Pulpit

Você Está Dando o Seu Sacerdócio como Certo?

N. Eldon Tanner

Conferência Geral de Abril de 1976·Priesthood Session·1976-04-01

Meus amados irmãos, tenho apreciado muito e desejo parabenizar este coral masculino pelo belo e excelente canto que nos ofereceram nesta noite. Também apreciei muito os testemunhos dos Irmãos, particularmente os destes novos irmãos que foram chamados, apartados e ordenados como membros do Primeiro Quórum dos Setenta.

É um grande privilégio e uma pesada responsabilidade estar diante de um corpo deste sacerdócio. Em lugar algum do mundo se poderia encontrar homens tão bons, puros, devotados, honrados e confiáveis, que, tanto individualmente quanto em grupo, possuem grande poder. Vós fostes chamados, ordenados, e tivestes o sacerdócio conferido a vós por aqueles que possuem autoridade de Deus.

Além disso, nenhum homem fora de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias possui este sacerdócio ou a autoridade para falar ou agir em nome do Senhor. Tremo e temo ao estar diante de vós e pensar no que este corpo é e representa — tremo por causa da grande responsabilidade depositada sobre o sacerdócio, e temo porque não estamos fazendo tudo o que o Senhor deseja que façamos.

Nunca senti tão intensamente a necessidade e a importância do sacerdócio no mundo, e a necessidade de que cada um de nós honre seu sacerdócio, magnifique seu chamado e contribua, sempre que possível, para o progresso da causa da verdade, da retidão e da paz em todo o mundo. Ao falar-vos, oro humildemente para que o Espírito e as bênçãos do Senhor nos acompanhem e nos inspirem.

A força da Igreja, o crescimento da Igreja e a edificação do reino de Deus aqui na Terra dependem de como cumprimos nosso dever.

Nesta noite, gostaria de falar sobre a importância do sacerdócio e sobre o que o Senhor espera daqueles que o possuem. Devemos todos perceber que não há nada no mundo mais poderoso do que o sacerdócio de Deus. Contudo, temo que, com demasiada frequência, alguns pareçam considerá-lo um direito, e não um privilégio. Muitos parecem sentir que a idade deveria determinar quando têm direito a receber o sacerdócio ou a nele progredir.

Detenhamo-nos um momento para pensar na grande importância que o Senhor atribuiu ao Sacerdócio Aarônico quando foi restaurado. João Batista, que batizou o Salvador, foi enviado para restaurar o Sacerdócio Aarônico. Impondo as mãos sobre as cabeças de Joseph Smith e Oliver Cowdery, ele disse:

“A vós, meus conservos, em nome do Messias, eu confiro o Sacerdócio de Aarão, que possui as chaves do ministério de anjos, e do evangelho do arrependimento, e do batismo por imersão para remissão de pecados.” (D&C 13. Itálico acrescentado.)

Devemos todos perceber que grandes obras de retidão podem ser, e são, realizadas pelo Sacerdócio Aarônico. O Presidente Wilford Woodruff relata uma experiência que teve. Disse ele:

“Fui fortemente impressionado três vezes a ir e advertir o Pai Hakeman [um dos primeiros apóstatas]. Por fim, assim o fiz, de acordo com o mandamento de Deus para mim. Na terceira vez em que estive com ele, sua casa parecia estar cheia de espíritos malignos, e fiquei perturbado em espírito com aquela manifestação. Quando terminei minha advertência, deixei-o. Ele me seguiu, saindo de sua casa com a intenção de matar-me. Não tenho dúvida quanto à sua intenção, pois isso me foi mostrado em visão. Quando ele chegou onde eu estava, caiu morto a meus pés, como se tivesse sido atingido por um raio vindo do céu. Eu era então um Sacerdote, mas Deus me defendeu e preservou minha vida. Falo disso porque é um princípio que se tem manifestado na Igreja de Deus nesta geração, assim como em outras. Tive a ministração de anjos enquanto exercia o ofício de Sacerdote. Tive visões e revelações. Viajei milhares de quilômetros. Batizei homens, embora não pudesse confirmá-los, pois não tinha autoridade para isso.” (Millennial Star, 1891, 53:641–42.)

Ele também disse: “Desejo gravar em vós o fato de que não faz diferença alguma se um homem é Sacerdote ou Apóstolo, contanto que magnifique seu chamado. Um Sacerdote possui as chaves da ministração de anjos. Nunca em minha vida, seja como Apóstolo, como Setenta, ou como Élder, tive mais a proteção do Senhor do que enquanto exercia o ofício de Sacerdote. O Senhor revelou-me, por meio de visões, de revelações e do Espírito Santo, muitas coisas que estavam por vir.” (Millennial Star, 1891, 53:629.)

Ora, todos percebemos, é claro, que a inspiração e a revelação que ele recebeu como sacerdote, e que todos nós podemos receber, destinam-se ao benefício e à orientação do indivíduo, e não da Igreja.

A importância do Sacerdócio Aarônico é ressaltada também pelo fato de o Senhor ter designado como presidência deste sacerdócio o bispado, que detém as chaves e a autoridade do mesmo. Não sei como vós vos sentis a respeito, mas cada vez que vejo o Sacerdócio Aarônico administrando e distribuindo o sacramento, penso em que grande e glorioso privilégio é para estes rapazes participar disso. Sei que o Senhor deseja que sejam dignos e reverentes, e que não se agrada quando não o são.

O Senhor menciona outro privilégio e responsabilidade do Sacerdócio Aarônico nestas palavras:

“Portanto, levai convosco os que são ordenados ao sacerdócio menor e enviai-os adiante de vós para marcar compromissos e preparar o caminho e cumprir os compromissos que não puderdes cumprir.” (D&C 84:107.)

Nos últimos anos, tive o privilégio de fazer ensino familiar, parte do tempo com um mestre ordenado e, atualmente, com um sacerdote. Eles marcam os compromissos e se revezam em apresentar e conduzir as mensagens. Outro dia, meu companheiro de ensino familiar me telefonou e disse que o chefe de uma das famílias que visitamos estava hospitalizado, e sugeriu que fôssemos vê-lo. Fomos, e o abençoamos.

Independentemente do sacerdócio que possuímos, se nos mantivermos limpos e puros, e em sintonia com o Espírito do Senhor, encontraremos grande alegria e satisfação em cumprir nossos deveres. Ao recebermos o sacerdócio, fazemos certos convênios com o Senhor, que são vinculantes e muito importantes. E ele espera que guardemos esses convênios. Gostaria aqui de citar partes do convênio do sacerdócio:

“Pois aqueles que forem fiéis de modo a obter estes dois sacerdócios de que falei e a magnificar seu chamado serão santificados pelo Espírito para a renovação do corpo.

“Tornam-se os filhos de Moisés e de Aarão e a semente de Abraão; e a igreja e reino e os eleitos de Deus. …

“E agora vos dou o mandamento de que vos acauteleis a respeito de vós mesmos, de que deis ouvidos diligentemente às palavras de vida eterna.

“Porque vivereis de toda palavra que sai da boca de Deus.” (D&C 84:33–34, 43–44; itálico acrescentado.)

Que tremenda bênção, promessa e responsabilidade! E isso se aplica a todos os que guardarem o convênio, e vale para todos nós. As primeiras palavras do convênio são: “Pois aqueles que forem fiéis.”

Quanto à fidelidade, gostaria de dizer algumas palavras sobre a Palavra de Sabedoria, a castidade, a honestidade e a obediência aos mandamentos. O Senhor disse:

“Se me amais, guardai os meus mandamentos.” (João 14:15.)

Tenho certeza de que todo homem que ouve minha voz esta noite diria que ama o Senhor. Mas como ele o comprova? Ele disse: “Se me amais, guardai os meus mandamentos.”

Sei que há muito mal no mundo hoje. Satanás está solto, e às vezes somos duramente tentados por ele e seus companheiros a fazer coisas que sabemos que não devemos fazer, e em muitos casos sucumbimos porque queremos ser populares entre nossos colegas. Contudo, possuir o sacerdócio nos torna diferentes, e devemos estar preparados para ser diferentes, para nos apartarmos dos caminhos do mundo, e estar prontos e dispostos a realizar a obra para a qual o Senhor nos chamou.

Embora a ciência tenha comprovado que o uso de chá, café, tabaco, drogas e álcool é prejudicial ao corpo, o mundo não possui a Palavra de Sabedoria. Somos diferentes do mundo porque o Senhor nos deu a Palavra de Sabedoria como mandamento, com uma tremenda bênção e promessa, conforme registrado na seção 89 de Doutrina e Convênios.

Gostaria de compartilhar com vocês esta noite uma experiência e contar-lhes uma história a respeito da obediência à Palavra de Sabedoria. Quando eu era presidente do Ramo Edmonton, no Canadá, estava encarregado do nosso grupo de sacerdotes. Costumávamos nos reunir no porão de um Salão da IOOF, que tinha paredes e piso de terra batida. Um dos sacerdotes, chamado Max, jogava no time de basquete da escola. Ele era o único membro da Igreja naquele time. Os outros rapazes, naturalmente, não tinham escrúpulos em usar chá, café ou tabaco, e às vezes álcool. Max, é claro, guardava rigorosamente a Palavra de Sabedoria. Ele costumava falar aos rapazes sobre a Palavra de Sabedoria e os males de transgredi-la, e lhes dizia que o Senhor havia prometido que correriam e não se cansariam, e andariam e não desfaleceriam, se guardassem a Palavra de Sabedoria. Ele os assegurava de que seriam melhores jogadores de basquete se se abstivessem do uso dessas coisas. Ele era um dos melhores jogadores, e os rapazes o respeitavam. Não demorou muito para que todos eles passassem a guardar a Palavra de Sabedoria.

Há algumas semanas, estive em Houston, no Texas, e fui recebido lá por este jovem e sua família. Ele contou à família sobre as vezes em que costumávamos nos reunir no porão do Salão da IOOF e sobre algumas das coisas que se lembrava de eu ter ensinado a eles. Então contei à família sobre a experiência dele e sua influência no time de basquete, ressaltando que as pessoas sempre respeitam aquele que vive de acordo com seus padrões, e que ele se beneficiará grandemente com isso. Max é hoje o geólogo-chefe de uma das grandes companhias petrolíferas de Houston.

Gostaria de contar-lhes a experiência de um de nossos jovens, a quem chamaremos de John, que foi para o leste frequentar uma escola de formação de oficiais. Um novo comandante chegou à escola, e ofereceram um banquete em sua honra. Ali, ao lado de cada prato, havia uma taça de coquetel. Quando chegou o momento apropriado, cada um daqueles futuros oficiais se levantou com sua taça de coquetel para brindar ao novo comandante — todos, exceto um rapaz, que ergueu um copo de leite. Seria preciso muita coragem, não é mesmo, para estar ali, com todos aqueles oficiais, ver todas aquelas taças de coquetel se erguerem, e permanecer de pé erguendo um copo de leite!

Pois bem, o oficial percebeu, e foi direto ao encontro daquele rapaz assim que o evento terminou, e perguntou: “Por que você me saudou com um copo de leite?”

“Bem, senhor”, ele respondeu, “nunca toquei em álcool em toda a minha vida. Não quero tocar nele; meus pais não gostariam que eu tocasse; e achei que o senhor também não gostaria. Eu queria brindar ao senhor, então pensei que ficaria satisfeito se eu o saudasse com aquilo que estou acostumado a beber.”

O oficial disse: “Apresente-se em minha sede pela manhã.”

Suponho que aquele rapaz tenha passado uma noite sem dormir, mas, quando foi aos aposentos do oficial na manhã seguinte, sabem o que aconteceu? O oficial lhe designou um lugar em seu estado-maior, com a seguinte explicação: “Quero rodear-me de homens que tenham a coragem de fazer o que consideram certo, independentemente do que os outros pensem a respeito.”

Em toda a minha experiência, irmãos, nunca encontrei um momento em que viver os padrões da Igreja me privasse ou me atrasasse de alguma forma em meu progresso ou reconhecimento. Certamente ninguém pode sentir que está honrando o sacerdócio e magnificando seu chamado enquanto transgride a Palavra de Sabedoria.

Quanto à castidade. A imoralidade é tão comum no mundo que está afetando até mesmo alguns de nossos possuidores do sacerdócio, o que me deixa muito triste. O Senhor nos disse claramente: “Não adulterarás.” (Êxodo 20:14.)

Paulo, falando aos coríntios, disse: “Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os fornicadores, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas,” (1 Coríntios 6:9.)

Helamã, falando a seu povo, advertiu-o com estas palavras: “Sim, mesmo agora estais amadurecendo, em virtude de vossos assassinatos e vossa fornicação e iniquidade, para a destruição eterna; sim, e a não ser que vos arrependais, ela cairá logo sobre vós.” (Helamã 8:26.)

Onde quer que estejamos, convivendo com meninos ou meninas, ou com rapazes ou moças, é da maior importância que nos lembremos de quem somos e ajamos de acordo, e nunca nos deixemos levar à tentação que nos conduza à transgressão. Somos os filhos espirituais de Deus, possuidores do sacerdócio, no qual devemos honrar e magnificar nossos chamados. A transgressão da lei da castidade é sumamente desagradável ao Senhor, e é extremamente prejudicial e degradante. Ela causa desgosto, remorso de consciência, e priva a pessoa de muitas oportunidades e bênçãos que o Senhor reserva para os fiéis, tais como cumprir uma missão, frequentar o templo, progredir no sacerdócio e ocupar cargos de responsabilidade nas organizações da Igreja.

Oro humildemente todas as noites e todas as manhãs para que nossos membros tenham o desejo, a determinação e a força para se manterem moralmente limpos, e suplico a todos aqui presentes nesta noite que decidam viver como o Senhor deseja que vivam, e se mantenham livres de tentação e transgressão graves.

Agora gostaria de dizer algumas palavras sobre a honestidade. Não há qualidade de caráter maior do que a honestidade em tudo o que fazemos. Meus pais me ensinaram, quando eu era apenas uma criança, a nunca mentir, ressaltando que

Nada precisa de mentira, e

A falta que mais precisa dela cresce em dobro por causa disso.

Se algum de vocês for culpado de pecado grave ou transgressão, eu o exortaria a ir confessar, arrepender-se e purificar sua vida, para que possa preparar-se para desfrutar das bênçãos que, de outra forma, não poderia desfrutar.

Lamento muito informar que temos casos de pessoas, tanto homens quanto mulheres, que mentiram para ir ao templo e para servir em missões. O Senhor disse que nenhuma coisa impura entrará no templo de Deus. (Ver, por exemplo, D&C 97:15.) Ao ser entrevistado para uma recomendação para o templo ou para uma missão, cada um deve perceber que o bispo e o presidente de estaca estão representando o Senhor, e que suas respostas são dadas ao Senhor, e seus compromissos são assumidos perante o Senhor. O Senhor sabe, e não se deixa escarnecer.

Temos casos de pessoas que foram ao templo indignamente e tiveram a consciência pesada durante anos, perguntando-se se a ordenança seria válida ou eficaz, e vieram ao Presidente da Igreja, de coração partido, pedir perdão e resolver o assunto. Sejamos honestos, verdadeiros, castos, benevolentes e virtuosos. (Ver Regras de Fé 1:13.)

Os futuros missionários devem perceber que o Senhor deseja alguém em quem possa depositar toda a confiança, alguém que seja limpo e digno em todos os aspectos para representá-lo no campo missionário. Se você não for digno, não aceite o chamado, não minta para consegui-lo, mas, por meio do arrependimento, prepare-se para ir. É muito melhor esperar um ano ou mais do que ir indignamente. Tenham a coragem e a hombridade, a firmeza e a determinação de encarar os fatos, de dizer a verdade, de se prepararem em todos os aspectos para fazer o que o Senhor quer que façam.

Ouçamos e lembremo-nos sempre desta profunda declaração feita pelo saudoso Richard L. Evans:

“Às vezes, e sob certas condições, é possível escapar de muitas coisas — de muros de prisão, de falsos amigos, de más companhias, de pessoas maçantes, de ambientes antigos — mas nunca de nós mesmos. Quando nos deitamos à noite, ali estamos com nossos próprios pensamentos — quer gostemos deles, quer não. Quando acordamos pela manhã, ali continuamos — quer gostemos de nós mesmos, quer não. A coisa mais persistente na vida (e, sem dúvida, também na morte) é nossa própria consciência de nós mesmos. Sendo assim, não há pessoa mais lamentável do que aquela que se sente incomodada em sua própria companhia — não importa para onde corra, nem quão rápido, nem quão longe.” (Richard L. Evans, Richard Evans' Quote Book, Salt Lake City: Publishers Press, 1971, p. 214.)

O Senhor proveu uma forma pela qual alguém pode se libertar de tal condição. Ele disse:

“Eis que aquele que se arrependeu de seus pecados é perdoado e eu, o Senhor, deles não mais me lembro.

“Desta maneira sabereis se um homem se arrepende de seus pecados — eis que ele os confessará e abandonará.” (D&C 58:42–43.)

Lembremo-nos sempre de que nós, possuidores do sacerdócio, somos o exército real de Deus. Somos todos voluntários. Estamos travando guerra contra o diabo e o mal de todos os tipos. Esta é uma luta entre o certo e o errado, entre a vida e a morte, pela vida eterna. Jesus Cristo é nosso líder — nosso general. Spencer W. Kimball é nosso comandante. O sacerdócio é nossa força, e não devemos enfraquecer nosso exército transgredindo a Palavra de Sabedoria, sendo imorais, sendo desonestos ou pouco confiáveis. Devemos permanecer fortes e seguir as ordens de nosso comandante.

Se quisermos vencer, não podemos ter soldados ausentes sem permissão. Não devemos ter desertores. Precisamos, e devemos ter, uma frente leal, devotada, dedicada e unida. Não podemos perder se permanecermos limpos, obedientes e fiéis à fé.

Lembremo-nos também de que toda pessoa desleal enfraquece nosso exército, e oremos para que não sejamos essa pessoa. Esta é a obra do Senhor, na qual estamos engajados. Esta é sua igreja e seu reino aqui na Terra. Estamos sendo guiados pelo Senhor por meio de nosso presidente e profeta, Spencer W. Kimball. Que possamos seguir nosso líder, honrar o sacerdócio, magnificar os chamados que nos foram dados, e provar que somos dignos em todos os aspectos, oro humildemente em nome de Jesus Cristo. Amém.

Como citar este discursoN. Eldon Tanner, “Você Está Dando o Seu Sacerdócio como Certo?”, Conferência Geral de Abril de 1976, Priesthood Session (1976-04-01). Pulpit Vault, 1976-04-tanner-are-you-taking-your-priesthood-for-granted. Tradução desta edição, por método de glossário, churchofjesuschrist.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).