Pulpit

Felicidade Eterna Mediante a Obediência e o Serviço

George Albert Smith

1936 October General Conference·Second Day Afternoon Session·1936-10-03

Sinto-me muito grato por estar presente nesta conferência. Tenho pensado nos irmãos que não estão aqui por causa de enfermidade ou por estarem em terras estrangeiras. Eles são privados da companhia de que nós desfrutamos, mas, onde quer que estejam, se estiverem cumprindo seu dever, podem participar do Espírito de nosso Pai Celestial.

Regozijei-me com as doces melodias que ouvimos, com as orações que foram oferecidas e com os discursos que foram proferidos.

FELICIDADE ETERNA MEDIANTE A OBEDIÊNCIA E O SERVIÇO

Somos grandemente abençoados como povo, e precisamos expressar nossa gratidão em serviço, não apenas em palavras, mas doando-nos para a bênção da humanidade. Nossa felicidade eterna será proporcional à maneira como nos dedicarmos a ajudar os outros. Ela dependerá das coisas que fizermos e dissermos enquanto estivermos aqui na mortalidade.

Esta é uma condição de prova para nós. Nosso Pai Celestial deu a nossos primeiros pais a oportunidade de vir, e disse-lhes o que deveriam fazer, e, através de todas as épocas, ele tem nos instruído por meio de seus profetas. Onde quer que o povo tenha escutado os profetas, teve sucesso e felicidade, e se preparou para a alegria eterna. Onde se recusou a atentar aos ensinamentos do Senhor por meio de seus servos, pagou a penalidade. Não somente sofreu na vida mortal, como também perdeu as bênçãos de que poderia desfrutar na vida imortal.

Pensai nas experiências pelas quais pessoalmente passamos enquanto aqui no mundo, e nos séculos de história disponíveis dos quais podemos extrair lições valiosas.

DESTRUÍDOS POR CAUSA DE SUA INIQUIDADE

Lendo o Antigo Testamento, aprendemos que, por longo período depois da vinda de Adão, o povo, exercendo seu arbítrio, determinou seguir seu próprio caminho e seguiu os ensinamentos do adversário até tornar-se ímpio demais para viver. Veio o dilúvio, e somente restaram os que haviam sido obedientes e buscado fazer a vontade do Senhor. Abraão nos conta a destruição pelo fogo do povo de Sodoma e Gomorra, por causa de sua iniquidade.

Por que foi necessário que viesse o dilúvio? Por que permitiu o Senhor que as cidades da planície fossem destruídas pelo fogo? Foi porque o povo não quis aproveitar suas oportunidades. Não estava apenas desperdiçando sua vida aqui na terra, mas também trazendo ao mundo outra geração que seguiria seu mau exemplo. Em ambos os casos, parece-me, nosso Pai Celestial, em sua sabedoria e misericórdia, purificou a terra com o dilúvio e abriu caminho para que um povo justo aqui habitasse, se assim o quisesse. As cidades da planície foram queimadas para que sua iniquidade não continuasse a pôr em perigo outras comunidades e crianças ainda não nascidas.

AS EXPERIÊNCIAS DE JACÓ E SEUS FILHOS

Recordamos as experiências de Jacó. Ele residia numa terra fértil e era próspero, mas, na misericórdia do Senhor, que tudo sabia, José, um dos filhos de Jacó, foi vendido como escravo por seus próprios irmãos e levado ao Egito. Depois de algum tempo ali, José, inspirado pelo Senhor, tornou-se o principal conselheiro de Faraó e orientou o povo a preparar-se para uma mortífera fome que se seguiria a sete anos de fartura. José não só trouxe uma bênção ao povo do Egito, como, por guardar os mandamentos do Senhor, foi o meio de salvar a casa de seu pai da fome, trazendo-os a uma terra de fartura.

Então veio Moisés e, dirigido pelo Senhor, conduziu o povo que se tornara escravo no Egito, tirando-o da escravidão e levando-o à Terra Prometida. Quando guardavam seus mandamentos, prosperavam; quando se recusavam a guardar seus mandamentos, pagavam a penalidade de sua desobediência.

Foi esse povo que foi salvo dos egípcios e de afogar-se no Mar Vermelho, quando o exército egípcio ali foi destruído, que foi alimentado com codornizes e maná do céu, salvo da sede em Horebe quando a água jorrou da rocha ao ser ordenada pelo Senhor, e guiado por uma coluna de nuvem de dia e uma coluna de fogo de noite.

PRÍNCIPES DE ISRAEL: DESOBEDIÊNCIA E DESTRUIÇÃO

Havia naquele tempo, como sempre houve, aqueles que se orgulhavam de sua intelectualidade e habilidade. Certa vez, no deserto, Moisés ordenou ao acampamento que fizesse certas coisas. Havia alguns dos príncipes de Israel, homens tidos em alta estima — entre eles Corá, Datã e Abirão — que se recusaram a cumprir o pedido de Moisés e lhe informaram que eram santos. Por terem transgredido e se tornado obscurecidos em sua mente, não percebiam que o adversário os estava influenciando. Recusaram-se a fazer o que o Senhor queria que fizessem — não o que Moisés desejava deles, mas o que o Senhor exigia deles. E então desafiaram Moisés, criticaram-no e o julgaram. O resultado foi que um grande número deles foi tragado por um terremoto, e cerca de catorze mil e setecentos outros, que se queixaram por causa do que acontecera a Corá e seus seguidores, foram de repente exterminados por uma praga.

Através de toda a história, não somente houve angústia espiritual, mas também aflições físicas seguiram o povo de Deus quando este foi instruído sobre o que fazer e se recusou a fazê-lo.

NA ÉPOCA DO SALVADOR

Chegamos à época do Salvador. Ele era o Filho de Deus, e, enquanto o povo escutava seu conselho e orientação, tinha suas bênçãos, mas deixou de guardar seus mandamentos, e o resultado foi que o povo do qual ele proveio se dispersou. Jerusalém foi destruída e surgiu uma condição terrível. Mas, antes disso, o Senhor, sabendo o que ocorreria, tomou um remanescente de seu povo e o trouxe através do poderoso oceano até o Hemisfério Ocidental.

OS DESCENDENTES DE LEHI

Foi durante o reinado do rei Zedequias, seiscentos anos antes do nascimento de Cristo, que Lehi, um servo do Senhor, atravessou o oceano com sua família. Era para eles um mundo novo. Estavam à mercê dos ventos e das ondas do mar, mas o Senhor lhes proveu uma bússola, por meio da qual poderiam saber em que direção guiar seu navio para chegar a seu destino.

Mas alguns dos filhos de Lehi rebelaram-se, e sempre que se rebelavam a bússola deixava de funcionar, e eles vagavam de um lado para outro até se arrependerem. Quando se voltavam para o Senhor, a bússola funcionava, e podiam guiar o navio na direção de seu destino.

Chegaram a esta terra. Pouco depois de sua chegada, Lamã e Lemuel tornaram-se rebeldes, e eles e seu grupo se recusaram a escutar o conselho de seu pai ou de seu irmão mais moço, Néfi, a quem o Senhor havia inspirado. Néfi, desejando a paz, foi para outra parte da terra com seus seguidores, deixando aquilo que julgavam ser a melhor parte para Lamã e Lemuel e os que os seguiam.

Qual foi o resultado? Os que guardavam os mandamentos do Senhor prosperavam. Enquanto foram fiéis, foram abençoados e se tornaram uma multidão poderosa. Os que seguiram Lamã e Lemuel, por causa de sua teimosia, foram amaldiçoados com a pele escura e mais tarde vieram a ser conhecidos como índios. Perderam sua língua escrita. Preservaram a história de sua vida anterior e da vida de seus pais por tradição. O povo de Néfi permaneceu branco e, enquanto honrou e obedeceu a Deus, foi maravilhosamente abençoado.

Depois de sua ressurreição, o Salvador visitou a América, como havia prometido, e conferiu ao povo fiel as mesmas bênçãos que concedera aos de Jerusalém. Deu-lhes o sacerdócio e ordenou apóstolos. Disse-lhes o que deveriam fazer como Igreja, e, por duzentos anos, foram um povo justo. Guardaram seus mandamentos e foram felizes. Depois veio um período de iniquidade e a destruição da raça branca pelos lamanitas.

Quando Colombo descobriu a América, os lamanitas estavam ali em grande número. Haviam perdido sua língua escrita e só conheciam sua ascendência por tradição. Eram um povo degradado. Haviam sofrido a penalidade de recusar-se a aproveitar as oportunidades que o Senhor, em sua misericórdia, lhes havia oferecido quando trouxe seus antepassados à América.

PROFETAS MODERNOS E EXPERIÊNCIAS

O Senhor levantou homens poderosos para estabelecer os Estados Unidos da América, e nos tornamos uma nação. Ele nos deu uma gloriosa Constituição para nossa orientação e proteção. Ele se revelou novamente aos filhos dos homens e nos deu outro profeta. Este profeta era apenas um jovem, mas o Senhor o abençoou, o engrandeceu e lhe deu revelações. Ele organizou uma Igreja, conforme foi ordenado, e nós somos membros dessa Igreja.

O propósito disso foi preparar-nos para viver eternamente bem aqui nesta terra, não em alguma outra terra. O Senhor, em sua misericórdia, restaurou o sacerdócio que se havia perdido da terra. Como mártires pela verdade, este profeta, Joseph Smith, e seu irmão Hyrum, selaram seus testemunhos com seu sangue.

Mas o Senhor levantou outro líder. Brigham Young foi chamado. E o povo o seguiu e veio para estes vales entre as montanhas. Não conheço povo algum que jamais tenha vivido que tenha sido mais maravilhosamente abençoado do que o povo que seguiu o Presidente Young até esta região do país. Foi meu privilégio, nos últimos dias, em companhia de três de meus irmãos, percorrer a maior parte daquela trilha. Viemos de Nauvoo pelo caminho que a primeira companhia seguiu, e vimos onde acamparam em Sugar Creek, Garden Grove, Mount Pisgah e outros lugares. Foram um povo corajoso.

Winter Quarters, onde o monumento foi dedicado há duas semanas, ontem, foi mencionado aqui. O povo foi completamente expatriado de suas próprias terras, não por qualquer erro que houvesse cometido, mas o Senhor, como no caso de José no Egito, tinha uma missão para eles cumprirem. José não cometera nenhum mal quando foi vendido como escravo e lançado na prisão, mas era necessário, e teve a coragem de enfrentar seus problemas, tornando-se o salvador de seu povo.

Assim foi com os que haviam virado as costas à civilização, muitos atravessando o rio Mississippi e as planícies de Iowa no inverno. Muitos vieram mais tarde para o vale do Grande Lago Salgado, de outras partes da América e da Europa.

Estive há poucos dias sobre a terra próxima a Iowa City, onde três mil de nosso povo, que haviam vindo do leste e do velho mundo, desejosos de estar junto ao corpo da Igreja, mas incapazes de custear juntas de animais e carroças, iniciaram sua peregrinação com carrinhos de mão. Percorremos a trilha por onde viajaram e vimos onde haviam estado. Muitos deles entregaram a vida como testemunho de sua fé em Deus. Deram tudo o que tinham e, com isso, tornaram-se mártires pelo Evangelho de Jesus Cristo. Conquistaram a vida eterna no reino celestial, a mais alta de todas as recompensas.

Expulsos de seus lares na chamada civilização, sofreram exposição às intempéries e a falta de todo conforto, enfrentando perigos visíveis e invisíveis e passando por toda experiência penosa que se possa imaginar, lançaram os alicerces desta bela cidade e de outras comunidades felizes. Deram-nos este edifício em que hoje adoramos. Começaram o Templo que está no terreno logo a leste de nós. E estávamos plenamente estabelecidos nos cumes das montanhas antes do falecimento de Brigham Young.

NÃO HÁ SEGURANÇA SENÃO NA RETIDÃO

Cobri vários milhares de anos em poucos minutos, mas o que gostaria de enfatizar é que, ao longo de todo esse período, os que guardavam os mandamentos do Senhor estavam ajuntando tesouros no céu que ninguém pode lhes tirar. Têm a certeza da vida eterna no reino celestial. E quanto aos que se recusaram a fazer o que o Senhor queria que fizessem? Pensai naquelas pessoas nos dias de Moisés que ignoraram o conselho de nosso Pai Celestial e foram tragadas por um terremoto ou destruídas por uma praga. Perderam tudo por causa da desobediência. Mas será que percebemos que, em nossos próprios dias e em nosso próprio tempo, se deixarmos de guardar os mandamentos de nosso Pai Celestial, as dificuldades e aflições que afligem a humanidade em geral também virão sobre nós? A única garantia de segurança que temos é com base na retidão. Não há outro caminho.

O CONSELHO DE NOSSO ATUAL PRESIDENTE, REJEITADO

Há entre nós hoje aqueles que foram cegados pelas filosofias e tolices dos homens. Há os que rejeitam o conselho e a orientação do homem que Deus colocou à frente desta Igreja.

Fico entristecido ao estar aqui e pensar na maneira como rejeitamos o conselho do Presidente Grant. E não quero ser contado entre esse "nós", pois não fiz parte — mas houve os que, entre nós, rejeitaram o conselho do Presidente desta Igreja e votaram pela revogação da Décima Oitava Emenda, aprovando o retorno das bebidas alcoólicas à nossa comunidade e sua legalização. Essa ação aumentou nossos acidentes e homicídios, e milhares dos filhos e filhas da América estão se perdendo e sendo corrompidos além de qualquer possibilidade de recuperação.

Se tivéssemos escutado o homem que está à nossa frente e cumprido nosso dever, não estaríamos, neste vale e em outros lugares, sofrendo as aflições que vieram sobre nós; ao menos, não seríamos responsáveis por elas.

Pessoas que não têm muita informação, de repente, surgem com uma ideia brilhante, e sugerem "este é o caminho" ou "aquele é o caminho", e, embora esteja em conflito com o conselho do Senhor, algumas se deixam persuadir a experimentá-lo. O Senhor deu um conselho seguro e designou o Presidente de sua Igreja para interpretar esse conselho. Se ignorarmos o que ele aconselha, como Presidente da Igreja, poderemos descobrir que cometemos um sério erro.

O SENHOR PRETENDE QUE TRABALHEMOS

Ele nos aconselhou a trabalhar. Ele nos aconselhou a cuidar de nós mesmos e não nos tornarmos objetos de caridade. Ele nos aconselhou a não aguardar o tempo em que possamos sentar-nos em ócio e viver dos esforços de alguém mais diligente, mais bem-sucedido ou mais fiel.

Ele nos aconselhou a sermos homens e mulheres de verdade. Quero dizer-vos, meus irmãos e minhas irmãs, que, se seguirdes esse conselho, se os membros desta Igreja cumprirem o programa que foi iniciado, Deus nos abençoará. Teremos alegria e satisfação em nossos lares. Não estaremos preocupados com as condições que existem no exterior. Mais do que isso, haverá paz e amor em nossos lares, e o conforto que só pode vir de nosso Pai Celestial. Esse é o plano. Credes nisso? Credes que esta é a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias? Credes que Joseph Smith foi um profeta do Senhor? Credes que o homem que está à frente representa nosso Pai Celestial? Ele pode cometer erros. O Profeta Joseph cometeu os seus. Moisés, o maior líder dos tempos antigos, cometeu os seus erros. Mas quero dizer que, enquanto o Senhor sustentar seus líderes, devemos sustentá-los. Hoje, os homens que estão à nossa frente estão dedicando desinteressadamente seu tempo para que, não apenas nós, mas o mundo em geral, sejam abençoados. Enquanto o Senhor lhes conceder força física, capacidade mental e luz espiritual, se formos sábios, seguiremos seu conselho e sua orientação.

Quando penso naqueles que vieram para esta terra árida, como dividiam entre si o pouco que tinham, como trabalhavam com as próprias mãos, não apenas os homens, mas as mulheres e as crianças, digo-vos que é coisa grave sempre que nós, ou qualquer outro povo, estabelecemos uma regra que diz a nossos filhos e filhas: "Não trabalhareis até completar dezoito anos de idade."

Esse não é o caminho do Senhor. Nosso Pai Celestial pretendeu que trabalhássemos. Ele tornou possível que trabalhássemos nesta terra e continuará a fazê-lo. Uma das maiores maldições que poderia sobrevir à humanidade seria perder o poder de trabalhar, e, no entanto, muitos parecem não perceber esse fato.

E QUANTO AO FUTURO

Penso no futuro. Penso na escrita na parede, nos dias de Daniel e Nabucodonosor. Penso nas condições do mundo hoje. O Senhor vos tirou do mundo, trouxe-vos à segurança destas grandes montanhas, deu-vos a oportunidade de serdes preservados dos males da humanidade, se assim o quiserdes, e vos prometeu a vida eterna no reino celestial, se fordes fiéis.

Sou grato hoje pela bênção que é minha. Sou grato pela filiação nesta Igreja. Tenho o prazer de estar identificado com os homens que estão em sua liderança, e sou grato por ser membro da Igreja à qual pertenceis, e por conviver convosco no rebanho.

Podemos ler a história da humanidade e ver que, quando os homens honravam o Senhor, eram felizes e prósperos; quando lhe voltavam as costas e escutavam o adversário de toda retidão, perdiam sua bênção e eram muitas vezes destruídos. No entanto, com toda essa informação diante de nós, há bons homens e boas mulheres em nossas próprias comunidades que estão cegados pelas filosofias da humanidade, e seguem pelo caminho largo que leva à destruição, e, a menos que se arrependam de seus pecados e voltem atrás, se perderão.

FELICIDADE NA PROPORÇÃO DE UMA VIDA JUSTA

Há muitas coisas às quais se poderia fazer referência em que estamos falhando, mas vejo muitos êxitos alcançados. Vejo também a alegria e a felicidade nos lares de nosso povo, e oro para que, como povo, busquemos a luz e não a escuridão, que sigamos nossos líderes e não os que os seguem à distância, que avancemos, cada um percebendo que vivemos vidas independentes, e que nossa felicidade eterna será proporcional à nossa vida justa. O Senhor nos ofereceu oportunidades de desenvolvimento como o mundo jamais conheceu antes. Seremos cegados pela tolice de outros e perderemos nossos privilégios, ou nos agarraremos à barra de ferro, com o rosto voltado para nossos problemas e as costas voltadas para os que quereriam nos desviar?

Assim, Pai celestial, somos gratos por nossa filiação em tua Igreja. Desejamos ser dignos dela, e, com tua ajuda, provaremos nossa devoção a ti e a tua causa. Para que possamos continuar a fazê-lo e obter a vida eterna no reino celestial, na companhia dos melhores homens e mulheres que jamais viveram ou viverão sobre a terra, humildemente oro em nome de Jesus Cristo. Amém.

Como citar este discursoGeorge Albert Smith, “Felicidade Eterna Mediante a Obediência e o Serviço”, 1936 October General Conference, Second Day Afternoon Session (1936-10-03). Pulpit Vault, 1936-10-george-albert-smith-eternal-happiness-through-obedience-and-service. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).