Pulpit

O Padrão do Chamado, da Designação e da Bênção

Spencer W. Kimball

1958 October General Conference·Second Day Morning Meeting·1958-10-11

Meus irmãos e irmãs: Estar presente a esta conferência é um grande privilégio.

Este histórico tabernáculo, lotado, em sua maioria de líderes da Igreja, é uma evidência do crescimento espetacular da Igreja. Toda semana há muitas mudanças de liderança em estacas, alas, ramos e missões. Boas pessoas são desobrigadas e outras são sustentadas em seus lugares, às vezes por causa de morte ou mudança, muitas vezes para aliviar os que estão doentes ou cansados; frequentemente para dar a outros a oportunidade de servir. Isso vem acontecendo desde o princípio dos tempos, e o programa do Senhor não variou muito ao longo dos séculos.

Dois membros das Autoridades Gerais visitam uma conferência de estaca e retornam tendo empossado um bom homem para substituir outro que serviu bem e deu uma notável contribuição.

O processo segue um padrão bastante definido:

Primeiro: a necessidade do novo líder; segundo: o líder é escolhido por meio do processo de eliminação, por profecia e revelação; terceiro: o recém-escolhido é oficialmente chamado por alguém de autoridade inquestionável; quarto: ele é apresentado a uma assembleia constituinte do povo; e quinto: ele é ordenado ou designado pela imposição de mãos por aqueles que são plenamente autorizados.

E isso está de acordo com nossa quinta Regra de Fé:

"Cremos que um homem deve ser chamado por Deus, por profecia, e pela imposição de mãos, por quem possua autoridade, para pregar o Evangelho e administrar as suas ordenanças."

Hoje participastes desse padrão estabelecido do chamado para o alto serviço. Tomastes parte num procedimento significativo. Vistes o preenchimento de uma vaga em posições elevadas.

Há algumas semanas, o Élder Clifford E. Young, Assistente do Quórum dos Doze Apóstolos, faleceu após um período de serviço glorioso e repleto de acontecimentos. Todos sentimos sua falta. Todos o amávamos. Sua contribuição foi monumental. Agora vem o preenchimento da vaga, e estais vendo as revelações do Senhor se manifestarem.

Os mesmos passos indicados acima são seguidos:

Primeiro: a morte do Élder Young deixou vaga uma posição que precisava ser preenchida; segundo: por meio de um processo seguido pelo Presidente da Igreja, cuja autoridade é inquestionável, o Élder Critchlow foi escolhido por profecia e pelas revelações do Senhor; terceiro: o profeta chamou oficialmente este bom homem para o serviço; quarto: vós, a assembleia constituinte da Igreja, com plena autoridade para agir em nome da Igreja, aprovastes a escolha; e quinto: logo após a conferência, o Élder Critchlow será oficialmente designado para sua nova responsabilidade pelo próprio profeta, ou sob sua direção.

É interessante notar que, mesmo em tempos antigos, procedimento muito semelhante era seguido. Infelizmente, nem todos os passos foram sempre registrados, mas há considerável evidência de que foram tomados. A "unção" dos tempos antigos parece ter sido bastante semelhante e estreitamente associada à designação de hoje, com a bênção que a acompanha.

Os primeiros apóstolos foram chamados pelo Senhor: "Vinde após mim", disse ele, "e eu vos farei pescadores de homens." Isso foi mais do que uma declaração casual. Foi um chamado definido.

"Então eles, deixando logo as redes, seguiram-no." (Ver Mat. 4:19-20.) "Porque os ensinava como tendo autoridade." (Ibid., 7:29.) "E chamando os seus doze discípulos, deu-lhes poder. . . ."

(Ibid., 10:1.) Isso incluía sua comissão para pregar e realizar ordenanças. Incluía a designação, a incumbência, a bênção. A promessa dada a esses líderes foi das mais espetaculares. Plena autoridade lhes foi dada, como disse o Redentor: "Quem vos recebe, a mim me recebe." (Ibid., 10:40.) "É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto, ide . . . ensinai todas as nações . . .

ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado." (Ibid., 28:18-20.) Esse mesmo procedimento deve ter sido seguido no preenchimento da vaga deixada pela morte de Judas. A necessidade de substituição foi explicada por Pedro:

"Começando desde o batismo de João até o dia em que dentre nós foi recebido em cima, um deles se faça conosco testemunha da sua ressurreição." (Atos 1:22.) Matias foi escolhido por meio de um processo de eliminação. Nosso registro é breve, mas parece que os apóstolos haviam eliminado todos os outros irmãos da Igreja até restarem os dois, e então pediram a revelação final de Deus:

"E apresentaram dois: José, chamado Barsabás . . . e Matias.

"E orando, disseram: Tu, Senhor, conhecedor do coração de todos, mostra qual destes dois escolheste, ". . . e caiu a sorte sobre Matias.

. . ." (Ibid., 1:23-26.) ". . . e foi contado com os onze apóstolos." (Idem, 26.) Em seguida, a voz do povo certamente foi manifestada, pois estavam reunidos em conferência.

E Matias associou-se aos apóstolos e prosseguiu em seu ministério.

O Apóstolo Paulo foi chamado ao apostolado. A revelação original do Senhor o enviou a um alto líder da Igreja para seu chamado, incumbência e autoridade. Ananias temia o novo líder por causa dos estragos que ele havia feito entre os santos, mas a revelação foi específica:

". . . Vai, porque este é para mim vaso escolhido, para levar o meu nome diante dos gentios, e dos reis e dos filhos de Israel:"

E aquele líder autorizado batizou Paulo e impôs as mãos sobre sua cabeça, por meio das quais veio o Espírito Santo, o chamado e a bênção. Sua designação produziu nele uma mudança notável.

Ao pregar nas sinagogas ". . . todos os que o ouviam estavam atônitos . . ." ". . . Saulo se fortalecia muito mais. . . ." (Ibid., 9:15, 21, 22.) Todo leitor da Bíblia está ciente do grande poder que veio sobre Paulo com seu chamado, incumbência e ordenação a seu posto apostólico.

O chamado de Barnabé e Saulo para uma obra específica foi notável. A revelação aos líderes da Igreja veio:

"Apartai-me Barnabé e Saulo para a obra a que os chamei." (Ibid., 13:2.) As autoridades presidentes então jejuaram e oraram na seleção e, feito o chamado, impuseram as mãos sobre os dois irmãos, designando-os para ir a Chipre e a outros lugares.

Mesmo entre os reis, o Senhor parece ter seguido o padrão. Parece que Saul, do Antigo Testamento, tornou-se rei de Israel dessa maneira. O povo veio a Samuel, rejeitando o antigo sistema de juízes. Exigiram um rei como o das nações idólatras vizinhas, e o Senhor cedeu à sua insistência:

"Ouve a voz do povo em tudo quanto te disserem: pois não te têm rejeitado a ti, antes a mim me têm rejeitado. . . ." (I Sam. 8:7.) "Porque o Senhor o revelara aos ouvidos de Samuel, um dia antes que Saul chegasse, dizendo: "Amanhã a estas horas te enviarei um homem da terra de Benjamim, e tu o ungirás. . . ." (Ibid., 9:15-16.) Em seguida, a pessoa foi especificada por revelação:

"E quando Samuel viu Saul, o Senhor lhe respondeu: Eis aqui o homem de quem já te falei. . . ." (Idem, 17.) Então veio o chamado oficial do profeta:

"E para quem é todo o desejo de Israel?

Porventura não é para ti? . . ." (Idem, 20.) ". . . falou com Saul no eirado." (Idem, 25.) "Samuel disse a Saul: Enviou-me o Senhor para ungir-te rei sobre Israel:" (Ibid., 15:1.) Ele colocou Saul à cabeceira do grupo, no lugar mais honroso, e deu-lhe a porção especial que fora reservada para ele. Ao seguirem seu caminho, Samuel disse:

". . . porém tu espera agora, e te farei ouvir a palavra de Deus."

(Ibid., 9:27.) Saul foi muito humilde ao aceitar, e disse:

". . . Porventura não sou eu filho de Benjamim, da menor das tribos de Israel? E a minha família, a menor de todas as famílias da tribo de Benjamim? Por que, pois, me falas com semelhantes palavras?" (Idem, 9:21.) Anos depois, quando Saul se tornara arrogante por causa dos anos de poder e força, Samuel o denunciou:

"Porventura, sendo tu pequeno aos teus olhos, não foste feito cabeça das tribos de Israel? E o Senhor te ungiu rei sobre Israel?" (Ibid., 15:17.) Agora vinha a designação e a bênção:

"Então tomou Samuel um vaso de azeite, e o derramou sobre a cabeça de [Saul], e o beijou, e disse: Porventura não te ungiu o Senhor por capitão sobre a sua herdade?" (Ibid., 10:1.) Com isso veio uma grande bênção que, como todas as bênçãos, é condicional à dignidade — uma bênção que permaneceu com Saul apenas enquanto ele se manteve justo.

A bênção continuava:

"E o Espírito do Senhor se apoderará de ti, e profetizarás com eles, e te tornarás um outro homem.

"E há de ser . . . que faças o que achar a tua mão; porque Deus é contigo." (Idem 6-7; itálico do autor.) "E sucedeu que, virando ele as costas para apartar-se de Samuel, Deus lhe mudou o coração em outro; e todos aqueles sinais aconteceram naquele mesmo dia.

"E chegando eles ao outeiro, eis que um grupo de profetas lhes saiu ao encontro; e o Espírito de Deus se apoderou dele, e profetizou no meio deles." (Idem 9-11; itálico do autor.) Uma mudança positiva veio sobre Saul.

A designação o transformou em outro homem e lhe deu outro coração.

Novos poderes vieram a ele imediatamente. Os que o conheciam ficaram atônitos com sua espiritualidade aumentada, sua sabedoria e discernimento recém-adquiridos, e sua maturidade e novos poderes recém-alcançados, e exclamaram em espanto:

O que aconteceu a Saul? Ele não é o mesmo! "O que é que sucedeu ao filho de Quis? Está também Saul entre os profetas?" (Idem 11.) Quem já não observou a transformação de uma pessoa recém-designada para uma alta responsabilidade? Quem já não viu homens já grandiosos alcançarem novos patamares de realização superior, fortalecidos pela autoridade, pelas chaves, pelo manto? E, inversamente, quem já não viu a perda de estatura, influência e poder depois que um grande líder entregou as rédeas da direção, e o manto da autoridade foi transferido para outros ombros? Isso não é imaginário, mas muito real.

Agora era dada ao povo a oportunidade de sustentar seu rei:

"Samuel convocou o povo . . . e disse ... Vedes já quem o Senhor elegeu? Pois em todo o povo não há nenhum semelhante a ele?

Então jubilou todo o povo, e disseram: Viva o rei!" (Idem 17-24.) Esta apresentação ao povo foi um elemento importante, semelhante ao que é especificado na revelação moderna:

"Os élderes devem receber suas licenças de outros élderes, pelo voto da igreja a que pertencem ou das conferências.

"Nenhuma pessoa deve ser ordenada para qualquer ofício nesta igreja, onde houver um ramo devidamente organizado, sem o voto daquela igreja." (D & C 20:63, 65.) Aparentemente, Saul escolheu outros homens fortes para sua corte, que provavelmente também foram designados, pois o registro afirma:

"E foi também Saul à sua casa, a Gibeá; e foram com ele, do exército, aqueles cujo coração Deus tocara." ( I Sam.

10:26; itálico do autor.) Agora que o novo líder havia sido escolhido, chamado, designado e sustentado por seu povo, com seus votos expressos em seu clamor: "Viva o rei", o jovem superior estava pronto para servir, e lhe foram prometidas as bênçãos do Senhor enquanto fosse digno; mas não muitos anos se passaram até que, por causa da iniquidade, ele perdeu suas bênçãos e seu reino. O mesmo profeta agora o repreendeu:

". . . Agiste nesciamente, e não guardaste o mandamento que o Senhor teu Deus te ordenou " {Ibid., 13:13.) Quando Saul desobedeceu repetidas vezes, o profeta disse:

". . . Não voltarei contigo; porquanto rejeitaste a palavra do Senhor, e o Senhor te rejeitou. . . ."

". . . O Senhor rasgou de ti hoje o reino de Israel, e o deu ao teu próximo, que é melhor do que tu."

". . . Samuel teve dó de Saul; e o Senhor se arrependeu de haver posto Saul como rei sobre Israel." (Ibid., 15:26, 28, 35.) De modo semelhante veio o chamado a Davi.

O Senhor revelou a Samuel:

"E convidarás Jessé ao sacrifício, e eu te farei saber o que hás de fazer:

e ungir-me-ás quem eu te disser." (Ibid., 16:3.) Jessé e seus filhos vieram a Belém.

Cada robusto homem apresentou-se diante dele, um a um, e o coração de Samuel se comoveu: "Certamente está diante de mim o ungido do Senhor."

(Idem) Mas a revelação do Senhor manifestou o contrário.

". . . Não atentes para a sua aparência, nem para a altura da sua estatura, porque o rejeitei; porque o Senhor não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração." (Idem 7.) E, à medida que cada um se apresentava diante dele, o espírito sussurrava: "Nem este o Senhor escolheu." (Idem 8.) "Manda trazê-lo [Davi]", disse o profeta, "porquanto não nos assentaremos até que ele venha aqui." (Ibid., 16:11.) E, por meio do processo de eliminação, Davi foi escolhido por revelação:

". . . Ora, ele era ruivo e formoso de semblante e de boa presença. E disse o Senhor: Levanta-te, e unge-o, porque é este mesmo." (Idem 12.) Agora, a designação:

"Então Samuel tomou o chifre do azeite, e ungiu-o no meio de seus irmãos; e desde aquele dia em diante o Espírito do Senhor se apoderou de Davi. . . ."

(Idem 13.) Passou-se algum tempo antes que o povo pudesse sustentá-lo, já que o perverso Saul ainda reinava.

"[Mas] Saul olhava Davi com suspeita desde aquele dia em diante." (Ibid., 18:9.) "E Saul viu e soube que o Senhor era com Davi." (Ver Idem 12.) "Davi se conduzia mais sabiamente do que todos os servos de Saul, de modo que seu nome era muito estimado." (Ver Idem 14.) E, por fim, quando Saul morreu:

". . . vieram os homens de Judá, e ungiram ali Davi rei sobre a casa de Judá." (II Sam. 2:4.) E depois:

". . . todos os anciãos de Israel vieram ao rei, a Hebrom; . . . e ungiram Davi rei sobre Israel." (Ibid., 5:3.) "E Davi ia cada vez mais aumentando e crescendo, porque o Senhor Deus dos Exércitos era com ele." (Idem 10.) E, novamente, no caso de Salomão, a unção foi enfatizada:

"E Zadoque, o sacerdote, tomou o chifre do azeite do tabernáculo, e ungiu Salomão; e tocaram a trombeta, e todo o povo disse: Viva o rei Salomão!" (I Reis 1:39.) E Salomão amava o Senhor, andando nos estatutos de Davi, seu pai, e recebeu esta bênção com sua designação:

"E deu Deus a Salomão sabedoria, e muitíssimo entendimento, e largueza de coração. . . .

"E era a sabedoria de Salomão maior do que a sabedoria de todos. . . ." (Ibid., 4:29, 30.) Novamente, no chamado de Josué, esses passos foram enfatizados: a necessidade, o chamado, a imposição de mãos com a bênção.

Houve a revelação quanto à necessidade, já que Moisés não poderia atravessar o Jordão e, percebendo isso, suplicou que um pastor fosse dado a Israel. O homem específico foi nomeado:

"Então disse o Senhor a Moisés: Toma para ti Josué, filho de Num, homem em quem há o espírito, e põe a tua mão sobre ele; "E apresenta-o . . . perante toda a congregação, e dá-lhe mandamentos aos olhos deles.

"E põe sobre ele parte da tua glória" (Núm. 27:18-20; itálico do autor.) "Manda, pois, a Josué, e fortalece-o, e conforta-o; porque ele passará adiante deste povo, e o fará possuir a terra que vires." (Deut. 3:28.) "E sobre ele pôs as suas mãos, e lhe deu mandamentos. . . ."

(Núm. 27:23.) E a bênção lhe deu poder e autoridade.

"E Josué, filho de Num, foi cheio do espírito de sabedoria, porquanto Moisés tinha posto sobre ele as suas mãos. . . ." (Deut.

34:9.) A designação é uma prática estabelecida na Igreja, e homens e mulheres são "designados" para responsabilidades especiais, em posições eclesiásticas, de quórum e auxiliares. Todos os missionários são designados, e é notável como muitos deles falam com frequência da autoridade de quem oficiou e das bênçãos prometidas e seu cumprimento.

Para algumas pessoas, a designação parece um ato meramente formal, enquanto outras a aguardam com ansiedade, absorvem cada palavra dela e permitem que suas vidas sejam elevadas por meio dela.

A designação pode ser tomada literalmente; é uma separação do pecado, do carnal; de tudo o que é grosseiro, baixo, vicioso, mesquinho ou vulgar; uma separação do mundo para um plano mais elevado de pensamento e atividade.

A bênção é condicional ao desempenho fiel.

Num hotel nas montanhas Pocono, na Pensilvânia, há muitos anos, aprendi uma importante lição quando o presidente do Rotary Internacional disse aos governadores distritais reunidos:

"Senhores: Este foi um grande ano para vós. As pessoas vos honraram, elogiaram, banquetearam, aplaudiram e deram presentes generosos. Se algum dia tiverdes a ideia equivocada de que faziam isso por vós pessoalmente, tentai voltar aos clubes no ano que vem, quando o manto estiver sobre outros ombros."

Isso me manteve de joelhos em meu santo chamado. Sempre que fui tentado a pensar que as honrarias vinham a mim, ao percorrer a Igreja, lembro-me de que não é a mim, mas à posição que ocupo, que as honrarias vêm. Não passo de um símbolo.

Alguém nos deu isto:

"Há um espírito que, se puder penetrar nos homens, os fará grandes de alma, gentis de espírito, corajosos de coração, justos e honestos para com seus semelhantes, fiéis na vida e destemidos na morte."

Este é o espírito da "designação"

quando o recipiente magnifica o chamado.

Esta investidura especial pode fazer de alguém uma "nova criatura," um "juiz compreensivo," um "servo sábio e de bom comportamento," um "líder perspicaz."

É meu testemunho a vós de que os líderes desta, a Igreja de Jesus Cristo, são divinamente chamados e designados para liderar por meio do espírito de profecia, como em outras dispensações.

Em minha experiência, houve numerosas pessoas que, como Saul, Davi e Matias, como Paulo, Pedro e Josué, receberam, por meio da designação, "largueza de coração," influência ampliada, sabedoria aumentada, visão ampliada e novos poderes. Vi muitos a quem foi dado "um novo coração" e que foram transformados "em outro homem" e feitos "uma nova criatura."

Também dou testemunho de que a revelação está com a Igreja constantemente e em grau acentuado, não apenas no chamado de líderes, mas na interpretação das verdades do evangelho e nas práticas da Igreja. Isto eu sei.

Em nome de Jesus Cristo. Amém.

Como citar este discursoSpencer W. Kimball, “O Padrão do Chamado, da Designação e da Bênção”, 1958 October General Conference, Second Day Morning Meeting (1958-10-11). Pulpit Vault, 1958-10-kimball-my-brothers-and-sisters-attendance-at-this. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).