Pulpit

Presidente McKay, Meus Irmãos E...

Spencer W. Kimball

1968 April General Conference·Second Day Afternoon Meeting·1968-04-06

Élder Spencer W. Kimball Do Conselho dos Doze Apóstolos

Presidente McKay, meus irmãos e irmãs, e amigos: gostaria de parabenizar o Irmão Dyer, o Irmão Hanks, o Irmão Rector e o Irmão Dunn por suas novas nomeações, e rogar ao Senhor que os abençoe em suas novas responsabilidades.

Os fariseus, sempre tentando enredar e enganar o Salvador, armaram novamente suas armadilhas:

". . . É lícito pagar o tributo a César, ou não? . . ."

"Jesus, porém, conhecendo a sua malícia, . . ."

". . . Disseram-lhe eles: De César. Então ele lhes disse: Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus, o que é de Deus." (Mateus 22:17-18, 21.)

Tudo Isto É Meu

Certo dia, um amigo me levou ao seu rancho. Destrancou a porta de um grande automóvel novo, deslizou para trás do volante e disse com orgulho: "Que tal o meu carro novo?" Percorremos, num conforto luxuoso, as áreas rurais até uma bela casa nova, ajardinada, e ele disse, com não pouco orgulho: "Esta é minha casa."

Dirigiu até um outeiro gramado. O sol se recolhia atrás das colinas distantes.

Contemplou seu vasto domínio. Apontando para o norte, perguntou: "Está vendo aquele bosque ali?" Eu podia discerni-lo claramente na luz que se esvaía.

Apontou para o leste. "Está vendo o lago cintilando ao pôr do sol?"

Também era visível.

"Agora, o penhasco que fica ao sul."

Voltamo-nos para observar a distância.

Ele identificou celeiros, silos, a casa do rancho a oeste. Com um amplo gesto abrangente, gabou-se: "Do bosque, ao lago, ao penhasco, e às construções do rancho e tudo entre eles — tudo isto é meu. E as pequenas manchas escuras no pasto — aquele gado também é meu."

E então perguntei de quem ele o havia obtido. A cadeia de títulos de sua escritura remontava a concessões de terras de governos. Seu advogado lhe havia garantido que ele tinha um título livre de ônus.

"De quem o governo o obteve?", perguntei. "O que se pagou por ele?"

Veio-me à mente a afirmação ousada de Paulo: "Porque a terra é do Senhor, e toda a sua plenitude."

(1 Coríntios 10:26.) E então o salmista, que declarou:

"As palavras do Senhor são palavras puras, como prata refinada em fornalha de barro, purificada sete vezes." (Salmos 12:6.) E então perguntei: "O título veio de Deus, Criador da terra e seu dono? Ele foi pago?

Foi vendido, arrendado ou dado a você?

Se foi presente, de quem? Se foi venda, com que moeda ou permuta? Se foi arrendamento, você presta as devidas contas?"

E então perguntei: "Qual foi o preço? Com que tesouros você comprou esta fazenda?"

"Dinheiro!"

"De onde veio o dinheiro?"

"Do meu trabalho, do meu suor, do meu labor e da minha força."

E então perguntei: "De onde veio sua força para trabalhar, seu poder para labutar, suas glândulas para suar?"

Ele falou sobre alimento.

"De onde veio o alimento?"

"Do sol, da atmosfera, do solo e da água."

"E quem trouxe esses elementos até aqui?"

Citei o salmista: "Tu, ó Deus, mandaste a chuva em abundância, confortaste a tua herança, quando estava cansada." (Salmos 68:9.) "Se a terra não é sua, então que contas você presta ao seu senhorio por suas bondades? A escritura diz: 'Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.' Que porcentagem do seu aumento você paga a César? E que porcentagem a Deus?

"Você acredita na Bíblia? Você aceita o mandamento do Senhor por meio do profeta Malaquias? Diz ele: 'Roubará o homem a Deus? Porque vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. 'Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, . . . e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal, até que não haja mais lugar para a recolherdes.' (Malaquias 3:8, 10.) "E nos últimos dias, o Senhor disse novamente:

"'E se buscardes as riquezas que é da vontade do Pai vos dar, sereis o mais rico de todos os povos, porque tereis as riquezas da eternidade; e é necessário que as riquezas da Terra sejam minhas para dá-las.' (D&C 38:39.) "E Moisés confirmou a Faraó a respeito das pragas: '. . . para que saibas que a terra é do Senhor.'" (Êxodo 9:29.) Eu disse novamente: "Não me parece haver, nas sagradas escrituras, lugar onde Deus tenha dito: 'Dou-lhe o título desta terra incondicionalmente. Não é sua para dar, ter, reter, vender, arruinar, explorar como quiser.' "Não consigo encontrar tal escritura, mas encontro isto nos Salmos: '. . . os que esperam no Senhor, . . . herdarão a terra.' (Salmos 37:9.) "E me lembro de que nosso Criador fez convênio conosco todos no conselho no céu: '[E] Desceremos, pois há espaço lá, e tomaremos destes materiais, e faremos uma terra onde estes possam habitar.' (Abraão 3:24.) "Parece-se mais com um arrendamento sobre o qual se exige um aluguel do que com um título de posse plena e absoluta.

"A escritura moderna diz que, se você viver os mandamentos, 'a plenitude da terra será vossa, as feras do . . .

campo e as aves do céu, . . .

"'Sim, todas as coisas que provêm da terra, . . . são feitas para o benefício e o uso do homem. . . .' (D&C 59:16, 18.) "Esta promessa não parece transmitir a terra, mas apenas o uso e o conteúdo que são dados aos homens sob a condição de que vivam todos os mandamentos de Deus."

Mas meu amigo continuou a murmurar: "Meu — meu", como que a convencer-se contra o conhecimento mais seguro de que era, na melhor das hipóteses, um inquilino infiel.

Isso foi há muitos anos. Eu o vi jazendo em sua morte, entre móveis luxuosos, numa mansão suntuosa. Ele possuíra uma vasta propriedade. E dobrei seus braços sobre o peito e baixei as pequenas cortinas sobre seus olhos.

Discursei em seu funeral, e segui o cortejo do bom pedaço de terra que ele havia reivindicado até sua sepultura, uma pequena área oblonga, do comprimento de um homem alto, da largura de um homem robusto.

Ontem vi aquela mesma propriedade, amarela de trigo, verde de alfafa, branca de algodão, aparentemente indiferente àquele que a havia reivindicado. Ó homem insignificante, veja a formiga atarefada movendo as areias do mar.

Você Roubaria a Deus?

Parei na estrada para comprar algumas frutas. A pequena barraca ficava à beira do pomar. E perguntei ao vendedor: "Estas árvores são suas?"

Ele disse: "Da estrada até a colina — tudo isto é meu, e toda a fruta que colhemos e vendemos. Tudo isto é meu."

E perguntei: "Você não tem sócio que contribua com capital?"

"Ganhei os recursos com que comprei. É meu."

Eu disse: "Você comprou a terra? Comprou as mudas? Mas quem colocou os elementos químicos no solo para fazê-las crescer? Quem fez a seiva viva subir por todos os galhos? Quem as fez florescer e perfumar o ar com doce fragrância? Você fez a chuva?

Pode comandar o sol? Você

coloca inteligência nas árvores para produzir brotos e flores, fruto no seu ponto, sabor e valor nutritivo? Aquele que fez a terra, as árvores, os elementos, tem penhor sobre tudo isso. Você acertou seu pagamento de aluguel?

"Sei que você paga a César sua parte integral, sem falhar nunca. Mas você calcula e paga a parte de Deus?

"Estas árvores são suas, e só suas? Não há reivindicação de sócio algum sobre o fruto?" Ele se encolheu.

"Você tem integridade? Roubaria a Deus, seu sócio? Lembrando-se de que a terra é do Senhor e toda a sua plenitude?"

Quando Deus criou o homem e a mulher, colocou-os sobre a terra para "lavrá-la e guardá-la" e dominá-la. (Ver Gênesis 2:15.) Parece que esta relação de senhorio e arrendatário é justa — o Senhor, o dono, fornece a terra, o ar, a água, o sol e todos os elementos para torná-la frutífera. O arrendatário dá seu trabalho.

O Senhor prometeu depois do dilúvio:

"Enquanto a terra durar, semeadura e ceifa, e frio e calor, e verão e inverno, e dia e noite não cessarão." (Gênesis 8:22.) E o salmista cantou novamente: "Tu visitas a terra, e a regas; tu a enriqueces grandemente com o rio de Deus, . . .

"Enches de água os seus regos, fazendo-a descer em suas margens; tu a amoleces com a muita chuva; . . .

"Os campos se vestem de rebanhos: . . . eles se regozijam e cantam." (Salmos 65:9-10, 13.) ". . . a terra está cheia da bondade do Senhor." (Salmos 33:5.) Um mês depois, um acidente de carro tirou a vida deste horticultor. Ele não havia pago seu sustento, nem levou consigo o seu pomar. A cada primavera suas árvores ainda florescem; a cada outono a fruta suculenta é colhida.


A Terra É Do Senhor

Vi uma linda casa à beira-mar.

O ocupante apontou para ela com orgulho.

"Esta é minha casa, com sua fundação inexpugnável, suas paredes sólidas, seus acabamentos luxuosos, sua vista incomparável."

Um dia, veio um aviso. Uma onda gigante se lançou sobre a costa. Todos os ocupantes foram salvos, mas, enquanto o grande mar se apressava de volta ao seu lugar, apenas um piso de concreto marcava o local onde estivera seu prezado bem. As pedras estavam no mar; a madeira, moída em palitos, flutuando na água. E lembrei-me novamente do que dissera o salmista:

"Do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam." (Salmos 24:1.)


Você Paga Dízimos?

Outro dia acompanhei um amigo ao seu banco. Ele conferiu o conteúdo de seu cofre de segurança e, retirando um punhado de papéis, disse-me com orgulho: "Tudo isto é meu. Estas ações e títulos são meus." Era evidente que suas posses representavam riqueza. Havia orgulho possessivo em sua voz.

E refleti: "Como você prosperou! Como você conseguiu isso tudo?

De onde vieram seus talentos, suas habilidades? Você fez a visão, a voz, a memória, a capacidade de pensar?" Ele hesitou em responder.

Perguntei-lhe: "Você paga dízimos?

Tenho certeza de que você paga seus impostos. Você dá a Deus o que já era dele? Tenho certeza de que César nunca deixa de receber sua parte. E Deus? Você aceitou suas oportunidades terrenas sob condição. Você arrendou a terra dele, o equipamento dele, usou os elementos dele, você sabe.

"O homem insignificante pode possuir, apropriar, legar e dar como se tivesse feito a terra e o céu? E isso sem prestar contas ou acertar as contas?"

Encontrei um homem no campus de uma grande universidade, bem formado e brilhante, com altos títulos acadêmicos. Falamos sobre renda. Embora fosse muito alta, ele achava que tudo era pequeno demais para suprir suas necessidades. Perguntei-lhe: "Você paga dízimos?"

Ele me olhou com perguntas nos olhos. Por que ele deveria pagar? Ele ganhara tudo — cada centavo. Falei-lhe do tema do salmista:

"Do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam."

E ele rebateu: "Não reivindico terra nenhuma — moro num apartamento. Não uso elemento nenhum — treino as mentes dos homens.

Não devo nada a ninguém. Ganho minha própria renda."

E então perguntei: "Com que grande poder você ganha?"

"Meu cérebro", disse ele.

E então perguntei: "Onde nasceu seu cérebro? Você o criou? Construiu-o numa fábrica, comprou-o numa loja? Você acrescentou elemento a elemento, moldando-o tão intrincadamente e dando-lhe tal poder?

De onde veio sua força, sua visão, seu poder, sua saúde? De onde veio seu fôlego, sua continuidade? Você faz cérebros, constrói corpos, cria almas?"

Novamente perguntei: "Você paga dízimos?

Você presta contas a César. Você paga o Senhor por todos os seus dons generosos?"

Este homem era arrogante e orgulhoso.

Não vivia leis, não adorava Deus, era egoísta e centrado em si mesmo. Ele precisava da admoestação dada aos israelitas rebeldes:

"Guarda-te que não te esqueças do Senhor teu Deus . . . seus mandamentos . . . e os seus estatutos. . . .

"E quando teus rebanhos . . . tuas ovelhas . . . tua prata e teu ouro . . . e tudo . . . o que tens se multiplicar; "então não se eleve o teu coração e te esqueças do Senhor teu Deus, . . .

"que te guiou . . . pela seca, onde não havia água; que te fez brotar água da rocha do seixal; . . .

"e digas no teu coração: A minha força, e a fortaleza da minha mão, me adquiriu este poder."

"Antes, te lembrarás do Senhor teu Deus: porque ele é o que te dá força para adquirires poder. . . ." (Deuteronômio 8:11, 13-15, 17-18.) Por longos anos ele vinha desviando fundos — apropriando-se do dízimo que pertencia a seu Criador. Que direito tinha ele de usar, sem permissão, os fundos de arrendamento do Senhor? E sem prestar contas e sem a correspondente dignidade e fidelidade sobre as quais os nove décimos lhe haviam sido prometidos?

Ele havia esquecido a pergunta de Malaquias:

"Roubará o homem a Deus? . . ." (Malaquias 3:8.) Ele havia esquecido o convênio que todos nós fizemos no conselho no céu, quando nosso Senhor propôs:

". . . Desceremos . . . e faremos uma terra onde estes possam habitar; "E assim os provaremos para ver se farão todas as coisas que o Senhor seu Deus lhes ordenar." (Abraão 3:24-25.) "E você diz que não fez tal promessa precipitada? A resposta é: a sua própria presença na terra é evidência de que aceitou esse desafio na assembleia pré-existente."

Sobrevivi também a este homem. Foi um caso triste quando chegou sua hora. O forte tornou-se fraco, o poderoso, inanimado. Seu cérebro, ainda encerrado em seu crânio ósseo, não mais funcionaria. Ele não mais respirava ar, não mais ensinava jovens, não mais comandava ouvintes, não mais tinha salário, não mais ocupava apartamento, mas passou a ocupar um pequeno lote de terra numa colina gramada. Mas agora, espero que ele saiba: ". . . a terra é do Senhor, e tudo o que nela há. . . ."

Ele não devia nada a ninguém. Ganhou tudo, dizia ele.


Dízimo Não É Para Deus

Perguntei a outro homem se ele pagava dízimos.

Ele corou ao responder. "Não podemos nos dar ao luxo de pagar dízimo."

"O quê? Não pode se dar ao luxo da integridade?

Não pode se dar ao luxo de devolver ao programa do Grande Provedor aquilo que já era dele?"

Ele disse: "Meus estudos foram caros. Nossos filhos pequenos nos custaram muito, e ainda vem outro por vir. O médico e o hospital cobrarão seu tributo. Nosso carro foi batido e nos custou mais ainda.

Férias, doenças, o custo de vida sobe e não nos sobra nada para dar à Igreja!"

"Você crê em Deus?"

"Claro", disse ele.

"Crê mesmo?", perguntei. "Deus faria

promessas que não cumpriria?

Você não tem confiança em Deus, senão por que duvidaria de suas promessas gloriosas? Sua fé está em você mesmo. Deus prometeu que abriria as janelas do céu e derramaria sobre você ricos dons além de sua compreensão, prometidos com base em sua fidelidade. Você não precisa dessas bênçãos? Por aquele um décimo, ele o compensará com bênçãos — bênçãos pouco imaginadas. Ele disse:

"'. . . As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem são as que Deus preparou para os que o amam.' (1 Coríntios 2:9.) "E novamente:

"'. . . buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas.' (Mateus 6:33.) "Você não acredita que Deus cumprirá? Não, você não confia em seu Senhor. Você guarda todos os fundos que arrecadou e os usa segundo seu próprio critério. Teme que ele não cumpra suas promessas.

"Suas próprias dívidas, seus muitos problemas mostram incompetência para administrar seus assuntos. Você falhou em parte em sua rica mordomia. Pode administrar seus negócios melhor do que o Senhor?

Faria bem em usar este administrador em quem não confia? Sabemos que ele não falhará."

O dízimo não é para Deus. Somos nós que cortamos os cupons e recolhemos os dividendos.


As Coisas Que São De Deus

O assalariado reclamou: "Meu vizinho tem uma fazenda. Sua família mora nela. Nós compramos nosso sustento numa loja, em dinheiro. Eles abatem uma rês, um porco, e se alimentam de seu próprio freezer. A horta deles enche a mesa de legumes; o campo alimenta as vacas que fornecem laticínios; a fazenda deles produz trigo para as aves domésticas; e as galinhas fornecem carne e ovos. Você paga dízimo sobre a produção de sua terra de fazenda?"

A resposta é: "Claro que você paga, se é fiel aos seus compromissos.

Nenhum homem honesto roubaria de seu Senhor os dízimos e as ofertas."

Perguntamos novamente: "Você se sente generoso ao pagar seu dízimo? Orgulhoso quando a quantia é grande? A criança foi generosa com os pais ao lavar o carro, ao arrumar a cama? Você é liberal ao pagar seu aluguel, ou ao quitar notas promissórias em bancos?

Você não é generoso, nem liberal, mas apenas honesto, quando paga seu dízimo."

"Eu fiz a terra, e criei nela o homem", diz o Senhor. "Eu, sim, minhas mãos estenderam os céus, e a todos os seus exércitos dei as minhas ordens." (Isaías 45:12.) Talvez suas atitudes sejam produto de seus equívocos.

Você roubaria um dólar de seu amigo? Um pneu do carro de seu vizinho?

Você tomaria emprestado o dinheiro do seguro de uma viúva sem a intenção de pagar? Você rouba bancos? Você fica chocado com tais sugestões. Então, você roubaria seu Deus, seu Senhor, que fez arranjos tão generosos com você?

Você tem o direito de se apropriar dos fundos de seu empregador para pagar suas dívidas, comprar um carro, vestir sua família, alimentar seus filhos, construir sua casa?

Você tomaria dos fundos de seu vizinho para mandar seus filhos à faculdade, ou para uma missão? Você ajudaria parentes ou amigos com fundos que não são seus? Algumas pessoas confundem seus padrões, desalinham seus ideais. Você usaria o dízimo para pagar seu fundo de construção, ou a manutenção da ala? Você forneceria presentes aos pobres com o dinheiro de outra pessoa?

O dinheiro do Senhor?

O Senhor continua a perguntar: "Roubará o homem a Deus? Porque vós me roubais."

Ecoam repetidas vezes as palavras do Mestre: "Dai a César o que é de César." E ele disse: "Hoje é um dia para o dízimo do meu povo." (Ver D&C 64:23.) Não se aplica a lei do dízimo a todos os filhos dos homens, independentemente de igreja ou credo? Todos os que creem na Bíblia devem realmente crer que esta é uma lei de Deus. Ecoam repetidas vezes as palavras do Mestre: "Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus, o que é de Deus."

O Senhor abençoará todos aqueles que amam e vivem suas leis. Isto eu sei, em nome de Jesus Cristo. Amém.

Como citar este discursoSpencer W. Kimball, “Presidente McKay, Meus Irmãos E...”, 1968 April General Conference, Second Day Afternoon Meeting (1968-04-06). Pulpit Vault, 1968-04-kimball-president-joseph-fielding-smith-elder-spencer-w. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).