portão se abrir novamente; quando o povo das Estacas de Sião exibir aquele espírito liberal que foi exibido pelo povo nos primeiros dias aqui, ao acolher o recém-chegado e ajudá-lo a conseguir emprego, para que ele pudesse estabelecer-se em Sião. Não temos tanta simpatia pelas pessoas que aceitam o Evangelho no exterior quanto deveríamos ter, pela razão, penso às vezes, de que esquecemos a sua situação. Esquecemos que, se permanecerem onde estão, embora possam fazer muito bem ao auxiliar os Élderes e ao espalhar o Evangelho, os seus filhos naturalmente se casarão com os que não são de nossa fé, e, portanto, não terão a alegria ou a satisfação que o Evangelho, em sua plenitude, traz consigo, onde o povo está reunido e desfruta das bênçãos da organização da Igreja. Eu pediria aos presidentes de Estaca que incentivassem, da parte do povo, a disposição de dizer à Presidência da Igreja: "Se nos enviardes dez famílias (ou vinte ou trinta, conforme o caso) para esta Estaca, cuidaremos para que sejam ajudadas a construir lares, de modo que possam estabelecer-se dentro das fronteiras de Sião." Creio que grande bem poderia ser realizado a esse respeito se os presidentes de Estaca e os Bispos se reunissem para trocar ideias sobre este assunto, para que haja um cuidado mais completo com os novos conversos que chegam às Estacas de Sião, para que não se sintam sem amigos e sem ninguém para recebê-los ou acolhê-los, mas que alguém cuide deles e os ampare até que sejam capazes de seguir sozinhos. Se isto for feito, quão gratos eles nos serão nos anos vindouros. Poderá custar-nos algo de nossos bens, poderá significar algum sacrifício da nossa parte para fazê-lo, mas como eles nos abençoarão quando tiverem bons lares em Sião, com os seus filhos e filhas ao seu redor, casados na Igreja de Cristo e com numerosa posteridade. Esta é uma obra individual em que estamos empenhados. Não é a obra de um único homem, nem de qualquer quórum de homens; a responsabilidade recai sobre os ombros de cada indivíduo na Igreja, e cabe a todos nós sentir interesse por estas coisas. Se fizermos isto, o Senhor nos abençoará, e Ele nos fará mais felizes. Não devemos simplesmente lutar por dólares e centavos; mas façamos algum bem aos outros à medida que avançamos, ajudando-os a desfrutar dos confortos e das bênçãos que desfrutamos. ¶
Regozijo-me sobremaneira com esta conferência. Agradeço a Deus por ter permitido que o nosso Irmão Grant retornasse ao lar e nos visitasse. A sua missão tem sido um êxito. Ainda que nunca realize mais nada, ele foi e girou a chave da porta do Evangelho para a nação do Japão, e o Evangelho ali se estabeleceu; pelo menos, a semente foi lançada, e já lançou raízes em parte. Isto trará alegria e satisfação aos muitos Santos dos Últimos Dias que o sustentaram e apoiaram com sua fé e suas orações, assim como sustentamos e apoiamos o Apóstolo Lyman em sua presidência sobre a missão europeia. Todo Santo dos Últimos Dias sente um interesse pessoal nos trabalhos destes irmãos e de seus colaboradores no campo missionário, bem como em todo outro presidente de missão e todo Élder que trabalha para espalhar a verdade sobre a face da terra. Regozijo-me com o avanço da obra de Deus, com a força numérica que temos ganhado, e com a prosperidade que Deus nos tem enviado em resposta às orações do povo e em cumprimento de Suas promessas, caso obedeçam à Sua lei. Regozijo-me com um testemunho do Evangelho do Senhor Jesus Cristo; sei que esta é a obra de Deus, e não a obra do homem; sei que Joseph Smith foi um Profeta do Deus verdadeiro e vivo, e que Joseph F. Smith e os seus conselheiros são os homens que Deus chamou para presidir esta Igreja neste tempo, e que eles possuem todas as chaves, todos os dons e toda a autoridade que foram conferidos ao Profeta Joseph Smith; que este povo chegou aos vales de Israel em cumprimento das profecias feitas pelo Profeta Joseph, e estabeleceu vilarejos, povoados e cidades por toda esta região intermontanhosa, e que a obra prosseguirá até encher toda a terra. Deus permita que sejamos fiéis, juntamente com os nossos irmãos e irmãs, nesta grande obra dos últimos dias, que os nossos corações se encham de compaixão, e que a nossa formação nesta vida não seja inteiramente da mente, mas também do coração; o que Deus conceda, por amor de Cristo. Amém. ¶