Pulpit

Três Tesouros das Escrituras dos Últimos Dias

Milton R. Hunter

1955 October General Conference·Saturday Afternoon Session·1955-10-01

Meus caros irmãos e irmãs:

Oro humildemente para que eu seja guiado pelo Espírito do Senhor nas breves palavras que profiro esta tarde.

Tenho aqui em minhas mãos o que considero serem três dos tesouros mais valiosos do mundo. De um ponto de vista monetário, estão além de qualquer preço.

Se todas as pessoas do mundo fizessem plena aplicação do que estes três tesouros contêm, utilizando-os ao máximo, creio que seu conteúdo faria mais bem à família humana do que todos os exércitos do mundo, todos os reis que se assentam em tronos, todos os governos que governam, ou quaisquer outras coisas que possamos alcançar neste mundo. Estou segurando em minhas mãos a tríplice combinação de escrituras sagradas dos Santos dos Últimos Dias — o Livro de Mórmon, a Doutrina e Convênios, e a Pérola de Grande Valor. Elas contêm a palavra de Deus, revelada nos últimos dias, do céu, por intermédio do Profeta Joseph Smith, para a salvação e exaltação de todos os membros da família humana que receberem seus ensinamentos divinos e lhes prestarem obediência.

Os membros da Igreja de Jesus Cristo aceitam mais um livro como escritura — a Sagrada Bíblia — e, portanto, consideram-na autoritativa e vinculante para suas vidas. Não falarei hoje dessa escritura, mas restringirei minhas palavras às escrituras dadas ao mundo pelo poder do Senhor por intermédio de seu Profeta Joseph Smith.

A primeira destas três escrituras dos Santos dos Últimos Dias, como aparece na tríplice combinação, é o Livro de Mórmon. Este volume contém o evangelho de Jesus Cristo tal como os antigos americanos o receberam e entenderam.

O propósito mais vital que os escritores tinham em mente ao preparar o Livro de Mórmon foi que ele servisse como uma nova testemunha de Cristo, especialmente uma nova testemunha de Cristo para os judeus e os gentios nos últimos dias.1 Foi escrito para confirmar a messianidade do Unigênito, tal como proclamada no Antigo e no Novo Testamento.

Perto do fim de sua vida, Néfi, o primeiro escritor dos anais nefitas, entregou as placas a seu irmão Jacó e instruiu Jacó a registrar cuidadosamente . . . pregação que fosse sagrada, ou revelação que fosse grandiosa, ou profecia, . . .

e tocar nelas tanto quanto fosse possível, por amor de Cristo, . . .2 *2 Néfi 26:12; Mórmon 5:9-14.

sJacó 1:4.

E assim os anais nefitas foram escritos e preservados para virem à luz nos últimos dias, a fim de testemunhar que Jesus é o Cristo, o Salvador do mundo, o Mediador entre os céus e a terra, o Unigênito do Eterno Pai na carne, e o Redentor da família humana. Uma leitura cuidadosa do Livro de Mórmon convence a pessoa de que não apenas Jacó, mas também todos os profetas que o sucederam, seguiram fielmente a injunção de Néfi. Ao longo de todo o livro, testemunho é dado quase continuamente da missão divina do Cordeiro de Deus, o Ungido de Israel.

De fato, Morôni, o último profeta da raça nefita, em seu prefácio ao Livro de Mórmon, salientou que o registro fora escrito primordialmente com o propósito de

. . . convencer o judeu e o gentio de que Jesus é o Cristo, o Deus Eterno, manifestando-se a todas as nações — . . .

Penso que tanto os profetas jareditas quanto os nefitas fizeram um excelente trabalho ao nos dar tantas evidências da divindade e da missão de Jesus Cristo, tornando assim o Livro de Mórmon verdadeiramente uma nova testemunha.

O Livro de Mórmon contém vários ensinamentos que ajudam a explicar, ampliar e esclarecer doutrinas encontradas na Bíblia; por exemplo, de acordo com o Sermão da Montanha, tal como registrado no Evangelho de Mateus, enquanto Jesus falava a toda a multidão de pessoas, ele instruiu:

Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir.

Estudiosos brilhantes — e penso que muitos deles homens fiéis, talvez acreditando que Cristo foi o maior de todos os mestres, proclamando em todo tempo verdades eternas — viram, na declaração acima do Mestre, o que parecia ser uma falácia econômica. Observaram que, se as pessoas em geral, por todo o mundo, não se importassem com o que deveriam comer, vestir ou beber, logo estariam famintas, sedentas e desnudas; e assim aqueles estudiosos escreveram numerosas explicações em seus esforços para interpretar o que o Mestre poderia ter querido dizer.

Mas o Livro de Mórmon, em uma breve declaração, dá, creio eu, mais esclarecimento a esse problema do que se encontra em todas as explicações dadas pelos estudiosos. De acordo com esse registro, Jesus apareceu aos nefitas após sua ressurreição e proferiu um sermão semelhante ao conhecido no Novo Testamento como o Sermão da Montanha. Jesus falava à multidão, e então o registro nefita afirma:

E então aconteceu que, depois de ter dito estas palavras, Jesus olhou para os doze que havia escolhido e disse-lhes: . . . Portanto, eu vos digo: Não vos preocupeis quanto a vossa vida, pelo que havereis de comer ou pelo que havereis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que havereis de vestir.

Assim, ao voltar-se da multidão e dar sua instrução a apenas doze homens, Jesus reduziu o problema daqueles que seriam providos pelo Senhor a apenas doze servos de Deus. Certamente os trabalhadores na vinha do Senhor são dignos de seu salário.

O Livro de Mórmon contém alguns dos mais maravilhosos ensinamentos doutrinários encontrados em qualquer escritura ou em quaisquer outros escritos no mundo. Os antigos profetas americanos explicaram as doutrinas do evangelho de forma tão clara e bela quanto qualquer profeta jamais explicou o evangelho. Regozijo-me com a soberba visão contemplada por Néfi, na qual ele viu a história do mundo até os dias de hoje. Maravilho-me ao ler os ensinamentos do rei Benjamim. Talvez nenhum outro mestre, exceto o próprio Mestre, tenha proferido um sermão mais belo e humilde. Estremeço cada vez que contemplo os maravilhosos ensinamentos de Alma e Amuleque sobre a morte, a ressurreição, a imortalidade, o dia do juízo e a expiação de Jesus Cristo. Deleito-me em meditar sobre a forte denúncia de Mórmon quanto à doutrina e prática do batismo de crianças, percebendo que em nenhum outro lugar essa doutrina é mais veementemente condenada. E, é claro, os maiores de todos os ensinamentos encontrados no Livro de Mórmon são os que se encontram no Terceiro Néfi. Ali está registrada a maravilhosa e bela história das aparições do Senhor ressuscitado aos habitantes da América antiga, proclamando sua vitória sobre a morte e oferecendo vida eterna a todos os que aceitassem e obedecessem a seu evangelho. O livro delineia de maneira surpreendente o Mestre ensinando aos habitantes desta terra o mesmo plano evangélico de salvação que ensinara enquanto estava na mortalidade entre os judeus. Por exemplo, lede o capítulo vinte e sete de Terceiro Néfi. Ali Cristo deu uma definição do evangelho de Jesus Cristo que, penso eu, não é superada em nenhum outro lugar na literatura religiosa.

Há numerosas declarações individuais sobre vários assuntos no Livro de Mórmon que escolho chamar de declarações semelhantes a diamantes, e que penso serem inigualáveis em outras escrituras e na literatura mundial; por exemplo, a repetida, sincera, simples, mas bela expressão de fé dada por Néfi é soberba. Para citar:

Eu irei e cumprirei as ordens do Senhor, porque sei que o Senhor nunca dá ordens aos filhos dos homens sem antes preparar um caminho pelo qual suas ordens possam ser cumpridas.

Creio que, possivelmente, a maior declaração já registrada sobre o propósito do homem, ou o propósito da vida, foi dada em duas breves linhas pelo pai Leí, quando ele disse: "Adão caiu para que os homens existissem; e os homens existem para que tenham alegria." É minha convicção que a alegria de que Leí falou é uma alegria que viria hoje e permaneceria amanhã, na próxima semana, no próximo ano, daqui a cem anos, mil anos, sim — alegria eternamente. Um estudo cuidadoso do Livro de Mórmon e de suas escrituras companheiras, que seguro em minhas mãos, assegura-nos de que a única forma de alcançar essa alegria é prestar obediência continuamente a todos os mandamentos de Deus. Quanto mais completamente nossas vidas se conformarem aos ensinamentos do Mestre, maior será nossa alegria.

A Doutrina e Convênios, o segundo volume destas escrituras dos últimos dias que seguro em minhas mãos, está repleta de revelação vinda do céu, dada primordialmente por meio do instrumento do Profeta Joseph Smith, para a salvação de todos os membros da família humana que a receberem e obedecerem. Estas revelações também foram dadas para a edificação do reino de Deus, ou a Igreja de Jesus Cristo, aqui na terra, nos últimos dias, em preparação para a vinda do Salvador que dará início ao reinado milenar.

A Doutrina e Convênios, em minha opinião, assim como o Livro de Mórmon, contém muitos dos maiores ensinamentos encontrados em qualquer livro no mundo; por exemplo, não conheço nenhuma revelação dada por meio dos santos profetas, em qualquer época da história do mundo, a respeito da vida pós-mortal e da condição final da família humana, que supere a seção setenta e seis da Doutrina e Convênios, conhecida como a visão, ou os três graus de glória. Esta estupenda revelação foi dada ao Profeta Joseph Smith e a Sidney Rigdon. Foi-lhes permitido olhar para o grau celestial de glória, contemplar as condições ali existentes, e registrar o que viram enquanto "ainda no Espírito". Depois foi-lhes mostrada, em visão, a glória terrestre e, igualmente, a glória telestial. Uma breve visão da perdição também lhes foi mostrada. As condições necessárias para a entrada em qualquer um desses mundos lhes foram dadas a conhecer.

Além da grande revelação sobre os três graus de glória, a Doutrina e Convênios contém muitas outras revelações a respeito da vida pós-mortal. Por exemplo, a seção oitenta e oito amplia nosso conhecimento dos três graus de glória. Também há uma declaração maravilhosa encontrada na seção 131. Para citar:

Na glória celestial há três céus ou graus;

E para obter o mais elevado, um homem precisa entrar nesta ordem do sacerdócio [que significa o novo e eterno convênio do casamento];

E se não o fizer, não poderá obtê-lo.

Poderá entrar em outro, mas esse será o fim de seu reino; ele não poderá ter descendência.

Uma das maiores revelações em qualquer escritura é a que trata do casamento celestial, encontrada na seção 132 da Doutrina e Convênios. Esta maravilhosa revelação trata do princípio culminante do evangelho de Jesus Cristo, estabelecendo a condição pela qual se pode alcançar a vida eterna ou a exaltação na presença de Deus. Esta revelação nos informa que o homem não pode ser exaltado sem a mulher, nem a mulher sem o homem. Torna clara a doutrina de que aqueles que se provarem fiéis em todas as coisas que o Senhor tem ordenado, forem à casa do Senhor e entrarem no convênio do casamento de acordo com o plano de Deus, e continuarem fiéis todos os dias de sua vida, ressurgirão na ressurreição e

. . . passarão pelos anjos e pelos deuses ali colocados, rumo a sua exaltação e glória em todas as coisas, conforme selado sobre sua cabeça; glória essa que será uma plenitude e uma continuação das sementes para todo o sempre.

Então serão deuses, . . .

Assim, a seção 132 nos dá um entendimento de como obter a mais elevada bênção que nosso Pai Eterno reserva para aqueles que o amam e guardam seus mandamentos. Além disso, as revelações às quais me referi brevemente nos dão informações mais definidas sobre a vida pós-mortal do homem e os objetivos finais a serem alcançados do que se pode encontrar em quaisquer outras escrituras no mundo.

A Doutrina e Convênios, assim como o Livro de Mórmon, também contém declarações semelhantes a diamantes que são soberbas; por exemplo, a que trata da lei é notável. Para citar:

Há uma lei, irrevogavelmente decretada no céu antes da fundação deste mundo, na qual todas as bênçãos se baseiam —

E quando recebemos uma bênção de Deus, é por obediência à lei na qual ela se baseia.

Outra declaração semelhante a diamante é: "A glória de Deus é inteligência ou, em outras palavras, luz e verdade."

Além das grandes revelações já mencionadas, a Doutrina e Convênios contém as maravilhosas instruções conhecidas como a Palavra de Sabedoria, várias revelações sobre a obra missionária, instrução sobre o sacerdócio, e numerosas outras revelações pertinentes que não posso nomear no curto tempo que me foi concedido.

O terceiro grande tesouro que seguro em minhas mãos é a Pérola de Grande Valor, uma pérola de fato. É composta de duas revelações dadas a Moisés e reveladas novamente a Joseph Smith; o livro de Abraão, escrito pelo grande patriarca e traduzido pelo Profeta Joseph; o vigésimo quarto capítulo de Mateus; algumas das primeiras visões contempladas pelo Profeta; alguns de seus ensinamentos; e os Artigos de Fé. Estão compactados em aproximadamente sessenta páginas, mas cada página é dinâmica e poderosa. É um livro maravilhoso.

A Pérola de Grande Valor também contém revelações sobre certos assuntos superiores a quaisquer outras escrituras ou escritos sobre esses assuntos encontrados no mundo; por exemplo, a visão de Abraão sobre a vida pré-mortal, na qual ele soube da natureza eterna das coisas; do grande concílio no céu; e do plano de salvação tal como apresentado ali, constitui uma das maiores revelações de Deus a seus santos profetas. E o conhecimento obtido por Moisés em sua visão de Lúcifer e da parte que ele desempenhou no grande concílio, somado à visão de Abraão, dá-nos o entendimento mais completo encontrado em qualquer literatura a respeito da vida pré-mortal do homem e dos propósitos de Deus para o bem do homem.

A Pérola de Grande Valor também ajuda a esclarecer algumas das passagens difíceis nas outras escrituras; por exemplo, quando Jesus Cristo vivia na mortalidade, os escritores do Novo Testamento relatam que, repetidas vezes, ele se referiu a si mesmo como o Filho do Homem. Muitos estudiosos modernos, em seus comentários, têm se esforçado para explicar o que o Mestre poderia ter querido dizer com esse epíteto. Esses estudiosos têm sustentado quase universalmente que Jesus, ao referir-se a si mesmo como Filho do Homem, quis dizer que era um homem mortal. Sustentam que Cristo não fazia nenhuma afirmação de sua divindade ao referir-se a si mesmo como Filho do Homem, mas que apenas apontava sua mortalidade. A Pérola de Grande Valor, contudo, esclarece esse ponto de maneira admirável. Falando de Deus, o Pai Eterno, este registro nos diz que

. . . no idioma de Adão, Homem de Santidade é seu nome e o nome de seu Unigênito é Filho do Homem, sim, Jesus Cristo, um justo Juiz, que virá no meridiano dos tempos.

Assim vemos que Jesus de Nazaré não estava apontando sua condição mortal de homem, mas estava declarando sua divindade, sua condição de Deus, sua messianidade, seus poderes como Salvador, sua posição de Unigênito do Pai, cada vez que se chamava de Filho do Homem. Ele estava se referindo a si mesmo como o "Filho do Homem de Santidade", sim, o Unigênito Filho do Eterno Pai.

A Pérola de Grande Valor também contém algumas declarações semelhantes a diamantes, como as demais escrituras dos últimos dias. Como exemplo, citarei: "Pois eis que esta é minha obra e minha glória: Levar a efeito a imortalidade e vida eterna do homem."

Nunca em minha vida li, em nenhuma escritura ou em qualquer outro escrito, uma declaração que defina a obra de Deus (referindo-me ao Pai e ao Filho) de forma mais completa, mais minuciosa e mais precisa, em uma breve declaração, do que essa. Jesus Cristo veio ao mundo, sendo enviado aqui pelo Pai para morrer, para ser ressuscitado, e para romper as cadeias da morte. Ele de fato ressurgiu do túmulo, e de fato pôs em ação, por assim dizer, uma lei universal de ressurreição, de modo que todo homem, mulher e criança que já viveu nesta terra ressurgirá do túmulo e, com isso, receberá a imortalidade. Tanto os iníquos quanto os justos serão ressuscitados e, pela graça de Cristo e pela autorização do Pai, receberão a imortalidade. Assim, a obra de Deus é dar imortalidade à família humana.

Pouco depois de Adão e Eva serem expulsos do Jardim do Éden, Jesus Cristo, o Salvador do mundo, começou sua obra de dar ao homem a vida eterna, revelando o plano evangélico de salvação ao Pai Adão. No Meridiano dos Tempos, Cristo veio ao mundo para nos mostrar como viver. A revelação do evangelho continuou a vir do céu ao longo das diversas dispensações do evangelho e culminou em nossa dispensação, chegando ao mundo por meio do Profeta Joseph Smith na Dispensação da Plenitude dos Tempos. Todos os filhos e filhas de Deus que viverem plenamente de acordo com este plano evangélico receberão a vida eterna, ajudando assim a completar a obra e a glória de Deus.

Em conclusão, desejo falar brevemente aos membros da Igreja de Jesus Cristo. Se nós, como membros, dermos ouvidos aos ensinamentos do Salvador, prestando obediência a todos os seus mandamentos, se caminharmos pelo caminho que estas escrituras dos últimos dias apontam, todas as bênçãos prometidas nestas escrituras serão nossas. Algum dia voltaremos à presença do Pai e do Filho e receberemos a vida eterna.

Meus irmãos e irmãs, dei apenas uma breve análise destes três grandes tesouros. Permiti-me admoestar que todos estudemos as escrituras — que as estudemos dia e noite, e que guardemos seus ensinamentos em nossas mentes continuamente. O Salvador disse: "Examinais as escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam."

As santas escrituras têm sido minha companheira mais próxima ao longo de toda a minha vida. Amo-as e as leio continuamente. Penso já ter lido o Livro de Mórmon quarenta e cinco vezes. Cada vez que o leio, encontro novos pensamentos. Creio, de todo o coração, como disse no início do meu discurso, que estas três escrituras dos últimos dias, juntamente com a Bíblia, constituem alguns dos maiores tesouros que possuímos. Se lhes permitirmos, elas servirão como nossos guias para nos trazer de volta a Deus. Que nosso Pai Celestial nos abençoe, para que possamos utilizar plena e eficazmente em nossas vidas estes grandes tesouros, humildemente oro, em nome de Jesus Cristo. Amém.

Como citar este discursoMilton R. Hunter, “Três Tesouros das Escrituras dos Últimos Dias”, 1955 October General Conference, Saturday Afternoon Session (1955-10-01). Pulpit Vault, 1955-10-hunter-y-dear-brethren-and-sisters. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).