Palavras
Adam S. Bennion
Que Deus nos ajude a fazer estas coisas, meus irmãos e irmãs, é a minha humilde oração, em nome de Jesus Cristo. Amém. ¶
Meus queridos irmãos e irmãs, confio sinceramente que o tempo que eu ocupar seja ocupado sob a inspiração do Espírito do Senhor. Esta é a primeira vez que me cabe dirigir-me a uma congregação em Conferência Geral. Já assisti a estas conferências por seis anos com uma espécie de segurança, uma segurança semelhante à daquele homem que se recusava a fazer seguro porque, dizia ele, nunca havia morrido até então. E então, como um raio vindo do céu, chega o chamado do tabernáculo para eu vir até aqui juntar-me a vocês. Confio que possa captar o espírito desta reunião, que o espírito que animou tanto o Irmão Ballif quanto o Irmão Evans seja também o meu, para unir-me a vocês no espírito daquele maravilhoso sermão: "Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos." Quisera que todos nós tivéssemos essa fome e essa sede nesta hora, e não fôssemos decepcionados. ¶
Meu testemunho do evangelho de Jesus Cristo cresce com os anos. Torna-se mais forte à medida que ganho mais experiência. Sou mais grato a cada dia que vivo por pertencer a esta Igreja. Encontro tantas evidências de sua verdade e de sua divindade que tenho orgulho, embora orgulho em humildade, de minha condição de membro nela; e, como os irmãos que me precederam, tenho sido membro dela durante toda a minha vida. Nasci nela e, portanto, não posso reivindicar a distinção que se atribui à conversão, mas quanto mais tempo estou nela, mais grato sou por minha condição de membro. Muitas vezes, ultimamente, tenho percorrido minha consciência para descobrir as razões dessa gratidão. O assunto é grande demais para ser abordado aqui em sua totalidade; encontro evidências a cada passo, mas ultimamente têm-me vindo à mente pensamentos que remontam à Califórnia. Na verdade, eles se concentram numa experiência que tive na Universidade da Califórnia. Os professores do corpo docente da Universidade da Califórnia costumavam observar frequentemente que, visto eu ter vindo de Utah, talvez eu soubesse algo sobre os mórmons, e quando eu dizia que sim, que era de Utah, e fazia a segunda revelação de que eu também era mórmon, sem exceção, ao ouvirem essa palavra, costumavam exclamar: "Ó -- ó, você é mórmon!" Isso foi exclamado tantas vezes que começou a ocupar o centro do meu interesse. Justamente no verão passado, ao subirmos o Timpanogos, um professor visitante, que ministrava aulas na escola de verão de Alpine, teve ocasião de fazer uma observação a respeito de Deus e de seu conceito d'Ele, e ao explicar que sua ideia de Deus, é claro, era uma espécie de ser intangível, nem sequer um ser, aliás -- ¶
uma grande força universal -- ele olhou para cima e percebeu, suponho, a expressão em meu rosto, e disse: "Ó, suponho que não deveria ter dito isso a você, porque você é mórmon." Ao pensar nesses "Ó's" tantas vezes, decidi elaborar uma pequena resposta, e assim agora, quando algum dos meus amigos diz: "Ó, você é mórmon?", respondo: "Ó, sim, sou." E vou deixar com vocês, se me for permitido desfrutar do espírito desta reunião, alguns dos "Ó's" que compõem meu pequeno esquema de resposta. ¶
Presumo que nos reunimos nesta manhã para repensarmos o plano do evangelho, a fim de edificarmos nossos próprios testemunhos. Por falta de um esquema melhor, gostaria de pendurar algumas ideias em torno deste pequeno esquema que chamo de "os Ó's do mormonismo" [no original em inglês, um jogo de palavras com quatro termos que começam com a letra "O": Origin, Organization, Obligation-Opportunity, Outcome]. ¶
O primeiro Ó que me faz grato pela minha condição de membro nesta Igreja é o Ó de Origem. Um notável escritor, que produziu um dos livros mais destacados sobre educação religiosa neste país, diz que não se preocupa muito com origens, que a origem de uma igreja não o incomoda; ele não pergunta "Como ela começou?", mas seu critério para uma religião ou igreja é: "O que ela fará por seus membros?" Concordo com ele -- e espero dizer algo sobre isso antes de terminar -- concordo que o que uma igreja faz por seu povo é realmente um grande teste de uma religião, mas não estou disposto a ir até o extremo de dizer que as origens não fazem nenhuma diferença. Considero isso falso; este é um tempo de origens. Tenho lido e relido aquele livro do Dr. Wiggam, "The New Decalogue of Science" [O Novo Decálogo da Ciência], e todo o fundamento é um fundamento de origens. Ele diz que homens e mulheres se tornam essencialmente o que se tornam por causa de seu direito de nascença; dada uma família nobre, é muito provável que, dessa parentalidade, surjam filhos dignos; dada uma parentalidade inferior, as chances são de que surjam filhos inferiores; é, em grande medida, uma questão de origens. Ele abre um dos capítulos daquele livro com a famosa declaração de que este se tornou um país maravilhoso em grande parte porque teve sua origem num fundamento de pessoas maravilhosas. Ele lhes presta a homenagem de dizer que atiravam em índios pela vigia com um olho, mas ensinavam a Bíblia a seus filhos com o outro; viviam de milho torrado, é verdade, mas preservavam seu conhecimento torrado, que se centrava em sua ideia de Deus. E a América foi edificada como uma grande nação porque a América teve uma grande origem. Para onde quer que eu me volte, verifico que as origens contam tremendamente. Tive a boa sorte de desfrutar dessa mesma viagem que o Irmão Ballif descreveu, e ao longo do caminho fui impressionado pelo pensamento de que, entre outras maravilhas, o abastecimento de água por todo o noroeste é uma grande fonte de satisfação. O abastecimento de água ali é puro, porque sua origem é correta. Nasce nas montanhas. Muitas cidades neste grande país nosso têm o problema do abastecimento de água, porque lhes falta essa origem. É ¶
difícil aperfeiçoar a água que a natureza nos dá. Origem! Poderíamos passar a hora inteira falando de origens. Não há criador de animais que não saiba que produzirá o tipo de rebanho conforme a linhagem que escolher. Ele sabe que, a cada passo, colherá conforme a espécie, e a espécie de rebanho que criar será determinada pela origem do rebanho. Nenhum homem escolhe uma esposa sem se ver tremendamente impressionado pela importância das origens. Não consigo conceber um homem que diga: "Chegou a hora em que quero uma companheira; não me importo em nada com as origens; vou simplesmente encontrar uma moça disponível, e, à parte de sua história familiar e de tudo mais, vou escolhê-la." Descobri que homens de discernimento escolhem entre famílias dignas. Sou grato pelo comentário de um cunhado que deu esta dica humorística, mas tremendamente útil -- quisera ter o talento para transmiti-la aos rapazes -- ele disse que, se pudesse dar conselho aos rapazes, diria a eles que, ao chegar a hora de escolher uma companheira, procurassem uma mãe digna, e tomassem qualquer uma das filhas que pudessem conseguir. Ele estava convencido de que há uma força tremenda nas origens. E, no entanto, alguns de nossos bons amigos diriam que, neste mais vital dos assuntos da vida, a religião, aquilo que nos une aqui e no futuro, que liga o tempo e a eternidade, não importa qual seja a origem. Alegro-me em pertencer a uma igreja que reivindica como sua origem uma revelação vinda do céu, anunciando a voz do próprio Deus e de seu Filho para declarar seu profeta, como foi declarado aos antigos. E essa é a espécie de origem que quero que minha Igreja reivindique. Todos os Santos dos Últimos Dias podem sentir-se gratos nesta manhã por pertencermos a uma igreja que tem sua origem naquele pronunciamento divino. O pronunciamento foi seguido de outros, com a introdução do poder do Sacerdócio e a entrega das chaves desta última dispensação. O mormonismo se sustenta ou cai sobre essa tremenda plataforma: que, em sua origem, remonta a Deus, o Pai, e ao Filho. Poderíamos passar a manhã inteira falando de origens. Estou simplesmente lançando algumas ideias para sua reflexão mais amadurecida, quando tiverem deixado esta conferência. ¶
Muito se tem dito nos escritos desta Igreja sobre nosso maravilhoso segundo Ó. Quero dizer apenas uma palavra sobre ele. O segundo Ó é o Ó de Organização. Disse-se, há alguns anos, que as duas organizações mais perfeitas do mundo eram o exército alemão e a Igreja mórmon, e como tenho dito a meus amigos, um tanto jocosamente, ultimamente: "Sabemos o que aconteceu com o exército alemão; suponho que temos uma pretensão bastante clara a esse título." Mas não digo isso com jactância. Esta Igreja tem uma organização maravilhosa. É possível que uma mensagem parta do Presidente desta Igreja para todas as estacas de Sião, chegue através das alas, e dentro de uma semana possa ser mobilizada a filiação de mais de meio milhão de pessoas, para qualquer palavra que seja proclamada. Foi comentado durante todo o período da guerra, durante a campanha de alistamento, na arrecadação de fundos e suprimentos, quão maravilhoso foi ver como esta Igreja podia responder. ¶
Mas não me interessa tanto esse aspecto da organização quanto outro. Nenhum dos oradores desta manhã recebeu aviso além do que talvez tenha lido no jornal, e suspeito que todos nós estávamos igualmente sem ter ainda lido aquela edição, muitos de nós estando numa reunião matinal bem antes de esta ser convocada. Há, falando nas sessões desta conferência, homens que não receberam qualquer notificação prévia. Isso está dentro do gênio de nossa organização. É uma coisa muito salutar. Às vezes desejo que pudesse ser ampliada. Ninguém pode sentir-se absolutamente seguro hoje, pois pode ser seu privilégio ocupar esta mesma posição. Voltando àquela mesma experiência na Califórnia: levei um bom amigo meu ao nosso culto em Oakland, e quando o culto terminou, ele perguntou: "É esse o tipo de culto que vocês têm regularmente?" Eu disse: "Em geral, esse é o plano." ¶
"Aquele homem falará no próximo domingo?" E eu disse: "Não, ele não falará no próximo domingo." ¶
"Quem falará?" "Não sei." ¶
"Bem, quem falará no domingo seguinte?" "Não sei." ¶
"Você quer me dizer que vocês têm homens falando aí que não são regularmente designados para isso?" Eu disse: "Sim, esse é o esquema." ¶
Então ele fez a observação -- e acho que não havia ficado particularmente impressionado com o que ouvira naquela noite -- "Você não acha que teriam sermões melhores se tivessem um único homem para proferi-los todos e o deixassem prepará-los com cuidado?" ¶
Eu disse: "Tenho apenas uma observação a fazer em resposta a isso: presumo que você poderia obter um produto mais refinado, mas vou lhe perguntar o que tornaria a igreja mais forte -- deixar todos os sermões a cargo de um único homem e permitir que ele os preparasse com cuidado, ou ter uma congregação em que qualquer homem sabe que, num domingo, pode ser chamado a cumprir essa responsabilidade? Deixo a pergunta com você: qual dos dois planos construirá maior força da parte dos membros de nossa Igreja, o seu ou o nosso?" ¶
Ele nada disse, mas no dia seguinte veio até minha mesa e disse: "Tenho pensado em sua pergunta desde que você a fez ontem à noite, e você venceu; o seu plano construirá uma força que não pode ser construída no outro plano." Esse é o gênio desta organização. Fico contente ao pensar que não há casta, classe ou controle familiar nesta organização. Ninguém sabe quem será chamado a seguir para responsabilidades nas alas, estacas ou cargos gerais. A filiação nesta Igreja tem, em si mesma, a potencialidade de sua própria liderança. Permita-me colocar de outra forma: a força de uma democracia reside no fato de que sua liderança é sempre inerente; dado um grande número de pessoas, há a chance de grande liderança. Ela pode surgir de dentro. Digo que o segundo grande Ó nesta Igreja ¶
é o Ó de Organização, e estou muito feliz por minha condição de membro nessa organização. ¶
Mas deixem-me prosseguir, pois gostaria de expô-los, por um ou dois minutos, a dois outros Ó's, para que pensem sobre eles. O terceiro Ó decorre do segundo. É muito semelhante ao segundo, exceto por ter duas cabeças. Tenho dito muitas vezes que é como se fosse um elo duplo numa corrente; os dois segmentos sempre andam juntos. Não conheço nenhuma maneira de separá-los, e não gostaria de fazê-lo mesmo se pudesse. Uma das grandes coisas que se atribui a esta organização reside no fato de que essa organização pressupõe obrigação da parte de toda a filiação desta Igreja. E então sou impressionado pelo pensamento que a acompanha -- um homem nunca encontra uma Obrigação em sua vida sem encontrar nela sua Oportunidade. Há pouco tempo, no noroeste, um jovem foi chamado a um bispado, e, diante da rapidez desse chamado, sentiu-se deprimido. Ele disse: "Duvido que algum dia consiga responder a esta obrigação." Ocorreu-me que a obrigação que lhe foi imposta como novo bispo nesta Igreja era a oportunidade que lhe abria a porta para uma grande vida. E a cada passo nesta Igreja, verifico que esses dois terceiros Ó's andam juntos. Chamo-os de os Ó's de Obrigação-Oportunidade. Ninguém jamais se filiou a esta Igreja porque esperava ter uma vida fácil. Não consigo imaginar alguém filiando-se a esta Igreja com a sensação de que, com isso, estava abrindo a porta para um acesso fácil. O evangelho de Jesus Cristo, ensinado pelos Santos dos Últimos Dias, pressupõe obrigação, e com ela, oportunidade. Desde o momento em que um rapaz é diácono, ele é chamado a preencher cargos de responsabilidade, e daí em diante, até seus anos de declínio, ele encontra um cargo que lhe impõe obrigação. Pede-se a ele, e também às mulheres desta Igreja, que respondam a chamados, e nenhum homem que viva plenamente seu dever está livre de obrigação. ¶
Chegou ao meu escritório, apenas nas últimas duas semanas, um jovem que havia sido chamado para uma missão em terra estrangeira. Ele vinha de uma família que não era abastada, e que não tinha fundos para custeá-lo até o fim do chamado. Ele vinha trabalhando há dois anos para juntar uma pequena quantia para ir à faculdade, e então chegou o chamado para ir a uma missão. Ele disse: "É a maior obrigação que já surgiu em meu caminho, e estou me perguntando exatamente o que devo fazer. Estou inclinado a cursar a faculdade. Gostaria de completar minha formação. Já economizei o suficiente. Devo ir a uma missão? Gostaria de saber sua opinião." ¶
Diante daquela obrigação, que exigia o gasto de tudo o que ele havia economizado durante dois anos árduos de trabalho, aquele rapaz estava disposto a colocar tudo o que tinha sobre o altar. Tenho a felicidade de anunciar a esta congregação que ele partiu para sua missão e terá gasto todas as suas economias sob essa obrigação antes de voltar, mas prometi a ele que aquela obrigação seria uma oportunidade maior do que ele poderia obter em qualquer faculdade do mundo inteiro. Digo isso como um homem da educação, e estou tão convencido, aqui de pé, de que sairá ¶
daquela obrigação, e de que ele, ao se elevar a ela, receberá uma bênção que o levará a proclamá-la não como obrigação, mas como uma tremenda oportunidade. E a Igreja, a cada passo, oferece essas oportunidades a vocês e a mim. ¶
Vejo que estou chegando ao limite do meu tempo. Gostaria apenas de deixar com vocês o quarto Ó deste pequeno esquema, para que possam desenvolvê-lo a seu contento. Devo voltar ao homem que citei no início. Afinal, o critério de uma religião reside, sim, no tipo de homens e mulheres que ela ajuda a formar; de modo que meu último Ó, por necessidade, é o Ó de Resultado, ou Produto, se preferirem. Tenho grande satisfação em ver minha Igreja julgada pelo tipo de homens e mulheres que ela produz. Já disse isso muitas vezes, e gosto de repeti-lo, é um desafio tremendo: se eu não pudesse discutir o evangelho com amigos, pediria a eles apenas que fizessem duas coisas: que encontrassem um grupo representativo de rapazes e moças que foram ensinados no evangelho e formaram seus hábitos de vida sob sua inspiração; que vissem esse grupo de rapazes e moças como um dos lados do quadro; e então que encontrassem, tanto quanto pudessem, nesta audiência desta manhã, homens e mulheres, encanecidos pelos anos, que passaram suas vidas no evangelho, que subscreveram seus princípios, que o amaram e o viveram; e estou disposto a deixar esses dois grupos como minha evidência ao mundo de que este evangelho é o poder de Deus para a salvação. ¶
Tenho a felicidade, ao estar aqui, de saber que esta Igreja produziu homens e mulheres puros. Quando nossos jovens foram até o Campo Lewis, lugar pelo qual tive o privilégio de passar nas últimas duas semanas, mil e quinhentos deles se apresentaram para exame, e de mil e quinhentos apenas três apresentaram alguma evidência de doença social. Tenho orgulho de saber que Utah figurou entre os quatro estados desta União mais limpos moralmente que enviaram rapazes para a frente. Estou disposto a ser julgado pelo fruto da árvore. Alegra-me saber que temos hoje uma das mais altas taxas de natalidade do mundo, 33 por mil. Uma alta taxa de natalidade quase sempre vem acompanhada de uma alta taxa de mortalidade. Embora tenhamos uma taxa de natalidade de 33, nossa taxa de mortalidade é de apenas 7 por mil, uma das mais baixas do mundo. Li com orgulho que a taxa de mortalidade da França é de 17 por mil, com uma mortalidade infantil de 96 por mil -- quase uma em cada 10 crianças nascidas morre nos primeiros anos de sua existência. Alegra-me saber que superamos a Europa. Citei a França -- 17 por mil; a Inglaterra vem em seguida, se bem me lembro, com 11,6. Nossa taxa de mortalidade, apesar de nossa alta taxa de natalidade, é de apenas 7 por mil. Temos um registro de divórcios do qual qualquer povo no mundo poderia orgulhar-se. Fomos acusados de imoralidade, de falta de padrão de virtude, e, no entanto, tenho a alegria de proclamar ao mundo que, com toda a nossa filiação, passando de meio milhão, houve, no ano passado, apenas 256 casos de divórcio. Lamento-os, mas eles constituem a mais ínfima fração de um por cento de nossa população total. Esse tipo de registro não pode ser exibido ao mundo por um povo cujas vidas ¶
não tenham se baseado em princípios sólidos. Tenho a felicidade de testificar que, julgado por seu fruto, o evangelho de Jesus Cristo produziu homens e mulheres dignos. ¶
Encontro nisso um desafio tremendo para todos nós. Quisera que tivéssemos o poder de viver de tal maneira que homens e mulheres, vendo-nos, pudessem chegar, como já chegaram em centenas de ocasiões, a maravilhar-se com esta obra. Que eu possa encerrar com o pensamento que me foi dado na Califórnia, ao encontrar ali pessoas que haviam se convertido à nossa Igreja. Tive ocasião de perguntar-lhes o que as havia trazido para a Igreja. Antes de mais nada, disseram elas, interessaram-se por este evangelho por causa dos rapazes e moças que proclamavam sua mensagem. "Qualquer igreja que produza esse tipo de homens e mulheres já é boa o bastante para mim." Que Deus nos abençoe com a força para vivermos este evangelho, para que, aonde quer que formos, homens e mulheres digam de nós que, como membros dessa Igreja, somos um Resultado que honra a Igreja. ¶
E assim, meus irmãos e irmãs, quando meus amigos exclamam: "Ó, você é de Utah?" ou "Ó, você é mórmon?", eu digo: "Ó, sim, graças a Deus que sou." E ó, que ele nos dê o poder de vivê-lo em todas as suas possibilidades, é minha oração, em nome de Jesus Cristo. Amém. ¶