Discurso de Junius F. Wells
Junius F. Wells
Meus irmãos e irmãs. Ocorreu-me o pensamento de que estou de pé aproximadamente onde esteve o Presidente Jedediah M. Grant há setenta anos, falando na Conferência de Abril. Não estou relatando algo que sei por mim mesmo, pois eu ainda não era nascido; mas, como historiador, suponho que seja correto recordar algumas coisas que estão escritas. No local deste edifício erguia-se então o velho tabernáculo de adobe. Estava colocado em sentido longitudinal, norte e sul, com cerca de 130 pés de comprimento e 65 pés de largura. No lado ocidental havia uma sacristia, com entrada pela parede oeste do quarteirão do templo. A Presidência da Igreja e os Doze entravam e se reuniam primeiro naquela sacristia. Erguendo-se dali, havia o púlpito, voltado para a congregação, que se sentava voltada para o oeste; as duas amplas portas de entrada ficavam no lado leste do edifício. Logo se percebeu que, por causa do comprimento estar na outra direção, as pessoas sentadas ao norte e ao sul do púlpito não conseguiam ouvir; consequentemente, o arranjo foi mudado e o púlpito colocado na extremidade norte do edifício. O coro ficava na extremidade sul. O velho órgão, de dez ou doze pés quadrados, lembro-me muito bem. Charley More costumava soprar o fole, e nós, meninos, subíamos ali para ajudá-lo a soprar. ¶
Na ocasião a que me refiro, há setenta anos, o Presidente Jedediah M. Grant discursou sobre o cumprimento da profecia, e especialmente a respeito das guerras que naquele tempo afligiam o mundo. A Guerra da Crimeia estava então em curso. Disse ele: ¶
"Poderão os sábios da Europa dizer o resultado da presente guerra entre a Rússia e a Turquia e as potências aliadas? Não, não podem. Se a presente guerra fosse suspensa por algum tempo, poderiam dizer quando a próxima guerra irromperá e qual será seu resultado? Não, não podem. Mas, se ouvirdes as revelações de Deus por meio do espírito de profecia, e os servos de Deus, podereis saber tudo isso com certeza." ¶
Era então, como tem sido desde a Grande Guerra Mundial, moda proclamar a paz bem quando a guerra entre nações rivais estava para irromper e, novamente, à medida que se aproximava do fim, dizer que jamais poderia haver outra. Grandes filósofos, grandes homens de pensamento, e estadistas, naquele tempo, proclamavam a paz, e desde então -- ora, sabeis, alguns de nossos mais eminentes americanos, dentro de um ano do início da Grande Guerra Mundial, tendo atravessado a Europa de uma ponta a outra, proclamaram de tribunas públicas e emitiram proclamações escritas sobre a impossibilidade de outra guerra! -- Jedediah M. Grant não adotava essa visão a respeito da guerra em seu tempo, nem neste dia e era do mundo. Fez este comentário: o Deus do céu, ou, como ele mesmo o expressou, "Os Deuses lá nos céus têm algo a ver com estas poderosas revoluções e convulsões bélicas, que sacodem a criação quase até seu centro." E, em efeito, acrescentou: este mundo está destinado a ser encharcado de guerra, e estas nações que são orgulhosas estão destinadas a ser derrubadas à destruição e ao aniquilamento por meio da guerra: ¶
"Embora o cumprimento das palavras dos profetas nos seja claro e visível como o sol do meio-dia em seu esplendor, o povo do mundo, contudo, está cego a isso; não compreende nem discerne a mão do Senhor. * * * Vemo-la nas revoluções de nosso próprio continente; vemo-la na dispersão da casa de Israel; no desaparecimento de nações (indígenas) à direita e à esquerda; na presente agitação de nossa própria nação; nas discórdias e contendas entre o Sul e o Norte; em suma, vemo-la em todos os acontecimentos ligados à nossa nação e a outras que vivem no continente da América do Norte e do Sul. E, quando o olho da mente se estende para o exterior, através das profundezas imensas, por toda a Europa, vemos a mão do Senhor visivelmente em ação ali; não somente na difusão do Evangelho, na prosperidade do povo de Deus, e na proclamação dos princípios eternos da verdade, por intermédio dos élderes de Israel, mas nas nuvens de guerra que se ajuntam, negras, ao redor, tingindo o oceano de sangue humano e encharcando a terra firme de sangue." ¶
Lembrai-vos de que isso foi dito no ano de 1854. Pois bem, apenas para recordar algumas guerras que sobrevieram desde que o Presidente Jedediah M. Grant falou sobre esse tema. Após a Guerra da Crimeia (1854-1856) veio a Grande Guerra Civil Americana (1861-1865). O Presidente Grant aludiu a isso e às evidências de tal contenda já diante do povo. Ele apoiou as profecias do Profeta Joseph Smith (25 de dezembro de 1832 e abril de 1843), nas quais disse: ¶
"Três dias antes de o profeta Joseph partir para Carthage, lembro-me bem de ele nos dizer que veríamos o cumprimento das palavras de Jesus na terra, em que ele diz que o pai se levantaria contra o filho, e o filho contra o pai, a mãe contra a filha, etc. O Profeta estava em sua própria casa quando contou a vários de nós, naquela noite, as visões do céu que lhe foram abertas, nas quais viu o continente americano encharcado de sangue; e viu nação levantar-se contra nação; pois viu que o espírito de Deus seria retirado dos habitantes da terra, em consequência do que haveria sangue sobre a face de toda a terra, exceto entre o povo do Altíssimo. O profeta contemplou a cena que sua visão apresentava até que seu coração se angustiou, e suplicou ao Senhor que a encerrasse novamente." ¶
Após a Guerra Civil houve a grande Guerra Franco-Prussiana de 1870-1871; guerra que deixou os sentimentos ardentes de guerra, com a determinação de que haveria outra guerra. Isso teve sua expressão nesta grande Guerra Mundial do tempo presente. "Vingança!" clamavam os franceses, tendo sido derrotados pelos alemães naquela época. Agora, tiveram sua vingança. ¶
Depois houve a grande Guerra Russo-Turca (1876-1877), travada com a máxima amargura e a destruição de muitos milhares. E depois houve a Guerra Hispano-Americana (1898), na qual tivemos um conflito com a Espanha e obtivemos as Filipinas; libertamos Cuba do controle espanhol, e expulsamos deste continente da América, desta terra de Sião, a última autoridade monárquica -- "A destruição dos Reinos!" ¶
Depois houve a Guerra Anglo-Bôer, na África do Sul (1900-1901), das mais destrutivas; depois a Guerra Russo-Japonesa (1904-1905), na qual outras dezenas de milhares foram abatidas. Depois, por fim, veio a Grande Guerra Mundial (1914-1918). ¶
O espírito de guerra ainda está no mundo, meus irmãos e irmãs. Não terminou. Muitas predições dos profetas ainda hão de cumprir-se. O mundo que se esqueceu de Deus; as nações que não o conhecem; as igrejas que usam seu nome em vão, sem terem autoridade, nem a inspiração de seu espírito, nem o conhecimento e testemunho de seu desígnio e propósito, podem proclamar paz, e falar de paz, e formar congressos de paz, mas em vão; a paz duradoura está longe deste mundo de contenda e de conflito. Como resultado da Grande Guerra Mundial, o que testemunhamos? Há maior unidade? Há maior amor? Há maior confiança? Há maior fidelidade? O mundo jamais viu um tempo em que houvesse tanta desconfiança entre o povo; em que houvesse tamanha falta absoluta de confiança nos líderes -- toda nação buscando, ou sentindo a necessidade de, homens aptos para liderar, que possam falar com autoridade e obter a confiança, o amor e a fidelidade de seus semelhantes. Mas é difícil encontrá-los. Onde estão os grandes e poderosos reinos e impérios que, há apenas dez anos, se julgavam indestrutíveis; o grande império alemão, o grande império austro-húngaro, o grande império russo, o grande império turco? -- Desapareceram! E é destino da humanidade ver ainda mais destruição, porque o espírito de paz, o espírito de unidade, o espírito de Deus, que só ele pode trazer paz ao povo, não se encontra no mundo. Rejeitaram os profetas. A maioria das nações teve a oportunidade de receber, nesta dispensação da plenitude dos tempos, o testemunho dos servos de Deus. Voltaram as costas a esse testemunho e o desprezaram, e Deus os responsabilizará por isso. Este testemunho não foi levado apenas às nações da terra, chamando os pobres e os humildes a receber a verdade, ao que muitos do sangue de Israel responderam; foi publicado em quase toda terra, e a oportunidade de receber a verdade foi apresentada de modo geral à humanidade. Poucos a aceitaram, e nela se regozijam. O testemunho não foi apenas para os crentes; mas o testemunho que sela o juízo de Deus, e solta sobre eles, retamente, o poder de destruição, também foi dado aos incrédulos com a mesma fidelidade; de modo que a justiça de Deus, no que respeita às nações, não possa ser posta em dúvida, mesmo nas guerras, nas calamidades, nas pestilências, nas fomes, na destruição generalizada que estamos destinados a testemunhar, e que estamos testemunhando, neste mundo de humanidade conflituosa e incrédula, no tempo presente. ¶
Não pensava que iria falar sobre este assunto, pois havia outra coisa sobre a qual pensei falar, muito mais agradável, sob certo ponto de vista. Não obstante, não sou um dos pacifistas que creem que este mundo está pronto para a paz. Vejo a paz apenas por meio do cumprimento dos juízos de Deus, que são decretados sobre o mundo em que vivemos, por causa da incredulidade do mundo. Todos os filhos dos homens são chamados a crer em Deus, o Pai, e em Jesus Cristo, seu Filho; na autoridade do Santo Sacerdócio, na manifestação e no poder do Espírito Santo. São chamados a reconhecer o fato de que o próprio Deus apareceu e falou a seus filhos, e está no mundo, embora o mundo não o saiba. Somos chamados a manter a verdade de que o Profeta Joseph Smith e seu irmão Hyrum foram mártires da verdade, cujo sangue foi derramado injustamente, para selar o testemunho de Deus sobre o mundo que por isso é responsável. Não temos outro negócio, nós, Santos dos Últimos Dias, senão proclamar estas verdades, com todo o poder, os meios e a influência que o Senhor nos dá; declarar à humanidade que o dia do juízo está próximo e já está sobre o mundo. João, o Revelador, previu o tempo em que vivemos -- previu o tempo em que os anjos do céu, voando pelo meio do céu, trariam o evangelho eterno para pregar aos que habitam na terra, clamando com grande voz: "Temei a Deus, e dai-lhe glória, porque vinda é a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas." Sabemos nós, Santos dos Últimos Dias, que a revelação dada a João na Ilha de Patmos está cumprida, ou está sendo cumprida? Sabemos, com toda a certeza. E declaramos aos nossos semelhantes que este evangelho, que foi revelado por meio do Profeta Joseph Smith, é um evangelho de revelação; é um evangelho do ministério de anjos; é um evangelho da demonstração e do exercício do poder de Deus nas mãos de seu Sacerdócio, e que deve ser reconhecido, que deve ser aceito. Está fadado a abrir caminho, até que os retos de coração, os humildes, os puros, os verdadeiros, de todas as nações, que são da casa de Israel, cheguem ao conhecimento da verdade e se regozijem no testemunho de Jesus Cristo. ¶
Ora, meus irmãos e irmãs, nossos pais, os associados de Joseph Smith, converteram-se por meio dessa espécie de pregação. Os élderes que foram chamados no início, e o próprio Joseph, tinham esse dever -- desagradável, de certo modo -- a cumprir, essa tarefa ingrata a cumprir. A primeiríssima mensagem que Joseph teve de entregar foi aos líderes religiosos, dizendo-lhes que estavam todos errados; que eram corruptos; que tinham uma forma de piedade, mas negavam o poder dela; que não tinham o direito e a autoridade de ensinar o povo. Sustentava que uma visão de qualidade celestial, mesmo o aparecimento do Pai e do Filho, o havia levantado e feito com que entregasse essa mensagem. Sabia que tinha visto a visão; sabia que tinha ouvido a voz de Deus; não podia negá-lo. Espantava-se de que os líderes religiosos não o tivessem, sendo ele um mero rapaz, um jovem, procurado persuadir de que estava em erro, se estivesse. Em vez disso, levantaram-se em oposição; chamaram-no de impostor, e começaram a persegui-lo, perseguindo-o por toda a sua vida e, por fim, até a morte de mártir. Esse foi o único argumento que lhe apresentaram -- a perseguição. ¶
Uma guerra iníqua tem sido movida contra os Santos dos Últimos Dias e o testemunho que têm dado ao mundo; não argumentos, nem raciocínio sólido, nem a oferta de algo melhor do que aquilo que os Santos têm livremente dado à humanidade, mas abuso e perseguição. Não têm outra coisa a oferecer. Não têm aquilo que é melhor. Desejo dizer isto aos jovens, descendentes de pais que receberam o evangelho nos primeiros dias. E como o receberam? Receberam-no como voz do céu. Falai de argumento, raciocínio, discussão, investigação e experimento! Ora, meus irmãos e irmãs, dezenas de milhares de Santos dos Últimos Dias receberam o testemunho de Joseph Smith como a revelação de Deus a eles, e os testemunhos dos apóstolos e élderes que por ele foram levantados, que foram, já em 1837, à Europa, e foram enviados por todo o mundo entre essa época e 1860. Receberam o testemunho desses servos de Deus, que os convocavam, a eles e a todos os homens, a se arrependerem de seus pecados; a crer que Deus vive e falou dos céus, e que Jesus Cristo vive; que organizou sua Igreja na terra e estabeleceu seu reino entre os homens; que convoca a humanidade ao arrependimento, oferecendo-lhe a remissão de seus pecados, para que fossem perdoados; que receberiam o dom do Espírito Santo, o qual daria testemunho de que estavam em harmonia com Deus e de posse da verdade, e em comunhão com ele e uns com os outros, em laços de retidão eterna. Esse era o teor do seu testemunho. Foi isso que os conversos receberam por meio de seu ministério. ¶
Quanto tempo levou para convertê-los? Heber C. Kimball entrou em Chatburn, em Lancashire, onde se dizia que ele seria agredido pela multidão e não teria permissão para falar. Ficou de pé na praça do mercado, certa noite, às seis horas, e começou a falar ao povo desta maneira, proclamando o fato de que era um servo de Deus, um apóstolo do Senhor Jesus Cristo. Convocou o povo ao arrependimento de seus pecados, e derreteu seus corações; de modo que, com lágrimas nos olhos, vieram até ele naquela reunião, a primeira vez que o viam, e um disse: "Quereis, por favor, batizar-me?" "E a mim?" "E a mim?" "E a mim?" Vinte e cinco batizou naquela noite antes da meia-noite, e pela manhã mais vinte e seis. Nunca viveram Santos dos Últimos Dias mais fiéis do que aqueles que responderam a essa espécie de testemunho. Ele e outros lhes deram testemunho pelo Espírito e poder de Deus, exercendo e manifestando o poder do Santo Sacerdócio, como apóstolos de Jesus Cristo, que falavam como homens que têm autoridade, porque a possuíam. ¶
Ora, meus irmãos e irmãs, essa autoridade foi restaurada por meio do ministério de anjos. Por meio das revelações do Senhor, esta Igreja foi estabelecida com suas organizações e ordenanças. Este testemunho está diante do mundo. Não podem escapar dele, e ele os prenderá e será selado sobre eles; para a salvação de todos os que creem e o aceitarem; e, tão inevitavelmente, para a destruição, retamente, daqueles que o rejeitarem. O Presidente Jedediah M. Grant falou do maravilhoso progresso que se fizera naqueles sete anos, desde o tempo da chegada dos Pioneiros, quando ele liderou a terceira companhia de Santos através das planícies, em 1847. O progresso feito em sete anos foi simplesmente surpreendente. O velho tabernáculo, então novo, no qual se reuniam, comportaria tantos quantos comporta este Assembly Hall. Estava tão apinhado que, na conferência seguinte, na primavera, decidiram construir um coreto (bowery), que assentaria sete mil pessoas. Ficava localizado na extremidade norte do tabernáculo. Lembro-me muito bem do velho coreto. Lembro-me do velho tabernáculo e de assistir a reuniões ali com minha mãe. O Presidente Grant não apenas se referiu ao progresso material que se fizera, e ao maravilhoso avanço que já começava a triunfar sobre a esterilidade destes vales áridos, mas também ao ajuntamento do povo às dezenas de milhares; pois estavam vindo, então, aos milhares. Sabeis que, dois anos antes da data deste discurso, em 1852, havia mais Santos dos Últimos Dias na Grã-Bretanha do que em Utah? O maior número de nossos conversos, numa só época, eram membros da Igreja na Grã-Bretanha -- segundo me recordo, trinta e três mil. Chegaram a emigrar quatro, cinco ou até seis mil numa só estação; procuraram trazer, e creio que quase o conseguiram, num ano, entre 1853 e 1860, dez mil almas através das planícies, a maioria da Europa. ¶
O Presidente Grant proclamou com poder que não havia nada que pudesse impedir o progresso desta obra, ou que pudesse deter a mão do Todo-Poderoso; que Deus estava nas guerras do mundo, e que Deus estava na prosperidade de seu povo; que era sua obra, e que somos seus servos, e que não havia poder que pudesse impedir o progresso desta Igreja. Pergunto-me como Jedediah M. Grant se sentiria agora, e como veria a situação de hoje! Seu filho mais moço, aqui no Grande Tabernáculo, presidindo esta grande conferência e Igreja, sobre estas dezenas de milhares, sim, centenas de milhares de Santos fiéis; todos dando testemunho do cumprimento da profecia de seu pai, proferida, a trinta pés de onde estou de pé, há setenta anos! ¶
Que Deus vos abençoe, meus irmãos e irmãs. Reconheçamos e apreciemos a herança que recebemos de nossos antepassados. Jamais viveram homens mais fiéis, homens e mulheres mais verdadeiros; nenhum que vivesse mais perto de Deus, que compreendesse os sussurros de seu Espírito e estivesse disposto a dar sua vida e tudo o que possuía para o estabelecimento desta obra, que agora sustentamos. Resta-nos apenas dar seu testemunho; proclamar a verdade que eles proclamaram; defendê-la; e ver que seja levada até os confins da terra; para a conversão dos retos de coração e para a convicção daqueles que ainda se rebelam e não querem receber a palavra de Deus. Há muitos no mundo que não crerão que Deus existe, embora ele tenha aparecido e falado; que não receberão sua palavra nem reconhecerão o ministério de seu Sacerdócio. Qual pode ser sua desculpa? Onde está o seu refúgio? A condenação do mundo é a incredulidade. Como pode haver paz permanente entre as nações, ou entre o povo, na incredulidade? Não é possível. Tal paz só pode vir à humanidade numa unidade de crença, em um Deus, em uma fé e em um batismo. Só há segurança em aceitar a verdade. A verdade é que Deus, nosso Criador, o Pai de todos nós, está no mundo. Seus filhos não o sabem. É vosso dever, Santos dos Últimos Dias, proclamá-lo; é meu dever proclamá-lo, e manifestá-lo em nossa vida, de tal modo que nossos semelhantes prestem atenção e reparem, e procurem entrar em harmonia com o desígnio e o propósito do Todo-Poderoso, em vez de procurar algum outro caminho, em oposição a ele. ¶
Que Deus nos ajude a fazer isto, oro, em nome de Jesus Cristo. Amém. ¶