Esta É Ao Mesmo Tempo uma Experiência Inspiradora E...
Hugh B. Brown
Esta é ao mesmo tempo uma experiência inspiradora e humilhante quando alguém deseja instintivamente ter orientação divina. É muito animador ter o Presidente da Igreja sentado na tribuna e saber de sua simpatia, suas bênçãos e seus votos de bem-estar. Damos as boas-vindas a todos, é claro, como já foi dito, que estão presentes a esta conferência. Para enfatizar o que já foi dito em sessões anteriores, e para informação de nossos amigos e de nossos membros, permiti-nos rever, por alguns momentos, alguns aspectos da religião e da filosofia desta Igreja recém-revelada, mas antiga. ¶
Eis aqui uma filosofia religiosa de origem divina, que foi ensinada pelos profetas e apóstolos de outrora, e este tempo foi por eles designado como ". . . ¶
os tempos da restauração de todas as coisas, das quais Deus falou pela boca de todos os seus santos profetas, desde o princípio do mundo." (Atos 3:21.) ¶
A Dispensação da Plenitude dos Tempos
Esta é a Dispensação da Plenitude dos Tempos, referida por Paulo em Efésios 1:10: ¶
"Para, na dispensação da plenitude dos tempos, tornar a congregar em Cristo todas as coisas tanto as que estão nos céus como as que estão na terra." ¶
É uma filosofia que, se seguida, proporcionaria uma solução para os problemas de nosso mundo aflito e ameaçado. ¶
Um Deus Vivo e Pessoal
A pedra angular deste evangelho restaurado é a fé num Deus Vivo e Pessoal, o Ser Supremo. A cabeça do ângulo é Jesus Cristo, o Filho de Deus, o mesmo que foi tão intrepidamente defendido e proclamado por Pedro em todo o seu ministério. Uma passagem reveladora está registrada em Atos dos Apóstolos, como segue: ¶
"Esta é a pedra que foi rejeitada por vós, os edificadores, a qual foi posta por cabeça de esquina. ¶
"E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos." (Atos 4:11-12.) ¶
O Homem Criado à Imagem de Deus
Cremos que o homem foi criado à imagem de Deus e foi colocado sobre a terra como espírito corporificado, para que tivesse a experiência da vida mortal, que é um estado intermediário entre a pré-existência e a imortalidade. ¶
De acordo com o plano divino, houve uma transgressão da parte de nossos primeiros pais, e, como resultado, foram-lhes dados corpos mortais, e eles e todos os seus descendentes ficaram sujeitos à dissolução do espírito e do corpo pela morte. ¶
Um Redentor
Também no plano divino foi feita provisão para um redentor, que rompesse os laços da morte e, por meio da ressurreição, tornasse possível a reunião dos espíritos e corpos de todos os que habitam na carne. Assim, foi feita provisão para a redenção da morte de toda a humanidade por meio da expiação de Cristo, e para sua salvação e exaltação, sob condição de obediência aos princípios do evangelho. ¶
A Igreja no Meridiano dos Tempos
Ele fez provisão para o estabelecimento de sua Igreja no Meridiano dos Tempos, e instruiu seus Apóstolos a completar a organização da Igreja e levar sua mensagem a todo o mundo. ¶
Mas, depois de sua crucificação e da subsequente morte dos Apóstolos, houve uma queda generalizada da Igreja primitiva. Em outras palavras, seguiu-se uma apostasia universal logo após a crucificação, e, por meio dessa apostasia, o sacerdócio deixou de ser operante, e como lemos em Eusébio, ". . . quando o sagrado coro dos apóstolos se extinguiu, e a geração daqueles que tiveram o privilégio de ouvir sua sabedoria inspirada já havia passado, então também as combinações de erro ímpio surgiram pela fraude e pelas ilusões de falsos mestres. Estes, também, como não restava nenhum dos apóstolos, dali em diante ousaram, sem vergonha, pregar sua falsa doutrina contra o evangelho da verdade." Confusão e contenda dominaram a cena, à medida que os homens tentavam, por autoridade própria, estabelecer igrejas. ¶
A Igreja Restabelecida
O anúncio do restabelecimento da Igreja de Jesus Cristo, por meio de sua própria aparição pessoal, foi seguido de visitas de outros seres celestiais, que restauraram o sacerdócio e autorizaram e supervisionaram a reorganização da Igreja. Ora, isto constitui a essência de nossa mensagem. A missão da Igreja assim restaurada é pregar o evangelho e administrar suas ordenanças entre todas as nações, em preparação para o segundo advento de nosso Salvador. ¶
A Mortalidade, um Estágio no Plano Eterno
O período de vida terrena do homem é apenas um estágio na jornada progressiva e eterna da alma. O nascimento e a morte não marcam o início nem o fim da existência. Os espíritos de todos os homens viveram como seres inteligentes, desfrutando do direito de escolha e do livre arbítrio, antes de nascerem na carne. A vida terrena existe para o desenvolvimento e a formação dos filhos dos homens, sob a direção e supervisão do Pai Divino, por meio de seu Filho Jesus, o Cristo. Aqui temos a oportunidade de enfrentar a oposição, de testar nossa força, de combater e vencer o mal e, com isso, preparar-nos para desenvolvimento futuro através das eternidades. Este foi o propósito da criação da terra: que os homens pudessem tomar sobre si corpos e se tornarem candidatos à imortalidade e à vida eterna. O Dr. James E. Talmage resume a discussão sobre a criação do universo da seguinte forma: ¶
"O que é o homem neste cenário ilimitado de sublime esplendor? Respondo-vos: potencialmente agora, e a vir a ser efetivamente, é ele maior e mais grandioso, mais precioso na aritmética de Deus, do que todos os planetas e sóis do espaço. Para ele foram eles criados; são obra das mãos de Deus; o homem é seu filho. ¶
Neste mundo é dado ao homem domínio sobre algumas coisas. É seu privilégio alcançar supremacia sobre muitas coisas. ¶
" 'Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra das suas mãos.' (Salmos 19:1.) Por mais incompreensivelmente grandiosas que sejam as criações físicas da terra e do espaço, elas foram trazidas à existência como um meio para um fim, necessário para a realização do propósito supremo, que, nas palavras do criador, assim se declara: ¶
'Pois eis que esta é minha obra e minha glória: Levar a efeito a imortalidade e vida eterna do homem.' " (Moisés 1:39.) ¶
A Existência Pré-mortal
Todos os que aceitam as Sagradas Escrituras como a palavra de Deus devem crer na doutrina da preexistência de Cristo, e também de todos os filhos de Deus. Cristo viveu com o Pai como espírito desencarnado, como observam as palavras inspiradas de João, o Amado, que disse: ¶
"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. ¶
"Ele estava no princípio com Deus. ¶
"Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. ¶
"Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. . . . ¶
"E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, (e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai,) cheio de graça e de verdade." (João 1:1-4, 14.) ¶
Ele, que foi o Primogênito dos filhos-espíritos do Pai e o Unigênito do Pai na carne, repetidamente se referiu a seu estado pré-existente e declarou que viera do Pai e a ele retornaria, ao concluir sua missão na mortalidade. Em João 3:13, lemos: ¶
"E ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, a saber, o Filho do Homem, que está no céu." ¶
E novamente, em João 6:38, o Salvador disse: ¶
"Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou." ¶
Cristo, Redentor e Salvador da Humanidade
Cristo foi escolhido antes da fundação do mundo para ser o Redentor e Salvador da humanidade. João teve uma visão à qual se refere no Apocalipse. Viu um, Lúcifer, conhecido como o filho da manhã, ou Satanás, o dragão, que liderou a rebelião, e João declara: ¶
"E houve batalha no céu: ¶
Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e o dragão e os seus anjos batalhavam;" (Apocalipse 12:7.) Aqueles, entre esses espíritos desencarnados, que, como diz Judas, "guardaram . . . o seu estado original" (v. 6), tiveram a oportunidade de experimentar a vida mortal, pela qual seus espíritos foram vestidos de corpos de carne, compostos de elementos terrenos, ou, como afirma o Gênesis, feitos do pó da terra. (Ver Gên. ¶
2:7.) Os outros que, com seu líder, "não guardaram o seu estado original" ¶
(Judas 6), tornaram-se o diabo e seus anjos, e foram permanentemente proibidos do privilégio da existência mortal, que é pré-requisito para a exaltação e a vida eterna. ¶
A lembrança do homem de sua existência anterior foi suspensa, e o homem e a mulher tornaram-se moradores da terra, com poder e domínio sobre todas as demais criaturas, como lemos em Gênesis: ¶
"E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se move sobre a terra. ¶
"E criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou, macho e fêmea os criou." (Gên. 1:26-27.) ¶
A Liberdade do Homem
O homem desfruta da liberdade de ação e do arbítrio de escolha, mas, embora livre para exercer esta vontade, deve arcar com as consequências de sua decisão. Por meio de tentativa e erro, nós, como o Mestre, aprendemos a obediência pelas coisas que sofremos. Como disse Paulo: ¶
"Ainda que era Filho, todavia aprendeu a obediência pelas coisas que padeceu; "E tendo ele sido aperfeiçoado, veio a ser o autor da eterna salvação para todos os que lhe obedecem"; (Heb. 5:8-9.) ¶
A Mortalidade, Estágio Intermediário — Entre Eternidades
Para toda a raça humana, a vida mortal é um elo de ligação, ou um estado intermediário, unindo as duas eternidades do passado incomensurável e do futuro eterno. ¶
Todos os homens, filhos e filhas de pais divinos, estão nesta terra para experimentar uma esfera ampliada de interesse e atividade num mundo terrestre, preliminar à entrada na glória celestial. ¶
Aceitamos o relato bíblico da criação do homem à imagem de Deus. A queda de Adão trouxe uma herança de mortalidade e morte, e a expiação de Cristo tornou possível o retorno do homem ao seu estado anterior, "acrescido". Estas duas missões divinas foram, portanto, de consequência universal. ¶
Não se deve presumir, porém, que o fato da presciência de Deus quanto ao que aconteceria em determinadas condições tenha sido uma causa determinante, ou que assim tivesse de ser. Ele nunca cerceou, nem jamais cerceará, o livre arbítrio do homem, ainda que os homens possam desobedecer a suas leis imutáveis e trazer sobre si mesmos tristeza e condenação resultantes. Embora Deus seja onipotente, ele permite muitas coisas contrárias à sua vontade. Mas deseja que toda alma seja salva em seu reino. De fato, declarou ser esta a sua obra e sua glória ". . . levar a efeito a imortalidade e vida eterna do homem." ¶
(Moisés 1:39.) ¶
A Mortalidade para a Posteridade de Adão
Sustentamos, porém, que somente Adão será responsabilizado por sua desobediência, ainda que, por meio da transgressão, a penalidade seja operante sobre toda a carne. Mesmo assim, a expiação de Cristo está disponível para todos, ou, como disse Paulo: ¶
"Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram. ¶
"Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida." (Rom. ¶
5:12, 18.) ¶
A Expiação por Jesus Cristo
Afirmamos, como princípio fundamental, o relato bíblico da expiação realizada por Jesus Cristo, e a aceitamos em sua simplicidade literal. Sustentamos, ainda, que ele foi o único apto a se tornar o Salvador e Redentor do mundo. Nenhum outro homem possuía poder para reter a morte e morrer somente quando o quisesse. Como está declarado em João 5:26: ¶
"Porque, como o Pai tem a vida em si mesmo, assim concedeu também ao Filho ter a vida em si mesmo." ¶
E em João 10:17-18: ¶
"Por isso o Pai me ama, porque dou a minha vida, para tornar a tomá-la. ¶
"Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho poder para a dar, e poder para tornar a tomá-la. Este mandamento recebi de meu Pai." ¶
O efeito da expiação é duplo, a saber: a redenção universal da raça humana da morte, e a salvação individual, pela qual o alívio dos efeitos dos pecados pessoais se torna disponível. ¶
A Ressurreição para Todos
Todos os homens, independentemente do grau de sua culpa ou inocência, serão ressuscitados dos mortos, e esta crença também se torna pedra fundamental na estrutura da Igreja Mórmon. Mas, além desta salvação geral por meio da expiação, toda alma que vive na mortalidade até a idade da responsabilidade pode colocar-se ao alcance da misericórdia divina e pode obter uma remissão do pecado. ¶
Não aceitamos a doutrina do pecado original, mas cremos que as crianças nascem inocentes e, se morrerem antes de alcançar a idade da responsabilidade, são redimidas da morte por meio da expiação do Salvador, redimidas também de qualquer possível efeito da tendência herdada para o pecado. Elas, portanto, não requerem batismo nem qualquer outra ordenança de admissão no reino de Deus, pois são inocentes diante dele. ¶
A salvação do pecado é, então, obtenível somente por meio da aceitação da expiação de Cristo e da obediência às leis e ordenanças do evangelho. Cada homem deve harmonizar sua vida pessoal com essas leis. Assim, como diz Paulo, Cristo ". . . ¶
veio a ser o autor da eterna salvação para todos os que lhe obedecem;" (Heb. ¶
5:9.) Considerando as condições no mundo em geral, jamais houve tempo mais afastado de Cristo do que o nosso, ou que mais precisasse dele. ¶
Rejeitamos a doutrina não-escriturística de que existem apenas dois lugares ou estados de existência eterna — céu e inferno — e que todos os homens irão para um ou outro. Segundo o relato de João, o Salvador disse: ¶
"Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar." (João 14:2.) ¶
Graus de Glória
Afirmamos, com base na revelação direta de Deus, que graus graduados de glória estão preparados para as almas dos homens, e que estes compreendem, em ordem decrescente, os reinos celestial, terrestre e telestial. ¶
Estas várias glórias são comparadas ao sol, à lua e às estrelas, e foram compreendidas e defendidas por Paulo aos Santos de Corinto, como segue: ¶
"Há também corpos celestes e corpos terrestres, mas uma é a glória dos celestes, e outra a dos terrestres. ¶
"Uma é a glória do sol, e outra a glória da lua, e outra a glória das estrelas; porque uma estrela difere em glória de outra estrela. ¶
"Assim também a ressurreição dos mortos." (1 Cor. 15:40-42.) ¶
Doze Apóstolos
O Salvador selecionou e ordenou doze homens a quem chamou Apóstolos, e comissionou-os a pregar o evangelho a todo o mundo. De fato, sua Igreja, tanto em tempos antigos como modernos, está edificada sobre o fundamento de Apóstolos e profetas. Citando Paulo novamente: "Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina"; (Ef. 2:20.) "E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres; "Para o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para a edificação do corpo de Cristo:" (Idem, 4:11-12.) O Apóstolo comparou apropriadamente a organização da Igreja aos vários órgãos do corpo humano. Como lemos em 1 Coríntios, capítulo 12: "Ora, vós sois o corpo de Cristo, e membros em particular. ¶
"E a uns pôs Deus na igreja; primeiramente, apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro, mestres; depois, milagres; depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas. ¶
"Porventura são todos apóstolos? são todos profetas? ¶
são todos mestres? são todos operadores de milagres? ¶
"Têm todos o dom de curar? falam todos diversas línguas? interpretam todos? ¶
"Portanto, procurai com zelo os melhores dons; ¶
e eu vos mostrarei um caminho ainda mais excelente." (Vs. 27-31.) Todos são essenciais ao todo, e nenhum se justifica ao dizer ao outro, ". . . não tenho necessidade de ti." (1 Cor. ¶
12:21.) ¶
Apostasia e Desintegração
Pouco depois da crucificação de Cristo, o fermento da apostasia e da desintegração começou a agir. A evidência do declínio espiritual foi observada pelos Apóstolos, que previram uma queda ainda maior, a qual, de fato, progrediu ao longo do período inicial das perseguições cristãs, de Nero a Diocleciano. ¶
"Mas também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos mestres, que introduzirão encobertamente heresias destruidoras, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. ¶
"E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade. ¶
"E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas, sobre os quais já de largo tempo não está ocioso o juízo, e a sua destruição não dorme." (2 Pedro 2:1-3.) Uma apostasia generalizada da Igreja foi seguida de uma apostasia da Igreja. Esta apostasia, repetidamente predita, é atestada pela história, tanto sagrada quanto profana. ¶
Este fato é a justificativa para a alegação dos Santos dos Últimos Dias de que houve uma restauração do evangelho. Esta Igreja, então, é o Cristianismo restaurado, juntamente com os princípios e ordenanças, o sacerdócio e a autoridade, tal como ensinados e exercidos na Igreja primitiva. Esta é nossa declaração, meus irmãos e irmãs. Esta é nossa voz de advertência a todos os homens, de que o Deus dos céus estabeleceu seu reino, o qual, como predito por Daniel, ". . . não será jamais destruído; e esse reino não será deixado a outro povo, . . . e estará estabelecido para sempre." (Dan. 2:44.) ¶
A Restauração
Ora, a esta mensagem testificamos humildemente esta manhã, a nossos membros e a todos os nossos amigos que estão a ouvir. Pedimos-vos, em humildade, que deis ouvidos às vozes dos profetas de outrora e dos profetas modernos, e às revelações de Deus, e que harmonizeis vossas vidas com suas leis, em nome de Jesus Cristo. Amém. ¶