Pulpit

O Legado de Beleza e Fé dos Pioneiros

Levi Edgar Young

1950 October General Conference·Sunday Morning Session·1950-10-01

Que minhas palavras expressem amor por Deus e pela humanidade enquanto vos falo, meus irmãos e minhas irmãs. Alguns amigos meus de Nova York, membros da Igreja Episcopal, estão presentes nestes cultos. Em casa, eles frequentam seus cultos na igreja de St. John the Divine, um dos mais belos lugares de culto já erguidos na América. Nós vos damos as boas-vindas. Alegramo-nos em vos ter aqui para ouvir algo de nossas crenças, algo das grandes verdades do Deus Vivo. Nós vos respeitamos em vosso culto e em vossas crenças religiosas. É um dos ditos preciosos de Joseph Smith, o Profeta, que cremos em adorar a Deus segundo os ditames de nossa própria consciência, e permitimos a todo homem o mesmo privilégio, que adore como, onde ou o que quiser. Nós vos honramos em vosso culto.

Testemunhos dos Membros da Igreja

Ouvireis, deste púlpito, nesta manhã, o testemunho de todo Santo dos Últimos Dias que falar. Por toda parte do mundo ouvireis o mesmo testemunho a respeito desta obra dos últimos dias, que foi dada ao mundo pela palavra de Deus ao Profeta Joseph Smith. Cremos em Deus, o Pai Eterno, e em seu Filho, Jesus Cristo, e no Espírito Santo. É o nosso testemunho que Deus nos deu o evangelho de Jesus Cristo, e que Joseph Smith, o Profeta, foi o fundador da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. O testemunho, para nós, é algo muito divino. É um depósito sagrado, e só pode vir a quem tenha aberto o coração e a mente a uma vida consagrada, com oração fervorosa e fé profunda em Deus e em Jesus Cristo. É o mais divino de todos os dons, e esse testemunho está profundamente arraigado no coração de cada membro da Igreja.

Uma Cidade Modelo

Quando os Santos dos Últimos Dias atravessaram o Rio Mississippi no inverno de 1846 e começaram sua jornada rumo ao longínquo oeste, deixaram a cidade de Nauvoo, uma cidade de beleza e de elevada vida religiosa e cívica. Fora construída em curto período de tempo, mas veio a ser, sob a direção do Profeta de Deus, a maior cidade, moralmente, da América. Havia ali uma consciência cívica que bem poderia tornar-se o modelo das cidades de nosso país hoje.

O povo era rico no Espírito de Deus, e tinha uma cultura toda sua. Os homens e suas famílias foram reduzidos a humildes circunstâncias. Tinham pouco o que comer, mas, vivendo em suas carroças puxadas por mulas e bois, iam abrindo caminho rumo ao seu novo lar no Oeste. Levavam consigo exemplares da Bíblia e do Livro de Mórmon. Haviam aprendido a amar livros de literatura e de história, e cantavam seus salmos de noite e de dia.

Herança do Índio Americano

Ouvimos alguns dos irmãos falarem, nesta conferência, sobre os índios americanos. Estamos levando o evangelho a todas as tribos da América, e temos nos interessado particularmente pelas tradições desse povo. O Night Chant dos navajos e o Hako dos pawnees foram traduzidos para o inglês. São dramas misteriosos, mas belos. Os índios, quando compreendidos, desenvolveram um refinado sentimento artístico; e tem-se dito que suas tradições ainda hão de se tornar o fundamento da mais rica literatura e sentimento americanos. Todos sabem que o índio americano nos legou, e por meio de nós ao mundo, uma herança de utilidade além dos sonhos da avareza. Isso se deu em coisas tão simples quanto as inestimáveis plantas alimentícias, que ele trouxera do estado selvagem a um alto grau de domesticação. Poucos parecem saber que ele preparou também uma segunda herança de beleza, um dom de belas-artes, ilusões e criações imateriais que se elevam acima da mera utilidade, assim como as montanhas se elevam acima da planície. "Os ingleses encontram no romance arturiano uma inspiração jamais falha." Os americanos, no futuro, certamente hão de reconhecer uma grandeza épica nas sequências de cantos e nas histórias universais dos primeiros americanos. Sabemos que outrora tiveram seu testemunho do Deus Vivo e de Jesus Cristo, nosso Redentor. O seguinte pequeno poema dará uma ideia da beleza de seus pensamentos. Foi escrito por um índio tewa:

Ó nossa Mãe, a Terra; ó nosso Pai, o Céu, Vossos filhos somos, e com as costas cansadas Trazemos-vos os dons que amais.

Então tecei para nós um manto de claridade; Que a urdidura seja a luz branca da manhã, Que a trama seja a luz vermelha do entardecer, Que as franjas sejam a chuva que cai, Que a orla seja o arco-íris erguido.

Assim tecei para nós um manto de claridade Para que possamos caminhar como convém onde os pássaros cantam, Para que possamos caminhar como convém onde a relva é verde, Ó nossa Mãe, a Terra; ó nosso Pai, o Céu!

Elevado Apreço pela Juventude

Nós, Santos dos Últimos Dias, temos elevado apreço pela juventude do mundo. É nosso desejo que nossos lares sejam influenciados pelo Espírito de Deus, para que nossos filhos cresçam no conhecimento do que é a verdadeira religião. Creio que todos concordamos que uma grande necessidade do momento é trazer de volta o belo conceito de fé em Deus que nossos antepassados tinham.

Ontem, o Bispo Isaacson, em seu discurso, referiu-se com sentimento a este Tabernáculo. Nos primeiros dias deste estado, os pioneiros mórmons construíram muitos edifícios públicos e memoriais que testemunhavam seu amor pelo belo. Tudo o que faziam para criar lares e cidades mostrava uma mescla de sentimento religioso definido com as criações, e pensavam em tudo isso como obra de Deus. Foi de sua fé e confiança que se desenvolveu o seu gênio nos dias de dificuldade e labuta. Havia algo de colorido emocional no que faziam, algo que os fazia esforçar-se por unir a obra de seus deveres diários com a luz do céu. Foi Ruskin quem disse que o poder da mente humana teve seu crescimento no deserto; muito mais deve a concepção, o amor à beleza, ser imagem da obra diária de Deus.

O Tabernáculo Mórmon

Este Tabernáculo Mórmon expressa algo da força de caráter e do idealismo religioso dos Santos dos Últimos Dias. O único edifício de seu tipo no mundo, é singular na história da arquitetura americana. Embora sua imponência sugira um povo forte em espírito, convicção e propósito, suas linhas indicam uma esplêndida adoção de princípios científicos na arquitetura. É um edifício simples, de forma ovalada, guarnecido de pesadas portas de entrada ao longo de todo o seu perímetro; não há qualquer tentativa de ornamentação de espécie alguma. O edifício é um belo exemplo do aproveitamento dos recursos da terra para o propósito de se ter um lugar de culto divino. O edifício impressiona como uma força imensa e irresistível, "humanamente sobre-humana", uma expressão de inteligência e sentimento soberanos. É, como disse o grande Ibsen a respeito de toda arte, "uma iluminação da vida". O interior impressiona pelo seu teto abobadado e majestoso, e "a vastidão do lugar cresce sobre nós e inspira sentimentos mesclados de solenidade e admiração".

O Órgão de Fama Mundial

A construção deste órgão de fama mundial é uma história dramática. Está inseparavelmente ligada ao nome de Joseph Ridges, natural da Inglaterra, que foi para a Austrália quando jovem e mais tarde emigrou para a América. Na Austrália, trabalhou numa fábrica de órgãos; enquanto estava em Sydney, o Élder Ridges construiu um pequeno órgão de tubos, e, tendo-se filiado à Igreja, foi aconselhado a levar seu instrumento para Utah.

Emigrou para Utah, e enviou seu pequeno órgão, em caixas de lata, para San Pedro, na Califórnia; depois o trouxe a Utah numa carreta de bois.

No início da década de sessenta, o Élder Ridges foi escolhido pelo Presidente Brigham Young para construir um órgão no Tabernáculo. Após submeter esboços preliminares ao Presidente Young e seus conselheiros, o Élder Ridges começou a fazer os arranjos para a construção do instrumento e foi auxiliado por seus colaboradores, Shure Olsen, Neils Johnson, Henry Taylor, Frank Woods, e outros. Reuniões eram realizadas com esses homens quase diariamente, e o relato do trabalho de cada um era ouvido. Enquanto um recolhia diversas amostras de madeira dos cânions de Utah, outro fazia boas ferramentas com as quais entalhar a madeira, enquanto um terceiro experimentava fazer cola. Amostras de madeira foram enviadas por pessoas de todo o Utah, e finalmente decidiu-se que a melhor madeira se encontrava nas colinas em torno de Parowan e em Pine Valley, a cerca de trezentas milhas ao sul de Salt Lake City. Era um pinho branco de grão fino, livre de nós e sem muita resina ou goma. Para os tubos grandes, era especialmente adequado.

Os tubos grandes, alguns dos quais medem trinta e dois pés, exigiram milhares de pés de madeira. Pelas longas e solitárias estradas trabalhavam os bois, dia após dia, transportando as pesadas toras até Salt Lake City. Às vezes havia até vinte grandes carroças, cada uma com três juntas de bois puxando suas cargas. As estradas eram ásperas e empoeiradas, e muitos riachos tiveram de ser transpostos por pontes para que as carroças pudessem passar sem dificuldade.

Cerca de cem homens foram empregados constantemente na construção do órgão, e ele foi dedicado em outubro de 1867. É uma criação majestosa, e até hoje milhares vêm ouvir suas notas melodiosas. É um dos grandes instrumentos do mundo.

A Estátua de Morôni

Erguendo os olhos ao pináculo da torre central do templo, vedes a estátua de Cyrus Dallin do Anjo Morôni, uma bela criação daquele notável escultor, natural de Springville, Utah, que faleceu recentemente em Boston. Tive a honra de conhecê-lo. Foi um dos homens mais nobres que jamais conheci. Certa vez, discutindo sua obra, ele disse:

Crer em anjos assinala aquele que vive perto do seu Deus. É um dos mais belos conceitos que um homem pode ter. Alegro-me de ter chegado a crer que Morôni, quem quer que tenha sido na história, voltou à terra como um anjo do trono de Deus.

É por isso que Dallin criou sua obra-prima sobre aquele templo.

Realizações dos Pioneiros

Onde quer que vades, encontrareis os edifícios dos dias pioneiros sempre grandes estruturas com traços artísticos. O Estado de Utah teve seu início há mais de cem anos, quando os pioneiros chegaram a este vale, e foi em 1850 que o Território de Utah foi organizado. O povo trouxe consigo seus ideais, que haviam desenvolvido em Nauvoo. Aquela cidade tinha uma universidade e escolas públicas. O povo construiu um "Seventy's Hall of Science",

que teria uma grande biblioteca. Eis o que um pastor metodista, um certo Sr. Briar, escreveu a respeito da cidade antes de os mórmons a deixarem:

Em vez de ver as poucas e miseráveis cabanas de troncos e choupanas de barro que eu esperava encontrar, fiquei surpreso ao descobrir um dos lugares mais românticos que eu já havia visitado no oeste. Os edifícios, embora muitos deles pequenos e de madeira, traziam marcas de asseio que eu não havia visto igualadas neste país. A vasta planície ao pé da colina estava salpicada de habitações humanas com tal profusão majestosa que quase me dispus a crer que estava enganado; e, em vez de estar em Nauvoo, Illinois, entre mórmons, que estava na Itália, na cidade de Livorno. ... Contemplei por algum tempo, com terna admiração, a planície abaixo. Aqui e ali erguia-se uma alta e majestosa casa de tijolos, falando alto do incansável labor dos habitantes, que arrancaram o lugar das garras da obscuridade, e o libertaram dos laços da doença; e em dois ou três curtos anos o transformaram de um deserto árido em uma das primeiras cidades do oeste. ... Encontrei todo o povo dedicado a negócios — muito mais do que em qualquer lugar que eu tivesse visitado desde que os tempos difíceis começaram. Procurei em vão por qualquer coisa que trouxesse marcas de imoralidade. ... Não vi vadios pelas ruas, nem bêbados pelas tavernas. ... Não ouvi um juramento sequer no lugar. Não vi um semblante sombrio; todos eram alegres, corteses e diligentes. Conversei com muitos dos homens de destaque e os achei bem-informados, hospitaleiros e generosos.

Não vi senão ordem e regulamento na sociedade. . . .

O próprio Joseph Smith tornou-se estudante de grego e hebraico, e turmas nas línguas antigas foram organizadas no Templo de Kirtland, que o Profeta Joseph frequentava. Os pioneiros mórmons estabeleceram escolas em Utah desde o início de suas atividades aqui.

Em 1850, organizaram a primeira universidade a oeste do Rio Missouri, e em 1851 uma biblioteca foi trazida através das planícies numa carreta de bois. Fora adquirida em Nova York pelo Dr. John M. Bernhisel, e era a mais fina coleção de obras históricas, filosóficas, científicas e literárias na história da fronteira americana. Essa coleção continha as obras dos escritores clássicos da antiga Grécia:

Homero, Sófocles, Platão, Aristóteles; os escritores latinos, Virgílio, Tácito e Heródoto; e os grandes escritores modernos, Shakespeare, Milton e Bacon. Estes são apenas alguns dos autores dos livros trazidos nesta grande coleção. A biblioteca, desde o início, recebia exemplares do New York Herald, do New York Evening Post, do Philadelphia Saturday Courier e do North American Review.

Das obras científicas havia o Principia de Newton, o Outlines of Astronomy de Herschel, e o Cosmos de Von Humboldt. Os tratados de filosofia incluíam as obras de John Stuart Mill, Martinho Lutero, John Wesley e Emanuel Swedenborg.

Música e Teatro

Os ideais e a vida diária de um povo são julgados por seus padrões de entretenimento. Entre as belas-artes incentivadas pelos pioneiros de Utah estavam a música e o teatro, e mal os colonizadores haviam plantado seus campos de trigo e começado a construir seus lares, já haviam erguido um teatro nesta terra selvagem — um teatro que, nos dias pioneiros, visitaram atores notáveis, entre os quais Sir George Pauncefort, do Drury Lane Theatre de Londres. Ele interpretou Hamlet, e, a partir daquele momento, grandes artistas honraram o palco do velho teatro, incluindo Edwin Booth, Lawrence Barrett, e muitos outros. Tão bem-sucedidos foram esses primeiros pioneiros na realização de seus ideais que M. B.

Leavitt, em seu Fifty Years of Theatrical Management, diz:

Por mais ampla que a afirmação possa parecer, não creio que o teatro jamais tenha se apoiado sobre um plano mais elevado, tanto quanto a seu propósito como a suas apresentações, do que em Salt Lake City, a capital do mundo mórmon.

Amor pela Beleza e pela Verdade

Mesmo quando os primeiros missionários foram à Inglaterra — e isso já em 1837 — foram com a mente aberta para aprender tudo o que pudessem que conduzisse aos caminhos de Deus. Permiti-me relatar-vos um exemplo de amor pela beleza e pela verdade, de quando três missionários de Salt Lake City, em 1857, seguiram seu caminho até o Rio Missouri, chamados que foram para missões na Inglaterra. Seymour B. Young, Phillip Margetts e David Wilkins puxaram seu carrinho de mão de Salt Lake City até o Rio Missouri, onde puderam tomar um trem em Council Bluffs rumo a Nova York. Durante aquela longa jornada a pé — pois caminharam todo o percurso, acampando à noite junto aos riachos —, faziam sua ceia, composta de carne seca e pão, e, antes de se enrolarem em seus cobertores para descansar, sempre faziam sua oração a Deus. Certa noite, conta-nos um desses homens em seu diário, sentaram-se junto à fogueira, e Phillip Margetts, que se tornou um dos atores notáveis do palco de Salt Lake City e que era conhecido em Nova York e Londres por sua habilidade como ator, recitou as palavras de Hamlet:

. . . Que obra-prima é o homem! Quão nobre em razão! Quão infinito em faculdades! Em forma e movimento, quão expressivo e admirável! Em ação, quão semelhante a um anjo! Na apreensão, quão semelhante a um deus! A beleza do mundo! O modelo dos animais!

E então recitou outra de suas citações favoritas, de Macbeth:

Amanhã, e amanhã, e amanhã, Arrasta-se neste passo mesquinho, dia após dia, Até a última sílaba do tempo registrado; E todos os nossos ontens iluminaram tolos No caminho da morte poeirenta. Apaga-te, apaga-te, breve vela!

A vida não passa de uma sombra a andar, um pobre ator, Que se pavoneia e se agita em seu momento no palco, E depois não se ouve mais. . .

Apreço pelos Ideais

À juventude, aos meninos e meninas da Igreja, se pudésseis apenas compreender como nossos antepassados expressaram seus ideais de cultura e aprender a viver segundo esses ideais hoje, sabereis o que significa felicidade. Se esse apreço pudesse crescer em vossos corações, haveria um renascimento do palco tal como o tínhamos antes, o que seria um renascimento das peças de Shakespeare, Molière e Corneille, e de todos os mestres da grande literatura do passado. Haveria um apreço pela música e pelo teatro, pela literatura e pela escultura, e os velhos ideais nos voltariam, tal como expressos pelo Profeta Joseph Smith:

Organizai-vos; preparai todas as coisas necessárias e estabelecei uma casa, sim, uma casa de oração, uma casa de jejum, uma casa de fé, uma casa de aprendizado, uma casa de glória, uma casa de ordem, uma casa de Deus.

(D&C 88:119.) E permite, Pai Santo, que a todos os que adorarem nesta casa sejam ensinadas palavras de sabedoria dos melhores livros; e que procurem conhecimento, sim, pelo estudo e também pela fé, como disseste. (Ibid., 109:14.) Ó Senhor, não nos deleitamos com a destruição de nossos semelhantes; suas almas são preciosas a teus olhos. (Ibid., 109:43.) Lembra-te dos reis, dos príncipes, dos nobres e dos grandes da Terra e de todos os povos e das igrejas, de todos os pobres, dos necessitados e dos aflitos da Terra. (Ibid., 109:55.) Estes são apenas uma ligeira amostra dos ensinamentos de Joseph Smith. Pensai no que deveriam significar para os estudantes de universidades e faculdades. Pensai no que a América há de recuperar quando as nações aceitarem essa verdade divina; como o Profeta Joseph Smith a expressou:

"Ensino-lhes princípios corretos, e eles a si mesmos se governam."

À juventude desta terra dou estas palavras de Sir Francis Drake, que navegou pela costa do Pacífico ao final do século dezesseis, e depois em volta do mundo inteiro:

Os homens passam, mas o povo permanece. Vede que conserveis firme a herança que vos deixamos, sim, e ensinai a vossos filhos o seu valor, para que jamais, nos séculos vindouros, seus corações desfaleçam, ou suas mãos se enfraqueçam.

Até aqui temos temido demasiado. Doravante, só a Deus temeremos.

Que Deus sempre nos dirija em nossa santa obra, é o que peço em nome de Jesus Cristo. Amém.

Como citar este discursoLevi Edgar Young, “O Legado de Beleza e Fé dos Pioneiros”, 1950 October General Conference, Sunday Morning Session (1950-10-01). Pulpit Vault, 1950-10-young-may-my-words-express-a-love-for. Tradução desta edição, por método de glossário, catalog.churchofjesuschrist.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).