Pulpit

Progresso da Igreja

Sylvester Q. Cannon

Conferência Geral de Abril de 1934·Sessão da Tarde do Segundo Dia·1934-04-07

Estou impressionado, meus irmãos e irmãs, com esta congregação maravilhosa, e com o espírito desta reunião, assim como das que a precederam. Esta é uma congregação representativa dos Santos dos Últimos Dias. Aqui estão representados praticamente todos os oficiais da Igreja e um bom número de seus membros. Estou feliz por estar convosco. No entanto, sinto profundamente a dificuldade de falar no meio deste vasto ajuntamento.

Desejo relatar-vos brevemente minha mordomia na posição que ocupo, como servo deste povo e como um dos servos do Senhor. Os trabalhos e deveres do Bispado Presidente são variados e extensos. Desejo declarar-vos que estamos fazendo o melhor possível para cumprir os deveres e responsabilidades desses cargos, para exercer bom senso, precisão e economia em todos os assuntos confiados aos nossos cuidados; e para zelar por que a honestidade e a integridade sejam mantidas em todos os departamentos da obra. Embora os deveres e trabalhos sejam muitos e diversos, estamos nos esforçando para organizar e sistematizar de tal forma os assuntos que vos assegurem que toda fase da obra de que nos ocupamos está sendo levada adiante prontamente e minuciosamente, e que os resultados mais eficazes possíveis são obtidos em cada uma de suas divisões. Regozijo-me neste dever. Posso dizer-vos que nunca trabalhei tão arduamente em minha vida como durante o tempo em que estive neste cargo; e nunca gostei tanto de trabalhar como neste departamento. Reconheço que o Senhor me abençoou mais do que mereci. Desejo prosseguir sob a direção de meus irmãos da Primeira Presidência, e fazer o melhor possível para promover os propósitos do Senhor.

PROGRESSO DA IGREJA

Além do que já foi apresentado no relatório financeiro e estatístico do progresso desta obra durante 1933, e desde a última conferência, chamo vossa atenção para o fato de que, em geral, há um aumento nas atividades e, tanto quanto se pode determinar, na fé do povo. Apesar das condições econômicas seriamente desfavoráveis do ano passado, houve um leve aumento nos dízimos do povo da Igreja. Houve um aumento bastante considerável no número de pessoas que pagaram dízimo, o que indica a fé daqueles que assumiram estes convênios. Infelizmente, não houve aumento nas ofertas de jejum. Por que isso ocorreu, não consigo bem compreender; por causa da necessidade de doações que deveriam vir do jejum do povo, e de sua disposição de dar aos que estão em necessidade. Em outros aspectos, as atividades geralmente aumentaram. Houve um leve aumento na frequência às reuniões sacramentais e às reuniões do Sacerdócio na ala.

CRESCIMENTO DO SACERDÓCIO

Houve um aumento no número dos que portam o Sacerdócio da Igreja, tanto no Sacerdócio de Melquisedeque quanto no Aarônico. Os membros do Sacerdócio Aarônico agora somam mais de 90.000. Creio que aqueles que têm a responsabilidade por esses jovens em toda a Igreja, nas estacas, alas e missões, estão apreciando cada vez mais a importância de treinar esses jovens e dar-lhes atenção pessoal, para que possam impregnar-se do espírito e do poder de seu sacerdócio, e estar preparados para as responsabilidades que lhes chegarão no futuro.

A GRANDE MISSÃO DA IGREJA

Cerca de um ano antes de a Igreja ser organizada, vários homens receberam revelações do Senhor por meio do Profeta Joseph Smith, em algumas das quais se usou uma expressão particular. Na revelação dada a David Whitmer, ocorrem as seguintes palavras: "Procura trazer à luz e estabelecer minha Sião." Ora, reconheço o fato de que esta obra, que lhes foi declarada de modo prospectivo antes de a Igreja ser organizada, e que foi revelada, na época da organização da Igreja, como uma obra grande e maravilhosa que estava prestes a surgir — reconheço que esta obra tem diante de si um grande destino e uma grande missão. Isso já foi expresso aos nossos ouvidos durante estas reuniões. Essa missão é, especialmente, promulgar o Evangelho a toda a humanidade — trazer aqueles que desejam conhecer a verdade ao conhecimento e à aceitação dela; promover, de modo geral, o bem-estar e o progresso da humanidade; construir comunidades melhores para nelas viver; e preparar o caminho para a vinda do reinado da paz.

A GRANDE OBRA MISSIONÁRIA DO PASSADO

Considerai por um momento o fato de que, durante os cem anos que se passaram desde que a Igreja foi organizada, uma obra maravilhosa foi realizada. A liderança da Igreja, e todos os oficiais e membros dela, nos últimos cem anos, realizaram uma grande obra pioneira, primeiro na promulgação do Evangelho; segundo na colonização e na construção do império; e terceiro, no crescimento cultural. Considerai o esforço tremendo que foi feito para abrir as portas de muitas nações ao Evangelho naqueles tempos em que faltavam recursos e homens, com meios desfavoráveis de transporte e comunicação! Que realização maravilhosa na disseminação da mensagem do Evangelho naqueles cem anos!

PIONEIRISMO E CONSTRUÇÃO DO IMPÉRIO

Novamente, na construção dos povoados e no avanço temporal do povo, que ritmo esplêndido eles impuseram! Nós os seguimos de Nova York, através de Ohio, Missouri, Illinois e Iowa; e depois até as Montanhas Rochosas; e nos lembramos do crescimento e desenvolvimento que ocorreu em todo o império intermontanhoso desde então. É maravilhoso apreciar isso! Eram verdadeiros pioneiros. Esses homens e mulheres não se intimidaram diante de nenhuma condição desfavorável. Prosseguiram sob as circunstâncias mais adversas. Tiveram perseguições a enfrentar. No entanto, novas comunidades foram construídas e as fronteiras da Igreja foram estendidas. Ali foram ensinados a construir e embelezar lares, fazendas, vilas e cidades, e a promover seus interesses locais.

CRESCIMENTO ESPIRITUAL E CULTURAL

Depois, além do crescimento material, os membros da Igreja receberam desenvolvimento espiritual e cultural por meio das facilidades do sacerdócio, das escolas que foram organizadas, das associações auxiliares, e por meio de recursos musicais, dramáticos e sociais, mesmo em meio às dificuldades da fronteira, que dificilmente podemos apreciar hoje. Assim a obra prosseguiu, e o caminho foi preparado, ao menos em certa medida, para a vinda do reinado da paz.

OUTRA ERA

Agora estamos no início de outros cem anos — outra era. Quais serão as realizações deste povo durante essa era? Estamos cem anos mais próximos do reinado da paz e do milênio. Os resultados dependerão, em grande parte, de nossa iniciativa — individual e coletiva. As condições no momento presente — os pensamentos e ideias dos homens — estão mudando rapidamente. Reconhecemos, até certo ponto, pela experiência passada, como os pensamentos e sentimentos da humanidade podem ser mudados, mas também reconhecemos quão notáveis mudanças devem ocorrer na natureza humana antes que a humanidade possa estar preparada para a paz universal.

PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS

Como já foi expresso aqui, há certas coisas que são fundamentais — que não mudam, no que diz respeito ao Evangelho de Jesus Cristo. Entre outras, a lei da moralidade não muda em nenhuma época. A ordenança do batismo, como meio de trazer as pessoas ao rebanho de Cristo, não muda em época alguma. E assim também com outros princípios eternos. Somente pela obediência a eles é que as bênçãos prometidas se seguirão. Já se disse que nada é tão constante quanto a mudança. Há políticas que podem mudar, hábitos e costumes que podem mudar, no progresso da civilização, aos quais os homens devem adaptar-se. Os Santos dos Últimos Dias são dos mais progressistas em adotar e adaptar as condições às situações em que vivemos, e isso sem sacrificar nada que seja fundamentalmente importante no Evangelho. Aceitamos estas condições temporais em mudança. Mas a natureza dessas condições que afetam nosso bem-estar temporal deve estar em conformidade, em princípio, com nossos ideais espirituais.

O DESAFIO PARA NÓS

Ora, em que aspectos podemos nós, como Santos dos Últimos Dias hoje, olhando para o futuro, prosseguir tão eficazmente quanto o fizeram aqueles que levaram adiante esta obra desde o início? Parece-me que há três maneiras pelas quais devemos dirigir particularmente nosso pensamento e esforço, não apenas em relação a nós mesmos como povo, mas também ao bem-estar e progresso dos homens em geral, e à preparação para a vinda do reinado da paz. Essas três maneiras são semelhantes às referidas na história passada deste povo.

EDIFICAR A FÉ E A RETIDÃO

Primeiro, devemos buscar estabelecer a causa de Sião mais firmemente no coração e na vida dos membros mais jovens da Igreja. Devemos continuar a edificar uma estrutura de fé sobre os fundamentos sólidos já lançados. É nossa obrigação aumentar a coragem e a determinação como as evidenciadas por aqueles que lideraram o povo ao longo da história da Igreja. O estabelecimento de Sião agora justifica e exige um esforço ainda mais sincero. A total liberdade de perseguição de que agora gozamos deveria nos levar a empregar nossas energias em maior medida na solução dos diversos problemas que nos confrontam, e que interferem em nosso progresso. Devemos ser gratos por gozarmos agora da amizade e da consideração dos homens em geral. Mas não precisamos, de forma alguma, sacrificar nenhum princípio em que acreditamos para gozar desse respeito e consideração. Estando livres da perseguição, não devemos ser embalados no sono, nem afrouxar de qualquer forma nossos esforços em favor da causa da verdade. O desenvolvimento de maior fé levará à observância mais plena de todos os princípios do Evangelho e a maior unidade. Da mesma forma, nestes tempos perigosos, devemos, como povo, ensinar mais amplamente e praticar os mais elevados padrões de virtude e moralidade. Se gozarmos do espírito do Evangelho, isso produzirá maior tolerância e consideração da parte de cada um de nós para com nossos semelhantes em toda parte. Do mesmo modo, devemos estar dispostos a perdoar e ter o desejo de sermos perdoados de nossas falhas, o que será o meio de produzir vidas mais nobres em todos os que praticam tais princípios.

AVANÇO DA OBRA MISSIONÁRIA

Na obra missionária, tal como se fez nos cem anos que se passaram, parece-me que há uma tremenda oportunidade e responsabilidade. Temos novos meios de transporte e comunicação, pelos quais se pode economizar tempo e o Evangelho pode ser disseminado em círculos mais amplos do que nunca. Penso que esses meios precisam ser adotados tão plenamente quanto possível. Parece que toda facilidade apropriada para a disseminação do Evangelho deveria ser cuidadosamente considerada e aplicada da maneira mais eficaz. Há uma bela oportunidade de iniciativa da parte daqueles que dirigem a obra missionária, para realizá-la de tal modo que ela seja levada adiante da maneira mais proveitosa. No entanto, há uma característica fundamental da obra missionária que não podemos negligenciar. É o ensinamento do Salvador, tanto quando esteve na Terra quanto nestes dias por revelação do Senhor, de que devemos pregar o Evangelho tão próximo quanto possível de sem bolsa nem alforje. A experiência tem provado em toda parte, penso eu, que, em geral, os missionários que gastam menos fazem o melhor trabalho e têm o maior sucesso entre o povo. O contato pessoal e as conversas do missionário com aqueles que possam interessar-se pela mensagem do Evangelho são a coisa importante pela qual se deve lutar. O testemunho pessoal do homem que sai no poder e no espírito de seu chamado é o mais eficaz. Portanto, parece-me que a distribuição de literatura e outros esforços devem ser um meio para o fim importante, que é obter conversas sobre o Evangelho com o povo.

DESENVOLVIMENTO DE UMA CIVILIZAÇÃO MAIS NOBRE

A segunda maneira, penso eu, pela qual podemos ajudar a estabelecer Sião é por meio do desenvolvimento de uma civilização mais nobre do que jamais existiu antes no mundo. O que faz uma boa civilização? Concebo-a como aquela condição da sociedade em que todo homem, mulher e criança goza, com justiça, equidade e retidão, da oportunidade de progresso constante nas coisas materiais, culturais e espirituais, e de proteção contra a tirania, a opressão e os males de toda natureza. É uma condição em que todos estão dispostos a fazer sua parte, e em que prevalecem a boa vontade e a ajuda mútua. Na medida em que qualquer uma ou todas essas condições estejam faltando hoje, é nossa oportunidade trabalhar juntos para nos esforçar para trazê-las. A Igreja defende o progresso e o bem-estar da humanidade. Apliquemos, portanto, os ensinamentos do Evangelho ao aprimoramento das condições sociais.

APRIMORAMENTO NA EDUCAÇÃO

Devemos esforçar-nos para promover uma educação geral ainda melhor para nossos jovens, na qual se incuta, em maior medida, uma apreciação dos princípios e práticas morais e éticos. Precisamos também prover a aplicação da instrução teórica aos problemas que prevalecem em nossas várias comunidades. Deveria haver mais cursos vocacionais e aplicados, adequados às condições nas diferentes localidades, para que os jovens tenham a oportunidade de se ajustar às situações locais, e não tenham de se afastar para outros lugares, provavelmente perdendo oportunidades que poderiam ser suas. Espera-se que os professores em todas as escolas tenham caráter irrepreensível e temperamentos e hábitos tais que suas vidas se provem um poderoso estímulo para o bem junto a seus alunos, na preparação destes para as atividades da vida.

APRIMORAMENTO NAS CONDIÇÕES DE EMPREGO

Novamente, há muito espaço para melhorias nas condições de emprego. É importante esforçar-se para prover a todo trabalhador, primeiro, ocupação remunerada; segundo, oportunidades de recreação; e terceiro, oportunidades de atividades religiosas. Deveria ser elaborada uma base de negociação justa, aplicável a todas as relações que afetam empregadores e empregados. Deveria haver meios adequados de conciliação e arbitragem em todas as disputas industriais, a fim de evitar os conflitos resultantes da falha em fazê-lo. Penso que devemos trabalhar por condições que promovam melhor proteção para a velhice e para os incapacitados.

BEM-ESTAR DAS MULHERES E DAS CRIANÇAS

Considerável trabalho está sendo feito pelo bem-estar das mães. Ainda pode haver melhores cuidados e proteção providos para elas. Aquelas que passam pela sombra do vale da morte para trazer a vida ao mundo têm direito a gozar de salvaguardas para sua saúde e a de seus filhos. Deveria haver regulamentação adequada das condições de trabalho para as mulheres, a fim de assegurar a saúde física e moral da comunidade. Deveria haver garantia do mais pleno desenvolvimento positivo de cada criança. Todas as crianças deveriam ser protegidas contra condições de trabalho desarrazoadas e contra a exploração. Mas também devemos lembrar a importância de treinar as crianças, sob condições adequadas, a aprender o valor do trabalho e o perigo da ociosidade. Não estou convencido da conveniência da proposta emenda federal sobre o trabalho infantil, como está redigida, atualmente diante dos vários estados. Ela dispõe que "o Congresso terá poder para limitar, regular e proibir o trabalho de pessoas com menos de dezoito anos de idade." Penso que essas disposições são extremas. Como sabiamente disse o ex-presidente Lowell, de Harvard: "Todos queremos acabar com a exploração das crianças nas fábricas, minas e indústrias dessa natureza. Mas não queremos interferência no lar, nem nas ocupações saudáveis e edificantes da juventude. Algumas pessoas não têm objeção em conferir tal poder ao governo nacional, confiando que ele não será usado. Alguns de nós sentimos que fazer isso seria um erro do qual poderíamos, no futuro, arrepender-nos grandemente."

MELHOR CONSTRUÇÃO DE COMUNIDADES

Uma terceira maneira pela qual penso que podemos ajudar materialmente a "estabelecer Sião" é pela promoção de uma melhor construção de comunidades, dando continuidade ao que os pioneiros tão esplendidamente começaram. Há tantas maneiras pelas quais podemos trabalhar com todos os nossos vizinhos e concidadãos para trazer melhores condições. Por exemplo, a água é o próprio sangue vital no crescimento destas comunidades intermontanhosas. Portanto, devemos empreender, tão rapidamente quanto as condições o permitam, salvar cada gota de água desperdiçada por meio de possível armazenamento. Esta atual estação seca apenas enfatiza essa necessidade. Deveria ser feito um estudo geológico cuidadoso das possíveis fontes de água subterrânea. A conservação dos suprimentos de água de ano para ano é muito importante. Além disso, é preciso maior cuidado e economia no uso da irrigação, da energia e dos suprimentos de água municipais, para evitar, tanto quanto possível, perdas por infiltração, evaporação e desperdício. Novamente, uma maior conservação da umidade do solo, na manutenção da fertilidade, significa o contínuo bem-estar e progresso de nossas várias comunidades.

DESENVOLVIMENTO DAS INDÚSTRIAS E RECURSOS LOCAIS

O progresso de toda comunidade depende das oportunidades de emprego, seja na agricultura, na indústria ou nos negócios. Não obstante o fato de as indústrias manufatureiras não serem tão generalizadas em nossas comunidades como em outras regiões, todo produto possível que possa ser fabricado localmente e vendido com lucro deveria ser empreendido. Todos em nossas comunidades locais deveriam empreender-se a apoiar plenamente nossas indústrias locais usando seus produtos. Este é um requisito muito essencial para o crescimento. Também precisamos promover mais empreendimentos verdadeiramente cooperativos neste território, tanto entre produtores como entre consumidores, para que a população local obtenha o benefício mais direto. O Estado de Utah, por exemplo, é um dos mais ricos em recursos naturais. Outros estados vizinhos são, de muitas maneiras, igualmente abençoados. Esses recursos deveriam ser desenvolvidos, tanto quanto possível, para o benefício de seus cidadãos e para o progresso geral desta comunidade.

TORNAR NOSSAS COMUNIDADES ATRAENTES

Penso que devemos continuar os planos pioneiros dos primeiros colonizadores na construção de comunidades desejáveis. O planejamento deveria voltar-se para prover o bem-estar e as oportunidades do povo local, em vez de aumentar a população, com consequente maior desemprego. Devemos ter cuidado no planejamento do plantio de árvores, a fim de proporcionar efeitos agradáveis por meio da localização adequada de árvores nas ruas e ao redor dos lares, e por meio da seleção das árvores de madeira nobre apropriadas para produzir os melhores resultados. A reserva de propriedade adequada para parques naturais e áreas de recreação, sob condições que permitam pouquíssimo custo de manutenção, significaria muito para os habitantes e se provaria atraente para os visitantes. Muito pode ser feito pelo esforço unido de todos os residentes na promoção da saúde pública, na garantia de bons suprimentos de água, na instalação de instalações de esgoto, na manutenção de condições sanitárias e na prevenção de incômodos.

LARES MELHORES, MAIS ESPÍRITO DE VIZINHANÇA

O bem-estar futuro deste povo, como membros da Igreja e como cidadãos desta nação, depende do espírito manifestado em nossos lares. Independentemente do custo ou da extensão dos confortos em nossos lares, o importante é que haja amor, consideração amável e confiança mútua entre todos os membros da casa. Por mais humilde que seja a casinha, apenas o desejo de aprimoramento e de torná-la atraente produzirá o crescimento e a unidade necessários para a maior alegria e bem-estar da família. Da mesma forma que o amor e a bondade produzem paz e unidade entre os membros da família, assim a prática dessas mesmas qualidades em nossas relações com nossos vizinhos e todos aqueles entre os quais vivemos ajudará a produzir os mesmos resultados na comunidade. À medida que aprendermos a viver em boa vontade sob essas condições, estaremos difundindo o espírito de paz em círculos cada vez mais amplos.

Que nossos esforços sejam constantemente dirigidos a lutar de todas as maneiras possíveis para ajudar a "estabelecer Sião" é minha oração sincera, Amém.

Como citar este discursoSylvester Q. Cannon, “Progresso da Igreja”, Conferência Geral de Abril de 1934, Sessão da Tarde do Segundo Dia (1934-04-07). Pulpit Vault, 1934-04-cannon-progress-of-the-church. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).