Pulpit

Tem Sido Uma Grande Bênção Através...

Marion D. Hanks

1966 April General Conference·Third Day Afternoon Meeting·1966-04-10

Tem sido uma grande bênção, ao longo desta conferência, ter conosco o Irmão Ivins, nosso muito amado e respeitado colega. Ele não está presente nesta reunião, mas penso não ser inapropriado dizer-vos que ele esteve muito doente e, pela graciosidade do Senhor, foi maravilhosamente restaurado e consegue estar conosco ocasionalmente. Ele esteve em reuniões desta conferência.

Gostaria também de elogiar a nomeação do Presidente Cullimore, um forte e seleto colega na causa missionária na Inglaterra — um homem de grande substância, fé e força.

Estava pensando, há poucos momentos, numa reunião em Idaho na qual ouvi um orador que havia esperado muito tempo para ser chamado a falar. Ele elogiou as pessoas na reunião por sua gentileza para com ele, expressou apreço por sua bondade, agradeceu-lhes por fazê-lo sentir-se em casa e disse: "Vocês realmente me fizeram sentir-me um de vocês. Não sei qual deles, mas ele já deve estar pronto para ir para casa — está cansado!"

Ao ouvir convosco os grandes sermões desta conferência e a maravilhosa música, e ao sentir o espírito e desfrutar das instruções, como vós eu também prestei a muitos dos oradores o tributo da atenção dividida. Seus sermões me fizeram pensar. Dois pensamentos em particular voltaram a mim repetidas vezes. As repetidas referências ao movimento moderno que celebra o falecimento de Deus me trouxeram à memória uma suposta troca de mensagens entre Nietzsche e outro. A mensagem de Nietzsche dizia: "Deus está morto." Assinado: "Nietzsche."

A resposta veio: "Nietzsche está morto." Assinado: "Deus."

O outro pensamento: alguém disse que os ateus não encontram Deus pela mesma razão que os ladrões não encontram policiais.

Durante estas sessões da conferência tenho pensado em vós — vós e vossos equivalentes por toda a Igreja, por todo o mundo — vós que fazeis tanto do trabalho significativo da Igreja em vossa própria área e setor.

Tenho certeza de que vós, como eu, ireis para casa com o desejo e a determinação, nascidos do apreço, de aplicar e usar aquilo que foi dito aqui.

Talvez volteis para casa fortalecidos em dois princípios centrais em torno dos quais giram nossos esforços.

O grande valor das almas O primeiro é expresso de forma instigante em poucas palavras que um seleto amigo compartilhou comigo há algum tempo. Suspeito que vos lembrareis delas como eu me lembrei.

Ele disse: "Podeis contar as sementes numa maçã, mas podeis contar as maçãs numa semente?"

". . . o valor das almas é grande à vista de Deus. . . ." (D&C 18:10.) O valor da alma individual é grande à vista de Deus e na vida daqueles que amam a Deus e buscam expressar este amor por meio do serviço afetuoso a seus filhos.

Para que pudéssemos cooperar com nosso Pai Celestial em seu propósito declarado de "levar a efeito a imortalidade e a vida eterna do homem", fomos abençoados com o evangelho, a Igreja e o sacerdócio.

Plano para a exaltação do homem O evangelho é o plano de Deus para exaltar o homem a uma oportunidade criativa eterna com seu Pai, ao dar-lhe uma visão de sua grande origem e herança, seus propósitos e responsabilidades, e seu inspirador potencial.

A Igreja é a materialização institucional do evangelho, a organização por meio da qual se pode experimentar e expressar os grandes princípios do plano de Deus.

O sacerdócio é o poder pelo qual Deus e seus filhos se movem em liderança espiritual. E tudo isto — evangelho, Igreja, sacerdócio — foi projetado para abençoar o homem e realizar os propósitos de Deus para com ele.

A própria terra foi preparada para o homem. "Eis que o Senhor criou a Terra para que fosse habitada; e criou seus filhos para que a habitassem." (1 Néfi 17:36.) O indivíduo, então, é o ponto focal de todos os programas e do desempenho da Igreja — não o programa em si, não as estatísticas. Não a expansão institucional, mas a exaltação individual, é o propósito de tudo isso.

As implicações deste pensamento são claras: "Podeis contar as sementes numa maçã, mas podeis contar as maçãs numa semente?"

Todo filho escolhido de Deus é um elo numa corrente que se estende do passado ao futuro. Na juventude seleta da Igreja estão as sementes do futuro.

Conheceis quatro versos que significam muito para mim?

"Ninguém sabe quanto vale um menino; teremos que esperar para ver, mas todo homem num lugar de nobreza um dia foi um menino."

Cada menino e menina, e também todo adulto, é infinitamente valioso. Nenhum deve ser rejeitado, nenhum riscado, nenhum negligenciado ou deixado sem o cuidado consciente de irmãos e irmãs devotados no reino de Deus.

Responsáveis pela influência Isto me leva, então, à segunda convicção fundamental sobre a qual tenho pensado: cada um de nós tem uma solene e significativa responsabilidade para com outros filhos de Deus, e a capacidade de os influenciar de forma sadia e favorável para o bem, se assim o quisermos. Somos irmãos de todos os homens, e temos uma responsabilidade especial para com os de nossa própria casa e para com aqueles em cuja vida podemos, em razão de nossa condição de membros da Igreja e em razão de responsabilidades a nós designadas nas várias organizações e programas da Igreja, exercer alguma influência importante por meio do amor.

A organização da Igreja põe à disposição de cada indivíduo, jovem e idoso, em cada etapa de sua vida, fortes amizades de apoio e liderança. Da infância até o fim da vida, todo indivíduo deveria sempre ter à sua disposição a amizade e a sincera preocupação de um bispo e de seus conselheiros, de líderes e trabalhadores do sacerdócio e das organizações auxiliares, de família, amigos e vizinhos interessados e amorosos, relacionando-se sob a motivação e inspiração especiais do Senhor por meio de sua Igreja. Todo indivíduo, durante toda a sua vida, deveria ser abençoado na Igreja por um programa que envolva o cuidado constante de mestres — hoje chamados mestres familiares — designados a um relacionamento especial de interesse e ajuda. A influência dos mestres Em preparação para a iminente organização da Igreja em 1830, o Senhor revelou por meio do Profeta Joseph Smith que seus representantes que detinham o sacerdócio deveriam visitar os lares dos membros da Igreja, "exortando-os a orarem em voz alta e em segredo e a cumprirem todas as obrigações familiares.

". . . zelar sempre pela igreja, estar com os membros e fortalecê-los; ". . . E certificar-se que não haja iniquidade na igreja nem aspereza entre uns e outros nem mentiras, maledicências ou calúnias; "E certificar-se que a igreja se reúna amiúde e também certificar-se que todos os membros cumpram seus deveres."

"Devem, contudo, admoestar, explicar, exortar e ensinar e convidar todos a virem a Cristo." (D&C 20:51, 53-55, 59.) Assim como na Igreja antiga, os membros da Igreja devem ser "lembrados e nutridos pela boa palavra de Deus, a fim de mantê-los no caminho certo e mantê-los continuamente atentos à oração, confiando somente nos méritos de Cristo, autor e aperfeiçoador de sua fé."

E "reunir-se frequentemente para jejuar e orar e para falar a respeito do bem-estar de suas almas." (Morôni 6:4-5.) A influência na vida dos outros A toda pessoa assim abençoada por ofício, designação ou condição de membro na Igreja com a responsabilidade especial de mordomia e cuidado pela vida dos outros, o Senhor disse:

"Portanto, que todo homem ocupe seu próprio cargo e trabalhe em seu próprio chamado; e que a cabeça não diga aos pés não ter deles necessidade; porque, sem os pés, como se sustentaria o corpo?

"Também o corpo tem necessidade de todos os membros, para que todos sejam juntos edificados, a fim de que o sistema se mantenha perfeito." (D&C 84:109-110.) Ilustrações:

Permiti-me dedicar alguns minutos a ilustrar a grande importância de nossas responsabilidades uns para com os outros sob estas sagradas designações do Senhor de sermos mordomos em seu reino.

Numa das estacas da Igreja em outra terra, uma adorável jovem deixou sua casa para viver em outra cidade, onde havia encontrado emprego. Ela estava longe da família e dos amigos já estabelecidos, e da Igreja e de seu caloroso envolvimento. Ela não se deu ao trabalho de procurar a organização da Igreja na cidade para onde foi, achando fácil, por algum tempo, evitar as associações habituais de sua condição de membro. Formou outras associações na nova cidade, e não eram do tipo que tivera em casa.

Gradualmente ela começou a se envolver em outro tipo de atitude e outro tipo de comportamento. Não havia cometido erros graves, mas havia começado um modo de vida que não teria agradado a seus pais e que não era o estilo de sua vida anterior.

Chegou uma noite em que, vestida com roupas que anteriormente talvez a envergonhassem usar em público, talvez alimentando em sua mente antecipações de conduta que nunca antes teria considerado, ela esperava a chegada de alguns de seus novos amigos. Era uma hora crítica em sua vida, e uma noite crítica em sua vida, e ela sabia disso. Ao atender à batida na porta, surpreendeu-se ao encontrar não aqueles que esperava, mas sim três adultos que não conhecia. Eles se identificaram como o bispo, seu conselheiro e a presidente da Associação de Melhoramentos Mútuos das Moças. O bispo havia recebido uma carta do bispo da ala de origem da moça, notificando-lhe o endereço e as circunstâncias de sua membra de ala na nova cidade. O bispo e seus colegas estavam visitando-a para expressar sua amizade e preocupação, e para convidar a jovem às atividades e associações da Igreja naquela cidade. Ao conversar com eles, ela se envergonhou de sua roupa, mortificou-se com as atividades do passado recente e com as antecipações da noite. Chorou e se alegrou, e respondeu com gratidão à amizade daquele bispo e de seus colegas de trabalho. Os eventos previstos para a noite nunca aconteceram. Ela formou as amizades calorosas e maravilhosas de que precisava, com pessoas de qualidade e devoção. Tornou-se ativa na Igreja e seguiu adiante para suas felizes e sadias oportunidades.

Em outra cidade, tempos atrás o suficiente para que a história possa agora ser contada sem a probabilidade de que os indivíduos envolvidos sejam reconhecidos, ouvi outra história diferente.

Usemos o nome Donna para designar outra querida jovem que deixou sua casa por uma cidade maior nas proximidades, em busca de emprego. Ela tinha grande desejo de frequentar uma universidade da Igreja e precisava de recursos para ajudá-la a realizar sua ambição. Não conseguiu encontrar trabalho na cidade grande, e, com o passar do tempo, foi ficando cada vez mais desanimada.

Então, por meio de uma sequência de incidentes, ela caiu sob a influência de uma pessoa inescrupulosa e mal-intencionada, que se aproveitou da solidão e juventude de Donna, e do desânimo causado por sua incapacidade de encontrar trabalho, e a conduziu a uma experiência imoral.

A experiência foi horrível para Donna, e ela voltou para casa, de coração partido, para contar à sua mãe e, depois de algum tempo, ao seu bispo, a respeito da tragédia. Houve conselho e compaixão, admoestação e orientação, oração e bênção. Donna voltou para casa para fazer seus ajustes e começar a aprender a tristeza do remorso de consciência e a bênção da gratidão pela graciosidade, bondade e misericórdia de Deus. Então, um dia, ela teve que se aconselhar novamente com o bispo, para lhe informar que, por causa daquela única e trágica experiência isolada, agora era evidente que ela estava grávida.

Agora existia uma situação diferente, e houve mais aconselhamento e um esforço para lidar com essa nova situação.

Considerou-se o programa de Serviço Social da Sociedade de Socorro, que atende a tais situações, e outras possibilidades foram consideradas; mas a decisão final de Donna foi permanecer em casa, em sua pequena cidade, para esperar a hora de seu bebê. Fizeram-se alguns esforços para dissuadi-la, tendo em vista os problemas que esse caminho envolvia, mas Donna decidiu que, dadas as circunstâncias especiais da doença de sua mãe viúva e outras questões, ela permaneceria ali.

Donna levantou-se na reunião de jejum e testemunho seguinte e explicou sua condição. Reconheceu sua falta e pediu perdão a seu povo.

Disse-lhes: "Gostaria de andar pelas ruas desta cidade sabendo que vocês sabem e que têm compaixão de mim e me perdoam. Mas se não puderem me perdoar", disse ela, "por favor não culpem minha mãe — o Senhor sabe que ela não me ensinou nada além disto — e por favor não guardem rancor contra o bebê. A culpa não é do bebê." Ela deu testemunho de gratidão pelo seu amargamente conquistado, mas profundamente estimado, conhecimento pessoal da importância da missão salvadora de Jesus Cristo. Então sentou-se.

O homem que me contou a história relatou a reação da congregação a essa experiência. Havia muitos olhos marejados e muitos corações humildes. "Não havia ali quem atirasse pedras", disse ele. "Estávamos cheios de compaixão e amor, e eu me vi desejando que o bispo encerrasse a reunião e nos deixasse partir com este sentimento de apreço, preocupação e gratidão a Deus."

O bispo de fato se levantou, mas não encerrou a reunião. Em vez disso, disse: "Irmãos e irmãs, a história de Donna nos entristeceu e tocou a todos. Ela aceitou, com coragem e humildade, plena responsabilidade por sua triste situação. Ela, em essência, colocou uma lista de pecadores na parede da capela, com apenas seu nome nessa lista. Não posso, com honestidade, deixá-la ali sozinha. Ao menos mais um nome deve ser escrito — o nome de alguém que é em parte responsável por este infortúnio, embora estivesse longe quando o incidente ocorreu. O nome é familiar para vocês. É o nome de vosso bispo.

Vejam bem", disse ele, "se eu tivesse cumprido plenamente os deveres de meu chamado e aceitado as oportunidades de minha liderança, talvez pudesse ter evitado esta tragédia." O bispo então contou sobre sua conversa com Donna e sua mãe antes de sua partida para a cidade grande.

Disse que havia conversado com alguns de seus colegas. Conversara com sua esposa, expressando preocupação pelo bem-estar de Donna. Preocupava-se com a falta de experiência dela e com sua solidão. Disse que também havia conversado com o Senhor a respeito dessas coisas.

"Mas então", disse ele, "não fiz nada.

Não escrevi um bilhete ao bispo ou aos irmãos em Salt Lake City. Não peguei o telefone. Não dirigi alguns quilômetros até a cidade grande. Apenas esperei e orei para que Donna estivesse bem, lá sozinha. Não sei o que eu poderia ter feito, mas tenho a sensação de que, se eu tivesse sido o tipo de bispo que poderia ter sido, isto poderia ter sido evitado.

"Meus irmãos e irmãs", disse ele, "não sei por quanto tempo ainda serei bispo desta ala. Mas, enquanto o for, se houver algo que eu possa fazer a respeito, isto não voltará a acontecer com nenhum dos meus."

O bispo sentou-se, em lágrimas. Seu conselheiro se levantou e disse: "Amo o bispo. Ele é um dos seres humanos mais bons e mais conscienciosos que já conheci. Não posso deixar seu nome ali na lista sem acrescentar o meu próprio. Vejam bem, o bispo realmente conversou com seus colegas. Ele falou comigo sobre este assunto. Creio que ele pensou que, como às vezes viajo a trabalho pela cidade grande, eu poderia encontrar um jeito de verificar como Donna estava. Talvez eu pudesse ter feito isso, mas estava sempre correndo para esta ou aquela reunião, e não tirei o tempo necessário. Eu também conversei com outros. Mencionei minha preocupação à minha esposa. Tenho quase vergonha de vos dizer que conversei com o Senhor e pedi-lhe que ajudasse Donna.

E então não fiz nada. Não sei o que teria acontecido se eu tivesse feito o que pensei em fazer, mas tenho a sensação de que poderia ter evitado este infortúnio.

"Irmãos e irmãs", disse ele, "não sei por quanto tempo continuarei servindo neste bispado, mas quero vos dizer que, enquanto o for, se houver algo que eu possa fazer a respeito, isto não voltará a acontecer com nenhum dos meus." A presidente da AMMM se levantou e contou uma história semelhante. O conselheiro do bispo encarregado desta organização auxiliar havia conversado com ela. Ela tivera alguns momentos de reflexão e preocupação, mas não fizera nada. Acrescentou seu nome à lista.

A última testemunha foi um homem mais velho, que se levantou e acrescentou dois nomes à lista — o seu próprio e o de seu companheiro professor orientador da ala. Observou que haviam sido designados ao lar em que Donna e sua mãe viviam, e que haviam falhado em algumas visitas e não haviam feito esforço eficaz algum para ser o tipo de mestres que as revelações de Deus haviam previsto.

"Não sei por quanto tempo serei professor orientador da ala", disse ele, "mas, enquanto o for, não deixarei de visitar outro lar por mais um mês sequer, e tentarei ser o tipo de professor que o Senhor parece ter tido em mente."

A reunião terminou, e o maravilhoso homem que compartilhou comigo esta grande experiência disse: "Irmão Hanks, penso que não poderíamos ter entendido mais claramente a importância dos ofícios, dos oficiais e das organizações na Igreja, ainda que o próprio Senhor tivesse descido para nos ensinar. Penso que, se Paulo tivesse voltado a repetir suas instruções aos coríntios, de que 'o olho não pode dizer à mão: Não tenho necessidade de ti; nem ainda a cabeça aos pés: Não tenho necessidade de vós . . . os membros devem ter igual cuidado uns dos outros.

De maneira que, se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele' (1 Coríntios 12:21-22, 25-26.) — penso que não poderíamos ter entendido o ponto com mais clareza."

Alguns anos atrás, o Irmão Joseph Anderson e eu tivemos o privilégio de dirigir com o Presidente J. Reuben Clark, Jr., até uma assembleia solene em St. George. No caminho, contei-lhe esta história, que havia acontecido recentemente naquele tempo. Ele pensou por muito tempo e tinha uma lágrima nos olhos quando disse: "Irmão Hanks, essa é a história mais significativa que já ouvi para ilustrar a grande importância de cumprirmos nossas obrigações individuais na Igreja. Quando tiveres pensado suficientemente a respeito, transmite-a a outros."

Tenho pensado nela longa e frequentemente. Creio que ela ilustra, de modo poderoso e humilhante, os propósitos do Senhor ao estabelecer seu reino e nos permitir a bênção do serviço individual dentro dele. Compartilho-a agora convosco e oro a Deus que nos abençoe a todos para que compreendamos suas implicações e ajamos de acordo com elas, em nome de Jesus Cristo. Amém.

Como citar este discursoMarion D. Hanks, “Tem Sido Uma Grande Bênção Através...”, 1966 April General Conference, Third Day Afternoon Meeting (1966-04-10). Pulpit Vault, 1966-04-hanks-it-has-been-a-great-blessing-through. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).