Pulpit

O Cumprimento das Promessas e o Segundo Grande Mandamento

Anthony W. Ivins

Conferência Geral de Outubro de 1909·Sessão da Manhã do Terceiro Dia·1909-10-06

TERCEIRO DIA.

Quarta-feira, 6 de outubro, 10h.

A conferência foi declarada aberta pelo Presidente Joseph F. Smith.

O coro e a congregação cantaram o hino:

Vinde, prossigamos de novo nossa jornada, giremos com o ano, e jamais paremos até que o Mestre apareça. Sua adorável vontade cumpramos com alegria, e aperfeiçoemos nossos talentos, pela paciência da esperança e o labor do amor.

A oração foi feita pelo Élder Samuel E. Woolley.

O coro e a congregação cantaram o hino:

"Guia-nos, ó grande Jeová, conduz-nos à terra prometida, somos fracos, mas Tu és poderoso — sustenta-nos com Tua mão poderosa. Espírito Santo, alimenta-nos até que o Salvador venha.

Cumprimento das promessas do Senhor. — Os Santos devem amar e servir ao Senhor de todo o coração. — O segundo grande mandamento. — Outros mandamentos. — A observância adequada do Sábado. — Os males devem ser extirpados.

"Eis que, diz o Senhor, bem-aventurados são os que subiram a esta terra com os olhos fitos na minha glória, de acordo com meus mandamentos."

Os procedimentos desta conferência, esta grande congregação de Santos dos Últimos Dias reunidos aqui esta manhã, trouxeram muito vividamente à minha mente a palavra do Senhor, tal como contida nesta 59ª seção do livro de Doutrina e Convênios, da qual li; e sinto-me levado a reiterar essas palavras:

"Eis que, diz o Senhor, bem-aventurados são os que subiram a esta terra com os olhos fitos na minha glória, de acordo com meus mandamentos; "Porque os que viverem herdarão a Terra e os que morrerem descansarão de todos os seus labores e suas obras segui-los-ão; e nas mansões de meu Pai, que lhes preparei, receberão uma coroa."

Estas são promessas de grande valor para nós, meus irmãos e irmãs; e quero perguntar-vos, esta manhã, se vós e eu não somos testemunhas vivas do cumprimento desta palavra do Senhor, no que se aplica a nós, os que vivemos. Estamos aqui desfrutando das bênçãos que têm sido derramadas sobre nós nesta boa terra, e é de grande importância para nós saber, como de fato sabemos, por causa das revelações do Senhor à Igreja, que aqueles que não estão aqui, aqueles que morreram, tendo guardado inviolados os convênios que fizeram com o Senhor, descansam de seus labores, que suas obras os seguem, e que foram para aquelas mansões preparadas para os justos por nosso Pai que está nos céus. "Sim, bem-aventurados aqueles cujos pés estão sobre a terra de Sião, que obedeceram a meu evangelho; pois receberão como recompensa as coisas boas da terra e ela produzirá com sua força; "E também serão coroados com bênçãos do alto, sim, e com mandamentos, não poucos, e com revelações em seu tempo — aqueles que são fiéis e diligentes perante mim."

Meus irmãos e irmãs, vós, Santos dos Últimos Dias, que vos reunistes aqui nos vales destas montanhas, vindos das diferentes nações da terra — vós, povo da Escandinávia, da Inglaterra, da Irlanda, do País de Gales, e da Escócia, vós, santos alemães, vós, povo das montanhas da Suíça — quero perguntar-vos se o Senhor não cumpriu essas promessas, se Ele não vos abençoou com as boas coisas da terra; se não recebestes revelações em seu tempo; se vossa fé não foi fortalecida, vossa confiança não cresceu no Senhor, e se não estais agora firmemente convencidos de que toda palavra proferida pela boca de Seus servos, os profetas, será verificada e cumprida?

Parece-me que vejo tão claramente a verificação desta palavra do Senhor, que não pode haver dúvida de que Ele reuniu este povo. Nada semelhante foi jamais empreendido antes na história do mundo. Nada semelhante jamais será realizado outra vez; pois este é um dia de restauração, um dia para a redenção de Israel, um dia em que o povo do Senhor há de ser reunido, um dia em que Ele manifestará Seu poder entre eles, um dia em que Ele consumará todas as coisas ditas por Seus servos, os profetas; e vemos a verificação dessas coisas. Ora, há algo mais associado a isso: essas promessas não nos chegam a menos que cumpramos as exigências da lei. Essas bênçãos a que me referi, prometidas pelo Senhor, nos são dadas sob estas condições: "Portanto, dou-lhes um mandamento," (como o Senhor sempre ordena, e como há sempre condições vinculadas a toda bênção que dEle emana) "dou-lhes um mandamento que diz assim: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de todo o teu poder, mente e força; e em nome de Jesus Cristo servi-lo-ás." Este é o primeiro grande mandamento. Aplica-se a cada um de nós. O Senhor espera de nós — por causa de Suas bênçãos, por causa da grande e maravilhosa obra que Ele se propôs realizar, e que está realizando — que O reconheçamos, que O amemos de todo o coração. E se amarmos o Senhor, O serviremos.

Não são os que dizem: "Senhor, Senhor," que entrarão no reino dos céus; mas os que fazem a vontade do Pai; são estes os que entrarão em Seu descanso. Não basta reconhecer lealdade ao Senhor, mas dar-Lhe o nosso coração; e se Lhe dermos o coração, guardaremos Seus mandamentos; mostraremos nosso amor, mostraremos nossa gratidão prestando homenagem, obediência e serviço àquele que reconhecemos como nosso Criador. Fazemos isso em nome de Jesus Cristo, Seu Filho, o Redentor do mundo, nosso advogado junto ao Pai, aquele que veio no meridiano do tempo e tomou sobre Si os pecados do mundo; cujo sangue foi derramado para que fôssemos redimidos e assim trazidos de volta à presença de Deus. Por causa do sacrifício que fez, Ele se tornou as primícias da ressurreição dos mortos; e fez esse sacrifício para que nós, igualmente, pudéssemos ser herdeiros, não somente da vida eterna na presença de Deus, nosso Pai Celestial, mas da vida física ressuscitada, por meio da redenção que Ele realizou. Assim, Ele é nosso advogado junto ao Pai; por meio Dele as bênçãos do Pai chegam até nós; e se agradarmos ao Senhor, não apenas O amamos de todo o coração, não apenas guardamos Seus mandamentos, não apenas O adoramos, mas reconhecemos Seu Filho como nosso advogado junto ao Pai, e por meio Dele nos aproximamos do trono da graça.

Perguntaram a Cristo qual era o primeiro grande mandamento. Ele disse: "Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento." Então Ele disse que há outro grande mandamento muito próximo a este, que dele se aproxima, o mais importante de todos os mandamentos, que é que ameis o vosso próximo como amais a vós mesmos. Assim, o Senhor nos reiterou este outro grande mandamento: "Amarás o teu próximo como a ti mesmo." Sugere-se frequentemente que isso — em nossa condição, revestidos de mortalidade como estamos — não é possível. Creio, meus irmãos e irmãs, que o Senhor não fez exigência alguma a nós, nem a nenhum de Seus filhos, que não seja possível de realizar; e assim creio plenamente que é tão vazio um homem dizer que ama a Deus, e manifestar em sua vida sua total falta de afeição, sua falta de amor, sua falta de consideração por seu semelhante, quanto dizer que ama a Deus e depois violar Seus mandamentos. Se o amor de Deus está em nosso coração, se nascemos de novo, amamos a humanidade; amamos nosso próximo; e se amamos nosso próximo, procuramos fazer-lhe o que quereríamos que ele nos fizesse. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.

Creio que esta doutrina possa ser melhor entendida pelos Santos dos Últimos Dias; creio que se possa ter maior consideração por nosso semelhante; creio que possamos demonstrar maior interesse pelo seu bem-estar, maior amor por ele, maior respeito por ele em seu lugar e em sua posição. Mas, notai bem, não há nada na palavra do Senhor que indique que este amor por nosso semelhante, por nosso próximo, deva estender-se ao ponto de justificá-lo em fazer o mal, de nos unirmos a ele naquilo que é mau. Opomo-nos categoricamente a isso, pois não é o amor que leva alguém a permitir a seu semelhante, seu irmão, sua irmã, sua esposa, seu filho ou filha, aquilo que é errado. O amor pode ser tão destrutivo, quando conduz à permissividade, quanto pode ser benéfico quando sua influência restritiva é exercida sobre aqueles que nos cercam. Assim, embora eu respeitasse meu próximo em seus direitos, em suas opiniões, o Senhor não me exige que, de forma alguma, endosse, de forma alguma aprove o mal que possa haver em sua vida. Pelo contrário, espera-se que eu use minha influência, meu exemplo, minhas palavras para sua reforma. Pois amar a humanidade, ou amar a Deus, ou amar a retidão é aderir àquilo que é certo e abster-se de fazer aquilo que é mau. Gostaria que este amor por nosso semelhante fosse estabelecido no coração de todo Santo dos Últimos Dias.

Ora, há outras coisas aqui que o Senhor exige de nós: "Não mentirás" — uma admoestação muito importante; pois o que pode ser mais desonroso do que um mentiroso. Mentir não é simplesmente dizer o que não é verdade; não é dizer "sim" quando queremos dizer "não," e "não" quando queremos dizer "sim." Um homem pode, conscienciosamente, estar em erro; pode aderir àquilo que é errado; mas se o fizer pensando que está certo, é verdadeiro perante o Senhor. Melhor tal homem do que aquele que, por ganho ou interesse pessoal, e contra sua própria consciência, adere ao certo — um hipócrita perante o Senhor, e desonesto em sua vida perante o povo.

"Não furtarás" — não tomar aquilo que pertence a outro. O Senhor exige que vivamos do suor de nosso rosto; que, com o trabalho de nossas próprias mãos, adquiramos as necessidades da vida. Os homens podem furtar por outros meios além de ir nas horas escuras da noite e apropriar-se do que pertence a seus vizinhos; podem furtar por outros meios além de assaltar alguém na via pública. Sempre que tomamos aquilo que pertence a outro, por meios injustos, por deturpação dos fatos, tomamos o que não nos pertence; e o Senhor não Se agrada de nós. Ele não Se agrada daquilo que adquirimos por qualquer outro meio, exceto os meios honestos, honrados e verdadeiros que são providos, pelos quais temos consciência limpa diante de Deus e diante do mundo. Gostaria que esta verdade pudesse ser gravada no coração de todo Santo dos Últimos Dias. Vivemos numa época em que — todos concordareis comigo — em certa medida, considera-se honroso adquirir recursos por métodos que, examinados criticamente, não podem ser aprovados; não são honestos. Nenhum homem tem o direito de promover qualquer empreendimento, qualquer indústria que não se baseie em princípios que dão esperança razoável de sucesso. Um homem que sai angariando coisas que sabe não terem valor, tirando do povo seus recursos duramente ganhos, coloca-se muito perto, direi, do nível do homem que vai na escuridão da noite e se apropria, para seu próprio uso, daquilo que pertence a seu vizinho.

"Não cometerás adultério." O Senhor exige dos Santos dos Últimos Dias — vós, povo a quem Ele abençoou, ao vir para estes vales das montanhas — que sejais puros em vossa vida; que vossa moralidade esteja acima de reprovação; que vos guardeis sem mácula dos pecados do mundo. Esta é uma das condições que Ele impõe, nesta revelação, e sobre a qual funda a abundância de Suas bênçãos aos Santos dos Últimos Dias.

Ora, meus irmãos e irmãs, chego àquela porção desta revelação, para a qual desejo, mais particularmente, chamar vossa atenção:

"E para que mais plenamente te conserves limpo das manchas do mundo, irás à casa de oração e oferecerás teus sacramentos no meu dia santificado; "Porque em verdade esse é um dia designado para descansares de teus labores e prestares tua devoção ao Altíssimo; "Contudo, teus votos serão oferecidos em retidão todos os dias e em todos os momentos; "Lembra-te, porém, de que no dia do Senhor oferecerás tuas oblações e teus sacramentos ao Altíssimo, confessando teus pecados a teus irmãos e perante o Senhor."

Meus irmãos e irmãs, se há uma coisa acima de todas que estes presidentes precisam levar de volta às diferentes estacas sobre as quais presidem; que estes Bispos precisam ensinar nas alas sobre as quais presidem; que vós, Élderes de Israel, precisais ensinar por preceito e exemplo nas comunidades dos Santos dos Últimos Dias, é a observância justa do dia de Sábado — um dia consagrado e feito sagrado e santo pelo Senhor, para Sua adoração, não um dia de prazer, não um dia para excursões aos cânions, não um dia para passeios de automóvel pelo campo, não um dia para jogos de beisebol na praça pública, não um dia para corridas de cavalos no parque, não um dia em que o Senhor é esquecido e os prazeres do mundo são buscados; mas um dia em que Deus exige que Seu povo se reúna e participe do sacramento, reconhecendo sua lealdade a Ele e a Seu Filho, e fazendo convênios com Ele de que guardarão Seus mandamentos. Não é um dia em que homens representativos da Igreja, que possam estar em Nova Iorque, ou em Chicago, ou em Los Angeles, busquem o prazer enquanto os Santos dos Últimos Dias que lá estão se reúnem para participar do sacramento e dar testemunho uns aos outros da bondade do Senhor. Deveriam estar ali, nas congregações dos Santos dos Últimos Dias, em casa ou no exterior, ou onde quer que exista um ramo da Igreja; e se não existir ramo algum, podemos ainda assim prestar nossa devoção ao Senhor, lembrando-Nos dEle, reconhecendo nossa lealdade a Ele, neste dia sagrado.

Ora, meus irmãos e irmãs, estas são doutrinas fundamentais da Igreja, cada uma delas, imutáveis. Não podemos agradar ao Senhor se não as observarmos. Devemos reconhecer o Senhor; devemos reconhecer Seu Filho como o Salvador do mundo; devemos amar nosso próximo; devemos ser verazes; devemos ser honestos; devemos ser virtuosos. Temos pregado essas doutrinas desde o próprio início da Igreja; e, graças ao Senhor, temos progredido nesta obra; graças ao Senhor, a grande maioria do povo crê e pratica essas doutrinas; mas ainda há espaço para reforma. Ora, somos ensinados nessas coisas por dois métodos: em primeiro lugar, o Evangelho de Cristo nos admoesta a servir ao Senhor porque O amamos — a fazê-lo sem coerção, a fazê-lo voluntariamente. Esta é Sua lei para nós. Ele ama cada um de nós, mas deseja que exerçamos nosso próprio juízo, que sigamos nossa própria consciência nessas coisas; Ele não nos restringe. Gostaríamos que todo homem e mulher no mundo fossem convertidos a fazer o bem, e voluntariamente e sem coerção prestassem lealdade a essas leis eternas, mas não o farão. Sabendo disso, e percebendo a importância de restringir os homens no exercício deliberado de suas paixões, que são más, leis civis são providas, que nos restringem, que governam essas coisas. Fico aqui esta manhã e defendo a retidão dessas leis. Creio que é direito do povo elaborar tais leis no governo civil, que restrinjam o crime, restrinjam aquilo que é mau; e se homens e mulheres não aderirem, por sua própria vontade, à palavra do Senhor, devem ser restringidos. Assim, se estivesse em meu poder, eu veria hoje esses males que nos ameaçam serem abatidos, no espírito adequado, pela mão da lei.

Lá nos planaltos do norte do México, onde vivi, espalhada aqui e ali entre as luxuriantes gramíneas que crescem, há uma erva nociva, uma erva que, normalmente, um cavalo não toca. A princípio a evita, mas depois de um tempo, tendo pastado perto dela, tendo esfregado o nariz nela e se familiarizado com ela, prova-a. Depois adquire apetite por ela, e ela lhe drena as forças; afeta seu intelecto; deixa-o louco — dizemos em espanhol "loco;" ele se torna um cavalo "locado." Bem, descobrimos que, mantendo nossos cavalos no estábulo o tempo todo, poderíamos afastá-los daquela erva; não a comiam; mas é uma coisa muito difícil e inconveniente manter os cavalos sempre no estábulo. Eles querem o ar livre; querem a relva verde que cresce nas colinas; e tínhamos de privá-los de tudo isso, apenas porque aqui e ali na colina crescia essa erva nociva. Encontramos um remédio; saímos com enxadas. Percorremos as colinas, e arrancamos a erva pela raiz; depois soltamos nossos cavalos e eles pastaram, e nenhum mal lhes sobreveio.

Sou fortemente de opinião, meus irmãos e irmãs, que podemos falar de lar e influência do lar; podemos lançar proteção ao redor de nossos filhos, o que sabemos ser adequado; mas, no momento em que saem de casa, o mal os encara. Enquanto, sob a lei, homens e mulheres tiverem permissão de profanar o dia de Sábado; enquanto lugares de diversão e prazer estiverem amplamente abertos diante deles; enquanto salões de bebida abrirem suas portas, e música e prazer os convidarem a entrar; enquanto casas de má fama permanecerem nas esquinas de nossas ruas — enquanto assim for, o mal existirá. Enquanto os cavalos continuarem a sair do estábulo e ir para as planícies, comerão a erva nociva que a princípio recusaram e rejeitaram. Uma vez adquirido o apetite, a única forma de se livrar dele é sair e capinar as ervas. Bem, direis, isso está de acordo com o espírito de amor, o espírito de tolerância que defendeis, que deve ser exercido para com vosso irmão? Está. Estou disposto a ir tão longe quanto Deus, nosso Pai eterno, está disposto a ir. Ninguém pode ser mais misericordioso do que Ele; ninguém mais tolerante; e, no entanto, Ele jamais transige com aquilo que é errado. Suas leis são tão inevitáveis quanto o próprio destino. João nos disse que os livros foram abertos, e outro livro foi aberto, que era o Livro da Vida; e os mortos foram julgados pelas coisas escritas nos livros, segundo as obras praticadas no corpo. Os homens não podem escapar desse julgamento; todos serão julgados segundo as obras praticadas no corpo; e assim digo que a misericórdia e a tolerância não podem e não devem roubar a justiça.

O Presidente Taft, em suas recentes observações desde este púlpito, referiu-se à administração da lei criminal de nosso país. Ele não criticou a lei; defende a lei, sua vindicação; ele a sustenta; mas defendeu que fosse administrada com caridade, que fosse administrada com misericórdia — exatamente como nós defendemos que toda lei deveria e deve ser administrada. Assim, não quero ser intolerante; não quero ser injusto; não quero pedir a meu semelhante aquilo que não estou disposto e pronto a conceder-lhe; mas creio nisto, meus irmãos e irmãs, que reformas jamais serão realizadas até que se ataque a raiz do mal, e se torne impossível, sob a lei, que essas coisas existam.

Deus vos abençoe; mantende-nos no caminho da virtude, da retidão e da justiça, peço, por meio de Jesus Cristo. Amém.

Como citar este discursoAnthony W. Ivins, “O Cumprimento das Promessas e o Segundo Grande Mandamento”, Conferência Geral de Outubro de 1909, Sessão da Manhã do Terceiro Dia (1909-10-06). Pulpit Vault, 1909-10-ivins-love-thy-neighbor. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).