Meus Irmãos e Irmãs, Aprecio Muito...
Sterling W. Sill
Meus irmãos e irmãs, aprecio muito este privilégio de ter parte convosco nesta grande conferência geral da Igreja. ¶
Um dos maiores negócios do mundo é este negócio de realizar convenções. Nesta semana, e em cada semana, homens e mulheres em todo o mundo estarão se reunindo para discutir seus problemas, trocar ideias e tentar desenvolver técnicas mais eficazes para a realização. Se é desejável que médicos, advogados, professores e agricultores se reúnam para unir suas ideias e experiências e depois usá-las para se edificarem e se motivarem mutuamente, quanto mais importante deveria ser tal programa para nós, que labutamos neste maior de todos os empreendimentos que Jesus chamou de "os negócios de meu Pai." (Lucas 2:49.) Este é o negócio de edificar caráter, divindade e exaltação eterna na vida humana. Deus disse que esta é sua obra e sua ". . . glória — realizar a imortalidade e a vida eterna do homem." (Moisés 1:39.) Mas isso também é a nossa obra, e também é a nossa glória, pois Deus convidou a cada um de nós a ter uma participação em sua empresa e a tomar tão grande parte quanto desejarmos na promoção de nosso próprio bem-estar eterno. E que ideia estimulante é a de que podemos encontrar nosso maior emprego naquela obra em que o próprio Deus dedica todo o seu tempo. ¶
Uma das principais características de nossa era é o nosso alto padrão de realização. Vivemos no maior período de esclarecimento e progresso já conhecido no mundo. Ninguém que deseje emoção, maravilhas ou milagres poderia reclamar de nossa era. Em superjatos podemos agora voar pela estratosfera mais rápido que o som. Em submarinos atômicos podemos viver confortavelmente nas profundezas do mar ou viajar sob a calota polar. ¶
E estamos até mesmo agora batendo as asas para uma aventura no espaço. Mas, depois do próprio Deus, a coisa sobre a qual sabemos menos do que qualquer outra coisa no mundo somos nós mesmos, individualmente. Aquela grande obra-prima da criação que Deus modelou à sua própria imagem continua sendo o mistério do universo. ¶
Quando alguém nos faz perguntas sobre ciência, invenção ou história, podemos respondê-las. Mas se nos pedissem para escrever uma análise de nós mesmos e falar sobre as qualidades de nossa mente e alma, talvez não déssemos uma resposta muito boa. Nem mesmo poderíamos explicar por que fazemos o que fazemos quando cremos no que cremos. Ou, quando os homens são questionados sobre o propósito da vida ou a origem e o destino de sua própria alma, geralmente ficam confusos e permanecem em grande parte silenciosos. ¶
O Macbeth de Shakespeare expressou sua filosofia dizendo: "A vida ... é um conto contado por um idiota, cheio de som e fúria, sem significar nada." (Macbeth, Ato V, cena 5.) Ou seja, a vida não significava nada para Macbeth, e há muitos em nossos dias que compartilham dessa opinião sobre a vida. Hamlet disse: "Quão cansativas, obsoletas, vãs e inúteis me parecem todas as práticas deste mundo! ¶
. . . 'é um jardim descuidado, que vai a semente; coisas ranças e grosseiras por natureza o possuem inteiramente." (Hamlet, Ato I, cena 2.) E, neste país, no ano passado, mais de 20 mil pessoas seguiram essa persuasão e destruíram a própria vida. ¶
O antigo filósofo persa Omar Khayyam, que estava entre os homens mais sábios de seu tempo, confessou sua própria incapacidade de compreender a vida ao dizer: "Vim como a Água, e como o Vento vou? ¶
"A este Universo, e Por Que não sabendo Nem de onde, como a Água a seu bel-prazer fluindo; E fora dele, como o Vento pelo Ermo, Não sei Para onde, a seu bel-prazer soprando. ¶
"Da Terra do Centro pelo Sétimo Portal Subi, e no Trono de Saturno assentei-me, E muito Nó desatei pela Estrada; Mas não o Nó-Mestre do Destino Humano. ¶
"Havia uma Porta para a qual não achei Chave; Havia o Véu através do qual eu não podia ver. . . ." ¶
(De "The Rubaiyat," estrofes 28-29, 31-32, tr. de Edward Fitzgerald.) ¶
Três Estágios da Existência
Alguém já tentou nos ajudar a compreender a vida comparando-a a uma peça em três atos. As escrituras falam de uma longa existência pré-mortal, que foi nosso primeiro ato. Há uma breve e curta mortalidade, que é o segundo ato; e então há um terceiro ato eterno, sempiterno. E alguém disse que, se entrássemos no teatro depois de terminado o primeiro ato e saíssemos antes de começar o terceiro, talvez não entendêssemos a peça. Frequentemente, a vida simplesmente não faz sentido quando, como Macbeth ou Hamlet ou Omar Khayyam, a olhamos em perspectiva demasiado limitada. ¶
Que sortudos somos, portanto, por ter o ponto de vista de Deus sobre a vida e conhecer suas respostas para as grandes questões. E tem-se dito que "os três grandes" temas dentre as questões da vida são estes — de onde, por quê e para onde. Por causa do relacionamento particular existente entre Deus e o homem, eles podem ser mais bem estudados juntos. ¶
Da idade de ouro da Grécia, ouvimos Sócrates dizer: "Conhece-te a ti mesmo." E Jesus deu uma instrução complementar quando disse: ". . . a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste." (João 17:3.) Para obter uma melhor apreciação tanto de Deus quanto de nós mesmos, poderíamos com muito proveito voltar às escrituras para rever nosso próprio primeiro ato. ¶
A Mortalidade
A Bíblia diz que Deus é o Pai literal de nossos espíritos, e Jesus Cristo era seu Filho primogênito. (Ver Hebreus 1:6.) Assim como Jesus, todos nós vimos a Deus, pois vivemos com ele durante aquele longo período de nosso primeiro estado. ¶
Presumivelmente, vimos os alicerces desta terra sendo lançados e sabíamos que teríamos o grande privilégio de viver sobre ela. Fomos informados naquela época de que, durante nosso segundo estado, seríamos acrescidos destes corpos belos e maravilhosos, sem os quais não poderíamos ter uma plenitude de alegria nem aqui nem no futuro. ¶
Fomos informados de que, por alguns anos, teríamos este miraculoso poder de procriação, tornando-nos possível ter filhos e organizar uma família, que, sob a autoridade do sacerdócio, seria a unidade básica ao longo de toda a eternidade. Quando essa boa notícia foi dada, a escritura nos diz que ". . . todos os filhos de Deus jubilavam." (Jó 38:7.) E estou confiante de que, se agora compreendêssemos a importância da vida como a compreendíamos então, quando caminhávamos à vista, estaríamos dispostos a rastejar de mãos e joelhos por toda a vida por este tremendo privilégio de que atualmente gozamos. Mas também sabíamos então que, durante nosso segundo estado, seria necessário aprender a caminhar um pouco pela fé. Era importante em nosso desenvolvimento que víssemos o bem e o mal lado a lado. Precisávamos ser provados e testados com as tentações da mortalidade e desenvolver um caráter piedoso pelo exercício de nosso próprio livre-arbítrio. ¶
Uma Bênção
Henry Thoreau, um dos primeiros filósofos americanos, disse certa vez que deveríamos agradecer a Deus todos os dias de nossa vida pelo privilégio de termos nascido, e então passou a especular sobre a suposição bastante peculiar de como teria sido se não tivéssemos nascido, apontando algumas das vantagens que perderíamos em consequência disso. Mas as escrituras nos dizem que um terço de todos os filhos espirituais de Deus jamais nasceram e jamais poderão nascer, porque se uniram à rebelião de Satanás, e sua própria maldade os fez fracassar em seu primeiro estado. E, no entanto, todo filho espiritual de Deus tem fome de um corpo. Alguns espíritos desencarnados que apareceram a Jesus em seus dias preferiram ter os corpos de porcos a não ter corpo algum. Mas, por termos passado com êxito pelas exigências de nosso primeiro estado, conquistamos o direito de continuar nossa progressão nesta vida. ¶
Desde o princípio vivemos sob a promessa de que, se passássemos no teste da fidelidade durante nossos anos de mortalidade, seríamos formados para um glorioso e sempiterno terceiro estado. ¶
O terceiro ato é onde estão os finais felizes; é ali que as recompensas são distribuídas. O terceiro ato é onde, como o próprio Redentor, podemos qualificar-nos para uma gloriosa ressurreição corporal e ter à nossa disposição todas as possibilidades de progressão eterna. Para nos ajudar a preparar, podemos pré-viver nosso próprio terceiro ato estudando as páginas proféticas das santas escrituras. ¶
À Sua Imagem
Tenho uma parente que pratica essa interessante filosofia de olhar para o futuro. ¶
Quando ela lê um romance, sempre lê o último capítulo primeiro. Ela quer saber, antes de começar, onde estará quando terminar. ¶
Isto também é uma ideia bastante boa para a vida. ¶
Nada está escrito de forma mais clara na escritura do que o fato de que a vida de Cristo não começou em Belém; nem terminou no Calvário. Jesus disse: "Saí do Pai, e vim ao mundo; outra vez deixo o mundo, e vou para o Pai." ¶
(João 16:28.) Em sua oração no Getsêmani, ele disse: "E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse." (João 17:5.) Jesus era o Filho primogênito de Deus em espírito e o Filho unigênito de Deus na carne. (Ver Hebreus 1:6 e João 1:14.) Mas Deus também é nosso eterno Pai Celestial, e é igualmente certo que nossa vida não começou quando nascemos; nem terminará quando morrermos. Como nosso Irmão Mais Velho, em espírito também fomos gerados à imagem de Deus. Também fomos dotados de um conjunto de seus atributos e feitos herdeiros de sua glória. E a maior ideia que conheço no mundo é a promessa de Deus de que, por nossa fidelidade, poderemos nos tornar até mesmo como ele é. ¶
Mas essas verdades relacionadas com nosso próprio destino glorioso sempre foram difíceis para algumas pessoas assimilarem em sua alma. Quando Jesus disse: "Eu e o Pai somos um" (João 10:30), o povo pegou pedras para apedrejá-lo por blasfêmia. Deram sua razão dizendo: ". . . porque, sendo tu homem, te fazes Deus a ti mesmo." ¶
(Idem, 10:33.) Jesus citou-lhes o antigo Salmo em que Deus apontou o destino de seus filhos fiéis, dizendo: "Eu disse: Vós sois deuses." (Salmos 82:6.) Então, tentando ajudá-los a compreender, Jesus disse: "Não está escrito na vossa lei: Eu disse: Sois deuses?" ¶
E disse ele: "Pois, se a lei chamou deuses àqueles a quem a palavra de Deus foi dirigida (e a escritura não pode ser anulada), "A mim, a quem o Pai santificou, e enviou ao mundo, vós dizeis: Blasfemas; porque disse: Sou Filho de Deus?" (João 10:34-36.) ¶
"Participar da Natureza Divina"
Ainda hoje temos parte deste problema. Em nossa incredulidade, subestimamos nossas possibilidades divinas. Paulo disse aos coríntios: "As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem são as que Deus preparou para os que o amam." (1 Coríntios 2:9.) Podemos imaginar algumas coisas maravilhosas, mas nem sequer podemos conceber aquela magnífica experiência que se estende além das fronteiras desta vida. ¶
Certamente, as maiores maravilhas do futuro não estarão no aprimoramento de nossa televisão ou de nossos aviões; estarão primordialmente em nós mesmos. Quanto maior a compreensão de nosso próprio futuro, mais eficazmente poderemos nos preparar para ele. E por que deveríamos chamar Deus de nosso Pai Celestial e, ao mesmo tempo, deixar de crer em sua promessa de que a prole de Deus poderá um dia se tornar semelhante ao progenitor? A grande mensagem da Igreja em nossos dias é que Deus, o Pai Eterno, reapareceu nesta terra para reestabelecer entre os homens a crença no Deus de Gênesis, no Deus do Monte Sinai, no Deus do Calvário e no Deus dos últimos dias. Renovou-se a mensagem de que a segunda vinda de Jesus Cristo à terra está próxima, e ele também reafirmou o fato de que aqueles que forem fiéis serão exaltados e terão permissão de reinar com ele por toda a eternidade. ¶
Se apenas crermos, então todas as coisas são possíveis e seremos capazes de fazer a preparação necessária. Se os poderes semelhantes aos de Deus no homem são tão manifestos mesmo em seu atual estado decaído, qual poderá ser o potencial eterno daquela grande obra-prima que Deus criou à sua própria imagem? ¶
A Obra das Mãos de Deus
O universo é obra das mãos de Deus, mas o homem é seu filho. Deus colocou o ouro e a prata na terra, mas dotou seus filhos com seus próprios atributos e os fez herdeiros de suas potencialidades. E, segundo suas próprias leis imutáveis de hereditariedade, os filhos podem esperar algum dia se tornar semelhantes aos pais. Devemos apegar-nos à nossa herança. Há tudo em conhecer nossa origem e possível destino e em constantemente reafirmá-los em nossa vida. Alguém certa vez disse a um amigo seu: "Quem você pensa que é?" E ele sussurrou baixinho para si mesmo: "Quem me dera saber." Algum dia saberemos com mais clareza quem somos. Compreenderemos o grande ensinamento das escrituras de que Deus, os anjos, os espíritos e os homens são todos da mesma espécie, em diferentes estágios de retidão e desenvolvimento. ¶
As escrituras apontam que Jesus, o Filho primogênito de Deus, era ". . . o resplendor da sua [do Pai] glória, e a expressa imagem da sua pessoa, . . ." (Hebreus 1:3.) Mas essa mesma grande verdade também se aplica a nós e se manifestará em nosso próprio futuro. ¶
Cantando sobre a glória do homem, o salmista inspirado disse: "Quando vejo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que firmaste, "Que é o homem mortal, para que te lembres dele? E o filho do homem, para que o visites? ¶
"Pois pouco o fizeste menor do que os anjos, e de glória e de honra o coroaste. ¶
"Fazes com que ele tenha domínio sobre as obras das tuas mãos; tudo puseste debaixo de seus pés:" ¶
(Salmos 8:3-6.) Outra tradução desta linha diz: "Tu o fizeste um pouco menor do que os anjos." (Hebreus ¶
2:7, rendição marginal da versão de King James.) Certamente Deus deve ter tido um grande destino em mente para nós quando prometeu dar-nos domínio sobre as obras de suas mãos e pôr todas as coisas sob nossos pés. João, o Revelador, refere-se às possibilidades divinas do homem ao dizer que Deus nos fará reis e sacerdotes para ele, para sempre. (Ver Apocalipse 1:6.) ¶
Progresso na Mortalidade
Muitos anos atrás, ao falar sobre a possibilidade da progressão eterna dos filhos de Deus, B. H. Roberts disse: "Pensai por um momento no progresso que um homem realiza dentro dos limites estreitos desta vida. Considerai-o deitado no colo de sua mãe, um recém-nascido! Há olhos, de fato, que podem ver, mas não distinguir objetos; ouvidos que podem ouvir, mas não distinguir sons; mãos tão perfeitamente formadas quanto as vossas ou as minhas, mas, ainda assim, indefesas; pés e membros, mas incapazes de sustentar o peso do próprio corpo, muito menos de andar. Ali jaz um homem em embrião, mas indefeso. E, no entanto, dentro do período de setenta anos, pelo maravilhoso funcionamento daquele misterioso poder interior, . . . que mudança pode operar-se! Do bebê indefeso pode surgir um Demóstenes, ou um Cícero, ou um Pitt, ou um Burke, ou um Fox, ou um Webster, que obrigará senados atentos a ouvi-lo e, pela força de sua mente superior, dominará sua inteligência e sua vontade, obrigando-os a pensar por caminhos que ele próprio lhes traçará. Ou de tal bebê pode surgir um Nabucodonosor, ou um Alexandre, ou um Napoleão, que fundará impérios e dará direção ao curso da história. De tal princípio pode surgir um Licurgo, um Sólon, um Moisés ou um Justiniano, que dará constituições e leis a reinos, impérios e repúblicas, abençoando milhões felizes ainda por nascer em sua época, e dirigindo o curso das nações pelos caminhos da paz ordenada e da liberdade virtuosa. Do bebê indefeso pode surgir um Michelangelo, que, de algum bloco bruto de pedra da montanha, extrairá uma visão de origem celestial que prenderá a atenção dos homens por gerações, fazendo-os maravilhar-se com os poderes semelhantes aos de Deus do homem que criou uma estátua quase viva e respirante. Ou um Mozart, um Beethoven, ou um Handel, . . . ¶
pode . . . fazer irromper do silêncio aquelas melodias e as mais ricas harmonias que elevam a alma para fora de sua atual e estreita prisão e lhe dão comunhão, por um tempo, com os Deuses. ¶
Ou daquele . . . bebê pode surgir uma mente superior que tomará o leme do navio do estado e dará a uma nação rumo e direção através de tempos tumultuados, ancorando-a por fim em um porto de paz, prosperidade e liberdade; coroando-a de honra, também, e dando-lhe uma posição orgulhosa entre as nações da terra; enquanto ele, o salvador de seu país, é seguido pelas bênçãos de seus concidadãos. ¶
"E tudo isso pode ser feito por um homem em [uma curta] vida! Não, isso já foi feito, entre o berço e a sepultura. . . . Então, o que não poderá ser feito na eternidade por um desses homens-deuses? Removei de seu caminho o incidente da morte; ou, melhor ainda, contemplai-o ressuscitado dos mortos; e concedei-lhe, na plena esplendidez da condição de homem, a imortalidade, a existência sem fim, o que não poderemos esperar que ele realize? Que limites podeis ousar fixar para marcar a fronteira de seu desenvolvimento, de seu progresso? . . . Por que deveria haver algum limite concebido? Concedei a imortalidade ao homem e Deus como seu guia, o que há no caminho do desenvolvimento intelectual, moral e espiritual a que ele não possa aspirar? Se, dentro do curto espaço da vida mortal, há homens que se erguem desde a infância e se tornam senhores dos elementos do fogo, da água, da terra e do ar, de modo que praticamente os dominam como Deuses, o que não poderá ser possível para eles fazer em algumas centenas ou milhares de milhões de anos? . . . A que alturas de poder e glória não poderão eles ascender?" (B. H. Roberts, The Mormon Doctrine of Deity, 1903, pp. 33-35.) Certamente um dos maiores conceitos da santa escritura é esta grande verdade em que, falando de nosso potencial, o próprio Deus proclamou: "Eu disse: Vós sois deuses, e todos vós sois filhos do Altíssimo." ¶
(Salmos 82:6.) Que Deus abençoe nossa vida para que, por meio de nosso entendimento, nossa fé e nossas boas obras, possamos alcançar o glorioso destino que ele ordenou. Por isso, humildemente oro em nome de Jesus Cristo. Amém. ¶