Proclamando o Evangelho e Apoiando a Liderança da Igreja
Francis M. Lyman
Sinto muito, nesta manhã, a necessidade de vossa fé e de vossas orações, e da bênção e do Espírito do Senhor, ao tentar dirigir-me a vós. Meu coração transbordou de alegria ontem, ao ouvir os esplêndidos relatórios da condição dos Santos dos Últimos Dias, e daquilo que têm realizado. É maravilhoso que, em setenta e cinco anos, tenhamos conseguido reunir, a partir de um começo tão pequeno, um povo tão notável, proveniente de tantas nações diferentes, tão bem estabelecido em sua fé, tão completamente organizado, e trabalhando tão unido para levar o evangelho ao mundo inteiro. Desde a primeira organização da Igreja, com seis membros, até o tempo presente, com várias centenas de milhares de membros, decorreu apenas um curto período. E cada Santo dos Últimos Dias tem um testemunho da veracidade desta obra. O povo do Senhor tem obtido a remissão do pecado por meio de sua fé, arrependimento e batismo, e tem recebido o Espírito Santo, que testifica do Pai e do Filho, e que nos habilita a compreender a verdade e as coisas de Deus — coisas que ninguém é capaz de compreender sem o auxílio desse espírito. Vemos hoje uma grande multidão reunida aqui para adorar o Senhor, representando todas as várias estacas de Sião, e todas as missões dos Estados Unidos. ¶
Ontem, ouvimos da Presidência o que realizamos coletivamente, e é algo notável; pois estamos levando adiante uma obra muito importante entre as nações da terra. Ficaríamos radiantes se pudéssemos penetrar naquelas nações onde ainda não encontramos liberdade religiosa; e cremos que o Senhor há de mover-Se entre as nações e controlá-las até que todo o mundo possa desfrutar da mesma liberdade que os povos de língua inglesa e algumas outras raças desfrutam no tempo presente. O evangelho nos faz livres; mas é necessário que tenhamos uma medida de liberdade entre os filhos dos homens, por meio dos governos da terra, antes que possamos mover a causa de Sião eficazmente entre as nações. Creio que a mão do Senhor se manifesta hoje, como sempre se manifestou, entre as nações, e que Ele está preparando o caminho para a obra que temos de realizar. Ainda que o mundo tenha pouca fé em nós, havemos de demonstrar-lhe que somos homens e mulheres verdadeiros, que amamos a humanidade e que não a odiamos. Trabalhamos para fazer-lhe bem, trabalhamos por sua salvação, e entre os Santos dos Últimos Dias há uma grande porcentagem de homens e mulheres que sacrificaram anos de sua vida pregando o evangelho entre os povos da terra; e, via de regra, têm arcado com suas próprias despesas, vivido com o povo, e viajado sem recompensa — sem bolsa nem alforje. E o que se tem feito, e o que vemos ao nosso redor, o Senhor nos capacitou a fazê-lo. Ele tem operado por nossas mãos. Firmou nossos pés com segurança nestes vales entre as montanhas, e nos capacitou a estender nossas fronteiras. Ele tem agido sobre nossos vizinhos nos estados e territórios circunvizinhos, de modo que passaram a nos querer, porque somos um povo adquirido, pioneiros em linhas práticas, e talvez um pouco mais estáveis em nossos costumes do que outros povos. Reunimo-nos com o propósito de nos estabelecermos e ocuparmos a terra, e de fundarmos uma igreja em que pudéssemos aprender os caminhos do Senhor e andar em Sua senda. Temos escutado Seu conselho e temos sido guiados por ele desde o princípio. Não fomos abandonados. Não fomos esquecidos. O Senhor tem estado com Seus servos que nos têm guiado. Ele tem estado com Seu povo em seus labores, dentro e fora de casa. Ele nos capacitou a edificar e desenvolver um grande e importante patrimônio comum neste Estado, e ajudamos materialmente no estabelecimento dos Estados ao nosso redor. Temos liderado na indústria doméstica. Fomos levados a fazê-lo por autopreservação. Temos cultivado a terra. Não temos dado tanta atenção à mineração quanto nossos vizinhos. Não fizemos fortunas como nossos vizinhos talvez tenham feito nesse ramo. Mas nos estabelecemos solidamente sobre a terra, e edificamos cidades e vilas, casas de adoração, escolas, templos do saber, dos quais qualquer Estado poderia bem se orgulhar. Nesses aspectos, comparamo-nos muito favoravelmente com os demais Estados da União, embora tenhamos trabalhado sob desvantagens e sejamos um povo pobre, reunido dentre os pobres. Não muitos ricos, não muitos grandes e nobres, segundo os padrões dos homens, têm ingressado em nossas fileiras; mas as almas que se reuniram com os Santos têm sido de material tão fino, de tecido tão esplêndido quanto os povos de qualquer outra igreja no mundo. Têm sido homens e mulheres dispostos a fazer sacrifícios pela causa do evangelho, e a suportar a má vontade e o ódio do mundo. Têm estado dispostos a suportar provações e dificuldades, a deixar seus lares, seus parentes, seus amigos e vizinhos nas várias nações, para se reunirem com os Santos. ¶
Vieram até aqui e foram feitos um pelo Espírito do Senhor. Que notável unidade percebemos aqui ontem na votação! E estamos sempre unidos quase da mesma maneira. É coisa rara haver votos de oposição entre os Santos dos Últimos Dias, pela razão de que vemos da mesma forma e cremos da mesma forma. Temos fé em nossos líderes; não somente nos homens que lideram a Igreja, mas nos homens que lideram as alas, as estacas, os quóruns, as associações e as missões. Pois todos esses homens têm sido escolhidos com grande cuidado, com oração e súplica ao Senhor. Como oficiais da Igreja e como povo, não temos objetivo algum senão obter os melhores homens e mulheres para os cargos de responsabilidade. Queremos homens e mulheres exemplares, que tenham fé, que sejam verdadeiros e retos, e cuja integridade seja inquestionável. E hoje não há escassez dessa classe de pessoas. Encontramo-las nas estacas de Sião; encontramo-las em todas as reuniões do povo. Nas reuniões do sacerdócio, nas reuniões de conferência, nas reuniões sacramentais e de jejum, encontramos homens e mulheres muito escolhidos. Embora possa haver, e haja, descuido entre alguns dos Santos dos Últimos Dias, o que entristece o espírito de nossos bons irmãos e irmãs quando o percebem, ainda assim, no fundo de seus corações, essas pessoas sabem que o evangelho é verdadeiro, e conhecem os homens que presidem sobre elas local e geralmente; pois convivemos juntos, abraçamos o evangelho juntos em terras estrangeiras, e depois temos procurado vivê-lo aqui, de alguma forma. Temos nos saído razoavelmente bem. Alguns foram eliminados. Não foram capazes de perseverar; enfraqueceram e perderam a fé, e se retiraram da Igreja, porque é um empreendimento muito grande ser Santo dos Últimos Dias diante do sentimento do mundo para conosco. O mundo se sente hostil para conosco, e, via de regra, honestamente, creio eu. Há, sem dúvida, alguns que não são honestos nisso; mas pessoas que nada sabiam a nosso respeito, e tudo o que lhes chegou foi o que foi escrito por aqueles que nos caluniaram e nos maltrataram, acolheram honesta e conscienciosamente essas falsidades e as creram verdadeiras, tão honestamente quanto os homens fizeram nos dias do Salvador, pois havia então homens que honestamente perseguiam os Santos e sentiam que estavam realmente prestando um serviço a Deus. Não pensais que, ao longo de nossa história, muitas pessoas sentiram que estavam realmente prestando um serviço ao Senhor quando perseguiam os Santos? Não credes que pensavam que éramos imorais, impuros, corruptos e desonestos? Certamente, criam que estávamos iludidos. Essa foi a interpretação mais caridosa que puderam dar ao caso. Mas que "ilusão" maravilhosa, vinda de um jovem da idade do Profeta Joseph Smith, e que teve o efeito que teve sobre homens muito mais velhos do que ele, mais experientes, melhores teólogos, e homens que tinham conhecimento do mundo e que, em alguns casos, eram instruídos e eruditos! Ele era mais jovem do que a maioria daqueles que se associavam com ele. Tinha apenas trinta e oito anos de idade quando morreu, e já havia então liderado a Igreja, em sua organização, por quatorze anos. E sempre atravessara um mar de tribulações; contudo, o Senhor tornava seu coração alegre e leve. Estava cheio de inspiração do alto, e lançou os alicerces desta obra sob a direção do Senhor. Não era obra sua. Ele não tinha a sabedoria, o discernimento, o poder, nem o entendimento. Mas o Senhor o fez profeta e legislador, e ele nos transmitiu as revelações que o Senhor lhe deu. Compõem um volume muito precioso, pois são as palavras do Senhor. Este livro é uma lei para a Igreja. O Profeta Joseph foi levantado especialmente para esta obra. Foi pré-conhecido pelo Pai, que o compreendia perfeitamente. Conhecia sua integridade e sua devoção, e compensou-o pela falta de instrução deste mundo, e o conduziu a um entendimento profundo sob a inspiração do Espírito Santo, de modo que se tornou um dos melhores teólogos, versado nas escrituras e nas doutrinas do Senhor, que já viveu sobre a terra. Ele estabeleceu para nós as doutrinas do evangelho, e elas estão aqui a nosso serviço. ¶
Ora, pois, temos sido enganados? Temos sido desencaminhados por este jovem? Ele vem a nós e nos diz, como o Salvador fez em Seus dias, que, se algum homem receber a mensagem e permitir que seu coração se abra e receba do Senhor os princípios da fé, do arrependimento e do batismo, e então fizer a vontade do Pai, poderá conhecer a doutrina. Não há homem no mundo que não possa conhecer a verdade da doutrina estabelecida nas revelações do Senhor ao Profeta Joseph Smith. Não há homem tão grande, tão inteligente e tão poderoso neste mundo que não possa aprender essa lição. Ele pode saber que Joseph Smith foi um profeta de Deus tão bem quanto pode saber qualquer coisa nesta terra; pois todas as suas faculdades e a própria alma se convencerão. E, se for um homem honesto como Paulo, não poderá negá-lo, desde que faça o que é certo. Quando os olhos de Paulo se abriram e ele ouviu a voz do Senhor, ele estava disposto a sacrificar sua vida, porque tinha visto a luz e ouvido a voz. O Espírito do Senhor encheu sua alma e testificou a ele que havia encontrado Jesus no caminho. Poderia ele negá-lo? Não podia. E o Profeta Joseph não pôde negá-lo quando viu o Senhor e o anjo. Ele o sabia, ele o viu, ele o compreendeu perfeitamente. O Espírito Santo envolve e inspira os corações dos homens que servem ao Senhor, de modo que ficam tão plenamente convencidos da verdade quanto seus sentidos naturais os convencem de que há luz e trevas, frio e calor, dor e prazer, sabor e olfato. Por nossos sentidos naturais compreendemos as coisas do mundo; e, assim como a informação e o conhecimento nos vêm pelo ouvir, pelo sentir e pelo ver, assim também a inspiração do Espírito Santo enche os corações e as almas de todos os homens que sinceramente se arrependem. É claro que os homens não se arrependerão a menos que tenham fé; mas todos os homens que têm fé em Deus e em Seu Filho Jesus Cristo, que se arrependem e se afastam de seus pecados, que são batizados para a remissão de seus pecados pela autoridade do Senhor Jesus, obtêm essa luz e inspiração. Esse é o espírito que nos fez um ontem; nos faz um hoje, e nos unirá no futuro. Ele clareará nossas mentes, e não ficaremos perturbados nem nas trevas; pois o Senhor estará conosco e nos manifestará Seu bom prazer em resposta a nossas orações e nossas boas obras. Ele trará paz e alegria às nossas almas, e nos estabelecerá e ancorará nossas almas, de modo que não sejamos facilmente abalados. Ora, já nos tornamos tão numerosos agora, tão bem estabelecidos e experientes, que, com toda a agitação que se possa levantar contra nós, dificilmente vereis alguém afastar-se da verdade. Nos primeiros tempos, antes que os irmãos estivessem bem experimentados e provados, enquanto o material ainda era fresco e verde, muitos caíram à beira do caminho, perderam o pé e se desviaram da Igreja. Alguns deles voltaram e viram a luz novamente, mas muitos nunca retornaram. Hoje, porém, não podeis encontrar um Santo dos Últimos Dias devotado e fiel, nem um chefe, nem um espírito líder na Igreja, que esteja abalado em sua fé, ou que sinta incerteza quanto à sua posição e comunhão. Quero dizer, quanto aos seiscentos bispos da Igreja, aos mil e quinhentos missionários no campo pregando o evangelho, aos presidentes de estaca e seus conselheiros, aos Sumos Conselheiros, aos conselheiros dos bispos, aos conselhos presidentes dos Setentas, que dificilmente encontrareis um só destes homens presidentes que esteja abalado. E Israel é hoje maior do que jamais foi nesta dispensação, e somos mais numerosos e mais bem estabelecidos do que nunca. Não há um só destes oficiais que não saiba exatamente onde estamos. O testemunho permanece em cada coração quando a vontade de Deus tem sido, ao menos razoavelmente, cumprida. Se houver alguns que não saibam; se houver alguns que tenham dúvida em seus corações, é porque não conduziram seu rumo pelas linhas apropriadas, e têm necessidade de se arrepender. Temos necessidade de nos arrepender se estivermos um pouco fora da linha reta que conduz à vida eterna. ¶
Os irmãos que presidem estão trabalhando constantemente entre o povo, e estamos fazendo o que razoavelmente podemos. E faremos mais; pretendemos fazer mais; pretendemos ser melhores, praticar a retidão melhor do que temos feito, e crescer em fé e em favor com o Senhor o tempo todo. Há espaço para melhorar, sem dúvida, mesmo nos melhores dentre nós. Creio que esse é o sentimento dos irmãos que presidem. O cuidado dos assuntos detalhados da Igreja repousa sobre os irmãos que presidem nos ramos, nas alas e nas estacas, e esses homens têm o direito de estar cheios da inspiração do Senhor. Espera-se que os homens que estão à frente das estacas e das alas, com seus auxiliares no governo, estejam preparados para ensinar o povo, para cuidar dos vários departamentos e organizações, para que ninguém seja negligenciado ou esquecido, e para que todos sejam cuidados, exercendo simpatia e ternura para com os que de algum modo são fracos. E todos nós nos tornamos fracos. Não há ninguém tão forte que não fique fraco às vezes. Que venham sobre nós a doença e a pobreza, que o infortúnio nos alcance, e seremos fracos. O homem é quase como o verme do pó quando lhe são tirados a saúde, a força e o favor do Senhor. Os mais fortes e poderosos entre o povo precisam do favor e da bênção do Senhor e da simpatia de seus vizinhos. Precisamos ajudar uns aos outros, sustentar e amparar uns aos outros, para que ninguém se sinta negligenciado; pois todas as almas são preciosas. Ainda que sejamos mortais, decaídos, frágeis, somos, contudo, filhos de Deus, filhos de nosso Pai que habita nos céus. Agradecemos ao Senhor por termos aprendido isto por meio do Profeta Joseph Smith. Agradecemos ao Senhor por sabermos quem é nosso Pai, por sabermos quem é o Salvador, e por sabermos que Eles vivem; pois temos o testemunho, a palavra do Senhor por meio do Profeta, e, além disso, temos o testemunho do Espírito Santo. Temos demonstrado em nossa vida e em nossa experiência que não estamos enganados; pois o Senhor tem Se manifestado a nós em visões e sonhos e em resposta às nossas orações, e de mil maneiras. Ele nos redimiu de nossa condição decaída, e nos salvou; isto é, somos preservados, não fomos despedaçados, e não seremos despedaçados. Havemos de ser fiéis, unidos, e cuidar dos deveres que pertencem ao reino de Deus. Propomo-nos a fazer isso, com a ajuda do Senhor. Então pretendemos alimentar-nos e vestir-nos, e cuidar de nossas fazendas, de nossos rebanhos e de nossos gados, e edificar nossos templos, nossas casas de adoração e nossos templos do saber. Esperamos ser homens neste mundo, como outros homens — homens másculos, honrados, retos, homens de negócios, financistas, homens físicos, homens espirituais, homens puros. Esperamos fazer a vontade do Senhor, e pretendemos ser tão leais ao governo dos Estados Unidos, e a nosso próprio estado, quanto o povo de qualquer outro estado possa ser. Havemos de arcar com nossa parte das responsabilidades e encargos do estado e da nação, em paz e em guerra, e cumpriremos nosso dever fiel e bem. Amaremos nossos vizinhos, e não os prejudicaremos. Associar-nos-emos a eles em assuntos de negócios e de outra forma. Nós os abençoaremos, e não os amaldiçoaremos. Não os difamaremos. Não os desprezaremos nem os odiaremos. Não lhes causaremos dano, mas lhes faremos bem. Saímos ao mundo para fazer bem à humanidade. Acaso não têm os élderes que saíram ao mundo prestado bom serviço a estas centenas de milhares de pessoas que estão reunidas e agora estabelecidas na terra de Sião, nos vários estados e territórios ao nosso redor? Acaso não somos um elemento bom, pacífico, orante e fiel? Acaso não estamos cumprindo nossa parte e porção para com o estado e para com o governo? Sim, somos; e somos fiéis e verdadeiros, e propomo-nos a sê-lo daqui em diante. As coisas que pertencem à nação e ao estado nós as prestaremos em igual medida a qualquer outro no mundo; e então prestaremos a Deus as coisas que são de Deus. Havemos de honrá-Lo e obedecer-Lhe e guardar Seus mandamentos, e Ele não nos exigirá que prejudiquemos nosso estado ou nossa nação. Amamos o povo desta nação. Vivemos com ele. É composto, como nós somos, de todas as nações da terra. Esta nação está permitindo que venha gente de todas as nações da terra. Pergunto-me se algum dia pensam que estão reunindo o povo. Não precisaremos sair de casa para pregar a todos, porque esta grande terra nossa se encherá de gente de todas as nações. Vêm para cá e possuem a liberdade que não podem ter no mundo oriental; então podem ouvir o evangelho. Este há de ser um campo favorecido para a pregação do evangelho. O Senhor preparou o caminho, e Ele está pondo em prática o princípio da coligação melhor do que nós poderíamos fazê-lo. É verdade que estamos fazendo tudo o que podemos nesse sentido, e pretendemos fazer mais; mas os povos da terra se reunirão sobre esta terra de Sião, e aqui a palavra do Senhor será ensinada. Foi aqui que a palavra do Senhor veio, nesta dispensação, ao Profeta Joseph; e sobre esta terra de Sião as nações da terra se congregarão, e o evangelho lhes será pregado. Agradecemos ao Senhor pela liberdade que nos é concedida, e por termos a liberdade de falar, de viver, de amar a verdade, de praticar a retidão e de fazer a vontade de Deus. Rogo que este princípio permaneça sempre conosco, e que jamais sejamos privados dele; e que esta nossa nação se perpetue para realizar a obra e a vontade do Senhor entre os filhos dos homens. Espero que seja preservada e sustentada, e que o poder que o Senhor lhe concedeu tão maravilhosamente seja devotado à realização de Seus propósitos na terra. ¶
Que o Senhor vos abençoe, meus irmãos e irmãs. Que Seu Espírito permaneça em vossos corações. Que sejamos unidos e fiéis. Que possamos ver claramente nosso caminho; nunca fiquemos ofuscados! nunca caiamos nas trevas; nunca nos desviemos da verdade, mas mantenhamos nossa moralidade e nossa pureza entre os filhos dos homens. Conheceis os homens que vos lideram; conheceis os que vos visitam em vossos próprios lares; conheceis vossos vizinhos; conheceis uns aos outros; e sabeis que são homens honestos, virtuosos e retos, e que não vos ofendem, nem a vós nem aos vossos, mas são conscienciosos e verdadeiros. Não é necessário, portanto, que alguém nos diga que somos um povo mau, porque sabemos o contrário. Não somos perversos, e não temos desígnios malignos contra ninguém no mundo. Estamos praticando a retidão, e estamos empenhados com afinco numa boa causa, e estamos realizando muita retidão para a salvação dos filhos dos homens. Que Deus nos abençoe, nos redima e nos salve em Seu reino celestial e em Sua presença, por meio de Jesus Cristo, o Senhor. Amém. ¶