Pulpit

Uma Terra Abençoada e o Perigo da Cobiça

George Albert Smith

1949 October General Conference·Third Day Afternoon Session·1949-10-02

Estou encantado com o que foi dito durante toda esta conferência. O Senhor abençoou aqueles que nos discursaram. Ele abençoou aqueles que nos proveram de música tão deliciosa.

Estamos quase prontos para encerrar, e, deste edifício e do edifício ao lado, sairão homens e mulheres para muitas partes do mundo.

Não encontrareis outro lugar no mundo mais pacífico, mais confortável ou mais agradável do que aqui, onde estivemos nestes últimos dias, esperando no Senhor com a certeza de que, quando ao menos duas ou três pessoas se reunissem em seu nome, ele ali estaria para abençoá-las. Certamente fomos abençoados.

A Maldade no Mundo

O mundo está doente. Não é a primeira vez que está doente. Já teve muitas experiências diferentes desse tipo. Às vezes as nações tiveram de ser eliminadas por causa da maldade das pessoas que nelas viviam. O Senhor, ao longo de todas as eras, falou a seus líderes e mestres inspirados, mas, quando o mundo se recusa a ouvir depois de ter sido devidamente ensinado, coloca-se na posição de dizer ao nosso Pai Celestial, dono deste mundo — ele é nosso senhorio —, "Não precisamos de ti. Faremos exatamente como quisermos."

Infelizmente, as pessoas que pensam assim não percebem como estão encurtando suas próprias experiências na vida, preparando o cenário para as tristezas que podem se seguir.

Pensai na condição de nossa própria nação, com todas as bênçãos que desfrutamos; e, mesmo assim, homens, mulheres e crianças estão sendo afligidos e incomodados por causa da determinação de alguns poucos em fazer as coisas do seu próprio jeito. Esta nação não pertence ao povo que aqui vive. Somos autorizados a ser seus cidadãos, assim como somos autorizados a ser membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Ela não é a nossa Igreja, e esta não é a nossa nação.

Uma Terra Abençoada

O Senhor levantou homens para formular uma Constituição para esta nação, porque era a sua nação. Foi o seu desejo que o povo aqui fosse abençoado, e não houve em todo o mundo povo mais abençoado do que aquele que vive nos Estados Unidos da América.

Temos todo conforto que possais imaginar, toda bênção de que desfruta o povo de qualquer outra nação, e temos ainda o privilégio de adorar o Deus Todo-Poderoso segundo os ditames de nossa consciência, porque o próprio Senhor fez essa provisão na Constituição dos Estados Unidos e na formulação das leis que governam esta nação.

Pergunto-me se apreciamos isso. Percebemos que podemos perdê-lo tudo, assim como o podemos perder com qualquer epidemia? Se uma epidemia de algum tipo, para a qual não tivéssemos remédio, irrompesse entre o povo e aumentasse e aumentasse, seria possível que esta nação inteira fosse eliminada.

O Descuido é Evidente

No entanto, estamos a menosprezar nosso Pai Celestial, seu conselho e sua orientação. Ele nos deu seus mandamentos por meio de Moisés, antigamente, e nos deu conselho e orientação em nossos dias por meio do Profeta Joseph Smith, destinados a manter-nos numa disposição de espírito em que honraríamos a Deus e guardaríamos seus mandamentos, em que nos amaríamos uns aos outros.

Parece estranho quão descuidados somos quando nos damos conta de que podemos ser destruídos. Pensai na bomba atômica. Se é tudo o que dizem que é, seria possível eliminar uma de nossas grandes cidades, com seus milhões de habitantes, em apenas alguns momentos de tempo.

Queremos esse tipo de coisa? Vamos continuar a contender por algo de poder físico e força física, ou vamos ao Senhor e o honramos e guardamos seus mandamentos?

Não Julgueis

Vou ler-vos algo desta escritura que tenho aqui, algo que nos dará motivo para pensar. É tão fácil criticar outra pessoa, tão fácil encontrar defeitos, e às vezes falamos com aspereza de nossos vizinhos e amigos. Ora, isto é o que nosso Pai Celestial nos deu nos dias de Mateus. Ele disse:

"Não julgueis, para que não sejais julgados.

Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido hão de medir a vós.

E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho?

Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho; e eis uma trave no teu olho?" (Mat. 7:1-4.)

Como povo, somos aconselhados a não sermos críticos, a não sermos indelicados, a não falarmos com aspereza daqueles com quem convivemos. Devemos ser os maiores exemplos em todo o mundo nesse sentido. Considerai a crítica de hoje. Pegai vossos jornais e vede as coisas indelicadas que são ditas por indivíduos a respeito de outros, e, no entanto, muitas vezes o indivíduo que critica tem uma trave em seu próprio olho e não enxerga com clareza alguma, mas pensa que seu irmão tem um argueiro no olho. Gostaria de chamar a atenção para essa situação.

Está crescendo em nosso próprio país, na verdade, um conflito entre capital e trabalho, ou poderia dizer entre ricos e pobres. O que o Senhor diz de coisas desse tipo?

O Programa de Bem-Estar

Esta tarde nos falaram do programa de bem-estar, de como é possível ajudar aqueles que estão em necessidade. Desde o fim da guerra, esta Igreja repartiu de seus bens, em grande medida, com aqueles que estavam em necessidade. Mas, durante todo esse tempo, estivemos tão bem, ou talvez até melhor, do que estaríamos se não tivéssemos enviado mais de 16.000 pacotes, 9.000 cobertores e 131 vagões de comida, roupas de cama e vestuário à Europa, para pessoas que precisavam mais do que nós precisávamos. Não sentimos falta.

O Senhor deu uma revelação ao Profeta Joseph Smith. Ele disse:

"Eis que assim diz o Senhor a meu povo: Tendes muitas coisas para fazer e muito do que vos arrepender; pois eis que os vossos pecados subiram a mim, e não são perdoados, porque procurais aconselhar à vossa própria maneira.

E vosso coração não está satisfeito. E não obedeceis à verdade, mas tendes prazer na iniquidade." (D. & C. 56:14-15.)

Nossas Falhas

Pensei, quando um de nossos irmãos falava conosco e nos contava sobre as pequenas falhas que cada um de nós pode ter, e cada um de nós tem alguma, tenho certeza — alguns mais que outros — pensei em quão descuidados somos na observância do dia de sabá.

Quão descuidados somos em atender às nossas orações. Quão descuidados somos em deixar de agradecer ao Senhor pelo alimento que temos tão abundantemente, gostaria de dizer abundantemente, e que não há necessidade alguma de que homem, mulher ou criança na Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias passe sem, pois a Igreja está organizada para ajudar aqueles que carecem das necessidades da vida. Há de sobra para todos, e ainda sobra mais.

A Generosidade Demonstrada

Temos na Igreja muitos indivíduos maravilhosos — e fora da Igreja muitos indivíduos maravilhosos. Ouvi falar aqui, há poucos dias, de um caso de um homem que fora informado de que uma criança tivera poliomielite e precisava ir ao hospital. A probabilidade era que se recuperasse, mas ficaria doente por meses ou anos. Falo de um homem que não é membro da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Ele vive nesta parte do mundo, contudo.

Foi informado da situação, e de que não havia como obter o necessário. Quando lhe disseram que seriam precisos 700 dólares para custear o tratamento daquela criança em particular, e não se sabia onde se poderia obter o dinheiro, ele disse: "Comprai o que for necessário e mandai-me a conta."

O homem era rico. Não fará falta a ele. De fato, há um antigo ditado que nos chegou de que aqueles que dão aos pobres emprestam ao Senhor. Este homem fez um investimento na vida de uma criança, e fez um investimento em sua própria felicidade que lhe trará grandes dividendos.

Nem todas as pessoas de posses pensariam poder fazer isso. Diriam: "Arranjai outra pessoa. Façamos uma coleta. Arranjai outra pessoa para fazer isso."

Conselho aos Ricos e aos Pobres

Isto é o que o Senhor diz mais adiante, no mesmo capítulo, e estou lendo da quinquagésima sexta seção da Doutrina e Convênios:

"Ai de vós, homens ricos, que não compartilhais vossos bens com os pobres, pois vossas riquezas irão corromper-vos a alma; e esta será vossa lamentação no dia da visitação e do julgamento e da indignação: Passada é a colheita, findo é o verão; e a minha alma não está salva!" (D. & C. 56:16.)

Isto é o que o Senhor diz das pessoas ricas que se recusam a repartir de seus bens com os que são pobres. Mas ele diz algo igualmente sério ao homem pobre que não está fazendo o seu melhor. Ele diz:

"Ai de vós, homens pobres, cujo coração não está quebrantado, cujo espírito não é contrito e cujo ventre não está satisfeito e cujas mãos não cessam de se apoderar de bens alheios, cujos olhos estão cheios de cobiça e que não trabalhais com as próprias mãos!" (D. & C. 56:17.)

Essa é a situação de muitos de nossos próprios irmãos e irmãs na América, com todas as bênçãos que desfrutamos — melhores salários, melhores lares, melhores oportunidades de educação do que jamais se conheceu. No entanto, hoje temos homens que não apenas não trabalham eles mesmos, como também não permitem que outra pessoa seja empregada. Não estão dispostos a ganhar a vida com trabalho, mas propõem tirá-la do homem rico.

Os Puros de Coração

Assim, o Senhor diz deles: "Ai de vós", da mesma forma que diz dos pobres. Depois disse ainda: "Mas bem-aventurados os pobres que são puros de coração." Há aí uma grande diferença,

". . . bem-aventurados os pobres que são puros de coração, cujo coração está quebrantado e cujo espírito é contrito, pois eles verão o reino de Deus vindo em poder e grande glória para sua libertação; pois deles será a gordura da terra." (D. & C. 56:18.)

São aqueles que não têm a riqueza do mundo, mas ainda têm vida, existência e inteligência, e que estão ansiosos por fazer aquilo que o Senhor quer que façam.

Ele diz ainda,

"Pois eis que o Senhor virá e, com ele, seu galardão; e recompensará a cada homem e os pobres regozijar-se-ão; E suas gerações herdarão a Terra" — haverá mais pobres do que qualquer outro tipo, sem dúvida —

". . . e suas gerações herdarão a Terra de geração em geração, para todo o sempre. E agora cesso de falar-vos. Assim seja. Amém." (D. & C. 56:19-20.)

Ociosos e Trabalhadores

Foi o Senhor falando ao Profeta Joseph Smith em nossos dias, em junho de 1831.

Ele disse ainda,

"Não serás ocioso; porque o ocioso não comerá o pão nem usará as vestes do trabalhador." (D. & C. 42:42.)

Ora, meus irmãos e irmãs, temos tanto ricos como pobres em nossas organizações. Se somos pobres, podemos ser dignos, assim como o Senhor indica aqui. Podemos ser puros de coração e fazer o nosso melhor, e ele não permitirá que aqueles que fazem o seu melhor sofram pela falta das necessidades da vida entre o povo que está na Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

Nosso programa de bem-estar tem sido algo maravilhoso, um programa pelo qual os desempregados podem ser empregados, e um caminho foi aberto para que homens e mulheres que não podem fazer muito trabalho, mas que podem fazer alguma coisa, sejam empregados de modo produtivo. Quão melhor estamos quando ocupados com algum trabalho razoável.

Considerai a condição no mundo, o número dos que estão decididos a tomar do homem rico não o que lhes pertence, mas aquilo que pertence a outros. Deus permitiu que os homens obtivessem riqueza, e, se a obtiveram devidamente, ela é deles, e ele os abençoará em seu uso, se a usarem devidamente.

Espero que não venhamos a nos tornar amargurados porque alguns homens e mulheres têm posses. Se temos posses, espero que não venhamos a ser egocêntricos e inconscientes das necessidades dos outros filhos de nosso Pai. Se estamos em melhor situação do que eles, devemos ser verdadeiros irmãos e irmãs, não de fingimento. Nossos desejos devem ser desenvolver, neste mundo, uma organização tal que outros, ao verem nossas boas obras, se sintam constrangidos a glorificar o nome de nosso Pai Celestial.

Tivemos uma conferência maravilhosa. Onde, em todo o mundo, poderíeis ir para encontrar tal organização, para testemunhar assembleias como as que tivemos aqui neste quarteirão, esta semana? Esta é a casa do Senhor. Esta é a obra do Senhor. Fostes discursados, aconselhados e orientados pelos servos do Senhor, homens que estão dando seu tempo e o melhor que têm — como foi indicado — alguns deles já não estão muito bem agora, por terem trabalhado em excesso. Estão tentando fazer o que nosso Pai Celestial gostaria que todos nós fizéssemos.

A Cobiça

Não devemos cair nos maus hábitos de outras pessoas. Não devemos entrar na disposição de espírito de que tomaremos o que o outro tem. Voltai aos dez mandamentos, e encontrareis um pequeno parágrafo: "Não cobiçarás." É isso o que há de errado com muita gente hoje. Estão cobiçando o que outra pessoa tem, quando, de fato, muitos deles foram cuidados e providos de meios para viver por aquelas mesmíssimas pessoas de quem eles tirariam a propriedade.

Não devemos entrar nessa disposição de espírito. Outros podem fazê-lo, mas, se temos o espírito do evangelho de Jesus Cristo em nossos corações, não seremos enganados nesse ponto.

Somos ensinados que não podemos servir a Deus e a algum outro senhor. Temos de fazer nossa escolha, e, se quisermos ser servos de Deus e filhos de nosso Pai Celestial e merecer suas bênçãos, devemos fazê-lo honrando-o e guardando seus mandamentos. Nossos sentimentos, e nosso amor, se me permitis usar essa expressão, devem estender-se a todo o mundo, tanto quanto ele os receba. Nós, à nossa humilde maneira, com as bênçãos de nosso Pai Celestial, vamos até eles ensinar-lhes o evangelho de Jesus Cristo, que os preparará para a felicidade eterna.

O Sacrifício Traz Bênçãos

Sou grato a vós, meus irmãos e irmãs, pelo privilégio de estar aqui convosco hoje. Ao olhar para vossos rostos e ver esta grande audiência nesta, a casa do Senhor, gostaria de dizer, em nome de Jesus Cristo, que nosso Pai nos céus vos abençoará por qualquer sacrifício que tenhais feito para vir aqui adorar. Ele abençoará vossas famílias, e vos trará uma riqueza de experiência e luz que não poderíeis obter de nenhuma outra forma. Que vossos filhos e filhas cresçam para honrar nosso Pai Celestial, humildemente oro.

As mais preciosas de todas as joias que o Senhor concedeu a qualquer de nós são nossos filhos, e somos responsáveis por eles em seus anos de tenra idade. O Senhor diz que os pais em Sião (ou em qualquer das estacas que são organizadas) que deixarem de ensinar a seus filhos fé em Deus, arrependimento, batismo aos oito anos de idade, o pecado recairá sobre a cabeça dos pais, não sobre os professores, não sobre os prefeitos e governadores, mas o pecado recairá sobre a cabeça dos pais. Não devemos sofrer os efeitos desse pecado em nossa vida.

Reunamos nossas famílias quando voltarmos aos nossos lares, e, sob a influência da oração, agradeçamos a nosso Pai Celestial por nossas bênçãos, e enfrentemos nossos problemas com honestidade e fidelidade, com amor em nossos corações por todas as pessoas, pois o Senhor diz que devemos amar nossos inimigos, assim como nossos amigos. Se pudermos aprender a fazer isso, seremos felizes.

Que agora a paz, a alegria, o conforto e a satisfação permaneçam com todos nós que aqui estamos, com todos os membros da Igreja onde quer que estejam em todo o mundo, e com todos os filhos de nosso Pai, para que possam aprender, em resultado da obediência a seus mandamentos, a serem felizes nesta vida e a se prepararem para a felicidade eterna, é minha humilde oração.

É para isso que o evangelho existe, para preparar-nos não apenas para os confortos da mortalidade, mas para a felicidade eterna. Que possamos viver para sermos dignos dessas bênçãos, eu oro, e invoco sobre todos vós o favor e a bênção de nosso Pai Celestial hoje e daqui por diante, em nome de Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.

O Coro do Tabernáculo cantará o número final, "By Babylon's Wave". A oração de encerramento será proferida pelo Presidente George R. Woolley, da Estaca American Falls, Idaho, após o que esta conferência será encerrada sine die.

Quaisquer mensagens que tenham sido trazidas serão transmitidas ao final desta reunião.

A música do coro para as sessões de hoje da conferência foi provida pelo Coro do Tabernáculo, com o Élder J. Spencer Cornwall regendo, e o Élder Frank W. Asper ao órgão na sessão da manhã, e Alexander Schreiner ao órgão na sessão da tarde.

Gostaria, em nome desta maravilhosa audiência e das outras audiências que aqui se reuniram, de expressar apreço e gratidão a este maravilhoso coro, que tem sido nosso maior missionário por muitos anos e continua a sê-lo. Tenho certeza de que todos vós vos unis a mim invocando sobre eles o favor do Senhor por seu serviço desinteressado e pela bela coisa que fizeram todos estes anos, transmitindo às nações da terra, porque sua mensagem vai longe, através do oceano, a outros lugares.

Quero expressar meu apreço aos lanterneiros e a todos os que tornaram possível que tantas pessoas tivessem lugares confortáveis para sentar. Quero expressar meu apreço às pessoas que cuidaram deste quarteirão e o mantiveram belo, de modo que, quando o povo vem aqui, veja algo que não vê em outros lugares. Pensai em nossas bênçãos, irmãos e irmãs, e lembrai-vos delas, e demonstremos nossa gratidão por elas à medida que os dias passam.

Esta noite, a União da Escola Dominical Deseret realizará sua conferência neste edifício, às 7 horas, e todos os que desejarem vir estão convidados a comparecer.

Novamente, Deus vos abençoe, e que a paz, a doce paz, esteja em vossos corações e em vossos lares, humildemente oro em nome de Jesus Cristo. Amém.

Como citar este discursoGeorge Albert Smith, “Uma Terra Abençoada e o Perigo da Cobiça”, 1949 October General Conference, Third Day Afternoon Session (1949-10-02). Pulpit Vault, 1949-10-george-albert-smith-conference-address-2. Tradução desta edição, por método de glossário, catalog.churchofjesuschrist.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).