Observações de Abertura dos Negócios da Conferência: A Morte de Willard Richards, a Emigração para a Califórnia, e os Pontos de Ajuntamento
Brigham Young
A Conferência foi aberta pelo Presidente Brigham Young, e depois que o coro cantou, o Presidente Heber C. Kimball fez a oração de abertura. Depois que o Presidente Kimball abriu a reunião com oração, o Presidente Brigham Young apresentou os assuntos da Conferência nas seguintes palavras: ¶
Apresentarei à Congregação alguns itens de negócios que provavelmente serão trazidos perante esta Conferência, se o estado dos meus pulmões me permitir falar. ¶
Em primeiro lugar, peço o privilégio de usar meu chapéu. Podeis pensar que estou começando a sentir as fraquezas da idade; sou mais velho do que muitos suporiam; dentro em pouco completarei cinquenta e três anos. Mais de meio século é muito tempo para viver, e suportar tanto quanto tenho suportado a cada ano da minha vida. ¶
Os negócios da Conferência, no que diz respeito à organização e aos regulamentos referentes aos principais oficiais da Igreja, etc., serão os mesmos de antes. Temos outras coisas que apresentaremos à assembleia; mas as partes de negócios provavelmente serão omitidas hoje, e talvez amanhã. ¶
Se o tempo continuar a nos obrigar a ocupar o Tabernáculo, não poderemos acomodar tantas pessoas quanto gostaríamos; mas se o tempo estiver quente e agradável, o povo continuará a se reunir vindo dos povoados do campo, e muitos virão à Conferência vindos da cidade que de outro modo não viriam; nesse caso, estamos preparados para acomodar toda a congregação do lado norte do Tabernáculo. Não preparamos os assentos que vedes do lado de fora esperando que a congregação se sentasse ao ar livre quando é possível acomodá-la dentro. Quando a assembleia crescer tanto que nem a metade dela caiba neste salão, então nos retiraremos para fora, se o tempo permitir, para que quaisquer negócios tratados possam ser feitos diante de todo o povo. Recordar-vos-eis de que já tivemos reuniões tanto fora quanto dentro desta casa, em ocasiões de Conferência, o que causou mais ou menos confusão. ¶
Pode ser que uma parte da congregação espere que, durante esta Conferência, seja proferido um discurso por ocasião da morte do Irmão Willard Richards. Se haverá ou não, não sei dizer no momento. Posso dar-vos meus pensamentos sobre esse assunto em poucas palavras, e eles se aplicarão a todos os assuntos de natureza semelhante. Se eu fosse pregar um discurso para agradar aos amigos sobreviventes do Irmão Willard, e à Igreja em geral, tudo o que eu poderia dizer pode ser resumido nestas poucas palavras: ¶
Conheci o Irmão Willard Richards desde antes de ele se tornar membro d'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Ele morou em minha casa por muitos anos, hospedado comigo. Desde nosso primeiro conhecimento até sua morte, no evangelho e fora dele, até onde o conheci, em sua integridade e amizade, ele foi tão fiel e inabalável em seu curso quanto o sol é para a terra, ou quanto a terra é em girar sobre seu eixo. Não havia sombra de desvio em sua mente, nem vacilação em suas ações, em seus sentimentos, ou em sua fé quanto aos princípios da retidão. Ele foi fiel ao seu Deus, à sua religião, e aos seus irmãos, e em administrar bênçãos a todos a quem tinha poder de administrar. Ele tinha o cuidado de não prejudicar ninguém, e viveu e morreu um Santo dos Últimos Dias. Ele partiu para o descanso, e está preparado para receber novamente seu corpo na ressurreição, e então estará preparado para tomar seu lugar no reino Celestial do nosso Deus. Tudo o que se pode dizer de toda a vida do Irmão Willard está resumido nestas poucas palavras. ¶
Muitos que o conheciam pessoalmente, sem dúvida terão algo a dizer sobre a maneira de sua vida privada; mas posso dizer a toda pessoa que era intimamente familiarizada com seu caráter privado, e àqueles que não eram, mas apenas o conheciam em sua capacidade pública, que ele foi tão fiel, verdadeiro, bom, e viveu tão bem quanto qualquer homem pode viver estando sujeito à mortalidade — que é da terra, terreno. Nenhum homem pode fazer melhor do que ele fez em circunstâncias semelhantes. ¶
Pode haver algumas coisas pertencentes ao seu caráter privado que um sectário ignorante e egoísta acharia defeito, e levantaria objeções; mas seria por ignorância que o fariam. Mas se o conhecessem — conhecessem sua constituição — a fraqueza do seu corpo; se conhecessem sua mente, sua fé, seus sentimentos, e seu desejo de viver, saberiam de imediato que ele de fato lutou com a morte, e a venceu por muitos anos. E o próprio curso que ele teve de seguir para manter a vida nele, ele mesmo sabia que acabaria por afundá-lo na sepultura; mas ele já ali estaria há anos, não tivesse ele tomado o curso que tomou. ¶
Ora, se eu não disser mais nada a respeito dele, estará tudo bem. Que ninguém na Igreja, nem sua família, pense que o Irmão Willard está sendo negligenciado, ou que não está sendo honrado e reverenciado suficientemente por eu não ter pregado um longo sermão fúnebre, que é o costume do mundo. Farei tanto, pensarei, falarei e orarei tanto por ele, quanto desejo que meus irmãos e amigos falem, pensem, e orem por mim quando eu cair na sepultura. Quando eu morrer, sepultai-me decentemente, e deixai-me esperar até a manhã da ressurreição para receber meu corpo glorificado, é tudo o que peço a meus irmãos que façam por mim quando estiver morto. ¶
O costume se torna uma lei forte; é quase uma das leis mais poderosas que há entre as nações da terra. É costume delas exaltar os mortos. Que morra o mais miserável e corrupto desgraçado da terra, se ele tiver amigos suficientes para falar a seu favor, ele é feito parecer um dos seres mais angelicais que já viveram. Um homem pode viver e morrer como um bruto, e em vida comportar-se como um demônio; mas se tiver bastante dinheiro, e um círculo de amigos influentes, eles o exaltarão até os céus quando estiver morto, e adornarão seu caráter moral com as virtudes de um ser celestial, e entregarão seu corpo à sepultura, dizendo: "entregamos este nosso irmão à sepultura; pó ao pó, cinzas às cinzas, com uma esperança certa e segura de uma gloriosa ressurreição." — Eles não têm dúvida em suas mentes, ao que parece, senão que ele foi para o seio de Abraão. É isso que o costume faz. É essa uma amostra dos hábitos, costumes, e tradições do mundo. Estas coisas desejo deixar para trás, e atender às coisas que promoverão a vida, a salvação, a paz, e os melhores interesses do reino de Deus na terra. Atendamos àquilo que redimirá Israel, colocará a vida e a salvação diante dos habitantes da terra, que fará bem aos vivos, e tenderá a salvar aqueles que estão no caminho largo da destruição, tanto em capacidade nacional quanto individual; arrebatemo-los como tições tirados do fogo. Se eu chorar por alguém, que seja por aqueles que vivem, e não vivem sua religião, mas desprezam os conselhos de Deus, e não querem sua repreensão. Nunca me deixeis chorar por um homem ou uma mulher que foi preparado em vida para uma gloriosa ressurreição após a morte, e partiu em paz. — Quando seus corpos dormem na sepultura nessas circunstâncias, estão bem; não tenho luto, nem lágrimas, nem pesar por eles; se choro por alguém, é pelos vivos; e há muito mais motivo para chorar por muitos deste povo, por causa da culpa de seu coração, e da corrupção de seus afetos para com Deus, e nossa santa religião, do que há por aqueles que morreram na fé e foram descansar. ¶
Espero que os irmãos e irmãs fiquem satisfeitos com estas observações. Se há algum dos irmãos que deseje tratar do assunto, e falar sobre a ocasião da morte do Irmão Willard, e sobre a morte da irmã Smith, mãe do Irmão Geo. A. Smith, e pregar um sermão fúnebre, estou perfeitamente disposto a que o façam. Mas se não sentirem vontade de fazê-lo, não desejo que isso me seja exigido. ¶
Agora aos negócios que provavelmente serão apresentados à Conferência. ¶
Antes de tudo, irmãos e irmãs, desejo indagar distintamente sobre vossos sentimentos, para saber se cada indivíduo que professa ser Santo dos Últimos Dias sabe, com certeza, nesta manhã, que sua paz está feita com Deus — que sua paz é como um rio que flui sem cessar — que o Espírito do Senhor Jesus Cristo está nele como uma fonte de água viva. Se o Espírito de Deus está em vós assim, brotando para a vida eterna, isso vos é conhecido. Esta é a parte mais importante dos negócios de nossa Conferência. Nenhum negócio de maior importância essencial poderia ser apresentado à nossa Conferência, ainda que permanecesse em sessão por anos. Faz hoje 24 anos que esta Igreja foi organizada. ¶
Suponde que milhões de pessoas a ela pertencessem; ou suponde que houvesse apenas poucas, e que tivessem abandonado o espírito do santo evangelho — que tivessem recuado em seus afetos, em sua fé, e no espírito de revelação; que tivessem abandonado o Senhor seu Deus, deixado de ter a inspiração do Espírito Santo, a ministração de anjos, e o dom e as bênçãos do Espírito Santo, e se reunissem apenas por formalidade, em obediência a um costume estabelecido, e se exercitassem nas ordenanças do reino de Deus, seguissem as regras e regulamentos na organização d'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, e isso não fosse para eles nada mais que uma forma morta; eles não poderiam obter uma partícula sequer de benefício real ao se reunirem numa ocasião como esta. Então, antes de tudo, pergunto aos irmãos que estão no reino há vinte, vinte e um, vinte e dois, e vinte e três anos (pois há aqui aqueles que estão na Igreja desde o princípio) como se sentem nesta manhã. Qual é o estado de vossas mentes? Como está vossa fé? Sentis-vos tão bem quanto quando primeiro abraçastes o evangelho? Está o espírito de revelação em vós tanto agora quanto então? ¶
Este é o primeiro item da Conferência. Também pergunto àqueles irmãos e irmãs que ultimamente entraram na Igreja e nos últimos anos atravessaram as planícies até este lugar, como se sentem; está agora o Espírito do Senhor repousando sobre vós? Está a visão de vossas mentes aberta para ver e entender as coisas que pertencem à vida e à salvação? Amais as escrituras, a palavra da vida, também o Senhor e seu povo, e sua retidão, como fazíeis no dia em que primeiro abraçastes este evangelho? ¶
De novo, permiti-me apelar àqueles que agiram mal (se algum houver) e prossigam. Viestes a esta Conferência, deixando vossos lares, antes de vos arrependerdes de vossos pecados, e obterdes perdão? Se assim foi, quero que saiais no intervalo, e volteis para casa, e ali quero que fiqueis, até que vossos pecados sejam remidos; ou que consigais um élder para vos imergir no Riacho City, e lavar vossos pecados, para que não estorveis os que são puros, para que o coração de cada indivíduo nesta Conferência possa estar puro diante de Deus, e ter uma migalha a contribuir para a fé de todo o corpo, para que todo coração possa ser iluminado pelo poder de Deus, e receber o Espírito Santo do Senhor Jesus Cristo, e crescer, a partir de agora, em toda a retidão. ¶
Que todo homem e mulher se humilhem diante do Senhor, e exercitem grande fé. Viestes aqui para que a Primeira Presidência e os Doze vos abençoassem? — Está fora do nosso poder abençoar-vos, a menos que estejais preparados para receber uma bênção de vosso Pai nos céus. Podemos ficar diante de vós aqui, e falar-vos; mas não podemos dar-vos o Espírito do Senhor, a menos que estejais preparados para recebê-lo por meio de nossa administração, mas ele deve vir do Senhor. ¶
Contemplo este povo com grande ansiedade, e com sentimentos de profundo interesse. Observo sua conduta, e lamento ver muitos deles se desviando em seus sentimentos dos caminhos da verdade e da retidão. Frequentemente me perguntam se é correto que homens que vieram ao vale, e foram abençoados e abençoados de novo, e finalmente receberam suas investiduras, e depois querem ir para a Califórnia; e se não deveriam ser desligados da Igreja. Deveriam ser desligados, não fosse por uma coisa. O Senhor deseja dar-lhes ampla oportunidade de tomar um curso para se salvarem. Não é da vontade do Senhor que sejam desligados da Igreja como regra geral, portanto penso que é melhor não o fazermos. ¶
Frequentemente me perguntam se serão salvos os que vão à Califórnia em busca de riquezas mundanas. Respondo que sim, alguns deles, ainda que como pelo fogo. Não têm sabedoria, discernimento, e capacidade natural suficientes, e suponho que seus espíritos, antes de virem a este mundo, não foram dotados da mesma quantidade de racionalidade e reflexão que outros, de modo que não podem ser salvos sem passar pelo fogo. Deixai que vão à Califórnia os que quiserem; e se algum dos Santos lhes dever algo, que pague honradamente, e se eles vos deverem algo, dou-vos liberdade para fazê-los pagar. Eu, de modo geral, tenho feito tais irmãos me pagarem o que devem, e conto que paguem suas dívidas, e também que não roubem nada deste povo; mas podem descer aos seus sofrimentos tão depressa quanto quiserem, pois quanto mais depressa ali chegarem, mais depressa passarão por eles. Serão salvos? Sim. Quê! e estarão preparados para entrar no reino celestial de Deus? Sim, se se arrependerem de seus pecados e se voltarem para o Senhor. E isto — o que farão ali? Já lhes foi dito, anos atrás, para não fazerem nada que ajudasse e edificasse os gentios; mas o farão, e precisarão passar pelo sofrimento que os espera, para prepará-los a entrar no reino celestial. Serão coroados com coroas de glória, imortalidade e vidas eternas? Não, mas estarão preparados para ali entrar para servir a outros que estão preparados para receber reinos, tronos, principados e poderes. Isso talvez pareça a alguns de vós uma ideia estranha. Se quiserdes saber, dir-vos-ei a verdade, e podeis chamá-la de revelação ou o que mais vos aprouver. — Quando entrardes no reino celestial, tereis vossos corpos próximos e relacionados, e reunireis à vossa volta vossas famílias, e amigos, e sereis associados com eles ali, como aqui. Agora somos casados; ali seremos imortais; essa diferença existirá, e é toda a diferença. A mortalidade é uma perfeita semelhança, padrão, ou emblema do reino celestial, só que uma é a vida mortal, e a outra é a vida na imortalidade. Podeis vós, que possuís extensas fazendas, trabalhá-las com vossas próprias mãos? Não, tendes de contratar ajuda. Perguntai à mulher que tem trinta ou quarenta pessoas de família sob seu cuidado, se ela, contratando apenas suas próprias mãos, pode fazer o trabalho necessário numa família dessas. Ela não pode fazê-lo sem obter ajuda; o fazendeiro de terras extensas tem à sua volta seus associados que não são capazes, por si mesmos, de reunir à sua volta propriedade suficiente para serem independentes, de modo que dependem do homem que sabe dirigir, e aumentar dos elementos as riquezas desta vida, e ele os contrata e lhes paga salário para ajudá-lo, a fazer o trabalho necessário para melhorar cada palmo de sua fazenda ou herança. Encontrareis a mesma coisa no mundo celestial, entre os reinos de nosso Pai nos céus. ¶
Encontrareis milhões dos habitantes da terra que não são capazes de ser coroados com glória, imortalidade e vidas eternas. Aqueles que são fiéis em pôr seus talentos a render, receberão um aumento de acordo com sua diligência. Mas diremos nós que todos são capazes de se tornarem senhores e reis, e de serem coroados com coroas de glória, e receberem reinos, e poderes, e exaltações, e tronos? Não, não dizemos; pois não serão mais capazes disso do que são capazes de gozar aqui as riquezas da eternidade, e de aplicá-las devidamente em sua mortalidade, fossem elas postas em sua posse, o que seria o meio certo de sua destruição. Não saberiam o que fazer com riquezas tão extensas. Podeis registrar isso como revelação, e aqui, Irmão George, escrevei-o. ¶
Que vão à Califórnia os irmãos que desejarem ir, e peço-lhes que sejam honestos. Tenho outro pedido a fazer-lhes, a saber: que levem consigo todos os ladrões; pois não conseguimos nos livrar deles. No entanto, é um fato reconhecido que o trigo e o joio devem crescer juntos até a colheita; e as ovelhas e os cabritos estarão no mesmo aprisco até o tempo da separação. Haverá ovelhas indo à Califórnia assim como cabritos? Sim. E ficarão alguns cabritos em casa? Sim, e alguns dos mais pobres e miseráveis demônios de todo o bando. Que podemos fazer quanto a isso? Ora, devemos fazer o melhor que pudermos. Tudo o que peço aos que vão, e aos que ficam, é que sejam honestos, se puderem. ¶
Isto me leva ao que vou agora apresentar à Conferência: e será um excelente texto para os irmãos pregarem. Apresentarei uma proposta a esta Conferência, para que decidam sobre ela. É que escolhamos um homem, e o enviemos à Alta Califórnia, digamos, por exemplo, ao rancho do Irmão Horner, para demarcar um lugar para o ajuntamento dos Santos naquela vizinhança do mundo. Os Irmãos Amasa e Rich já ergueram um estandarte na Califórnia do sul. Enviaremos também homens ao Oregon, a partir desses lugares, para pregar o evangelho, pois muitos daqueles que têm perseguido a borboleta dourada, até caírem no fogo, e ficarem bastante chamuscados, ficarão contentes com a oportunidade de abandonar suas loucuras e se ajuntarem novamente aos Santos. — Também estabeleceremos ali um lugar de ajuntamento. Desejamos também enviar homens aos Estados Unidos para estabelecer duas ou três localidades ali, para o ajuntamento dos Santos. Então os Santos ingleses, escoceses, galeses, e alemães, assim como os Santos de outras nações do velho mundo, cuja maior dificuldade é conseguir carroças, juntas de bois, e provisões para atravessar as planícies, quando tiverem economizado alguns xelins, poderão atravessar as águas até um desses lugares de ajuntamento, onde ficarão sob a proteção de um bom élder enviado para cuidar deles. Temos tanto direito de voltar a viver nos Estados Unidos quanto qualquer homem que ali vive. Isto é o que tenho a apresentar à Conferência, para ser um texto para alguns discursos breves. Pretendemos estabelecer um posto em Ohio, e outro em Missouri, como pontos de ajuntamento, para reunir ali os irmãos que estão espalhados por esses distritos, e que no futuro possam vir a eles. ¶
Esta parte dos negócios vos será nova, não tenho dúvida. Quando chegar o momento de apresentar-vos os quóruns, provavelmente supriremos a vaga deixada pela morte do Irmão Willard Richards. — Quem ocupará seu lugar na Primeira Presidência é uma pergunta que ainda não foi respondida, embora muitos já tenham falado comigo a respeito. Pedi aos Doze que ditassem esta parte dos negócios, mas eles a devolveram; disseram que não lhes cabia ditar o assunto, mas confirmar as conclusões do Presidente. Se a Conferência mostrar o melhor método de saber quem é o melhor homem para ser meu segundo Conselheiro, ouvirei de bom grado a sua sabedoria. Os Doze não quiseram ter nada a ver com isso, mas disseram que era privilégio do Presidente escolher seu próprio Conselheiro, e correrem eles o risco de estar certo ou errado. ¶
Creio ter atendido, por ora, ao desejo de minha mente, no que diz respeito a expor os negócios desta Conferência. Cederei agora a tribuna ao Irmão Kimball. ¶