Pulpit

I Am Sure We All Respond From...

Hugh B. Brown

1961 October General Conference·Third Day Morning Meeting·1961-10-01

Estou certo de que todos nós respondemos, do mais profundo de nosso ser, àquela gloriosa interpretação, "Coroai-o Senhor de Tudo", cantada como somente o Coral do Tabernáculo, penso eu, poderia cantá-la.

Meus irmãos e irmãs — e nessa saudação eu gostaria de incluir todos os que estão ouvindo, independentemente de sua filiação religiosa, porque estamos convencidos de que somos irmãos e irmãs.

Cremos na irmandade universal do homem sob a Paternidade de Deus.

Como esta é a primeira conferência desde a mudança de meu cargo na Igreja, gostaria de aproveitar esta oportunidade para expressar publicamente ao Presidente McKay e a seus associados minha sincera gratidão pela confiança que os levou a apresentar meu nome para a aprovação de vocês, e desejo agradecer a vocês, membros da Igreja, pela confiança que depositaram no julgamento deles. Prometo apenas que farei o melhor possível para confirmar esse julgamento e, para esse fim, invoco humildemente a orientação divina e a paciência de vocês. Precisarei de suas orações de fé.

Mas não estamos falando esta manhã apenas aos membros da Igreja. Fomos informados de que talvez mais de cinquenta por cento dos que estão presentes pessoalmente ou por meio dos meios de comunicação modernos sejam amigos da Igreja que nos visitam. Apreciamos o interesse de vocês — estendemos a vocês uma calorosa boas-vindas. A presença de vocês parece indicar que ouviram algo sobre os mórmons e talvez gostariam de saber mais. Gostaríamos de responder brevemente à pergunta implícita de vocês sobre a Igreja. Evitaremos o dogmatismo, pois isso geralmente gera antagonismo.

Simplesmente convidamos vocês, nossos amigos, nesta manhã, a, como disse Isaías, "vinde agora, e argui-me". (Isaías 1:18.) Respeitamos todos os homens em suas crenças religiosas, mas as crenças divergentes e a multiplicidade de credos têm, através dos séculos, sido a causa de muita confusão e preocupação. A condição do mundo em matéria religiosa é declarada na Catholic Encyclopedia, da qual cito o seguinte:

"Uma Babel de organizações religiosas todas proclamam ser a Igreja de Cristo. Suas doutrinas são contraditórias e, precisamente na medida em que uma delas considera vital a doutrina que ensina, ela declara enganosas e perniciosas as das corporações rivais."

Ora, embora não concordemos que as crenças dos outros sejam necessariamente perniciosas, achamos lamentável que a Igreja original de Jesus Cristo, conforme delineada no Novo Testamento, tenha se fragmentado em tantos credos.

Cremos que a casa do Senhor deve ser uma casa de ordem, não dividida contra si mesma.

Frequentemente perguntam quais são algumas das características distintivas da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. O que, se é que há algo, esta Igreja tem de novo a oferecer?

Valeria a pena examinar mais de perto o mormonismo?

Embora haja muitas diferenças fundamentais entre esta Igreja e as outras, hoje devemos contentar-nos em mencionar — e apenas brevemente — apenas uma delas. Referimo-nos à nossa fé na revelação contínua de Deus aos homens.

Parece um tanto paradoxal que esta doutrina fundamental da Igreja a torne singular ou a distinga das demais, visto que em todas as dispensações do evangelho a revelação atual tem sido o poder sustentador, o espírito vivificante da Igreja divina.

Em uma declaração concreta de crenças conhecida como as Regras de Fé, declaramos nossa fé em tudo o que Deus revelou, tudo o que ele agora revela, e cremos que ele ainda revelará muitas coisas grandes e importantes.

A história prova que, quando o espírito ou o dom da revelação é retirado da Igreja, resta apenas uma forma morta, e os homens tendem a adorar a Deus com os lábios e a honrá-lo com a boca, mas, por não haver comunicação e, portanto, não haver entendimento, seu coração está longe dele.

As coisas de Deus só podem ser compreendidas pelo Espírito de Deus, e o Espírito de Deus é um espírito revelador. O Mestre prometeu, antes de deixar a terra, enviar outro Consolador que conduziria os homens a toda a verdade. A revelação divina sempre foi uma característica da Igreja viva — é absolutamente essencial para sua contínua existência de forma organizada na terra.

Vocês se lembram de que o Profeta Amós disse: "Certamente o Senhor Deus não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas." (Amós 3:7.) E em Provérbios lemos: "Não havendo visão, o povo fica desenfreado; . . ."

(Provérbios 29:18.) Temos ampla autoridade das escrituras para nossa declaração de que um homem deve ser chamado por Deus por profecia e pela imposição de mãos de homens com autoridade para pregar o evangelho e administrar suas ordenanças. O apóstolo Paulo disse: "E ninguém toma para si essa honra, senão o que é chamado por Deus, como Aarão." (Hebreus 5:4.) E Arão foi chamado por revelação direta por meio de Moisés. Quando a revelação cessa, o povo definha na incredulidade, e não somente o povo, mas também a Igreja apostata na ausência de liderança inspirada.

Foi exatamente isso que aconteceu na igreja primitiva, e aquela situação foi um prenúncio de uma apostasia universal, sobre a qual a Igreja da Inglaterra fala em sua "Homilia contra o Perigo da Idolatria",

nestes termos: "De tal modo que leigos e clérigos, instruídos e não instruídos, todas as idades, seitas e categorias de homens, mulheres e crianças de toda a cristandade — coisa horrível e mais que pavorosa de se pensar — estiveram de uma só vez afundados na abominável idolatria; de todos os outros vícios o mais detestado por Deus e o mais condenável para o homem; e isso por um espaço de oitocentos anos e mais."

Sem revelação contínua, não pode haver ministério autorizado na terra, e sem oficiais autorizados não pode haver Igreja de Cristo. Se alguns dizem que não há revelação e que não haverá mais revelação de Deus, perguntamos: "Por que não? Perdeu Deus o poder de revelar sua mente e vontade aos homens?"

Naturalmente, afirmar isso equivale a blasfêmia. Não precisamos de revelação ou de palavra de Deus? Peço que vocês considerem a condição do mundo e notem a terrível necessidade que o mundo tem de alguma orientação e direção divinas.

Ora, então, se Deus pudesse revelar, e nós precisamos de revelação, será que a falha está no homem? Terá­mos perdido o dom, a fé ou a compreensão que nos permitiriam receber revelação? Certamente seria mais modesto de nossa parte admitir a falha em nós mesmos do que culpar a Deus por não falar, caso ele não fale. Ou talvez haja alguma interferência nas mensagens por parte do inimigo, resultado da qual alguns foram levados a crer que não existe poder capaz de transmitir. Perguntamos, em linguagem de rádio ou televisão: "Terá a estação transmissora fechado ou quebrado, ou será que não há aparelhos receptores?"

Enquanto os homens acreditarem que não pode haver revelação, não farão nenhuma tentativa de sintonizar. Perderão a fé e não mais olharão para cima nem ouvirão. Alguns até negam que haja necessidade de revelação, mas a imprensa diária desafia essa afirmação. Neste mundo ameaçado, dividido e caótico, a necessidade da ajuda de Deus jamais foi tão evidente e urgente. Um clérigo inglês disse recentemente: "Oxalá se levantasse um homem que pudesse dizer autoritativamente ao mundo: 'Assim diz o Senhor!' "

Será possível, meus amigos, que a religião seja o único campo de interesse, investigação e pesquisa humana em que o progresso é impossível? Diria algum professor à sua turma de química, astronomia, física ou geologia que nenhuma nova descoberta ou revelação de verdade científica é mais possível? Será a religião o único interesse humano que é estático e inerte? Deixou Cristo sua Igreja sem líder e pretendeu que assim permanecesse?

Quanto a nós, por causa de nossa fé no amor e na justiça universais e imutáveis de Deus, não podemos crer que sua Igreja em uma dispensação seria abençoada e conduzida pelo que, em linguagem de televisão, poderia ser chamado de revelação "ao vivo", e em outra dispensação deixasse um mundo angustiado e ameaçado apenas com as mensagens registradas de profetas antigos, algumas das quais dadas para propósitos específicos e sob circunstâncias especiais. Cremos que a revelação, tanto "ao vivo" quanto registrada, está agora e continuará disponível aos homens.

Sempre que o Senhor reconheceu sua Igreja, ele deu, por meio de seus profetas, mensagens de advertência, instrução e esperança.

Quando dizemos que cremos em tudo o que Deus revelou, declaramos nossa fé nas escrituras. Cremos que a Bíblia é um repositório de verdade divina e que é autoritativa, embora não esteja além da necessidade de interpretação e tradução adequadas e, portanto, dizemos, quando declaramos nossa fé na Bíblia, "até onde estiver traduzida corretamente". Quando declaramos que cremos que Deus agora revela, que ele ainda fala por meio de seus profetas, e que sua palavra é escritura sempre e onde quer que seja dada, quando fazemos essa declaração estamos simplesmente ensinando o evangelho de Jesus Cristo e declarando como verdadeira a religião judaico-cristã.

Às vezes encontramos ceticismo quando dizemos que ele ainda revela, mas parafraseemos por um momento as palavras de Paulo. Por que se consideraria incrível que Deus fizesse o que prometeu fazer? Se o tempo permitisse, poderíamos conduzir vocês pelas escrituras, de Gênesis a Apocalipse, e mostrar as promessas de Deus a respeito dos últimos dias.

Por que se consideraria incrível não apenas que ele cumpriria sua promessa, mas que continuaria a fazer o que tem feito através de todas as dispensações do evangelho desde o princípio?

A Igreja de Jesus Cristo foi estabelecida e agora é dirigida por revelação, e esse fato é em grande parte responsável pelo apelo que esta nova Igreja exerce, e quando digo "nova", desejo enfatizar que, para nós, não é nova, mas sim uma restauração daquilo que já existiu. A verdadeira Igreja de Cristo não é um beco sem saída, é uma via aberta, onde os homens podem buscar a verdade com confiança à luz da revelação. Que a Igreja é progressiva e responsiva à verdade revelada é evidenciado por nossa declaração adicional de que cremos que Deus ainda revelará muitas coisas grandes e importantes.

Esta Igreja, nossos amigos, não está comprometida com nenhum credo formal ou inflexível, mas seus membros são ensinados a crer e a viver pelas revelações do passado e do presente, preparando-se assim para as revelações que ainda virão. Nossos conceitos e até mesmo nossa fé devem estar sujeitos a nova luz. A necessidade presente e urgente de revelação contínua nesta era de comunismo, ateísmo, impiedade e do espírito do anticristo torna-se mais evidente quando percebemos que a revelação nos dá a mais conclusiva prova de que existe um Ser Divino — e como o mundo precisa conhecê-lo!

Numa era em que centenas de milhões de pessoas estão sendo sistematicamente doutrinadas com as abomináveis doutrinas do comunismo, segundo as quais não há Deus, a religião é um ópio, Cristo é um mito; certamente, em meio a ataques tão determinados, persistentes e implacáveis do inimigo, podemos esperar de Deus, nosso Pai, alguma orientação, e por essa orientação oramos constantemente.

Mas nossa mensagem, nossos amigos, é esta: Deus falou dos céus; a comunicação entre o céu e a terra ainda é possível; as linhas estão abertas! Essa é a mensagem desafiadora do mormonismo, é um estandarte para as nações, uma mensagem de esperança para um mundo ameaçado. Se havemos de exercer fé salvadora e acompanhá-la de obras, e naturalmente "a fé sem obras é morta",

precisamos saber algo a respeito dele, de sua existência, de sua personalidade, de suas leis, de seus propósitos em relação ao homem, e perceber que somos, de fato, seus filhos, relacionados a ele. Ele disse: "E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste." (João 17:3.) Não dizemos que Deus é imaterial e incompreensível e sem corpo. Antes, dizemos que ele é acessível como nosso Pai. Ora, a revelação pode vir por sonhos ou visões, pela visitação de anjos ou, em ocasiões como a de Moisés, por comunicação face a face com o Senhor. Vocês se lembram de que o Senhor falou a Adão, não apenas enquanto ele estava no Jardim do Éden, mas depois que foi expulso. Ele falou a outros patriarcas e profetas através das eras. Falou a Enoque, que foi chamado de "o sétimo depois de Adão", e diz-se que ele foi trasladado por ter sido especialmente favorecido com a presença do Senhor. O registro diz: "E Enoque andou com Deus; e não estava mais, porquanto Deus para si o tomou." (Gênesis 5:24.) O Senhor, por revelação, advertiu Noé sobre o dilúvio que viria. Falou com Abraão e disse-lhe que deixasse sua terra e fosse para uma nova terra, e fez-lhe algumas promessas a respeito de sua posteridade. Por revelação, comissionou Moisés a ir ao Egito, e, sob a direção pessoal de Deus, ele libertou os filhos de Israel da escravidão dos egípcios.

Assim, podemos traçar a linha dos reveladores, homens que se levantaram, cada um em seu tempo, como o meio pelo qual Deus fala a seu povo, desde Moisés até Josué, através dos Juízes, até Davi e Salomão, e até Zacarias e Malaquias. O próprio Cristo veio a este mundo para revelar Deus aos homens, e ele mesmo foi conduzido e dirigido por revelação de seu Pai enquanto habitou nesta terra.

O Senhor, como sabem, revelou a Zacarias, o pai de João Batista, o que estava para acontecer, e vocês se lembram do que aconteceu a Zacarias por causa de sua falta de fé. O Senhor revelou a Maria que ela era bendita entre as mulheres, que daria à luz um filho e lhe chamaria Jesus. (Lucas 1:28, 31.) O próprio Cristo disse: "Porque eu não tenho falado de mim mesmo; porém o Pai, que me enviou, ele me deu mandamento sobre o que hei de dizer e sobre o que hei de falar.

"E sei que o seu mandamento é a vida eterna. Assim que, o que eu falo, falo-o como o Pai o disse a mim." (João 12:49-50.) Os apóstolos, no Meridiano do Tempo, estavam em contato com os céus por revelação. Notem o que diz Paulo:

"Porém Deus no-las revelou pelo seu Espírito; porque o Espírito esquadrinha todas as coisas, mesmo as profundezas de Deus.

"Porque, qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus." (1 Coríntios 2:10-11.) Vocês se lembram de que João, na ilha de Patmos, escreveu o livro de Apocalipse, e, a propósito, este é por vezes chamado de Apocalipse, que em grego significa "revelação". Foi isto que ele escreveu no primeiro capítulo de seu livro — não foi escrito de sua própria sabedoria:

"Revelação de Jesus Cristo, a qual Deus lhe deu [falando de si mesmo], para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e pelo seu anjo as enviou, e as notificou a João, seu servo:" (Apocalipse 1:1.) As escrituras, portanto, não apenas estão repletas de evidências, mas são conclusivas em provar que Deus tem estado, e sempre esteve, sempre que houve uma dispensação do evangelho sobre a terra, em contato com seu povo.

Lembrem-se de que Paulo disse isto, e ele está falando agora de nossa época:

"Para, na dispensação da plenitude dos tempos, tornar a congregar em Cristo todas as coisas, tanto as que estão nos céus como as que estão na terra; até mesmo nele: . . ." (Efésios 1:10.) Das escrituras citadas e de muitas outras, parece evidente que a revelação de Deus ao homem tem sido uma característica vital e procedimento padrão em todas as dispensações do evangelho. Todos os profetas e líderes dos tempos antigos foram conduzidos, dirigidos, escolhidos e inspirados pelo próprio Deus por meio da revelação.

Eusébio registra o que aconteceu depois que os apóstolos foram mortos e quando já não se podiam dar respostas com autoridade.

Ele escreve: "Quando o sagrado coro dos apóstolos se extinguiu e a geração daqueles que tiveram o privilégio de ouvir sua sabedoria inspirada passou, então também surgiram as combinações de erro ímpio pela fraude e pelos enganos de falsos mestres. Estes, como não restava nenhum dos apóstolos, doravante tentaram, sem vergonha, pregar sua doutrina contra o Evangelho da verdade."

E Mosheim nos lembra que tanto judeus quanto pagãos estavam acostumados a uma vasta variedade de cerimônias pomposas e magníficas em seu culto religioso. Todos os registros do segundo século mencionam a multiplicação de ritos e cerimônias na Igreja Cristã. "Mas", perguntam vocês, "seriam esses os tempos que já passaram?" Alguns de vocês talvez digam: "Podemos crer na revelação nos dias de Adão e nos dias de Moisés, nos dias de Cristo, nos dias dos apóstolos, mas não agora."

Há alguma indicação de que possamos, com razão, esperar alguma palavra de Deus? Ouçam o testemunho de João quando falou das coisas que haveriam de acontecer nos últimos dias. Ele disse:

"E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para proclamá-lo aos que habitam sobre a terra, e a toda nação, e tribo, e língua, e povo, "Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória, porque vinda é a hora do seu juízo: . . ." (Apocalipse 14:6-7.) Essa, meus queridos amigos, é uma promessa profética de revelação em nossa época. A Igreja hoje está fundada sobre a rocha da revelação com a mesma segurança que estava nos dias de Pedro, quando Cristo lhe disse, depois que Pedro havia falado de seu conhecimento a respeito dele: ". . . sobre esta pedra edificarei a minha igreja; e as portas do inferno não prevalecerão contra ela." (Mateus 16:18.) Julgamos estar justificados em antecipar futura revelação, e cremos que ela será superior em importância e em glória e plenitude a qualquer coisa que já tenha sido revelada. Cremos que ele continuará a revelar-se enquanto o homem prosseguir em sua provação aqui na terra.

Ora, vocês, nossos amigos, provavelmente perguntam: "Qual é a revelação específica sobre a qual vocês fundamentam sua Igreja?"

O tempo, naturalmente, não permitirá uma resposta completa a isso, mas humildemente, e do centro mesmo de meu coração, digo a vocês, nossos amigos, e a vocês, membros da Igreja, Deus restaurou o evangelho de Jesus Cristo e houve uma grande revelação, uma das maiores de todos os tempos, quando o Pai e o Filho, antecipando o nosso próprio dia e os acontecimentos destes tempos, apareceram a um homem.

Eram Seres pessoais; eram separados e distintos; tinham forma semelhante à do homem, comprovando assim a primeira escritura em Gênesis: "E criou Deus o homem à sua imagem, . . ." (Gênesis 1:27.) Falaram-lhe. Outras revelações se seguiram. Toda a mensagem do mormonismo gira em torno da vida e da missão de Jesus, o Cristo, e proclamamos ao mundo, em contradição com a doutrina infernal do comunismo, que Deus vive. Ele ainda fala aos homens.

Há profetas na terra.

Se essa afirmação é verdadeira, é a maior mensagem que já chegou a esta terra desde que Cristo ascendeu ao céu, porque é uma mensagem de sua vinda, e, se for verdadeira, todos vocês deveriam sabê-lo. Que ela é verdadeira, testificamos humildemente.

Pedimos que vocês ouçam, leiam, orem — peçam orientação a Deus — e prometemos a vocês, parafraseando o Profeta Morôni, que se pedirem a Deus com fé, em nome de Jesus Cristo, se aquilo que declaramos é verdadeiro, ele lhes revelará a verdade disso pelo poder do Espírito Santo.

Cremos que esta é a mensagem que o mundo tem esperado. Declaramos que é a própria verdade de Deus, e, por mim mesmo, testifico a esse respeito e digo a vocês em humildade, mas sem qualquer hesitação, pelo mesmo poder e autoridade com que Pedro falou, digo, com ele: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo."

(Mateus 16:16.) Sei que isto é verdadeiro, e suplico aos homens em toda parte que ouçam; pois é uma mensagem dos céus, à qual testifico em nome de Jesus Cristo. Amém.

Como citar este discursoHugh B. Brown, “I Am Sure We All Respond From...”, 1961 October General Conference, Third Day Morning Meeting (1961-10-01). Pulpit Vault, 1961-10-brown-i-am-sure-we-all-respond-from. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).