I Have A Tremendous Feeling Of Inadequacy...
Harold B. Lee
Tenho um tremendo sentimento de insuficiência ao responder à designação do Presidente McKay e buscar a força das orações do sacerdócio da Igreja, a fim de que estes poucos minutos sejam informativos e vos deem algo dos planos que agora seguirão adiante sobre este assunto tão vital. ¶
Gostaria de apresentar os pensamentos que exprimirei lendo um texto que, para mim, tem um significado particular. ¶
Cito as palavras do apóstolo Paulo, falando das diferentes organizações da Igreja dentro do que ele chamou "o corpo de Cristo", pelo qual ele quis dizer a Igreja: ¶
"Porque também o corpo não é um só membro, senão muitos. ¶
"Se o pé disser: Porque não sou mão, não sou do corpo; não será por isso do corpo? ¶
"E se a orelha disser: Porque não sou olho, não sou do corpo; não será por isso do corpo? . . . ¶
"Mas agora Deus colocou os membros no corpo, cada um deles como quis. . . . ¶
"Agora, pois, há muitos membros, porém um só corpo. ¶
"E o olho não pode dizer à mão: Não tenho necessidade de ti; nem ainda a cabeça aos pés: Não tenho necessidade de vós. . . . ¶
". . . mas Deus ordenou o corpo, . . . ¶
"Para que não haja divisão no corpo, mas que os membros tenham igual cuidado uns dos outros. . . . ¶
"Ora, vós sois o corpo de Cristo, e membros em particular. ¶
"E a uns pôs Deus na igreja; primeiramente, apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro, mestres; . . . depois . . . socorros, governos . . . ." (Veja 1 Coríntios ¶
12:14-28.) Na grande revelação moderna sobre o governo da Igreja, o Senhor conclui com esta declaração: ¶
"Eis que foi assim que meus apóstolos, na antiguidade, edificaram-me a minha igreja. ¶
"Portanto, que todo homem ocupe seu próprio cargo e trabalhe em seu próprio chamado; e que a cabeça não diga aos pés não ter deles necessidade; porque, sem os pés, como se sustentaria o corpo? ¶
"Também o corpo tem necessidade de todos os membros, para que todos sejam juntos edificados, a fim de que o sistema se mantenha perfeito." (D&C 84:108-110.) Evidentemente, ao pensardes nessas escrituras, elas foram dadas para ressaltar a necessidade das consultas e correlações constantes e contínuas das várias subdivisões, os quóruns do sacerdócio e as organizações auxiliares e todas as demais unidades dentro do reino de Deus, por pelo menos quatro razões: ¶
Primeira, que cada organização deveria ter sua função específica, e não deveria usurpar o campo da outra, o que seria como o olho dizer à mão: "Não tenho necessidade de ti." ¶
Segunda, que cada subdivisão é de igual importância na obra da salvação, assim como cada parte do corpo físico é essencial para um ser humano completo. ¶
Terceira, que todos possam ser edificados ou educados juntos; e Quarta, que o sistema se mantenha perfeito, ou, em outras palavras, que dentro do quadro do plano do Senhor de organização para a salvação de seus filhos, a Igreja atue como um corpo humano perfeitamente organizado, com cada membro funcionando como foi planejado. ¶
Ao longo das escrituras corre uma frase, repetida vez após vez, para nos lembrar de todo o propósito do plano do Senhor. Como ele disse a seu profeta, seu propósito era ". . . levar a efeito a imortalidade e vida eterna do homem", ¶
(Moisés 1:39) ou, para ser mais específico, e colocando na linguagem de nossos líderes atuais, conforme nos têm aconselhado, "plantar e fazer crescer em cada membro da Igreja um testemunho de Cristo e do evangelho e da divindade da missão de Joseph Smith e da Igreja, e levar o povo a ordenar suas vidas de acordo com as leis e princípios do evangelho e sacerdócio restaurados." ¶
A necessidade repetida de reexame dos programas, das atividades e dos cursos de estudo prescritos tem sido evidente ao longo dos anos, para garantir que os conceitos originais relativos a cada organização estivessem sendo respeitados, que cada uma, em seu campo, estivesse funcionando de acordo com sua capacidade, que uma não estivesse usurpando o campo de atividade destinado à outra, e que duplicações e sobreposições fossem reduzidas ao mínimo. ¶
Encontrei uma ilustração apropriada que ilustra a importância desse reexame e reavaliação periódicos. Na história, encontra-se registrado o relato de um famoso debate, conhecido como o Debate Webster-Hayne, no Congresso, no qual Daniel Webster fez uma declaração que parece se aplicar ao ponto que quero destacar. Disse Daniel Webster: ¶
"Senhor Presidente, quando o marinheiro é jogado de um lado para outro por muitos dias em mau tempo, em mar desconhecido, ele naturalmente aproveita a primeira pausa na tempestade, o primeiro vislumbre do sol, para tomar sua latitude e verificar o quanto os elementos o desviaram de seu verdadeiro rumo. Imitemos essa prudência e, antes de flutuarmos nas ondas deste debate, voltemos ao ponto do qual partimos, para que ao menos possamos conjeturar onde agora estamos." ¶
Há várias ilustrações, à medida que estudamos a história desses levantamentos do passado, para ilustrar por que isso é necessário. Descobrimos, por exemplo, que há alguns anos um responsável de uma das organizações levantou a questão de saber se um comitê do Conselho dos Doze não deveria se limitar apenas à função de julgar o conteúdo doutrinário dos manuais propostos, em vez de ter algo a dizer sobre questões de política na seleção do assunto para o manual. ¶
Parafraseando as palavras de Webster: ¶
"Devemos ver novamente o quanto nos afastamos do verdadeiro rumo, para que ao menos possamos conjeturar onde agora estamos." ¶
Todo esse problema de correlação cresce e se desenvolve, se parardes um momento para pensar no que a rápida expansão e crescimento da Igreja implica. Dentro de cada ano, por conversão ou batismos de conversos e aumento natural, há pessoas suficientes sendo adicionadas à Igreja para formar de dezessete a vinte estacas por ano. ¶
Desde que ingressei no Conselho dos Doze, há vinte anos e seis meses, crescemos de 138 estacas para 335 ou 336, seja lá qual for o número exato, nesse mesmo período de vinte anos. ¶
Há uma necessidade crescente de edifícios, mas com isso uma necessidade impressa de usar toda economia possível para não termos nada desnecessário nesses edifícios, economias essas que podem ocorrer por meio de uma correlação adequada. Aumentamos a obra do templo, aumentamos a necessidade de obra genealógica com o aumento do número de templos. Temos um aumento nas atividades de bem-estar. Temos um aumento nos dízimos e ofertas. E assim poderíamos continuar a determinar a grande expansão da Igreja. ¶
Dentro das memórias de muitas das Autoridades Gerais atuais, houve levantamentos deste tipo, ou reexames, com cerca de vinte anos de intervalo entre eles. ¶
Um dos primeiros estudos abrangentes foi realizado sob a presidência geral do Presidente David O. McKay, que na época era o presidente do comitê geral do sacerdócio da Igreja, e isso foi há cerca de quarenta anos. Para mim, é algo significativo que este problema de correlação adequada pareça ter estado na mente do Presidente McKay durante todo esse tempo e talvez desde que ele se tornou uma das Autoridades Gerais. ¶
Em 1920, foi realizado o primeiro desses estudos, novamente em 1938, e depois de chamar a atenção para a contínua expansão dos campos de atividade e o crescente entrelaçamento das várias organizações da Igreja, o Presidente McKay, que já era, por essa época, membro da Primeira Presidência, chamou atenção para isso, e cito de uma cópia de trabalho que ele nos deixou: "A necessidade de proporcionar um curso de estudo e de atividades que levem os jovens em idade missionária a um conhecimento substancial e completo dos princípios do evangelho requer que o trabalho das organizações auxiliares e de nossas instituições educacionais seja coordenado e, entre as várias organizações, delimitado, bem como unificado e padronizado, para evitar duplicação e sobreposição e proporcionar o treinamento exigido pelos jovens." ¶
Em março do ano passado, 1960, a Primeira Presidência escreveu ao comitê geral do sacerdócio e chamou nossa atenção para a necessidade de melhor correlação entre os cursos de estudo elaborados pelo comitê geral do sacerdócio e outros responsáveis por outros comitês das Autoridades Gerais para a instrução do sacerdócio da Igreja, e uma necessidade urgente de correlação de estudos entre as organizações auxiliares da Igreja, para evitar a necessidade de novos cursos de estudo a cada ano, tendo como objetivo final o desenvolvimento de um conhecimento do evangelho, um poder de o promulgar, uma promoção do crescimento, da fé e de um testemunho mais forte dos princípios do evangelho entre os membros da Igreja, e expressou a opinião naquela carta ao comitê geral do sacerdócio de que, se todo o currículo da Igreja fosse visto do ponto de vista do que se poderia chamar de propósito total de cada uma e de todas essas organizações, isso resultaria em tal cotejo e limitação de assuntos e conteúdos elaborados nos diversos cursos auxiliares, que tenderia à construção de eficiência nas próprias organizações auxiliares no cumprimento dos propósitos que fundamentam sua criação e função. ¶
Esse estudo, iniciado no início do ano passado, tem continuado por este último ano e meio, chegando agora a dois anos, sob a direção do comitê educacional, que é um subcomitê do comitê geral do sacerdócio, e fomos autorizados a selecionar e colocar em ação um comitê de levantamento para revisar toda a história de cada unidade da Igreja e auxiliar o comitê educacional nesse estudo, a fim de determinar os objetivos e propósitos no início de cada organização e revisar as expansões e mudanças que ocorreram, e estudar todas as recomendações anteriores sobre o tema da correlação. Permiti-me dizer também que a chave para o que agora temos a propor, e que explicarei a vós em poucos minutos, e um guia para o comitê educacional e a equipe de pesquisa, foi uma comunicação da Primeira Presidência, em um desses estudos, há algum tempo, em que chamaram a atenção para o fato de que "o lar era a base de uma vida justa, e que nenhuma outra instrumentalidade pode tomar seu lugar nem cumprir suas funções essenciais, e que o máximo que as organizações auxiliares podem fazer é ajudar o lar em seus problemas, dando auxílio e amparo especiais onde necessário, e que, ao auxiliarem o lar, as organizações auxiliares bem podem considerar a vida familiar do povo como tendo três períodos: o primeiro, do nascimento aos doze anos de idade, ou o período da infância; depois o período da juventude, dos doze anos até o início dos vinte; e depois a vida adulta, do início dos vinte anos até o fim da vida." ¶
Com isso como chave e a carta dada pela Primeira Presidência como o esboço, é o sentimento agora da Primeira Presidência e do Conselho dos Doze, depois de revisar esses estudos, que deveria haver, presentemente, mais coordenação e correlação entre as atividades e programas dos vários quóruns do sacerdócio e organizações auxiliares e o sistema educacional da Igreja. Decidiram, portanto, que deveria ser estabelecido um conselho coordenador de toda a Igreja e três comitês coordenadores: um para as crianças, um para a juventude e um para os adultos. Esse conselho e os três comitês correlacionarão e coordenarão os programas totais de instrução e atividade de todas as organizações auxiliares e quóruns do sacerdócio, que os irmãos agora sugeriram que deveriam incluir instruções e atividades missionárias para toda a Igreja. ¶
Esse conselho e os comitês serão compostos de representantes das Autoridades Gerais, dos chefes executivos dos conselhos gerais auxiliares, e de representantes de várias agências e organizações auxiliares da Igreja. ¶
Indicarei agora exatamente como será esse pessoal, à medida que entra em ação: O conselho coordenador de toda a Igreja será composto de um presidente, que será um dos membros do Conselho dos Doze, e três Autoridades Gerais, todos membros dos doze: um representando as crianças, um representando a juventude e um representando os adultos, e um secretário. As três Autoridades Gerais serão os presidentes de seus respectivos comitês. Haverá um secretário e secretárias de cada um dos comitês coordenadores, o Bispo Presidente, um membro do comitê do Sacerdócio de Melquisedeque, um executivo do sistema educacional da Igreja, o presidente ou superintendente das seguintes organizações auxiliares: Sociedade de Socorro, Escola Dominical, YMMIA, YWMIA e a Associação Primária. ¶
A função do conselho coordenador de toda a Igreja é formular a política que governará o planejamento, a redação, a coordenação e a implementação de todo o currículo da Igreja. ¶
Além da organização do conselho coordenador, três comitês coordenadores serão formados sob a direção e as políticas desse conselho, como já disse. O pessoal do comitê coordenador infantil, por exemplo, será composto de um presidente, um dos doze; haverá um secretário de comitê, e as pessoas mais qualificadas na Igreja representando as crianças, a maioria das quais será selecionada dos conselhos gerais da Primária e da Escola Dominical. A função desse comitê será planejar, prover, redigir e coordenar currículos e atividades para crianças em faixas etárias que não se sobreponham, incluindo cursos de estudo, atividades e materiais para crianças até doze anos de idade, e essas funções serão então realizadas sob o conselho coordenador. ¶
O comitê coordenador da juventude será composto de um presidente, um dos doze, um secretário de comitê e as pessoas mais qualificadas na Igreja representando a juventude, principalmente selecionadas do Bispado Presidente, dos conselhos gerais da YMMIA e YWMIA, da Escola Dominical e do sistema escolar geral da Igreja. A função desse comitê será planejar, redigir, prover e coordenar currículos e atividades para a juventude em faixas etárias, usando as faixas etárias do Sacerdócio Aarônico como guia, incluindo cursos de estudo, atividades e materiais. ¶
E o comitê de adultos será composto de um presidente, um dos doze, um secretário e as pessoas mais qualificadas na Igreja representando os adultos, devendo ser selecionadas do comitê do Sacerdócio de Melquisedeque, dos conselhos gerais da Sociedade de Socorro, das MIA's, da Escola Dominical, do sistema escolar da Igreja, etc., e será sua função planejar, redigir, prover e coordenar o currículo para os adultos. ¶
Os chefes dos vários grupos afetados foram notificados pela Primeira Presidência de sua nomeação para este conselho, e estão agora prontos para o chamado a este importante serviço. As organizações auxiliares da Igreja, em sua forma atual, continuarão a implementar o programa no nível da Igreja, no nível da estaca e no nível da ala. Os comitês coordenadores trabalharão sob a direção do conselho coordenador e trabalharão de acordo com as políticas formuladas por esse conselho. ¶
Os conselhos gerais auxiliares realizarão o programa formulado pelo comitê coordenador. Ora, deveis ter em mente que os comitês coordenadores serão compostos principalmente de membros dos conselhos gerais que já estão redigindo planos e programas para a Igreja. Tal programa tornará possível correlacionar e coordenar melhor o programa da Igreja e evitará sobreposições, tornando assim possível ensinar o evangelho de modo mais eficiente e eficaz, em harmonia com as instruções da Primeira Presidência. ¶
Na adoção de tal programa, podemos possivelmente e esperançosamente esperar a consolidação e simplificação dos currículos da Igreja, das publicações da Igreja, dos edifícios da Igreja, das reuniões da Igreja, e de muitos outros aspectos importantes da obra do Senhor. ¶
Com essa breve declaração, permiti-me concluir apenas com este pensamento. ¶
Talvez uma das perguntas mais frequentemente feitas, à medida que percorremos a Igreja, seja: "Como, com a Igreja crescendo ao tamanho que atingiu, podemos esperar que as atuais Autoridades Gerais supervisionem e mantenham contato com a Igreja em crescimento?" Minha resposta sempre foi: "Tenho certeza de que, quando chegarmos ao ponto em que precisarmos de mais revelações, o Senhor dará essa luz e conhecimento ao profeta que ele colocou sobre a terra com esse propósito." ¶
Recentemente, o Presidente McKay, agindo sob a inspiração de seu chamado, moveu-se para ampliar as atividades dos setentas, ordenando alguns dos presidentes de setentas ao ofício de sumo sacerdote, com a explicação de que isso os tornaria mais úteis e mais eficazes em seu trabalho. Eu estava em uma das estacas do Arizona, e um dos irmãos me perguntou: "Não é verdade que o Profeta Joseph disse que era contrário à ordem dos céus que um sumo sacerdote estivesse nessa posição?" ¶
Simplesmente lhe disse: "Já pensaste que o que poderia ter sido contrário à ordem dos céus no início da década de 1830 talvez não seja contrário à ordem dos céus em 1960?" ¶
Às vezes esquecemos que hoje, aqui e agora, temos um profeta a quem o Senhor está dando instrução para o nosso bem. Dizemos: "Cremos em tudo o que Deus revelou, em tudo o que Ele revela agora, e cremos que Ele ainda revelará muitas coisas grandiosas e importantes relativas ao Reino de Deus." (Nona Regra de Fé.) Quase imperceptivelmente vemos a mão do Senhor se movendo para fazer as coisas, e isso interpreto como uma consolidação das forças do Senhor sob a direção do profeta, assim como em um exército, a fim de enfrentar uma força superior do inimigo em número, as forças de nossa oposição às forças do mal devem ser consolidadas a fim de proporcionar-lhes a mais eficaz defesa possível. ¶
Estamos em um programa de defesa. A Igreja de Jesus Cristo foi estabelecida nesta terra, nestes dias, ". . . para defesa, e para refúgio contra a tempestade, e contra a ira, quando esta for derramada, sem mistura, sobre toda a terra." (D&C 115:6.) Este é um movimento que, como disse, tem estado próximo à mente do Presidente McKay, e agora, como Presidente da Igreja, ele nos instrui a avançar, para que nos consolidemos para tornar mais eficiente e mais eficaz a obra do sacerdócio, das organizações auxiliares e das outras unidades, a fim de conservarmos nosso tempo, nossa energia e nossos esforços em direção ao propósito primordial pelo qual a própria Igreja foi organizada. Não devemos esquecer o que o Senhor disse, que ele havia dado uma parábola para nos ensinar uma grande lição, e concluiu a parábola dizendo: "Digo-vos: Sede um; e se não sois um, não sois meus." ¶
(Ibid., 38:27.) Ao me lembrar disso, lembrei-me de uma revelação que o Presidente John Taylor recebeu quando os líderes se perguntavam sobre a relação entre os setentas e os sumos sacerdotes, e, numa declaração muito pertinente e significativa, o Senhor deu esta revelação ao Presidente John Taylor: ¶
"O que escrevestes é minha vontade e é aceitável para mim, e além disso, assim diz o Senhor à Primeira Presidência e aos Doze, aos Setentas e a todo o meu santo sacerdócio: não se turbem vossos corações, nem vos preocupeis com a administração e as organizações de minha Igreja e Sacerdócio e o cumprimento de minha obra. Não temais e observai minhas leis, e eu vos revelarei, de tempos em tempos, através dos canais que designei, tudo o que for necessário para o futuro desenvolvimento e o desenrolar de meu Reino e para a edificação e o estabelecimento de meu Sião, pois sois meu Sacerdócio e eu sou vosso Deus." (B. H. Roberts, Seventy's Course in Theology, Vol. I, p. 10.) A isso também presto meu humilde testemunho, de que o Senhor está revelando ao Presidente McKay tão certamente aqui e agora, e isto se torna uma instrução tão inspirada quanto qualquer instrução já dada, e para que nós, como membros do sacerdócio, se apenas mantivermos os olhos no Presidente desta Igreja e olharmos para ele hoje em busca das revelações de Deus, o veremos mover-se para fazer aquilo que será para a salvação dos filhos dos homens do modo mais eficaz possível, e presto esse humilde testemunho em nome do Senhor Jesus Cristo. Amém. ¶