Pulpit

Plantar um Testemunho no Coração dos Jovens

Legrand Richards

1951 October General Conference·General Priesthood Meeting·1951-10-06

Irmãos, tenho certamente desfrutado desta conferência convosco, e do espírito dela, e agradeço o privilégio, nesta noite, de dirigir-me a este grande corpo do Sacerdócio.

Um Chamado de Serviço

Ao pensar no Sacerdócio aqui reunido, sabendo que este Tabernáculo está cheio, e o Salão das Assembleias, e o Salão Barratt, representando o Sacerdócio desta grande Igreja, pensei no Apóstolo Paulo, falando do Sacerdócio de seus dias, quando disse que o Senhor havia dado alguns apóstolos, e alguns profetas, e alguns evangelistas e alguns pastores, e mestres, para o aperfeiçoamento dos Santos, para a obra do ministério, para a edificação do corpo de Cristo, até que todos chegássemos à unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, — para que não fôssemos mais crianças, inconstantes, levados ao redor por todo vento de doutrina, pelo engano dos homens, e pela astúcia com que enganam fraudulentamente.

Ora, se analisardes esta declaração, vereis que Paulo compreendia que nosso chamado é um chamado de serviço; a obra do ministério, — a grande causa missionária desta Igreja. A edificação do corpo de Cristo, e o aperfeiçoamento dos Santos: — toda esta obra que fazemos nas alas e nas estacas de Sião, e nos ramos, a fim de tentar ensinar o Evangelho, para que o povo, depois de tomar sobre si o nome de Cristo e tornar-se membro de sua grande Igreja, não seja inconstante levado ao redor por todo vento de doutrina, mas que velemos pela Igreja e vejamos que lhe seja ensinado o Evangelho.

Espero que, em todos os nossos esforços, procuremos plantar um testemunho no coração dos membros desta Igreja, para que possam permanecer firmes, não importa quais ensinamentos venham a surgir entre nós.

Conhecimento do Evangelho

Em algumas de nossas reuniões de conselho do Sacerdócio, tem havido certa apreensão, com receio de que os nossos possam ser desviados de nós por causa dos esforços missionários de outras igrejas. Uma grande igreja neste país tem divulgado que seu maior esforço missionário para os próximos dez anos seria realizado justamente aqui no estado de Utah, e perdemos alguns. Penso que temos ganhado mais deles do que eles têm tomado de nós.

Perguntamo-nos como algum dos nossos poderia deixar-nos, se lhes ensinamos o Evangelho, e velamos por eles como o Sacerdócio da Igreja, para que não sejam desviados por esses falsos ensinamentos.

Tive o interesse de assistir a uma conferência aqui em Salt Lake há algumas semanas, visitando a Irmã Williams, que costumava fazer parte do Conselho da A.M.M. da Igreja. Anteriormente, ela escrevia uma coluna no Deseret News chamada coluna "Perguntas e Respostas".

Ela contou sobre uma jovem, uma de nossas moças Santas dos Últimos Dias, que foi para o leste, e escreveu para casa, dizendo algo assim:

"Fizeram-me tantas perguntas sobre nossa Igreja e o que acreditamos, desde que cheguei aqui, que estou escrevendo para pedir-lhe que me diga quais são realmente os primeiros princípios do evangelho. Sei que os dois primeiros são que não devemos usar café nem chá nem jogar cartas."

Essa era, mais ou menos, a concepção que ela tinha de quais eram os primeiros princípios, mas ela tinha aquele testemunho que arde por dentro, e queria saber mais sobre nossos ensinamentos.

Conselho a um Missionário

Certa vez, um missionário me escreveu dizendo algo assim: "Encontrei um pastor outro dia que sabe mais sobre religião do que eu jamais sonhei saber. Eu lhe disse que, se ele tivesse algo melhor do que eu tenho, eu me uniria à sua igreja."

Respondi-lhe, dizendo: "Disseste exatamente a coisa certa. Se ele tem algo melhor do que tu tens, deverias unir-te à sua igreja. Mas," eu disse, "já paraste para calcular como é possível que ele tenha algo melhor do que tu tens? Tem ele algo melhor do que uma visita pessoal de Deus, o Pai Eterno, e de seu Filho, Jesus Cristo, a esta terra, para abrir uma nova dispensação do evangelho? E, em resposta à pergunta do rapaz profeta, sobre a qual de todas as igrejas ele deveria unir-se, foi-lhe dito que não deveria unir-se a nenhuma delas, pois todas ensinavam por doutrina os mandamentos dos homens. Ora, por que preocupar-se com todas as outras igrejas, tendo uma resposta como essa, vinda diretamente do Salvador do mundo, aquele que tem o direito de falar e pronunciar juízo sobre todas as igrejas cristãs do mundo?"

Então continuei, acrescentando: "Tem ele algo melhor do que uma visita de Morôni com as placas das quais o Livro de Mórmon foi traduzido, uma visita de João Batista com o Sacerdócio Aarônico, Pedro, Tiago e João com o Sacerdócio de Melquisedeque e as chaves do santo apostolado?" e então continuei referindo-me à vinda de Elias, o Profeta, de quem Malaquias testificou que, se não fosse por sua vinda, toda a terra ficaria totalmente devastada em sua vinda, e depois de Moisés e Elias. Então eu disse: "Se ele tem algo melhor do que isso, une-te à sua igreja."

A História do Profeta Joseph

Costumo fazer uma declaração semelhante aos missionários quando os entrevisto para suas missões. Digo: "Quando vais comprar um terno, ou ele te serve, ou não te serve. Agora," eu digo, "toma a história do Profeta Joseph Smith. Ela serve, ou não serve?" Então enumero essas coisas, e acrescento: "Se conseguires crer na história do Profeta, sabes que não temos apenas mais uma Igreja, mas temos a única Igreja verdadeira, pois nenhuma outra igreja está edificada sobre tal fundamento." Quando ouvis aquele cântico sobre o êxtase que encheu seu peito porque ele viu o Deus do amor, penso nisso tantas, tantas vezes. Penso no êxtase que enche o peito de nossos missionários quando chegam ao campo e captam o espírito desta obra. Tenho visto muitos deles que, penso, poderiam ter dado suas vidas, e as teriam dado com alegria, pelo testemunho de Jesus que tinham, por causa do êxtase que enchia seu peito, por causa do espírito desta grande obra dos últimos dias.

Meu sentimento é que, se pudéssemos colocar esse espírito no coração de nossos jovens, poderíamos confiar neles em qualquer lugar. Não precisam saber todas as respostas às escrituras. Não precisam ser capazes de explicar todos os escritos da Sagrada Escritura. Precisam saber o que o Deus dos Céus fez em nossos dias, e o resto é apenas um processo de estudo e informação, para que possam pregar e ensinar melhor, e conhecer os ensinamentos dos profetas de outrora.

Quando parti em minha primeira missão, o Presidente Anthon H. Lund dirigiu-se a nós, missionários, e disse algo assim:

"Ora, irmãos, quando fordes em vossas missões, se alguma vez faltar-vos algo a dizer, apenas prestai testemunho de que sabeis que Joseph Smith era um profeta de Deus e que o Livro de Mórmon é verdadeiro, e prometo-vos que tereis algo sobre o que falar."

Experiência Missionária

Pus essa promessa à prova. Certa vez, enquanto era secretário da Missão da Holanda, e havia estado lá apenas alguns meses e não conhecia bem o idioma, o presidente da missão disse-me que, se eu anotasse os endereços dos irmãos, incluindo os do Presidente Grant, que então era presidente da Missão Europeia, ele não me chamaria para falar.

Mas havia ali alguém maior que o presidente da missão, e esse era o Presidente Grant, e ele disse: "Quero ouvir o Irmão Richards." Assim, enquanto eu estava sentado à frente, tomando as atas da reunião, fui anunciado como o próximo orador. Ao subir àquela plataforma, diante de uma assistência de cerca de 1500 pessoas, muitas das quais vieram com suas cartolas e bengalas, pensei na promessa do Presidente Anthon H. Lund, de que, se alguma vez precisásseis de algo sobre o que falar, bastaria prestar testemunho de que Joseph Smith era um profeta de Deus e que o Livro de Mórmon é verdadeiro, e o Senhor vos daria algo sobre o que falar, e um dos mais belos testemunhos de minha vida nasceu daquela experiência naquela noite. Há alguns Santos dos Últimos Dias aqui em Salt Lake hoje que atribuem a meu testemunho daquela noite o terem começado a investigar nossa mensagem. Aprendi verdadeiramente a verdade das palavras da escritura: "porque a letra mata, mas o espírito vivifica."

Sinto apenas que, se pudéssemos sentir esse êxtase em nosso peito ao contar essas histórias gloriosas, e se nossos jovens pudessem senti-lo, não precisaríamos preocupar-nos tanto com interpretações das escrituras.

A Força da Posição Mórmon

Fico impressionado com uma declaração que o Irmão Orson F. Whitney costumava contar deste púlpito, e publicada no pequeno panfleto que escreveu sobre "A Força da Posição Mórmon." Ele contou sobre uma entrevista que teve com um destacado sacerdote católico que certa vez ocupou este púlpito aqui neste tabernáculo, nestas palavras:

"Há muitos anos, um homem culto, membro da Igreja Católica Romana, veio a Utah e falou do púlpito do Tabernáculo de Salt Lake. Tornei-me bem conhecido dele, e conversávamos livre e francamente, um grande erudito com talvez uma dúzia de línguas na ponta da língua. Parecia saber tudo sobre teologia, direito, literatura, ciência e filosofia. Um dia ele me disse: 'Vós, mórmons, sois todos uns ignorantes. Nem sequer sabeis a força de vossa própria posição. É tão forte que só há mais uma sustentável em todo o mundo cristão. Essa é a posição da Igreja Católica.

" '"A questão é entre o catolicismo e o mormonismo. Se estamos certos, vós estais errados. Se estais certos, nós estamos errados, e é só isso. Os protestantes não têm perna em que se apoiar, pois se estamos errados, todos eles estão errados conosco, já que eram parte de nós e saíram de nós, ao passo que, se estamos certos, eles são apóstatas que expulsamos há muito tempo. Se temos a sucessão apostólica de São

Pedro, como afirmamos, não há necessidade de Joseph Smith nem do mormonismo. Mas se não temos essa sucessão, então tal homem como Joseph Smith era necessário, e a atitude do mormonismo é a única consistente. Ou é a perpetuação do evangelho desde os tempos antigos, ou a Restauração do evangelho nos últimos dias.'" E sabemos que ele foi restaurado, e é só isso."

Isso deveria resolver todas as disputas quando tivermos de discutir religião com qualquer outra igreja.

Poderão conseguir vencer alguns de nossos jovens no debate, mas não poderão tirar-lhes a visita do Pai e do Filho, nem a visita dos outros mensageiros santos, nem a visita de Morôni e as informações contidas naquele Livro de Mórmon.

Experiência na Escola Dominical

Quando eu era menino, na pequena cidade onde fui criado, tive o privilégio de conduzir a Escola Dominical na recitação do testemunho das três testemunhas. Lembro-me de que, naquela ocasião, Karl G.

Maeser e o Irmão George Goddard estavam presentes. O Irmão Goddard costumava ensinar-nos a cantar: "Tirai o uísque, o café e o chá. A água fresca é a bebida para mim," e "Quem Está do Lado do Senhor, Quem? Agora é a hora de mostrar. Perguntamos sem temor, quem está do lado do Senhor, quem?"

Jamais esquecerei aquela experiência, e o testemunho daquelas três testemunhas nunca me deixou. É uma coisa maravilhosa quando o Senhor toca o vosso coração e fazeis perceber que essas coisas que ele nos deu são divinas, e que vêm dele.

Casamentos Fora da Igreja

Ao viajarmos pela Igreja, vemos muitas pessoas que se desviaram da Igreja. Às vezes seus testemunhos se enfraquecem por um tempo, porque alguns deles se casaram fora da Igreja. Pensam que podem afastar-se da Igreja. Lembro-me de que, quando eu era presidente de uma estaca na Califórnia, uma jovem entrou em meu escritório um dia, vendendo gravatas.

Ela disse: "Suponho que o senhor não se lembre de mim, não é, Irmão Richards?"

Eu disse: "Não, creio que não. Quem é a senhorita?"

Então ela me contou que havia lecionado na Escola Dominical sob minha direção, aqui em Salt Lake, quando eu era superintendente da Escola Dominical de uma ala. Então eu me lembrei dela e disse: "Qual é o resto da história?"

Ela disse: "Apaixonei-me por um rapaz católico, e amava-o tanto que não pensei que faria diferença para o Senhor se eu o adorasse na Igreja Católica ou na Igreja Mórmon, então fui até o fim com ele, e casamo-nos por seu padre, e concordei em criar meus filhos na Igreja Católica. Agora temos três filhos, e disse-lhe outro dia que eu era a maior hipócrita do mundo inteiro, que eu não acreditava em nada do que se passava em sua igreja, que eu sabia que Joseph Smith era um profeta de Deus, que o Livro de Mórmon era verdadeiro. Não sei o que será de mim, dele e das crianças, mas vou voltar para minha Igreja."

Estive em Nova York há algum tempo, e o presidente da estaca contou-me sobre uma mulher lá que, em seu leito de morte, chamou o presidente da estaca e seu bispo. Ela havia se casado com um católico, uma moça de Salt Lake, e foi para o leste com ele, e ele morreu, e deixou-lhe uma boa herança, mas deixou sua irmã católica, solteirona, para administrá-la, com a instrução de que, se ela tentasse criar os filhos na Igreja Mórmon, seria totalmente excluída da herança.

Em seu leito de morte, com o filho e a filha já na casa dos vinte anos, ela implorou ao bispo e ao presidente da estaca que vissem se não poderiam fazer algo para salvar seus filhos para a Igreja.

Ela disse: "Cometi um erro terrível. Se pudesse fazer tudo de novo, eu voltaria de joelhos, engatinhando, até Salt Lake City, para criar meus filhos na Igreja, ainda que tivesse de sair para lavar roupa todos os dias para sustentá-los."

Estive em Chicago, numa reunião de conferência, e uma mãezinha com um bebê nos braços, sentada no centro, ao final da reunião veio e disse: "Bispo, gostaria de apertar-lhe a mão."

Eu disse: "Ficaria muito feliz em apertar a sua." Então ela começou a chorar, e eu disse: "A senhora é uma moça do oeste, não é?" Recebi um aceno de aprovação, e eu disse: "E casou-se fora da Igreja?" e recebi outro aceno. Ela não conseguia falar. Suas emoções a haviam dominado. Eu disse: "E seu marido não gosta que a senhora venha reunir-se com seu povo?" e recebi outro aceno.

Então eu disse: "E a senhora tem saudade — saudade de sua Igreja e de seu povo." Com isso, ela sentou-se no banco da frente, cobriu o rosto com o xale que envolvia seu bebê, e chorou como se o coração fosse partir-se.

"O Testemunho do Espírito"

Digo-vos que este mundo não é grande o bastante para que possais fugir do testemunho que o Senhor planta em vosso coração — como o Presidente Clark tantas vezes nos diz — "o testemunho do Espírito."

Quero prestar testemunho desse testemunho. Gostaria de vê-lo plantado no coração de nossos jovens. Gostaria de vê-los encorajados a prestar seus testemunhos na Escola Dominical e em nossas reuniões de jejum. Atribui-se ao Presidente Brigham Young ter dito que podemos obter um testemunho mais depressa de pé do que de joelhos, e eu creio nisso. Ao percorrer esta Igreja e ouvir homens que foram chamados para representar o Grupo dos Adultos do Sacerdócio Aarônico, vi esses homens ficarem de pé e chorarem. Um homem, aqui bem perto, disse recentemente que havia morado em sua ala por 16 anos, e seu bispo nunca lhe havia pedido para fazer nada.

Ele ficou ali e chorou de gratidão e agradecimento pela oportunidade de falar.

Ouvi outro homem, gerente de uma rede de lojas, que foi chamado para representar aquele grupo, e antes de terminar, já havia captado o espírito da coisa, e disse: "Não tenho feito o que deveria ter feito, mas estou aqui hoje para dizer-vos que, antes que este ano termine, estarei pronto para pedir a meu bispo uma recomendação para levar minha esposa e filhos ao templo e selá-los a mim."

Ele havia tido muito tempo para pensar nisso, mas precisou ficar de pé antes de sentir-se inspirado a fazer tal resolução. É um pouco como a história que contam da senhora idosa que voltou da reunião de jejum um dia e disse à filha: "Essa foi a melhor reunião de jejum a que já compareci."

A filha disse: "É mesmo, mãe? Quem falou?" "Fui eu,"

ela disse.

Há algo nesse testemunho do espírito que é a coisa mais maravilhosa em todo o mundo. Era o que Pedro tinha quando Jesus anunciou que era o Filho de Deus, e isso foi mais do que a multidão pôde suportar, de modo que, um a um, foram-se embora.

Então Jesus voltou-se para Pedro e para os apóstolos, e perguntou-lhes por que não se afastavam também. Então Pedro respondeu: "Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna."

A Responsabilidade do Sacerdócio

Irmãos, sois chamados a este grande Sacerdócio do Senhor para a obra do ministério, para a edificação do corpo de Cristo, para a perfeição dos Santos, e é nossa responsabilidade plantar em seu coração um testemunho da divindade desta obra, para que, não importa aonde forem, e não importa que argumentos lhes sejam apresentados, saibam que estes fatos fundamentais são verdadeiros — que Deus, o Pai, e seu Filho, Jesus Cristo, apareceram de fato ao Profeta Joseph, e se esses fatos não forem verdadeiros, então não temos direito de estar realizando esta conferência, pois então tudo isso é um engano.

Nossos testemunhos desta grande obra dos últimos dias são, para muitos, como os testemunhos das mulheres que foram ao sepulcro, e viram que o corpo de Jesus havia ressuscitado, e quando contaram essa história, pareceu ao povo não passar de conversa fiada. Muitos pensam, quando lhes damos nosso testemunho da obra maravilhosa e do prodígio que o Senhor trouxe à luz, que não passa de conversa fiada.

Mas é a verdade eterna de Deus. Disso vos dou meu testemunho em nome do Senhor Jesus Cristo. Amém.

Como citar este discursoLegrand Richards, “Plantar um Testemunho no Coração dos Jovens”, 1951 October General Conference, General Priesthood Meeting (1951-10-06). Pulpit Vault, 1951-10-richards-brethren-i-have-certainly-enjoyed-this-conference. Tradução desta edição, por método de glossário, catalog.churchofjesuschrist.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).