Por Mim e Por Todos Vós
Adam S. Bennion
Por mim e por todos vós, expresso gratidão a estas Mães Cantoras. Sou grato porque a beleza de suas canções de ninar tenha sido sublimada na santidade de seus hinos, sob a liderança inspiradora da irmã [Florence Jepperson] Madsen. ¶
Aqueles de nós que estamos sentados aqui esta tarde, ainda sujeitos à nossa vez, sabemos que esta é a hora. Isso me faz lembrar da época em que costumávamos brincar de cadeiras musicais. Vós vos lembrais de quando nos reuníamos em círculo ao redor das cadeiras e o anfitrião retirava uma cadeira a cada rodada, de modo que havia sempre uma cadeira a menos que pessoas. Sabíamos que, quando chegávamos às três ou quatro últimas cadeiras, aquilo era o fim. Pois bem, todas as cadeiras já foram retiradas, menos três! ¶
O irmão Richard Evans e eu estamos sentados juntos aqui há três dias, observando um ao outro que há força nesta plateia — homens fortes e mulheres notáveis. ¶
É fascinante para mim saber que, em cento e vinte e cinco anos, seis membros se multiplicaram em um milhão e duzentas e cinquenta mil pessoas. É uma realização maravilhosa na obra do Senhor. ¶
Sou duplamente grato por estar aqui hoje, porque no último mês de outubro perdi esta conferência. Recém-saído do hospital, eu estava convalescendo em casa. Mas aquela experiência me trouxe algo que talvez eu não pudesse ter obtido de nenhuma outra maneira. Estou aqui hoje, grato pelas bênçãos de nosso Pai nos céus e por sua bondade. Trago-vos meu testemunho do poder do sacerdócio, porque, sob as mãos destes meus bons irmãos, fui abençoado de volta à saúde e à força. Sei que o poder de curar está neste sacerdócio, e dou-vos meu testemunho de que é assim. ¶
Esta tem sido uma conferência maravilhosa. ¶
Tenho estado sentado aqui, boa parte do tempo, com um nó na garganta. Sinto-me honrado por estar aqui. Regozijo-me com o poder da liderança desta Primeira Presidência. Eles estão entre os homens mais fortes que já guiaram os destinos desta Igreja. Presto minha homenagem a meus irmãos. É uma força sustentadora ter cada um deles a nos dar sua bênção por esta experiência. Estes são homens fortes, como sabeis pela evidência desta conferência. São homens devotados, e em suas mãos podeis sentir-vos bem quanto ao futuro desta grande Igreja. ¶
Oro para que, nos poucos minutos que ocupo, eu possa estar em sintonia com o Espírito, o Espírito edificante que temos sentido por toda esta conferência. ¶
Sempre me preocupo com o efeito duradouro de nossos ensinamentos. O evangelho, na linguagem de Paulo, é o poder de Deus para a salvação, e estas conferências, e todas as nossas reuniões, e o próprio gênio do evangelho têm por finalidade ajudar-nos a viver melhor. ¶
Toda semana saímos para alguma estaca ou para alguma missão. Toda segunda-feira de manhã volto elevado e fortalecido, não somente em minha fé, mas também na certeza da bondade das pessoas entre as quais trabalhamos. Dou-vos testemunho de que a evidência que obtemos semana após semana é que o evangelho torna melhores os homens e as mulheres; ele transforma suas vidas; e quero relatar-vos, a partir de duas de nossas conferências, algumas das coisas que jamais me deixarão o mesmo de novo. ¶
Quando fui apresentado ao lar em que eu ficaria hospedado na Estaca Klamath [Oregon-Califórnia], senti-me um pouco embaraçado, porque a anfitriã, esposa de um membro da presidência da estaca, estava em uma cadeira de rodas, aleijada pelos efeitos da poliomielite havia vinte anos. Mas o olhar em seu rosto me convenceu de que eu não precisava ter receios. Ela se move naquela cadeira de rodas, graças à bondade de um bom marido, como se a casa tivesse sido construída especialmente para ela. Ela vai até a cozinha, entre o fogão e a mesa de servir onde prepara a comida, faz a volta e a tem pronta para servir. Ela ensina uma classe da Escola Dominical, é líder na Sociedade de Socorro, e se alguma vez apertásseis a mão daquela pequena mulher e captásseis o olhar em seu rosto, saberíeis que, embora uma aflição possa incapacitar o corpo, jamais pode debilitar tal espírito. ¶
Algumas semanas depois, fui até a Estaca Zion Park [Utah]. Serei grato por todo o resto de meus dias pela inspiração daquela visita. Em uma família ali, creio ter visto tanta aflição quanto jamais vi em qualquer outra família. Mas aquelas boas pessoas se elevaram acima disso tão maravilhosamente. O presidente da estaca ali serviu na guerra, e é quase um milagre que tenha voltado com vida. Ele usa agora uma placa de aço, uma placa craniana, com o indicativo na testa de que ela está ali. Sua esposa, acometida de artrite, com pés que mal podia usar para andar até que fossem todos quebrados de novo e refeitos, e as mãos tão retorcidas e deformadas que, ao estendermos a mão para cumprimentá-la, desejaríamos poder dar-lhe uma bênção. Dois bons rapazes nasceram naquela família, e depois a terceira filha, uma menina, sob as complicações do fator Rh negativo, esteve inválida durante oito anos. Quero dizer-vos que, quando entrais naquele lar e captais o espírito do pai e da mãe, e observais os meninos correndo para ajudar a pequena que, ao cair, não consegue se levantar, quando vos ajoelhais naquele lar e ouvis as orações daquela família, com sua gratidão a Deus Todo-Poderoso pela bondade que lhes tem mostrado, sabeis que o evangelho é o poder de Deus para a salvação. ¶
Pois bem, à luz dessas duas experiências, gostaria de me unir a vós por apenas um pouco de tempo, esta tarde, na consideração de uma das mais ricas declarações já feitas. Amo o Livro de Mórmon, e o amo desde que era um jovem. Para esta tarde, escolhi, do segundo livro de Néfi, a passagem que quero desenvolver um pouco convosco: ¶
E então, eis que se Adão não houvesse transgredido, não teria caído, mas permanecido no jardim do Éden. E todas as coisas que foram criadas deveriam ter permanecido no mesmo estado em que estavam depois de haverem sido criadas; e deveriam permanecer para sempre e não ter fim. ¶
E não teriam tido filhos; portanto, teriam permanecido num estado de inocência, não sentindo alegria por não conhecerem a miséria; não fazendo o bem por não conhecerem o pecado. ¶
Mas eis que todas as coisas foram feitas segundo a sabedoria daquele que tudo conhece. ¶
E agora, meu tema: ¶
Adão caiu para que os homens existissem; e os homens existem para que tenham alegria. (2 Néfi 2:22-25.) Esse mesmo sentimento ecoa em um dos maiores documentos jamais dados à humanidade, as Bem-Aventuranças no Sermão da Montanha. Vós vos lembrais de que cada parágrafo daquele grande documento começa com uma bênção. "Bem-aventurados os pobres de espírito", e assim por diante, ao longo de todas elas. No parágrafo final daquele grande documento: "Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem, e mentindo, falarem todo mal contra vós . . ." ¶
— vós vos lembrais dela. ¶
Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós. ¶
(Mateus 5:11-12.) Penso que, às vezes, deixamos que os aspectos negativos, os aspectos disciplinares, os aspectos proibitivos, abafem o ensino das alegrias do evangelho. Desejo que possamos centrar nosso pensamento, por um pouco de tempo hoje, nas alegrias de viver o evangelho, não como uma obrigação, mas como um privilégio — um dos mais ricos privilégios da vida. ¶
Se tivéssemos tempo esta tarde, eu gostaria de expandir o significado de alegria. Na linguagem comum, falamos como se alegria, prazer, contentamento e felicidade fossem todos sinônimos. Mas, nesta passagem do Livro de Mórmon, a alegria tem um significado muito mais rico. O prazer, em minha opinião, é essencialmente a gratificação de um dos sentidos. A felicidade parece centrar-se em uma espécie de contentamento nascido da boa sorte ou de alguma circunstância fortuita. Mas a alegria revela uma certa exaltação espiritual. Como alguém já disse: "A alegria é mais intensa que a felicidade, mais profunda que o contentamento, ao qual se assemelha, mais nobre e mais duradoura que o prazer." Ao refletir sobre isso, a alegria me parece ser essencialmente espiritual e ter uma qualidade permanente, com um vislumbre de bem-aventurança eterna. ¶
Como podemos aspirar a essa coisa chamada a alegria de viver? Não podemos comprá-la; ela não está à venda no mercado, nem podeis sair para cultivá-la diretamente. Na melhor das hipóteses, ela parece ser uma espécie de subproduto. É um resultado final alcançado por meio de uma conduta digna. ¶
Venho a vós hoje com três sugestões que, penso, geram alegria: ¶
I. Em primeiro lugar, podemos encontrá-la no trabalho do mundo. Tem havido, ultimamente, uma tendência, talvez forte demais, de mimar os filhos que amamos. ¶
Em nossa própria legislatura estadual, na tentativa de proteger as crianças, poderíamos facilmente prestar-lhes um grande desserviço. Notei nesta manhã que nosso governador indica que estaria disposto a convocar a legislatura de volta a uma sessão para corrigir o erro, porque não há grande sabedoria em conceder um prêmio à ociosidade, seja para crianças, seja para homens. ¶
Vós vos lembrais do que o Senhor disse: "No suor do teu rosto comerás o teu pão." (Gênesis 3:19.) E há esta maravilhosa passagem em João. ¶
Quando o Salvador foi criticado por algo que fez no Sábado, ele respondeu a seus acusadores dizendo: "Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também." ¶
(João 5:17.) E depois aquela passagem memorável de Eclesiastes: ¶
"Doce é o sono do trabalhador, quer coma pouco quer muito" (alegro-me por não ter sido rico — porque a próxima linha diz) ". . . porém a fartura do rico não o deixa dormir." (Eclesiastes 5:12.) Durante toda a minha vida, desfrutei do abençoado privilégio de viver com pessoas que amam trabalhar. Regozijo-me com uma companheira que se deleita em cuidar de nosso lar. Nascido em uma cidadezinha do interior deste vale, ainda me emociono ao pensar no trabalho de dois homens, Robert e Willard Pixton, que foram pioneiros em minha cidade. Orgulhavam-se de que nunca havia uma erva daninha na plantação de batatas. Selecionavam seus grãos, e quando chegava a colheita do outono, era algo belo. ¶
Aqueles homens trabalhavam como se amassem trabalhar, e quando chegava o outono, depois de terem arado, plantado, cultivado, irrigado e colhido — com os celeiros cheios de feno e os armazéns ricos em grãos — e as adegas repletas de frutas e verduras — tenho certeza de que Robert e Willard Pixton reuniam a família em uma ação de graças plena de alegria — alegria pelas bênçãos do céu. ¶
Sempre me alegrei por ter vivido em um lar humilde — um lar no qual as pessoas amavam trabalhar. Recordo a emoção dos dias em que trazíamos a palha nova e a colocávamos sob o tapete de retalhos que fora tecido dos trapos que mamãe cortava e enrolava em bolas para serem levadas e transformadas em um tapete. Como gostávamos de "pisar" a palha para acomodá-la, de modo que o tapete pudesse ser esticado sobre ela; depois prendíamos o esticador e "pisávamos" mais um pouco, puxávamos, empurrávamos e então pregávamos o tapete no chão. Foram dias maravilhosos. Nenhum homem jamais relaxou de modo mais luxuoso sobre um tapete persa. ¶
Lembro-me de quando o porco era abatido no outono, e os presuntos eram postos de molho em salmoura, e a linguiça era feita não com as partes descartadas, mas com as partes selecionadas. Sempre pensei que comer estivesse no domínio do prazer — mas quero dizer-vos que algumas refeições chegam bem perto da alegria. ¶
Durante anos mantive contato com um dos melhores escritores da América, que escreveu este pequeno parágrafo, há algum tempo, em um jornal de Chicago: ¶
Quando um jovem não encontra alegria em seu trabalho diário, vai a ele pela manhã com pesar, não sente gratidão por ter trabalho a fazer, e detesta as horas em que o realiza, há algo de errado. É algo animador ter o hábito da diligência, o desejo de fazer o trabalho de cada dia melhor do que o do dia anterior, e de terminá-lo com a consciência de tê-lo feito bem. Há um futuro triste para o jovem que odeia o trabalho, que não gosta de seu patrão e que dá o mínimo esforço possível para se sair bem. Ele sofrerá mais com essa negligência do que seu patrão, porque estará destruindo sua própria chance de alegria na vida. ¶
Alguém já disse: "Feliz é o homem que tem um trabalho que ama fazer", mas outra pessoa acrescentou o pensamento fundamental básico: "Feliz é o homem que ama o trabalho que tem de fazer." ¶
II. Pois bem, podemos encontrar a alegria em um segundo lugar. É na vida do lar, do qual se tem falado aqui tão belamente ao longo desta conferência, começando com aquela mensagem inspiradora de nosso Presidente. ¶
Tenho consciência da luta pela qual passamos para conseguir um lar, e depois o orgulho que sentimos ao entrar nele, e então a alegria dos filhos ao virem abençoá-lo. Ainda penso que o nascimento de um bebê supera o maior milagre já realizado. A alegria na vinda dos filhos, em seu desenvolvimento, em suas perguntas, em seu afeto, em suas revelações francas, o privilégio que temos de viver a vida outra vez, e depois, quando chegamos à fase dos netos, em que temos todas as alegrias e não bem toda a responsabilidade, quando, depois que eles nos desgastam um pouco os nervos, podemos sugerir que, pelo bem das crianças, talvez seja hora de irem para a cama. Estas são grandes bênçãos e grandes fontes de alegria. ¶
Permiti-me dar-vos uma ilustração simples da diferença entre uma família alegre e uma agitada. Algumas pessoas centram suas vidas em "não faças isto", "não deves fazer aquilo" e "não podes". Penso muitas vezes na mãe que costumava dizer: "Vai ver o que o Billy está fazendo e manda-o parar." Esse tipo de pai ou mãe entra no carro e passa a dizer aos filhos o que não podem fazer e a ordenar-lhes que fiquem quietos. O pai ou mãe sábio, que encontrou a alegria na convivência com os filhos, diz: "Vamos ver quantos cavalos brancos conseguimos avistar nas próximas cem milhas." Talvez tenhamos de trocar os cavalos brancos por tratores vermelhos. É um jogo interessante traçar o alfabeto nos outdoors ao longo do caminho — uma boa diversão tentar completar um alfabeto inteiro. É divertido encontrar a melhor placa ao longo do caminho ou, se quiserdes, e vos inclinardes um pouco para o lado intelectual, podeis pegar um dos melhores livros atuais para crianças — não os baratos de que o irmão Dilworth [Young] falou esta manhã — mas um daqueles livros lindamente ilustrados hoje disponíveis, e podeis sentar-vos no banco de trás (se tiverdes o tipo certo de motorista) e preencher o tempo que, de outra forma, poderia arrastar-se. Essa é a alegria em formação. ¶
No lar, também, há a alegria de alguns bons amigos — não muitos — porque não podeis cultivá-los todos — mas alguns amigos que permanecerão ao vosso lado em tudo o que vier na vida. Temos tais amigos — louvado seja Deus por eles. ¶
Na linguagem de Shakespeare: "Os amigos que tens, uma vez comprovada sua lealdade, prende-os à tua alma com argolas de aço." ¶
III. Apresso-me para a terceira sugestão que quero dar-vos. Encontramos alegria no trabalho que realizamos. Encontramos alegria nos privilégios do lar, com seus filhos e seus amigos, mas, em terceiro lugar, e por fim, encontramos alegria no serviço do Senhor. ¶
Li outra vez, na outra noite, o livro de Habacuque, um livro ao qual não recorremos com a frequência devida: ¶
Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira decepcione, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja vacas; ¶
E então esta linha retumbante: ¶
Todavia eu me alegrarei no Senhor; regozijar-me-ei no Deus da minha salvação. (Habacuque 3:17-18.) ¶
Ontem, o dia todo, tivemos o privilégio de participar de uma reunião inspiradora com estes bons presidentes de missão. Eu gostaria, de algum modo mágico, que suas mensagens pudessem ser levadas a todos vós, porque foi um dia de dedicação e consagração. Eu os abençoo pelo trabalho que estão realizando. ¶
No espírito daquela maravilhosa reunião de ontem, convido-vos a encontrar a alegria de viver no serviço do Senhor, seja um chamado para ser professor orientador da ala, um chamado para ser professor na Escola Dominical, um dirigente da MIA, um oficial de quórum, ou um chamado para visitar aqueles que estão um pouco relutantes, indiferentes ou presos a algum hábito infeliz. A promessa do Senhor é tão rica em sua bênção: ¶
E, se trabalhardes todos os vossos dias clamando arrependimento a este povo e trouxerdes a mim mesmo que seja uma só alma, quão grande será vossa alegria com ela no reino de meu Pai! E agora, se vossa alegria é grande com uma só alma que tiverdes trazido a mim no reino de meu Pai, quão grande será vossa alegria se me trouxerdes muitas almas! (Doutrina e Convênios 18:15-16.) Vossa alegria é semelhante à alegria do céu, pois, como o Mestre declarou: ¶
Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende. (Lucas 15:10.) Quando tiverdes sentido o poder de seu Santo Espírito, quando tiverdes sido inspirados a enfrentar vossos problemas mais complexos, quando tiverdes tido o privilégio de consolar os de coração partido, quando tiverdes conduzido alguém que errou para a luz de um novo dia, quando tiverdes alcançado o objetivo de vossos sonhos, quando tiverdes feito estas coisas, desfrutareis desta promessa que foi dada aos trabalhadores da vinha, há anos: ¶
E quem vos receber, lá estarei também, pois irei adiante de vós. Estarei à vossa direita e à vossa esquerda e meu Espírito estará em vosso coração e meus anjos ao vosso redor para vos suster. (Doutrina e Convênios 84:88. Itálico acrescentado.) Acrescentai a essa promessa a gloriosa promessa já citada nesta conferência pelo Presidente Richards: ¶
Que tuas entranhas também sejam cheias de caridade para com todos os homens e para com a família da fé; e que a virtude adorne teus pensamentos incessantemente; então tua confiança se fortalecerá na presença de Deus; e a doutrina do sacerdócio destilar-se-á sobre tua alma como o orvalho do céu. ¶
O Espírito Santo será teu companheiro constante, e teu cetro, um cetro imutável de retidão e verdade; e teu domínio será um domínio eterno e, sem medidas coercivas, fluirá para ti eternamente. (Idem, 121:45-46.) Dou-vos meu testemunho, meus bons irmãos e irmãs, de que no serviço do Senhor está a suprema alegria da vida. ¶
E quando a tiverdes unido à nobreza do trabalho e à satisfação de ter amigos e filhos ao vosso redor, Deus poderá abençoar-vos, e o fará. Que ele o faça abundantemente, oro em nome de Jesus Cristo. Amém. ¶