Pulpit

Irmãos, Sinto-me Humilde Esta...

LeGrand Richards

1967 October General Conference·General Priesthood Meeting·1967-09-30

Irmãos, sinto-me humilde esta noite ao estar aqui diante de vocês, esta maravilhosa hoste do sacerdócio. Junto com vocês, apreciei a mensagem do Presidente McKay e a mensagem e as informações que tivemos do Irmão Lee; e tenho certeza de que percebemos que não devemos ser apenas ouvintes da palavra, mas praticantes dela.

O espírito de mansidão

Penso numa mensagem que recebi em carta de um de meus netos, que estava em missão na Suíça. Ele agora é bispo, e creio que está nos ouvindo aqui hoje à noite. Naquela carta, ele me contou como estava qualificando um homem para o batismo e explicando o que seria esperado dele, tais como guardar a Palavra de Sabedoria, pagar dízimo e trabalhar no sacerdócio para ajudar a edificar o reino; e o homem o interrompeu e disse: "Você não precisa me dizer todas essas coisas." Ele disse: "Tudo o que quero saber é: Joseph Smith foi um profeta de Deus? Se foi, farei tudo o que o Profeta me pedir que faça."

Espero que todos sintamos assim em relação ao nosso grande líder hoje, que tudo o que queiramos saber seja o que ele quer que façamos, e o que o Senhor quer que façamos.

Alguns de vocês se lembrarão de que o Presidente Grant costumava nos dizer que cantamos "Agradecemos a ti, ó Deus, por um profeta, para nos guiar nestes últimos dias", mas, ele disse, "há muitos Santos dos Últimos Dias que gostariam de acrescentar um P.S.: 'Desde que ele não nos peça para fazer o que não queremos fazer.'"

Espero que não aceitemos o conselho e a orientação de nossos grandes líderes com qualquer reserva, e que desejemos fazer tudo o que eles quiserem que façamos.

Falando do sacerdócio, e temos muitos rapazes do Sacerdócio Aarônico aqui hoje à noite, foi um grande prazer para mim supervisionar o Sacerdócio Aarônico da Igreja como Bispo Presidente durante 14 anos.

A autoridade humana expira

Quando um de meus filhos foi ordenado diácono (e, por sinal, foi no campo missionário, e o presidente do ramo nem esperou eu voltar de uma viagem na missão para me deixar ordená-lo), depois que voltei, ele entrou em meu escritório e disse: "Papai, eu tenho mais autoridade do que o Presidente dos Estados Unidos, não tenho?" Aquilo me tirou o fôlego. Tive de pensar bem depressa, e finalmente disse: "Bem, sim, você tem. O Presidente dos Estados Unidos recebe sua autoridade do povo, e quando seu mandato expira, sua autoridade acaba. A sua vem do Senhor, e se você viver por ela, será sua para sempre."

Depois que cresceu e se tornou homem, e estava no campo missionário, memorizei uma declaração de sua carta, que dizia mais ou menos assim: "Pai, estes santos são maravilhosos. Fazem-nos toda sorte de favores. Puxa, fazem meus irmãos de fraternidade parecerem doentes." Ele disse: "Nunca mais pedirei o privilégio de ingressar numa fraternidade. O sacerdócio de Deus é a maior união de todo o mundo, não é?"

Ora, acredito nisso de todo o coração, e fiquei feliz em saber que meu filho havia chegado a essa conclusão em sua juventude. Não foi isso o que o Presidente McKay disse hoje à noite em sua mensagem: que é a maior irmandade de todo o mundo? Sei que isso é verdade. Podemos ir a qualquer lugar deste mundo, e não importa qual seja a missão; pois, enquanto as pessoas tiverem tomado sobre si o nome de Cristo nas águas do batismo, são verdadeiramente irmãos e irmãs, seja qual for a cor de sua pele. É a maior irmandade de todo o mundo.

O sacerdócio encherá a Terra

Gostaria de ler uma declaração do Profeta Joseph, relatada pelo Presidente Wilford Woodruff em conferência geral, em abril de 1898. Ele conta sobre quando conheceu o Profeta Joseph pela primeira vez, o que foi em 1833, três anos depois de a Igreja ser organizada. Estas são as palavras do Profeta: "Irmãos, fui muito edificado e instruído por seus testemunhos aqui esta noite, mas quero dizer-lhes diante do Senhor que vocês não sabem mais acerca dos destinos desta Igreja e Reino do que um bebê no colo da mãe. Vocês não compreendem isso. É apenas um punhado do sacerdócio que vocês veem aqui esta noite, mas esta Igreja encherá a América do Norte e do Sul — encherá o mundo. Encherá as Montanhas Rochosas. Haverá dezenas de milhares de Santos dos Últimos Dias que serão reunidos nas Montanhas Rochosas, e ali abrirão a porta para o estabelecimento do Evangelho entre os lamanitas. . . ." (Conference Report, abril de 1898, p. 57.) Já falei hoje a cinco grupos do sacerdócio sobre a obra entre os lamanitas.

O Profeta disse que havia apenas "um punhado do sacerdócio". Ora, talvez ele saiba o que está acontecendo aqui esta noite, mas quando nos dizem que esta reunião do sacerdócio está sendo transmitida em 502 edifícios, com uma frequência possível — além do que está neste quarteirão — de 95.000 pessoas, não é maravilhoso o espírito de compreensão e testemunho que esse grande Profeta desta dispensação teve, de poder apontar para o futuro da Igreja? Naquela época, e isso foi 14 anos antes de os santos virem para o oeste, às Montanhas Rochosas, ele disse que eles viriam para cá, que os santos seriam reunidos nas Montanhas Rochosas, e ali abririam a porta para o estabelecimento do evangelho entre os lamanitas.

Alguns anos atrás, quando eu era Bispo Presidente da Igreja, tivemos o que chamávamos de espetáculo do Sacerdócio Aarônico. Não sei se algum de vocês tem idade suficiente para se lembrar disso ou não, mas o repetimos um ano ou mais depois da primeira exibição. Tivemos pessoas em viagem que nos disseram que foi a reunião religiosa mais impressionante que já haviam visto em toda a vida. Foi construído em torno do tema de que vivíamos no mundo espiritual antes de nascer; e então nos foi dito que viríamos à terra e teríamos experiências aqui que não poderíamos ter ali; e a pergunta foi feita: "Haverá alguém ali para nos mostrar o caminho?" A resposta foi: "Haverá seus pais e a Igreja, e o sacerdócio de Deus."

Espero que nós, pais que estamos aqui hoje, compreendamos quão grande é nossa responsabilidade. Isso já nos foi dito por todos os nossos líderes. O Presidente McKay tem dito com frequência que nenhum sucesso na vida pode compensar o fracasso no lar.

Certa vez, ouvi o Presidente Joseph F. Smith fazer a declaração de que esperava que nunca se pudesse dizer dele que, ao tentar salvar outros, havia perdido os seus.

Pouco tempo depois do espetáculo, uma das boas irmãs que frequentava a Sociedade de Socorro no Sudeste contava como havia trazido o marido para assistir ao espetáculo. No espetáculo, cada um dos rapazes tinha um pequeno holofote na testa, e então algumas dessas luzes se apagavam. Numa cena, ali estavam eles, no palco, discutindo todos os seus problemas, e um rapazinho se virou e disse: "Meu pai não vai à reunião do sacerdócio, e eu quero ser como meu pai." Essa mulher, ao contar sobre levar o marido ao espetáculo, disse que, quando aquele rapazinho disse: "Meu pai não vai à reunião do sacerdócio, e eu quero ser como meu pai", ela sentiu o marido se encolher, como se tivesse levado um choque elétrico. Na manhã de domingo seguinte, quando o menino se preparava para sua reunião do sacerdócio, o pai disse: "Espere um pouco, filho. Eu vou com você." O menino disse: "Você está brincando comigo, pai." Mas sua mãe lhe lançou um olhar, e vocês sabem o que aconteceu.

O poder da influência de um pai

Não suponho que estaria aqui esta noite se não fosse pelos nobres ensinamentos e exemplo daquele meu pai. Cresci numa fazenda. Quando tudo dava terrivelmente errado, como às vezes acontecia, lembro-me de um carro de feno que tentávamos colocar sobre as engrenagens; ele desabou, e a pior palavra de baixo calão que já ouvi meu pai usar em todos os anos naquela fazenda foi "Ora, bolas", e creio que o Senhor o perdoará por isso.

Lembro-me de capinar ervas daninhas do velho milharal — hectares dele — quando papai tomava fileiras e nós tomávamos fileiras, e ele ficava nos chamando e fazendo perguntas sobre a Igreja: "O que é o evangelho?" Lembro-me dessa pergunta quando eu era apenas um garotinho, meu pai a fazendo enquanto capinávamos o milho. Não se consegue fugir de coisas assim.

No final do ano, ele reunia nós três meninos em torno da mesa da sala de jantar. Cada um tinha um caderno, e calculávamos o dízimo. Sabem, na fazenda não é como receber um contracheque mensal. Calculávamos o que as galinhas haviam produzido, e o que a horta havia produzido; e se um bezerro estivesse um ano mais velho do que no início do ano, então calculávamos seu crescimento e o valor acrescido; e depois de termos calculado tudo, papai sempre acrescentava um pouco mais, por precaução, para termos certeza de que havíamos pago um dízimo completo.

Vocês acham que algum daqueles três meninos que se sentavam à mesa ano após ano, com esse tipo de liderança, teria terminado algum ano sem ser um pagador de dízimo integral? Bem, vocês sabem onde estou. Sou o do meio dos três; os outros dois foram presidentes de missão; ambos são patriarcas hoje. Digo-lhes, não há substituto para o que se recebe de um pai que dá o exemplo. Vocês conhecem a pequena história de que "ele seguiu os passos do pai o tempo todo."

"Eu confiaria em você em qualquer lugar. . . ."

Saí de casa quando jovem e vim para esta cidade morar num alojamento e estudar; e quando meu pai vinha à cidade e ficava comigo, ele colocava os braços em volta de mim e dizia: "Meu filho, nunca pensei que confiaria em um de meus filhos na cidade grande." (Claro, ela não era tão grande naquela época como é agora.) Depois ele dizia: "Eu confiaria em você em qualquer lugar aonde eu mesmo fosse." Foi como colocar uma barra de aço em minha espinha. Como eu poderia decepcionar meu pai?

Um de meus amigos disse: "Se eu não acreditasse que há um Deus, e não acreditasse que um dia terei de responder pelo que faço aqui nesta terra, não conseguiria quebrar os mandamentos por causa do respeito que tenho por meu pai."

Só mais uma coisinha sobre como papai nos treinava, meninos: sabem, na cidadezinha do interior onde fui criado, o maior esporte que os rapazes tinham era sair de charrete à tarde, no domingo, com suas namoradas. Claro, meu irmão e eu nunca podíamos passear de charrete porque papai era membro da presidência da estaca, e tínhamos de dar o exemplo. Um dia fomos até papai e dissemos: "Agora, de homem para homem, papai, por que não podemos passear de charrete no domingo como esses outros rapazes?" Papai não queria nos privar de nada, mas disse: "Bem, vou lhes dizer o que vocês podem fazer, meninos. Vocês podem deixar uma das melhores parelhas em casa em qualquer dia da semana que quiserem, e podem parar de trabalhar ao meio-dia, voltar para casa, se arrumar e então podem sair de charrete." Como será que ficaríamos, passeando de charrete no meio da semana, quando ninguém mais estava passeando de charrete? Vocês conseguem imaginar nós convidando as moças para passear de charrete nessas condições?

Bem, essas são apenas algumas das pequenas coisas que nos uniam àquele nosso papai. Entrei no apartamento de meu pai quando ele tinha quase 90 anos (morreu poucos meses antes de completar 90 anos), e, ao abrir a porta, ele se levantou e caminhou em minha direção, tomou-me nos braços e me abraçou e beijou. Ele sempre fazia isso. Recebi cartas de toda a Igreja quando beijei papai ali no púlpito uma vez, depois que me tornei Bispo Presidente. Tomando-me nos braços e chamando-me pelo meu apelido de infância, ele disse: "Grandy, meu filho, eu te amo." Não se consegue escapar de um amor assim, não é mesmo?

Ora, é isso o que é preciso para formar famílias em que todos os filhos se casarão no templo, e em que todos servirão ao Senhor. Agradeço a Deus de todo o coração porque todos os meus filhos são ativos na Igreja e ocupam cargos de responsabilidade, porque mamãe e eu tentamos dar o exemplo. E é preciso fazer isso. Não se pode jogar golfe no domingo e depois esperar que os filhos vão à Igreja e esperar criá-los na Igreja. É preciso ir com eles. É preciso dar-lhes o exemplo.

A Igreja mostrará o caminho

Esse mesmo espírito prosseguia nesse nosso espetáculo. Foi-nos dito que haveria nossos pais, e haveria a Igreja para nos mostrar o caminho. Puxa, a obra que se faz nesta Igreja para tentar criar meninos e meninas! E estamos criando muitos deles bem acima dos padrões dos próprios lares. Tivemos um presidente de missão (e isso era numa época em que não tínhamos tantas missões) que informou às Autoridades Gerais, no templo, que tinha 18 élderes em sua missão que vinham de lares santo-dos-últimos-dias inativos. Eles não estavam ali por causa da liderança dos pais, mas por causa da influência da Igreja em suas vidas e da influência de seus jovens colegas. A propósito, ele disse que, em 15 desses lares, os pais se tornaram ativos enquanto os rapazes estavam no campo missionário. Eu podia compreender isso.

Quando era presidente da Missão dos Estados do Sul, derramei muitas lágrimas lendo as cartas que chegavam de meus missionários, algumas das quais diziam mais ou menos assim: "Presidente Richards, acabei de receber uma carta de mamãe. Ela disse que papai deixou o fumo. Ele começou a frequentar as reuniões do sacerdócio. Está se preparando para que, quando eu voltar para casa, todos possamos ir juntos ao templo."

É como uma espada de dois gumes. Corta tanto no lar quanto no campo missionário. Visitei aquele determinado presidente de missão há pouco tempo, no Canadá, e ele disse: "Irmão Richards, no caso de 12 dessas 18 famílias, os pais vieram com seus automóveis e encontraram seus missionários quando foram desligados, com as famílias com eles, e foram ao templo pela primeira vez."

A Igreja está fazendo um trabalho tremendo. Quando eu era Bispo Presidente, gostávamos de saber o que os rapazes pensavam de seus líderes, então, quando participávamos de uma conferência de estaca, pedíamos aos rapazes que nos dissessem que tipo de homem gostariam de ter como bispo. Poderia interessar a alguns de vocês, bispos, tentar uma experiência desse tipo.

Lembro-me de um rapazinho aqui na Estaca Granite. Ele disse algo assim: "Nós, meninos, gostamos de um homem como bispo que não acha que um menino é apenas um estorvo." Sabem, achei que aquilo era um sermão maravilhoso. Costumava dizer aos meninos que, se algum deles tivesse pais que sentissem isso a respeito deles, e se houvesse alguma maneira de trocá-los, deveriam se livrar deles como se faz com um automóvel.

Atitudes corretas

Precisamos ter a atitude correta. Vou lhes dar mais duas ilustrações.

Quando eu estava em Washington, alguns anos atrás, ouvi um de nossos homens mórmons que estava na fila para entrar num teatro; e ele entrou em conversa com o homem ao lado e descobriu que era de Utah. Disse-lhe: "Então você é mórmon, não é?" O homem respondeu: "Não, não sou mórmon." E este que perguntou pensou que ele tinha medo de admitir, então, para tornar as coisas mais fáceis, disse: "Bem, eu sou mórmon. Pensei que todos nós de Utah fôssemos mórmons." Então o outro homem acrescentou: "Já fui uma vez, mas não sou mais." "Como assim não é mais?" "Bem," ele disse, "quando frequentei uma reunião do Sacerdócio Aarônico certa noite, um dos bons irmãos me expulsou pela nuca, e enquanto eu saía disse: 'Se você me expulsar daqui, nunca mais escurecerei a porta da sua igreja.' E ele expulsou, e eu nunca mais voltei."

Receio que, se eu estivesse ali e fosse grande o suficiente, teria havido dois saindo em vez de um. Acho que expulsaram o homem errado.

Quero mostrar-lhes apenas um pequeno contraste com isso. Fui até o lado oeste da cidade para participar de uma noite de premiação quando era Bispo Presidente; tivemos um programa, e então fomos ao salão cultural para um banquete, lindamente arrumado com toalhas e talheres finos. Sentei-me com o presidente de estaca ao meu lado; e havia um lugar para o bispo ao meu outro lado, mas o bispo não estava lá. Finalmente ele chegou e se sentou. Beliscou um pouco da comida e depois empurrou o prato para longe. Virei-me para ele e disse: "Bispo, o que houve?" "Ah," ele disse, "um dos meninos conversou durante a oração final, e eu falei com ele sobre isso, e ele se ofendeu. Pegou o chapéu e foi embora." Ele disse: "Segui-o até em casa. Fiquei com ele até que se desculpou comigo, e eu me desculpei com ele, e estamos ambos reconciliados."

Vocês veem, não se perdeu nada, já que aquela ferida havia sido curada antes de calejar. A única coisa perdida foi o apetite do bispo, e ele poderia recuperá-lo.

"Tenho orgulho de nossa juventude"

Ora, irmãos, tenho orgulho de nossa juventude. Tenho dezenas de histórias sobre como eles nos trouxeram honra, e eu os amo; amo o trabalho que vocês, homens, estão fazendo por eles, e o que esta Igreja está fazendo, e confio que não haverá pais cujos filhos não possam admirá-los.

Tivemos um moleiro que veio à nossa cidade quando eu era menino. Costumávamos levar uma carga de trigo ao moinho e obter crédito por ela, e então íamos sacar dela para nosso mingau e para o farelo dos porcos, etc. Um novo moleiro chegou, e fui buscar um moinho de trigo, mas não tinha crédito, e ele não quis me dar; não me conhecia. Eu disse: "Bem, verifique quanto a meu pai," e dei-lhe o nome.

Alguns dias depois, fui até lá com uma carga de trigo, e disse: "Você verificou meu pai com o dono do moinho?" Ele disse: "Sim, senhor." Eu disse: "O que ele disse?" "Ele disse: 'Da próxima vez que um dos filhos de George F. Richards vier a este moinho, se ele quiser o moinho, saia e dê a ele.'"

Pais orgulhosos dos filhos

Nem todos os pais podem deixar aos filhos dinheiro, ações e títulos; mas quero lhes dizer que, quando se pode deixar um nome aos filhos, de modo que eles tenham orgulho de dizer: "Ele é meu pai", então estarão fazendo o que Deus, o Pai Eterno, espera que façam com esses filhos que lhes foram confiados.

Que Deus abençoe cada um de vocês, eu suplico, e deixo minha bênção em nome do Senhor Jesus Cristo. Amém.

Como citar este discursoLeGrand Richards, “Irmãos, Sinto-me Humilde Esta...”, 1967 October General Conference, General Priesthood Meeting (1967-09-30). Pulpit Vault, 1967-10-legrand-richards-brethren-i-feel-humble-this. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).