Pulpit

Seria muito difícil para

Charles W. Penrose

Conferência Geral de Outubro de 1918·Sessão da Tarde do Primeiro Dia·1918-10-04

Seria muito difícil para mim, e creio que para qualquer um de nossos irmãos, expressar a alegria e a gratidão que brotam em nossos corações nesta manhã ao contemplarmos a figura e o semblante e ouvirmos a voz de nosso amado presidente.

O Amor do Povo pelo Presidente Smith

Temos sofrido com ele em sua enfermidade, e temos desejado ardentemente que ele fosse tocado pelo poder curador de Deus, de modo que seus dias pudessem ser prolongados na terra, e que ele pudesse ser poupado para estar novamente conosco, para nos dar instruções, para presidir a Igreja e todos os seus assuntos, como tão bem tem feito no passado; e o Senhor tem ouvido nossas orações, pelo menos na medida em que ele está presente conosco nesta manhã. Este tem sido o desejo dos Santos dos Últimos Dias em toda parte, e creio também o desejo de muitas pessoas que não são membros de nossa Igreja. Aprenderam a amar e respeitar o Presidente Smith, e tenho ouvido de muitos deles o desejo sincero de que se restabeleça plenamente. Nós o valorizamos não somente como um homem revestido do Santo Sacerdócio e que detém as chaves do reino de Deus na terra, mas o amamos por ele mesmo; e aqueles de nós que temos estado tanto tempo com ele no passado e conhecemos seus trabalhos desde a infância até o presente, sentimo-nos hoje muito gratos a Deus por ele estar conosco, e esperamos e desejamos que seus dias sejam ainda prolongados, que ele possa realizar tudo o que tem em seu coração fazer, e que sejamos abençoados com sua presença e seus ensinamentos.

Uma Congregação Representativa

Esta congregação, nesta manhã, e os que estarão presentes durante as sessões desta conferência, são pessoas representativas. Representamos a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias em todo o mundo. Temos aqui pessoas de todas as estacas de Sião, das várias missões no exterior, atuando em diferentes capacidades onde residem, e estão aqui para representar aqueles entre os quais vivem, além de estarem eles mesmos presentes. E esta é uma reunião muito importante. Espero que todos ouçamos com corações orantes e almas receptivas, para que possamos receber a palavra do Senhor por meio de nossa fé, e para que aquilo que ouvirmos possamos lembrar, e para que o espírito disso, se não as próprias palavras, seja levado a cada parte da Igreja onde residem estas pessoas representativas.

Nossa Obra é Diferente de Outras Organizações Religiosas

Esta obra em que estamos empenhados é totalmente diferente, em muitos aspectos, de qualquer outra organização religiosa no mundo. Devemos sentir isto em nossos corações, e o testemunho que temos recebido a esse respeito deve ter peso em nossas mentes. Toda pessoa que foi batizada nesta Igreja e confirmada como membro, e especialmente aqueles que foram ordenados a qualquer ofício no sacerdócio, têm uma missão a cumprir no mundo. Este evangelho deve ser enviado a toda nação, tribo, língua e povo. Esta foi a voz do anjo que veio ao Profeta Joseph em sua juventude, revelando o lugar onde estavam as placas, cuja linguagem foi traduzida para o inglês e chamada de Livro de Mórmon. Temos o evangelho para apresentar ao mundo, a todas as nações, a toda classe e tipo de pessoas, ao mundo cristão e ao mundo pagão, aos pregadores tanto quanto ao povo. Embora não desprezemos os ensinamentos de homens de bem nas várias seitas cristãs ou nas várias seitas do paganismo, quando se esforçam por esclarecer as mentes da humanidade, quando desejam beneficiar o povo, sentimos em nossos corações abençoá-los na medida em que forem sinceros e diligentes em seu trabalho; ao mesmo tempo, não devemos perder de vista o fato de que esta organização à qual pertencemos, da qual somos membros e na qual devemos ser obreiros ativos, é a única Igreja sobre a face da terra da qual o Senhor declarou estar satisfeito, muito satisfeito, quando o povo faz o que é certo, que esta é a única Igreja de Jesus Cristo sobre a face da terra. Não poderia haver uma dúzia, nem sequer duas, igrejas diferentes de Cristo. Não poderia haver duas religiões diferentes vindas de Deus, o

Pai. Nosso bom senso nos diz isto, ainda que não houvesse revelações específicas a esse respeito.

A Missão da Igreja

Devemos compreender que somos chamados por Deus para sermos servos do Senhor Jesus Cristo, para seguirmos seus passos tanto quanto nos for possível; que devemos incorporar seu caráter, que devemos observar a lei da obediência a Deus como ele a observou; compreender que viemos aqui não para fazer nossa própria vontade, a não ser que seja igual à vontade de Deus, em conformidade com ela, em harmonia com ele e seus propósitos; que viemos aqui com este propósito, para aprender os caminhos de Deus e trilhar o caminho que ele nos traça. E a Igreja está organizada para este fim, para levar e enviar o evangelho de Jesus Cristo, o evangelho da salvação, a todos os povos sobre a face da terra, a todo país, às ilhas do mar, aos continentes, e a toda parte deste globo onde há pessoas habitando. Esta é a nossa missão, e aqueles de nós que não podem ir para lá devem fazer tudo o que estiver ao seu alcance, de todo o coração, para enviar o evangelho até lá; e, como o Presidente Lund nos insinuou nesta manhã, quando homens capazes, homens capazes de levar este evangelho e pregá-lo com clareza, com autoridade e no poder de Deus, não têm condições financeiras para cumprir este dever, devem ser auxiliados por seus irmãos e irmãs em casa. Já provamos como é relativamente fácil arrecadar fundos para diferentes propósitos, propósitos dignos. Israel tem respondido ao chamado da Nação. Isto é correto, faz parte de nosso dever, mas apenas nos mostra o que podemos fazer quando recebemos o espírito de uma obra; e há meios suficientes que podem ser arrecadados entre as fileiras de Israel para enviar tantos élderes quantos formos capazes de enviar nestes tempos, ao exterior, no mundo, e para sustentá-los ou sustentar suas famílias em casa enquanto estiverem fora.

O Dever dos Setentas

Poderia dizer que esta obra deveria, em minha opinião, recair em grande parte sobre os diferentes quóruns de setentas na Igreja. Esta é uma organização maravilhosa em todos os aspectos, e os setentas, esses élderes que são chamados para compor os quóruns de setentas, élderes presididos, cada quórum, por sete de seu número, deveriam ter em seus corações o propósito de levar este evangelho aos confins da terra. É para isso que existem; esse é o seu chamado especial. Todo élder recebeu autoridade de Deus para possuir o Sacerdócio de Melquisedeque e ser um ministro do Altíssimo, seja como ministro permanente nas estacas de Sião, seja enviado por autoridade própria a diferentes partes do mundo; mas, especialmente, os setentas na Igreja são chamados, designados e ordenados para pregar o evangelho aos confins da terra sob a direção dos Doze apóstolos.

Isto faz parte do sistema ao qual pertencemos. Que belo sistema é este! Nele há provisão para levar o evangelho ao exterior e para pregar ao povo em casa, e para colocar em ordem o povo em todas as diferentes partes de Sião, e para o estabelecimento dos propósitos do Todo-Poderoso, tudo em perfeita ordem. Se todos vós vos mantivésseis na ordem estabelecida por revelação do alto, não haveria problemas entre nós, todos os poderes e autoridades investidos nos diferentes chamados na Igreja funcionariam em perfeita harmonia, e assim é, em grande medida. Só temos, de vez em quando, uma pequena perturbação de pessoas que não estão plenamente informadas, ou que se tornam ambiciosas, desejando sair de seu lugar e fazer aquilo para o que não foram designadas.

Nossa Autoridade É Divina

Ora, meus irmãos e irmãs, nesta manhã regozijo-me no testemunho que tenho em meu coração da divindade desta obra, e deste grande fato de que representamos a única Igreja sob a direção pessoal de Jesus Cristo, nosso Redentor, a qual é reconhecida no alto. O poder e a autoridade vieram do alto aos líderes desta Igreja para selar na terra, e o que eles selarem na forma estabelecida será selado no céu; para desligar na terra quando se tornar próprio e necessário, e será desligado no céu. Trabalhamos em conjunto com os poderes do alto. A autoridade que o Senhor nos deu é autoridade divina. Não é a autoridade dos homens, embora seja dada aos homens. Os homens são chamados e ordenados a diferentes ofícios no santo sacerdócio para que trabalhem pela salvação das almas, não somente pelos vivos, mas também pelos mortos.

O Dever do Presente

Nossa obra remonta a nossos antepassados, a gerações anteriores, tanto quanto pudermos alcançar. Ela também avança em benefício de nossa posteridade, e estamos aqui na terra entre estes dois mares, não mares "sem limites", como costumávamos cantar em um dos velhos hinos sectários — "Sobre dois mares sem limites eu estou" era um dos cânticos que se costumava cantar nas antigas igrejas dissidentes; claro que isso é um absurdo — mas de fato estamos entre o passado e o futuro. Nós, que estamos aqui hoje no presente, não temos apenas o dever de cumprir, levando o evangelho de Jesus Cristo, tal como foi restaurado nos últimos dias, a todo o mundo, mas também de trabalhar pela salvação de nossos antepassados, cuidando das ordenanças por eles, que agora não podem realizar, estando no mundo espiritual; também de lançar um alicerce para que nossa posteridade trilhe nossos caminhos, na medida em que fizermos o que é certo, para aprender a guardar os mandamentos de Deus e, quando partirmos, para levar este reino adiante e conduzi-lo à sua consumação sob a direção de Jesus Cristo, nosso Redentor, que é perfeito em sua obediência ao grande Pai Eterno a quem adoramos.

Doutrinas Reveladas por Deus

As doutrinas da Igreja que nos foram dadas foram reveladas por Deus. A doutrina da fé — fé verdadeira, não mera crença, mas fé real e de toda a alma no Ser Supremo, o Pai de todos nós em nosso estado espiritual; ter fé nele e em seu Filho Jesus Cristo, que o representa plena e completamente em personalidade, em aparência, em forma, em feição, em espírito e em poder, e que foi designado para ser a manifestação de Deus na carne. Ele encerrou sua missão na terra; ele está

cumprindo-a no alto; ele guardou todo mandamento de Deus antes de vir ao mundo; ele guardou os mandamentos de Deus enquanto esteve aqui, e tem continuado sujeito a seu Pai nos céus, de modo que os dois são um, e o Espírito Santo, a terceira pessoa da santa Trindade — uma personagem de espírito — é um com eles; e pelo poder que emana da Divindade os mundos são criados e povoados e conduzidos de estágio em estágio em progresso rumo à perfeição, todos para serem obedientes aos princípios eternos do bem personificados nas personagens da Trindade, nosso Pai, nosso Irmão Mais Velho, e o Espírito Santo. Deles procede aquela essência ou espírito universal, o Espírito Santo, que está "em todas as coisas e através de todas as coisas e ao redor de todas as coisas", e, como nos é dito na revelação de Deus a nós, "é a lei pela qual todas as coisas são governadas".

O Senhor nos revelou, por meio do profeta Joseph, que pelo poder daquele Espírito ele criou todas as coisas, primeiro espiritualmente e depois temporalmente. Isso é ilimitado; onde quer que haja espaço, ali está aquele Espírito, de modo que há reinos em toda parte, como diz a revelação: "Não existe espaço em que não haja reino; e não existe reino em que não haja espaço"; e este Espírito universal, que é o Espírito da vida, o Espírito da luz, o Espírito da verdade, é o princípio vital que anima todas as coisas organizadas sob a direção de nosso Pai e daqueles associados a ele, e é o único Espírito eterno pelo qual as coisas que são espirituais se manifestam às que são temporais. Ora, esse Espírito está com os Santos em suas formas mais elevadas, em seus dons mais elevados, em suas manifestações mais elevadas. Ele é selado sobre nós pela imposição das mãos depois de sermos batizados, como um dom celestial, um testemunho permanente, e a doutrina da fé em Cristo deve ser ensinada a todo o mundo tão claramente quanto pudermos torná-la, para vencer as falácias existentes no mundo — nas nações cristãs e nas nações pagãs — acerca de uma divindade impessoal, acerca de algo que é nada, uma contradição absoluta, para que o erro seja dissipado, para que a escuridão seja removida das mentes dos filhos dos homens, e a luz do evangelho eterno brilhe neles, para que aprendam algo acerca de Deus, seu Pai, algo acerca de sua origem, algo acerca de seu dever, e algo acerca de seu destino.

Todo Homem Deve Aprender Seu Dever

Esta obra pertence a nós que estamos aqui hoje, e àqueles que representamos nas diferentes partes da Igreja, e todo homem deve aprender sua posição no sacerdócio que lhe foi dado, aprender seus deveres. Ele pode ler a maior parte deles na Doutrina e Convênios, que Deus nos deu como um livro sagrado, um dos padrões escritos da Igreja, que, juntamente com a Bíblia, o Livro de Mórmon e a Pérola de Grande Valor, compreende os padrões escritos. E não somos obrigados a aceitar todo livro que alguém publica com suas próprias opiniões e noções pessoais para desviar as pessoas e glorificar a si mesmo. Todo homem deve aprender seu dever a partir daquilo que Deus revelou, e há bastante revelado para nos permitir compreender nossos chamados, nossos deveres, nossos poderes no sacerdócio, e seus limites. Devemos defender a liberdade de cons-

ciência, e a liberdade de expressão e de boa lei. A liberdade de expressão não deve ser estendida à licenciosidade, seja pela palavra falada ou pela imprensa, mas aquela liberdade que Deus designa para seus filhos terem está incorporada no Evangelho de Jesus Cristo, de modo que nosso evangelho é um evangelho de liberdade. Ele prega a liberdade do pecado, mostra como as pessoas podem arrepender-se, como podem afastar-se das más ações, de modo a preservar tanto seus corpos quanto seus espíritos em pureza diante do Senhor, para que possam ser vivificados por seu Espírito e aprender dele, e entrar em doce comunhão com ele, e aprender, pelas revelações do Espírito Santo a cada um individualmente, o que lhes é exigido fazer. Todo homem deve compreender isso. Além disso, há ordem na Igreja, pela qual a lei do Senhor pode ser dada a conhecer aos membros da Igreja, e o homem que está à cabeça detém as chaves disso. Se todos nós fizéssemos isso, evitaríamos muitos problemas e realizaríamos muito bem.

Nossa Igreja É Divina

Ora, desejo nesta manhã, em meu coração, que todas as pessoas que assistem a esta conferência saiam sentindo que o fato lhes está claro na mente e ardendo em suas almas, de que esta Igreja à qual pertencemos é uma Igreja divina. Não é uma igreja de homens. É uma Igreja de Deus, revelada por Jesus Cristo e por aqueles que ele designou. Ele visitou pessoalmente o Profeta Joseph, e o próprio sacerdócio veio do alto, e foi conferido pela imposição das mãos sobre o Profeta Joseph, por seres que detinham as chaves, e desceu dele até nós, e é o mesmo para nós que foi para ele e para os irmãos associados a ele no início da Igreja. É chamado o sacerdócio segundo a ordem de Melquisedeque, porque Melquisedeque foi um sumo sacerdote muito grande e eficaz, e o sacerdócio segundo a ordem de Arão é assim chamado porque ele foi, em grande medida, um sacerdote fiel e líder. Algumas coisas que ele fez estavam erradas, assim como fez Moisés, e foram castigados por suas transgressões e fraquezas, mas este é o sacerdócio que eles possuíam, e é a única autoridade que Deus deu ao homem na terra para representá-lo e administrar as ordenanças da Igreja em nome do Senhor Jesus Cristo, ou em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, naquelas coisas que o Senhor exigiu especialmente que fossem feitas nessa ordem.

Nosso Dever Diante Deste Conhecimento

E esta obra deveria estar arraigada em nossos corações. Temos um dever a cumprir. Estamos aqui para cumpri-lo. É para isso que estamos aqui na terra. O Senhor reteve nossos espíritos para esta dispensação, para que pudéssemos vir aqui e ajudar na edificação de seu reino e na realização de seus propósitos, os quais estão todos ligados à redenção da raça humana, como o Presidente Lund nos disse nesta manhã, para a salvação de toda a humanidade, com apenas poucas exceções. Tudo o que puder ser salvo será salvo, e somente aqueles que se rebelarem totalmente contra os princípios da salvação serão, por fim, perdidos e "irão com o diabo e seus

anjos na eternidade, para sofrer a ira de Deus"; eles receberão a penalidade que lhes cabe, mas todos os demais hão de ressuscitar, cada homem em sua ordem, e serão julgados segundo suas obras, e quando tiverem recebido a devida penalidade, ou tiverem sido perdoados por meio de um arrependimento profundo, sincero e verdadeiro, e se voltarem para Deus e dobrarem os joelhos e estiverem dispostos a fazer tudo o que o Senhor manda, então todos estes poderão ser elevados a algum lugar ou posição onde possam glorificar a Deus, e desfrutar de sua própria existência, e unir-se com os de sua espécie no reino ou ordem a que forem designados, e no qual receberão um grau justo de glória.

Esta é uma obra grande e poderosa porque é divina, e devemos levar este conhecimento conosco. Embora tratemos a todos no mundo com o devido respeito, respeitando seus sentimentos, respeitando suas noções e ideias, na medida em que sejam dignas de algum respeito — não desejamos interferir no modo de adoração ou em qualquer coisa lícita em que se envolvam — ao mesmo tempo, temos de lembrar o fato de que somos o povo do Senhor, e que estamos aqui e fomos batizados em sua Igreja, e ordenados ao sacerdócio ou designados nas diversas sociedades auxiliares, para que possamos ser salvadores de homens, mulheres e crianças, e para que possamos plantar na terra uma estrutura que não pode ser desarraigada, cujos benefícios chegarão à nossa posteridade e alcançarão nossos antepassados por gerações passadas. É uma obra esplêndida. Não há linguagem em que sua grandeza possa ser devidamente exaltada, glorificada e explicada, porque é divina, e traz a marca da divindade em cada parte de seu organismo, em todas as suas doutrinas, preceitos, ordenanças e cerimônias, todas as quais vêm de Deus e não do homem.

Nossa Missão É a Salvação das Almas

Ora, irmãos e irmãs, esta é a nossa missão na terra: trabalhar pela salvação das almas, fazer o bem e não temer, permanecer, cada homem e cada mulher em seu lugar e posição, e trabalhar pela redenção da raça humana, sob a direção do Senhor Jesus Cristo, nosso Mestre. É uma obra esplêndida na qual estar empenhado. Estou nela há muito tempo, e posso dizer que sinto mais alegria, e sempre senti, em levar o evangelho a pessoas distantes, ou em pregá-lo às pessoas em casa, quando tenho o espírito disso, do que em qualquer outra coisa em que já estive envolvido. Há uma alegria, uma satisfação completa e um contentamento de alma em trabalhar por esta causa, que não acompanha nenhuma outra coisa no mundo. Esta será nossa recompensa aqui mesmo, ainda que não recebamos outra paga, além da glória que há de vir; oh, se ao menos pudéssemos expressar o que vemos e sentimos disso, creio que entusiasmaríamos outras pessoas. Creio que as inspiraríamos a obras de retidão, e a se unirem e realizarem os propósitos do Todo-Poderoso, porque esta obra há de continuar para todo o sempre, e não tem fim. Esta obra continuará nos mundos que hão de vir, e nossa posteridade, se for devidamente instruída no caminho certo e trilhar a senda da retidão, ajudará a levá-la adiante, geração após geração, eternidade após eternidade, e não tem fim.

Casamento Eterno ou Celestial

Uma das maiores manifestações da mente e vontade de Deus a esta Igreja está na doutrina revelada ao Profeta Joseph Smith sobre o casamento eterno ou celestial. Isto deveria ser gravado nas mentes de nossos filhos, nossos rapazes e nossas moças. Não apenas como uma questão de dever deveriam receber a ordenança do matrimônio eterno, mas como uma grande alegria, como um privilégio. Deveriam ser gratos em seus corações por poderem ser dignos de receber aquela grande bênção — um homem ter uma esposa selada a ele pela santa ordem de Deus, por aquilo que é desde toda a eternidade, pelo poder do sacerdócio eterno, que é sem princípio de dias nem fim de anos, e que isto será registrado na terra e registrado no céu. Será selado na terra pelo poder do Altíssimo em homens designados para realizá-lo, e selado no céu para permanecer para sempre, tanto além do véu quanto na ressurreição e depois dela, diz o Senhor vosso Deus. Que privilégio para homens e mulheres serem selados juntos pela santa ordem de Deus em santo matrimônio, amando-se mutuamente de todo o coração, deixando de lado todo sentimento de discórdia que possa surgir, dominando todo sentimento de personalidade em que discordem, procurando harmonizar-se no lar e edificar sobre um alicerce que jamais será destruído, para que os filhos que vierem depois deles surjam em pureza para servir ao Senhor, para espalhar seu evangelho no mundo, e no mundo vindouro estejam com eles na santa ordem patriarcal da relação familiar, e que se multipliquem, mundos sem fim, em sua posteridade, em conhecimento, em sabedoria, em entendimento, em domínio, em poder, em glória, e em íntimo relacionamento com o grande Pai Eterno e seres de seu caráter. É isto o que está envolvido nesta esplêndida ordem do casamento celestial.

Quando falo de "casamento celestial", refiro-me exatamente ao que podemos ler a respeito na seção 132 da Doutrina e Convênios. É dado como um mandamento; isto é, este casamento celestial, que é o casamento eterno, casamento para o tempo e toda a eternidade. Isso é necessário para que um homem e uma mulher alcancem o grau mais elevado de glória no mundo celestial. Se não o recebem em seus corações, estão condenados, porque, se não o recebem, então não podem avançar mais; suas relações terminarão na morte. Mas se são unidos pela santa ordem de Deus, por aquele poder que é desde toda a eternidade, ordenado, como disse Jesus, por ele e seu Pai antes que o mundo existisse, isso perdurará na morte e perdurará na ressurreição e depois dela. Os filhos, a posteridade das pessoas assim unidas, pertencerão a eles, uns aos outros, e com essa ordem progredirão em todas as coisas e terão uma posteridade sem fim enquanto as eras eternas se desenrolam. Isto é um privilégio. Não precisamos classificá-lo apenas como um dever, embora o seja, pois é um mandamento de Deus.

Casamentos Plurais Não São Mais Solenizados

Há outra parte daquela revelação que se refere a outras ordens dentro dessa santa ordem de casamento, que está sob direção especial, cujo poder e chaves estão confinados a um único indivíduo, que é o

Presidente da Igreja. Lede-a com cuidado. As chaves desse poder são dadas somente a um homem de cada vez na terra, e vereis, algum dia, se não puderdes agora, a sabedoria dessa lei. Ele detém a chave desse poder, e quando ele a gira, como fez o Irmão Woodruff, fecha-se a porta. Ele emitiu um manifesto, adotado pela Igreja, de que os casamentos plurais não deveriam mais ser solenizados, porque o mais alto tribunal, a corte de última instância nesta terra, julgou as leis que haviam sido promulgadas pelo Congresso, e as declarou constitucionais; então nos submetemos à lei da terra, como nos é ordenado nas revelações de Deus, e à autoridade que pertence ao único homem, segundo a lei de Deus. Ora, então, quando ouvirdes falar de pessoas — quero referir-me a isso da forma mais clara possível, e considero necessário fazê-lo por causa de alguns acontecimentos recentes — quando homens andam por aí e sussurram aos ouvidos das pessoas que isso está tudo bem se puderem mantê-lo em segredo; mantê-lo escondido do homem que detém as chaves — pensai nisso! — se puderdes escondê-lo dele, não lhe digais nada a respeito; está tudo bem. Tal engano já foi exposto e condenado várias vezes, mas está voltando a surgir.

O Presidente Lorenzo Snow, no ano de 1900, no dia 8 de janeiro, emitiu uma declaração pelo Deseret News, anunciando que os casamentos plurais estavam terminantemente proibidos. Eles já haviam cessado antes disso, é claro, e a congregação reunida em conferência endossou a decisão do Presidente Wilford Woodruff, que detinha as chaves, de que esse tipo de casamento não deveria mais ser permitido. O Presidente Lorenzo Snow, na data mencionada, publicou no Deseret News uma declaração nesse sentido e disse aos irmãos em toda parte que, se entrassem nesse tipo de casamento, o fariam por sua própria conta e risco perante a lei, pois a lei é contra isso, tanto a lei da terra quanto a lei da Igreja; e quando as pessoas são enganadas e levadas a alguma relação de casamento plural por pessoas que pretendem ter direito de fazê-lo, elas são desencaminhadas, e receio que, quando o são, estejam bastante dispostas a se deixarem desencaminhar, ao menos em alguns casos, mas há hoje em dia apenas alguns poucos casos desses de que se tem notícia, e ainda assim eles continuam. Há pessoas que afirmam possuir o sacerdócio e que andam entre o povo dizendo-lhes que está tudo bem e que isso pode ser feito.

O Presidente Joseph F. Smith, em 1904 — ele já havia falado a esse respeito antes, mas então emitiu uma manifestação pública que também foi publicada no Deseret News, proclamando a toda a Igreja que não havia um único homem na Igreja que tivesse qualquer direito de administrar essa ordem de casamento, e ainda assim tais coisas têm sido feitas desde então, e agora ouvimos dizer que isso está ressurgindo novamente, e há pessoas que andam entre o povo tentando desencaminhá-lo a esse respeito. Permiti-me ler-vos um trecho ou dois. Eis o que disse o Presidente Lorenzo Snow em 8 de janeiro de 1900:

"Considero justo, tanto para com os 'mórmons' quanto para os não 'mórmons', declarar que, de acordo com o manifesto do falecido Presidente Woodruff, datado de 26 de setembro de 1890, o qual foi apresentado e unanimemente aceito por nossa conferência geral em 6 de outubro de 1890, a Igreja abandonou terminantemente a prática da poligamia, ou a solenização de casamentos plurais, neste e em todo outro estado, e que nenhum membro ou dirigente dela tem qualquer autoridade para realizar tais casamentos plurais ou entrar em tal relação."

Eis o que foi dito sob a assinatura do Presidente Smith:

"Visto que há numerosos relatos em circulação de que casamentos plurais têm sido contraídos contrariamente à declaração oficial do Presidente Woodruff, de 26 de setembro de 1890, comumente chamada o Manifesto, o qual foi emitido pelo Presidente Woodruff e adotado pela Igreja em sua conferência geral, de 6 de outubro de 1890, que proibia qualquer casamento que violasse a lei da terra, eu, Joseph F. Smith, Presidente da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, por este meio afirmo e declaro que nenhum casamento desse tipo tem sido solenizado com a sanção, consentimento ou conhecimento da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Anuncio por este meio que todos esses casamentos são proibidos, e que, se qualquer dirigente ou membro da Igreja se dispuser a solenizar ou contrair tal casamento, será considerado em transgressão contra a Igreja, e estará sujeito a ser tratado de acordo com as regras e regulamentos dela, e a ser excomungado dela."

Diante disso, foi unanimemente adotada a seguinte resolução quando esta instrução e decisão do Presidente da Igreja foi apresentada:

"Resolve-se que nós, os membros da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, reunidos em conferência geral, por este meio aprovamos e endossamos a declaração e proclamação do Presidente Joseph F. Smith, recém-feita a esta conferência acerca dos casamentos plurais, e apoiaremos os tribunais da Igreja no cumprimento dela."

Em 31 de janeiro de 1914, foi enviada uma mensagem a todos os presidentes de estaca e conselheiros, assinada pela Presidência da Igreja, Joseph F. Smith, Anthon H. Lund e Charles W. Penrose, dizendo:

"Tendo motivos para crer que alguns membros da Igreja estão secretamente empenhados em aconselhar e incentivar outros a contrair casamentos não autorizados e ilegais, julgamos aconselhável chamar vossa atenção para a comunicação que vos dirigimos sobre este assunto em 5 de outubro de 1910, cuja cópia segue anexa; e, acreditando, como cremos, que essas pessoas estão na origem de todas as violações mencionadas em nossa comunicação, dirigimos vossa atenção especial a elas, com o pedido de que qualquer informação que recebais, de tempos em tempos, referente a casos desta natureza, seja acompanhada e investigada, com vistas a que esta classe de infratores seja levada a julgamento quanto à sua comunhão na Igreja, pois os consideramos igualmente culpados quanto os infratores propriamente ditos. Fazei o mesmo pedido a vossos bispos."

Ora, talvez se pense que não havia necessidade especial de falar sobre isso nesta conferência pública, mas sinto que é um dever que recai sobre mim, porque tenho ouvido tantas histórias que se contam a esse respeito que pensei que deveria ser apresentado a esta congregação, e espero não ter pisado nos pés de nenhum de meus irmãos ao fazê-lo. Sei que esta é a mente e a vontade deles, e sei que há muitos membros de nossa Igreja que apontam certas pessoas e dizem saber que essas pessoas foram casadas em casamento plural, isto é, foram unidas — pois não há casamento nisso — em casamento plural, mas não relatam isso de uma forma que permita que essas pessoas sejam devidamente tratadas. Há ordem nesta Igreja, como há em todas as obras de Deus, e há tribunais apropriados aos quais essas coisas deveriam ser apresentadas. Os bispos, como juízes comuns em Israel, podem tratar de tais casos, e, quando encontram as evidências, quando a prova lhes é dada, podem retirar a mão de

comunhão dos infratores, e podem encaminhar os casos de homens que possuem o sacerdócio, e que se comprovou estarem transgredindo desta forma, ao sumo conselho da estaca em que residem, e é dever dos sumos conselhos nas respectivas estacas de Sião agir sobre esses casos quando assim apresentados.

O Conselho dos Doze, que é um sumo conselho viajante e presidente, tem tido de tratar de alguns desses casos e já agiu sobre eles, mas os Doze nem sempre estão em posição de fazer isso, e quando as pessoas dizem: "Ah, a Igreja sabe disso, a Igreja sabe disso", elas se enganam; a Igreja não sabe, e, se souberem, é dever delas levar o assunto às autoridades competentes e fazer com que seja tratado, e cessar essa conversa de que a Igreja o sabe. Todo caso desse tipo, quando as pessoas fazem tais comentários, é uma ofensa ao Presidente da Igreja, que detém as chaves, e insinua-se que ele tem uma coisa para o público e outra em particular; isso é uma falsidade perversa, e eu a denuncio como tal. Sei que o Presidente Smith é a própria alma da honra. Sei que ele permanece em seu devido lugar e detém as chaves desse poder, e que, se ele julgasse próprio dar apoio a tais coisas de alguma forma, o faria com a maior ousadia do mundo. Não conversei com ele sobre este ponto específico, nem nesta manhã nem em qualquer época recente, mas sei que este é o seu pensamento, e creio que é um bom momento para falar disso agora.

A Situação das Pessoas Que Contraem Casamento Sem Autoridade

Irmãos e irmãs, quando entramos em qualquer ordem que Deus estabeleceu, temos de fazê-lo apropriadamente, com retidão, no espírito correto, e o homem que detém as chaves é o único que tem o direito de regulamentar o assunto. Não acrediteis nessas histórias que homens que procuram satisfazer sua própria luxúria estão espalhando entre o povo, mas procurai guardar a pureza de nossas moças inocentes, muitas das quais nunca ouviram falar de tais coisas, e essas coisas lhes são sussurradas ao ouvido por alguma pessoa mal-intencionada que é um rebelde, um rebelde contra a Igreja de Cristo e um rebelde contra as leis da terra — refiro-me às leis de Utah. As leis de Utah proíbem essas coisas. As leis de Utah preveem uma penalidade muito severa para qualquer pessoa que solenize tal casamento, uma penalidade muito severa para o homem que contrai tal pretenso casamento. Não é reconhecido como casamento, mas é chamado de casamento para que os casos possam ser julgados em tribunal. De modo que um homem que anda por aí e faz isso, seja solenizando tal coisa, seja defendendo-a, é um rebelde contra a Igreja e um rebelde contra o país, o estado a que pertence. Isso pode soar como linguagem bastante severa, mas não expressa plenamente meus sentimentos e os sentimentos de outros a respeito de tais pessoas. Ora, espero que haja apenas alguns poucos casos existentes entre o povo aos quais me referi, porque é algo sério ter pessoas que imaginam estar casadas quando não houve casamento real, nenhum casamento segundo a Igreja, nenhum casamento segundo as leis da terra; e, no entanto, vivem juntas com todos os privilégios do matrimônio. Isso é errado, desagradável ao Senhor, desagradável àqueles que estão em autoridade na Igreja, e ofensivo a muitas pessoas que são cercadas por tais indivíduos e têm de encontrá-los quase todos os dias. Eu diria a meus irmãos no sacerdócio que, embora desejemos estender a mão da bondade às almas arrependidas, embora não desejemos colocar nenhum obstáculo no caminho de um pecador arrependido, seja no tempo, seja na eternidade, não se segue disso que, quando tais pessoas realmente se arrependem, devam ser colocadas em posição elevada para serem alvo de respeito do povo em lugares de destaque. Pensai bem nisso. O arrependimento é correto, e o incentivo ao arrependimento é correto, e o perdão aos pecadores é correto. Deus perdoa o pecado quando as pessoas se arrependem devidamente, mas isso não implica que devam ser colocadas em posições elevadas para serem alvo de respeito para pessoas que sentem que essas pessoas estiveram em transgressão.

O Espírito de Deus Como Testemunha Constante

Ora, irmãos e irmãs, cumpramos todos o nosso dever. Regozijemo-nos no Senhor. Sintamo-nos alegres nesta esplêndida obra do Senhor que foi estabelecida. Façamos tudo o que estiver ao nosso alcance para difundir o evangelho, levando-o ou enviando-o aos confins da terra. É uma obra gloriosa levar esta mensagem de salvação, trazer almas, almas honestas, ao conhecimento da verdade e à Igreja de Cristo, batizá-las para a remissão de seus pecados, e seus pecados são lavados: assim como a água lava seus corpos, também suas almas são purificadas, seus seres espirituais purificados e revigorados, e nascem para Jesus Cristo, e se tornam parte dele, ou de seu corpo, a Igreja; e então, pela imposição das mãos, é-lhes conferido o dom do Espírito Santo, como um dom de Deus, o Espírito Santo para estar com elas como testemunha constante, como testemunho permanente, como a luz de Deus, acesa em suas almas, e para capacitá-las a se aproximarem do Senhor e a receberem as revelações de sua vontade a respeito de si mesmas, mas não para governar a Igreja, a menos que sejam designadas para isso. Ora, isto é algo esplêndido, e é uma realidade. Sei que é verdadeiro. Sei que "funciona", como se costuma dizer, em toda terra a que é levado. Pessoas de diferentes idiomas, países e costumes, a quem tive o privilégio de dar meu testemunho, que abraçaram o evangelho, receberam este mesmo espírito, que dá o testemunho de Jesus, e isto é uma realidade e não tem nada de ilusório. É a luz do Sol da Justiça. É a glória de Deus que resplandece ao redor delas. Enche a alma de paz. Dá-lhes um testemunho permanente da vida, da morte e da expiação do Senhor Jesus Cristo, da autoridade divina do Profeta Joseph Smith, da autoridade divina dos élderes de Israel que possuem este sacerdócio, e é algo real na alma do homem.

Testemunho e Bênçãos

Agradeço a meu Deus, nesta manhã, no meio desta congregação, por este conhecimento. Desejo que ele repouse sobre o povo. Desejo que os Santos dos Últimos Dias percebam que são membros do corpo de Cristo, que todos estão sob convênio de andar em seus caminhos, de servi-lo e guardar seus mandamentos, e que, quando recebem o sacramento da ceia do Se-

nhor, renovam seus convênios com ele, declarando que estão dispostos a tomar sobre si seu nome, e a guardar os mandamentos que ele lhes deu, para que o Espírito Santo possa estar sempre com eles. Que bênção! Que grande dom de Deus, e é verdadeiro, tão verdadeiro quanto estarmos aqui nesta congregação nesta manhã.

Ora, que o Senhor abençoe seu servo, o Presidente Smith, e prolongue seus dias na terra em utilidade, segundo o pleno desejo de seu coração. O Senhor o abençoará no tempo e na eternidade, no corpo ou fora do corpo. Ele é um dos escolhidos de Deus antes da fundação do mundo, para vir aqui à terra e deter as chaves desta última dispensação, e ele levará consigo, aonde quer que vá, na terra ou no mundo espiritual, o poder, a força e a autoridade do Santo Sacerdócio segundo a ordem do Filho de Deus, para ser testemunha dele, para espalhar a verdade, a luz e a salvação entre os filhos dos homens, tanto quando estiverem fora do corpo quanto quando estiverem no corpo, e permanecer em seu lugar e posição como líder em Israel, com a glória de Deus a envolvê-lo para todo o sempre. Que Deus abençoe esta congregação, e, enquanto estivermos aqui reunidos nesta conferência, que o Espírito do Senhor inspire a todos os que falarem, para que possam proferir palavras de vida eterna, e que o Espírito Santo os acompanhe, e que todos possamos levá-lo conosco aonde quer que formos, como ministros de Cristo, exemplos tanto quanto pregadores da palavra, e permanecer em nosso lugar e posição e cumprir nosso dever em toda a sua extensão; então nossa glória é certa, nossa exaltação é certa, e será para todo o sempre. Amém.

Como citar este discursoCharles W. Penrose, “Seria muito difícil para”, Conferência Geral de Outubro de 1918, Sessão da Tarde do Primeiro Dia (1918-10-04). Pulpit Vault, 1918-10-03-charles-w-penrose-remarks. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).