Pulpit

Coragem e Franqueza na Exposição do Evangelho

Stephen L Richards

1955 October General Conference·Sunday Morning Session·1955-10-02

Meus caros irmãos e irmãs: Agradeço ao Senhor pela inspiração desta grande conferência, que nos vem do lindo canto, parte do qual acabamos de ouvir, e das elevadas e inspiradoras mensagens de nossos irmãos. Oro humildemente para que eu possa contribuir um pouco para a apreciação da grande obra em que estamos empenhados e para seu avanço no mundo. Penso que o trabalho missionário da Igreja restaurada de nosso Senhor recebeu grande ênfase nesta conferência. As extensas e notáveis labutas de nosso amado Presidente; a dedicação de um templo europeu, com a perspectiva de outros a seguir; a viagem histórica do coro por mares até terras estrangeiras; a organização de novas missões do outro lado do mundo; e as visitas estendidas de missões existentes por nossos irmãos do Quórum dos Doze, tudo isso serviu para deter e focar nossa atenção no trabalho missionário numa extensão provavelmente nunca superada na história da Igreja, exceto talvez em seus primeiros começos, quando tão vasta proporção dos meios e energias do povo foi devotada a levar o evangelho a terras estrangeiras.

Que encorajamento, e que regozijo isso trouxe a todos os que amam a obra dos últimos dias do Senhor! Por todos os lados ouvem-se expressões indicativas da gratificação e alegria do povo por essas realizações. Manifestam seu amor e admiração pelo Presidente, sua alegria pela bem-sucedida viagem do coro, e sua expectativa de grandes resultados a seguir.

Tenho pensado, meus irmãos e irmãs, que talvez fosse apropriado propor aqui hoje esta pergunta: Como pode todo esse justo orgulho, admiração, regozijo e entusiasmo ser traduzido em serviço eficaz e devoção para a contínua expansão do reino de nosso Pai aqui na terra?

Talvez uma resposta geral a esta pergunta bastasse — viver retamente e servir fielmente — mas creio que um detalhamento dessa resposta possa ser de algum valor para nós.

O primeiro item específico que mencionarei é a necessidade de mais pessoas para servirem nesses chamados missionários.

Felizmente, após deliberações e negociações que se estenderam por um longo período de tempo, temos algum esclarecimento e consequente liberalização no chamado de nossos jovens para servirem como missionários estrangeiros. Um missionário estrangeiro é aquele que serve fora da estaca em que vive. Há muito tempo tem sido a prática da Igreja utilizar jovens para este serviço. Desejo aqui expressar minha própria gratidão e a dos oficiais e membros da Igreja pelos jovens que tão dedicadamente, voluntariamente e fielmente responderam aos seus chamados missionários. Que gloriosa e admirável parcela de nossa sociedade são estes jovens da Igreja! São o orgulho das comunidades de onde vêm.

Os jovens estão bem adaptados ao serviço missionário. Têm a força física e a resistência; têm a agilidade mental; têm a adaptabilidade e a exuberância da juventude, e quando devidamente preparados para o serviço, têm a receptividade espiritual que lhes traz uma firmeza de convicção e testemunho que se torna contagiosa para aqueles a quem servem.

A bondade inata desses jovens brilha em seus próprios semblantes, ao visitarem os lares do povo.

Tenho observado que, embora jovens, esses missionários rapidamente atingem uma maturidade de pensamento, julgamento e sabedoria sem paralelo para pessoas de sua idade. Como ministros de religião, são frequentemente confrontados com problemas e situações importantes de natureza vital para os envolvidos. Lidam com assuntos organizacionais; tratam de delicados problemas domésticos; dão conselho paterno a jovens e velhos igualmente; e abençoam com uma sagacidade e poder muito além da maturidade de sua idade. Sabeis, meus irmãos e irmãs, o que os capacita a desempenhar com tanto êxito estas labutas de sabedoria e amor.

Alguns entendimentos foram recentemente alcançados que nos permitem chamar ao serviço missionário mais de nossos jovens. Precisamos deles. Podemos utilizá-los com grande vantagem. Esperamos que bispos, presidentes de estaca, e presidentes de missão diligentemente busquem aqueles que são elegíveis para este distinto serviço. Os jovens não se chamam a si mesmos. Ninguém o faz nesta Igreja. Todos respondem ao chamado do Santo Sacerdócio, que preside sobre tudo. Assim, apelo aos oficiais presidentes que façam uma busca diligente e façam recomendações, e apelo a todos que recebem chamados que respondam com corações alegres para abraçar as gloriosas oportunidades do serviço missionário.

O serviço missionário é árduo. Seu êxito depende de energia e devoção inteligente aos seus ideais e procedimentos. Boa saúde é um requisito para a elegibilidade à missão, pelo menos no serviço missionário estrangeiro. Nossos missionários viajam em duplas. Ninguém vai sozinho. Um homem doente ou incapacitado detém outro de seu trabalho e frequentemente retarda o desempenho de importantes responsabilidades. Assim, embora não possamos nos precaver contra doenças e acidentes imprevisíveis no campo missionário, devemos tomar toda precaução para assegurar aptidão física e boa saúde antes da partida para essas designações.

Se algum de nosso povo sofre desapontamento por causa de nossos requisitos de boa saúde como condição para o chamado missionário estrangeiro, esperamos que possam encontrar alguma consolação na percepção de que a obra missionária a ser realizada é incomensurável, e que é tão importante levar o evangelho aos vizinhos da porta ao lado como a um dos filhos de nosso Pai a dez mil milhas de distância.

Não posso deixar de mencionar algumas fases da preparação de nossos missionários. Tivemos alguma dificuldade nos últimos anos em convencer alguns funcionários públicos de que nossos jovens possuem as qualificações para serem classificados como ministros de religião. Legalmente, agora o ponto está bastante esclarecido.

Estendemos nossa apreciação pelos bons ofícios dos representantes deste estado no Congresso e de seus amigos, ao trazerem à luz um Registro Histórico Congressional na legislação que prorrogou o Draft Act, o qual reconhece claramente, na interpretação do estatuto, a isenção de nossos missionários como ministros de religião. Não consideramos esta interpretação favorável como sendo uma concessão discriminatória a nosso respeito, de forma ou grau algum. Ela nos ajuda porque é um esclarecimento justo que talvez não estivesse claro para alguns funcionários.

Ora, não porque haja necessidade urgente disso, mas porque penso que possa servir a outros propósitos, desejo trazer à luz alguns itens que justificam esta conclusão de que nossos jovens missionários são ministros de religião. Concedo-vos que nem sempre parecem outros ministros. Podem ser desapontadores para alguns na formalidade e graça de expressão. Muitos deles podem não ter atingido o nível acadêmico alcançado pela maioria da profissão. Qual é o treinamento do missionário para o ministério?

Primeiro, ele é geralmente criado num lar presidido por um homem do sacerdócio, que, em certos aspectos ao menos, pode ser considerado como um homem do ministério. As funções do ministério são levadas avante em grande medida no lar do futuro missionário. Oração, bênçãos, aprendizado escriturístico e religioso são características de seu ambiente inicial. É-lhe concedida a oportunidade de participação. Ele ora, ele canta, ele lê, ele estuda, e, na adolescência, participa de sagradas ordenanças religiosas.

Segundo, no programa educacional religioso da Igreja, ele se identifica com as organizações da Igreja. Sua mãe pode levá-lo à Escola Dominical quando bebê; ele engatinha para as classes infantis; e daí em diante ele é ensinado, e aprende a literatura da Igreja e os caminhos do Senhor.

Terceiro, ele é integrado numa sociedade espiritual. Sua recreação, que não raro proporciona os contatos que lhe permitem escolher a companheira de vida, é supervisionada e dirigida sob auspícios religiosos, cujo constante empenho é esclarecer e definir as metas últimas da vida. Na atmosfera de tal espiritualidade, sua natureza espiritual é nutrida e desenvolvida. Sua ampla participação em todas essas instituições e exercícios é calculada para o desenvolvimento dessa espiritualidade. O que, pergunto, é mais essencial a um chamado ministerial?

Quarto, chega então ao jovem adolescente um treinamento e experiência sem paralelo em qualquer outra instituição de que tenha conhecimento. Ele entra nos quóruns do sacerdócio. Aos doze anos ele é primeiramente ordenado e integrado num grupo de aproximadamente sua própria idade.

Ensina-se-lhe a história do sacerdócio, e é levado a compreender que o poder conferido a ele, ainda que um mero jovem, deriva do poder autêntico dado pelo Senhor Jesus Cristo por meio de seus servos àqueles selecionados para receber o sacerdócio nesta dispensação de tempo, e do qual proveio, em sucessão direta e autêntica, a este rapaz. Ele tem respeito por este chamado, e procura desempenhar seus deveres como jovem portador do sacerdócio do Senhor. Isso é treinamento para um ministro no evangelho de Cristo? Há algo ensinado nos seminários de aprendizado eclesiástico mais importante como base para o serviço ministerial do que a participação real nas funções e ofícios do sacerdócio?

Bem, este jovem prossegue através das várias gradações do sacerdócio, sempre recebendo e assumindo maior participação nas funções da Igreja e na bênção do povo.

Quinto, muito da educação do jovem, não apenas na Escola Dominical, nas outras organizações auxiliares, e no quórum do sacerdócio, mas também em seu treinamento acadêmico, é dirigido à aquisição de conhecimento teológico e capacidade de viver e expor os princípios do evangelho. Escolas, institutos e seminários da Igreja estão disponíveis a ele nesta preparação.

Se ele se vale de todos esses privilégios, digo que está preparado para o serviço missionário e para a ordenação e o encargo de partir como embaixador e ministro do Senhor Jesus Cristo, ensinando o seu evangelho ao povo e realizando serviços ministeriais entre eles. Espero que nunca mais, em nosso próprio país ou em outros países, o estatuto ministerial de nossos missionários seja seriamente questionado.

Podemos utilizar moças de idade, saúde e qualificações espirituais elegíveis no serviço missionário. Elas realizaram um trabalho notável em missões estrangeiras e locais. Sua maneira agradável, sua inteligente e persuasiva elucidação dos princípios do evangelho lhes conquistaram ouvintes simpáticos onde outros falharam. Seus serviços são procurados por todas as missões por causa de sua competência e da atmosfera e espírito adoráveis que trazem, mas precisam ter boa saúde, pois as labutas são árduas.

Temos necessidade de casais nas missões — homens e mulheres de maturidade e experiência, cujas famílias já foram criadas, que possam ir às missões e não apenas proselitar, mas também ensinar aos ramos da missão os grandes princípios do autogoverno, para dar orientação, sob a direção do presidente de missão, aos esforços de novos membros que ainda não foram instruídos nos procedimentos da Igreja.

Talvez eu tenha dito demais a respeito dos detalhes de alguns de nossos procedimentos missionários. Se assim foi, atribuí-o, por favor, a meu intenso interesse no êxito de nosso grande sistema.

Permiti-me agora fazer alguns comentários sobre certos assuntos que, a meu juízo, têm relação com todo o nosso empreendimento missionário. Já vos falei antes sobre estes assuntos, mas os considero dignos de mais atenção para fortalecer nossa resolução de capitalizar as notáveis experiências missionárias que primeiramente mencionei.

Estes comentários e observações trago à luz sob a legenda geral de coragem e franqueza na exposição do evangelho. Penso que talvez tenha recebido minha ideia e meu impulso para mencionar este assunto da série de discursos apresentados por nossos irmãos nos meses recentes no programa de domingo à noite da transmissão radiofônica da Igreja. Espero sinceramente que muitos de vós tenhais ouvido esses programas, e espero sinceramente que muitos de nossos amigos que não são da Igreja também os tenham ouvido. As mensagens foram destinadas a eles.

Penso que essas mensagens estão fornecendo um padrão que todos nós bem poderíamos adotar em nossa tentativa de compartilhar o evangelho com nossos vizinhos e com o mundo. Os discursos eram dissertações sobre princípios do evangelho, citando literalmente apoio escriturístico para as doutrinas que professamos e ensinamos. O aspecto dos discursos, porém, que prendeu minha atenção, foi a abordagem do orador em relação ao público ouvinte.

Após, ou durante, cada exposição de um princípio do evangelho restaurado, o orador confrontava seus ouvintes com uma ou mais perguntas pessoais, das quais seguem alguns exemplos. (Tento dar apenas a ideia, não a linguagem exata.) Todas as perguntas eram apresentadas com a mais absoluta cortesia, e num espírito de amizade, mas com franqueza.

Após a explanação sobre a personalidade de Deus, segue a pergunta: Estais vós, meu amigo, convertidos à adoração de um Deus pessoal, o Pai do Senhor Jesus Cristo, nosso Pai Eterno, e o Organizador e Governante do universo? É ele um verdadeiro Pai nos céus para vós, quando ofereceis vossas orações e súplicas a ele? Ou estais inclinados a aceitar, em lugar desse conceito, que Deus é apenas um princípio de poder no universo, sem personalidade? Credes que esse conceito nebuloso do Todo-Poderoso será adequado para governar os assuntos dos homens e trazer obediência reverente à lei divina e fraternidade entre os filhos de Deus?

E então, após uma explicação sobre o batismo, estas perguntas francas: Estais vós, meu amigo cristão, convencidos em vosso próprio coração de que o batismo que recebestes é o batismo prescrito pelo Salvador do mundo como essencial à salvação do homem e à entrada no reino do Pai? Tendes plena confiança de que a autoridade que executou o batismo para vós emana diretamente do Salvador, que é o Autor da salvação? Não vos sentiríeis, se buscásseis a verdade, muito mais satisfeitos em receber o batismo da mesma maneira em que o nosso Senhor o recebeu, executado por autoridade divina rastreável diretamente a fontes confiáveis, verificadas pela história recente, não sujeitas ao debate e confusão surgidos de interpretações e práticas questionáveis de tempos antigos, com registros históricos inadequados para prova competente presente?

Após o assunto do Espírito Santo ter sido explicado à luz das escrituras e da revelação moderna, estas perguntas, muito francas, talvez ousadas, dirigidas ao amigo que ouve: Recebestes o Espírito Santo? Se respondeis que sim, como o recebestes? Credes, depois do que ouvistes, que ele possa ser conferido a alguém, exceto sob a imposição das mãos por aquele que detém o sacerdócio de Deus? Gostaríeis de ter o Espírito Santo como guia e companheiro na vida, como prometido pelo Salvador?

Finalmente, quanto à revelação moderna, tão importante e essencial no estabelecimento da Igreja restaurada: Tendes vós, meu amigo, uma única prova competente para negar a realidade das experiências de Joseph Smith, que, por meio de seu registro e solene testemunho, ele deixou à Igreja e a todos os homens? Negais o poder do Senhor de se revelar a seus filhos e de lhes dar sua palavra e vontade? Reconheceis a necessidade, nas variadas e discordantes interpretações do ministério do Senhor e na subsequente história de sua Igreja, de uma palavra dele, que deveis admitir ser a resposta à disputa e controvérsia? Não encontrais em vosso coração, se amais a Deus, buscar conhecer a verdade sobre ele e sua obra? Há alguma resposta adequada exceto na revelação?

Detenho-me nesta abordagem pessoal, por perguntas pessoais, porque creio que é calculada para trazer uma bênção pessoal àquele que é questionado. Não desejo que o pesquisador se ofenda. Não desejo que seu direito de privacidade, pensamento e filiação seja invadido. Não desejo fazer nada dessa natureza sem seu consentimento, mas se ele consente em ouvir, creio que o maior bem que lhe advém está numa declaração franca da maneira como os princípios que ensinamos afetam sua vida pessoal.

Ora, podeis dizer, somos sempre francos. Somos? Quantos homens e mulheres há entre nós que acham muito mais fácil apresentar as coisas sobre a Igreja e o evangelho em declarações mais ou menos generalizadas? Não é difícil sustentar e defender as virtudes da vida cristã numa comunidade cristã. Muitos gostam de fazê-lo; alegro-me que o façam. Quanto mais todos os povos reconhecerem o Senhor Jesus Cristo como o Salvador do mundo, tanto mais esperança teremos para a prevalência de sua doutrina e princípios nos assuntos dos homens.

Tenho observado que frequentemente se adota um princípio de negociação entre grupos e interesses conflitantes, que se desenvolve mais ou menos nesta ordem: enfatizar as áreas de acordo e minimizar as de diferença. Pode ser que isso seja aceitável como política diplomática, e pode ter alguma virtude na discussão religiosa, mas não consigo ver como poderemos fazer grande progresso em ensinar o verdadeiro evangelho a nossos semelhantes sem chamar vigorosamente à sua atenção, com franqueza, mas com bom espírito, as diferenças que na realidade representam a essência da verdade revelada.

Este é o ano do sesquicentenário do nascimento de Joseph Smith. Gostaríamos de lhe prestar grande honra e respeito como o servo escolhido e profeta do Senhor. Como, pergunto, podemos esperar fazer isso de maneira mais aceitável a ele do que pela disseminação mundial das interpretações e características distintivas do evangelho que nos vieram por meio de seus ensinamentos inspirados?

Permiti-me mencionar um último item em nosso empreendimento missionário. É o que escolho designar como pano de fundo para o missionário. A comunicação no mundo de hoje é relativamente fácil. Muitos viajam. Há amplo conhecimento, particularmente onde não há censura na disseminação de notícias, de comunidades e sistemas sociais. Nossos missionários vão ao mundo representando não apenas grandes princípios de verdade, mas também uma sociedade divinamente designada, estabelecida sob as revelações vindas de nosso Pai nos céus. Os princípios de vida que ensinam são exemplificados nessa sociedade, e sua vitalidade e eficácia são medidas e avaliadas em grande parte pela vida e comportamento dessa sociedade.

Frequentemente dizemos que temos um ministério convertido, que sai com plena convicção e testemunho. Estes missionários precisam de uma constituinte convertida, cuja convicção seja atestada por sua vida. Devem ser capazes de apontar-nos com orgulho, como nós os apontamos com orgulho a eles. É quase impossível calcular o retardamento e o dano à grande causa que advém daqueles cujo desempenho não é consistente com suas professadas convicções. Nas estacas e alas de Sião, o Senhor fez erigir divisões de seu reino. Deus conceda que o Santo dos Últimos Dias, nessas divisões, tenha a coragem, a visão, a devoção e a força de caráter para tornar essas divisões do reino um pano de fundo eficaz e impressionante para a proclamação de seu evangelho por seus missionários.

Vivemos num bom dia, meus irmãos e irmãs, um dia de encorajamento, esperança e oportunidades sem limites. Acima de tudo somos abençoados com a verdade, a verdade sobre Deus, a verdade sobre o homem, sua salvação e destino. Temos um ardente desejo de compartilhar essa verdade com todos os filhos de nosso Pai. Para esse fim, enviamos nossos missionários a eles com grande custo e sacrifício.

Convidamos todos os homens a ouvir com mentes e corações abertos, e, fortificados pela autoridade divina, pelas profecias das santas escrituras e pelas experiências de vida de homens bons, fazemos solenemente a promessa a eles de que, se atenderem e receberem, suas vidas serão enriquecidas. Sejam ricos ou pobres, serão infinitamente mais felizes, e agradecerão ao Senhor até o fim de seus dias pelos missionários que lhes trouxeram a verdade.

Invoco as bênçãos do Senhor sobre sua Igreja e reino na terra, e sobre todos os homens, em nome de Jesus Cristo. Amém.

Como citar este discursoStephen L Richards, “Coragem e Franqueza na Exposição do Evangelho”, 1955 October General Conference, Sunday Morning Session (1955-10-02). Pulpit Vault, 1955-10-richards-my-dear-brethren-and-sisters-i-thank. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).