Espero que todos os que aqui estão
Joseph W. Mcmurrin
Espero que todos os que aqui estão sintam que foi melhor vir a esta reunião aqui no edifício do Departamento de Informações, do que nos termos separado e ido para nossos lares sem continuar a reunião, quando a tempestade caiu sobre nós, reunião que começamos ao ar livre. ¶
Suponho que todos os presentes saibam que o mesmo evangelho ensinado nesta reunião é o evangelho que tem sido ensinado, e está sendo ensinado, no Tabernáculo e no Salão de Assembleias, pelos servos de Deus que foram chamados a tomar parte naquelas reuniões, pois há apenas um ¶
evangelho. Todos fomos batizados em um só espírito. Todos temos o mesmo sentimento a que os irmãos se referiram, um sentimento de absoluta certeza quanto à verdade da obra que Deus, nosso Pai, plantou sobre a terra nesta dispensação da plenitude dos tempos. Não há dúvida em nossa mente a esse respeito. Prestamos testemunho da missão do Profeta Joseph Smith, e declaramos que ele, em resposta à oração, teve uma visão do Pai e do Filho, e comunicação de nosso Pai nos céus, a respeito do fato de que havia chegado o tempo de que falaram os santos profetas, para o restabelecimento da obra de Deus nos últimos tempos. ¶
Prestamos esse testemunho porque temos posto a obra à prova, exatamente como foi ensinado pelo Senhor Jesus Cristo quando esteve sobre a terra e quando os homens o viam como um impostor. Não conseguiam sentir que o Messias de quem os profetas haviam falado, nos quais haviam retratado a grandeza e a majestade de sua missão e da obra que ele havia de realizar, pudesse ser aquele humilde bebê nascido em Belém, tido por filho do carpinteiro. Certamente não poderia ser o Ser que havia reclamado a atenção dos profetas desde o princípio dos tempos até aquele período. O que diria o Senhor Jesus Cristo ao povo incrédulo a respeito de seu chamado? Apenas: "A minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou. Se alguém quiser fazer a vontade dele, conhecerá a respeito da doutrina, se ela é de Deus, ou se eu falo de mim mesmo." Assim ensinou o Redentor do mundo; esta foi a forma de prova que ofereceu aos filhos dos homens, para que pudessem saber ¶
se ele era um impostor, ou se era, em verdade, o Salvador e Redentor de quem os profetas haviam cantado em todas as épocas. ¶
Na reintrodução do evangelho do Filho de Deus nesta última dispensação, por mandamento de nosso Pai nos céus, a mesma prova foi colocada nas mãos dos homens, isto é, se esta obra que foi revelada do alto é a obra de Deus, é direito dos homens saber a respeito dela, pois Deus não faz acepção de pessoas, e, se os homens puderam saber a respeito do ministério, da obra e da autoridade do Senhor Jesus Cristo pela prova das doutrinas, mediante a aceitação da verdade que ele expôs, é direito dos homens nesta dispensação saber a respeito da revelação de Deus, nosso Pai Celestial, da mesma maneira. É porque os homens têm posto à prova a promessa feita em nossa própria época que prestam testemunho a respeito da obra de Deus, e declaram, sem sombra de dúvida, que sabem que esta obra à qual deram sua lealdade é a obra de Deus, que o evangelho que ensinam é exatamente o mesmo evangelho que foi ensinado pelo Redentor do mundo — não um evangelho novo, mas o evangelho antigo, pois há apenas um evangelho. Devemos compreender isso. Todos os homens deveriam compreendê-lo. Foi declarado por um dos apóstolos inspirados: "Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho, que não é outro, mas há alguns que vos inquietam e querem distorcer o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós mesmos, ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho, além do que já vos anunciamos, seja anátema." Esta foi a ¶
doutrina do apóstolo, tal como ele escreveu pela inspiração do Todo-Poderoso; as escrituras ensinam abundantemente que há apenas um evangelho. Esta é uma das evidências da verdade da obra de Deus a respeito da qual testificamos, pois dizemos hoje, como disse o apóstolo, que há apenas um caminho de ser salvo, que Jesus, nosso Senhor, é o único Ser por meio de quem a salvação pode vir, e que não há debaixo do céu nenhum outro nome dado entre os homens pelo qual o homem possa ser salvo, senão o nome do Senhor Jesus Cristo. ¶
Mas os homens são salvos, se Jesus Cristo for verdadeiro, mediante a aceitação de seu evangelho. Assim ensinou um dos apóstolos, quando iluminado pela inspiração do céu, ao declarar: "Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação." O evangelho de Cristo é o poder da salvação, e é por esse evangelho que contendemos, porque conhecemos sua verdade. Damos testemunho dessa verdade e perguntamos a todos: "Por que não haveria Deus, o Pai, de revelar-se nesta época do mundo, como se revelou em épocas anteriores?" É a doutrina de nosso Pai, como ensinada pelos santos profetas, e como também ensinada pelo Filho de Deus, e como ensinada com muita clareza por seus apóstolos, que nosso Pai nos céus é o mesmo ontem, hoje e eternamente, que nele não há sombra de variação, que seu evangelho é um evangelho eterno, não um evangelho na dispensação do meridiano do tempo para o povo daquele período, e depois um evangelho mudado nos últimos tempos para o povo que vive agora. Mas sempre foi o mesmo evangelho. ¶
Foi este mesmo evangelho que foi revelado por meio do grande profeta dos últimos dias, e que hoje advogamos, que nosso pai ¶
Adão recebeu, e que ele ensinou a seus filhos e filhas no Jardim do Éden. Quando o anjo perguntou por que Adão fazia certas coisas, ele só pôde responder: "Eu não sei, exceto que o Senhor me mandou." E Deus revelou seu plano de salvação a nosso pai Adão desde o princípio, e ensinou a nosso pai Adão, no Jardim do Éden, a missão do Senhor Jesus Cristo, e ordenou-lhe que ensinasse a seus filhos a respeito da missão do Redentor, para que soubessem que haviam de obter a vida eterna na presença de Deus pela obediência aos princípios do evangelho que têm sido advogados por nossos irmãos nesta congregação, esta tarde. E, por meio dessa revelação de nosso Pai a respeito da missão de Jesus Cristo, o fato de que o Filho do Deus vivo, que deu sua vida pela salvação da família humana, tem-se espalhado entre todas as nações, em todas as terras; e somos informados de que, por mais ignorantes que os homens possam ser, ou por mais que se tenham afastado da verdade revelada no princípio, ainda assim, de alguma forma, os homens em toda parte têm ainda alguma concepção, por mais obscurecida que seja, a respeito da missão do Filho de Deus e da salvação que vem aos filhos dos homens pela entrega da vida de um Deus. ¶
Agradeço a Deus pelo evangelho. Agradeço a Deus pela disposição que atua em mim de honrar o santo sacerdócio. Vós, que tendes estado presentes nas reuniões desta conferência geral, descobristes o sentimento espontâneo que correu de coração a coração ao aparecimento do Presidente da Igreja, o Presidente Joseph F. Smith (que esteve muito doente por vários meses), quando a grande assembleia se ergueu de ¶
pé. Alegrei-me em pôr-me de pé para honrar o Presidente da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Amo esse homem, amo-o pelo exemplo maravilhoso que tem sido para os filhos dos homens. Amo-o pela retidão de sua vida, por sua honestidade, sua integridade, seu testemunho inabalável quanto à verdade, por ter dado o melhor de si durante toda a sua vida, para o avanço da obra de Deus. Mas, acima de tudo isso, nos erguemos em honra ao Presidente por causa do sacerdócio e da presidência que lhe foram conferidos como porta-voz de Deus, e como o homem que detém as chaves da autoridade pertencentes a esta dispensação no tempo presente. ¶
Assisti, alguns anos atrás, no Templo em Salt Lake City, a uma reunião em honra ao Presidente Lorenzo Snow, e ali vi uma faixa estendida por uma parte da capela no anexo do Templo, na qual estava escrito: "Temos prazer em honrar o homem a quem Deus honrou." Gostaria que pensásseis nisso, tanto jovens como idosos. Quem poderia fazer melhor do que honrar o homem a quem Deus honrou? Não estamos adorando homens, não olhamos para o Presidente da Igreja como algum ser superior a todos os outros seres, mas vemos nele a autoridade que lhe foi conferida pelo Senhor nosso Deus, e reconhecemos e honramos essa autoridade. Quando falamos de coisas terrenas, não há dificuldade em honrar a autoridade. Se o Presidente dos Estados Unidos aparecesse numa reunião de pessoas em qualquer lugar da América, ou, aliás, em qualquer lugar do vasto mundo, os homens se levantariam em sua honra — não em honra a Woodrow ¶
Wilson, o homem, mas em honra ao Presidente dos Estados Unidos. Todos podemos compreender isso, todos podemos ver a propriedade de tal ato, e todos podemos aprovar de todo o coração que os homens demonstrem a um de seus semelhantes precisamente essa honra. E, no entanto, há homens que tentariam questionar e condenar seus semelhantes se estes se levantassem em honra ao porta-voz do Deus vivo. Nós, porém, temos prazer em honrá-lo. ¶
Disseram-me que essas palavras a que me referi, pintadas na faixa em honra ao Presidente Lorenzo Snow, não se originaram naquela ocasião, mas muito tempo antes. O Dr. Bernhisel, que foi nosso primeiro representante nos salões do Congresso pelo território de Utah, lá em Nauvoo, nos primeiros dias da Igreja, quando o Profeta Joseph Smith entrava numa sala onde o Dr. Bernhisel estava sentado, o doutor se erguia e permanecia de pé até que o próprio profeta se sentasse; o profeta, dizem, sentia-se constrangido com esse sinal de deferência, e repreendeu o Dr. Bernhisel a respeito, que era um homem de educação superior. Tal deferência tão marcada não era buscada por Joseph Smith. Fazia-o sentir-se incomodado. Mas, quando ele o repreendeu, o Dr. Bernhisel disse: "Tenho prazer em honrar o homem a quem Deus honrou." Sabeis, meus irmãos e irmãs, que tenho tido, desde o momento em que soube dessa declaração, uma disposição em minha alma de honrar o Dr. Bernhisel, disposição essa que jamais poderia ter tido, se não tivesse ouvido a história. ¶
Honramos a autoridade de Deus. É seguro honrar tal autoridade. Lede as Sagradas Escrituras, e descobrireis que Deus tem ¶
reivindicado sua autoridade em todas as dispensações. Nosso Pai nos céus tem abençoado os homens que respeitaram a autoridade que ele conferiu aos homens em cada época. Podeis também ler a respeito da angústia e do sofrimento, e até da morte, que vieram sobre homens em épocas passadas que ousaram falar com desprezo da autoridade de Deus. Embora os homens não percam a vida hoje se falarem com desprezo da autoridade de Deus, embora possam escarnecer de sua autoridade, e possam calcar aos pés o conselho que Deus dá ao povo por meio da autoridade, desejo dizer que a autoridade de Deus, aos olhos de Deus, é hoje tão sagrada quanto sempre foi em qualquer dispensação passada. E, assim como nosso Pai Celestial teve prazer em abençoar os homens em épocas passadas que honraram a autoridade que Deus deu a homens fracos, assim ele terá prazer em abençoar os homens nesta dispensação que honrarem essa autoridade. E rogo a esta congregação que homens e mulheres, que meninos e meninas, cultivem a disposição de honrar a autoridade que Deus colocou sobre os homens; e Deus vos honrará, e vos abençoará, e vos revelará a verdade, mais perfeitamente, continuamente, de sua grande obra que ele estabeleceu para a salvação da família humana. ¶
Sem autoridade, o que se pode realizar? Nosso Irmão Mais Velho, o Senhor Jesus Cristo, comissionou homens em seu tempo para pregar o evangelho eterno. Não poderia ter sido pregado sem essa autoridade. Os homens esqueceram a necessidade de tal comissão divina na época em que vivemos, mas a necessidade existe do mesmo modo. É tão necessário hoje que os homens sejam devidamente comissionados a fim ¶
de pregar o evangelho aceitavelmente, e de administrar devidamente as ordenanças do evangelho, como em qualquer outra época, e nenhum homem pode ministrar, notai bem, em nome do Senhor Jesus Cristo, e ter seu ministério santificado e aprovado por nosso Pai nos céus, a menos que seja chamado por Deus para pregar o evangelho. Não posso chamar a mim mesmo. Essa é a doutrina do mundo, que os homens podem sentir dentro de si: "Ora, sou chamado para clamar arrependimento entre o povo." Isso não é verdade; esse é o plano do adversário, para cegar os olhos da raça humana, a fim de que sejam cuidadosamente conduzidos à destruição. Muitos homens se iludem com o pensamento de que são chamados sem terem sido ordenados e designados pela voz do Deus vivo. Que diz a Escritura? "E ninguém toma para si essa honra, senão o que é chamado por Deus, como Aarão." Assim escreveu o apóstolo inspirado, e assim ensina o "mormonismo". Esta é a doutrina referente à autoridade, tal como foi ensinada pelos apóstolos no meridiano do tempo. A mesmíssima doutrina é ensinada pelos apóstolos de hoje. A autoridade divina não pode ser assumida por nenhum ser humano, sem provocar o desagrado do Senhor. ¶
Quando consideramos a autoridade terrena, compreendemos a questão com muita facilidade. Não há ninguém nesta congregação que imagine que algum homem nesta terra possa sentir em seu coração: "Fui chamado para ser juiz no Estado de Utah, tenho esse sentimento dentro de mim." Ora, até os meninos e meninas pequenos entenderiam que, se um homem apresentasse tal alegação e tentasse sustentá-la, havia algo de errado com ele mentalmente. Juízes não são nomeados por terem um chamado ¶
que venha de dentro do indivíduo. Um homem não pode nem mesmo ser policial de uma cidade, ou condestável de um condado, por tal sentimento tomar posse de sua mente. Ele deve ser nomeado pela devida autoridade, a autoridade que tem seu fundamento no povo. Determinamos como todos esses vários cargos devem ser preenchidos, e, para qualquer homem imaginar que pode preencher até mesmo o mais humilde desses cargos sem ser nomeado de acordo com a lei da terra, é apenas indício de fraqueza incomum em suas faculdades intelectuais. ¶
Quando chegamos às coisas de Deus, os homens parecem não conseguir compreender tão facilmente a necessidade da autoridade divina. Alguns sentem que está tudo certo os homens dizerem dentro de si mesmos que são chamados para ministrar em nome de Jesus Cristo, que a revelação e a ordenação para a outorga de autoridade não são essenciais. Mas a doutrina do evangelho é: "Não me escolhestes vós a mim" — as preciosas palavras de Jesus Cristo — "porém eu vos escolhi a vós, e vos designei, para que vades e deis fruto, [...] para que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda." Estudiosos da Bíblia, não é esta a doutrina dos apóstolos antigos? Em perfeita harmonia com isso está a doutrina do Profeta Joseph Smith, que nos declarou que João, o precursor do Senhor Jesus Cristo, apareceu, e impôs as mãos sobre Joseph Smith e Oliver Cowdery, e disse: "A vós, meus conservos, em nome do Messias, eu confiro o Sacerdócio de Aarão, que possui as chaves do ministério de anjos e do evangelho do arrependimento e do batismo por imersão para remissão de ¶
pecados; e ele nunca mais será tirado da Terra, até que os filhos de Levi tornem a fazer, em retidão, uma oferta ao Senhor." ¶
Tal é uma pedra fundamental do "mormonismo". Um anjo do alto, comissionado pelo autor do evangelho eterno, o Senhor Jesus Cristo, impondo as mãos sobre a cabeça do Profeta Joseph e conferindo-lhe autoridade. É uma pedra de alicerce; não pode ser derrubada. Tem resistido aos ataques feitos no passado. Nenhum ponto fraco foi encontrado nesta história do "mormonismo" a respeito da restauração da autoridade divina. Quando falamos da vinda do Pai e do Filho, quando falamos da vinda de João Batista, o precursor do Redentor, o ser que foi honrado com o alto privilégio de batizar o Filho de Deus, quando falamos de Pedro, Tiago e João, que vieram restaurar as chaves do Sacerdócio de Melquisedeque — os homens sobre quem esse Sacerdócio de Melquisedeque foi outorgado pelo Filho de Deus — cada um restaurando a autoridade que possuíra na mortalidade, é uma história de firmeza que nunca foi vencida, e nunca se encontrou nela qualquer ponto falho; e quero dizer-vos, meus irmãos e irmãs, que, com a restauração dessa autoridade que honramos, veio a promessa do Deus vivo de que a obra estabelecida sob a direção e pela autoridade deste Sacerdócio agora restaurado perdurará para todo o sempre. Essa é a promessa de Deus. Não será desarraigada, não será despedaçada, não se reduzirá a nada, mas perdurará. Estes homens assim testificam, eu assim testifico, agradeço a Deus com toda a minha alma, e sei do que falo. ¶
Pensei, quando começamos nossa reunião ao ar livre, num tempo, há muito, na Escócia, quando estive de pé num campo aberto, um rapaz missionário, com alguns tremores e com um pouco de medo e dúvida em minha mente; embora nascido na Igreja, e ensinado nos princípios do evangelho; quando vim ministrar em nome de Jesus Cristo, quando estava longe do pai e da mãe, longe de meu país e de meu povo, então saiu um clamor de minha alma: "Sou eu um servo de Jesus Cristo? Tenho eu autoridade para ministrar em nome do Redentor do mundo?" Esse pensamento me veio, e aquele clamor de ansiedade esteve em minha alma, até que Deus, em sua bondade e misericórdia, e em cumprimento de sua promessa, porque eu estava ansioso por conhecer a verdade, estava ansioso por cumprir meu dever e pregar o evangelho, revelou-me, pelo poder do Espírito Santo, a verdade deste evangelho; e os momentos mais felizes que já conheci em minha vida, os momentos mais felizes que espero experimentar no futuro de minha vida, têm sido e serão quando eu prestar testemunho, em nome do Senhor Jesus Cristo, de que Joseph Smith foi chamado por Deus para ser profeta, e foi ordenado apóstolo do Senhor Jesus Cristo, e recebeu o mandamento de organizar esta Igreja à qual demos nossa lealdade. ¶
Não é de admirar que honremos a autoridade, mesmo a autoridade de Deus, e honremos toda outra autoridade legítima, a autoridade em cada terra; porque é um artigo de nossa fé que "cremos na submissão a reis, presidentes, governantes, e magistrados; na obediência, honra, e manutenção da lei," onde quer que residamos. Temos honra por toda autoridade, honra pelo Presidente ¶
dos Estados Unidos, amor pela América. Ora, eu mesmo trago aqui um pequeno emblema, por dois filhos robustos que estão a serviço dos Estados Unidos. É claro que dilacera o coração quando eles se despedem. Dilacera o coração quando escrevem que" ? Não, não podemos dizê-lo, nós, o trabalho que temos em mãos, mas esperamos cumprir nosso 'dever, como homens, custe o que custar." Pensais que podemos chamá-los de volta, pensais que podemos dizer: "Ó filho, não deveis fazer isso"? Não, não podemos dizê-lo, só podemos dizer: "Avança, meu filho, no cumprimento do dever; consagra tua vida ao cumprimento do trabalho que te é pedido, até mesmo a entregar a tua vida, se for necessário, pois aquilo que Deus operou no estabelecimento deste grande Governo dos Estados Unidos da América deve ser mantido, tendo Deus declarado que levantou homens sábios e os inspirou para escrever a Constituição de nosso País, e para tornar firme, estável e segura a Constituição da América, e estender por fim a Liberdade a cada terra e a cada povo do mundo. O próprio Deus assim o disse, e é justo e agradável a seus olhos que todos os homens desfrutem da mesma liberdade. É por isso que damos nossos filhos, para que possam não apenas sustentar e manter as instituições de nosso País, mas também estabelecer o decreto de Deus, e trazer as bênçãos da terra a toda nação debaixo do céu. ¶
Presto testemunho da verdade. Sei do que falo. Não a obtive do ensinamento de pai e mãe, embora, graças a Deus, eu tivesse um bom pai e uma boa mãe, que criam na verdade e amavam a verdade. Mas, quando prestei testemunho a respeito da verdade deste evangelho. ¶
tive de obter esse conhecimento da mesma forma que pai e mãe o obtiveram antes de mim, por serviço, entregando meu coração a Deus. Não há outro caminho. Pai e mãe não puderam dar-me o testemunho e o conhecimento, por mais que o amassem, por mais que se esforçassem, só puderam apontar-me o caminho pelo qual eu deveria andar. Nesse caminho, eu mesmo finalmente cheguei a um conhecimento da verdade, revelado a mim pelo Senhor Deus, exatamente como fora revelado a meus pais antes de mim. O mesmo é verdade hoje. Não posso dar um conhecimento deste evangelho a meus próprios filhos e filhas. Só posso dizer-lhes: Esta obra não é minha obra, mas d'Aquele que me chamou para nela ministrar. Se fizerdes a vontade dele e provardes estas ordenanças e princípios do evangelho, sereis levados a um entendimento da verdade pela inspiração do Espírito Santo, e sabereis, da coroa da cabeça às plantas dos pés, que Deus falou e estabeleceu esta obra em que estamos labutando. ¶
Que Deus nos ajude a amá-la para todo o sempre, a manter seus princípios, a sustentar sua autoridade, e a cultivar, cada um de nós, a disposição de dizer, não apenas quando o Presidente da Igreja aparece, mas de dizer a toda autoridade, nas alas, nas estacas e nas missões: "Tenho prazer em honrar o homem a quem Deus honrou." Humildemente oro em nome do Senhor Jesus Cristo. Amém. ¶
A congregação cantou o hino "Faze o Que É Certo". ¶
A bênção final foi proferida pelo Élder Hugh S. Geddes, presidente da Estaca Oneida de Sião. ¶