Pulpit

Esta É Ao Mesmo Tempo uma Experiência Inspiradora E...

Hugh B. Brown

1965 April General Conference·Second Day (Monday, April 5) — Morning Meeting·1965-04-05

Esta é ao mesmo tempo uma experiência inspiradora e humilhante quando alguém deseja instintivamente ter orientação divina. É muito animador ter o Presidente da Igreja sentado na tribuna e saber de sua simpatia, suas bênçãos e seus votos de bem-estar. Damos as boas-vindas a todos, é claro, como já foi dito, que estão presentes a esta conferência. Para enfatizar o que já foi dito em sessões anteriores, e para informação de nossos amigos e de nossos membros, permiti-nos rever, por alguns momentos, alguns aspectos da religião e da filosofia desta Igreja recém-revelada, mas antiga.

Eis aqui uma filosofia religiosa de origem divina, que foi ensinada pelos profetas e apóstolos de outrora, e este tempo foi por eles designado como ". . .

os tempos da restauração de todas as coisas, das quais Deus falou pela boca de todos os seus santos profetas, desde o princípio do mundo." (Atos 3:21.)

A Dispensação da Plenitude dos Tempos

Esta é a Dispensação da Plenitude dos Tempos, referida por Paulo em Efésios 1:10:

"Para, na dispensação da plenitude dos tempos, tornar a congregar em Cristo todas as coisas tanto as que estão nos céus como as que estão na terra."

É uma filosofia que, se seguida, proporcionaria uma solução para os problemas de nosso mundo aflito e ameaçado.

Um Deus Vivo e Pessoal

A pedra angular deste evangelho restaurado é a fé num Deus Vivo e Pessoal, o Ser Supremo. A cabeça do ângulo é Jesus Cristo, o Filho de Deus, o mesmo que foi tão intrepidamente defendido e proclamado por Pedro em todo o seu ministério. Uma passagem reveladora está registrada em Atos dos Apóstolos, como segue:

"Esta é a pedra que foi rejeitada por vós, os edificadores, a qual foi posta por cabeça de esquina.

"E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos." (Atos 4:11-12.)

O Homem Criado à Imagem de Deus

Cremos que o homem foi criado à imagem de Deus e foi colocado sobre a terra como espírito corporificado, para que tivesse a experiência da vida mortal, que é um estado intermediário entre a pré-existência e a imortalidade.

De acordo com o plano divino, houve uma transgressão da parte de nossos primeiros pais, e, como resultado, foram-lhes dados corpos mortais, e eles e todos os seus descendentes ficaram sujeitos à dissolução do espírito e do corpo pela morte.

Um Redentor

Também no plano divino foi feita provisão para um redentor, que rompesse os laços da morte e, por meio da ressurreição, tornasse possível a reunião dos espíritos e corpos de todos os que habitam na carne. Assim, foi feita provisão para a redenção da morte de toda a humanidade por meio da expiação de Cristo, e para sua salvação e exaltação, sob condição de obediência aos princípios do evangelho.

A Igreja no Meridiano dos Tempos

Ele fez provisão para o estabelecimento de sua Igreja no Meridiano dos Tempos, e instruiu seus Apóstolos a completar a organização da Igreja e levar sua mensagem a todo o mundo.

Mas, depois de sua crucificação e da subsequente morte dos Apóstolos, houve uma queda generalizada da Igreja primitiva. Em outras palavras, seguiu-se uma apostasia universal logo após a crucificação, e, por meio dessa apostasia, o sacerdócio deixou de ser operante, e como lemos em Eusébio, ". . . quando o sagrado coro dos apóstolos se extinguiu, e a geração daqueles que tiveram o privilégio de ouvir sua sabedoria inspirada já havia passado, então também as combinações de erro ímpio surgiram pela fraude e pelas ilusões de falsos mestres. Estes, também, como não restava nenhum dos apóstolos, dali em diante ousaram, sem vergonha, pregar sua falsa doutrina contra o evangelho da verdade." Confusão e contenda dominaram a cena, à medida que os homens tentavam, por autoridade própria, estabelecer igrejas.

A Igreja Restabelecida

O anúncio do restabelecimento da Igreja de Jesus Cristo, por meio de sua própria aparição pessoal, foi seguido de visitas de outros seres celestiais, que restauraram o sacerdócio e autorizaram e supervisionaram a reorganização da Igreja. Ora, isto constitui a essência de nossa mensagem. A missão da Igreja assim restaurada é pregar o evangelho e administrar suas ordenanças entre todas as nações, em preparação para o segundo advento de nosso Salvador.

A Mortalidade, um Estágio no Plano Eterno

O período de vida terrena do homem é apenas um estágio na jornada progressiva e eterna da alma. O nascimento e a morte não marcam o início nem o fim da existência. Os espíritos de todos os homens viveram como seres inteligentes, desfrutando do direito de escolha e do livre arbítrio, antes de nascerem na carne. A vida terrena existe para o desenvolvimento e a formação dos filhos dos homens, sob a direção e supervisão do Pai Divino, por meio de seu Filho Jesus, o Cristo. Aqui temos a oportunidade de enfrentar a oposição, de testar nossa força, de combater e vencer o mal e, com isso, preparar-nos para desenvolvimento futuro através das eternidades. Este foi o propósito da criação da terra: que os homens pudessem tomar sobre si corpos e se tornarem candidatos à imortalidade e à vida eterna. O Dr. James E. Talmage resume a discussão sobre a criação do universo da seguinte forma:

"O que é o homem neste cenário ilimitado de sublime esplendor? Respondo-vos: potencialmente agora, e a vir a ser efetivamente, é ele maior e mais grandioso, mais precioso na aritmética de Deus, do que todos os planetas e sóis do espaço. Para ele foram eles criados; são obra das mãos de Deus; o homem é seu filho.

Neste mundo é dado ao homem domínio sobre algumas coisas. É seu privilégio alcançar supremacia sobre muitas coisas.

" 'Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra das suas mãos.' (Salmos 19:1.) Por mais incompreensivelmente grandiosas que sejam as criações físicas da terra e do espaço, elas foram trazidas à existência como um meio para um fim, necessário para a realização do propósito supremo, que, nas palavras do criador, assim se declara:

'Pois eis que esta é minha obra e minha glória: Levar a efeito a imortalidade e vida eterna do homem.' " (Moisés 1:39.)

A Existência Pré-mortal

Todos os que aceitam as Sagradas Escrituras como a palavra de Deus devem crer na doutrina da preexistência de Cristo, e também de todos os filhos de Deus. Cristo viveu com o Pai como espírito desencarnado, como observam as palavras inspiradas de João, o Amado, que disse:

"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.

"Ele estava no princípio com Deus.

"Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.

"Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. . . .

"E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, (e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai,) cheio de graça e de verdade." (João 1:1-4, 14.)

Ele, que foi o Primogênito dos filhos-espíritos do Pai e o Unigênito do Pai na carne, repetidamente se referiu a seu estado pré-existente e declarou que viera do Pai e a ele retornaria, ao concluir sua missão na mortalidade. Em João 3:13, lemos:

"E ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, a saber, o Filho do Homem, que está no céu."

E novamente, em João 6:38, o Salvador disse:

"Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou."

Cristo, Redentor e Salvador da Humanidade

Cristo foi escolhido antes da fundação do mundo para ser o Redentor e Salvador da humanidade. João teve uma visão à qual se refere no Apocalipse. Viu um, Lúcifer, conhecido como o filho da manhã, ou Satanás, o dragão, que liderou a rebelião, e João declara:

"E houve batalha no céu:

Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e o dragão e os seus anjos batalhavam;" (Apocalipse 12:7.) Aqueles, entre esses espíritos desencarnados, que, como diz Judas, "guardaram . . . o seu estado original" (v. 6), tiveram a oportunidade de experimentar a vida mortal, pela qual seus espíritos foram vestidos de corpos de carne, compostos de elementos terrenos, ou, como afirma o Gênesis, feitos do pó da terra. (Ver Gên.

2:7.) Os outros que, com seu líder, "não guardaram o seu estado original"

(Judas 6), tornaram-se o diabo e seus anjos, e foram permanentemente proibidos do privilégio da existência mortal, que é pré-requisito para a exaltação e a vida eterna.

A lembrança do homem de sua existência anterior foi suspensa, e o homem e a mulher tornaram-se moradores da terra, com poder e domínio sobre todas as demais criaturas, como lemos em Gênesis:

"E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se move sobre a terra.

"E criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou, macho e fêmea os criou." (Gên. 1:26-27.)

A Liberdade do Homem

O homem desfruta da liberdade de ação e do arbítrio de escolha, mas, embora livre para exercer esta vontade, deve arcar com as consequências de sua decisão. Por meio de tentativa e erro, nós, como o Mestre, aprendemos a obediência pelas coisas que sofremos. Como disse Paulo:

"Ainda que era Filho, todavia aprendeu a obediência pelas coisas que padeceu; "E tendo ele sido aperfeiçoado, veio a ser o autor da eterna salvação para todos os que lhe obedecem"; (Heb. 5:8-9.)

A Mortalidade, Estágio Intermediário — Entre Eternidades

Para toda a raça humana, a vida mortal é um elo de ligação, ou um estado intermediário, unindo as duas eternidades do passado incomensurável e do futuro eterno.

Todos os homens, filhos e filhas de pais divinos, estão nesta terra para experimentar uma esfera ampliada de interesse e atividade num mundo terrestre, preliminar à entrada na glória celestial.

Aceitamos o relato bíblico da criação do homem à imagem de Deus. A queda de Adão trouxe uma herança de mortalidade e morte, e a expiação de Cristo tornou possível o retorno do homem ao seu estado anterior, "acrescido". Estas duas missões divinas foram, portanto, de consequência universal.

Não se deve presumir, porém, que o fato da presciência de Deus quanto ao que aconteceria em determinadas condições tenha sido uma causa determinante, ou que assim tivesse de ser. Ele nunca cerceou, nem jamais cerceará, o livre arbítrio do homem, ainda que os homens possam desobedecer a suas leis imutáveis e trazer sobre si mesmos tristeza e condenação resultantes. Embora Deus seja onipotente, ele permite muitas coisas contrárias à sua vontade. Mas deseja que toda alma seja salva em seu reino. De fato, declarou ser esta a sua obra e sua glória ". . . levar a efeito a imortalidade e vida eterna do homem."

(Moisés 1:39.)

A Mortalidade para a Posteridade de Adão

Sustentamos, porém, que somente Adão será responsabilizado por sua desobediência, ainda que, por meio da transgressão, a penalidade seja operante sobre toda a carne. Mesmo assim, a expiação de Cristo está disponível para todos, ou, como disse Paulo:

"Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram.

"Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida." (Rom.

5:12, 18.)

A Expiação por Jesus Cristo

Afirmamos, como princípio fundamental, o relato bíblico da expiação realizada por Jesus Cristo, e a aceitamos em sua simplicidade literal. Sustentamos, ainda, que ele foi o único apto a se tornar o Salvador e Redentor do mundo. Nenhum outro homem possuía poder para reter a morte e morrer somente quando o quisesse. Como está declarado em João 5:26:

"Porque, como o Pai tem a vida em si mesmo, assim concedeu também ao Filho ter a vida em si mesmo."

E em João 10:17-18:

"Por isso o Pai me ama, porque dou a minha vida, para tornar a tomá-la.

"Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho poder para a dar, e poder para tornar a tomá-la. Este mandamento recebi de meu Pai."

O efeito da expiação é duplo, a saber: a redenção universal da raça humana da morte, e a salvação individual, pela qual o alívio dos efeitos dos pecados pessoais se torna disponível.

A Ressurreição para Todos

Todos os homens, independentemente do grau de sua culpa ou inocência, serão ressuscitados dos mortos, e esta crença também se torna pedra fundamental na estrutura da Igreja Mórmon. Mas, além desta salvação geral por meio da expiação, toda alma que vive na mortalidade até a idade da responsabilidade pode colocar-se ao alcance da misericórdia divina e pode obter uma remissão do pecado.

Não aceitamos a doutrina do pecado original, mas cremos que as crianças nascem inocentes e, se morrerem antes de alcançar a idade da responsabilidade, são redimidas da morte por meio da expiação do Salvador, redimidas também de qualquer possível efeito da tendência herdada para o pecado. Elas, portanto, não requerem batismo nem qualquer outra ordenança de admissão no reino de Deus, pois são inocentes diante dele.

A salvação do pecado é, então, obtenível somente por meio da aceitação da expiação de Cristo e da obediência às leis e ordenanças do evangelho. Cada homem deve harmonizar sua vida pessoal com essas leis. Assim, como diz Paulo, Cristo ". . .

veio a ser o autor da eterna salvação para todos os que lhe obedecem;" (Heb.

5:9.) Considerando as condições no mundo em geral, jamais houve tempo mais afastado de Cristo do que o nosso, ou que mais precisasse dele.

Rejeitamos a doutrina não-escriturística de que existem apenas dois lugares ou estados de existência eterna — céu e inferno — e que todos os homens irão para um ou outro. Segundo o relato de João, o Salvador disse:

"Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar." (João 14:2.)

Graus de Glória

Afirmamos, com base na revelação direta de Deus, que graus graduados de glória estão preparados para as almas dos homens, e que estes compreendem, em ordem decrescente, os reinos celestial, terrestre e telestial.

Estas várias glórias são comparadas ao sol, à lua e às estrelas, e foram compreendidas e defendidas por Paulo aos Santos de Corinto, como segue:

"Há também corpos celestes e corpos terrestres, mas uma é a glória dos celestes, e outra a dos terrestres.

"Uma é a glória do sol, e outra a glória da lua, e outra a glória das estrelas; porque uma estrela difere em glória de outra estrela.

"Assim também a ressurreição dos mortos." (1 Cor. 15:40-42.)

Doze Apóstolos

O Salvador selecionou e ordenou doze homens a quem chamou Apóstolos, e comissionou-os a pregar o evangelho a todo o mundo. De fato, sua Igreja, tanto em tempos antigos como modernos, está edificada sobre o fundamento de Apóstolos e profetas. Citando Paulo novamente: "Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina"; (Ef. 2:20.) "E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres; "Para o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para a edificação do corpo de Cristo:" (Idem, 4:11-12.) O Apóstolo comparou apropriadamente a organização da Igreja aos vários órgãos do corpo humano. Como lemos em 1 Coríntios, capítulo 12: "Ora, vós sois o corpo de Cristo, e membros em particular.

"E a uns pôs Deus na igreja; primeiramente, apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro, mestres; depois, milagres; depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas.

"Porventura são todos apóstolos? são todos profetas?

são todos mestres? são todos operadores de milagres?

"Têm todos o dom de curar? falam todos diversas línguas? interpretam todos?

"Portanto, procurai com zelo os melhores dons;

e eu vos mostrarei um caminho ainda mais excelente." (Vs. 27-31.) Todos são essenciais ao todo, e nenhum se justifica ao dizer ao outro, ". . . não tenho necessidade de ti." (1 Cor.

12:21.)

Apostasia e Desintegração

Pouco depois da crucificação de Cristo, o fermento da apostasia e da desintegração começou a agir. A evidência do declínio espiritual foi observada pelos Apóstolos, que previram uma queda ainda maior, a qual, de fato, progrediu ao longo do período inicial das perseguições cristãs, de Nero a Diocleciano.

"Mas também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos mestres, que introduzirão encobertamente heresias destruidoras, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição.

"E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade.

"E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas, sobre os quais já de largo tempo não está ocioso o juízo, e a sua destruição não dorme." (2 Pedro 2:1-3.) Uma apostasia generalizada da Igreja foi seguida de uma apostasia da Igreja. Esta apostasia, repetidamente predita, é atestada pela história, tanto sagrada quanto profana.

Este fato é a justificativa para a alegação dos Santos dos Últimos Dias de que houve uma restauração do evangelho. Esta Igreja, então, é o Cristianismo restaurado, juntamente com os princípios e ordenanças, o sacerdócio e a autoridade, tal como ensinados e exercidos na Igreja primitiva. Esta é nossa declaração, meus irmãos e irmãs. Esta é nossa voz de advertência a todos os homens, de que o Deus dos céus estabeleceu seu reino, o qual, como predito por Daniel, ". . . não será jamais destruído; e esse reino não será deixado a outro povo, . . . e estará estabelecido para sempre." (Dan. 2:44.)

A Restauração

Ora, a esta mensagem testificamos humildemente esta manhã, a nossos membros e a todos os nossos amigos que estão a ouvir. Pedimos-vos, em humildade, que deis ouvidos às vozes dos profetas de outrora e dos profetas modernos, e às revelações de Deus, e que harmonizeis vossas vidas com suas leis, em nome de Jesus Cristo. Amém.

Como citar este discursoHugh B. Brown, “Esta É Ao Mesmo Tempo uma Experiência Inspiradora E...”, 1965 April General Conference, Second Day (Monday, April 5) — Morning Meeting (1965-04-05). Pulpit Vault, 1965-04-brown-this-is-at-once-an-inspiring-and. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).