Pulpit

As Coisas de Deus Reveladas Somente Pelo Espírito de Deus — Desenvolvimento da Obra de Deus, Etc

John Taylor

1872-05-26

Alegra-me ter o privilégio de reunir-me com os santos neste lugar, e de lhes falar tais coisas quanto o Senhor colocar em minha mente para comunicar. Estou bem ciente de que não sei falar, e de que vós não sabeis ouvir, a menos que todos estejamos sob a influência e a orientação do Espírito do Deus vivo. Somos seres espirituais, e seres liberais e temporais; temos que ver com o tempo e a eternidade, e, como nada podemos saber a respeito da eternidade e nada a respeito de Deus, senão à medida que ele no-la revelar, segue-se como consequência necessária que todas as teorias, ideias e dogmas dos homens de nada podem valer para instruir a família humana nas coisas pertencentes a Deus e à eternidade. Isto vale para todos os nossos assuntos na vida, seja a vida que agora é, seja a vida que há de vir. Sabemos muito pouco a respeito do mundo em que vivemos. Sabemos muito pouco a respeito de nós mesmos, a respeito de nossos próprios corpos, a respeito do espírito e da mente do homem, ou da operação do Espírito de Deus sobre esse espírito e essa mente, e muito menos a respeito da eternidade, a respeito de Deus e do céu, e a respeito dos desígnios e propósitos do Todo-Poderoso; e é loucura para o homem, sem o auxílio e a direção do Todo-Poderoso, tentar ensinar coisas pertencentes ao reino de Deus ou ao bem-estar e à felicidade da família humana. Nós, como seres humanos, e especialmente como Santos dos Últimos Dias, que temos dado alguma atenção a estes assuntos, e nos sentimos identificados com a Igreja e o reino de Deus sobre a terra, temos ideias que diferem muito materialmente das do mundo, e essa diferença pode ser atribuída à influência e à operação do Espírito de Deus sobre nossas mentes, por meio da obediência aos primeiros princípios do Evangelho de Cristo; pois, ao passo que o mundo da humanidade em geral repudiou a ordem de Deus e as instituições de sua casa, nós, como crentes nele e no estabelecimento de seu reino sobre a terra nestes últimos dias, ocupamos uma posição muito diferente da do resto do mundo.

As Escrituras nos informam definitivamente que nenhum homem conhece as coisas de Deus, senão pelo Espírito de Deus. O Evangelho nos ensina como podemos obter um conhecimento daquele Espírito, e isso é arrependendo-nos de nossos pecados, sendo batizados no nome de Jesus para a remissão deles, e tendo mãos impostas sobre nós para o recebimento do Espírito Santo. E, como cumprimos os primeiros princípios do Evangelho de Cristo e participamos do Espírito Santo, tivemos algumas leves manifestações da vontade, dos desígnios e dos propósitos do Todo-Poderoso em relação a nós, aos que viveram antes de nós, e aos que hão de vir depois de nós; em relação aos mundos que são e que hão de vir. Digo que tivemos alguma leve ideia destas coisas, e que ela se originou da posição peculiar que ocupamos por nossa obediência aos primeiros princípios do Evangelho de Cristo. Outros homens não compreendem -- não podem compreender -- as coisas como nós as compreendemos; não têm os meios de demonstrar a verdade do Evangelho como nós temos, por não terem cumprido seus primeiros princípios. O que para nós é luz, inteligência, inteligente, venturoso e glorioso, é confusão e trevas para eles. Não conseguem concebê-lo; não conseguem compreender as leis da vida, nem entender coisa alguma pertencente ao reino de Deus. Não me importa que inteligência possam possuir a respeito de outros assuntos; não me importa quão profundamente eruditos sejam nas artes e ciências do mundo; podem ter estudado matemática, examinado a fisiologia do sistema humano, e podem ter-se familiarizado com a geologia, a mineralogia e a estrutura da terra em que vivemos, e do sistema planetário e do movimento dos mundos que nos rodeiam; podem ter-se familiarizado com a história, a geologia, a botânica, o direito, a física, a literatura e a teologia, e todo esse conhecimento, e muito mais do que isso, e, se não estão de posse do Espírito Santo, do princípio da revelação, da luz da verdade eterna, não conseguem compreender o reino de Deus.

Todos vós já lestes a respeito de Nicodemos indo a Jesus de noite. Nicodemos pensava que havia algo de bom em Jesus, mas não havia bastante hombridade nele mesmo. Era um tanto covarde, como às vezes vedes alguns homens hoje. Queria ir a Jesus, mas não tinha hombridade para fazê-lo à luz do dia, de modo que foi de noite -- sob o manto da escuridão -- e disse: "Rabi, sabemos que és mestre vindo de Deus; porque ninguém pode fazer estes milagres que fazes, se Deus não estiver com ele. Jesus respondeu e disse-lhe: Em verdade, em verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o reino de Deus." Nicodemos não entendeu isso, e disse a Jesus: "Como pode um homem nascer, sendo velho? pode ele entrar segunda vez no ventre de sua mãe, e nascer? Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus." Ele nem sequer podia ver o reino de Deus, a menos que nascesse da água, e não podia entrar nele, a menos que nascesse da água e do Espírito.

Esta foi a declaração de Jesus, e ela pode explicar o singular sentimento que vemos manifestado entre os filhos dos homens para conosco como povo. Homens de capacidade e erudição vêm ao nosso meio e dizem: "Tendes aqui um país notavelmente bom, e tendes exibido uma grande quantidade de inteligência, indústria e perseverança. Não sabemos nada a respeito de vossa religião, nem a respeito de seus princípios. Estávamos inclinados a pensar desfavoravelmente dela, pelos muitos relatos que ouvimos no estrangeiro a vosso respeito; mas agora que vemos vossa ordem, diligência, perseverança, melhoramentos, vossas belas cidades e vilas, vossas ferrovias e os vários empreendimentos em que vos engajastes; quando vemos vossa liberdade dos vícios que geralmente prevalecem no mundo, pensamos que há algo peculiar nisso, mas o que é, não sabemos." Não conseguem ver o reino de Deus -- não nasceram da água, esse é o problema deles. Frequentemente converso com ministros de várias denominações sobre estes assuntos, mas são cegos como morcegos -- não sabem nada a respeito deles. Podem falar de política e de história, e podem discorrer filosoficamente sobre vários ramos da arte e da ciência, mas, quando se chega ao reino de Deus, são flagrantemente ignorantes, e cumprem as palavras de Jesus, de que ninguém pode ver aquele reino, a menos que nasça de novo.

Fazei uma revisão retrospectiva da história deste povo. Vede sua posição e a posição da Igreja e do reino de Deus, anos atrás e agora, e depois olhai para as coisas que hão de vir; falai do reino como era, como é, e como há de ser. Há algo grande, magnífico e glorioso a refletir -- algo que todo Santo dos Últimos Dias, cuja mente esteja iluminada pelo Espírito, pela inteligência e pela revelação que fluem de Deus, admira; e sente-se levado a dizer em seu coração, como alguém disse em dias passados: "Seja este povo o meu povo, seja o Deus deles o meu Deus; onde vivam, viva eu também, e onde morram, seja eu sepultado; e seja eu seu associado e me misture com eles no tempo e na eternidade." Este é o tipo de sentimento que o Espírito de Deus imparte a todo Santo dos Últimos Dias que vive sua religião e guarda os mandamentos de Deus.

Estamos empenhados numa obra que Deus se propôs realizar, e ele tem-se utilizado de nós como instrumentos, e também há de usar outros que ainda hão de ser reunidos, para edificar seu reino, e introduzir princípios corretos de todo tipo -- princípios de moralidade, princípios sociais, bons princípios políticos; princípios relativos ao governo da terra em que vivemos; princípios de salvação pertencentes a nós mesmos, a nossos progenitores e a nossa posteridade, e pertencentes ao mundo que foi, que é e que há de vir; e, como disse, ele está nos usando como instrumentos. É verdade que erramos e tropeçamos; é verdade que estamos cercados de todas as fraquezas e enfermidades da natureza humana, mas, com todas as nossas fraquezas e defeitos que nos acompanham, o Senhor nos chamou das nações da terra para sermos seus coadjutores e cooperadores, seus companheiros de trabalho e assistentes, no cumprimento de seus propósitos e na realização das coisas que ele projetou antes de o mundo existir. É verdade que o Senhor fez o homem perfeito, mas o homem encontrou muitas invenções, e está muito degenerado, e propenso a todo momento à fraqueza, à corrupção, à loucura e à vaidade, e Deus o sabe, e o sabia quando nos escolheu. Mas o que ele poderia fazer? Não podia escolher anjos para associar-se a ele na regeneração da terra e de seus habitantes, pois não seriam companheiros muito apropriados. Teve de escolher exatamente os seres que havia, e, em primeiro lugar, revelou-se dos céus a Joseph Smith. Deu-lhe a conhecer alguns dos primeiros princípios do Evangelho de Cristo, e depois lhe revelou certas coisas pertencentes à organização da Igreja de Deus sobre a terra, a Igreja em sua organização, com Presidentes, Apóstolos, Sumos Sacerdotes, Setentas, Bispos e seus conselhos, sumos conselhos, para sua instrução e orientação, e com mestres, sacerdotes e diáconos, e assim por diante. Organizou sua Igreja aqui sobre a terra, e revelou a estes vários quóruns seus respectivos deveres, e lhes colocou certas responsabilidades, disse-lhes quais eram, e revelou a Joseph Smith todas as coisas pertencentes à primeira organização de seu reino sobre a terra. Disse a seus discípulos, como Jesus disse aos seus, para saírem sem bolsa nem alforje, para pregar o Evangelho a toda nação, tribo, povo e língua -- para os chamarem a se arrependerem de seus pecados, a serem batizados no nome de Jesus para a remissão de seus pecados, a terem mãos impostas sobre eles para o recebimento do Espírito Santo; a impor as mãos sobre os enfermos e a expulsar demônios, exatamente como Jesus disse a seus discípulos que fizessem; e disse: "De graça recebestes, de graça dai." "Ide sem bolsa nem alforje, confiai em mim, eu sou vosso pai, eu sou o Deus e pai de todos os espíritos de toda a carne. Eu vos tenho sob meu controle especial, permanecerei ao vosso lado, vos sustentarei, meu espírito irá convosco, meus anjos irão adiante de vós para preparar o caminho para vós." Isto foi o que ele disse a Joseph Smith, e os élderes saíram, segundo a palavra que Deus lhes havia dado, e vos disseram, e disseram a outros, que se arrependessem de seus pecados e fossem batizados no nome de Jesus para a remissão deles. E depois? Deveríeis receber o dom do Espírito Santo, que tomaria as coisas de Deus e vo-las mostraria; desvendaria os céus a um, daria o espírito de profecia a outro, o dom de interpretação a outro, o dom de curar a outro, e assim por diante, dividindo o Espírito a cada homem individualmente, conforme julgasse conveniente.

Estes élderes saíram e pregaram a vós, Santos dos Últimos Dias, aqui diante de mim, este mesmo Evangelho que tenho vos exposto, e havia algo em vosso espírito pronto para recebê-lo. Não podíeis dizer por quê ou por qual razão, mas crestes que era uma mensagem enviada por Deus, e entrastes nas águas do batismo e fostes batizados, e recebestes o dom do Espírito Santo, e então soubestes por vós mesmos da verdade daquela doutrina que Deus lhes havia confiado; e vós, por vossa vez, fostes ordenados, e também saístes a pregar o mesmo Evangelho, com os mesmos resultados, pois vistes o poder de Deus manifestado. Vistes os enfermos curados, e o poder de Deus acompanhar vossos ministérios. Vistes o coxo saltar de alegria, os que estavam abatidos, inspirados e levados a regozijar-se pelos princípios da vida eterna, e assim o Senhor tem perpetuado a mesma coisa até o dia de hoje. Misturadas com isso têm estado outras coisas. Fomos reunidos aqui. Para quê? Por que viemos para cá? Quem sabe? Viemos para cá porque Deus disse que edificaria seu Sião nos últimos dias.

Sob os ensinamentos de Joseph Smith e do Presidente Young, os élderes da Igreja têm pregado o recolhimento, e esta é uma dispensação de recolhimento. Mas há algo mais a ser feito além de simplesmente sermos introduzidos nas ordenanças espirituais da Igreja de Deus: há um reino a ser estabelecido. Recolhemo-nos do leste e do oeste, do norte e do sul, pois um espírito repousava sobre o povo para se reunir, e nenhum homem podia impedi-lo. Todos vós sabeis como este sentimento operou em vós, tanto quanto quando operou em vós pelo batismo -- quando o Espírito de Deus estava sobre vós, não podíeis resistir-lhe. Lembro-me de uma circunstância ocorrida em Liverpool há uns trinta anos. Fomos instruídos naquela época por Joseph Smith a não pregar o recolhimento, pois havíamos sido expulsos do Missouri, e, como não havia um lugar específico determinado, ele achou que não seria bom dizer nada a respeito do recolhimento até que um lugar fosse preparado; então teríamos instruções e poderíamos ensiná-lo. Isso era bom o suficiente, mas não conseguíamos escondê-lo do povo. Por quê? Haviam recebido o Espírito Santo, e este tomava as coisas de Deus e as mostrava ao povo, e não se podia esconder o recolhimento deles. Lembro-me de uma irmã que veio a mim certa vez e disse: "Irmão Taylor, tive um tipo curioso de sonho outra noite." "O que foi?" "Bem," disse ela, "sonhei que havia um grande número de santos parados no cais aqui embaixo, em Liverpool; e havia um navio ali, e ele estava partindo para a América, e íamos para um lugar que chamavam de Sião. Eu ia, o senhor ia, e todos os santos iam. Pensei em perguntar-lhe o significado disso." Disse-lhe que lhe contaria numa dessas ocasiões. Não conseguíamos escondê-lo do povo. Se nos tivessem dito para não os batizar nem lhes impor as mãos, poderíamos tê-lo escondido deles, mas, uma vez batizados e tendo as mãos impostas sobre eles, receberam o Espírito Santo, e aquele Espírito lhes mostrava as coisas de Deus, e não podíamos escondê-las deles; daí, desde o tempo em que o povo nas nações começou a obedecer ao Evangelho até o presente, tem havido em seus corações um sentimento de se reunir a Sião. Os santos no estrangeiro têm desejado vir para cá, e os santos aqui têm desejado que viessem, e é por isso que enviamos até quinhentas parelhas num ano para buscar nossos irmãos no rio Missouri, que não conseguiam vir sem assistência. Por que fizemos isto? Bem, algumas pessoas podem dizer que é um grandioso esquema de emigração; mas dizemos que é um plano do Senhor para edificar seu reino e reunir o povo, segundo o dito dos antigos profetas -- "Tomarei um de uma cidade, e dois de uma família, e os trarei a Sião." "O que fareis com eles?" "Dar-lhes-ei pastores segundo meu coração, que os apascentarão com conhecimento e entendimento," é isso que farei com eles quando os trouxer a Sião.

Bem, temo-nos reunido das nações ano após ano, até que hoje nos encontramos como um grande povo, ocupando de fato um Território de umas quinhentas milhas de comprimento. Qual é o resultado disso? Ora, temos de ter uma organização política -- não podemos evitá-lo. A Igreja nos reuniu, o Espírito de Deus operou sobre nossas mentes, e estamos aqui como parte integrante dos Estados Unidos da América, e não podemos evitá-lo. Se quiséssemos fazê-lo, não poderíamos aniquilar-nos nem apagar-nos da existência, e não queremos, ainda que pudéssemos. Mas as necessidades do caso nos obrigaram exatamente à posição que agora ocupamos -- a saber, um Território dos Estados Unidos da América; e, estando aqui, como outros povos, temos de comer, beber, vestir-nos, construir casas, fazer fazendas, e assim por diante. Deus ordenou todas estas coisas de antemão, e nós, como parte de suas criaturas, temos de fazer nossa parte para embelezar seu estrado.

Encontrando-nos nesta capacidade, temos de ter nossos tribunais. É verdade que, antigamente, nossos assuntos individuais eram regulados por nossos Sumos Conselhos, Conselhos de Bispos, mestres, e assim por diante: mas em algumas das revelações se diz: "Que aquele que rouba seja entregue às leis da terra." Bem, aqui estamos, e ocupamos uma posição política, e não podemos evitá-lo, nem ninguém mais pode evitá-lo. Vós que viveis aqui, formais uma cidade, e tendes de ter regulamentos municipais. Quereis polícia para vos guardar das investidas de homens ímpios, seja entre nós mesmos, seja de fora, não importa quem, para proteger os pacíficos, industriosos, honestos e virtuosos, e tendes de ter algum tipo de governo para fazê-lo. Numa capacidade eclesiástica, seja aqui, seja no estrangeiro, poderíamos cortar o ladrão ou o bêbado da Igreja, se assim o quiséssemos, mas aqui, se cortarmos um homem da Igreja, não podemos cortá-lo do Estado, ele continua sendo cidadão dos Estados Unidos, e nos Estados Unidos. Em outros lugares fazem leis para punir o roubo, a licenciosidade e outros crimes. É verdade que não as cumprem; não se importam de fazê-lo, mas têm tais leis, e uma variedade de outras para regular assuntos de propriedade, e assim por diante. E somos obrigados a promulgar tais leis como salvaguardas em torno de toda a comunidade, pois, entre outras coisas, estamos começando a possuir propriedade. Temos fazendas, e estão nos Estados Unidos, e temos de solicitar títulos de propriedade para elas, exatamente como fazem em qualquer outro lugar, e temos de nos conformar aos processos da lei em todos estes assuntos, o mesmo que qualquer outro povo. Também temos de arar a terra, e cercá-la, e ter nossos regulamentos de vizinhança, cidade e condado em Utah, entre os santos, exatamente como o povo faz em outros lugares, pois, como já disse, somos parte do corpo político dos Estados Unidos.

Considerou-se bom solicitar um governo de Estado para nós. Aqui está o Irmão George A. Smith indo para esse propósito. Por que assim? Por que fazeis isso? Não é isso do mundo? Sim, e somos do mundo e estamos no mundo, e não podemos sair dele até sermos chamados dele por velhice ou alguma morte acidental. Estamos aqui e temos de agir, e vivemos, nos movemos e temos nosso ser, como outros povos. Não estamos aqui para interferir nos direitos de ninguém. As pessoas podem querer roubar-nos, mas não queremos roubar ninguém. Queremos proteger-nos de toda maneira legal e equitativa das agressões dos que buscam nossa derrocada, e a derrocada do reino de Deus sobre a terra.

Bem, encontrando-nos assim organizados, o que temos a fazer? Ora, temos nossos corpos e nossos espíritos, somos seres temporais, somos seres imortais; temos que ver com o tempo e com a eternidade. Tivemos muito pouco a ver com nossa vinda para cá, viemos por algum meio, mal sabemos como, e temos de partir quando chegar a hora, e não podemos evitá-lo. Então, a única coisa que devemos fazer é agir como seres sábios e inteligentes diante de Deus. O mundo não tem ideia de Deus, e não o reconhece. Ele pode desenvolver, por meio de uma pessoa, o princípio da eletricidade, mas o mundo dirá que foi algum homem sábio que o fez. Pode, por meio de outro, desenvolver o poder do vapor, mas dizem: Algum homem sábio o fez. Por meio de outro, Deus pode dar a conhecer o poder luminoso do gás, a outro a perfuração da terra para trazer à tona óleos para iluminação; mas o mundo diz: "Algum homem sábio fez isto." Os homens não gostam de reconhecer a Deus; é exatamente como dizem as Escrituras: não o reconhecerão em todos os seus pensamentos. Querem livrar-se dele, e dão a glória aos homens por fazerem isto, aquilo e aquilo outro. Tolos que são! O que sabem eles a respeito destes princípios? Quem organizou os princípios que descobriram? Foi o homem? Organizou ele o princípio da eletricidade, ou deu-lhe sua vitalidade e poder? Algum de nossos sábios o fez? Não, não puderam. Quem colocou o princípio do poder no vapor? Foi o homem? Não, não pôde fazê-lo. Querem livrar-se de Deus onde podem, ao passo que nós queremos trazê-lo e tê-lo entre nós; essa é a diferença entre nós e eles. Descobrem algo que Deus fez, exatamente como a criancinha, quando descobre os dedos pela primeira vez. Já os tinha havia muito tempo, mas, quando primeiro lhe chamaram a atenção, pareceu-lhe ter feito uma grande descoberta. Deus organizou a criança e colocou seu espírito dentro de seu corpo, e ela, por fim, descobriu que tinha uma mão. E os bebês científicos do mundo apenas descobrem algumas das propriedades da matéria, algumas das leis da natureza criadas por Deus muito antes, e, como Nabucodonosor, clamam, no orgulho de seus corações: "Não é esta a grande Babilônia que edifiquei?" Sim, é, e é tanto uma Babilônia ou Babel quanto a outra o foi.

Bem, Deus começou a realizar uma obra, e começou, em primeiro lugar, com os primeiros princípios do Evangelho, e tem-nos conduzido gradualmente, até nos encontrarmos em nossa posição presente, e temos aqui uma bela terra, não temos? E, contudo, chamam nosso líder de assassino, e a seus cooperadores, os mais infames e vis patifes que jamais existiram. São estas as obras de assassinos que vedes por aqui? Perdoai-me por referir-me a estas coisas, mas faço-o para contrastar uma coisa com outra. Sempre soubemos que eram mentirosos, e ainda o sabemos hoje.

O que buscamos? O que busca o mundo? Dizem: "Não é esta a grande Babilônia que edificamos?" Contam-nos que faixas e estrelas magníficas, e que liberdade gloriosa temos aqui nesta terra da liberdade; e em nossos discursos do Quatro de Julho falamos das grandes bênçãos que desfrutamos, e de como temos bandeiras maiores, montanhas mais altas, árvores mais elevadas e rios mais profundos do que qualquer outro, e somos o povo mais magnífico que existe. Por toda a terra, este é o tipo de conversa e sentimento que prevalece, e os homens se gabam de sua sabedoria, inteligência e proeza. Mas estão nas mãos de Deus -- esta nação, e todas as outras, estão em sua mão, e ele há de tratá-las como julgar conveniente. Aos poucos, fará com que as nações tremam até seus alicerces. Impérios serão derrubados, reinos destruídos, e os poderes que existem se desvanecerão como "a base fictícia de uma visão"; e ele exaltará e enobrecerá os que nele puserem sua confiança, e praticarem as obras da justiça. Estamos aqui para realizar uma obra; não pequena, mas grande. Estamos aqui para ajudar o Senhor a edificar seu reino, e, se possuímos algum conhecimento de eletricidade, agradecemos a Deus por isso. Se possuímos algum conhecimento do poder do vapor, diremos que veio de Deus. Se possuímos qualquer outra informação científica a respeito da terra sobre a qual estamos, ou dos elementos que nos rodeiam, agradeceremos a Deus pela informação, e diremos que ele inspirou os homens de tempos em tempos para compreendê-los, e havemos de prosseguir e alcançar mais inteligência, luz e informação, até compreendermos tal como somos compreendidos por Deus. Isto é o que buscamos. Estamos aqui para introduzir princípios corretos sobre a terra em que vivemos; mas não podemos fazê-lo mais do que qualquer um destes homens consegue compreender as leis da natureza, a menos que Deus no-las revele. O mundo está em completa confusão, e os homens necessitam da influência iluminadora do Espírito de Deus.

Falamos às vezes de nossa condição política, e pensamos que fomos terrivelmente oprimidos e comprimidos aqui. Ora, há milhões e milhões em pior situação nos Estados Unidos do que estamos hoje. Não precisamos reclamar muito. Além disso, esperamos que os ímpios piorem, enganando e sendo enganados. Vós, élderes de Israel, não profetizastes a respeito disso? E, se profetizastes, estais surpresos de que os homens comecem a expor-se, e a manifestar as obras do diabo em toda forma -- religiosa, social e politicamente, pisoteando todo princípio de honra e integridade? Estais surpresos com isso? Eu não estou, eu o espero, e espero que piore cada vez mais. Mas não penseis que superamos todas as nossas dificuldades. Nem de longe. Espero que as coisas piorem cada vez mais. À medida que crescemos em poder, o poder de Satanás e de seus emissários também crescerá. Espero isso o tempo todo; mas, no futuro, Deus envergonhará os opositores de sua causa e de seu povo, como fez com os miseráveis agora em nosso meio. Espero que ele fique ao lado de Israel, mantenha seu reino, sustente seu povo, e o conduza de vitória em vitória, de força em força, de inteligência em inteligência, até que "os reinos deste mundo se tornem os reinos de nosso Deus e de seu Cristo; e ele reinará para todo o sempre," até que uma hosana universal se eleve das nações da terra, e "bênção, e glória, e honra, e poder, e força, majestade e domínio sejam atribuídos àquele que se assenta no trono, e ao Cordeiro, para sempre."

Estamos associados a estes princípios hoje. Deus é nosso Deus e nosso Pai. Aproximamo-nos dele e dizemos: "Agradecemos-te, ó Deus, nosso Pai, pelas misericórdias que concedeste a teu povo. Humilhamo-nos diante de ti, porque tu és nosso Pai, e tua misericórdia dura para sempre." Este é o tipo de sentimento que temos quando nos sentimos corretos.

Bem, estamos aqui, e Deus vai edificar seu reino. Ele o fará, e não precisamos preocupar-nos com os de fora e suas noções, ou com homens tolos ou seus pensamentos, práticas e cálculos. É um assunto de muito pouca diferença para nós. Deus está ao leme -- ele administra, ele guia, ele dirige e controla, ele influencia seu povo, e continuará a influenciá-lo. Bem, estamos aqui, na condição, digamos, de um reino, e o povo nos diz que somos diferentes de qualquer outro. Claro que somos; não esperamos ser como os outros. É verdade que a fumaça sai de nossas chaminés, como das chaminés dos outros, porque é uma lei da natureza. É verdade que batatas, trigo e milho crescem aqui como em qualquer lugar. É verdade que temos de cuidar dos assuntos comuns da vida -- comer, beber, sustentar-nos, vestir-nos e manter-nos aquecidos, como os outros, e temos de cuidar de nós mesmos e proteger-nos das incursões e maquinações dos que buscam destruir-nos. Em todos estes aspectos, temos de seguir o mesmo curso que outros povos; mas a diferença entre nós é -- temos uma organização, uma organização eclesiástica, dada por revelação de Deus, e que não existe em nenhum outro lugar deste pequeno mundo.

Mas e quanto a outras coisas relativas aos assuntos temporais? Se Deus pode organizar-nos como Igreja, se pode desvendar-nos os céus, afastar a cortina do futuro, e habilitar-nos a penetrar o véu e obter certo conhecimento a respeito do futuro, certamente pode dar a conhecer ou revelar algo a respeito de umas poucas coisas temporais, tais como arar, semear, construir, plantar, comerciar, fabricar, fazer ferrovias, e mil outras pequenas coisas que têm de ser cuidadas neste mundo. Se ele pode fazer as coisas maiores, penso que pode fazer as menores.

"Bem, somos capazes de fazer isso nós mesmos," dizem algumas pessoas, alguns destes filósofos a que me referi -- são todos homens sábios, e pensaríeis que a sabedoria morreria com eles, mas não se extinguirá inteiramente quando partirem, não de todo. Deus continuará a conduzir, governar e dirigir seu povo. "Mas," dizem eles, "pensamos que poderíamos fazer as coisas muito melhor do que outra pessoa." Bem então, ide e tentai; há bastante espaço no mundo para exibirdes vossa inteligência.

Estamos nas mãos de Deus. Viemos para cá. Para quê? O Senhor diz: "Tomá-los-ei, um de uma cidade, e dois de uma família, e os trarei a Sião." O que fareis com eles? "Dar-lhes-ei pastores segundo meu coração, que os apascentarão com conhecimento e entendimento." É um fato, hoje, que os homens sábios e os grandes homens, e estadistas, e homens em posição em várias partes do mundo, quando vêm aqui visitar-nos, com todas as nossas falhas e enfermidades, dizem-nos que somos o melhor e mais ordeiro povo que já viram. E dizem que temos um país belo, e que somos governados por sabedoria, por sábios conselhos, e por uma elevada ordem de inteligência. Essa é a opinião dos principais estadistas de nossos dias que passam por nosso meio, e muitos deles passam por aqui. Naturalmente surge a pergunta: de onde vem esta sabedoria? Ora, Deus inspirou Joseph Smith; depois inspirou o Presidente Young com o mesmo tipo de espírito e sentimento. Depois inspirou o diabo, ou o diabo inspirou seus demônios -- um dos dois -- e nos expulsou de nossas antigas posses, e tudo cooperou em conjunto, o Senhor inspirando de um lado, e o diabo do outro, e, por meios lícitos ou não, chegamos aqui, exatamente como estamos hoje.

Começamos a construir um templo em Kirtland, e o construímos. Construímos outro em Nauvoo, e estamos construindo outro aqui. Estamos cuidando das ordenanças pertencentes à Igreja de Deus, temporais e espirituais, ordenanças pertencentes ao corpo, e ordenanças pertencentes ao espírito. E então, como homens que têm que ver com o mundo em que vivemos, com o Território que possuímos, temos de promulgar leis, e temos de conduzir-nos apropriadamente, e buscar a assistência do Todo-Poderoso para nos dirigir em todos os nossos assuntos, e o Senhor prometeu que, se fizéssemos isso, ele nos mostraria que a sabedoria de Deus é maior do que a astúcia do diabo. Bem, ele continua mostrando isso de tempos em tempos, e, se agirmos corretamente, ele continuará a fazê-lo. Mas, para assegurar isso, algo recai sobre nós.

Diz um: "Se eu pudesse ter tanto dinheiro, tal fazenda, ou isto, aquilo e aquilo outro, sentir-me-ia satisfeito." Eu digo: obtende o Espírito de Deus em vossos corações! Que a luz da revelação arda em vosso peito como fogo vivo, então sabereis algo a respeito de Deus, algo a respeito das bênçãos da salvação, algo a respeito dos benefícios que hão de vir a Sião. "Mas, às vezes, tenho de fazer um pequeno sacrifício, se cumprir o conselho dado." Bem, fazei-o então. Se é um sacrifício, deveria ser um prazer ajudar a edificar o reino de Deus, estabelecer a justiça, plantar o estandarte da verdade, e estar do lado de Deus, dos anjos e das realidades eternas, ser salvador dos homens. Estar assim situado é a posição mais honrosa neste mundo ou no mundo vindouro. Ora, Deus não conseguiu que o mundo fizesse nada para edificar seu reino, eles não o fariam, não conseguiam vê-lo, e ele teve de vos fazer batizar antes que pudésseis vê-lo; e, vendo-o agora, ireis trocá-lo pelas loucuras deste mundo, pelos sorrisos e promessas dos ímpios? Ou ireis apegar-vos à verdade, viver por ela, e, se necessário, morrer por ela? Que ireis fazer?

Alegra-me termos vindo para cá. Agrada-me que estas reuniões tenham sido instituídas, que o povo se reúna, e que tenhamos oportunidade de conversar com eles, em suas assembleias, sobre as coisas de Deus. Somos o povo de Deus, Deus é nosso Pai, e devemos dedicar um pouco de tempo a estas coisas. Este é nosso dever, e devemos sentir interesse por elas. É para isso que nos propusemos, e pretendemos avançar, e havemos de prosseguir e prosseguir, pois nosso lema é o progresso eterno. Este reino há de avançar, os propósitos de Deus hão de rolar adiante, e nenhum poder deste lado do inferno, nem do outro tampouco, pode detê-lo. Deus sustentará seu povo, e Israel se regozijará e triunfará.

Ora, então, chegamos à administração de nossos assuntos. Falando dos homens sábios do mundo, ora, tivemos muitos deles desde que o mundo existe. E o que realizaram nas nações da terra? Construíram cidades, e alguns se ergueram à fama pisoteando milhares de outros. Atravessaram, às vezes, mares de sangue para subir ao trono do poder. Para quê? Para poderem pisotear ainda mais a pobre humanidade, e reduzir os homens, por assim dizer, ao pó da morte, e fazer deles servos. Que mais fizeram? Estabeleceram todo tipo de governo, assim como têm todo tipo de religião. Não pensais que precisamos de revelação a respeito de governo tanto quanto de qualquer outra coisa? Penso que sim. Penso que precisamos que Deus nos dite tanto em nossos assuntos nacionais e sociais quanto nos assuntos eclesiásticos. Algumas pessoas estão dispostas a que cuidem de suas almas, mas pensam que são espertas o bastante para cuidar dos assuntos temporais elas mesmas. No mundo, querem um médico para cuidar de seus corpos, um pastor para cuidar de suas almas, e um advogado para cuidar de sua propriedade. Nestes aspectos diferimos deles. Começamos com Deus. Nossa luz vem dele, nossa religião é dele, e precisamos de sua orientação e instrução em todos estes outros assuntos. Não é isso simples, claro e razoável? Estão em confusão no mundo a respeito de sua religião, porque não há Deus nela. É isso o que há de errado. As Escrituras dizem: "Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus, que está em todos, e por meio de todos vós." Têm uma religião sem Deus, e vão para o céu sem Deus, e, quando ali chegarem, não encontrarão Deus nenhum, e ainda assim terão a oportunidade de fazer sua própria vontade, na medida em que o Senhor lhos permitir.

Bem, como disse, começamos primeiro com Deus, religiosamente, espiritualmente, se quiserdes -- ensinando primeiro os primeiros princípios do Evangelho. Depois passamos a outros assuntos -- a assuntos temporais. Um bispo, sabeis, no mundo, é uma espécie de ser que não tem nada a fazer senão cuidar dos assuntos espirituais, e faz muito pouco disso. Nossos bispos têm de cuidar dos pobres, e ver que sejam providos, isto é, ver que tenham algo para comer, e têm também de cuidar de muitos assuntos seculares que naturalmente se relacionam com a humanidade comum. Bem, e depois? Construímos igrejas e templos, e administramos naqueles templos, segundo as revelações que Deus nos deu. E eles gostariam de saber algo a esse respeito, mas não podem, pois isso pertence somente aos santos. Então, o que vem a seguir? Encontramo-nos, como já disse antes, numa capacidade governamental, e cumprimos nossos deveres como bons cidadãos, e cuidamos de todos os deveres e responsabilidades daí decorrentes. Mas então não é problema algum para nós guardar as leis da terra. Que dificuldade há para outros povos? Podem eles então viver? Tenho certeza de que podemos. Nenhuma lei de nenhuma terra interferirá com o homem, nem o molestará, se ele não engana nem defrauda seu vizinho, mas segue um curso honroso, honesto e correto. As leis são feitas para os desordeiros e turbulentos, para os infratores da lei e para os homens que violam o direito. Depois há muitas outras coisas, além destas, em que diferimos do mundo, em seus assuntos sociais, políticos e religiosos. Vou referir-me a uma -- seu método de tratar o chefe reconhecido do Governo, o Presidente dos Estados Unidos. Numa época era "Viva o General Grant," ele era quase um semideus. Que dizem agora? Se puderdes crer nos jornais, é um dos maiores patifes que jamais escaparam da forca. Não sei se disseram a verdade antes ou agora, mas dizem estas coisas, e quem ficaria ao seu lado se ele fosse deposto? Bem poucos. Aqui está o Presidente Young, a quem seus inimigos têm chamado assassino; alguém o abandonou? Não, oh não! Tremeram os vossos joelhos? Talvez um pouco, não muito; mas ainda assim tínheis fé nele, e o veríeis hoje tão prontamente quanto qualquer outro homem sobre o estrado de Deus, não é assim? (A congregação respondeu: "Sim.") Aí está a diferença. Há um princípio implantado nos corações dos homens, que ninguém pode arrancar dali; o Espírito de Deus o planta ali, e ali habita e permanecerá, e não pode ser desarraigado. É verdade que às vezes agis tolamente por aqui. Sei que sim, porque nós fazemos o mesmo entre nós ali, e sois exatamente como nós, e às vezes agis muito tolamente; mas, quando deixamos o Espírito de Deus operar sobre nossas mentes, é "Viva Brigham Young," "Vivam os Doze," "Viva o reino de Deus!" Esse é o sentimento, não é? Bem, agora vamos cumpri-lo, e vivê-lo, e fazer o que é correto, e Deus nos abençoará. Não sejais teimosos em ter as coisas a vosso próprio modo, pois nem sempre é o caminho certo, e aquilo que parece agradável a nossos olhos nem sempre é correto, e aquilo que parece mais proveitoso nem sempre é correto. É mais proveitoso e correto para os santos de Deus guardar os mandamentos e serem governados pelos conselhos de Deus; e, se fordes governados por isso, ele vos conduzirá de luz em luz, de força em força, de inteligência em inteligência, até que sejais exaltados entre os Deuses, ali a regozijar-vos para todo o sempre. Começamos a corrida e havemos de continuar e vencê-la; começamos uma batalha, e havemos de triunfar, pois o reino de Deus há de prosseguir, e nenhum poder pode detê-lo.

Que Deus nos ajude a sermos fiéis, em nome de Jesus. Amém.

Como citar este discursoJohn Taylor, “As Coisas de Deus Reveladas Somente Pelo Espírito de Deus — Desenvolvimento da Obra de Deus, Etc”, (1872-05-26). Pulpit Vault, 1872-05-taylor-things-of-god-revealed-only-by-the-spirit-of-god-development-of-the-work-of-god. Tradução desta edição, por método de glossário, contentdm.lib.byu.edu.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).