O Espírito Santo, um Guia Espiritual e Temporal
Francis M. Lyman
Estou muito satisfeito, meus irmãos e irmãs, com esta oportunidade de me reunir com os Santos em conferência, e confio que o mesmo bom espírito que acompanhou os irmãos que nos falaram possa ser desfrutado durante esta reunião. ¶
A obra do Senhor é muito notável entre os povos da terra. Está atraindo atenção de todas as direções, e as doutrinas que abraçamos, que foram reveladas por meio do Profeta Joseph, atraem a consideração de muitas pessoas por toda a terra. Estas doutrinas são verdadeiras, e é a verdade que dá força a esta obra. Sua verdade é descoberta por muitos que mal têm a coragem de abraçar os princípios, e de empreender vivê-los. Algumas pessoas que conheci sentem que as verdades que proclamamos são boas demais para ser verdade, e observam que oferecemos demais, e propomos mais do que é razoável que homens mortais esperem e antecipem, nesse mundo, ou no mundo vindouro. Mas todos os que abraçam o Evangelho, com pleno propósito de coração, obtêm um testemunho da verdade das doutrinas. Obtêm também uma testemunha do próprio Senhor, uma testemunha do Pai e do Filho, e o registro é dado no coração dos filhos dos homens pela inspiração do Espírito Santo. Aquele Espírito tem a missão não apenas de dar testemunho do Pai e do Filho, e da verdade e divindade das doutrinas que abraçamos, mas Ele permanecerá conosco, não apenas em assuntos espirituais — assuntos pertinentes à igreja — mas em relação a todas as coisas, pois a verdade de todas as coisas, temporais e espirituais, é conhecida pelo Espírito Santo. Aqueles que fazem convênio com o Senhor, tendo se humilhado diante dEle, e se arrependido de seus pecados, como resultado de sua fé, e tomado sobre si o nome de Jesus Cristo, e empreendido servi-lO até o fim, tendo se arrependido de todos os seus pecados, recebem aquela testemunha e testemunho, e aquele Espírito permanece com eles sempre, por meio de sua fidelidade. Ele lhes dá estabilidade de caráter; dá-lhes entendimento e luz que não se possui de outra forma, e que não permanece com os Santos dos Últimos Dias, a menos que continuem fiéis, e muito humildes, mansos e humildes de coração. O Espírito do Senhor se ofende facilmente, se entristece facilmente, e é um empreendimento considerável para os homens viverem de tal maneira que aquele Espírito possa sempre ser uma fonte de inspiração, de revelação e luz para eles. É coisa difícil para os homens fazer o bem sempre, e quero vos mostrar, meus irmãos e irmãs, que o Senhor espera que o façamos. ¶
Ora, não quero tomar tempo demais, não quero lançar um fundamento demasiado amplo, mas vou ler um pequeno texto. Penso que ficarei satisfeito com este único e pequeno texto, se conseguir expô-lo ao vosso entendimento, o que creio que posso fazer com a ajuda do Senhor, e possivelmente trazer ao vosso entendimento uma melhoria em que possamos nos empenhar no futuro, tendo possivelmente vivido algo próximo disso no passado, mas podendo fazê-lo mais perfeitamente no futuro. O Senhor diz: ¶
"Em verdade eu digo: os homens" — isto é, todos os homens; desejo expor-vos esta palavra, nesta escritura, que os homens, todos os homens, Santos dos Últimos Dias e todos os demais — "devem ocupar-se zelosamente numa boa causa e fazer muitas coisas de sua livre e espontânea vontade e realizar muita retidão, pois neles está o poder" — o poder está em todos os homens — "e nisso são seus próprios árbitros; e se os homens fizerem o bem, de modo algum perderão sua recompensa." ¶
Ora, desejo causar esta impressão, meus irmãos e irmãs, de que "homens", o termo, a palavra, inclui as irmãs tanto quanto os irmãos — toda a humanidade, homens e mulheres — deveriam ocupar-se zelosamente numa boa causa, porque são seus próprios árbitros, e assim foram capacitados pelo Senhor, que é nosso Pai, de modo que deveríamos estar assim ocupados sempre. Não deveríamos estar empregados, em nenhum momento, em nenhuma ocasião, em lugar algum, fazendo algo que não seja uma boa causa. Onde fizemos coisas que não eram próprias e certas, e não eram uma boa causa, nos afastamos da obrigação e do compromisso que assumimos no princípio, e nosso princípio foi quando entramos em convênio com o Senhor. Falo agora de nosso princípio com esta obra dos últimos dias. Esta Igreja começou em 6 de abril de 1830, e vós começastes quando entrastes em convênio com o Senhor. Vosso fim será quando tiverdes deposto este corpo mortal, quando vosso trabalho tiver sido concluído, e vosso compromisso com o Senhor tiver sido cumprido. Comprometemo-nos, no princípio, a servir ao Senhor até o fim, até o fim de nossa missão mortal, nossa provação; por isso desejo causar esta impressão em todos os Santos dos Últimos Dias; e, se houver aqui alguns que não sejam Santos dos Últimos Dias, gostaria de causar a impressão neles também, de que eles também deveriam ocupar-se zelosamente numa boa causa, e realizar muita retidão. Isso está sendo feito hoje, no mundo, por muitíssimas pessoas, pois muita retidão é realizada por pessoas que não são de nossa fé. Muito bem está sendo feito; há muita virtude e moralidade, retidão e humildade, amor ao Senhor, amor à verdade, amor à retidão, nos corações dos filhos dos homens. Assim, meu apelo não é apenas aos Santos dos Últimos Dias, nesta tarde, mas a todos os homens e a todas as mulheres. Se qualquer homem ou qualquer mulher fizer o bem neste mundo, não perderá sua recompensa, seja ele Santo dos Últimos Dias ou não. Mas, se quiserem todo o bem, tudo o que o Senhor tem a lhes conceder, é necessário que tenham fé nEle, se arrependam de seus pecados, se humilhem diante de Deus, e entrem em convênio com Ele, como fizeram os Santos dos Últimos Dias, e então perseverem na fé até o fim de suas vidas. É possível, neste mundo — tomo isso do exemplo e da história de nosso irmão mais velho, Jesus — é possível que os homens façam o bem; creio que é bem possível que todos os homens façam o bem, realizem retidão. Creio que é bem possível que todos os homens se arrependam de seus pecados, por meio da fé. O Senhor é generoso e está disposto a conceder a todos os homens o princípio da fé, e, pelo seu arrependimento, afastando-se do pecado e realizando retidão, é bem possível que entrem em comunhão com o Senhor. É realmente possível que os homens façam o que é certo, e sejam perfeitos, como o próprio Deus é perfeito. ¶
Na esfera do pensamento, ao examinar minha própria experiência, e as oportunidades ao meu redor, no campo de atividade neste mundo, tenho me perguntado o que há, na terra, que um homem não possa fazer, que seja certo, e que deva ser feito, no que se refere à moralidade, à pureza e à retidão. Pode haver alturas que os homens não alcancem facilmente, pode haver obras difíceis de realizar, mas, no que se refere a sermos perfeitos em nossa vida, a serviço do Senhor, servindo nossos irmãos, trabalhando por eles e os abençoando, e fazendo o bem aos outros, como quereríamos que os outros nos fizessem, há algo que não possamos fazer? Não podemos ser sóbrios? Não podemos ser honestos, morais e retos? Não podemos realizar retidão e agir com justiça? Não consigo pensar em nada deste tipo que não seja possível para nós fazermos. Não consigo pensar num erro que eu já tenha cometido em minha vida, nem num erro que vós já tenhais cometido, do qual eu tenha sabido, em que não pudéssemos, tão facilmente, e melhor, ter feito o que era certo. Sempre foi assim comigo, eu poderia ter feito melhor. Sempre foi mais fácil para mim fazer o certo do que fazer o errado. As coisas que me puseram à prova, e que foram difíceis para mim, são os erros que cometi; mas, onde fiz o certo, senti-me bem recompensado, bem pago; isso me fez sentir confortável e feliz, me fez livre. Sempre me senti livre e confortável quando fiz o certo, e sempre me senti desconfortável, infeliz e escravo quando fiz o errado. Por isso, concluí não fazer mais o errado. Não vou fazer mal a ninguém; e não quero fazer mal a mim mesmo, mas apenas fazer exatamente o que é certo, e quero que meus irmãos e irmãs, os Santos dos Últimos Dias, façam o mesmo. ¶
O Senhor nos deu uma organização perfeita, começando pelo Sacerdócio Aarônico, tal como nos foi revelado neste dia, e dividindo os trabalhos que têm de realizar, do diácono ao sacerdote; e, no Sacerdócio de Melquisedeque, do ofício de élder ao mais elevado entre nós, aqueles que têm o maior poder e autoridade sobre a terra. O Senhor assim planejou e dispôs que todos os homens que abraçam o evangelho possam receber dEle autoridade divina, e poder que os auxiliará e ajudará muito além do que os homens naturalmente conseguem. O homem natural é uma quantidade muito insegura; deve ser auxiliado pelo Senhor. Não conheço nada que um homem possa fazer que seja bastante agradável e satisfatório, a menos que o Senhor o ajude, e então ele pode estar perfeitamente seguro. Há muitas coisas sobre as quais os homens precisam ser esclarecidos, e o Espírito do Senhor ocupa todo o campo, e iluminará nossas mentes, e nos capacitará a ver da mesma forma em todos os assuntos, e nos tornará um com o Pai e o Filho. Aquele Espírito deveria habitar ricamente em nossos corações; quando o faz, e permanece conosco, nos unirá, nos tornará um, nos iluminará, e nos fortalecerá no cumprimento dos deveres que nos incumbem; nossa vida será então bem-sucedida, e estaremos zelosamente ocupados e engajados em obras de retidão. Um homem com o Espírito do Senhor não é ofensivo; não é ofensivo em seu lar e família, ou vizinhança; é um companheiro agradável e prazeroso, como pai, como irmão, como marido, e como vizinho, se desfruta do Espírito do Senhor. O Espírito do Senhor deveria ser desfrutado por todos os homens; e, quando os homens possuem aquele Espírito, suas dificuldades desaparecem; veem o que é certo. O Espírito do Senhor sempre nos impele a cumprir plenamente nosso dever, tudo o que se exige de nós, e a estarmos dispostos a fazer algum pequeno sacrifício, a fim de estarmos em paz. Ele nos capacitará a suportar o mal, se nos sobrevier, e a nos submetermos na medida em que precisarmos e tivermos ocasião; a suportar, mas jamais fazer o mal, jamais prejudicar ninguém; se necessário, sofrer o mal e a injustiça da mão de outros, mas sempre fazer o que é certo nós mesmos. ¶
Quero, ao concluir minhas observações, chamar a atenção para as condições que foram mencionadas aqui, nesta conferência, primeiro pelo Presidente, e depois mencionadas por outros. Quero declarar minhas opiniões, brevemente, a respeito de nossos irmãos e irmãs refugiados do México. Não são um povo numeroso, possivelmente apenas quatro mil. Claro, quatro mil pessoas são uma comunidade considerável, seriam consideradas uma grande ala. Se tivermos quatro mil numa ala, é considerada uma cidadezinha bastante grande; mas quatro mil não são muitas, entre o povo que está reunido dos Santos dos Últimos Dias — talvez meio milhão de nós — os quatro mil seriam poucos. Temos bastante terra e água, e clima em abundância. Acontece que, agora mesmo, estamos vivendo tempos bastante frutíferos, e estamos bem providos de boas colheitas, grãos e frutas, tudo desse tipo. Julgo assim quando vejo a fruta cobrindo o chão, e não conseguimos cuidar dela adequadamente, para fazer bom e proveitoso uso dela. Assim, quero fazer soar esta nota de conselho a meus irmãos e irmãs que não são refugiados, que estão em casa, e vivem nos Estados Unidos, no Arizona, Novo México, Califórnia, Nevada, Colorado, Utah e Wyoming. São nossos amigos, e vizinhos, nossos irmãos e irmãs que estão lá embaixo, e que foram expulsos da república do México. Não puderam permanecer ali. Parece que não os queriam ali. Aconteceu de eu estar entre os primeiros dos irmãos que foram como missionários àquele país, para desbravar o território. Fui com o Presidente Taylor, o Presidente Joseph F. Smith, e outros dos irmãos; um bom grupo de nós foi daqui para o México, por volta de 1885, se bem me lembro. Fui três vezes naquele ano de Salt Lake City à Cidade do México, e à região quente além dela. Passei algum tempo ali com Erastus Snow, Brigham Young, Jr., John W. Taylor, Moses Thatcher, e outros dos irmãos. ¶
Visitamos o presidente da república, e fomos bem recebidos por ele e por seus ministros, e aprendemos a respeitar aqueles homens líderes daquela república. Ofereceram-me soldados quando fui desbravar o território, pois esse era meu propósito, em minha segunda viagem ao México. O Chefe Índio Gerônimo e seus homens estavam saqueando aquele país, e saqueando o Arizona, e nossos soldados estavam lá, assim como os soldados mexicanos, tentando capturar o fora-da-lei e seu bando. Enquanto estávamos ali, os índios desceram a oeste de nós, e ao sul, e apareceram a leste de nós, quase nos cercaram, mas estávamos fora de vista; não chegaram a nos ver enquanto desbravávamos o território. Ofereceram-nos um pequeno grupo de soldados, mas os soldados mexicanos não saem antes de amanhã, nunca saem antes de "manaña", isto é, não saem hoje, mas amanhã, e nós saímos hoje, e os soldados que nos seguiam não conseguiram nos encontrar. Pensaram que deixaríamos rastros, e de fato deixamos, mas veio uma tremenda tempestade de chuva e apagou os rastros, e não puderam nos encontrar. Assim desbravamos o território. ¶
Quero dizer que, quando falamos coisas duras a respeito do povo daquele país, falamos apenas a respeito daqueles que são um povo duro, um povo mau, não a respeito dos que são bons. Não tiveram, no México, até onde sei, um governo seguro e estável. Não houve proteção e segurança naquele país, e um homem sempre tinha de ter uma arma sobre o colo, ou pendurada nas costas, para que se visse que estava armado, a fim de cuidar de si mesmo. Deram-me a entender, na Cidade do México, que não era seguro para um homem atravessar aquele vale a pé, de uma cidade ou vila para outra, a menos que estivesse armado; que provavelmente seria morto por alguém para lhe roubar o terno de roupa, ou um par de botas, ou o dólar que tivesse no bolso, se o tivesse. Havia essa classe de pessoas; mas fomos bem recebidos, eles nos queriam ali. Queriam-nos porque nosso povo era diligente e próspero, porque construiríamos boas casas de tijolo, e bons edifícios escolares, e estabeleceríamos negócios de comércio, e assim por diante, no país. Nosso povo foi para lá, e construiu as mais belas vilas, até onde posso julgar e saber, no México, as mais belas, considerando a população que as ocupava, que se possam encontrar na república. Penso que isso é correto; de fato construíram esplêndidas casas, cidades e povoados, e ali também conduziram nossas escolas distritais e escolas secundárias. Cuidamos de nós mesmos, e demos um bom exemplo, e os principais homens daquela nação sempre se orgulharam do que os "mórmons" haviam feito ali. O Presidente Diaz, enquanto lá esteve, e seus ministros, sempre falaram bem do povo "mórmon"; não podiam dizer o contrário. Mas um homem era morto de vez em quando. Era perigoso, sempre mais ou menos perigoso, e não podiam ser protegidos, não conseguiam obter justiça, e os ímpios não podiam ser punidos; em regra, não eram punidos. ¶
Bem, agora nosso povo veio embora; foi expulso por causa da revolução naquele país. É um país revolucionário, e um povo revolucionário, e não há como saber, é claro, como soubemos pelo Presidente aqui, quando a paz será declarada, e um bom governo estabelecido. Não sei quando isso virá, mas quero que nós, irmãos e irmãs, abramos nossos corações e lares, e abramos o caminho para que os Santos dos Últimos Dias voltem a seus amigos, venham a seus vizinhos e parentes; não serão um peso para o povo deste país. Aquelas quatro mil pessoas podem ficar bem aqui conosco, e dificilmente se saberá que há alguém a mais. Temos bastante espaço, e tudo para deixá-los confortáveis. São um povo que abrirá seu próprio caminho, e pagará à medida que avançar, e ganhará sua vida e se estabelecerá, e, em poucos anos, serão tão prósperos quanto eram no México, e estarão em terreno seguro e sólido, onde não precisarão temer nada na terra, tanto quanto não o fazemos no Canadá. Vi o contraste. Estive no México em '85, e, pouco depois, coube-me ir ao Canadá para ajudar os pioneiros e lhes dar conselho — o Élder John W. Taylor e eu. Fomos ao chefe do governo canadense, e fomos bem recebidos ali. Queriam-nos, ficaram felizes por termos vindo, e temos construído lá exatamente como construímos no México, e exatamente como construímos em Utah, no Arizona, em Nevada, Colorado e Idaho. ¶
Onde quer que os Santos dos Últimos Dias vão, estão fazendo um trabalho que fala bem deles, e é um crédito para eles. São um elemento estável — ainda não perfeito, mas são devotados a boas obras, e o Espírito do Senhor que habita neles os torna cidadãos dignos de qualquer país e governo. O governo de qualquer estado ou condado é mais forte pelo povo "mórmon" que se estabelece nele, ou em qualquer cidade ou nação, pois ficou provado que são um bom elemento. O Espírito do Senhor os fez assim, e aquele Espírito os fará ainda mais dignos do que são agora, se continuarem fiéis. Aconselho que convidemos nossos amigos para casa, que lhes peçamos que voltem para casa, e tomem parte de nossa terra e trabalhem conosco. Muitos deles vêm quase sem roupas, e sem alimento. Foram roubados, e não têm nada para trazer consigo, em regra. Há alguns poucos que serão capazes de abrir seu próprio caminho e cuidar de si mesmos, mas os demais não serão um fardo para nós; seremos mais ricos por cuidarmos deles, ajudando-os, pois o Senhor nos compensará por fazermos o bem em que devemos estar engajados. Ele nos recompensará, pois Ele diz que não perderemos nossa recompensa por nenhum bem que façamos. Queremos dar as boas-vindas de volta a nossos irmãos e irmãs que sofreram; queremos que voltem novamente aos Estados Unidos, se assim o desejarem. Se preferirem ficar e tentar novamente sua sorte no México, é claro que não fazemos objeção, e nossa bênção e amor os acompanharão para onde quer que vão, e com o povo que abrir seus corações e lares para recebê-los e lhes dar as boas-vindas. ¶
Quis dizer isso a respeito daquele povo, pois estive naquele país; estive com eles quando estavam em seus acampamentos e tendas. Estive com eles ali, e lutei em seu benefício com o governo daquele país. A Igreja os ajudou a alcançar o que puderam; aquela terra foi legalmente obtida para estabelecimento permanente, e cumprimos nosso dever na república do México. Também temos pregado o evangelho ali, e mantido missões entre eles. Temos feito um bom trabalho por aquela república, e não os prejudicamos em nada, mas lhes fizemos muito bem; e esse era o desejo, estou certo, dos principais homens daquela nação. O Senhor abençoará aqueles que foram amigos de nosso povo, e aqueles que forem seus amigos doravante. O Senhor nos abençoará, meus irmãos e irmãs, por estarmos zelosamente engajados nesta boa causa. Os Santos dos Últimos Dias que não voltarem ao México não devem sentir que estão impondo um fardo a seus parentes e amigos, mas que a corda do trinco está para fora, ou a porta está aberta, e são bem-vindos para vir e partilhar conosco, até que consigam se firmar, e não levará muito tempo para o fazerem. São o tipo certo de elemento. ¶
Oro ao Senhor que vos abençoe, meus irmãos e irmãs. Lembremo-nos da injunção deste texto, e estejamos constante, zelosa e seriamente engajados numa boa causa, e realizemos muita retidão todos os dias de nossa vida, e o Senhor nos abençoará e nos sustentará, e nos preservará e redimirá, e nos fará eminentemente bem-sucedidos entre os filhos dos homens. Deus vos abençoe, meus irmãos e irmãs, e nos mantenha fiéis, e nos ajude a perseverar em Seu serviço, enquanto vivermos na carne, é o que peço, em nome de Jesus Cristo. Amém. ¶