Pulpit

Alimentados com o Pão da Vida e o Temor do Mundo Diante da Verdade

Reed Smoot

Conferência Geral de Abril de 1902·Segundo Dia, Sessão da Manhã·1902-04-05

Ao olhar para esta multidão nesta manhã, posso assegurar-vos, meus irmãos e minhas irmãs, que sinto minha fraqueza ao pôr-me diante de vós; mas confio nas orações que foram oferecidas durante esta conferência em favor daqueles que haverão de falar, para que guiem minhas palavras. Sinto a responsabilidade que recai sobre os servos do Senhor como mestres, de dar ao povo a palavra do Senhor. De fato, regozijei-me ontem ao ouvir os testemunhos que foram dados a respeito do crescimento deste povo. Sião está crescendo, "Sião, guardada pelo poder divino." Regozijei-me também ao ouvir o Profeta do Senhor falar ao povo e dizer que estavam aumentando em boas obras, no pagamento de seus dízimos e em força numérica, e que Deus os estava abençoando tanto temporal quanto espiritualmente. Notei no Deseret News, na quarta-feira, uma declaração do presidente da missão mexicana de que 30 membros da Igreja tinham vindo do México para assistir a esta conferência, custando-lhes pouco mais de $7.000 para fazer a viagem; e pensei comigo mesmo quão importante era que cada orador falasse pelo poder de Deus, para que aqueles fiéis Santos fossem recompensados por tão grande sacrifício financeiro. É certo que cada um deles assistirá a todas as reuniões durante esta conferência, pois vieram aqui por nenhum outro propósito senão o de serem alimentados com a palavra de Deus. Que responsabilidade recai sobre aqueles que são chamados a ensinar um povo com tamanha fé em Deus e tamanha devoção à Sua obra, e, como já disse, sinto minha fraqueza ao fazê-lo; mas reivindicarei um interesse nas orações que foram oferecidas, para que o espírito de Deus Todo-Poderoso esteja comigo, de modo que eu possa, pela graça de Deus, alimentar o povo com o pão da vida.

Notei também nesse mesmo relatório que, no distante México, havia pelo menos 3.000 pessoas que tinham tomado sobre si o nome do Senhor, que se haviam curvado diante do Deus que adoramos, que reconheceram que Jesus é o Cristo, e que eram membros da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Quando o Presidente Joseph F. Smith falava do maravilhoso progresso desta obra, veio à minha mente que as orações dos Santos, pedindo que as estacas de Sião fossem fortalecidas e suas cordas alongadas, foram respondidas. Não somente estamos crescendo nas Montanhas Rochosas, mas estamos espalhando-nos por toda a face da Terra. Enquanto pensava nessas coisas, veio-me à mente uma revelação que foi dada ao Profeta Joseph Smith no ano de 1829, pouco antes de a Igreja ser organizada. Joseph Smith tinha apenas 23 anos naquela época, e peço-vos hoje que vejais se as palavras reveladas ao jovem Profeta naquele tempo não se cumpriram na história deste povo.

"1 Agora eis que uma obra maravilhosa está para iniciar-se entre os filhos dos homens. 2 Portanto, ó vós que embarcais no serviço de Deus, vede que o sirvais de todo o coração, poder, mente e força, para que vos apresenteis sem culpa perante Deus no último dia. 3 Portanto, se tendes desejo de servir a Deus, sois chamados ao trabalho; 4 Porque eis que o campo já está branco para a ceifa; e eis que aquele que lança a sua foice com vigor faz reserva, de modo que não perece, mas traz salvação a sua alma; 5 E fé, esperança, caridade e amor, com os olhos fitos na glória de Deus, qualificam-no para o trabalho.

6 Lembrai-vos da fé, da virtude, do conhecimento, da temperança, da paciência, da bondade fraternal, da piedade, da caridade, da humildade, da diligência.

7 Pedi e recebereis; batei e ser-vos-á aberto. Amém."

Mesmo antes de essa revelação ser dada, o mundo já estava alarmado com a declaração feita por esse mesmo Profeta, de que Deus e Seu Filho Jesus Cristo lhe haviam aparecido; e todas as denominações cristãs se levantaram contra ele assim que fez tal declaração. Desde então têm tentado bloquear as rodas desta obra, e não recuaram diante de nada para trazer sua destruição. Digo-vos que Deus não permitirá que esta Igreja seja derrubada ou entregue a outro povo. Se fosse possível a Satanás destruir esta obra, ele o teria feito ainda em sua infância.

Quando olhamos para o maravilhoso crescimento da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, e lemos as profecias do Profeta de Deus que foi escolhido para abrir esta última dispensação, parece-me que não resta espaço para duvidar de que a mão de Deus tem estado sobre este povo desde o dia em que a Igreja foi organizada até o presente. É verdade que fomos provados e tentados; é verdade que fomos perseguidos, e toda sorte de falsidades foi circulada contra nós, e vendida a retalho e por atacado em todo o mundo; mas deixai-me dizer-vos, sede fiéis ao Deus que tem vigiado sobre este povo e a Seus mandamentos, e tão certo quanto crescemos até o que somos hoje, tão certo a pequena pedra que foi cortada do monte sem mãos rolará e encherá toda a Terra, como o Profeta de Deus predisse. Não está longe o tempo em que homens e mulheres deste povo serão requisitados em todo o mundo. Quero testificar-vos hoje que este povo, que foi escolhido por Deus, ainda há de ensinar ao mundo o caminho da vida, e o único caminho para voltar à presença de Deus. O mundo pode não acreditar, e pode resistir a isso enquanto for possível; mas a palavra foi dita de que este povo, governado pelas revelações do Todo-Poderoso, ainda há de ser uma luz para o mundo e ensinar-lhe o caminho de volta à vida eterna. Ora, hoje o mundo olha para nós com espanto. É verdade que estão tentando de vários modos derrubar o poder que este povo exerce na Terra; mas quero dizer-vos que isso não pode ser feito. À medida que avançamos e crescemos em conhecimento, hão de combatê-lo cada vez com mais força; mas Deus disse que a obra continuaria a rolar, e continuará, sem cessar. Hoje merecemos o respeito da parcela honesta e respeitável de todas as classes que nos conhecem. Tudo o que empreendemos, tudo o que as autoridades da Igreja nos incumbem, é cumprido e realizado. Dificilmente há um projeto de colonização proposto sem que os interessados nele peçam que o povo "mórmon" se interesse e o leve adiante até o sucesso. Não tendes notado que, onde quer que o povo mórmon tenha posto mãos à obra para realizar algo, e o Profeta do Senhor tenha dito que seria bem-sucedido, por mais árduo ou difícil que parecesse, sempre foi realizado com sucesso? Estamos espalhando-nos por todos os Estados e Territórios vizinhos, e nossa influência se faz sentir para o bem onde quer que vamos. No México, no Arizona, em Wyoming, em Idaho, no Canadá, e em todo país para onde o povo é chamado a ir, aqueles interessados naquela região e em seu desenvolvimento dizem: "Deixai vir o povo mórmon e ensinar-nos a fazer um novo país." Há sempre dois lados numa questão, e enquanto ouvis alguns afirmando que o mormonismo está em declínio, há outros que o veem como uma ameaça, e uma ameaça crescente. Tenho aqui um recorte tirado de um dos grandes jornais de Nova York, e ele afirma: "O perigo do mormonismo é subestimado, não superestimado. Quando o público perceber que há duas Igrejas mórmons no Brooklyn, uma em Manhattan, uma na Filadélfia, um forte e crescente povoado mórmon nas fronteiras da Pensilvânia e de Nova Jersey, e que a Igreja mais forte numa região a cinquenta milhas de Jersey City é mórmon, poder-se-á compreender que a situação é ameaçadora."

Essa declaração, que alarmou o comitê executivo feminino das missões domésticas da igreja reformada em seu décimo oitavo aniversário nesta cidade, foi feita pela Srta. Elizabeth V. Vermilye, membro do comitê, num discurso sobre o mormonismo no leste. Ela disse ainda:

"Foi predito que, em cinquenta anos, os mórmons controlariam um cinturão de Estados cortando o país ao meio, de nordeste a sudoeste. A predição se cumpriu em vinte anos em vez de cinquenta. Possuem terra desde as Montanhas Rochosas até as Sierras, e estão espalhando-se para o leste, como já vos disse. Controlam quatro estados ocidentais e, no ritmo atual de progresso, em breve terão supremacia em outros."

Digo-vos, meus irmãos e minhas irmãs, que, assim como Deus predisse que este povo cresceria e aumentaria, a obra continuará sem cessar até que cada palavra proferida pelos Profetas do Senhor se cumpra em cada particular. E se controlássemos quatro estados ocidentais? E se controlássemos todos os estados ocidentais? Testifico que, se assim fosse, não haveria homem ou mulher vivendo dentro das fronteiras desses estados que não tivesse liberdade absoluta. Nenhuma autoridade nesta Igreja jamais lhes tiraria um mínimo sequer de seus direitos. Nenhum sacerdócio que possuímos jamais interferiria na cidadania de um homem. Se esses estados fossem controlados pelo povo mórmon, seriam controlados em retidão, honestidade e honra.

Há alguns anos houve um Congresso das Religiões em Chicago, e toda denominação religiosa conhecida do mundo foi convidada a se fazer representar. Os anglo-saxões, os latinos, e todas as demais raças conhecidas, os povos semicivilizados, e até mesmo os não civilizados, foram convidados a estar presentes por representação. Os Santos dos Últimos Dias, desejosos de apresentar as verdades reveladas por meio de Joseph Smith, o Profeta, enviaram um representante, e todos sabeis o resultado: não quiseram recebê-lo. Fiquei impressionado ao perceber que a razão pela qual não nos foi permitida representação era que temiam a luz e a verdade que lhes seriam dadas pelo representante da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Seu testemunho os condenaria a todos. Uma coisa que há de errado com o mundo hoje é: não querem a luz; não querem a verdade; querem viver como estão vivendo; mas tão certo quanto o sol nascerá amanhã de manhã, tão certo as verdades do céu, reveladas a Joseph Smith, condenarão ou salvarão o mundo. Pode ser lento; a verdade sempre se move devagar, mas triunfará ao fim. Assim triunfará também a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias sobre toda oposição.

Nesta revelação somos admoestados a lembrar-nos da fé. Não creio que haja povo sobre a face da Terra com mais fé do que os Santos dos Últimos Dias. Todo ato de suas vidas, todo passo dado pelas Autoridades da Igreja, demonstra que têm tido fé ilimitada em Deus. E continuaremos a ter fé nesse mesmo Deus que nos dirigiu a esta terra, que tem vigiado sobre nós em todo tempo, e assim o fará enquanto O servirmos e O honrarmos.

A revelação diz também: lembrai-vos da virtude. Meus irmãos e minhas irmãs, no que se estenderam minhas viagens — e têm sido a muitos países deste mundo — testifico-vos, em nome do Senhor Jesus Cristo, que não há povo sobre a Terra que guarde tão sagrada a lei da virtude quanto os Santos dos Últimos Dias. É verdade que foi relatado aqui ontem que alguns dos vícios do mundo estão penetrando em nosso meio, e que, em consequência, em alguns casos, há perda de virtude entre nossa juventude. Enquanto houver um único caso disso na Igreja, já é demais; mas, apesar de tudo isso, sei que não há povo sobre a Terra tão virtuoso, como um todo, quanto os Santos dos Últimos Dias.

As observações feitas ontem acerca de nossos missionários e das qualificações exigidas de um missionário, eu as endosso plenamente. Outro dia, um dos élderes, que havia presidido uma conferência numa missão, disse-me que não via muita diferença entre o missionário que chegava despreparado ao campo e aquele que chegava preparado; pois, dizia ele, Deus supre o que falta ao despreparado, e em pouco tempo o que chegara despreparado ficava tão plenamente qualificado quanto o que chegara preparado. Discordei dele nesse ponto, pois sei que, quando eu estava no campo missionário, os homens que vinham de nossas escolas da Igreja, onde lhes haviam ensinado os princípios do Evangelho, estavam prontos para pôr mãos à obra de imediato, ao passo que a maioria dos outros não estava. Mas, disse-lhe eu, admitindo que o que dizes seja verdade, quero dizer-te que há algo mais do que isso. Disse-lhe, e digo às mães e aos pais aqui presentes, que missionários cujas amizades eram más antes de partirem numa missão podem, de fato, ir e cumprir uma missão satisfatória, e receber desobrigação honrosa, com a bênção do Presidente; mas se foram desregrados antes de partir, e seus companheiros eram inadequados para que um élder da Igreja com eles se associasse, quase sempre, assim que retornam, voltam de imediato à mesma companhia e caem nos mesmos hábitos perniciosos que tinham antes de ir. Não é senão natural que assim o façam. O resultado é que, em casos demasiado numerosos, não fazem três meses de retorno de sua missão e já estão em condição espiritual quase igual à de antes de partir. Já pensei muitas vezes que, se eu tivesse um filho chamado a uma missão que tivesse tido más amizades antes de partir, gostaria que, ao retornar, fosse viver em outro lugar, e fizesse novas amizades, afastando-se da influência de seus antigos companheiros, e começasse de novo a vida. Creio que o ambiente e as amizades de onde nossos jovens são tirados exercem grande influência sobre eles quando retornam de suas missões, e é essa a causa de muitos deles recaírem na velha rotina. Quero pedir aos bispos que cuidem dos rapazes que voltam de missões. Talvez lhes peçais que falem quando retornarem, e nunca mais penseis neles. Mantende-os na atividade; ponde-os a trabalhar no sacerdócio; pois, se forem mantidos em atividade, hão de desfrutar do espírito que tinham enquanto estavam no campo missionário. Deixai-os voltar e não fazer nada, e logo se tornam frios e perdem o testemunho que sacrificaram tanto para obter. Senti-me impelido a dizer isto acerca da questão missionária.

Numa revelação dada por meio do Profeta Joseph Smith a Sidney Rigdon, Parley P. Pratt e Lemon Copley no ano de 1831, diz:

"24 Mas antes que venha o grande dia do Senhor, Jacó prosperará no deserto e os lamanitas florescerão como a rosa.

25 Sião florescerá nos outeiros e nas montanhas regozijar-se-á; e será reunida no lugar que designei.

26 Eis que vos digo: Ide, como vos mandei; arrependei-vos de todos os vossos pecados; pedi e recebereis; batei e ser-vos-á aberto.

27 Eis que eu irei adiante de vós e serei vossa retaguarda; e estarei no meio de vós e não sereis confundidos. 28 Eis que eu sou Jesus Cristo e depressa venho. Assim seja. Amém."

Quero chamar a atenção do povo para o cumprimento desta predição. Não floresceu Jacó sobre a montanha? Não está Sião cercada de outeiros? Como se afirma no belo hino que foi cantado esta manhã: "Pela força dos outeiros, nós Te bendizemos, nosso Deus, Deus de nossos pais."

Sou o mais grato por Deus, meu Pai, ter-me permitido nascer em Sião, cercado dos grandiosos e antigos outeiros, e sob o convênio eterno. Sou grato por Ele me ter dado pais tão nobres, e espero viver de modo a merecer as bênçãos que me foram conferidas por meu Pai celestial. Filhos nos são dados, meus irmãos e minhas irmãs, como uma bênção. O mundo hoje não crê em ter famílias, pois parece pensar que os filhos são um fardo; mas a primeira grande lei que Deus deu ao homem foi: multiplicai-vos e enchei a Terra. Graças a Deus que este povo pratica e crê neste mandamento. Nossos filhos são uma bênção para nós, ou nos trazem tristeza e aflição. Vigiemo-los e cuidemos deles. Reconheçamos que foram postos sob nossos cuidados pelo Pai; que devem ser joias em nossa coroa no mundo vindouro. Prometo às mães e aos pais aqui presentes que, se não vigiarem seus filhos, muitos deles farão a mesma declaração, arrancada da angústia de sua alma, tal como um pai declarou, segundo o News de ontem à noite: "Meu filho tem sido vítima da funesta influência de um degenerado moral depravado e dos efeitos nocivos da leitura de romances baratos." Rogo a Deus que toda mãe e todo pai em Israel vigie cuidadosamente seus filhos e filhas. Suspeitai deles um pouco, se puderdes fazê-lo de modo que não percebam. Examinai o que leem; sabei aonde vão, e quem são suas amizades. Há tantos pais e mães que pensam que é alguma amizade de seus filhos quem é a má influência, quando talvez seja o próprio filho a má companhia dos outros.

Peço aos pais e às mães de Israel que não somente vigiem, mas orem com seus filhos. Fazei deles vossos confidentes; saudai-os com um beijo; mantende-os dentro do vosso amor; fazei-os sentir que nenhuma alma que vive tem tanto interesse neles quanto vós; fazei do lar um lugar tão feliz e confortável quanto possível para eles, e mantende-os junto ao lar e sob a influência do lar tanto quanto puderdes. Não há maior conforto nesta vida do que um filho digno ou uma filha pura. Não há nada que traga mais conforto a um pai ou a uma mãe do que ter filhos obedientes; e não há nada que traga mais angústia e aflição do que um filho desregrado que comete algum crime terrível.

Meus irmãos e minhas irmãs, sinto-me levado a pedir as bênçãos de Deus sobre vós. Deixo convosco, neste dia, meu testemunho de que Jesus é o Cristo, e de que Deus vive. Sei que esta é a obra de Deus. Sei que Joseph Smith foi um profeta de Deus. Sei que esta obra está destinada por Deus a continuar a rolar e a encher toda a Terra. Não vos desanimeis, meus irmãos e minhas irmãs, onde quer que vivais. Lembro-me de ter ido à Estaca de Millard de Sião há uns seis meses, e o povo estava bastante desanimado. Muitos deles sentiam vontade de mudar-se e ir para algum país novo. Lembro-me de orar ali fervorosamente a meu Pai celestial para que lhes enviasse chuva, e fossem abençoados com mais água no ano seguinte. Todo homem que encontrei da Estaca de Millard, por algum tempo depois, quando lhe perguntava sobre as condições ali, dava-me sempre a mesma resposta: "Seco e empoeirado." O povo, como um todo, ofereceu suas súplicas a nosso Pai celestial por umidade, e creio que suas orações foram respondidas. As mesmas regiões que estavam mais ressecadas neste belo estado nosso hoje têm boa perspectiva de mais água e, consequentemente, melhores colheitas na próxima estação. Ao falar com alguns dos irmãos da Estaca de Millard outro dia de manhã, disseram-me que o terremoto que visitou a região sul de nosso estado recentemente havia aumentado o volume dos riachos, e o rio Sevier fora enchido como não acontecia havia anos nesta época do ano. Seu pequeno reservatório logo a leste de Deseret, com toda a água que ali chegou durante a estação passada inteira, não se encheu; mas nesta estação encheu-se em oito dias, e o povo tomou novo ânimo. Digo-vos, meus irmãos e minhas irmãs, que, mesmo que as coisas vos pareçam sombrias por vezes, não vos desanimeis, mas confiai naquele Deus que vos conduziu a esta terra. Esta é uma terra prometida. Deus a abençoará, e não vos esqueçais de que Ele pode aumentar as águas e tornar produtivas as vossas terras. Que a paz de Deus esteja com o povo como um todo; que Suas bênçãos estejam sobre a Igreja; que ela cresça e aumente até encher toda a Terra, como foi predito pelos Profetas de Deus, é minha oração, em nome de Jesus Cristo. Amém.

Como citar este discursoReed Smoot, “Alimentados com o Pão da Vida e o Temor do Mundo Diante da Verdade”, Conferência Geral de Abril de 1902, Segundo Dia, Sessão da Manhã (1902-04-05). Pulpit Vault, 1902-04-smoot-fed-with-bread-of-life. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).