Pulpit

Estou Muito Grato, Meus Irmãos, Por...

Mark E. Petersen

1960 October General Conference·General Priesthood Meeting·1960-10-08

Estou muito grato, meus irmãos, pela maravilhosa oportunidade de dirigir-me a vós esta noite, e sincera e humildemente peço que o Senhor me guie e me inspire, porque eu, com meus irmãos, há muito aprendi que nada posso fazer por mim mesmo. Memorizei e repeti tantas vezes aquela escritura em que o Senhor disse: "Sem mim nada podeis fazer," e peço fervorosamente esta noite que ele me guie e me ajude, porque é uma tremenda responsabilidade dirigir-me a tantos homens. É uma tremenda responsabilidade representar esta Igreja.

Mas eu me glorio nesta Igreja. Sou tão grato por ela. Peço a Deus que eu, com o irmão Romney, possamos ser fiéis até o fim. Tenho ficado tão grato pelos militares que tenho visto nesta Conferência. Fiquei contente com o telegrama que o Presidente McKay leu. Tenho certeza de que vós, militares, e vós, pais de militares, ficareis muito contentes em saber, e em nome de nosso Comitê de Militares, presidido por nosso maravilhoso presidente, o irmão Lee, gostaríamos de relatar ao Presidente McKay e à Primeira Presidência que todos os presidentes de estaca da Igreja nos informaram hoje que já providenciaram assinaturas do Improvement Era e da Seção da Igreja do Deseret News para todas as pessoas em serviço militar desta Igreja. Isso foi concluído hoje, Presidente McKay, e estamos muito entusiasmados com isso. Sob a maravilhosa direção do irmão Lee temos trabalhado nisto, e agora podemos relatar-vos que os presidentes de estaca relataram cem por cento de cumprimento dessa maravilhosa incumbência.

Assim, irmãos, desejamos agradecer-vos, e esperamos que continueis com o programa. O irmão Lee pede que eu mencione o restante do programa, além das publicações. Certificai-vos, bispos, de dar continuidade às vossas entrevistas. Bispos e pessoal dos quóruns, lembrai-vos de continuar a escrever a esses militares e a incentivá-los. Eles precisam de vossa ajuda, e ficarão mais fortes por causa dela, e vós também, se cooperardes com este programa.

Desejo dirigir minhas palavras esta noite aos rapazes da Igreja, aos moços do Sacerdócio Aarônico, e aos homens mais jovens no Sacerdócio de Melquisedeque. Quando o Presidente James orou aqui esta noite, ao abrir esta reunião, agradeceu ao Senhor porque nascemos nesta época, e certamente é algo pelo qual devemos ser gratos, porque é uma época maravilhosa para se viver. Mas é também uma época muito conturbada, e muitos de nossos jovens estão muito desanimados com as perspectivas que os aguardam. Muitos de nossos jovens estão, de fato, bastante frustrados, sem saber como planejar suas vidas ou o que fazer a respeito delas. Alguns perguntam a si mesmos: "Devo ir para a escola, ou devo apenas esperar até ser convocado? Devo alistar-me e acabar logo com a obrigação militar?

Devo preparar-me para uma missão, ou devo apenas ir levando a vida sem rumo?"

Eles sabem, é claro, que apenas ir levando a vida sem rumo não os leva a lugar nenhum. Se quisermos ter sucesso na vida, devemos planejar nossas vidas. Mas alguns dos rapazes dizem: "Como podemos planejar? Nossas vidas já estão planejadas para nós. Não há nada que possamos fazer a respeito. Podemos ir à escola por um tempo, e depois teremos de entrar para o Exército. Teremos também outras obrigações. Não podemos planejar nossas próprias vidas," disseram-me alguns rapazes.

Há algumas semanas, estive perto de Fort Ord, Califórnia, e conversei com um bom número de nossos jovens militares ali. Estavam muito perturbados quanto ao que o futuro lhes reserva. Tenho dito aos jovens, bem como às jovens desta Igreja, que nasceram para um grande destino, um destino divino. São, de fato, filhos de Deus.

Mas há alguns que não creem em Deus. Lembro-me de um jovem que veio a mim e quis discutir sobre isso depois que eu havia dado uma explanação numa reunião, e ele disse: "Aprendi na escola que não existe Deus algum, e fiquei plenamente convencido.

Já não creio que exista um Deus."

Começo a me perguntar sobre os jovens e sobre as pessoas em geral que não creem em Deus. Há muitos deles.

Sabeis que cerca de 75 milhões de americanos nem sequer pertencem a igreja alguma? Sabeis que cerca de 25 milhões a mais, que pertencem a igrejas, não tomam parte alguma nelas, perfazendo um total de cerca de 100 milhões de americanos que, por uma razão ou outra, quase completamente excluíram Deus de suas vidas?

Quando converso com jovens sobre tal situação, sempre gosto de pedir-lhes que considerem os frutos da irreligiosidade. O que vos acontece por estardes sem Deus? O que vos acontece por estardes sem religião? Isso pode vos beneficiar, ou pode vos prejudicar? Peço-lhes que olhem ao redor e vejam que tipo de pessoas são as pessoas sem Deus. Li, outro dia, uma discussão muito interessante de um de nossos grandes americanos, o Sr. J. Edgar Hoover, um homem a quem respeito profundamente. Ele apontou, nessa discussão, que um dos frutos mais notáveis da irreligiosidade no mundo, neste exato momento, é o Comunismo. O Comunismo, disse ele, é resultado direto da irreligiosidade.

Os homens que não creem em Deus, que combatem Deus, que excluem Deus de suas vidas e tentam eliminá-lo da vida de todos os demais são aqueles que produziram o Comunismo.

O Comunismo é algo que gostaríeis de trazer para vossa vida? É um dos frutos da irreligiosidade. Quereis ter dentro de vós os frutos — ou melhor, deveria dizer as sementes — do Comunismo? Percebeis que as sementes do Comunismo estão brotando mesmo agora, a partir da irreligiosidade?

Sabeis o que o Comunismo tem feito ao mundo. Sabeis como ele se espalhou. Lembrai-vos da Hungria, não é mesmo? E lembrai-vos da Polônia? Quereis ter algo assim em vossa vida? Quereis que os frutos da irreligiosidade se tornem parte de vós e de vosso futuro?

Existe alguma razão real para não crer em Deus? Há alguns que dizem: "Bem, aprendi na escola que não existe Deus. Aprendi que há outras razões para a criação." Fiquei muito interessado outro dia ao ler um discurso de um dos grandes cientistas do mundo. Ele, com muitos outros de igual estatura intelectual, chegaram à conclusão de que todos os argumentos do passado, no sentido de que a ciência havia abolido Deus, são falsos. Um dos grandes escritores da América disse que, em vez de a ciência abolir Deus, a ciência agora está praticamente abolindo o ateísmo.

A atitude atual dos maiores cientistas foi expressa recentemente pelo Dr.

Joseph W. Barker, presidente e diretor da Research Corporation of America, e antigo Reitor da Escola de Engenharia da Universidade de Columbia. Ele explicou que os cientistas do século dezenove foram enganados por certas de suas observações, e, como resultado, chegaram a conclusões definitivamente ateístas. "Mas agora," disse o Dr. Barker, "até mesmo o materialista mais pragmático, diante do conhecimento científico atual, é levado à conclusão inevitável de que os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento mostra as obras das suas mãos."

As palavras finais do Dr. Barker naquela ocasião foram estas: "Assim como os filhos de Israel renunciaram à adoração do bezerro de ouro e retornaram à fé em Jeová, também nós renunciamos ao materialismo mecanicista grosseiro e retornamos à fé em Deus, da qual cantou o Salmista de outrora: 'A terra é do Senhor, e a sua plenitude.' "

Já passou o dia, meus jovens irmãos, em que devemos deixar nossa fé ser abalada pelos pseudo-ensinamentos de certos homens.

Já passou o dia em que precisamos duvidar de que Deus vive. As grandes mentes do mundo hoje ensinam que há um Deus. Ele vive de fato. Ensinam que ele é um grande matemático. Ensinam que ele é o Criador do universo, e dizem que esta grande Divindade que fez o universo deve ser uma pessoa, porque veem propósito em toda a criação, e não se pode ter propósito sem uma pessoa. Portanto, dizem, Deus, o Criador, é uma pessoa.

Mas nós não tiramos nossa fé da ciência, não é mesmo? Recebemos nossa fé em Deus pela revelação, e nós que agora vivemos, nas palavras do Presidente James, que fez a oração de abertura, bem podemos ser gratos por vivermos agora, porque Deus apareceu em tempos modernos, nos Estados Unidos modernos da América.

Ele apareceu a homens modernos, e homens modernos o viram, viram seu rosto e sua figura, e escreveram descrições dele. Falaram com ele face a face. São testemunhas competentes.

Não precisa haver dúvida alguma na mente de ninguém agora quanto a Deus. Ele vive. Ele esteve nos Estados Unidos em tempos modernos, e essas testemunhas competentes vos deixam o seu testemunho, e nós vos deixamos o nosso testemunho de que sabemos que ele vive, porque foi visto e ouvido na América, nestes, os últimos dias.

Somos filhos dele, e por sermos filhos dele podemos tornar-nos como ele. Por sermos filhos dele, ele nos levantou nesta época da história do mundo para realizar uma obra específica, e o cumprimento dessa obra é o grande destino para o qual vós e eu nascemos.

Fomos colocados na terra agora para cumprir esse destino. Nosso destino é que, como seus servos, preparemos o caminho para a sua vinda em glória no futuro, não muito distante.

Estais dispostos, jovens, a aceitar esse destino? Estais dispostos a viver de tal maneira que possais cumprir esse destino?

Ireis captar a imagem de vossa própria identidade e saber que sois filhos de Deus, e que não sois descendentes de algum macaco ou algum símio, mas que sois, na verdade, descendentes de Deus Todo-Poderoso no Alto, e que sois da raça da divindade?

Estais dispostos a aceitar essa doutrina? Não é muito melhor aceitar a doutrina de que sois filhos de Deus do que a de que sois descendentes de alguma forma inferior de vida, nem sequer tão elevada quanto vós?

Sim, temos nosso destino, e o destino é divino. É que vós e eu devemos viver e trabalhar neste Reino, e, como seus servos, cumprir a grande obra que ele nos deu. Nascemos com um propósito. Devemos cumprir esse propósito.

Mas, às vezes, permitimos que outras coisas interfiram em nosso destino. Estais dispostos a permitir que algo interfira no vosso? Estais dispostos a permitir que o egoísmo, a conveniência, ou a chamada popularidade interfiram? Estais dispostos a abrir mão de vosso direito de cumprir um grande destino divino porque quereis ser populares com determinado grupo na escola, ou porque quereis causar impressão, porque quereis fazer uma "exibição para a plateia"? Vale a pena uma "exibição para a plateia" pela perda de vosso direito de primogenitura?

Vale a pena a popularidade com um grupo questionável?

Esta discussão do Sr. Hoover, à qual me referi, foi muito interessante.

Ele disse que existem dois grandes inimigos da América hoje. São inimigos gêmeos, disse ele. Um é o Comunismo. O outro é o crime. Disse que ambos brotam da irreligiosidade. Assim como o Comunismo é uma ameaça à América, também o é o crime. Mas ambos crescem a partir da irreligiosidade. O Sr. Hoover apelou a todos os americanos para que restaurassem sua fé em Deus como salvaguarda para nossa nação. Ele efetivamente nos deu um aviso de que ou a fé de nossos pais triunfará, ou este país será dominado e controlado pelo Comunismo, ou pelo crime, ou por ambos.

Ora, jovens, o Comunismo vos parece muito remoto, não é mesmo?

E o mesmo se dá com o crime. Eu sei disso. Mas, nestas últimas semanas, não trouxe o Sr. Khrushchev o Comunismo bem para perto de vós? Não vedes nele um antagonista pessoal, vosso próprio antagonista pessoal? Não gostaria ele de vos destruir, se pudesse? Não gostaria ele de vos escravizar? O Comunismo vos parece de fato remoto, mas lembrai-vos de que pode chegar terrivelmente perto. Com uma só palavra de Khrushchev, ele poderia lançar-vos à guerra.

Deveis dar-lhe consideração.

Não podeis ignorá-lo. Ele é mais do que um nome nas notícias do mundo.

E o crime parece bastante remoto para a maioria de vós. Por que falamos sobre o crime? Falamos sobre ele porque o crime, como o Comunismo e muitas outras coisas, começa com pequenas coisas. Cada pequena coisa errada que fazeis pode levar a uma tendência criminosa. Pode parecer muito pequena a princípio. Pode ser colar na escola. Pode ser mentir para vossos pais. Pode ser que tomeis alguma propriedade que não vos pertence.

Pode ser que saiais para uma festa de carícias íntimas impróprias. Pode ser algo tão terrível quanto roubar a virtude de alguma moça encantadora. Isso é crime?

Gostaria que soubésseis que, no que me diz respeito, penso que é pior roubar a virtude de uma moça do que roubar um banco. O crime — como começa? Ireis deixar que essas coisas — uma mentira aqui, uma festa de carícias impróprias ali — interfiram no grande destino que tendes? Ireis deixar que vossa conveniência pessoal, agora, interfira em todo o vosso plano de vida para o futuro?

Ou estais dispostos a sentar-vos e planejar vossa vida? Se não planejardes, fracassareis.

Alguém já disse certa vez que deixar de se preparar é preparar-se para fracassar. Isso é verdade quanto aos nossos estudos, é verdade quanto ao nosso trabalho, é verdade quanto aos nossos namoros, é verdade quanto a toda fase de nossas vidas.

Jovens, como filhos de Deus, ireis planejar para o sucesso? Não precisais ter medo das condições do mundo, porque, se fordes verdadeiros e fiéis, Deus vos protegerá, e ele vos abençoará.

Permiti-me ler-vos uma das grandes promessas que o Senhor deu. Deposito muita confiança nesta promessa.

Encontra-se no último capítulo de Primeiro Néfi. É por isso que digo que não temo demasiadamente as condições do mundo.

Se fizermos nossa parte, e se cumprirmos nosso destino, alcançaremos exatamente o que o Senhor tem para nós, e seremos protegidos ao fazê-lo. Gostaria que soubésseis que, nestes, os últimos dias, o Senhor predisse que haveria dois movimentos simultâneos. Um desses movimentos é a grande tribulação que virá sobre o mundo.

Os iníquos destruirão os iníquos.

O outro grande movimento, que avançará simultaneamente, é que uma pedra será cortada do monte sem auxílio de mãos, e ela rolará adiante e, com o tempo, encherá toda a terra. A Igreja à qual vós e eu pertencemos é essa pedra. Foi cortada do monte sem auxílio de mãos, e o destino de vós e o meu é ajudar a fazê-la rolar adiante.

Ora, supondes por um só momento que os julgamentos de Deus vão interferir no progresso de sua obra? Ele é coerente, não é mesmo?

Embora derrame suas tribulações sobre os iníquos, ele, contudo, levará adiante sua obra, e seu povo, sob proteção divina, fará rolar aquela pedra até que, com o tempo, encha toda a terra.

E assim diz o Livro de Mórmon:

"Pois aproxima-se o dia em que a plenitude da ira de Deus será derramada sobre todos os filhos dos homens; porque ele não permitirá que os iníquos destruam os justos.

"Portanto, ele preservará os justos pelo seu poder, mesmo que venha a plenitude de sua ira e os justos tenham de ser preservados com a destruição dos seus inimigos pelo fogo. Os justos, portanto, não precisam temer, porque assim diz o profeta: Eles serão salvos, ainda que seja por fogo." (1 Néfi 22:16-17.) Eu creio nisso. Em meio a todas estas tribulações, Deus enviará fogo do céu, se necessário, para destruir nossos inimigos enquanto levamos adiante nossa obra e empurramos aquela pedra até que encha toda a terra!

Vosso destino é fazer exatamente isso, e este é o tipo de proteção que tereis. Não precisais temer as condições do mundo. Não precisais temer ninguém. Apenas servi ao Senhor e guardai seus mandamentos e edificai o Reino, e, ao fazê-lo, sereis protegidos nestes últimos dias. Deus terá sua mão sobre vós, e podeis planejar vossas vidas com confiança. Cada um de vós pode planejar uma vida maravilhosa, um sucesso maravilhoso, mas deveis planejar.

Ora, para que devemos planejar? Devemos planejar permanecer com a Igreja primeiro, por último, e sempre. Planejaremos compreender as doutrinas da Igreja e os procedimentos da Igreja, para que compreendamos nosso verdadeiro destino.

Estudaremos o evangelho e nos manteremos informados. Não podemos deixar-nos na escuridão ou na ignorância quanto à nossa principal incumbência na vida. Planejaremos também ir à escola e aproveitar ao máximo nossas oportunidades educacionais, mas não permitiremos que teorias mundanas perturbem nossa fé.

Nos dedicaremos a viver uma vida limpa. Nunca permitiremos que o pecado nos desqualifique para o nosso destino.

Escolheremos bons amigos, limpos e fiéis como nós mesmos. Eles nos ajudarão a caminhar rumo ao nosso destino. Nós lhes seremos de ajuda. Consideraremos um passo dos mais importantes no cumprimento de nosso destino a aceitação de uma missão de tempo integral para a Igreja, e, tendo essa aceitação em vista, planejaremos para ela ao longo dos anos. Uma missão é indispensável no planejamento de nossas vidas. Não devemos, em momento algum, permitir que atos impróprios interfiram nesse planejamento. Será nosso primeiro grande passo para ajudar a edificar o Reino de Deus.

Planejaremos um casamento no templo.

Jamais poderemos cumprir nosso destino sem ele. Isso significa que namoraremos moças SUD — moças tão limpas quanto nós mesmos, tão cheias de fé quanto nós mesmos. Jamais deixaremos que nossos hábitos de namoro coloquem qualquer obstáculo em nosso caminho, ao avançarmos pela estrada do destino. Seremos honestos com todas as demais pessoas. Seremos honestos conosco mesmos e jamais tentaremos enganar a nós mesmos, pensando que podemos escapar impunes do mal e ainda assim conseguir passar de ano, se me permitis essa expressão coloquial.

Seremos verdadeiros. Seremos verdadeiros para com nossos entes queridos, verdadeiros para com nosso país, verdadeiros para com nós mesmos, e verdadeiros para com nosso Deus. Viveremos à altura do melhor que há em nós. Viveremos à altura de nossa confiança em Deus e da confiança que ele deposita em nós, pois sabemos que ele vive. Sabemos que ele é nosso Pai. Sabemos que podemos tornar-nos como ele. Sabemos que o Sacerdócio que recebemos é autoridade para sermos seus servos nestes, os últimos dias, para ajudar a edificar o Reino, para fortalecer outros, e para nos prepararmos para a Segunda Vinda de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo.

Jovens, sois um povo de destino. Não nascestes para fracassar.

Nascestes para ter sucesso. Nascestes para realizar aqui e agora uma grande obra. Não nascestes para serdes cegados pelos sofismas dos homens. Nascestes para serdes brilhantes e inteligentes e terdes os olhos abertos, lembrando-vos de que, assim como a glória de Deus é inteligência, também o é a glória de cada um de nós. É inteligente crer em Deus. É inteligente servi-lo. É inteligente declarar nossa lealdade a ele. É inteligente assumir sobre nós a responsabilidade e avançar na grande incumbência que ele nos deu.

Sede honestos convosco mesmos. Vivei à altura do melhor que há em vós. Não vendais vosso direito de primogenitura por um prato de lentilhas.

Sede fiéis à fé, e Deus vos será fiel, seja qual for o futuro que vos aguarda.

Este é o meu testemunho a vós, em nome do Senhor Jesus Cristo. Amém.

Como citar este discursoMark E. Petersen, “Estou Muito Grato, Meus Irmãos, Por...”, 1960 October General Conference, General Priesthood Meeting (1960-10-08). Pulpit Vault, 1960-10-petersen-i-am-very-grateful-my-brethren-for. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).