Pulpit

Vitality in Church of Christ

Melvin J. Ballard

1937 April General Conference·Third Day Morning Session·1937-04-06

Esta Igreja teve um passado interessante. Terá um futuro ainda mais interessante. Sempre teve objetivos notáveis, que concentraram a atenção da Igreja à medida que avançávamos, passo a passo, desvendando o plano e o propósito do Senhor no estabelecimento desta, sua gloriosa obra, para que triunfe nos últimos dias. Gloriamo-nos naquelas realizações do passado. Temos razão para sermos gratos ao Senhor pela fidelidade e devoção de nossos pais e mães. Passamos por dias de provação e de luta, de migração e imigração; atravessando as planícies; e trabalho de colonização. Passamos por dias de incompreensão, quando a voz da vilania e da calúnia teve seu momento. Vimos prisões, encarceramentos e até martírio. Mas um novo dia amanheceu para a Igreja, um dia de compreensão e um dia de demonstração. Este dia chega numa época em que o mundo precisa exatamente das coisas que a Igreja está empreendendo realizar como exemplo para ele. Chega numa época em que o cristianismo está enfrentando sua mais séria luta, ao menos nestes dias modernos, por causa da dificuldade que as igrejas têm de reter seus membros, em que, como aprendemos nesta Conferência, nações inteiras se afastaram do cristianismo. Alguns já disseram que o mundo esperou mil e novecentos

anos para que o cristianismo alcançasse o zênite de seu poder, e então se descobre que ele é incapaz de salvar o mundo de sua maior catástrofe, e há uma disposição de buscar outra coisa.

A triste condição da Espanha

Confesso-vos que é um quadro triste ver o que está acontecendo na Espanha hoje. A Espanha foi, por quase mil anos, a mais poderosa força da Igreja Católica Romana em sua própria manutenção, e foi pela força e pelo poder dos soldados espanhóis que essa igreja pôde estabelecer-se em quase toda a América Latina; e ver esta grande nação voltar-se contra aquela igreja, crucificando sacerdotes em cruzes dentro de suas próprias estruturas sagradas, expulsando sacerdotes e freiras do país, e saqueando o tesouro. Estes homens, que são descendentes de muitas gerações daquele tipo de cristianismo, estão travando uma das mais cruéis guerras já movidas entre qualquer povo, na destruição uns dos outros. Se estes são os frutos do Evangelho do Senhor Jesus Cristo, não é de admirar que o mundo esteja perdendo a fé.

VITALIDADE NA IGREJA DE CRISTO

Há muitos hoje que concordam com o que o Senhor disse ao Profeta Joseph Smith há mais de cem anos, a respeito do tipo de cristianismo que havia no mundo então. "Tinham aparência de piedade, mas negavam a eficácia dela." Nossa Igreja, digo eu, chama a atenção do mundo, quando o mundo está disposto a escutar, e está muito mais interessado na demonstração concreta do que em quaisquer de nossas proclamações de teorias. Pois, afinal, jamais se pode julgar o mérito de qualquer plano até vê-lo em operação real na vida daqueles que nele creem.

Esta Igreja sobreviveu a toda esta oposição e está hoje realizando seu maior progresso, superando outras igrejas no que diz respeito à porcentagem de crescimento e aumento, mostrando uma vitalidade que nenhuma outra igreja igualou, até onde sei. Nenhuma outra igreja nesta terra tem se dedicado a construir igrejas como esta Igreja tem feito nos últimos anos. Isso está atraindo a atenção do povo do mundo. Mas há aqui algo vital, algo que sustenta os homens em tempos de provação, ampara-os diante de multidões hostis, sustenta-os em peregrinações pelas planícies, mantém-nos leais em todas essas circunstâncias e, agora, no dia da prosperidade, ainda consegue reter seus membros.

Minha alma se alegra, portanto, no grande empreendimento que a Igreja se propôs, de demonstrar que o plano de nosso Pai Celestial é capaz de enfrentar e resolver os problemas econômicos dos pobres e dos infelizes, pela aplicação vigorosa daqueles princípios que o Senhor revelou à Igreja desde o princípio.

Quando penso nas dificuldades do mundo para amalgamar as pessoas numa fraternidade, percebo que chegamos a um tempo em que estamos tão longe da fraternidade quanto o mundo esteve em muito tempo, porque cada nação pensa apenas em si mesma, e dentro de cada nação há grupos

que se aliam por interesses egoístas. Quão difícil era, nos dias de Cristo, amalgamar o judeu e o gentio, e, no entanto, foi a oração, uma das últimas orações do Mestre, quando ele orou, que todos eles, seus discípulos, "sejam um como tu, Pai, és em mim, e eu, em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste."

FRATERNIDADE NA IGREJA

Foi o plano e o propósito de Cristo e de sua Igreja tornar os homens irmãos, seja qual for sua nacionalidade, trazendo-os a uma fraternidade e a uma irmandade. Regozijo-me ao ver o que aconteceu nesta Igreja no ajuntamento das pessoas de todas as nações, tal como os antigos Profetas os viram vir — um de uma cidade e dois de uma família, e de toda nação — ao "monte da casa do Senhor", para aqui serem amalgamados numa fraternidade como jamais se testemunhou antes na história deste mundo, entre os povos da Europa e da América, exceto nos dias dos nefitas, quando eles também tiveram uma fraternidade por um longo período de tempo. Mas aqui estamos reunidos nesta casa, ingleses, irlandeses, dinamarqueses, escoceses, todas as nacionalidades, numa fraternidade. Estou certo de que é o propósito da Igreja de Cristo criar tal fraternidade.

Li na Doutrina e Convênios estas palavras de uma das revelações, seção 38, versículos 24 a 27:

Que todo homem estime a seu irmão como a si mesmo e pratique a virtude e a santidade diante de mim.

E novamente vos digo: Que todo homem estime a seu irmão como a si mesmo.

Pois qual é o homem entre vós que, tendo doze filhos que o servem obedientemente e não faz acepção deles, diz a um: Veste-te com mantos e senta-te aqui; e ao outro: Veste-te com trapos e senta-te acolá — e, olhando para seus filhos, diria: Sou justo?

Eis que isto vos dei como parábola e é como eu sou. Digo-vos: Sede um; e se não sois um, não sois meus.

Graças ao Senhor, estamos caminhando para aquele quadro glorioso em que a fraternidade é acentuada. A revelação do Senhor não indica que ele tenha tomado o lado dos ricos nem dos pobres, e certamente ele se opõe ao egoísmo e às distinções de classe e aos grupos interessados apenas em si mesmos. Permiti-me ler, da quinquagésima sexta seção, o que o Senhor tem a dizer a respeito de ambos os grupos:

Ai de vós, homens ricos, que não compartilhais vossos bens com os pobres, pois vossas riquezas irão corromper-vos a alma; e esta será vossa lamentação no dia da visitação e do julgamento e da indignação: Passada é a colheita, findo é o verão; e a minha alma não está salva!

Mas, por outro lado:

Ai de vós, homens pobres, cujo coração não está quebrantado, cujo espírito não é contrito e cujo ventre não está satisfeito e cujas mãos não cessam de se apoderar de bens alheios, cujos olhos estão cheios de cobiça e que não trabalhais com as próprias mãos!

Mas bem-aventurados os pobres que são puros de coração,

Estou certo de que, em perfeita harmonia com esta revelação, eu poderia acrescentar: "e benditos são também os ricos que são puros de coração, cujo coração está quebrantado, cujo espírito é contrito, pois eles verão o reino de Deus vindo em poder e grande glória para sua grande libertação."

OBRIGAÇÃO SOBRE RICOS E POBRES

Isto indica uma obrigação de ambos os grupos, um para com o outro, os ricos e os pobres. Embora o Senhor tenha provido abundância para as necessidades de seus filhos e filhas ao criar a terra, ele sabia, contudo, que alguns seriam mais frugais, poupadores e sábios na acumulação das coisas deste mundo, e outros seriam descuidados e indiferentes, e logo cairiam em necessidade. Parece haver algo essencial no plano do Senhor para preservar a vida humana, de modo que, mesmo que alguns sejam descuidados e não frugais nem poupadores, eles também terão alimento, abrigo e vestuário.

Encontrareis o seguinte registrado no Livro de Mórmon, capítulo quarto de Mosias, versículos dezessete a dezenove.

Talvez digais: O homem trouxe sobre si sua miséria; portanto, deterei minha mão e não lhe darei do meu sustento nem repartirei com ele meus bens a fim de que ele não padeça, porque seus castigos são justos.

Digo, porém, ó homem, que quem faz isto tem grande necessidade de arrepender-se; e a menos que se arrependa do que fez, perece para sempre e não tem lugar no reino de Deus.

Pois eis que não somos todos mendigos? Não dependemos todos do mesmo Ser, sim, de Deus, para obter todos os bens que temos, tanto alimentos como vestimentas e ouro e prata e todas as riquezas de toda espécie que possuímos?

Isto está em harmonia com outra escritura que diz ser muito melhor alimentar nove pessoas indignas do que permitir que uma passe fome e necessidade.

O Senhor, portanto, estabeleceu um plano pelo qual aqueles que têm podem dar em auxílio daqueles que não têm. Na 104ª seção da Doutrina e Convênios, que temos citado com frequência durante o último ano, ao visitar-vos nas estacas de Sião, lemos:

Portanto, se algum homem tomar da abundância que fiz e não repartir sua porção com os pobres e os necessitados, de acordo com a lei de meu evangelho, ele, com os iníquos, erguerá seus olhos no inferno, estando em tormento.

A provisão do Senhor não é tomar de um semelhante aquilo que ele possui, contra sua vontade, mas que, de todo o coração e no espírito de amor por seu irmão, ele dê seus dízimos e suas ofertas, para que haja o suficiente para cuidar dos infelizes, dos necessitados e dos que estão em aflição.

A LEALDADE TRARÁ O ÊXITO

A maneira como a Igreja tem respondido aos apelos que foram feitos encheu meu coração de alegria. É maravilhoso o que foi realizado. No entanto, nem todos nós participamos, e podemos ir mais além

do que fomos. Estou certo de que, se avançarmos com a resolução de que podemos alcançar um mínimo de um dólar per capita em Ofertas de Jejum, é possível que cada estaca e cada ala alcance isso. Não o considereis, porém, como um valor máximo. Esse é o padrão para as famílias mais pobres da Igreja, um dólar per capita. Deveria subir a partir daí, conforme o padrão de vida dos membros da Igreja. Ah, se cada homem nesta Igreja pagasse honestamente seu dízimo, o que poderíamos fazer! Graças ao Senhor, temos homens leais que fazem isto. Que Deus toque o coração daqueles que ainda não têm a visão de ver quão importante é que façam sua contribuição, estabelecendo assim direito e reivindicação a uma herança eterna para si mesmos no reino de Deus, pagando seu aluguel ao Senhor, sua dívida honesta com ele, e provendo os meios suficientes para cuidar dos infelizes e dos necessitados, e apoiando os grandes movimentos da Igreja.

Devemos manter os olhos fixos nestes grandiosos objetivos. Como os irmãos disseram, a Igreja nunca colocou a mão em nada mais importante do que a tentativa de resolver este grande problema. Agora temos interesses egoístas a combater. Estou certo de que há, no mundo, um espírito que colocaria grupo contra grupo, classe contra classe, mas ele não deve encontrar lugar nesta Igreja.

CONSELHO AOS POBRES

Vós, pobres irmãos, que fareis? Deveis dar vossa contribuição. Não deveis vos tornar gananciosos, nem cheios de queixas, nem, como disse o Senhor, com os olhos cheios de cobiça e recusando-vos a trabalhar; estareis tão condenados diante do Senhor quanto os ricos que não quiserem ajudar-vos, se demonstrardes esse espírito de egoísmo, cobiça e ociosidade. Deveis dar vossa contribuição, para que também vós possais alcançar aquele espírito de fraternidade e não guardar em vosso coração ódio para com aqueles que têm posses. O espírito que grassa em nosso país não deve encontrar caminho ao coração dos Santos dos Últimos Dias, nem enchê-los de tal veneno contra a riqueza e contra os grandes interesses, a ponto de se envolverem nas práticas ilícitas tão comuns em outros lugares. Os Santos dos Últimos Dias devem distinguir-se como homens que obedecem, honram e respeitam a lei. Estou certo de que, no que diz respeito às massas do povo, o mundo jamais teve tais bênçãos e vantagens. Permiti-me chamar-vos a atenção para o fato de que, no que diz respeito às massas, todos nós estamos em condição mais afortunada do que o mundo jamais conheceu. É verdade que, nesta era de ciência e invenção, a riqueza pode ser acumulada hoje mais rapidamente do que nunca antes na história deste mundo. Originalmente, ela era obtida pela escravização do trabalho humano, e o lucro ia para o senhor e patrão que supervisionava seu povo num estado de semiescravidão. Já não temos mais, no mundo industrial, a escravidão dos homens, mas maquinário que ocupa o lugar dos homens e torna possível que a riqueza seja acumulada, digo eu, mais rapidamente do que em qualquer período da história do mundo; mas não sintamos que, por não termos todos nos tornado milionários, somos um grupo desacreditado e que não estamos recebendo nosso quinhão justo.

BÊNÇÃOS DESFRUTADAS EM COMUM

Lembro-me de que, quando menino, havia três homens em Logan que possuíam uma carruagem surrey, uma parelha de cavalos e um homem para conduzir o conjunto, e, quando saíam, olhávamos para aquilo com olhos quase invejosos, e desejávamos poder ter tal exibição de alegria e satisfação para viajar por aí, como aqueles nossos afortunados irmãos. Quando vou hoje ao Cache Valley, encontro noventa por cento de todos os fazendeiros e irmãos do Cache Valley possuindo um automóvel que custou mais do que aquela parelha e aquela carruagem. Esta é a bênção que chegou ao povo comum, que outrora somente os ricos conheciam.

Em 1900, nem uma família em cada cem possuía um cavalo e uma charrete. Hoje, três em cada quatro têm automóvel. Uma família em cada treze tinha telefone. Agora, uma família em cada duas tem telefone, e isso foi há apenas trinta e sete anos. O encanamento moderno e o aquecimento central eram luxos. Menos de quinhentas mil residências tinham eletricidade em 1900. O rádio e a refrigeração elétrica eram desconhecidos. Hoje, vinte e um milhões de residências estão equipadas com eletricidade. Sete milhões de famílias possuem geladeiras elétricas; vinte e dois milhões têm rádios; bênçãos das quais os reis nada sabiam. Assim, somos todos participantes das maiores bênçãos que vieram, e, se não nos tornamos ricos e independentes e prontos para viver com facilidade, estamos desfrutando de bênçãos além de qualquer geração que já existiu.

Assim, então, irmãos e irmãs, que o espírito que havia em nossos pais, que os impeliu ao sacrifício, também nos inspire a ajudar nosso irmão e nossa irmã.

EPISÓDIO DO DIÁRIO DE MEU PAI

Estive lendo recentemente o diário de meu pai, e um episódio antigo mencionado foi sua resposta a um chamado do Presidente Young. Meu pai era bispo no Cache Valley quando chegou um chamado por voluntários para descer até o Rio Missouri. Havia quinhentas e oitenta almas encalhadas, incapazes de chegar aos vales das montanhas, e alguém precisava ir ajudá-las. Meu pai escreve: "Não tive coragem de convocar os seis homens designados à minha ala, a menos que eu mesmo respondesse primeiro." Assim, tornou-se o primeiro voluntário; deixou sua fazenda aos cuidados de seus irmãos, tomou suas duas juntas de bois, desceu até o Rio Missouri, ajudou a trazer as quinhentas e oitenta pessoas, e pagou sua própria despesa; jamais recebeu um dólar por isso, embora tenha levado seis meses para realizá-lo. A alegria que teve por ter feito algo por alguns de seus infelizes irmãos e irmãs já era paga suficiente. Daquelas quinhentas e oitenta pessoas, incontáveis milhares vieram a possuir seus próprios lares, a viver nestes vales e a desfrutar dos benefícios desta terra maravilhosa e dos privilégios dentro da Igreja. Que esse espírito, portanto, esteja no coração de todos os nossos irmãos e irmãs hoje, o espírito de fraternidade.

PROBLEMAS NAS NAÇÕES DO MUNDO

Meus irmãos e minhas irmãs, também estou extremamente ansioso para que os Santos dos Últimos Dias não somente se distingam neste espírito de

fraternidade, que amemos nossos irmãos, mas que os amemos o suficiente para salvá-los da humilhação e da tristeza e aflição que hão de vir, a menos que os ajudemos na solução de seus problemas econômicos. Estou também ansioso para que nos distingamos numa época em que o mundo inteiro parece estar enlouquecendo com um espírito de mudança. Quando a guerra terminou, muitos de nós nos alegramos ao ver nação após nação abandonar as formas monárquicas de governo e estabelecer democracias, e pensamos que aquele era verdadeiramente o início da era de ouro para o mundo. Depois descobrimos, com tristeza, que faltava muito para preparar as nações, que por séculos estiveram sob reis e monarquias, para uma democracia. Não puderam suportar a provação da pobreza e da aflição, e, capitalizando sobre as aflições do povo, surgiram líderes que derrubaram essas democracias e estabeleceram ditaduras que não hão de trazer paz ao mundo, nem hão de libertar esses povos, mas sim escravizá-los, e jamais avançarão sob o plano do comunismo ou do fascismo, que rouba dos homens suas liberdades, sua propriedade e seus direitos políticos.

O destino da América

Meus irmãos e minhas irmãs, ao vermos, portanto, esses povos abandonando essas democracias, toda a atenção do mundo se concentra na grande democracia do mundo, a América. Ela permanecerá de pé? Ela sobreviverá? Sim, porque o Senhor Deus do Céu a estabeleceu. Não temo os inimigos externos. Todos os perigos que ameaçam este país virão de dentro. Jamais virá qualquer desastre ou aflição que destrua a América de fora, se os povos desta terra se unirem aos padrões estabelecidos por nossos pais, e mantiverem a estabilidade da Constituição e da lei, e a ordem estabelecida nesta terra, na qual nossos pais concordaram, há muito tempo, que a vontade da maioria, expressa nas leis, seria obedecida pela minoria.

Que Deus nos ajude, como Santos dos Últimos Dias, a sermos encontrados ainda firmes por estes padrões, apoiando lealmente a lei e a ordem, e a grande democracia aqui estabelecida, para que ela viva para a bênção de toda a carne, como o Senhor a decretou; pois, depois de dias de tristeza, provação e ditaduras, o mundo estará preparado, pouco a pouco, para os frutos e as bênçãos da democracia que há de sobreviver na América.

O REINO DE DEUS SERÁ ESTABELECIDO

Sim, concordo que há tempos difíceis, dias de tristeza e aflição pela frente para o mundo, e que o diabo está no mundo, lutando para manter seu poder; contudo, o Senhor Deus do Céu estabeleceu seu reino, e ele está no mundo com ele, e este há de ser triunfante e vitorioso. Que o Senhor nos ajude a aderir a estes gloriosos princípios, e cumpriremos as profecias de antigamente, nas quais se declara que os confins do mundo, o leste e o oeste e o norte e o sul, dirão: "Vinde, subamos ao monte do Senhor, à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine acerca dos seus caminhos, e andemos nas suas veredas."

Sião, ergue-te e resplandece. Chegou o teu dia.

Que Deus nos ajude a provar a um mundo que é duvidoso e cético a respeito do Evangelho de Jesus Cristo, que no verdadeiro Evangelho, restaurado com seu poder e sua autoridade, há vigor e força suficientes para enfrentar e resolver os problemas humanos, e sigamos gloriosamente rumo ao nosso destino, tal como o Senhor o apontou, oro em nome de Jesus Cristo. Amém.

Como citar este discursoMelvin J. Ballard, “Vitality in Church of Christ”, 1937 April General Conference, Third Day Morning Session (1937-04-06). Pulpit Vault, 1937-04-melvin-j-ballard-vitality-in-church-of-christ. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).