Pulpit

O Sacerdócio Definido

Stephen L Richards

Conferência Geral de Abril de 1937·Sessão da Manhã do Segundo Dia·1937-04-05

Se eu pudesse dizer algo que contribuísse para uma maior apreciação do Sacerdócio de nossa Igreja, eu seria verdadeiramente grato. Dificilmente posso esperar acrescentar um novo pensamento sobre ele. É um princípio antigo de nossa religião e de todas as religiões, e é um assunto comum de discurso. Porém, por ser antigo, e por ser comum, não é obsoleto nem batido, e não é barato.

O SACERDÓCIO DEFINIDO

O Sacerdócio é algo inestimável. Não pode ser comprado; não pode ser vendido — pelo menos não por considerações de ordem monetária. Seus valores são medidos em termos de benefício e bênção. Embora seja essencialmente espiritual em natureza e essência, os resultados que fluem de seu uso e administração são frequentemente temporais e materiais. É, ao mesmo tempo, a chave dos "mistérios da divindade" e o poder e a autoridade que fundamentam a organização eclesiástica da obra de Deus no mundo. É eterno em duração. Existiu antes de os alicerces da terra serem lançados e perdurará eternamente. Em última análise, é o poder duradouro e perpétuo dos Deuses — isto é, de Eloím; o poder pelo qual os mundos foram e serão criados; o poder pelo qual todos os convênios e condições eternos são estabelecidos e perpetuados; o poder, e o único poder, que dá garantia e certeza convincente do cumprimento das mais altas e nobres aspirações da família humana.

O Sacerdócio costuma ser simplesmente definido como "o poder de Deus delegado ao homem." Essa definição, penso eu, é precisa. Mas, para fins práticos, gosto de definir o Sacerdócio em termos de serviço, e frequentemente o chamo de "o plano perfeito de serviço." Faço isso porque me parece que é somente por meio da utilização do poder divino conferido aos homens que eles podem esperar realizar toda a importância e vitalidade desta dádiva. É um instrumento de serviço. Seus usos e propósitos são todos definidos em termos de serviço, e o homem que deixa de usá-lo tende a perdê-lo, pois somos claramente informados, por revelação, de que aquele que o negligencia "não será considerado digno de permanecer."

É EXIGIDA ATIVIDADE

O Sacerdócio não é estático, e a ordenação de um homem a ele não é uma investidura estática. Pode haver, contudo, alguns homens que assim o consideram, pois parecem tão satisfeitos e contentes com suas ordenações.

Posso bem imaginar tal homem indo à presença do grande Juiz Eterno e dizendo, em substância: "Enquanto estive na terra, fui Sumo Sacerdote. Venho agora reclamar a recompensa de um Sumo Sacerdote." Penso que não é difícil supor qual poderá ser a resposta. Ele provavelmente se deparará com perguntas como estas: "O que você fez quando era Sumo Sacerdote? Como usou esse grande poder que possuía? A quem abençoou com ele?" Sobre sua resposta a tais perguntas se fundamentará sua recompensa.

O SACERDÓCIO COMPARADO A UM RIACHO

Por vezes, comparei os poderes do Sacerdócio conferidos aos homens com as águas que descem de nossas montanhas para os vales abaixo, tal como essas águas são controladas e regulamentadas pela lei de irrigação vigente em nossos estados ocidentais. Um colono dos primeiros tempos poderia ter desviado de seu curso natural todo um riacho de montanha sobre as terras que ocupava, estabelecendo assim uma reivindicação de direito e posse sobre todo o seu fluxo, mas a lei dizia: "Não, você não pode ter o riacho inteiro. Você pode ter apenas tanto dele quanto puder pôr em uso benéfico no cultivo e na produção de colheitas em suas terras — nada mais." Não é assim também com a grande corrente de poder que flui da fonte de Deus até seus servos na terra? Pode alguém reivindicar o direito a mais desse poder do que usa sábia e bem para a bênção de seus semelhantes? Penso que não, e creio que, se alguém alimentar tal esperança, ficará desapontado.

UM PLANO PERFEITO DE SERVIÇO

Mas o Sacerdócio não é apenas um plano de serviço; é o plano perfeito de serviço. Todo serviço digno é louvável. O homem que constrói minha casa para abrigar minha família das tempestades e dos elementos merece minha aprovação e gratidão. Sou devedor ao homem que lavra a terra, pelo alimento e pelo sustento do corpo. Aos cientistas, aos inventores, aos artesãos e mecânicos qualificados e aos capitães da indústria, devemos louvor e agradecimento duradouros por inúmeros confortos e conveniências que tornam a vida fácil e desejável. Os artistas do mundo têm satisfeito nosso anseio interior de expressão da beleza em sentimento terno e elevado, na arte, na música, na literatura e no idealismo.

Como somos gratos por todos esses benefícios! Quase adoramos o médico moderno que, com habilidade pacientemente desenvolvida e vasto conhecimento científico, é capaz de aliviar nossos sofrimentos corporais, consertar nossos ossos quebrados e nos restabelecer em saúde e vigor. Veneramos nossos estadistas e aclamamos com entusiasmo os heróis de nossa sociedade.

Mas quem, dentre todos esses que tão bem e tão nobremente servem aos interesses da família humana, pode prestar-me um serviço que, em vitalidade real, em benefício eterno, seja comparável ao realizado por um humilde élder da Igreja que me leva às águas do batismo e, erguendo a mão ao alto céu, diz verdadeiramente: "Tendo sido comissionado por Jesus Cristo, eu te batizo em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo"? Que serviço há que um homem possa prestar que

se aproxime, em importância e beneficência eterna, da imposição das mãos do Sacerdócio e da pronúncia daquelas palavras divinas: "Recebe o Espírito Santo" e "sê confirmado membro da Igreja de Cristo"?

Assim, declaro que o Sacerdócio é "o plano perfeito de serviço", porque, por meio de sua administração e ofícios, nossas vidas são eternamente abençoadas. Ele não é essencial apenas para nossa admissão na Igreja e no redil de Cristo, mas é de aplicação constante. Usamo-lo para abençoar nossos enfermos, para aliviar o sofrimento físico, mental e espiritual; para o encorajamento e a orientação de nossos oficiais e missionários ao serem separados para seus respectivos deveres na Igreja; para a bênção e o nome de crianças pequenas; para a administração do Sacramento da Ceia do Senhor, cuja participação nos permite renovar frequentemente nossos convênios com o Salvador; na ordenação de homens e rapazes a ofícios do Sacerdócio, tão amplamente distribuídos em nossa Igreja; e, por fim, e talvez mais importante do que qualquer um dos itens que mencionei, no prosseguimento de nossa obra do templo, tão singular no mundo religioso e tão claramente um produto da revelação dos últimos dias, na qual, por meio da autoridade do santo Sacerdócio, é realizado trabalho vicário pelos mortos aparentados, e são executadas cerimônias e ordenanças transcendentalmente belas para o santo, eterno e celestial casamento de marido e mulher, para o selamento de filhos aos pais, para o estabelecimento de laços e convênios eternos como dádiva de homens e mulheres, pela qual se preparam para voltar à presença de Deus, o Pai, e de Seu Filho, Jesus Cristo.

Eu disse que o Sacerdócio está amplamente distribuído em nossa Igreja. Há 180.000 homens e rapazes que o possuem. Os rapazes têm o que se chama de Sacerdócio menor, ou Aarônico. Os homens são ordenados ao Sacerdócio maior, ou de Melquisedeque. Dentro dessas ordens do Sacerdócio, vários ofícios são designados por revelação, e seus deveres prescritos. Os homens e rapazes são divididos em quóruns ou grupos, em números convenientemente designados para o estabelecimento de relações fraternais e a realização de serviço na Igreja.

O SACERDÓCIO NO LAR

Todo homem se torna um homem melhor em razão de sua filiação a um desses quóruns e de sua ordenação ao Sacerdócio. Um homem com o Sacerdócio é um pai e um marido melhor do que seria de outra forma; isto é, se ele aprecia e usa os poderes que lhe foram conferidos. Ele preside seu lar com dignidade e amor. Ele conquista o respeito de sua esposa e de seus filhos por sua constante solicitude, não apenas pelo bem-estar temporal deles, mas também pelo espiritual. Filhos num lar presidido pelo Sacerdócio não se referem levianamente e desrespeitosamente a seu pai como "o velho" nem a sua mãe como "a velha." A própria natureza do governo do Sacerdócio impede tal impropriedade. Uma esposa não inveja ao homem do Sacerdócio sua posição de cabeça do lar. Ela o honra como tal e ensina seus filhos a fazerem o mesmo, pois compreende bem não apenas o que o

Sacerdócio significa para seu marido, mas também o que significa para ela mesma. Ela sabe que, se apoiar o marido em seu chamado do Sacerdócio, tem a garantia da exaltação junto com ele, e sabe, além disso, que, se ele for fiel a seu Sacerdócio, será sempre bondoso, fiel e justo. Sinto-me seguro de que, se pudéssemos ter mais da autoridade e influência do Sacerdócio nos lares desta terra, teríamos infinitamente menos desrespeito pela lei e pela ordem e pelas instituições estabelecidas da sociedade do que vemos hoje por toda parte.

O homem do Sacerdócio é um cidadão melhor e um vizinho melhor do que seria sem ele. Detendo autoridade ele próprio, sente-se constrangido a respeitar a autoridade. Sendo parte do governo de Deus, ele sustenta todos os governos. Sua vida é dedicada ao serviço. Deve ser um bom vizinho, servindo às necessidades daqueles à sua volta.

O homem do Sacerdócio ama o conhecimento e a educação. Ensina-se-lhe que "a glória de Deus é inteligência," que "é impossível ao homem ser salvo em ignorância," e que o conhecimento é poder. É-lhe ordenado ensinar a verdade e a retidão, e ele sabe que não pode ensinar a menos que aprenda.

HUMILDADE E INTEGRIDADE

Embora o Sacerdócio seja um princípio de força e ação, ele torna, não obstante, o homem humilde. A percepção da responsabilidade que ele acarreta — esta parceria com Deus no exercício de Seu poder — e a própria natureza da concessão em si tendem a subjugar o egotismo natural do ser humano. Quando alguém abençoa um enfermo, sabe que seria fútil confiar em seu próprio talento, em sua própria influência, ou em belas palavras, diante da angústia, do sofrimento e da iminência da morte. Seus poderes naturais parecem nada. Ele percebe que é somente pela fé e com um coração puro que pode pronunciar, com um poder superior às suas faculdades humanas, uma bênção que será eficaz.

Aqueles que detêm o Sacerdócio também sabem que suas vidas devem estar em conformidade com a comissão divina que lhes foi dada. Nenhum homem pode mentir, roubar, difamar o próximo ou poluir o corpo com venenos e macular-se com o pecado, e esperar que a corrente do poder de Deus flua através dele. A posse do Sacerdócio estimula um homem, mais do que qualquer outra coisa que eu conheça, a conformar sua vida aos padrões e atributos do Mestre, de quem ele é o representante autorizado.

O SACERDÓCIO DE ORIGEM DIVINA

E é verdade que um homem devidamente ordenado ao Sacerdócio na Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é um representante autorizado e devidamente credenciado do Senhor Jesus Cristo. Para muitos, sem dúvida, isto parece uma afirmação ousada e altamente presunçosa. Mas é um fato comprovado por evidências fidedignas. Não raramente me perguntam, particularmente aqueles a quem ordeno, sobre a origem ou a linhagem de meu Sacerdócio. Respondo apresentando apenas quatro passos: fui ordenado pelo Presidente Joseph F. Smith, ele pelo Presidente

Brigham Young, Brigham Young pelas Três Testemunhas, uma das quais, Oliver Cowdery, foi ordenada pelos mensageiros angélicos, Pedro, Tiago e João, no início desta dispensação. Assim, a autoridade do Sacerdócio que possuímos está próxima da fonte divina da qual emana. Nem sua origem nem sua descendência estão obscurecidas e encobertas na antiguidade remota por começos e transmissões equívocos e duvidosos. Testemunhas vivas, ou o testemunho registrado daqueles que recentemente faleceram, atestam a validade de cada ato e acontecimento que nos trouxe esta delegação de poder divino.

Não apenas somos capazes de estabelecer a legitimidade de nossas credenciais para participar desta grande obra, mas, além disso, sinto-me seguro de que a experiência de nosso povo com os poderes do Sacerdócio, estendendo-se já por mais de um século, fornece prova irrefutável da autenticidade e da natureza divina dos poderes que têm sido exercidos. As manifestações espirituais e as bênçãos temporais derivadas por meio do Sacerdócio têm sido numerosas demais para se estimar ou relatar. Sob o Sacerdócio, a Igreja foi estabelecida por um jovem sem instrução nas coisas do mundo. Sua maravilhosa organização, seus procedimentos e práticas, suas ordenanças e cerimônias, e sua interpretação incomparavelmente bela e edificante do evangelho de Jesus Cristo são todos diretamente atribuíveis aos poderes do santo Sacerdócio. Até mesmo seus êxitos temporais e os de seus membros, as migrações do povo e seu estabelecimento em diferentes regiões da terra, devem-se à direção inspirada do Sacerdócio da Igreja. De modo que, se perguntarem a qualquer homem que tenha tido experiência com a Igreja ou que conheça sua história qual é a única coisa que mais claramente distingue nosso povo de qualquer outro grupo, e qual é a única coisa mais responsável por todos os nossos êxitos e realizações, ele prontamente responderá: o Sacerdócio da Igreja de Cristo.

ATRIBUTOS DO SACERDÓCIO

Desejaria que o mundo inteiro viesse a compreender a verdadeira essência e a natureza íntima deste precioso poder. Temo que haja demasiados que o consideram autocrático, coercitivo e ditatorial. O Senhor expôs sua natureza e constituição numa revelação que, parece-me, respira mais de perto o verdadeiro, bondoso, amoroso, atencioso, misericordioso e justo espírito de Cristo do que qualquer outra coisa que temos registrada. Não a citarei aqui, porque todos vocês a conhecem bem. Vocês sabem muito bem como ela ordena humildade, "longanimidade, brandura e mansidão e amor não fingido" àqueles que ministram com o Sacerdócio, advertindo contra toda coação, iniquidade e motivos ocultos, e advogando apenas métodos de bondade e persuasão.

Conhecendo os atributos do Sacerdócio como conhecemos, não o tememos. Nossa unanimidade de pensamento e ação em resposta a suas sugestões ou indicações não nos é imposta por dominação e coação. É apenas o produto natural de nosso acordo com a sabedoria e a inspiração de nossos líderes, e a persuasão da retidão e da verdade. Nós, que damos nossa lealdade ao Sacerdócio, não somos escravos nem marionetes;

somos livres, e quanto mais perfeitamente nos rendemos às doutrinas e ao domínio do Sacerdócio, mais unânimes nos tornamos em seu apoio. É a verdade que liberta. O erro é escravidão.

Muitas vezes, as coisas que são comuns passam a ser consideradas baratas. Se o ouro fosse tão comum quanto o barro, talvez não fosse o padrão de valores no mundo. Temo que, em alguns casos e com algumas pessoas, a concessão extensa e comum do Sacerdócio aos homens e rapazes de nossa Igreja tenda a diminuir o respeito e a deferência por ele. Por ser de fácil obtenção, seu valor às vezes é depreciado.

Isso é um grande e sério erro. Em primeiro lugar, o Sacerdócio nunca foi fácil de obter, nesta ou em qualquer outra dispensação em que esteve sobre a terra. Aqueles que o adquiriram no início de nossa Igreja e aqueles que o preservaram e o transmitiram como herança a esta geração sofreram por ele e suportaram provações, tribulações e até a morte, para que fosse estabelecido e preservado. Em segundo lugar, ele não é comum entre os povos do mundo. Se todos os nossos homens e rapazes que o possuem fossem distribuídos entre os povos do mundo, haveria apenas um em cada dez mil habitantes do mundo que deteria o Sacerdócio do Deus vivo. Se tal distribuição fosse real, tenho a impressão de que nenhum homem consideraria seu Sacerdócio comum ou barato.

ADMOESTAÇÃO PARA SER FIEL

Assim, digo: homens do Sacerdócio, sejam fiéis. Usem o poder que Deus lhes deu. Abençoem seus semelhantes com ele. Isso os salvará, e salvará o mundo.

E às irmãs, permitam-me dizer: apoiem seus maridos na obra de Deus. Encorajem-nos e elogiem-nos no cumprimento de seus deveres. Nem sempre é fácil para uma esposa cansada abrir mão da ajuda e da companhia do marido à noite, quando precisa de sua assistência e de seu conforto no cuidado da família. É um sacrifício real deixá-lo ir cumprir seus deveres no Sacerdócio. Mas incentivem-no a ir; vocês nunca se arrependerão; seu sacrifício será recompensado.

Gostaria de poder dizer algo sobre os quóruns do Sacerdócio, essas organizações divinamente designadas, destinadas a promover e conservar a educação, a fraternidade e o serviço dos membros, mas o tempo não permitirá. Devo encerrar.

Ao encerrar, ofereço meu testemunho pessoal. Faço-o com certa hesitação, porque minha convicção pessoal me parece tão particular e tão sagrada. Sinto-me impelido a fazê-lo pela esperança de que a certeza que tanto tem abençoado minha própria vida possa abençoar a vida de outros.

UM TESTEMUNHO FORTE

Sei, com uma convicção que satisfaz toda faculdade de conhecer que possuo, que o Sacerdócio de Deus é real e genuíno, que é uma essência vital de força e poder. Tenho sentido sua influência; tenho tido plena consciência de sua passagem por mim ao impor as mãos sobre a

cabeça de outros, na administração de seus bondosos ofícios. Tenho visto seu efeito. Sei que é mais do que um nome e um simbolismo. Prezo-o acima de todas as posses terrenas. Considero-o a chave para toda a felicidade, alegria e glória a que aspiro, e preferiria perder qualquer outra coisa que já tenha vindo à minha vida do que perder meu Sacerdócio.

Oro humildemente para que eu possa provar-me, em alguma medida, digno de possuir e exercer o poder divino que, pela providência de Deus, me foi concedido, e que eu possa ser digno da convivência que tive o elevado privilégio de desfrutar com o Presidente Smith e o Presidente Grant e os outros nobres homens com quem partilhei minha sorte. Oro também para que bênçãos semelhantes venham a todos os meus irmãos que possuem o Sacerdócio do Senhor Jesus Cristo. Em Seu nome, Amém.

Como citar este discursoStephen L Richards, “O Sacerdócio Definido”, Conferência Geral de Abril de 1937, Sessão da Manhã do Segundo Dia (1937-04-05). Pulpit Vault, 1937-04-stephen-l.-richards-the-priesthood-defined. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).