Pulpit

Duas Vezes ao Ano Este Histórico Tabernáculo Parece...

Thomas S. Monson

Conferência Geral de Outubro de 1969·General Priesthood Meeting·1969-10-04

• Duas vezes ao ano este histórico Tabernáculo parece dizer-nos, com sua voz persuasiva: “Vinde todos vós, filhos de Deus que recebestes o sacerdócio.”

Há um espírito característico que permeia a reunião geral do sacerdócio da Igreja. Esse espírito emana do Tabernáculo e entra em todos os edifícios onde os filhos de Deus se reúnem.

Cerca de 13 mil de nosso número estão ausentes esta noite, mas não estão além de nosso amor nem de nossas orações. Em resposta a um chamado do profeta de Deus, eles deixaram para trás o lar, a família, os amigos e a escola, e foram servir em seus vastos campos de colheita. Os homens do mundo perguntam: “Por que respondem tão prontamente e dão tanto de bom grado?” Nossos missionários, seus filhos, seus irmãos, poderiam bem responder com as palavras de Paulo, aquele incomparável missionário de outrora: “Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho!” (1 Coríntios 9:16.)

. . . Ensinai Todas as Nações

As santas escrituras não contêm proclamação mais relevante, responsabilidade mais vinculante, nem instrução mais direta do que a ordem dada pelo Senhor ressuscitado, quando apareceu na Galileia aos onze discípulos. Disse ele:

“É-me dado todo o poder no céu e na terra.

“Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;

“Ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos.” (Mateus 28:18-20.)

Esse mandamento divino, aliado à sua gloriosa promessa, é hoje nossa palavra de ordem, como o foi no meridiano dos tempos. A obra missionária é uma característica marcante de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Sempre foi assim; sempre o será. Como declarou o profeta Joseph Smith: “Depois de tudo o que foi dito, o maior e mais importante dever é pregar o Evangelho.”

(Documentary History of the Church, Vol. 2, p. 478.)

Requisitos para o Ministério

Dentro de dois curtos anos, todos os 13 mil missionários deste real exército de Deus concluirão seus trabalhos de tempo integral e retornarão a seus lares e entes queridos. Seus substitutos encontram-se, esta noite, nas fileiras do Sacerdócio Aarônico da Igreja. Jovens, estão prontos a responder? Estão dispostos a trabalhar? Estão preparados para servir? A mediocridade não está em voga. A excelência é a ordem do dia.

O Presidente John Taylor resumiu os requisitos: “O tipo de homens que queremos como portadores desta mensagem do evangelho são homens que têm fé em Deus; homens que têm fé em sua religião; homens que honram seu sacerdócio; homens em quem as pessoas que os conhecem têm fé, e em quem Deus tem confiança. . . . Queremos homens cheios do Espírito Santo e do poder de Deus. . . . Homens que levam as palavras de vida entre as nações devem ser homens de honra, integridade, virtude e pureza; e, sendo este o mandamento de Deus para nós, procuraremos cumpri-lo.”

Missionários Inexperientes

Ora, essa é uma descrição bastante exigente. Especialmente quando reflito sobre vários dos jovens e inexperientes missionários que vieram à missão onde tive o privilégio de presidir. Sempre me lembrarei da perplexidade de um rapaz vindo do interior, ao ver pela primeira vez os arranha-céus de Toronto. Ele me perguntou: “Presidente, quantas pessoas há nesta cidade?” Respondi: “Ah, cerca de um milhão e meio.” Ao que ele respondeu: “Nossa! Na minha cidade natal há apenas oitenta.”

Naquela noite, em nossa tradicional reunião de testemunhos de boas-vindas, alguns dos missionários mais veteranos expressaram-se a respeito da dificuldade do trabalho. “Portas se fecharão na sua cara, palavras abusivas serão lançadas contra você, você ficará desanimado e desalentado; mas quando tudo tiver acabado, você dirá: ‘Estes foram os dois anos mais felizes da minha vida.’”

Meu missionário da pequena cidade estava mais hesitante do que nunca, ao falar titubeando: “Ficarei feliz quando os dois anos mais felizes da minha vida terminarem.”

Requer Devoção

Na melhor das hipóteses, a obra missionária exige um drástico ajuste no padrão de vida de cada um. Nenhum outro trabalho requer horas mais longas ou maior devoção, nem tanto sacrifício e oração fervorosa. Como resultado, o serviço missionário dedicado retorna um dividendo de alegria eterna que se estende por toda a vida e até a eternidade.

Hoje nosso desafio é sermos servos mais proveitosos na vinha do Senhor.

Fórmula para o Sucesso

Permitam-me sugerir, particularmente a vocês, portadores do Sacerdócio Aarônico, uma fórmula que garantirá seu sucesso:

Primeiro: Buscai as escrituras com diligência!

Segundo: Planejai vossa vida com propósito!

Terceiro: Ensinai a verdade com testemunho!

Quarto: Servi ao Senhor com amor!

Consideremos cada uma das quatro partes desta fórmula.

Buscai as Escrituras

  1. Buscai as escrituras com diligência.

As escrituras testificam de Deus e contêm as palavras da vida eterna. Elas se tornam o cerne de sua mensagem — as próprias ferramentas de seu ofício. Sua confiança estará diretamente relacionada ao seu conhecimento da palavra de Deus. Ah, tenho certeza de que já ouviram falar de alguns missionários que foram preguiçosos, pouco eficazes e ansiosos para que suas missões terminassem. Um exame cuidadoso de tais casos revelará que o verdadeiro culpado não é a preguiça, nem o desinteresse, mas o inimigo conhecido como medo. Nosso Pai repreendeu tais pessoas: “. . . com alguns, porém, não estou satisfeito, porque não abrem a boca; mas escondem o talento que lhes dei, por causa do temor aos homens.” (D&C 60:2. Itálico acrescentado.)

Se esse mesmo e amoroso Pai Celestial não tivesse fornecido um remédio para superar essa enfermidade, suas palavras talvez parecessem excessivamente severas. Em uma revelação dada por meio do profeta Joseph Smith, em 2 de janeiro de 1831, o Senhor declarou: “. . . se estiverdes preparados, não temereis.” (D&C 38:30.) Esta é a chave. Vocês a usarão?

Quão grato sou por o Manual da Noite Familiar dar ênfase às escrituras! Os currículos do seminário e do instituto também enfatizam as escrituras e ajudam o aluno a internalizar sua vitalidade e significado.

O mesmo se aplica aos cursos de estudo atualmente usados pelos quóruns do sacerdócio e pelas organizações auxiliares, todos programados e coordenados por meio do esforço de correlação da Igreja.

Filhos de Mosias

Permitam-me citar apenas uma referência que tem aplicação imediata em nossas vidas. No Livro de Mórmon, capítulo dezessete de Alma, lemos o relato da alegria de Alma ao rever os filhos de Mosias e notar sua firmeza na causa da verdade.

O registro descreve esses “missionários”:

“. . . haviam-se fortalecido no conhecimento da verdade; porque eram homens de grande entendimento e haviam examinado diligentemente as escrituras para conhecerem a palavra de Deus.

“Isto, porém, não é tudo; haviam-se devotado a muita oração e jejum; por isso tinham o espírito de profecia e o espírito de revelação; e quando ensinavam, faziam-no com poder e autoridade de Deus.”

(Alma 17:2-3.) Irmãos, buscai as escrituras com diligência.

Planeje com Propósito

  1. Planejai vossa vida com propósito.

Talvez nenhuma geração de jovens tenha enfrentado decisões tão abrangentes quanto a juventude de hoje. É preciso providenciar tempo para a escola, a missão, o serviço militar e o casamento. Com esse pensamento em mente, a Primeira Presidência recentemente tornou padrão em todo o mundo uma duração de dois anos para cada missão. Essa política permite que um jovem planeje mais adequadamente a época de sua partida e de seu retorno, de modo que a missão possa se encaixar em seus estudos.

A preparação para uma missão começa cedo. É um pai sábio o que incentiva o pequeno Jimmy a iniciar, ainda na infância, seu próprio fundo missionário.

À medida que o fundo cresce, cresce também o desejo de Jimmy de servir. Ele pode muito bem ser incentivado, com o passar dos anos, a estudar uma língua estrangeira, para que, se necessário, suas habilidades linguísticas pudessem ser utilizadas. Não disse o Senhor: “Ensinai todas as nações”? (Ver Mateus 28:19.)

O Chamado Missionário

Então chega aquele dia glorioso em que o bispo convida Jim a seu escritório. Sua dignidade é verificada; uma recomendação missionária é preenchida. Seguem-se aqueles momentos ansiosos de espanto e a pergunta não pronunciada: “Onde será que serei chamado?”

Em nenhuma outra ocasião toda a família aguarda com tanta ansiedade o carteiro e a carta que traz o endereço de remetente: 47 East South Temple, Salt Lake City, Utah. A carta chega, a expectativa é avassaladora, o chamado é lido. Muitas vezes, o campo de trabalho designado é um lugar distante, de nome estranho — Tonga, as Filipinas, Japão-Okinawa, para citar alguns. Mais frequentemente, a designação pode ser mais próxima de casa.

A resposta do missionário preparado é sempre a mesma: “Eu servirei.”

A Missão É um Assunto de Família

A experiência na casa da missão é agradável, agitada e proveitosa. Nunca se teve roupas mais novas, camisas mais limpas, nem sapatos mais desconfortáveis. Você fica em evidência. É uma cena comovente testemunhar pais de recursos modestos dando tão generosamente para equipar seus filhos. Jovens, espero que vocês valorizem o sacrifício que eles fazem tão de bom grado por vocês. O trabalho deles os sustentará, a fé deles os encorajará, as orações deles os apoiarão. Uma missão é um assunto de família. Embora a extensão dos oceanos possa separar, os corações permanecem unidos, como evidencia esta carta de um filho missionário a seu pai:

“Querido pai:

“Este é meu primeiro Natal longe de casa e da família. Gostaria de poder estar em casa para compartilhar a alegria, o bom ânimo e o amor que vêm com esta estação; mas sou grato por estar aqui na Suécia como missionário.

“Sou grato por meu pai; amo, admiro e respeito-o profundamente. Sua vida sempre foi um exemplo maravilhoso para mim e me ajudou inúmeras vezes a tomar as decisões corretas.

“Sou grato por sua sabedoria, que me aconselhou; por seu amor, que me disciplinou; e por seu testemunho, que me inspirou.

“Como pode um filho demonstrar seu amor pelo pai? Como pode expressar plenamente o que sente? Como pode demonstrar sua gratidão? Gostaria de poder responder a essas perguntas. Há, porém, uma maneira que sei que posso demonstrar minha gratidão, e é moldando minha vida segundo a de meu pai.

“Esta, então, é minha tarefa — viver uma vida igual à de meu pai, para que eu possa passar a eternidade junto a ele.

“Feliz Natal e que Deus o abençoe, Paul”

Oportunidades Missionárias

Ao planejarem com propósito suas vidas, lembrem-se de que suas oportunidades missionárias não se restringem ao período de um chamado formal. O tempo que passam no serviço militar pode e deve ser proveitoso. Todos os anos, nossos jovens fardados trazem milhares de almas para o reino de Deus. Como conseguem esse feito notável? Eles próprios honram seu sacerdócio, vivem os mandamentos de Deus e ensinam aos outros sua palavra divina. Muitos ex-missionários testificaram que suas experiências missionárias nas forças armadas foram tão fartas e ricamente recompensadoras quanto no próprio campo missionário.

E, ao prosseguirem seus estudos formais, não esqueçam seu privilégio de serem missionários. Seu exemplo como Santo dos Últimos Dias está sendo observado, avaliado e muitas vezes será imitado.

Reservem tempo em suas vidas e espaço em seus corações para a escola, uma missão, o serviço militar e, é claro, o casamento no templo. Planejai vossa vida com propósito.

Ensinai com Testemunho

  1. Ensinai a verdade com testemunho.

Obedeçam ao conselho do apóstolo Pedro, que exortou: “. . . estai sempre preparados para responder a qualquer que vos perguntar a razão da esperança que há em vós.” (1 Pedro 3:15.) Levantem suas vozes e testifiquem da verdadeira natureza da Trindade. Declarem seu testemunho a respeito do Livro de Mórmon. Transmitam as gloriosas e belas verdades contidas no plano de salvação. Quanto ao seu testemunho, lembrem-se: aquilo que se compartilha de bom grado, guarda-se; aquilo que se guarda egoisticamente, perde-se. Tenham a coragem e a bondade, como teve Jesus, de ensinar aos Nicodemos que vocês encontrarem que o batismo é essencial à salvação. Ensinem e testifiquem. Não há combinação melhor.

Experiência Missionária

Lembram-se de nosso rapaz da comunidade rural que se maravilhou com o tamanho de Toronto? Ele era baixo de estatura, mas alto em testemunho. Junto com seu companheiro, ele bateu à porta da casa de Elmer Pollard, em Oshawa, [Ontário,] Canadá. Sentindo pena dos jovens que, em meio a uma tempestade de neve cegante, iam de casa em casa, o Sr. Pollard convidou os missionários para entrar. Eles lhe apresentaram sua mensagem. Ele não captou o espírito dela. No devido tempo, pediu que se retirassem e não voltassem. Suas últimas palavras aos élderes, ao saírem de sua varanda, foram ditas com escárnio: “Vocês não podem me dizer que realmente acreditam que Joseph Smith era um profeta de Deus!”

A porta se fechou. Os élderes desceram o caminho. Nosso rapaz do interior falou a seu companheiro: “Élder, não respondemos à pergunta do Sr. Pollard. Ele disse que não acreditávamos que Joseph Smith era um verdadeiro profeta. Vamos voltar e testificar-lhe.” A princípio, o missionário mais experiente hesitou, mas por fim concordou em acompanhar seu companheiro. O medo tomou conta de seus corações ao se aproximarem da porta de onde haviam sido dispensados. Uma batida, o confronto com o Sr. Pollard, um momento angustiante e, então, com poder, um testemunho proferido pelo Espírito: “Sr. Pollard, o senhor disse que não acreditávamos mesmo que Joseph Smith era um profeta de Deus. Sr. Pollard, testifico que Joseph era um profeta. Ele de fato traduziu o Livro de Mórmon. Ele viu Deus, o Pai, e Jesus, o Filho. Eu sei disso.”

O Sr. Pollard, agora Irmão Pollard, levantou-se numa reunião do sacerdócio algum tempo depois e declarou: “Naquela noite, não consegui dormir. Ressoavam em meus ouvidos as palavras: ‘Joseph Smith era um profeta de Deus. Eu sei disso. Eu sei disso. Eu sei disso.’ No dia seguinte, telefonei para os missionários. A mensagem deles, aliada aos seus testemunhos, mudou minha vida e a de minha família.” Ensinai a verdade com testemunho.

Servi com Amor

  1. Servi ao Senhor com amor.

Não há substituto para o amor. Missionários bem-sucedidos amam seus companheiros, seus líderes de missão e as preciosas pessoas a quem ensinam. Muitas vezes esse amor foi despertado na juventude por uma mãe, nutrido por um pai e mantido vivo por meio do serviço a Deus.

Na quarta seção de Doutrina e Convênios, o Senhor estabeleceu as qualificações para os trabalhos do ministério. Consideremos apenas alguns versículos: “. . . ó vós que embarcais no serviço de Deus, vede que o sirvais de todo o coração, poder, mente e força, para que vos apresenteis sem culpa perante Deus no último dia.

“E fé, esperança, caridade e amor, com os olhos fitos na glória de Deus, qualificam-no para o trabalho.

“Lembrai-vos da fé, da virtude, do conhecimento, da temperança, da paciência, da bondade fraternal, da piedade, da caridade, da humildade, da diligência.” (D&C 4:2, 5-6. Itálico acrescentado.)

Bem poderia cada um de nós, reunidos aqui esta noite, perguntar a si mesmo: Hoje, aumentei em fé, em virtude, em conhecimento, em piedade, em amor?

Quando nossas vidas estiverem em conformidade com o próprio padrão de Deus, aqueles dentro de nossa esfera de influência jamais pronunciarão o lamento: “Já se passou a ceifa, já se acabou o verão, e nós não estamos salvos.” (Jeremias 8:20.)

Por meio de sua devoção dedicada, em casa ou no estrangeiro, aquelas almas que vocês ajudam a salvar podem muito bem ser as que vocês mais amam.

Cartas de Casa

Anos atrás, ao visitar a Missão da Califórnia, entrevistei um missionário que parecia bastante abatido e desanimado. Perguntei-lhe se ele havia enviado uma carta para casa, a seus pais, toda semana. Ele respondeu:

“Sim, Irmão Monson, toda semana nos últimos cinco meses.”

Respondi: “E você gosta das cartas que recebe de casa?”

Veio sua resposta inesperada: “Não recebo nenhuma carta de casa desde que cheguei à minha missão. Veja, meu pai é inativo e minha mãe não é membro da Igreja. Ela não aprovou eu aceitar um chamado missionário e disse que, se eu fosse para o campo missionário, ela nunca me escreveria nem me enviaria um centavo.” Com um sorriso a meio caminho, que não disfarçava de fato a angústia, ele disse: “E ela cumpriu sua palavra. O que posso fazer, Irmão Monson?”

Orei por inspiração. A resposta veio. “Continue escrevendo, meu filho, toda semana. Testifique à sua mãe e a seu pai. Faça-os saber que você os ama. Diga-lhes o quanto o evangelho significa para você. E sirva ao Senhor de todo o coração.”

Seis meses depois, quando visitei uma conferência de estaca naquela área, esse mesmo élder correu até mim e perguntou: “Lembra-se de mim? Sou o missionário cujos pais não escreviam.”

Lembrava-me muito bem e perguntei cautelosamente se ele havia recebido alguma carta de casa.

Ele colocou a mão no bolso e mostrou-me um grande punhado de envelopes. Com lágrimas escorrendo pelo rosto, declarou orgulhoso: “Não apenas uma carta, Irmão Monson, mas uma carta toda semana. Ouça a mais recente: ‘Filho, apreciamos muito o trabalho que você está fazendo. Desde que você partiu para sua missão, nossas vidas mudaram. Papai frequenta a reunião do sacerdócio e em breve será élder. Tenho me reunido com os missionários e, no mês que vem, serei batizada. Vamos combinar de estar todos juntos no Templo de Los Angeles daqui a um ano, quando você concluir sua missão. Com carinho, mamãe.’”

O amor havia conquistado sua vitória. Servi ao Senhor com amor.

Irmãos, que cada um de nós busque as escrituras com diligência; planeje sua vida com propósito; ensine a verdade com testemunho; e sirva ao Senhor com amor. Os elementos desta fórmula tornam-se, então, nossos ideais. Os ideais são como as estrelas: não podemos tocá-los com as mãos, mas, seguindo-os, alcançamos nosso destino.

Grande Alegria Prometida

O Pastor perfeito de almas, o missionário que redimiu a humanidade, deu-nos sua assurança divina: “. . . e, se trabalhardes todos os vossos dias clamando arrependimento a este povo e trouxerdes a mim mesmo que seja uma só alma, quão grande será vossa alegria com ela no reino de meu Pai!

“E agora, se vossa alegria é grande com uma só alma que tiverdes trazido a mim no reino de meu Pai, quão grande será vossa alegria se me trouxerdes muitas almas!” (D&C 18:15-16.)

Daquele que proferiu essas palavras, declaro meu testemunho. Ele é o Filho de Deus, nosso Redentor e nosso Salvador.

Rogo que respondamos a seu terno convite: “Segue-me”, em nome de Jesus Cristo. Amém.

Como citar este discursoThomas S. Monson, “Duas Vezes ao Ano Este Histórico Tabernáculo Parece...”, Conferência Geral de Outubro de 1969, General Priesthood Meeting (1969-10-04). Pulpit Vault, 1969-10-monson-twice-each-year-this-historic-tabernacle-seems. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).