Pulpit

Discurso de Abertura

Joseph F. Smith

Conferência Geral de Outubro de 1903·Sessão Matutina do Primeiro Dia·1903-10-04

Sinto-me grato ao ver o grande número de presentes na abertura desta conferência semestral, e espero sinceramente que, ao longo das sessões, nosso povo continue a comparecer e a participar de quaisquer deveres ou trabalhos que sejam necessários durante esta conferência.

Gostaria que todos os Santos dos Últimos Dias sentissem em seus corações que a obra em que estão engajados não é apenas a obra que Deus instituiu nos últimos dias, mas uma obra pela qual cada membro individual da Igreja está profunda e vitalmente interessado. Todo homem e toda mulher deveriam sentir um interesse profundo e duradouro pela obra do Senhor, pelo crescimento e desenvolvimento da grande causa dos últimos dias, causa essa destinada à redenção de todos os homens dos poderes do pecado, de todos os seus efeitos contaminadores, à redenção do homem de sua própria fraqueza e ignorância, e do domínio que Satanás exerce sobre o mundo, para que os homens possam ser tornados livres; pois nenhum homem é ou pode ser feito livre sem possuir o conhecimento da verdade e obedecê-lo. Somente a posse e a observância da verdade podem tornar os homens livres, e todos os que não a possuem nem a obedecem são escravos, não homens livres.

É somente pela obediência às leis de Deus que os homens podem se elevar acima das mesquinhas fraquezas da mortalidade e exercer aquela amplitude de afeto, aquela caridade e amor, que deveriam mover os corações e os propósitos dos filhos dos homens. O Evangelho, tal como foi restaurado, tem por objetivo tornar os homens verdadeiramente livres, livres para escolher o bem e abandonar o mal, livres para exercer aquela ousadia na escolha daquilo que é bom, pela qual não recuarão diante de fazer o que estão convencidos ser correto, ainda que a grande maioria do povo do mundo lhes aponte o dedo do escárnio e do ridículo. Não é necessária nenhuma bravura especial da parte dos homens para nadar a favor das correntes do mundo. Quando um homem decide abandonar o mundo e suas loucuras e pecados, e identificar-se com o povo de Deus, do qual em toda parte se fala mal, é preciso coragem, hombridade, independência de caráter, inteligência superior e uma determinação que não é comum entre os homens; pois os homens recuam diante daquilo que é impopular, daquilo que não lhes trará louvor e adulação, daquilo que de algum modo manchará o que chamam de honra ou bom nome.

Os Santos dos Últimos Dias são um povo que tem sido e ainda é familiarizado com os caminhos do mundo. Foram reunidos de quase todas as nações da terra, e outrora estiveram associados às várias denominações religiosas existentes. Por isso, estão familiarizados com os diversos credos religiosos existentes no mundo, e tiveram a coragem, diante de toda a oposição que tiveram de enfrentar e do desprezo que sobre eles foi lançado, de abandonar seus antigos credos, romper seus antigos laços e relacionamentos, e abandonar seus parentes, seus lares e tudo o que tinham por caro, por amor do Evangelho; e eles não são covardes; não são escravos; não são servos, mas são homens livres, porque o Evangelho os libertou. É o conhecimento destas coisas que fará de um membro da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias uma parte viva da Igreja à qual pertence — um fator vivo, um participante ativo na causa em que está engajado; alguém que sente, no íntimo de sua alma, a verdade do Evangelho; e o amor por ela o move a obras de retidão e faz com que deseje unir-se cada vez mais àqueles que buscam levar a efeito o estabelecimento do reino de Deus e um reinado de retidão, para que a iniquidade seja destruída e a verdade prevaleça de mar a mar.

Não era e não é minha intenção falar longamente nesta manhã. Desejei fazer algumas observações de abertura nesta conferência, e o pensamento que pareceu se impor à minha mente foi que todo Santo dos Últimos Dias aqui presente hoje deveria estar aqui amanhã, e deveria continuar a comparecer a esta conferência até que se encerre no dia 6 deste mês, que é o semi-aniversário do estabelecimento da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias nos últimos dias. Gostaria que todos sentissem aquele interesse por esta obra e pelos deveres e responsabilidades que recaem sobre eles durante esta conferência, de modo que sejam pontuais em comparecer aqui, como o foram hoje. Senti que seria inútil falar sobre isso amanhã, quando é possível que muitos estejam ausentes, ocupados com negócios ou lazer. Aproveito, portanto, esta ocasião, enquanto todos estão aqui para ouvir minha voz e as vozes daqueles que hão de me seguir, para que saibais o que desejamos, e para que vos sintais movidos em vosso coração a realizar este desejo.

Desejo dizer a esta congregação que a obra do Senhor, até onde sei, tem continuado a crescer e a se espalhar desde nossa conferência do último abril. Não vejo nenhum indício de fraqueza, ou de enfraquecimento, entre os Santos dos Últimos Dias. Em toda parte onde tive o prazer e a oportunidade de viajar para visitar o povo, o encontramos dedicado em seu trabalho, dedicado em sua fé, dedicado em sua devoção à causa de Deus na terra, e vivendo de acordo com o conhecimento que possui, conforme a vontade do Pai, tal como lhes foi dado a conhecer.

Houve grandes melhorias. Construímos, concluímos e dedicamos muitas casas de culto por diversas estacas de Sião durante os seis meses que passaram. Há muitas outras em construção, e muitas, sem dúvida, serão concluídas e dedicadas e estarão prontas para o serviço do povo antes que nos reunamos novamente daqui a seis meses.

As estacas de Sião continuam a crescer em número e em força, exceto, talvez, nas cidades maiores. Verificamos que há, da parte de alguns de nosso povo, uma disposição para abandonar as cidades e aquelas partes do estado mais densamente povoadas, espalhando-se para regiões mais novas e edificando outros povoados e outras estacas de Sião. Embora sintamos que isso seja, em grande medida, uma necessidade, sentimos também que não é sensato que nosso povo se disperse ou deixe seus lares atuais, exceto quando se torna absolutamente necessário fazê-lo para seu próprio bem e para o bem de suas famílias crescentes. E, ainda assim, aconselharíamos aqueles que não têm lar, digamos, em Salt Lake, ou em Ogden, ou nas maiores vilas e cidades de nosso estado, e que não têm perspectiva de algum dia conseguir obter lares para si nesses centros mais congestionados — a voltar seus olhos e seu rumo para os povoados mais novos, onde poderão ter o privilégio de obter lotes e edificar lares para si e para seus filhos. Ao fazerdes isso, aconselhamos que vos mudeis sob a direção e o conselho daqueles que têm essas questões a seu cargo, para que, em vez de vos dispersardes, vos reunais e vos estabeleçais em comunidades onde possais ter as vantagens de escolas, de reuniões, das associações de Melhoramentos Mútuos e de todas as demais organizações auxiliares da Igreja, e onde possais associar-vos numa comunidade para proteção mútua e cultura própria e progresso em tudo o que é bom. Verificamos que não são os que desejam o bem-estar de Sião os que se dispõem a dispersar-se; os que amam a verdade e se interessam pela obra do Senhor sempre desejam estar associados aos Santos, onde quer que escolham se estabelecer.

Tivemos a necessidade de dividir a estaca de Alberta, em Sião, porque havia crescido a tais dimensões que se tornara um fardo muito grande para a presidência da estaca, em sua condição indivisa, atender a todos os deveres que lhes cabiam e visitar todo o povo. Haviam crescido até se estenderem por cem milhas ou mais de um ponto a outro. Dividimo-la recentemente, fazendo duas estacas de uma só. Há outras estacas que estão crescendo, e já recebemos apelos do povo e daqueles que estão encarregados para que se estabeleçam outras estacas a partir das já existentes, por causa do aumento do povo e da extensão dessas estacas; e num futuro próximo será necessário, sem dúvida, fazer outras divisões de estacas, a fim de que o povo possa ser visitado por seus oficiais presidentes e todos possam manter-se em contato com o espírito do Evangelho e com a obra do Senhor.

Nossas missões estão, quase universalmente, em condição próspera. A obra progride na Europa e nas ilhas do mar. Tem havido, ultimamente, alguma pequena dificuldade na missão alemã, mas os ânimos ali se acalmaram, e nossos élderes continuam a prosseguir seus trabalhos ali, como o fazem em outros campos missionários. Conseguimos concluir e dedicar, desde a última conferência, um edifício muito espaçoso e apropriado na cidade de Copenhague, e também em Christiania, na Noruega, dando assim a essas missões uma permanência que não desfrutavam na mesma medida nos anos que passaram. Outras capelas para nosso povo em outras missões estão sendo consideradas, e talvez, num futuro próximo, tenhamos sedes para nossos élderes, e uma capela, ou igreja, se assim quiserdes chamá-la, em outros campos missionários, onde possamos divulgar nosso nome e nossos princípios, e onde possamos ter um ponto de apoio permanente e mostrar nossas obras àqueles que buscam a verdade, e não deixar o povo, como em anos passados, sob a impressão de que estamos constantemente "de passagem" nessas terras distantes, sem lugares permanentes ali. Nossa missão na Grã-Bretanha, por exemplo, já se estende há 60 anos ou mais, e, no entanto, nunca tentamos construir casas de culto ali, e muitos têm suposto que nossa obra ali era apenas temporária. Mas desejamos que se compreenda claramente que o "mormonismo", como é chamado, veio ao mundo para ficar. Esperamos proclamar este Evangelho às nações da terra até que toda nação, tribo, língua e povo tenha o privilégio de ouvir o som dele e as vozes dos servos de Deus, erguidas em advertência e testemunho de que os juízos virão sobre o mundo e de que a retidão foi dada a conhecer e proclamada dos céus nos últimos dias.

Infelizmente perdemos cerca de três ou quatro de nossos élderes, pela mão da morte, no campo missionário. Lamentamos muito isso, e estamos impressionados com o pensamento de que isso se deve, em grande parte, pelo menos em alguns casos, à falta de cautela e de cuidado adequado por parte dos próprios élderes. Eu mesmo ficarei muitíssimo grato e feliz se, depois de ter feito tudo o que tenho poder e sabedoria para fazer por minha própria proteção, o Senhor me preservar por Seu poder. Ainda assim, darei a Ele a honra e a glória por tudo. Se um homem recebe sabedoria para se resguardar do mal e dos perigos, é porque Deus lhe concedeu o dom da sabedoria. Diz-se que a fé é um dom de Deus, e de fato é; mas a fé não vem sem obras; a fé não vem sem obediência aos mandamentos de Deus. Os homens não recebem o dom da fé, nem o dom da sabedoria, nem o dom do entendimento, nem um testemunho do Espírito do Deus Vivo em seus corações, sem que o busquem. O princípio é este: batereis e vos será aberto; pedireis e recebereis; buscareis, se quiserdes achar; e se quiserdes sabedoria, pedi-a, como fez Salomão; se quiserdes conhecimento e o testemunho do espírito em vosso coração, buscai-o com afinco. Colocai-vos numa posição em que sejais dignos de recebê-lo, e então ele virá a vós como um dom de Deus, e Seu nome deve ser louvado por isso.

Lamento dizer a esta congregação — e talvez não devesse me expressar assim — que, desde nossa última conferência, fomos privados da presença, do conselho e da influência de um de nossos amados irmãos, um dos Doze, o Presidente Brigham Young. É claro que todos estais cientes disso, mas ainda assim o menciono aqui para que saibais que não esquecemos aqueles com quem estivemos associados na vida, desde a infância até a velhice, especialmente aqueles que foram fiéis em todos os seus chamados e nas missões para as quais foram designados. Reverenciamos sua memória e lamentamos sua ausência entre nós hoje.

Alegro-me com o retorno e a presença do irmão Heber J. Grant, vindo do Japão. Ele foi honrosamente desobrigado daquela missão para retornar e retomar seus trabalhos aqui, ou em outro lugar, conforme for chamado e designado. O irmão Horace S. Ensign foi colocado à frente da missão do Japão. Aqueles que trabalhavam com ele ali são jovens fiéis e dedicados; mas o irmão Heber pode falar deles mais plenamente do que talvez me seja possível fazer.

Há muitos assuntos que talvez devessem ser considerados e refletidos durante esta conferência. Desejo renovar, em resumo, o que vos disse há seis meses. Não obstante tenhamos tido mais seis meses de prosperidade na terra — nossas colheitas foram incomumente boas este ano, e o trabalho do lavrador foi coroado de colheitas abundantes — ainda assim, embora a prosperidade tenha abundado por todo o comprimento e a largura da terra de Sião, quero vos dizer que não tem havido tanta prosperidade no exterior. Frequentemente ouvimos falar de fracassos e dificuldades financeiras. Ouvimos falar de conflitos trabalhistas em várias partes de nossa terra, e de guerras e rumores de guerras; mas aqui, no meio destes vales montanhosos, habitados pelos Santos dos Últimos Dias, o Senhor nos deu paz e nos tornou seguros. Nossas relações comerciais são saudáveis; nossas instituições comerciais são prósperas, e tudo parece promissor para o futuro; mas, apesar das perspectivas promissoras que vislumbramos, desejo que meus irmãos e irmãs não se tornem excessivamente confiantes nesta condição de coisas. Digo-vos que é melhor para nós estarmos livres de dívidas, livres de obrigações e hipotecas, do que termos hipotecas lançadas sobre nossos lares, ou sobre nossas fazendas, ou sobre nosso gado, ou sobre qualquer coisa que possuamos em forma de valores. Novamente admoesto os Santos dos Últimos Dias a visarem e a se esforçarem diligentemente por se livrarem das dívidas. Livrai-vos das dívidas e permanecei livres delas, e então sereis livres tanto financeira quanto espiritualmente.

Desejo novamente dizer que ficaria satisfeito em ver mais de nossos jovens aprendendo ofícios, em vez de tentarem aprender profissões, como a profissão do direito, ou da medicina, ou outras profissões. Eu preferiria que um homem se tornasse um bom mecânico, um bom construtor, um bom maquinista, um bom agrimensor, um bom fazendeiro, um bom ferreiro, ou um bom artesão de qualquer espécie, a vê-lo seguir esses outros tipos de profissões. Precisamos, porém, daqueles que são capazes de ensinar na escola, e gostaria de ver um maior interesse manifestado por nossos jovens e nossas jovens no treinamento normal, para que possam se tornar professores proficientes e aspirar a seguir essa profissão, pois é uma das mais importantes, e grandes resultados advirão do desempenho fiel dos deveres e trabalhos daqueles que nela se ocupam. A formação de nossa juventude, o fornecimento de instrução adequada àqueles que buscam educação, e a criação de recursos em nosso meio para todos os que desejam não apenas os ramos comuns da educação, mas os ramos superiores; para que possam obter esses privilégios e benefícios em casa, em vez de serem obrigados a ir para o exterior para completar sua educação.

Alguns de nossos amigos, creio, ofenderam-se gravemente com o que eu disse a respeito de algumas dessas coisas no último abril. Lamentei ouvir o que disseram a esse respeito. Ora, bendita seja vossa alma, o conselho que dei no último abril, a respeito desses assuntos, era no interesse de todas as partes e de todas as profissões. Não pronunciei uma só palavra de desrespeito a respeito de nenhuma profissão. Simplesmente aconselhei, e ainda aconselho, os jovens de Sião a se tornarem artesãos em vez de advogados. Repito-o; e, no entanto, prouvera a Deus que todo homem inteligente entre os Santos dos Últimos Dias fosse capaz de estudar direito e ser seu próprio advogado. Desejaria que todo homem pudesse e quisesse estudar e se familiarizar com as leis de seu estado, com as leis de sua nação e com as leis de outras nações. Não se pode aprender demais nesse sentido; mas penso que há muitos demais tentando ser advogados, para o bem dessa profissão. Estão, em certa medida, devorando-se uns aos outros. Não faz muito tempo, um jovem que havia estudado direito e aberto seu escritório aqui, depois de esperar por trabalho, tentando angariar clientela por algum tempo, chegou tão perto de deixar a si mesmo e à sua família passarem fome que veio perguntar o que deveria fazer. Não conseguia se sustentar na profissão do direito. Perguntei-lhe se sabia fazer outra coisa. Disse que sim, que era um bom impressor. Bem, então, eu disse, abandona a profissão do direito e assume a profissão da tipografia; faze algo que sabes fazer e com que possas te sustentar. Se ele tinha alguma prática no direito, meu conselho a ele, se o tivesse obedecido — e ele o obedeceu —, teria sido um benefício para aqueles que permaneceram na profissão. Há alguns homens, dos mais honrados, dos mais genuínos e dos mais inteligentes, que seguem a profissão do direito. Gostaria de poder dizer isso de todos.

Então, meus irmãos e irmãs, livrai-vos das dívidas. Meus jovens amigos, aprendei a ser hábeis nas artes e na mecânica, e em algo que seja material, útil para edificar a comunidade em que vivemos e onde estão centrados todos os nossos interesses.

Ó meus irmãos e irmãs, admoesto-vos a cuidardes de vossos filhos, para que cresçam com hábitos adequados, guardando a Palavra de Sabedoria, mantendo-se moralmente limpos e puros, evitando as tentações e os atrativos que os cercam por todos os lados, para que cresçam e se tornem homens e mulheres sem mácula e sem defeito. Este é, quase, o grande desiderato da vida, pelo menos para mim. Ver meus filhos seguirem os caminhos do pecado, afastando-se dos caminhos da retidão, seria a mais penosa aflição que poderia me acontecer. A própria morte seria mais tolerável.

Agora sinto que não seria sensato nem apropriado que eu ocupasse mais tempo nesta manhã. Há muitas outras coisas que poderiam ser ditas, e provavelmente serão ditas por aqueles que nos dirigirão a palavra durante esta conferência. Confio que a devida atenção será dada aos seus conselhos, e que seremos edificados e fortalecidos na fé, e encorajados em nossa determinação de servir ao Senhor, de guardar Seus mandamentos, de praticar a retidão e de procurar fazer o bem a todos os homens, sejam eles Santos dos Últimos Dias ou pecadores dos últimos dias. Façamos o bem a todos os homens; essa é a nossa missão. É nosso dever especial erguer os que estão abatidos, fortalecer os fracos, encorajar os que estão em dúvida, e conduzir e elevar os homens no caminho da retidão e da utilidade no mundo, para que sejamos, de fato e em verdade, salvadores no Monte Sião. Que Deus conceda isto a cada um de nós é minha oração, em nome de Jesus. Amém.

Como citar este discursoJoseph F. Smith, “Discurso de Abertura”, Conferência Geral de Outubro de 1903, Sessão Matutina do Primeiro Dia (1903-10-04). Pulpit Vault, 1903-10-smith-opening-address. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).