Pulpit

Os do Último Carroção

J. Reuben Clark Jr.

1947 October General Conference·Third Day Afternoon Session·1947-10-05

Meus irmãos e irmãs; gostaria, no início, de acrescentar meu testemunho aos muitos que já ouvimos durante esta conferência — meu testemunho de que Deus vive, de que Jesus é o Cristo, o Redentor do mundo, as primícias da ressurreição; de que Joseph Smith foi um profeta; de que, por meio dele, o evangelho foi restaurado, e igualmente o sacerdócio, a autoridade delegada ao homem na terra para representar a Divindade aqui entre nós; e de que o Profeta tem sido sucedido, até e incluindo nosso atual Presidente, George Albert Smith, por homens que possuíam as chaves da última dispensação, tais como foram conferidas a Joseph Smith.

O assunto que hoje vos apresento é muito caro à minha alma. Como desejo dizer o que tenho a dizer da melhor forma que puder, escrevi-o e o lerei. Espero que o que eu disser esteja em harmonia com o espírito desta grande conferência, que penso ter sido a maior a que já compareci em seu elevado tom espiritual.

Homenagem aos Pioneiros

Perto do final deste centésimo ano da entrada de

vossos pais e vossas mães, alguns dos vossos e dos meus, nestes vales, desejo dizer algumas outras palavras de humilde homenagem e ação de graças a eles, e especialmente aos mais mansos e humildes dentre eles, àquelas grandes almas, majestosas na simplicidade de sua fé e em seu testemunho vivo da verdade do evangelho restaurado, àquelas almas de nome desconhecido, não lembradas, não honradas nas páginas da história, mas amorosamente reverenciadas em torno das lareiras de seus filhos e dos filhos de seus filhos, que transmitem de geração em geração a história de sua fé e de suas grandiosas obras, e a retidão de suas vidas e de seu viver, aquelas almas que trabalharam e trabalharam, que oraram e seguiram, e obraram tão gloriosamente.

Não retiraria uma só palavra de louvor ou gratidão, honra ou reverência dos grandes homens que conduziram esses nossos humildes. Foram homens poderosos em mente e em vigor, em coragem e valentia, em honestidade e em amor à verdade, vivendo perto do Senhor — os irmãos Brigham e Heber e Wilford e Willard e Charles, os dois Orson e Parley, e John e George e Erastus e Lorenzo e Daniel e Joseph e Jedediah, e uma hoste de outros gigantes, cada um e todos ricamente abençoados com o divino amor do Senhor e com aquele dom do Espírito Santo que os tornou líderes verdadeiramente semelhantes ao Moisés de outrora. Não cedo, não cedemos, a ninguém em nossa gratidão por eles e por sua obra de dirigir a conquista do deserto e a salvação das almas dos homens. Seus nomes brilham resplandecentes naquelas páginas da história que registram apenas os feitos dos criadores de épocas — aqueles espíritos escolhidos, eleitos antes da fundação do mundo, para serem os líderes e edificadores das dispensações dos tratos de Deus com os homens; e estes nossos líderes, para serem os edificadores daquela dispensação que antigamente foi chamada a Dispensação da Plenitude dos Tempos. Eternidades sem número os lembrarão e os honrarão.

Mas gostaria agora, e aqui, de dizer algumas palavras a respeito daqueles que trilharam o caminho por onde aqueles gigantes conduziram, alguns nas mesmas companhias que os Irmãos pilotaram, alguns em companhias posteriores, seguindo naquele ano e nos anos que se seguiram, alguns nos fatídicos carrinhos de mão, com sua devoção, heroísmo e fé sem igual, todos escorrendo para a frente num fluxo minúsculo e incessante, até que encheram o vale que adentraram e, então, transbordaram pelos lados e pelas extremidades, povoando todo este ermo desértico, que fizeram frutificar, cumprindo assim a antiga profecia de que o deserto floresceria como a rosa.

Os do Último Carroção

Gostaria de dizer algo sobre o último carroção, em cada uma das longas caravanas que penosamente atravessavam as planícies, subiam desfiladeiros montanhosos, desciam cânions estreitos e íngremes, e chegavam ao fundo do vale que haveria de ser seu lar — este último carroção: último, porque a junta de bois que o puxava era a menor, a mais magra e a mais fraca, e tinha os cascos mais sensíveis de toda a caravana; era lento para partir e lento para se mover; último, porque, desgastado e rangendo, levava mais tempo para consertar e engraxar, pois o jovem Jimmy geralmente tinha dificuldade para colocar o macaco

sob o eixo; último, porque sua lona rasgada pelo vento era velha e remendada, e levava horas para ser consertada e amarrada, a fim de conter a tempestade; último, porque a esposa, pesada com a criança, precisava descansar até o próprio instante da partida; último, porque o pequeno e doentio Bill, o caçula, mal nutrido, precisava ser lavado e persuadido a comer a comida grosseira, tudo o que tinham; último, porque, com todas as suas tarefas — ajudar o pequeno Bill, cozinhar e limpar depois do café da manhã —, a mãe não conseguia ajudar muito, e o pai levava um pouco mais de tempo para atrelar seu gado e se preparar para o trabalho do dia; último, porque suas orações matinais levavam alguns minutos a mais do que as dos outros — tinha tantas bênçãos pelas quais agradecer ao Senhor, e algumas bênçãos especiais a pedir que o Senhor concedesse, bênçãos de saúde e força, especialmente para sua esposa, e para o pequeno Bill, e para os demais, e então as bênçãos para si mesmo, para que sua própria coragem não faltasse, mas, acima de tudo, a bênção da fé, fé em Deus e nos Irmãos que, às vezes, pareciam tão distantes. Pois estavam bem à frente, onde o ar era claro e límpido, e onde tinham visão desimpedida da abóbada azul do céu. Os Irmãos haviam realmente vislumbrado a glória do Senhor, que caminhava perto deles, que punha seus pensamentos em suas mentes; seu espírito os guiava e os dirigia, a isso instado pelos milhares de Santos que ficavam para trás, no Winter Quarters, para trás, em Iowa, para trás, nos Estados, e mais além, mesmo através das águas, pois os fiéis derramavam suas almas em oração fervorosa ao Deus Todo-Poderoso, para que os Irmãos fossem inspirados. Os Santos sustinham os Irmãos que iam à frente com encorajamento, com louvor, e, às vezes, até com adulação. Sabendo que os Irmãos eram profetas de Deus, os Santos lhes davam plena confiança, expressa diariamente, quase a cada hora. Os Irmãos viviam num mundo de aprovação de amigos e de Santos provados e fiéis. Raramente sua palavra ou seu ato eram questionados pelos Santos fiéis. Assim era, e assim tinha de ser, para se cumprirem os propósitos do Senhor.

Mas, lá atrás, no último carroção, nem sempre conseguiam ver os Irmãos, lá longe, à frente, e o céu azul lhes era muitas vezes ocultado por nuvens densas e pesadas de poeira da terra. E, no entanto, dia após dia, os do último carroção avançavam, desgastados e cansados, com os pés doloridos, às vezes quase desalentados, sustentados por sua fé de que Deus os amava, de que o evangelho restaurado era verdadeiro e de que o Senhor conduzia e dirigia os Irmãos que iam à frente. Às vezes, os do último carroção vislumbravam, por um instante, quando a fé se erguia mais forte, as glórias de um mundo celestial, mas parecia tão distante, e a visão se desvanecia tão depressa, porque a carência e o cansaço e a angústia e, às vezes, o desânimo estavam sempre tão próximos, oprimindo-os. Quando a visão se desvanecia, seus corações se abatiam. Mas oravam de novo e seguiam em frente, com pouco louvor, com não muito encorajamento, e nunca com adulação. Pois quase sempre havia algo errado com o último carroção ou com sua junta de bois — o boi de fora estava um pouco manco no ombro dianteiro direito; o cubo da roda dianteira esquerda estava frequentemente quente; o aro da roda traseira do mesmo lado estava solto. Assim, o conselho corretivo, às vezes uma repreensão severa, era a regra, porque o carroção não podia atrasar toda a caravana. Mas, ainda assim, naquele último carroção havia

devoção e lealdade e integridade, e, acima e além de tudo o mais, fé nos Irmãos e no poder e na bondade de Deus. Pois não dissera o Senhor que "nem mesmo um pardal cai sem que o Pai o note, e não valiam eles mais do que muitos pardais?" E então tinham seu testemunho, ardendo sempre como fogo eterno sobre um altar sagrado, de que o evangelho restaurado era verdadeiro, e de que Joseph era um profeta de Deus, e de que Brigham era o sucessor escolhido de Joseph.

Quando a caravana avançava sob o sol da manhã cedo, e os bois, com um puxão oscilante que quase quebrava o timão, punham aquele último carroção em movimento, a poeira, no ar parado da manhã, pairava pesada sobre a estrada. Cada carroção, desde o primeiro, levantava sua própria nuvem, até que, quando o último carroção entrava na fila, aquela poeira já estava densa e sufocante. Cobria o último carroção e tudo o que nele havia; grudava-se às roupas; enegrecia os rostos; enchia os olhos já irritados, e os ouvidos. A esposa, prestes a ser mãe, mal conseguia respirar na poeira pesada e sufocante, pois, mesmo no ar puro, respirava com dificuldade por causa do fardo que carregava. Cada solavanco do carroção, pois os que iam à frente tinham cavado sulcos quase até o cubo do eixo, arrancava de seus lábios cerrados um meio-gemido que ela fazia o possível para não deixar chegar aos ouvidos do marido ansioso e solícito, que caminhava lentamente ao lado, guiando e açoitando os pobres bois mudos, eles mesmos exaustos da longa jornada. Assim, ao longo do longo dia de solavancos e desconforto e, às vezes, dor, às vezes ofegando por ar, a mãe, ansiosa apenas para que a criança por nascer não se ferisse, ia montada, pois não podia caminhar; e as crianças caminhavam, pois a carga era pesada demais e grande demais para que pudessem ir montadas; e o pai caminhava firmemente ao lado, e orava.

Quando, ao anoitecer, o último carroção rangia lentamente até seu lugar no círculo do curral, e os Irmãos vinham perguntar como fora o dia para a mãe, então a alegria saltava em seus corações, pois os Irmãos se lembravam deles? Nascia nova esperança, o cansaço fugia, um novo ânimo se acendia; a gratidão a Deus se derramava por seu conhecimento da verdade, por seu testemunho de que Deus vivia, de que Jesus era o Cristo, de que Joseph era um profeta, de que Brigham era seu sucessor ordenado, e de que, para os justos, os aguardava uma coroa de glória que seria sua durante as eternidades da vida futura. Então se juntavam aos cânticos e às danças no acampamento, tomando para si a alegria do acampamento, tanto quanto a condição da mãe permitisse.

Então veio a manhã em que, daquele último carroção, flutuou o vagido do recém-nascido, e o amor materno fez dali um santuário, e o pai se curvou em reverência diante dele. Mas a caravana precisava prosseguir. Assim, de volta à poeira e à sujeira, o último carroção se moveu novamente, balançando e sacolejando, enquanto a mãe amortecia, tanto quanto podia, cada solavanco doloroso, para que nenhum mal lhe sobreviesse, para que pudesse ter força para alimentar aquela pequenina, osso de seus ossos, carne de sua carne. Quem ousará dizer que anjos não se reuniram ao redor dela, guardando-a e suavizando seu rude leito, pois ela dera a outro espírito escolhido seu corpo mortal, para que pudesse cumprir o destino que Deus lhe dera?

Minha mãe foi um desses bebês nascidos assim, em 1848, noventa e nove anos atrás.

Veio outra manhã em que o corajoso pequeno Bill, que, com coração de herói, marchara por longos dias de sol quente e por quilômetros de lama encharcada na chuva, seu corpinho ensopado, o pequeno Bill, fraco e pálido, precisou ser acomodado para viajar com a mãe, pois estava doente de um forte resfriado. Meses antes, naquela fria noite de inverno em que fugiram de Nauvoo para salvar a vida, escapando da fúria demoníaca de uma multidão enfurecida, Bill adoecera perigosamente de pneumonia, o que lhe deixara os pulmões fracos. Essa antiga enfermidade agora retornava. Ele piorava cada vez mais. Os élderes vieram e oraram para que sarasse. Mas o Senhor quis o pequeno Bill consigo. Assim, poucas manhãs depois, uma mãe chorosa e um pai transtornado de dor, e aquele último carroção entrou na fila, deixando à beira do caminho, sob alguns arbustos, um pequeno monte, sem marca alguma além de pedras empilhadas para afastar os lobos, um monte que cobria mais um mártir da causa da verdade.

Assim, através da poeira e da terra, da terra e da poeira, durante as longas horas, os dias mais longos ainda — que se transformaram em semanas e depois em meses —, foram avançando devagar, até que, ao passarem por seus portais, o vale os acolheu para o descanso e o lar. O gado caía sobre os flancos, exausto quase até a morte; e não se movia sem ser açoitado, pois também eles pressentiam que haviam chegado ao fim da jornada.

Aquela noite foi a última da grande trilha, a mais poderosa trilha que a história registra desde a fuga de Israel do Egito, e, ao pôr-se o sol atrás dos picos das montanhas do oeste, e ao banharem-se os penhascos do leste num brilho de ametista, que era uma luz viva, enquanto as encostas ocidentais das montanhas se vestiam nas sombras do rico azul do mar profundo, os do último carroção, e os do carroção anterior a ele, e os do anterior a este, e assim até o próprio carroção da frente da caravana, todos se ajoelharam na alegria de suas almas, agradecendo a Deus por, finalmente, estarem em Sião. "Sião, Sião, adorável Sião, formosa Sião, Sião, Cidade de nosso Deus." Sabiam que havia um Deus, pois só ele poderia tê-los conduzido, triunfantes, militantes, através de todo o escárnio, o ridículo, a calúnia, o alcatrão e as penas, os açoites, os incêndios, os saques, os assassinatos, as violações de esposas e filhas que haviam sido o seu quinhão, o quinhão de seu povo, desde que Joseph vira o Pai e o Filho.

Mas centenas dessas almas robustas, de fé indubitável e grande valor, ainda não haviam chegado ao fim de sua jornada.

O Irmão Brigham novamente os convocou às bandeiras do reino de Deus, e os enviou para colonizar os vales, próximos e remotos, nestas vastas montanhas de refúgio. Assim, mais uma vez atrelaram seus bois e prepararam suas juntas, e, pondo tudo o que tinham no carroção coberto, desta vez voluntariamente, sem serem açoitados pela ameaça da crueldade e do ultraje da multidão, seguiram lentamente seu caminho até novos vales, confiando novamente, com fé implícita, na sabedoria e na orientação divina de seu Moisés. Os próprios elementos obedeciam à sua fé, fé próxima parenta daquela que fez o mundo.

Essas dezenas de milhares que assim se moveram e assim edificaram foram a urdidura e a trama da grande comunidade do Irmão Brigham. Sem eles, o Irmão Brigham teria falhado em sua missão. Estes eram os instrumentos — os que cavavam, os que araram e semearam e colheram, os maquinistas, os arquitetos, os pedreiros, os marceneiros, os construtores de órgãos, os artesãos, os matemáticos, os homens de letras, todos reunidos dos quatro cantos da terra, fornecidos pelo Senhor ao Irmão Brigham e aos líderes proféticos que vieram depois, para que ele e eles pudessem dirigir a realização de seus propósitos. Estes trabalharam conforme Deus inspirou o Irmão Brigham e os demais profetas a planejar, tudo para a glória de Deus e a edificação de seu reino.

Eram homens retos, e destemidos, indiferentes ao que os outros pensassem ou dissessem deles, se estivessem em sua linha de dever. Calúnia, difamação, escárnio, desdém os deixavam impassíveis, se estivessem trilhando o caminho estreito e reto. Não se importavam com a censura ou a reprovação dos homens, se o Senhor os aprovasse. Não se deixavam levar pelos louvores dos homens, a ponto de se desviar do caminho da verdade. Dotados do espírito de discernimento, sabiam quando as palavras gentis eram mera cortesia, e quando denotavam interesse honesto. Não se moviam nem para a direita, nem para a esquerda, do caminho da verdade, para cortejar o bom favor dos homens.

Contribuições de Almas Humildes

Assim, por um século inteiro, impelidos pelo espírito do recolhimento e guiados por um testemunho ardente da verdade do evangelho restaurado, milhares sobre dezenas de milhares dessas almas humildes, um de uma cidade, dois de uma família, despediram-se de amigos e lares e entes queridos, e, com os laços do coração rompidos, acompanhados de privação e de sacrifício, até mesmo da própria vida, essas multidões abriram seu caminho até Sião, para se unirem aos que tiveram o privilégio de chegar antes, a fim de que todos pudessem edificar o reino de Deus na terra — todos soldados juntos pelas dificuldades e sofrimentos comuns, pelo trabalho sem fim e pela profunda privação, pelas trágicas aflições e pelas angústias que corroem o coração, pela fé perseverante e pela alegria enaltecedora, pelo firme testemunho e pelo conhecimento espiritual vivo — um povo poderoso, incumbido da salvação, não apenas dos vivos, mas também dos mortos, salvadores, não adoradores, de seus antepassados, seus corações inflamados pelo fogo divino do espírito de Elias, que converte o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais.

E milhares sobre milhares dessas dezenas de milhares, do primeiro até agora, todos os eleitos de Deus, corresponderam à sua humilde vocação e ao seu destino tão plenamente quanto o Irmão Brigham e os demais corresponderam aos seus, e Deus assim os recompensará. Foram pioneiros em palavra e pensamento e ação e fé, tanto quanto o foram os de posição mais elevada. A edificação deste império intermontanhoso não foi realizada num canto, por uns poucos escolhidos, mas por esta vasta multidão que afluiu de muitas nações, que vieram e labutaram e trabalharam, seguindo fielmente seus líderes divinamente chamados.

Devemos Nos Erguer Pelo Nosso Próprio Trabalho

Ao vivermos nossas vidas, nunca esqueçamos que as obras de nossos pais e mães são deles, não nossas; que suas obras não podem ser contadas para nossa glória; que não podemos reivindicar nenhuma excelência nem nenhum lugar por causa do que eles fizeram, que devemos nos erguer por nosso próprio trabalho, e que, faltando esse trabalho, fracassaremos. Não podemos reivindicar honra, nem recompensa, nem respeito, nem posição especial ou reconhecimento, nem mérito, por causa do que nossos pais foram ou do que eles realizaram. Ficamos de pé sobre nossos próprios pés, com nossos próprios sapatos. Não há aristocracia de nascimento nesta Igreja; ela pertence igualmente ao mais elevado e ao mais humilde; pois, como disse Pedro a Cornélio, o centurião romano que o procurava:

. . . Reconheço, em verdade, que Deus não faz acepção de pessoas; Mas que é aceito por ele aquele que, em qualquer nação, o teme e faz o que é justo. (Atos 10:34, 35.)

Assim, a essas almas humildes, mas grandiosas, nossos pais e nossas mães, os instrumentos do Senhor, que, para este grande povo, lavraram as pedras e lançaram os alicerces do reino de Deus, sólidos como as montanhas de granito de onde talharam as rochas para seu templo, a essas almas humildes, grandes em fé, grandes em trabalho, grandes em retidão de vida, grandes em forjar nossa inestimável herança, presto humildemente meu amor, meu respeito, minha reverente homenagem. Que Deus mantenha sempre viva a memória deles entre nós, seus filhos, para nos ajudar a cumprir nossos deveres tal como eles cumpriram os seus, para que a obra de Deus cresça e prospere até que o evangelho restaurado de Jesus Cristo reine sobre todas as nações e todos os povos, até que a paz, a paz de Cristo, encha toda a terra, até que "a retidão cubra a terra assim como as águas cobrem o poderoso abismo." Dediquemos aqui e agora tudo o que temos e tudo o que somos a esta obra divina. Que Deus nos ajude a assim fazer, rogo humildemente em nome de Jesus, seu Filho. Amém.

Como citar este discursoJ. Reuben Clark Jr., “Os do Último Carroção”, 1947 October General Conference, Third Day Afternoon Session (1947-10-05). Pulpit Vault, 1947-10-j-reuben-clark-jr-conference-address. Tradução desta edição, por método de glossário, catalog.churchofjesuschrist.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).