Pulpit

A Universidade do Lar

Joseph L. Wirthlin

Conferência Geral de Outubro de 1939·Sessão da Tarde do Segundo Dia·1939-10-07

Confio sinceramente, meus irmãos e irmãs, que desfrutarei do Espírito do Senhor no esforço de me dirigir a vós nesta tarde. Sou grato pelo testemunho com que o Senhor me abençoou, e, de todos os dons que ele me tem dado, este testemunho é o mais precioso e o mais importante.

Grato pelas Bênçãos

Sou grato por antepassados que tiveram a fé e a coragem de vir a esta grande terra, e de conceder à sua posteridade as bênçãos do evangelho de Jesus Cristo, e de nos abençoar com o privilégio de habitar num lugar tão agradável, onde pudéssemos desfrutar das bênçãos da casa do Senhor, e a companhia dos profetas de Deus.

Sementes do Bem e do Mal

Recentemente, ao passar por um grande edifício público, notei esta inscrição perto da porta. Dizia: "A semente do passado é a colheita do futuro." Esta frase suscitou em mim alguma reflexão. Perguntei-me: "Qual é a natureza das sementes que estão sendo plantadas hoje, e qual será a colheita do futuro?" Percebo que há grande variedade de sementes sendo plantadas, algumas boas, e algumas más. Percebo que há sementes de endividamento. Sem dúvida, os povos do mundo hoje estão sendo acorrentados pelos grilhões do endividamento, como nunca antes. A geração à qual eu e vós pertencemos jamais viverá o suficiente para ver esses grilhões quebrados.

Percebo sementes de imoralidade; sementes que promulgam a ideia e a doutrina de que Jesus, o Cristo, pode ter sido um profeta e um grande mestre, mas que nenhuma relação existe entre ele e o Pai, no sentido de que ele foi o Unigênito na carne; sementes de desrespeito ao governo; sementes que escravizam o corpo por meio do uso de drogas; sementes da filosofia corrupta de que os homens têm direito a esperar o sustento do mundo sem qualquer esforço pessoal, mental ou físico.

A partir dessas sementes, podemos determinar, em grande parte, o que o futuro reserva aos homens e às mulheres de amanhã. Esses homens e mulheres de amanhã estão em vossos lares e no meu lar. Às vezes penso que, como pais, tendemos a deixar a responsabilidade de educar esses filhos para as universidades, colégios e escolas primárias. Sua formação espiritual, sentimos, é um assunto que deve ser deixado inteiramente à Igreja; e talvez as únicas responsabilidades que temos sejam zelar por que estejam adequadamente vestidos e alimentados.

A Universidade do Lar

Pensamentos e opiniões desse tipo são decididamente prejudiciais e perigosos ao bem-estar da juventude desta terra, e perigosos ao bem-estar e ao futuro da Igreja e do Governo. O lar é a maior instituição de ensino. George Herbert certa vez disse: "A primeira universidade é a universidade do lar. Aqui, as horas de recitação são a manhã, o meio-dia e a noite. Aqui encontramos a mesa redonda da infância e da meninice. Aqui se discutem os problemas da hora presente, e as possibilidades dos anos vindouros. Aqui se sentam os estudiosos da juventude, rapazes e moças. Aqui estão entronizadas duas grandes cátedras, dotadas pelo destino e sustentadas pelo afeto humano: a Paternidade e a Maternidade. A maior universidade do mundo é o lar. Uma boa mãe vale cem mestres-escolas."

Sendo o lar a maior universidade, o grande lugar de preparação para os homens e as mulheres de amanhã, que hão de enfrentar um futuro por demais incerto, pergunto-me se, em nosso planejamento e reflexão, estamos preparando os currículos e os cursos que darão a nossos filhos e filhas a formação que deveriam ter, no que diz respeito a seus corações, a suas cabeças, a suas mentes, e algumas instruções pertinentes aos fundamentos da saúde.

Fundamentos na Formação dos Filhos

Ao formar o coração, todos concordaremos que este grande órgão, que vitaliza o corpo e o mantém vivo, é também a sede de todas as emoções, e a maior das emoções a ser cultivada e estimulada é a do amor. O primeiro e grande mandamento é amar a Deus, o Pai Eterno, com todo o coração, alma e mente; e o segundo é semelhante a ele: amar o próximo como a si mesmo.

Ao ensinar nossos filhos a amar a Deus, qual é a primeira lição? Sugiro que a primeira lição é a lição da oração: levar a criança, ainda que mal saiba andar, ao altar familiar da oração. Ensinar-lhe a necessidade de comunicar-se com Deus, seu Pai Eterno, de cuja presença seu espírito recentemente proveio. Se pudermos estabelecer esse vínculo, entre Deus, o Pai Eterno, e nossos filhos, por meio da oração, estaremos inculcando em seus corações respeito por, fé em, e amor por seu Pai Eterno.

Estamos ansiosos para que nossos filhos compreendam os princípios do evangelho do Senhor Jesus Cristo. Devemos encorajá-los a estudar esses princípios. A obediência aos princípios deve ser ensinada. Descobriremos que, pela oração, pela obediência e pelo estudo, vem o entendimento; e com o entendimento vem o testemunho, um testemunho de que Deus vive, de que Jesus era o Cristo, e de que, no meridiano do tempo, o evangelho foi restaurado por meio do instrumento do Profeta Joseph Smith.

O Testemunho Vem por Meio da Revelação

Muitas vezes me pergunto se alguma vez procuramos definir o testemunho. Brigham Young definiu-o certa ocasião. Disse que todo sincero buscador da verdade tem o direito de saber que Jesus era o Cristo, da mesma maneira que Pedro o soube. Pergunto-me como Pedro soube que Jesus era o Cristo.

Permiti-me relatar-vos brevemente o episódio em que Pedro soube que Jesus era o Cristo. Creio que nos lembramos da ocasião.

Enquanto o Salvador viajava, certo dia, voltou-se para seus companheiros e lhes fez a pergunta: "Quem dizeis vós que eu sou?" Alguns de seus discípulos responderam: "Dizem alguns que és João Batista; outros, Elias, e outros, Jeremias," e assim por diante. Finalmente, este homem, Pedro, este homem calmo e humilde, levantou-se e, olhando o Salvador diretamente nos olhos, disse: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo." O Salvador respondeu e disse: "Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus."

Como soube Pedro que Jesus era o Cristo, o Filho do Deus vivo? Soube-o pelo poder da revelação. E os profetas dos últimos dias prometeram a todos nós que, se buscarmos a verdade, com desejo justo de saber que Jesus é o Cristo, podemos sabê-lo, tal como o soube Pedro, antigamente. Assim, estamos ansiosos para que a juventude desta grande Igreja e desta grande terra tenha um testemunho ardente, e o obtenha, se possível, da mesma maneira que Pedro o obteve, por meio da revelação, por meio da inspiração do Espírito Santo.

Vantagens de um Lar Santo dos Últimos Dias

A universidade do lar tem algumas vantagens que as instituições de ensino não têm, a saber: à frente de todo lar Santo dos Últimos Dias deve estar um homem que detém o Sacerdócio de Melquisedeque. Ao deter o Sacerdócio de Melquisedeque, ele tem o direito à inspiração e à revelação, no que diz respeito àqueles que pertencem ao seu lar. Se os homens estiverem vivendo o evangelho de Jesus Cristo e cumprindo seus deveres no sacerdócio, Deus os abençoará, no que se refere a seus filhos, dando-lhes liderança e inspiração.

Há outra diferença entre a instituição de ensino comum e a do lar, que é o fato de que, no lar, há a obrigação de seu corpo docente -- a saber, pai e mãe -- de estabelecer o exemplo adequado a esses filhos. O pai não pode ficar sentado, ocioso, no domingo de manhã, e dizer a seus filhos: "É hora de irdes à reunião do sacerdócio," enquanto ele permanece em casa. Não é possível convidar os filhos a comparecer à reunião sacramental, a menos que estabeleçamos o exemplo. A questão do exemplo é tão importante, e alcança muito mais longe, do que a instrução que vem pela palavra falada.

A Grandeza da Constituição Deve Ser Ensinada

Há um outro grande amor, não apenas o amor a Deus e o amor ao próximo -- e permiti-me dizer que o amor ao próximo se manifesta melhor no serviço que prestamos àqueles que estão ao nosso redor -- mas deve haver também o amor à pátria, o que tanto nos foi impresso aqui durante esta Conferência. Pergunto-me com que frequência, como pais, tiramos exemplares empoeirados da Constituição dos Estados Unidos de nossas estantes ou de nossas bibliotecas, os espalhamos sobre a mesa, e então convidamos nossos filhos e filhas a vir e a examinar, um por um, os artigos daquele sagrado documento. Pergunto-me se, caso um exame fosse aplicado hoje aos cidadãos dos Estados Unidos, a respeito da Constituição dos Estados Unidos, quantos de nós o aprovaríamos com êxito. Recai sobre nós, muito definitivamente, a obrigação de familiarizar nossos filhos e filhas com este grande documento; ensiná-lo a eles, artigo por artigo, para que possam compreender os princípios nele envolvidos, princípios que garantem a liberdade, a independência, a iniciativa pessoal, e o culto a Deus segundo os ditames da própria consciência.

Nossos filhos e filhas devem saber e compreender que a Constituição tornou possível a organização de um governo sob o qual a Igreja de Jesus Cristo pôde ser novamente restaurada à terra. Alguma vez lemos a nossos filhos e filhas os sentimentos expressos por profetas de Deus a respeito deste grande documento, tais como as palavras do Profeta Joseph Smith: "A Constituição dos Estados Unidos é um padrão glorioso. Está fundamentada na sabedoria de Deus. É um estandarte celestial. É, para todos aqueles privilegiados com as delícias de sua liberdade, como a sombra refrescante e a água revigorante de uma grande rocha numa terra desolada e sedenta. É como uma grande árvore, sob cujos ramos homens de todo clima podem abrigar-se dos raios ardentes do sol."

Estas palavras do Profeta Joseph Smith, a respeito deste grande documento de liberdade e independência, deveriam estar tão arraigadas nos corações de nossos filhos e filhas, que eles sintam que não apenas temos obras-padrão eclesiásticas, como a Bíblia e o Livro de Mórmon, etc., mas que também temos obras-padrão governamentais, a primeira das quais é a Constituição dos Estados Unidos.

Damos alguma vez a nossos filhos e filhas lições práticas para lhes ensinar a verdadeira grandeza da Constituição? Com que frequência passamos por alguma grande fábrica, e notamos centenas de automóveis ao seu redor? Alguns de nós talvez pensem que esses automóveis pertencem aos donos da fábrica, ou à administração, mas não é esse o caso. Esses automóveis pertencem aos homens que trabalham na fábrica. Só se pode ver essa cena na América. Não se pode vê-la na Europa, porque ali ela não existe. Esses homens possuem automóveis por causa dos direitos que têm, sob a Constituição dos Estados Unidos, de ganhar e pagar por aquelas coisas que estão ao alcance do poder de compra de todas essas pessoas.

Falamos de Hitler e de sua engenhosidade em realizar grandes feitos mecânicos -- e permiti-me dizer que ele os realizou -- mas há uma coisa que ele não deu a seu povo, embora tenha se esforçado, ao longo de anos, para fornecer um automóvel que estivesse ao alcance de seu poder de compra. Mas aqui na América, não apenas desfrutamos de automóveis, de algumas das comodidades de belos lares, e dos próprios belos lares, mas praticamente de toda bênção que até mesmo os ricos e privilegiados da distante Europa desfrutam. Todas essas coisas são possíveis individualmente porque vivemos num país onde a iniciativa pessoal não é restringida, onde todo e cada homem pode ter tudo o que deseja, se estiver disposto a trabalhar por isso.

Advertência contra Doutrinas Antipatrióticas

Devemos chamar a atenção de nossos filhos para o fato de que há agora, por assim dizer, uma guerra em curso na América. Anos atrás, travamos uma grande guerra civil. Foi travada principalmente em torno de duas questões: se este Governo deveria existir em parte escravo e em parte livre, e também se algum estado teria o direito de separar-se da União. Para a glória daqueles galantes homens, tanto do lado do Sul quanto do lado do Norte, travaram suas batalhas abertamente, e sabemos quais foram e são os resultados.

Mas a guerra que agora encontramos não é uma que se trave no campo de batalha, honrada e abertamente, mas é uma batalha travada por trás dos nomes de assim chamadas sociedades patrióticas, nomes usados para encobrir as atividades daqueles que gostariam que acreditássemos que estão engajados em empenho patriótico, quando, na realidade, estão fazendo exatamente aquilo que há de solapar a Constituição e o Governo dos Estados Unidos. Penso que nossos filhos e filhas deveriam ser constantemente advertidos quanto aos perigos dessas organizações, e quais são seus objetivos. É fato conhecido de todos nós que as próprias nações da Europa que hoje banhariam o mundo em sangue têm seus agentes na América, promulgando suas doutrinas. Devemos estar sempre vigilantes, e particularmente devemos advertir assim a juventude e os líderes de nossa nação de amanhã.

Verdadeira Inteligência

No que diz respeito à educação e à formação da mente, é verdade que se deve dar formação técnica em nossas instituições de ensino, mas penso que, como Santos dos Últimos Dias, há particularmente uma ou duas coisas que devemos enfatizar neste sentido. Uma é o fato de que nossos filhos e filhas devem ser ensinados a separar o verdadeiro do falso. Devemos ensinar-lhes a definição daquela declaração gloriosa que nos foi dada pelo Profeta Joseph Smith, quando declarou que "A glória de Deus é inteligência." A glória de Deus é inteligência, irmãos e irmãs, quando usamos a verdadeira inteligência em empenho justo, e na edificação do reino de Deus. Penso que estes são pensamentos e princípios que deveriam ser incutidos nas mentes de nossos filhos e filhas à medida que atravessam a escola.

A Importância da Formação no Lar

No que diz respeito à formação das mãos, esta formação começa na infância. Começa no lar. Uma criança deve ser ensinada a fazer, por si mesma, as pequenas coisas pessoais, a tornar-se independente o mais rápido possível; a lembrar-se sempre de que suas roupas e sua comida são o resultado do trabalho de outra pessoa. Deve ser ensinada a apreciar o que custa ganhar roupas, ganhar sapatos, e ganhar comida.

Horace Greeley disse: "A hora mais sombria na vida de qualquer homem é quando ele se senta para planejar como obter dinheiro sem ganhá-lo." E Brigham Young disse a respeito do trabalho: "A preguiça viaja devagar, e é logo alcançada pela pobreza. O investimento de tempo, pensamento e trabalho traz a realização do desenvolvimento pessoal. Da indolência vem a decadência moral, mental e física."

Toda criança deveria ser ensinada de que o Governo dos Estados Unidos, como já foi dito, não é uma organização que produz lucro, mas antes uma organização que é um consumidor perpétuo; que o povo deve sustentar o Governo, e em nenhuma hipótese o Governo deve sustentar o povo. Quando uma criança, ou um indivíduo, pensa que pode depender da sociedade, torna-se então um inimigo da sociedade.

Penso ser importante que nossos filhos e nossas filhas sejam formados em todas as tarefas simples e pequenas do lar. Talvez fosse difícil dar-vos estatísticas exatas a respeito do número de pessoas sem formação nas listas de desemprego de cidades e estados, mas é fato conhecido que há grande número delas. Isso não diz respeito apenas ao cidadão do sexo masculino da América, mas também à cidadã do sexo feminino. Nossa própria experiência na região de Salt Lake mostrou-nos casos em que mães não sabiam fazer pão; casos em que se lhes entregavam rolos de tecido para fazer roupas para seus filhos, e não sabiam como proceder.

Para superar problemas desse tipo, é altamente essencial que essas tarefas sejam ensinadas no lar; que toda criança tenha nas mãos alguma ferramenta com a qual possa construir algo útil.

A Lei do Senhor para a Saúde

No que diz respeito à saúde, a lei fundamental da saúde, tal como nos foi dada pelo Profeta Joseph Smith, diretamente de nosso Pai Celestial, é suficiente para guiar e dirigir nossos filhos e filhas.

O Senhor prometeu-nos, de maneira bem definida, que, se atendermos à Palavra de Sabedoria e a seguirmos, grandes bênçãos nos estão reservadas. Ele disse:

E todos os santos que se lembrarem de guardar e fazer estas coisas, obedecendo aos mandamentos, receberão saúde para o umbigo e medula para os ossos;

E encontrarão sabedoria e grandes tesouros de conhecimento, sim, tesouros ocultos;

E correrão e não se cansarão; e caminharão e não desfalecerão.

E eu, o Senhor, faço-lhes uma promessa de que o anjo destruidor passará por eles, como os filhos de Israel, e não os matará.

Estas promessas bastam para inspirar e motivar cada filho e filha de Israel a considerar sagrada a Palavra de Sabedoria, e a vivê-la.

Preparação para a Liderança

Ao pensar no futuro, no qual haverá muitas perplexidades e problemas, tenho certeza de que, se usarmos as oportunidades que se nos oferecem na universidade do lar para formar nossos filhos e filhas, quando chegar a eles o dia da liderança e da responsabilidade, estarão preparados, e, sob a inspiração de Deus, hão de superar todas as dificuldades; que este grande Governo ao qual pertencemos será preservado; e que a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias manterá seu lugar, pois Deus decretou que ela há de permanecer por todos os tempos.

Assim, à medida que esses jovens rapazes e moças deixarem o lar para sair e construir lares para si mesmos, não deixemos de aconselhá-los quanto ao primeiro e grande mandamento, de multiplicarem-se e encherem a terra, o primeiro e o grande mandamento. Com isso, criaremos novos lares, e novos lares tornam-se unidades do Governo e da Igreja.

Lembremo-nos das palavras de Jeová a Josué, quando Josué estava prestes a conduzir os filhos de Israel à Terra Prometida, quando Jeová lhe disse:

Sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes; porque o Senhor teu Deus é contigo, por onde quer que andares.

Tenho certeza, irmãos e irmãs, de que o Eterno estará com a liderança de amanhã, vossos filhos e filhas, se apenas dependerem do Santo, que jamais os abandonará.

Penso frequentemente no espírito do irmão Melvin J. Ballard, expresso em seu belo cântico. Se pudéssemos apenas incutir esse espírito nos corações de nossos filhos e filhas, que coisa maravilhosa seria! Tenho ouvido, muitas vezes, o irmão Ballard cantar estas palavras:

Irei aonde queiras que eu vá, ó Senhor, Sobre montanha, planície ou mar; Direi o que queiras que eu diga, ó Senhor, Serei o que queiras que eu seja.

Que os filhos e filhas de Israel sejam o que Deus quer que sejam, e que vós e eu, como seus pais, os inspiremos e os motivemos de tal maneira que alcancem os mais elevados ideais, e, assim, sejam capazes de resolver os problemas do futuro, peço, em nome de Jesus Cristo. Amém.

Como citar este discursoJoseph L. Wirthlin, “A Universidade do Lar”, Conferência Geral de Outubro de 1939, Sessão da Tarde do Segundo Dia (1939-10-07). Pulpit Vault, 1939-10-joseph-l-wirthlin-the-home-university. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).