Sinais Que Acompanham os Que Creem
Matthew Cowley
Meus irmãos e irmãs, é bom estar de volta de andar de um lado para outro na terra. Há muito tempo eu precisava da inspiração de uma conferência geral, e não fui decepcionado. ¶
Quando sustentamos hoje, como custódios do reino, os homens e as mulheres cujos nomes foram lidos, convenci-me em meu coração de que, enquanto homens e mulheres como estes forem os custódios do reino, as ordenanças jamais serão mudadas, e os convênios eternos jamais serão quebrados. ¶
É meu privilégio servir como missionário em algumas das áreas mais distantes da terra e nas ilhas do mar. Sou lembrado da última comissão que o Mestre deu aos seus discípulos, quando lhes disse: ¶
Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura; quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado. (Marcos 16:15.) ¶
Sinais Que Acompanham os Que Creem ¶
E certos sinais deveriam acompanhar aqueles que cressem. Entre esses sinais estavam estes: que falariam novas línguas, que imporiam as mãos sobre os enfermos, e estes seriam curados. Sobre esses dois sinais gostaria de falar por apenas um momento enquanto convivo convosco. ¶
Na sexta-feira à noite, assisti à reunião da sociedade missionária da Nova Zelândia, e, ao ficar diante daquele grupo, pude ver mais homens capazes de falar a língua maori da Nova Zelândia do que existem, entre um milhão e meio de brancos residentes na Nova Zelândia, capazes de falar a língua nativa de seu próprio povo nativo. ¶
Assisti à reunião missionária taitiana, e tenho certeza de que o mesmo poderia ser dito daqueles homens naquela reunião. Creio que há aqui nesta cidade mais homens brancos capazes de falar a língua havaiana do que há em todas as ilhas do Havaí. Tenho certeza de que há aqui mais brancos que falam a língua samoana do que há entre os residentes brancos de Samoa, e o mesmo é verdade quanto às outras ilhas do Pacífico. ¶
Eles de fato falam novas línguas, meus irmãos e irmãs, quando aceitam o chamado de ir ao mundo pregar o evangelho a toda criatura. ¶
Labores Missionários na Nova Zelândia ¶
Sou lembrado da bela homenagem do Presidente McKay à juventude, da confiança que ele tem na juventude. Sou pessoalmente grato pela confiança que esta Igreja depositou em mim em minha extrema juventude. Eu mal havia completado dezessete anos quando fui chamado para ir à Nova Zelândia como missionário. Minha primeira designação ali foi para um pequeno lugar chamado Judea, um lugar maravilhoso para se ir, para um jovem missionário. Na primeira reunião a que assisti em Judea, eu não conseguia entender as palavras que estavam sendo ditas, e, depois da reunião, uma irmã que falava inglês me disse: "Sabes o que disseram ali, e o que fizeram?" Eu disse: "Não consegui entender uma palavra sequer." ¶
Ela disse: "Bem, tu foste chamado e sustentado como secretário da Sociedade de Socorro do Ramo de Judea." ¶
Decidi ali mesmo, naquele instante, que a Sociedade de Socorro não tomaria nenhuma liberdade com o meu tempo como missionário sem que eu soubesse de algo a respeito; e assim resolvi obter o dom da língua maori, mesmo que tivesse de trabalhar por ele, e tive mesmo de trabalhar por ele. ¶
O Dom de Línguas ¶
Estudei onze horas por dia durante várias semanas. Li o Livro de Mórmon em maori, e meus estudos foram pontuados de jejum e de oração; e em meu décimo segundo domingo, proferi meu primeiro sermão na língua maori. Eles de fato falam novas línguas, aqueles que aceitam o chamado para o ministério de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. ¶
Vi jovens missionários em Samoa, em Tonga, na Nova Zelândia e no Havaí que, dentro de seis meses, conseguiam proferir sermões nas línguas do povo entre o qual estavam trabalhando — jovens que não tinham muita instrução escolar antes de serem chamados para os campos missionários, mas esses jovens, postos nas mãos de Deus, e moldados como argila nas mãos do oleiro, receberam os dons que lhes haviam sido prometidos. ¶
Certa vez, um sapateiro lá embaixo na Nova Zelândia me disse: "Ah, vocês, missionários mórmons, pensam que são espertos. Vêm até aqui e aprendem a falar maori em dois ou três anos." Ele disse: "Eu estive aqui apenas seis semanas, e já conseguia dizer 'Kaore an moriorio ki re korio Maori'", o que não significa absolutamente nada na língua maori. O que ele estava tentando dizer era que ele não sabia falar maori, e de fato não sabia. Eu o vi três ou quatro anos depois, e ele ainda estava tentando dizer que não sabia falar maori. ¶
Vi nossos jovens no Havaí, na Missão do Pacífico Central, aprenderem a ensinar o evangelho em japonês. ¶
Resultados da Administração ¶
Irmãos e irmãs, com a restauração deste evangelho veio a reiteração da comissão de Cristo: ". . . estes sinais seguirão os que crerem." (D. & C. 84:65.) Não há dúvida alguma disso em minha mente. "Impõe as mãos sobre os doentes e recuperar-se-ão." (Idem, 66:9.) ¶
Em Tonga, no ano passado, veio ao lar da missão um casal que estava casado havia vinte e sete anos e que jamais fora abençoado com filhos. Esse casal queria ter filhos, e assim nos pediu que impuséssemos as mãos sobre eles e os abençoássemos para que pudessem ter filhos. E assim o Presidente Huntsman e eu impusemos as mãos sobre aquele casal e os abençoamos. Eles tiveram o dom de serem curados. Tiveram o dom de receber essas bênçãos. ¶
Quando minha esposa e eu visitamos Tonga, creio que foi em maio passado, a criança já havia nascido. ¶
No ano passado, fui de Tonga a Samoa. Outro casal que estava casado havia anos e não tinha filhos veio ao lar da missão para ser abençoado, a fim de receber a maior de todas as bênçãos. E, a propósito, irmãos e irmãs, a maior calamidade que pode acontecer ao lar de um polinésio é não ter filhos. É uma calamidade tão grande, quando não têm filhos, que saem e tomam emprestadas as crianças dos vizinhos para criá-las. ¶
Bem, abençoamos aquele jovem casal, e, quando minha esposa e eu estivemos lá em maio, trouxeram-me a criança para ser batizada e abençoada, e pediram que lhe fosse dado o nome de minha esposa. ¶
Uma senhora veio a mim no lar da missão, sofrendo daquilo que os samoanos chamam de mu mu — ou elefantíase — as pernas inchadas fora de toda proporção. Ela disse: "Irmão Cowley, abençoe-me e remova de mim esta terrível doença." Um mês atrás, em Samoa, ela veio ao lar da missão e disse: "Lembra-se de mim?" Eu disse: "Sim, a senhora é a Irmã Purcell, que sofria de mu mu quando estive aqui antes." Ela me mostrou os tornozelos, e estavam inteiramente normais. Então ela disse: "Agora, quero que as cataratas caiam dos meus olhos. Abençoe-me agora, para que eu receba esta bênção por meio do sacerdócio de Deus, daquele Deus que tem todo o poder para curar." ¶
A Fé dos Polinésios ¶
Lá embaixo na Nova Zelândia, durante minha última missão — e, aliás, ainda não relatei minha última missão à Nova Zelândia, quando fui presidente ali. Vou esperar seis ou sete anos para fazer isso e ficar em linha com alguns de vós, outros presidentes de missão. Mas fui a um lugar ali certo dia. Foi durante os anos de guerra. Um jovem trouxe seu filho, uma criança de oito meses, até mim, e disse: "Presidente Cowley, quero que o senhor batize nosso bebê." Eu disse: "Parece uma criança já crescida para ser abençoada. Por que não a trouxeste antes?" ¶
"Ah," ele disse, "eu simplesmente ainda não tinha tido tempo para isso." ¶
Então eu disse: "Está bem, qual é o nome?" E ele me disse o nome, e eu estava prestes a abençoar a criança quando ele disse: "Enquanto o senhor lhe dá um nome, por favor, dê-lhe também a visão. Ela nasceu cega." ¶
Assim mesmo — como quem não quer nada! "O senhor tem a autoridade para dar a esta criança um nome e uma bênção, e tem a autoridade para lhe dar a visão." ¶
Fiquei atônito. Tinha minhas dúvidas, mas sabia que, dentro do ser daquele polinésio, havia a fé simples de uma criança, uma fé não obscurecida pela psicologia nem por qualquer erudição dos homens, mas uma fé simples em Deus e nas promessas que ele fizera por meio de seu Filho Jesus Cristo. Dei àquela criança seu nome e, por fim, reuni coragem suficiente para abençoá-la com a visão. ¶
O Presidente Halversen conhece o garotinho. Eu o vi há alguns meses. Ele agora tem seis ou sete anos, corre por toda parte, e enxerga tão bem quanto eu enxergo hoje. "Impõe as mãos sobre os doentes e recuperar-se-ão." ¶
A História do Mergulhador de Madrepérola ¶
Gostaria de acrescentar uma história ou duas àquelas que foram relatadas pelo Bispo Richards. Lá no Taiti, onde estive recentemente — e eu poderia contar algumas histórias sobre viagens de navio por lá — nosso povo ali tem uma ocupação sazonal de mergulho em busca de madrepérola, e nossos homens são os melhores mergulhadores de madrepérola nas ilhas da Oceania Francesa. Por que são os melhores mergulhadores? Porque guardam a Palavra de Sabedoria, e conseguem ficar debaixo d'água por mais tempo do que os outros que não a guardam. Ficam debaixo d'água a uma profundidade de noventa pés por até dois minutos e quarenta segundos. Mergulham até aquela profundidade e trazem à tona a madrepérola, que lhes proporciona parte de seu sustento pelo restante do ano, até que se aproxime a próxima temporada. ¶
Este jovem santo dos últimos dias colocou sua madrepérola na praia em duas pilhas, uma grande e outra bastante pequena, e, quando o negociante com quem tinha o contrato para vender sua madrepérola chegou, perguntou-lhe sobre a pilha pequena. Disse: "Essa é tua?" Ele disse: "Não, essa não é minha." ¶
O negociante disse: "De onde veio ela?" ¶
Ele disse: "Ah, mergulhei por ela." ¶
"Bem, então por que não é tua?" ¶
Ele disse: "Essa é a madrepérola de Deus." "E quem tem o direito de vendê-la?" Ele disse: "Eu posso vendê-la." "Bem, então eu a compro." ¶
"Sim, o senhor pode comprá-la, mas não pelo preço do contrato. Terá de pagar o preço de mercado pela madrepérola de Deus"; porque o preço de mercado havia subido desde que ele assinara o contrato. ¶
E assim ele vendeu a madrepérola de Deus pelo preço de mercado, e a sua própria pelo preço pelo qual havia contratado. E quando lhe perguntei o que teria feito se o preço tivesse baixado em vez de subir, ele disse: "Eu não teria separado a madrepérola de Deus. Tê-la-ia deixado junto com a minha. Sempre cuido para que Deus receba o melhor preço por sua madrepérola." ¶
Que tal terdes um sócio assim, irmãos e irmãs? Quando vós, homens, estais dividindo vossa madrepérola, que consideração dais ao preço que deveria ser pago pela madrepérola de Deus? Tenho uma leve suspeita de que, se o preço tivesse mudado como naquele caso, alguns de nós teríamos tentado, de alguma forma, obter o preço de mercado, em vez do preço do contrato, para o que é nosso. ¶
Honestidade no Pagamento do Dízimo ¶
Eu tinha uma pequena mãe, e ainda a tenho lá na Nova Zelândia. Eu a conheci em minha primeira missão, quando era ainda um rapazinho. Naqueles dias, ela me chamava de seu filho. Quando voltei para presidir, ela me chamava de seu pai. Sou temeroso e maravilhosamente feito. ¶
Certa vez, em que a visitei, como sempre fazia quando ia àquela região, para ver aquela grandiosa senhorinha, então na casa dos oitenta anos, e cega. Ela não vivia num ramo organizado, não tinha contato com o sacerdócio, exceto quando os missionários a visitavam ali. Não tínhamos missionários naqueles dias. Estavam fora, na guerra. ¶
Entrei e a cumprimentei à moda maori. Ela estava no quintal de sua casa, junto à sua pequena fogueira. Estendi a mão para cumprimentá-la, e ia esfregar meu nariz no dela, e ela disse: "Não apertes minha mão, Pai." ¶
Eu disse: "Ah, isso é sujeira limpa em tuas mãos. Estou disposto a apertar tua mão. Fico feliz em fazê-lo. Quero fazê-lo." ¶
Ela disse: "Ainda não." Então ela se pôs de mãos e joelhos e rastejou até sua pequena casa. No canto da casa havia uma pá. Ela ergueu aquela pá e rastejou noutra direção, medindo a distância enquanto avançava. Por fim, chegou a um ponto e começou a cavar no solo com aquela pá. Por fim bateu em algo duro. Retirou a terra com as mãos e tirou um pote de vidro. Abriu aquele pote, meteu a mão dentro, tirou algo e entregou-me, e revelou-se ser dinheiro neozelandês. Em dinheiro americano, equivaleria a cem dólares. ¶
Ela disse: "Ali está o meu dízimo. Agora posso apertar a mão do sacerdócio de Deus." ¶
Eu disse: "Não deves tanto dízimo assim." ¶
Ela disse: "Eu sei disso. Não devo tanto agora, mas estou pagando um pouco adiantado, pois não sei quando o sacerdócio de Deus voltará a passar por aqui." ¶
E então me inclinei e pressionei meu nariz e minha testa contra os dela, e as lágrimas de meus olhos correram por suas faces, e, ao deixá-la, pedi a Deus em meu coração que trouxesse sobre mim uma maldição se, daquele dia em diante e para sempre, eu não devolvesse a Deus sua madrepérola, um décimo de tudo o que jamais viesse a cair em minhas mãos. ¶
Amo esta obra, meus irmãos e irmãs. Agradeço a Deus por meus companheiros missionários. As viagens que faço são por vezes arriscadas, mas eu as amo; sinto a proteção do Deus Todo-Poderoso. ¶
Proteção Divina nas Viagens ¶
Deixamos a Nova Zelândia três ou quatro semanas atrás, e eu estava em um daqueles belos clípperes do ar. Duas horas depois de deixar a Nova Zelândia, fomos atingidos por uma violenta tempestade. A primeira coisa de que me dei conta foi que havíamos sido atingidos por algo. Na verdade, fôramos atingidos por um raio. O raio penetrara o nariz da aeronave, e aquela bola de raio ricocheteou pelo avião. Como escapou das hélices, não sei dizer. Destruiu um dos estabilizadores do avião. Continuamos nosso caminho. Creio que, daquele momento até pousarmos em Nandi, Fiji, Deus foi o piloto daquele avião, e eu era seu servo, orando para que pudéssemos pousar em segurança em nosso destino. ¶
Não tive medo em meu coração. Sei que Deus cuida dos seus. ¶
Estive num pequeno navio no Taiti, um pequeno caça-submarinos de umas cinquenta toneladas, um caça-submarinos convertido. Pelo modo como aquela coisa se comportava, tenho certeza de que ela não fora convertida — pelo menos, não adequadamente. Oito dias fiquei naquele caça-submarinos, e não houve um único momento de calmaria. Havia cento e dez porcos vivos no espaço do convés, e estavam fechados por caixotes contendo galinhas. Creio que o Taiti é o único lugar do mundo onde os galos cantam a noite toda. E logo à frente daqueles quadrúpedes suínos e das aves havia trinta e oito nativos enjoados. ¶
O Presidente Mitchell e eu estávamos numa cabine minúscula. Aquele navio jogava e rolava. Não tiramos nossas roupas por seis dias. Eu tinha de deitar em meu beliche e me segurar em uns canos por cima da cabeça para não ser catapultado para algum espaço qualquer ali, e nunca ouvi tal sinfonia em toda a minha vida. Jamais a esquecerei. Porcos guinchando, galos cantando, nativos enjoados vomitando, e eu me segurando com todas as forças. Mas eu não estava enjoado. Nunca fiquei enjoado em navio, avião, carro ou trem. Já fiquei doente, mas nunca por causa de veículos de transporte. ¶
Deus Abre o Caminho ¶
Deixei o Taiti num navio de carga. Fui membro da tripulação daquele navio de carga. Foi a única maneira de eu conseguir embarcar. Tive de ir ao capitão e perguntar-lhe se me levaria como passageiro, e ele disse: "Não, não temos permissão de levar passageiros." ¶
Eu disse: "Posso me alistar como membro da tripulação?" ¶
Ele disse: "Acho que isso pode ser providenciado." ¶
E assim me alistei como membro da tripulação, e fui dali até a Nova Zelândia. Nunca cheguei a descobrir quais eram meus deveres naquele navio como membro da tripulação. Pensei, por um tempo, que talvez eu fosse o capelão, mas cruzamos a linha internacional de data num sábado à noite, e, quando acordei, já era segunda-feira, então o domingo foi simplesmente riscado, e eu nem sequer pude cumprir meus deveres como capelão. ¶
Quando chegamos a Samoa, fui chamado à ponte do navio. O capitão me disse: "Sabes onde fica Apia, Samoa?" ¶
Eu disse: "Sim, o senhor está justamente passando por ela." ¶
Ele havia passado do nosso porto de destino, então voltamos e entramos em Apia. Dali, seguimos para a Nova Zelândia, e, antes que começassem o trabalho pesado de descarregar o navio, dei baixa como membro da tripulação. ¶
Deus abre o caminho, irmãos e irmãs, para que seus servos realizem sua obra. ¶
Amai Todas as Pessoas ¶
Vejo sentados diante de mim agora um ou dois de nossos bons membros japoneses da Missão do Pacífico Central. Alguns dos melhores santos que temos nesta Igreja são nossos santos japoneses. Creio que sessenta e cinco por cento deles pagam o dízimo integral. A maioria deles guarda a Palavra de Sabedoria, e assim nossos antigos inimigos estão de fato entre nossos melhores santos. Como disse o Presidente Kirkham, amemos todas as pessoas. ¶
Amo o povo de minhas missões com todo o meu coração. Amo meus companheiros missionários. Eles estão realizando uma grande obra. São servos de Deus. Lá longe, na distante Austrália, aquela grande comunidade de nações, e na Nova Zelândia, e de volta às Ilhas Polinésias, vossos filhos e vossas filhas são aqueles que foram ao mundo em resposta à comissão de nosso Senhor e Salvador. ¶
Deus vos abençoe a todos. Deixo convosco meu testemunho de que Deus vive, de que Jesus é o Cristo, de que Joseph Smith é um profeta de Deus, e de que estes são homens de Deus, dotados do poder do alto para serem os líderes dos filhos de Deus na Dispensação da Plenitude dos Tempos. Que os sustentemos como tais, oro, em nome de Jesus Cristo. Amém. ¶