O Sacerdócio e a Causa Missionária
Henry D. Moyle
Irmãos, este é um grande privilégio e, na verdade, uma grande responsabilidade. Peço, muito humilde e sinceramente, um interesse em vossa fé e orações. ¶
Victor Hugo escreveu certa vez: "Não há nada no mundo tão poderoso quanto uma ideia cujo tempo chegou." Digo que chegou a hora de agir. O fundamento para uma nova era no proselitismo em todo o mundo vem sendo lançado há muitos anos. Esta obra envolve a todos nós — o sacerdócio, as organizações auxiliares e os membros recém-convertidos. Por meio de ação unida, o evangelho revelado de Jesus Cristo pode ser apresentado ao mundo. ¶
Estamos, de fato, preparando-nos para a Segunda Vinda de Cristo. Esta é a Dispensação da Plenitude dos Tempos. ¶
Temos a tarefa de representar nosso Pai Celestial nesta preparação. Temos, como ferramentas, tudo o que veio antes, em todas as gerações do tempo, incluindo a revelação dada a Enos. (Enos 10.) Na Seção 27 de Doutrina e Convênios lemos, falando do sacerdócio da Igreja, o que o Senhor disse: ¶
"A quem confiei as chaves de meu reino e uma dispensação do evangelho para os últimos tempos; e para a plenitude dos tempos, quando reunirei em uma todas as coisas, tanto as que estão no céu como as que estão na Terra;" (D&C 27:13.) E na 124ª Seção lemos: ¶
"Pois digno-me revelar à minha igreja coisas que têm sido mantidas ocultas desde antes da fundação do mundo, coisas pertinentes à dispensação da plenitude dos tempos." (D&C 124:41.) O Presidente John Taylor disse certa vez: "Onde não está o Reino de Deus, não há nada." Permiti-me parafrasear esta declaração de Victor Hugo, que li no início: "Não há nada no mundo tão poderoso quanto a verdade cujo tempo chegou," e é exatamente essa a posição em que nos encontramos na Igreja hoje. Não sei onde poderíamos encontrar uma descrição mais maravilhosa do mundo de hoje e da necessidade da obra e do poder, da lealdade e da devoção do sacerdócio, do que na 84ª Seção de Doutrina e Convênios: ¶
"E o mundo todo se acha em pecado e geme sob as trevas e sob o jugo do pecado. ¶
"E por isto podereis saber que estão sob o jugo do pecado, porque eles não vêm a mim. ¶
"Porque aquele que não vem a mim está sob o jugo do pecado. ¶
"E quem não recebe a minha voz não conhece a minha voz, e não é meu. ¶
"E por isto podeis discernir os justos dos iníquos e saber que, neste momento, o mundo todo geme sob o pecado e as trevas." (D&C 84:49-53.) É nossa responsabilidade, como irmãos que possuímos o sacerdócio de Deus, trazer luz, conhecimento e entendimento à vida das pessoas que assim vivem nas trevas. Eles são, literalmente, nossos irmãos e irmãs, os filhos de nosso Pai Celestial. E, de modo especial, nossa tarefa não é apenas conclamar o mundo ao arrependimento, mas buscar aqueles que se esforçam em busca de luz, de conhecimento e de entendimento, e dar-lhes o evangelho de Jesus Cristo, e instilar em seus corações a coragem de aceitá-lo e de lhe prestar obediência. ¶
Este pensamento me ocorreu: que, no próprio ato de conclamar ao arrependimento aqueles que estão nas trevas, podemos realizar um serviço que não se completará inteiramente na mortalidade. Penso que esta citação da 76ª Seção de Doutrina e Convênios explica claramente o que quero dizer. ¶
"E também aqueles que são os espíritos de homens mantidos na prisão, a quem o Filho visitou e pregou o evangelho para que fossem julgados segundo os homens na carne; "Os que não receberam o testemunho de Jesus na carne, mas receberam-no depois. ¶
"Estes são os homens honrados da Terra, que foram cegados pela astúcia dos homens. ¶
"Estes são os que recebem de sua glória, mas não de sua plenitude." (D&C 76:73-76.) Lembro-me de que o Presidente Ivins certa vez pregou o evangelho a um homem muito bom — bom à sua maneira — e ouvi esse bom homem dizer mais de uma vez, antes de falecer, que o Presidente Ivins o havia convertido a todos os princípios da Igreja, exceto um — o princípio do dízimo. Não fosse por esse princípio, ele teria se filiado à Igreja. Creio que ele foi um daqueles que não receberam o testemunho de Jesus na carne. Ele era um homem honrado, mas foi cegado pela astúcia, e poderia acrescentar, pelo orgulho dos homens. ¶
E assim, ao realizarmos nossa obra missionária entre os vivos, há pelo menos a possibilidade de que possamos facilitar, para aqueles que passaram para o Mundo Espiritual, a aceitação dos benefícios daquilo que fazemos por eles vicariamente nos templos do Senhor, ao passo que, sem essa experiência, talvez não fosse o caso. Assim, não precisamos nos desesperar sempre que nem todo contato que fazemos seja imediatamente bem-sucedido, mas certamente temos mais uma razão para utilizar toda oportunidade e todo recurso que temos para testificar do testemunho que trazemos em nosso coração de que Deus vive, de que Jesus é o Cristo, e de que o evangelho de Jesus Cristo, em sua pureza, foi novamente restaurado à Terra por intermédio do Profeta Joseph Smith. ¶
Lemos na Pérola de Grande Valor, no Livro de Abraão: "E assim os provaremos para ver se farão todas as coisas que o Senhor seu Deus lhes ordenar;" (Abraão 3:25.) Se fizermos isso nesta vida, então, diz o apóstolo João, Ele nos dará poder para nos tornarmos filhos de Deus, sim, a todos os que creem em seu nome. E este pensamento, contido no evangelho de João, é repetido em Doutrina e Convênios, na 39ª Seção: ¶
"Mas a todos os que me receberam dei poder para tornarem-se meus filhos; e também, a todos os que me receberem darei poder para tornarem-se meus filhos. ¶
"E em verdade, em verdade eu te digo: Aquele que recebe o meu evangelho, a mim me recebe; e o que não recebe o meu evangelho, não me recebe a mim. ¶
"E este é o meu evangelho: Arrependimento e batismo na água; e depois o batismo do fogo e do Espírito Santo, sim, o Consolador, o qual manifesta todas as coisas e ensina as coisas pacíficas do reino." (D&C 39:4-6.) O Profeta Joseph Smith, em certa ocasião, disse: "Agora darei meu testemunho. Não me importo com homem algum. Falo ousada e fielmente, e com autoridade. Como está o Reino de Deus? Onde começou o Reino de Deus? Onde não há o Reino de Deus, não há salvação. O que constitui o Reino de Deus? Onde há um profeta, um sacerdote, ou um homem justo a quem Deus dá seus oráculos, ali está o Reino de Deus, e onde não estão os oráculos de Deus, ali não está o Reino de Deus." ¶
Em Doutrina e Convênios, na 5ª Seção, lemos: "E o testemunho delas também irá condenar esta geração, se contra elas endurecer o coração; "Porque haverá um flagelo assolador entre os habitantes da Terra e continuará a derramar-se de tempos em tempos, se eles não se arrependerem, até que a Terra fique vazia e seus habitantes sejam consumidos e totalmente destruídos pelo resplendor da minha vinda." (D&C 5:18-19.) Ora, a execução de nosso dever é conclamar o mundo ao arrependimento, e, para fazê-lo eficazmente, devemos seguir um plano. ¶
Nosso procedimento atual em todas as missões do mundo e nas estacas é inspirado. Ele nos chega como resultado de cento e trinta anos de trabalho inspirado, e não deve ser posto de lado, mudado ou alterado levianamente por ninguém. Suplicamos-vos, meus irmãos, que, em todo o vosso trabalho na Igreja que tenha a mais remota relação com a obra missionária, procureis aprender e compreender, e depois ensinar o plano que tem a aprovação das Autoridades Gerais da Igreja para uso em todo o mundo na pregação deste precioso evangelho, a fim de que cada minuto, cada hora de serviço dedicado da parte de nosso sacerdócio possa render o máximo fruto. ¶
Agora, por um momento, gostaria de discutir algumas das fases deste programa, que pode trazer tão maravilhosas bênçãos à vida dos homens, uma promessa de que seremos salvos e exaltados no Reino de nosso Pai Celestial como filhos seus. Temos a promessa adicional de que, passo a passo, por meio de nossa fidelidade, podemos receber todas as bênçãos que o Senhor reservou para aqueles que o servem. ¶
Antes de tudo, gostaria de dizer, sem qualquer ambiguidade, que a pregação do evangelho é obrigação do sacerdócio. É uma dessas obrigações primárias. Todo homem que possui o sacerdócio pode se considerar parte desta obra. Ele preenche os requisitos de nossa Quinta Regra de Fé, pois tem o poder e a autoridade que lhe foram dados pela imposição de mãos daqueles que têm autoridade para pregar o evangelho e administrar as suas ordenanças. Quando nos esquivamos ou nos furtamos a essa responsabilidade, não fazemos justiça a nós mesmos, e certamente nos privamos das bênçãos que deveríamos estimar acima da própria vida. ¶
Em toda atividade da Igreja, não há razão para que não tenhamos sempre em mente o fato de que o Senhor nos disse que "esta é minha obra e minha glória: levar a efeito a imortalidade e vida eterna do homem." ¶
Não podemos realizar isso se não abrirmos os lábios e nos esforçarmos para dar aquele testemunho com que o Senhor nos abençoou. ¶
Há uma dupla bênção que acompanha todo esforço missionário, direto e indireto. Primeiro, uma bênção para aquele que prega o evangelho, e segundo, para aquele que ouve e é tocado e convertido por isso. Nada fortalece mais os homens em seu sacerdócio, nada desenvolve mais o poder do sacerdócio dentro deles, do que exercer o sacerdócio em favor de outros. ¶
Devemos estar atentos a toda oportunidade. Temos alguns métodos indiretos, assim como métodos diretos. Temos um grande programa, que vem se espalhando rapidamente pela Igreja, e que deve ser incentivado a cada oportunidade, de compartilhar o evangelho com outros. Às vezes o chamamos de programa de "indicações". É, na verdade, um programa de compartilhar o evangelho, e, quando as circunstâncias forem tais que não possais realizar esse propósito sozinhos, basta utilizar um destes cartões, que temos o prazer de fornecer-vos em toda a Igreja, para nos dar os dados pelos quais possamos enviar nossos missionários — aqueles diretamente engajados nesta obra — para visitarem vossos amigos e conhecidos, e para complementar e ampliar o trabalho que começastes. ¶
Não basta enviar apenas este cartão. Façamos uso de nossos próprios lares. O que há de mais maravilhoso do que convidar um vizinho e sua família a nosso lar, e ter nossa própria família se juntando a eles para ouvir estas lições, tão habilmente ministradas pelos missionários. Ensinai o evangelho à vossa família da maneira mais direta, assim como dai a vossos amigos o conhecimento do evangelho. Isso vos trará satisfação e vos dará a sensação de haverdes cumprido, em grande medida, vosso dever para com estes amigos e vizinhos, que, de outro modo, poderiam viver e morrer em nosso meio sem o benefício de terem ouvido o evangelho. ¶
Permiti-me dizer que o Senhor, em sua sabedoria, tenho certeza, trouxe estas multidões de pessoas à nossa porta. Muitas vezes temos uma pessoa receptiva bem ao lado, em nosso vizinho. É tão importante, senão mais, abençoá-lo quanto sair pelo mundo em busca de alguém que o Senhor talvez não tenha preparado especialmente para esta mensagem. Penso que devemos fortalecer em nós o sentimento de que as pessoas que vêm ao nosso meio não vieram cegamente. Elas talvez não saibam por quê, mas tenho certeza de que nosso Pai Celestial teve um propósito ao dirigir suas vidas para o nosso meio. Jamais devemos deixar que uma delas venha e vá embora sem ouvir, de maneira eficaz, nossa mensagem. ¶
Fomos informados de que, em uma missão, 40 por cento destas indicações resultam em batismos, ao passo que, nessa mesma missão, apenas três por cento dos contatados diretamente por visitas de porta em porta se convertem. Temos hoje pouco mais de 6.000 missionários na Igreja, e, irmãos, precisamos de 12.000. Não me satisfaria com 10.000, pois tenho certeza de que a Igreja precisa de 12.000, e o Senhor espera que produzamos. Creio que este é nosso desafio hoje. ¶
O Presidente McKay tem em mente que outras missões devem ser abertas em outras partes do mundo onde temos feito pouca ou nenhuma obra missionária. Há tremendos campos de oportunidade, mas não temos hoje missionários suficientes para prover adequadamente as missões já organizadas. ¶
Um presidente de missão, esta semana, em nossas conferências com eles, disse que lhe faltavam 30 missionários, e outros precisam de números comparáveis. ¶
É nosso sentimento, irmãos, que toda organização auxiliar da Igreja deveria, pelo menos por ora, pôr de lado muitos outros objetivos, e concentrar-se, em seu trabalho auxiliar, em despertar em nosso povo, particularmente em nossos pais, o desejo de que seus filhos e filhas sirvam em missões. As organizações auxiliares não podem fazer isso sozinhas. Elas precisam da ajuda do lar. ¶
Disse à conferência da Primária, na sexta-feira, que penso que seu lema deveria ser: "Todo membro batizado aos oito anos, e missionário aos vinte." Ora, hoje não estamos conseguindo mais do que um em cada quatro, 25 por cento. Precisamos de 50 por cento. Deveríamos ter cem por cento. Mas, para conseguir estes 12.000, precisamos de 50 por cento dos jovens ao completarem 20 anos de idade, e não 25 por cento. ¶
Esta responsabilidade recai diretamente sobre todo lar, todo pai, toda mãe, todo bispo, e digo, toda organização auxiliar. Nenhuma das organizações auxiliares da Igreja, nenhum dos quóruns do sacerdócio da Igreja, pode sentir que cumpriu seu propósito, a menos que consigamos treinar e inspirar nossa juventude de tal modo que atenda a estes chamados missionários. ¶
Temos outra necessidade para a obra missionária. Convocamos os quóruns de sumos sacerdotes da Igreja à ação, e eles realizaram um trabalho maravilhoso, mas apenas arranharam a superfície. ¶
Desde 1957, distribuíram 114.000 exemplares do Livro de Mórmon, e venderam 56.000, totalizando 170.000 exemplares do Livro de Mórmon. ¶
Pedimos a todo bispo e a todo presidente de quórum de sumos sacerdotes que, caso ainda não tenha em seu arquivo o memorando de 25 de maio de 1956, enviado pelo Comitê do Irmão Spencer W. Kimball sobre a distribuição do Livro de Mórmon, por favor obtenha uma cópia. ¶
Das reuniões que realizamos esta semana com estes maravilhosamente inspirados presidentes de missão, aprendemos que é duplamente eficaz distribuir exemplares marcados do Livro de Mórmon. O Irmão Kimball está pronto para vos dar a lista de passagens que devem ser marcadas. Ele sugere, com a aprovação do Comitê Missionário, que seria um empreendimento maravilhoso para o Sacerdócio Aarônico Sênior, sob a direção dos quóruns de sumos sacerdotes, marcar assim o Livro de Mórmon. ¶
Vedes o que isso faria? Eles não poderiam marcar muitos exemplares sem lerem, eles próprios, as passagens marcadas. Também é prática, em algumas de nossas missões, ter conversos recém-batizados prestando este serviço, assegurando, assim, sua familiaridade com estas maravilhosas passagens de escritura contidas no Livro de Mórmon. ¶
Assim, digo, irmãos, aceleremos este programa, e, por intermédio dos quóruns de sumos sacerdotes, redobremos estas vendas, e façamo-lo, mais uma vez, em conformidade com este programa inspirado que veio a estes irmãos inspirados, e não procuremos desviar-nos demasiadamente do programa. Enquanto formos tão longe quanto o programa vai, vos incentivaremos a ir ainda mais longe, conforme vossa sabedoria e inspiração vos guiarem, mas não parai aquém daquilo que constatamos ser tão eficaz para os que seguiram o plano de apresentar o evangelho fielmente. ¶
Ora, o próximo e último assunto que gostaria de trazer à vossa atenção, com relação a esta obra missionária, é a integração fraternal dos conversos. Uma coisa é converter até o ponto do batismo. ¶
Não esperamos que todo converso tenha um conhecimento e entendimento perfeitos do evangelho no momento do batismo. ¶
Precisam apenas ter recebido, em seu coração, o testemunho de que a mensagem que ouviram é verdadeira. ¶
Estão preparados, ainda que seja apenas por aquele momento, para deixar de lado as coisas do mundo e se humilharem, para serem batizados nas águas do batismo, e para receberem o dom do Espírito Santo por meio da imposição de mãos. ¶
Podem, assim, receber uma força e um poder adicionais, para ajudá-los a cumprir os convênios que fazem com o Senhor nas águas do batismo. Tenho certeza de que o Senhor pretende que estejamos bem ali, prontos — cada um de nós — para lhes dar uma mão amiga, e para lhes ensinar, dia após dia, os princípios do evangelho, a fim de que cresçam em força, em conhecimento e em entendimento. ¶
Temos áreas na Igreja onde grande número de pessoas está sendo batizado, e, ao mesmo tempo, 80 por cento ou mais delas permanecem fiéis à Igreja ano após ano. É esse 20, ou esse 30 por cento, que, de um modo ou de outro, negligenciamos. Deixamos de agir corretamente bem no momento certo. Às vezes há uma pequena dificuldade, ou um pequeno hiato de tempo, entre o batismo pelos missionários de tempo integral, de um lado, e a integração desses conversos na ala ou estaca em que vivem, de outro. Somos todos uma só Igreja. Não estamos preocupados com estatísticas nem com quem recebe o crédito por um batismo. O que nos preocupa é que, quando uma pessoa é batizada e aceita na Igreja, nós a acolhamos fraternalmente de todo o coração, e vejamos que lhe seja dada toda oportunidade de progredir. ¶
Aqui, novamente, temos uma oportunidade individual de serviço — uma oportunidade de convocar outros a um serviço simples — de modo que todo converso possa ter não apenas algum indivíduo ou comitê específico à disposição para cuidar de suas necessidades, mas que todo membro da ala faça questão de acolhê-lo fraternalmente na capela; de visitá-lo e conhecê-lo na comunidade; e de incentivá-lo, de inúmeras maneiras, a fazer o que devemos fazer. ¶
É maravilhoso, meus irmãos, ter a oportunidade de trabalhar a serviço do Senhor. Penso que, às vezes, é ainda mais maravilhoso pensar que todo homem digno na Igreja tem a mesma oportunidade de servir. ¶
Não faz diferença se estais trabalhando na ala ou como Autoridade Geral; estais no mesmo serviço. ¶
Aqueles de vós que possuís o Sacerdócio Maior possuís o mesmo sacerdócio, e aqueles de vós, irmãos, que sois portadores do Sacerdócio Aarônico, podeis em breve possuir o Sacerdócio de Melquisedeque, se assim o desejardes e viverdes por isso. ¶
Que Deus nos abençoe para que vivamos, dia após dia, de tal maneira que sejamos dignos de ser seus porta-vozes ao declarar o evangelho de Jesus Cristo, tal como foi restaurado nestes últimos dias por meio do Profeta Joseph Smith, oro humildemente em nome do Senhor Jesus Cristo. Amém. ¶