Pulpit

O Sr. E. Kent Kane e o Manifesto Ainda Vigente

George Albert Smith

1947 October General Conference·Third Day Afternoon Session·1947-10-05

O SR. E. KENT KANE

Presidente Smith e amigos da Igreja dos Santos dos Últimos Dias, tenho o prazer de estar aqui porque sinto que existe entre o vosso povo e o meu uma amizade profunda e antiga que, pelo menos no que a mim diz respeito, perdurará até o fim de minha vida. Nunca tive a obrigação nem o privilégio de me dirigir a uma assembleia religiosa antes, e devo confessar que sou como o homem que acabou de dizer que esperara alguns anos para se dirigir a vós; exceto que eu quase esperaria alguns anos para me livrar de ter de me dirigir a vós aqui agora.

Suponho que alguns de vós aqui desejem ouvir o que tenho a dizer, mas ouso dizer que muito mais de vós gostariam apenas de dar uma olhada em mim e ver que tipo de pessoa eu sou. Não tenho muito a mostrar. Mas tenho uma pequena compensação por isso, porque, ao olhar para esta assistência, também não vejo tantos Clark Gables por aí.

Sinto-me um pouco em desvantagem ao comparecer diante de vós depois de tantos oradores distintos que já cobriram praticamente todo assunto concebível sobre o qual eu poderia desejar comentar — até mesmo, creio, o assunto de meu avô já será coberto pelo Sr. Evans melhor do que eu poderia fazê-lo. Se ele conseguir conciliar todos os fatos daquele caráter tão singular, deveria receber o prêmio de Utah por destreza literária, e espero que alguns dos eminentes educadores que vejo aqui na frente lho concedam. Será um belo trabalho, mas creio que ele é o homem certo para fazê-lo, e farei o que puder para ajudá-lo.

Vindo aqui diante de vós, sinto-me bastante como descrevem São Paulo ao comparecer diante dos homens de Atenas. Ele disse: "Homens atenienses . . . etc., percebo que sois muito religiosos." Eu costumava sentir que a palavra "religiosos" era a única importante, mas agora vejo que, como disse a velha senhora, a ênfase estava na sílaba errada. Eu tinha posto a ênfase na sílaba errada, e foi o fato de serem os homens de Atenas os que eram muito religiosos que impressionou Paulo.

É impressionante olhar para esta vasta assistência e ver até que ponto a religião de vossa Igreja é uma religião de homens. Receio que haja muitas igrejas que pereceriam por completo, não fosse o fato de que sua religião repousa hoje quase inteiramente nas mãos e nos corações das mães. E, no entanto, não posso crer que as batalhas do Senhor devam ser travadas inteiramente pelas mulheres, mas penso que é preciso os braços firmes e fortes dos homens de qualquer religião, como os que vejo diante de mim aqui, para travar essas batalhas segurando com firmeza a espada do espírito.

Vossa religião é forte, mas, mesmo assim, parece-vos estranho que, embora haja tantos de vós aqui e eu sempre tenha sido amigo dos mórmons, eu tivesse trinta e cinco anos de idade antes sequer de pôr os olhos num mórmon. Contudo, comecei bem, pois o primeiro mórmon que já vi foi o Presidente Frank Evans, lá na Pensilvânia, e o primeiríssimo que vi em Utah foi o Presidente da Igreja, meu honrado amigo Heber J. Grant. Não posso dar-vos um testemunho como alguns dos homens que me precederam vos deram aqui, mas, num certo sentido, talvez eu vos possa dar, afinal, algo como um forasteiro que teve a boa fortuna de vir e observar com um coração amistoso, se não compreensivo.

Fui treinado no direito, e uma das coisas que nos ensinaram foi que não se deve levar demasiado a sério declarações interessadas feitas por pessoas em seu próprio benefício, mas que uma admissão feita por um forasteiro contra seu próprio interesse deve receber grande peso perante a lei. E devo dizer que eu, um forasteiro, fiquei grandemente impressionado com a sinceridade e a realização do povo desta Igreja que vi aqui.

A vossa é uma religião cantante, e creio que as palavras da religião dissolvidas em música penetram na alma humana melhor do que por qualquer outro meio. Um bom hino é um bom tônico espiritual para uma alma doente ou amedrontada. Pelo canto que vi aqui entre os mórmons, pareceis não precisar de livros. É como se, ao abrirdes a boca para cantar, o espírito nela entrasse.

A vossa é uma religião jubilosa. Não vejo muitos efeminados em vossa religião, e não houve nenhum desde os tempos do Profeta Joseph Smith. Um dos cavalheiros aqui esta manhã contou-me que seu pai se lembrava de quando o profeta era o melhor lutador de todo o grupo com o qual viajava e derrubava todos os concorrentes, assim como George Washington, pai de nossa pátria, era o campeão de boxe em sua época na Virgínia.

A vossa parece ser uma religião crescente, e isso é algo maravilhoso. Não sois estáticos. Não estais congelados numa só posição. Certa vez, para um discurso político, tive ocasião de ver se conseguia encontrar algum dos escritos originais de Cristo. Depois de procurar, só consegui encontrar um único lugar em que Cristo alguma vez escreveu algo, e foi quando se abaixou e escreveu com o dedo no chão, e não temos o registro do que escreveu. Mas o que ele disse foi: "Aquele que dentre vós está sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra."

Ora, sabemos que Jesus Cristo era um erudito, porque disputava com os sacerdotes no templo. Sabemos que sabia ler e escrever. Portanto, devemos, como pessoas sensatas, senão como advogados, concluir que lhe teria sido fácil pôr toda a sua doutrina por escrito. Quando não o fez, podemos supor que foi porque não o fez deliberadamente. De modo que novas situações pudessem ser enfrentadas por novas coisas, e que igrejas como a vossa pudessem livremente sustentar a crença de que novas revelações podem ser concedidas quando surgem novas crises. Pois teria sido coisa simples para Jesus Cristo ter escrito todo o texto de seu evangelho e tê-lo preservado da destruição pelos poderes do céu, o que ele poderia facilmente ter feito.

A vossa é uma religião de família. Ouvi um cavalheiro dizer algo sobre desertores entre os jovens. Durante três anos, nesta última guerra, fui oficial de divisão na Marinha, e tenho um primo de mesmo nome que, por cinco anos, foi coronel de artilharia. Estávamos falando sobre isso outro dia, e ambos concordamos que alguns dos

O SR. E. KENT KANE

melhores homens que tivemos em nossos comandos no serviço militar eram da Igreja Mórmon, e que eram, disparadamente, os mais íntegros. Não sei o que fazem em outros lugares, mas digo que aqueles que vi no serviço naval eram membros muito honrosos de vossa congregação. E quero acrescentar que nem sempre foi tão fácil como teria sido em Salt Lake durante a semana de conferência.

Vosso presidente muito gentilmente se referiu a meu avô aqui, e sinto, num certo sentido, que poderia chamar vosso presidente de meu "primo", porque seu bisavô chamou meu avô de "irmão", e chamou-o assim nas palavras de abertura de uma bênção que ele, como patriarca desta Igreja, conferiu a meu avô. Tenho essa bênção em casa. Foi escrita de próprio punho por um tal Wilford Woodruff, e ficou guardada num livro com fechaduras, onde meu avô a colocara, por quase cem anos. De modo que não havia possibilidade de ser adulterada, porque meu pai, que eu saiba, nunca viu essa bênção durante toda a sua vida. Eu mesmo fui o jovem vândalo que arrombou as fechaduras quando a herdei, e alegro-me por tê-lo feito.

E, mais uma vez, dou-vos um testemunho de fora, de que, segundo meu próprio conhecimento, essa bênção conferida por seu avô foi cumprida pelos acontecimentos ao pé da letra e em detalhe. Ora, como advogado, sei que direis que poderia ter sido "coincidência". E poderia mesmo. Mas teria de ter sido toda uma série de "coincidências", e toda uma série de "coincidências notáveis", e, quando se acumula esse tipo de coisa, estabelece-se prova circunstancial, e, como certa vez observou o grande Thoreau, "a prova circunstancial pode às vezes ser muito convincente, como quando se encontra uma truta (de riacho) no leite." Não creio que tenha sido "prova circunstancial" nem coincidência. Creio que aquela profecia se cumpriu literalmente.

Minha mãe nunca falou tanto de religião quanto meu pai, mas minha mãe tinha alguns ditados que costumava repetir. Ela acreditava que o Senhor ajuda melhor aqueles que procuram ajudar a si mesmos, e também costumava dizer que o Senhor ama a quem dá com alegria. E, quando vim para cá, para Utah, vi como o vosso povo acreditava que o Senhor era vosso pastor. Criastes vossas próprias pastagens verdes onde não havia nenhuma, e trouxestes vossas próprias águas correntes quando não conseguíeis encontrar nenhuma junto à qual caminhar. Li como as mulheres desta Igreja, certa vez, prepararam uma mesa na presença de vossos inimigos com o alimento que seus maridos haviam arrancado a esses desertos. Procurastes ajudar a vós mesmos e fostes dadores alegres. Vi que o Senhor havia restaurado vossas almas. Não pude deixar de observar que, aqui em Utah, tinha eu contemplado as obras do Senhor manifestadas.

Agora, Senhor, tu que tens sido nossa habitação em todas as gerações, antes que estes montes fossem formados ou a terra recebesse a sua forma, rogamo-te, Senhor, que olhes para baixo, para este teu povo. Estende teu braço até os cantos mais remotos da terra e as ilhas do mar para proteger e encorajar os filhos desta Igreja que

estão em missão, e que possam eles dar um bom exemplo, não somente do que fazem os membros cristãos desta Igreja, mas também do que podem ser bons americanos quando longe de casa.

Isso é tudo o que tenho a dizer, e agora que o Senhor vigie entre mim e ti, enquanto estivermos ausentes um do outro.

Estou certo de que todos nós ficamos encantados ao ouvir o Sr. Kane. Alegra-nos que ele sinta que deseja pertencer à família. Eu o acolherei (risos). Creio que ele descobrirá que tem aqui muitos outros parentes que poderiam chamá-lo de irmão, de modo que não terá dificuldade em sentir-se em casa entre nós. Somos mais que gratos por seu avô, e alegra-nos que seu neto pudesse vir aqui estar conosco hoje.

Temos estado celebrando por quase um ano. Tem sido um tempo de prazer e recreação, e estou convencido de que, se nossos antepassados pioneiros estivessem aqui, também eles teriam se juntado a nós com alegria. O ano está passando agora, e os séculos estão diante de nós. A melhor homenagem que nós, membros da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, podemos prestar àqueles que estão do outro lado será honrar a Deus e guardar seus mandamentos e, ao fazê-lo, honrar aqueles cujos nomes trazemos. Desta forma, aumentaremos nossa própria felicidade e proporcionaremos oportunidade de alegria para os que vierem depois de nós.

Nossa Grande Responsabilidade

Receberemos as bênçãos do Senhor se apenas nos lembrarmos de que, por sermos filhos de Deus, nossa responsabilidade é maior que a de qualquer outro povo. Nenhuma outra igreja tem a responsabilidade que recai sobre esta Igreja, porque o Senhor nos deu o mandamento de ir a todo o mundo e pregar o evangelho a toda criatura, para que

Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado. (Marcos 16:16.)

De modo que não se trata apenas de vivermos nossas breves vidas em conforto; se esperamos desfrutar da felicidade eterna no reino celestial, devemos merecê-la fazendo o melhor que pudermos para trazer, para viver com ele, tantos filhos de nosso Pai quantos nos for possível.

Deus tem sido bom conosco. Nenhum povo no mundo tem mais motivo para ser grato do que nós. Aqui, sob o abrigo deste teto, bem podemos derramar nossas almas àquele que é o Autor do nosso ser e lembrar com amor aqueles que, sob a proteção dele, tornaram possível que desfrutássemos das coisas que agora temos.

O Manifesto Emitido

Em 6 de outubro de 1890, neste Tabernáculo, o povo estava reunido em conferência. A Igreja havia sido perseguida e maltratada, e bens haviam sido confiscados pelo governo. Muitos haviam sido presos por causa daquilo em que criam. Naquela ocasião, o Presidente da Igreja, Wilford Woodruff, entre outras coisas, dirigiu-nos aqui esta mensagem:

Visto que o Congresso promulgou leis proibindo os casamentos plurais, leis essas declaradas constitucionais pelo tribunal de última instância, declaro por este meio minha intenção de me submeter a essas leis, e de usar minha influência junto aos membros da Igreja que presido para que façam o mesmo.

Isso é parte do Manifesto.

Depois de lido, Lorenzo Snow, o homem que mais tarde sucederia a Wilford Woodruff como Presidente da Igreja, disse:

Proponho que, reconhecendo Wilford Woodruff como Presidente da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, e o único homem na terra que, no momento presente, detém as chaves das ordenanças de selamento, o consideremos plenamente autorizado, em virtude de sua posição, a emitir o Manifesto que nos foi lido, datado de 24 de setembro de 1890, e que, como Igreja reunida em Conferência Geral, aceitemos sua declaração acerca dos casamentos plurais como autoritativa e vinculante.

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O voto para sustentar a moção precedente foi unânime.

A Prática do Casamento Plural Descontinuada

Essa foi a ação da Igreja naquela época. A prática do casamento plural cessou porque o governo dos Estados Unidos a proibiu. Nosso Pai Celestial sempre nos orientou a sustentar a lei constitucional da terra, e a Suprema Corte, sendo a mais alta autoridade, havia declarado constitucional a lei que proibia o casamento plural.

De então até agora, pouco se disse a esse respeito por nossa parte, e agora, depois de todos esses anos, gostaria de dizer que, a partir daquele momento, por aproximadamente cinquenta anos, não houve casamentos plurais solenizados em violação das leis desta terra pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

O Manifesto Ainda Vigente

Menciono isso porque, infelizmente, há pessoas no mundo que ainda insistem em dizer que já não prestamos atenção ao Manifesto, que ele já não nos vincula, e, com essa atitude, alguns homens e mulheres estão caindo em adultério e cometendo um pecado, não só contra o governo dos Estados Unidos, mas também contra a própria Igreja. E, no entanto, dizem que, por não estarmos falando sobre isso, nós o toleramos.

Como Presidente da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, digo que não o toleramos. Desejamos que nosso povo obedeça à lei da terra no que se refere ao casamento. Se ouvirdes alguém dizer que a liderança da Igreja não está em harmonia com o Manifesto de Wilford Woodruff, tal como sustentado pela Igreja, então sabei que ele está enganado.

Lamento que seja necessário referir-me a este assunto, mas há os que andam entre o povo encorajando a violação da lei moral. É isso que estão fazendo, e, se a Igreja de Jesus Cristo defende alguma coisa, defende a moralidade, e, portanto, hoje, ao concluir esta conferência, chamo vossa atenção para este assunto.

Um Povo Abençoado

Nenhum povo no mundo é mais grandemente abençoado do que nós. É maravilhoso o que nosso Pai Celestial tem feito por nós. A Igreja cresce, aumenta e se torna mais forte à medida que os dias vão e vêm.

Permite-se-nos, duas vezes por ano, reunirmo-nos neste grande edifício em conferência geral e nos encontrarmos, como temos feito durante os últimos três dias, para sermos instruídos por nossos irmãos. Aqui, sob a influência do Espírito do Senhor, somos ensinados a observar as leis da terra e a guardar os mandamentos de nosso Pai Celestial.

Ora, hoje penso que temos motivo para sermos gratos. Há dificuldades pela frente. O mundo está doente e em condição lamentável, e, até que o povo se arrependa de seus pecados e retorne ao Deus verdadeiro e vivo, não haverá paz que seja digna do nome. É nosso dever dar o exemplo; é nosso dever erguer bem alto o estandarte da verdade. É nosso dever encorajar os demais filhos de nosso Pai a ouvirem seu conselho e orientação e a ajustarem as coisas de tal modo que, onde quer que estejamos, encontremos o espírito de Deus ardendo em nossas almas, e nossa influência seja para o bem.

Rogo que continuemos fiéis. Felicito aqueles dentre vós que puderam comparecer à conferência nesta ocasião. Sinto abençoar o coro que ofereceu música tão esplêndida, e as Mães Cantoras da Sociedade de Socorro, e outros que cantaram para nós. Sou grato a eles, e rogo ao Senhor que os abençoe e nos abençoe a todos, para que sejamos dignos, não somente de sermos membros da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, mas também de sermos chamados filhos e filhas do Deus Vivo, e procuremos fazer a sua vontade e guardar seus mandamentos.

Testemunho

Deus vive. Jesus é o Cristo. A terra em que vivemos, em todas as partes deste globo, pertence a ele. Somos apenas arrendatários aqui. Ele nos colocou aqui com a oportunidade de nos prepararmos para a felicidade eterna, e nos promete que, a seu tempo, este mundo se tornará um reino celestial. Quão maravilhoso é para nós saber que temos a chance de merecer nosso lugar naquele reino, seguindo o conselho

e a orientação que ele nos dá. Se continuarmos a fazer isso, felicidade, satisfação e alegria serão nossa recompensa.

Sei que Deus vive. Sei que Jesus é o Cristo. Sei que Joseph Smith foi um Profeta do Deus Vivo, e que o evangelho de nosso Senhor está sobre a terra. O poder e a autoridade do sacerdócio estão aqui, e, se observarmos o conselho que nos foi dado, se honrarmos aquele que é o Autor de nosso ser, não somente nós, mas nossos filhos e os filhos de nossos filhos, estaremos também entre aqueles a quem Deus abençoará por toda a eternidade. Esse é o meu testemunho, e presto esse testemunho a vós neste dia, em nome de Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.

Já ultrapassamos a hora de encerramento, mas, antes de fazê-lo, chamo a atenção para o fato de que, hoje à noite, às sete horas, neste edifício, será realizada uma Reunião da União da Escola Dominical. Todos estão convidados a comparecer. Também a conferência holandesa será realizada às 4:15 da tarde no Salão Barratt, logo após esta reunião; a reunião escandinava, na mesma hora, no Salão de Assembleias.

O Coro do Tabernáculo cantará para nós:

"Hallelujah" — (do "Messias", de Handel)

Irmãos, como alguém que vos ama, desejo abençoar-vos e rogar a nosso Pai nos Céus que vos abençoe, para que saiais desta conferência com renovada determinação de ser tudo o que Ele deseja que sejamos, e de que irradieis luz do sol e boa vontade, paz e esperança entre aqueles com quem convivais, e vos abençoo para que a alegria seja vossa porção enquanto procurardes fazer a vontade de nosso Pai Celestial, em nome de Jesus Cristo. Amém.

A música do coro para esta conferência foi fornecida, como sabeis, pelo Coro do Tabernáculo e pelas Mães Cantoras. Os organistas durante a Conferência foram o Irmão Asper e o Irmão Schreiner. O Irmão J. Spencer Cornwall dirigiu o canto. Digo novamente, somos gratos a eles e a todos os que contribuíram para esta conferência que foi tão deliciosa. Vamos para nossos lares com renovada determinação de sermos dignos daquele à imagem de quem fomos criados. Deus vos abençoe. Amém.

Como citar este discursoGeorge Albert Smith, “O Sr. E. Kent Kane e o Manifesto Ainda Vigente”, 1947 October General Conference, Third Day Afternoon Session (1947-10-05). Pulpit Vault, 1947-10-george-albert-smith-mr-e-kent-kane. Tradução desta edição, por método de glossário, catalog.churchofjesuschrist.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).