Pulpit

A Proclamação do Evangelho e os Cânticos de Sião

Hyrum M. Smith

Conferência Geral de Abril de 1906·Sessão da Manhã do Terceiro Dia·1906-04-08

Os cânticos de Sião auxiliam na formação religiosa. — A imensidão do trabalho envolvido na proclamação do Evangelho. — O êxito missionário diante de grande oposição. — Os avivamentos só produzem conversões imaginárias. — Muitos caminhos não conduzem ao Céu. — O caminho estreito para a vida eterna é largo o bastante para todos.

Regozijei-me com os testemunhos dados pelos irmãos que falaram nas sessões da conferência já realizadas. Sou muito grato pelas palavras ditas na abertura da conferência pelo Presidente Smith, em que disse que um período de prosperidade, unidade e crescimento caracterizou os Santos dos Últimos Dias durante os últimos seis meses. Regozijo-me ao contemplar a grande obra que está sendo realizada na terra para a salvação dos filhos dos homens, para sua salvação temporal e espiritual; pois o evangelho contempla a salvação dos homens tanto temporal quanto espiritualmente, o avanço deles a patamares mais elevados na mortalidade e na imortalidade. Sou grato pela obra que está sendo feita entre os filhos dos Santos dos Últimos Dias. As dezenas de milhares de pequeninos, nascidos sob o convênio, estão sendo instruídos, nas várias organizações da Igreja, nos caminhos do Senhor. Tivemos ontem uma demonstração de um trabalho que está sendo feito entre as crianças pelo Irmão Stephens — uma obra verdadeiramente grandiosa, e cujo valor pleno, suponho, não é inteiramente compreendido. Estão aprendendo a cantar os cânticos de Sião, e esses cânticos respiram o espírito do Evangelho, e neles está contida a verdade. Os princípios e as doutrinas da Igreja estão muitas vezes incorporados nos hinos cantados tanto por jovens quanto por idosos entre os Santos dos Últimos Dias; e isso, junto com as instruções que recebem nas Aulas de Religião, nas Associações Primárias, nas escolas de Sábado e nas Associações de Melhoramentos Mútuos, ajudará a desenvolvê-los em homens e mulheres plenamente instruídos nos princípios do Evangelho, e os tornará familiarizados com o plano de vida e salvação. Estão a caminho de tornar seu chamado e eleição seguros. Estão naquele caminho que é estreito, e seus rostos estão voltados para a porta apertada que leva à vida eterna. As outras organizações entre os adultos, ou pessoas crescidas, também realizam um bom trabalho, e vemos nesta congregação uma evidência de grande fé nos corações do povo a respeito da obra do Senhor. Nossos missionários estão trabalhando com afinco e, como já ouvimos, com o máximo de altruísmo, para que o povo do mundo possa ser ensinado na verdade e trazido ao conhecimento do Evangelho, para que conheça a verdade, para que saiba distinguir o bem do mal, para que possa discernir instantaneamente o certo do errado; e é nossa oração que o povo seja de tal maneira movido pelo Espírito do Senhor que receba esta palavra tal como lhe é levada pelos Élderes da Igreja. No ano passado, quase 2.400 homens e mulheres foram adicionados à Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias pelo batismo. Ora, à primeira vista, isso não parece ser um trabalho muito grande, realizado pelos élderes; mas, na verdade, isso é apenas uma pequena parte do trabalho. Percorreram dezenas de milhares de milhas pregando o Evangelho ao povo em suas cidades, vilas e povoados. Distribuíram entre o povo do mundo milhões de panfletos explicando o plano de vida e salvação. Entraram nos lares de muitos milhares que, antes de sua vinda, jamais tinham ouvido falar da restauração do Evangelho de Cristo, ou da dispensação da plenitude dos tempos; e a essas dezenas de milhares, sim, e centenas de milhares de pessoas, o Evangelho foi pregado, a mensagem foi levada, e as doutrinas e princípios do Evangelho foram explicados. Presumo que milhões de pessoas, no último ano, ouviram os élderes da Igreja quando ergueram suas vozes nas ruas e nos mercados dos distritos populosos do mundo. "E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim"; e este trabalho está sendo feito. Não podemos evitar que muitos não aceitem o Evangelho. Cumprimos a obrigação e a responsabilidade que Deus colocou sobre nós quando clamamos arrependimento aos filhos dos homens. Eles então são deixados a si mesmos, para obedecer ou rejeitar como quiserem, e receberão as consequências da desobediência ou as recompensas da obediência à palavra da divindade assim proferida. Não obstante, 2.400 homens e mulheres inteligentes convertidos por esses ensinamentos, e batizados por imersão para a remissão de seus pecados por servos autorizados de Deus, é, afinal de contas, dadas as circunstâncias, uma obra maravilhosa. Não foram convertidos por métodos de avivamento. Presumo que, na maioria dos casos, foram necessárias semanas e meses, e talvez anos, para converter alguns dos que foram batizados. A conversão de uma condição de pecado e incredulidade para uma de entendimento e fé não se dá instantaneamente. Foi-nos dito ontem que, ao ouvir o Evangelho, alguns indivíduos se convenceram de sua verdade e imediatamente solicitaram o batismo; mas, se esses casos fossem examinados, descobriríamos que se comparam de perto ao caso da conversão de Cornélio, também mencionado ontem. São homens e mulheres que, por algum tempo, talvez anos, estiveram insatisfeitos com o que o mundo lhes oferecia como Evangelho. São pessoas que têm buscado a verdade, procurado a luz, que têm orado a Deus por um conhecimento da verdade, e assim se prepararam para a mensagem quando a ouviram, e estão prontas para recebê-la imediatamente ao ouvi-la, e desejam o batismo. Geralmente, vamos entre pessoas que são cristãs, que creem ou professam crer, e isso honestamente, em Deus e nos poderes salvadores e redentores do Senhor Jesus Cristo; e quando vamos entre elas, e ouvem pela primeira vez que, afinal de contas, provavelmente estão enganadas na fé que escolheram, e na qual foram criadas, isso tem um efeito tremendo, é uma revolução, e leva tempo, muito tempo, para que se convençam. Requer oração, requer instrução, e muito trabalho por parte dos mestres do Evangelho, para mostrar a esses indivíduos que estiveram em erro, e que seus conselheiros religiosos também estiveram em erro, e para convencê-los da verdade que lhes é trazida pelos verdadeiros pastores de Jesus Cristo. Consequentemente, a conversão dessas pessoas exigiu muito trabalho, e um trabalho sincero e dedicado à oração por parte dos servos do Senhor. Quando se para para pensar nisso, 2.400 pessoas são mais do que há em algumas cidades e povoados do Estado de Utah ou de outros estados. Além disso, quando se considera que essas conversões foram feitas quando todo o reino do diabo estava organizado contra os servos de Deus, isso é ainda mais notável. Quando se considera que, de milhares de púlpitos por todo o mundo civilizado ou cristão, os chamados ministros do Evangelho têm advertido o povo contra os élderes da Igreja de Cristo, e também que os editores de jornais influentes por todo o país têm enchido o mundo, por assim dizer, de falsidades e mentiras, inundando o povo de ideias falsas a respeito dos "mórmons", e advertindo toda a humanidade a se acautelar dos élderes "mórmons", isso é maravilhoso a nossos olhos. Apesar de tudo isso, apesar de sociedades e ligas regularmente organizadas, trazidas à existência com o propósito de combater os élderes e colocar pedras de tropeço em seu caminho, e influenciar a mente do povo, enchendo-a de preconceito contra a verdade — é algo notável, meus irmãos e minhas irmãs, que os élderes tenham conseguido alcançar os ouvidos de homens e mulheres inteligentes, em número de milhares que se converteram, e dezenas de milhares que, em maior ou menor grau, estão investigando o Evangelho do Senhor Jesus Cristo. Quando se pensa também que governadores de estados e prefeitos de cidades se uniram ao inimigo e baniram os élderes de certas localidades; quando ministros, como ouvimos ontem, incitaram a população à violência de turbas, ao açoitamento dos élderes, ao incêndio de capelas, ameaçando aqueles que meramente os ouvem com a destruição de seus lares e talvez o sacrifício de suas vidas, a admiração aumenta. Mas é a obra de Deus. Os élderes são Seus servos. São chamados divinamente. São também revestidos divinamente pelo Espírito Santo. Ainda que todo o mundo inferior, com todos os poderes do inferno e da terra, se oponha, não podem prevalecer contra Deus ou Seus servos. Requer apenas um pouco de reflexão, um pouco de oração, um pouco de caridade, o exercício de um pouco de bom senso da parte de homens e mulheres inteligentes, apenas um momento de pausa para considerar cuidadosa e atentamente a mensagem que lhes é trazida, e a vida e a conduta dos mensageiros que a trazem, e comparar tudo isso com o caráter e a conduta daqueles que combatem a obra de Deus, para convencê-los da verdade.

A obra do Senhor prossegue. Lemos, de tempos em tempos, estatísticas das várias denominações da cristandade, dando os números de milhares que se converteram ao cristianismo em certos períodos; e, se alguém se der ao trabalho de investigar, poderá descobrir que, ano após ano, os mesmos milhares se convertem repetidamente e são chamados de conversos ao cristianismo. O mundo cristão realiza o que chama de reuniões de avivamento, nas quais o povo se reúne em grande número — o povo cristão que se afastou, que se entrega mais ou menos ao pecado, e que tem se interessado apenas levemente pela religião. Seu tempo e atenção têm sido ocupados em ocupações mundanas. Ouvem homens pregar-lhes o Evangelho, com grande fervor e eloquência, e são tocados, são comovidos, veem suas vidas pecaminosas; e, seja com a esperança de escapar dos terrores do fogo eterno do inferno, seja para receber, no futuro, o glorioso e indolente descanso do céu "cristão", ficam inclinados a se arrepender por aquele momento, e são adicionados à igreja. Uma semana depois, estão onde estavam antes de serem "convertidos", e é necessária outra reunião de avivamento, depois de algum tempo, para novamente incitá-los ao arrependimento e à fé. Não é assim com aqueles que se convertem ao Evangelho de Cristo. Como já disse, a transição da iniquidade e do amor mundano para o autossacrifício, e a fé em Deus, e a obediência aos princípios do Evangelho de Jesus Cristo, jamais foi realizada instantaneamente. Mas aqueles com quem trabalhamos longa e diligentemente se prepararam, e estão seguros. Têm uma fé viva, uma fé acompanhada de boas obras, e podemos confiar neles — na maioria deles, ao menos. Pode haver alguns que, mesmo depois de todo esse esforço em seu favor, se afastem; isso às vezes acontece. Da mesma forma, meus irmãos e minhas irmãs, a transição da obediência à verdade, de uma condição de fé em Deus, de vidas boas, virtuosas, honrosas, retas, para uma de pecado, apostasia e iniquidade, jamais é instantânea. Nenhum homem que hoje está em plena comunhão na Igreja, que recebe a aprovação de Deus, e tem o testemunho da verdade em seu coração, que guarda os mandamentos do Senhor, que é fiel, puro, virtuoso e casto, será amanhã desligado da Igreja por adultério, por apostasia, ou por iniquidade e corrupção. Nunca conheci tal caso; mudanças desse tipo se dão gradualmente, e levam tempo.

Ora, meus irmãos e minhas irmãs, vocês estão familiarizados com o Evangelho do Senhor Jesus, conhecem as doutrinas da Igreja, compreendem os princípios de vida e salvação, sabem o que o Senhor nos ordenou fazer e não fazer; portanto, dizemos-lhes: sigam este conhecimento, e sejam guiados pela fé e pela oração. Mantenham-se puros, e na linha do dever, no caminho estreito e apertado que conduz à vida eterna. Evitem aquele caminho largo e aquela porta espaçosa que conduzem à destruição. É tudo muito bom, e presumo que atraente para alguns, ouvir discursos sobre as bifurcações do caminho, e ser dito que se tome qualquer rota que se queira, vagueando pelos bosques perfumados e seguindo seus meandros ao longo dos belos riachos e agradáveis campinas, e que, afinal, se chegará ao céu no final. Isso é bonito o bastante para alguns, mas para aqueles que compreendem a verdade é hediondo, porque não é o fato; é falso, e não verdadeiro. Está tudo bem falar sobre algumas de nossas estradas rurais sinuosas e "serpenteantes"; mas o homem que põe o pé na estrada que "serpenteia" em direção a Londres terá de fazer uma volta completa se quiser ir a Carlisle ou Glasgow. Há apenas um caminho de vida e salvação; e é um absurdo que os homens tomem como texto "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida", e depois, antes mesmo de terminarem, declarem ao mundo que podem seguir seu próprio caminho, satisfazer sua própria inclinação, seguir qualquer estrada que quiserem, pois tão grande é o amor de Deus e a misericórdia de Jesus Cristo que Ele os salvará no final. "Larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ele; porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que o encontrem." E por que é que poucos o encontram? É porque os homens pregam essas falsas doutrinas de estradas "serpenteantes" e oferecem à humanidade sua escolha entre vários caminhos. Dizem que se pode seguir os caminhos que atravessam os bosques perfumados do pecado; que se pode seguir aquele caminho que corre paralelo aos riachos sedutores do vício e da corrupção; que se pode caminhar pelas campinas de suas próprias inclinações perniciosas, se quiserem, e, no final, o amor de Deus os salvará; pois, "Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." Mas se esquecem de acrescentar: "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim." Por causa de tais ensinamentos, os homens se desviam; imaginam estar seguros ao seguir suas próprias vontades, e se esquecem de que devem fazer a vontade de Deus para serem salvos. Esquecem-se de que "aquele que não entra pela porta no curral das ovelhas, mas sobe por outra parte, é ladrão e salteador." Pode-se dizer que este tipo de doutrina pregado dos púlpitos é uma doutrina de mente ampla; abraça a paternidade de Deus e a fraternidade do homem. As pessoas fizeram da paternidade de Deus e da fraternidade do homem frases de efeito. O Apóstolo João disse do Salvador: "Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus" — não àqueles que não O receberam. O Salvador disse a algumas pessoas, em certa ocasião, que eram filhos de seu pai, o diabo, que era o pai da mentira. Por quê? Porque não quiseram receber a Cristo, mas antes receberam o mal e preferiram um refúgio de mentiras. Ora bem, se isso é amplitude de mente, é a amplitude de mente do caminho largo, e os homens nesse caminho largo podem serpentear, e circular, e valsar como quiserem, mas jamais encontrarão a porta apertada, e sim entrarão pelas portas espaçosas para a destruição. Se é de mente estreita dizer que "estreita é a porta, e apertado é o caminho que leva à vida, e poucos há que o encontrem", não é minha estreiteza, mas a estreiteza de Jesus Cristo, o Redentor do mundo. Mas o que dizer deste caminho estreito? Ora, irmãos e irmãs, ele é largo o suficiente para conter o mundo inteiro, se o povo do mundo apenas entrasse nele e marchasse para a frente com sua atenção voltada para a porta que é apertada. Poderiam caminhar até muitos milhares lado a lado, sem dificuldade. É o caminho do dever, e da obediência às coisas que o Salvador ensinou, pois Ele disse:

"Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha;

E desceu a chuva, e correram os rios, e sopraram os ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha.

E aquele que ouve estas minhas palavras, e não as pratica, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia;

E desceu a chuva, e correram os rios, e sopraram os ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda."

É loucura supor que se pode obter salvação no reino de Deus enquanto se quebram os mandamentos de Deus. É loucura supor que o caminho largo, e aquelas estradas que serpenteiam e curvam, e se desviam do caminho estreito e apertado, conduzirão àquela porta que dá entrada à vida. Vocês, Santos dos Últimos Dias, compreendem isso. Estas são as coisas de que estamos tentando convencer o mundo. "Quem crer e for batizado será salvo" são as palavras do Senhor Jesus Cristo, e devem ser somadas a essas outras palavras Suas, a saber, que "Deus amou tanto o mundo que deu Seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crê tenha a vida eterna", etc. Devemos tomar todas as palavras do Salvador; viver de cada palavra que procede da boca de Deus, seguir os caminhos da verdade, e guardar os mandamentos do Senhor; então haverá salvação para nós.

A condição do mundo hoje é muito semelhante à descrita por Paulo quando escreveu que "viria o tempo em que não suportariam a sã doutrina, mas, segundo suas próprias concupiscências, amontoariam para si mestres, tendo comichão nos ouvidos, e desviariam os ouvidos da verdade, e se tornariam às fábulas." Doutrinas como essa dos muitos caminhos podem parecer, à primeira vista, de mente ampla e liberais, mas são fábulas, e seus seguidores irão à destruição, a menos que se arrependam.

Paulo escreveu também:

"Sabe, porém, isto, que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos.

"Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, atrevidos, orgulhosos, mais amantes dos deleites do que amantes de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.

"Porque entre estes estão os que entram pelas casas, e levam cativas mulheres néscias carregadas de pecados, levadas por várias concupiscências."

Uma descrição melhor da condição atual do mundo dificilmente poderia ser escrita. Quer esta predição se referisse a um tempo antigo, quer a um tempo posterior, vemos um cumprimento notável dela em nosso próprio tempo. Há muitos que correspondem bem a essa descrição, e é esse tipo de homens que tem se destacado na perseguição dos Santos, e que, no último ano ou dois, entraram nas casas e levaram cativas várias milhões de mulheres néscias.

"Porém os homens maus e enganadores irão de mal a pior, enganando e sendo enganados."

Meus irmãos e minhas irmãs, o reino de Deus triunfará, apesar de tudo isso. Portanto, sigam o caminho da vida; sigam as orientações dos servos de Deus; mantenham seus pés no caminho reto, e serão salvos, e o mundo não poderá impedi-lo. Ao mesmo tempo, façam o melhor que puderem para persuadir, com amor, bondade, consideração e instrução, todos os homens a entrarem com vocês. Deus abençoe os Santos, em nome de Jesus. Amém.

Como citar este discursoHyrum M. Smith, “A Proclamação do Evangelho e os Cânticos de Sião”, Conferência Geral de Abril de 1906, Sessão da Manhã do Terceiro Dia (1906-04-08). Pulpit Vault, 1906-04-smith-gospel-and-songs-of-zion. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).