O Propósito da Criação do Mundo
James E. Talmage
Onde quer que eu vá entre os Santos dos Últimos Dias, conforme meu dever me chama, encontrando-os nas várias alas e estacas e nas missões, encontro-os imbuídos de um espírito de profunda seriedade, esperança, confiança, fé, misturado com preocupação e pensamento sério. Eles são felizes; contudo, sua felicidade é mais do que leviandade, pois em seu regozijo há reflexão e profundo interesse quanto ao seu presente e futuro. ¶
Regozijamo-nos de que a obra de Deus está progredindo, de que através das eras "um propósito incessante prossegue"; de que tudo o que passou foi em preparação para o que agora é, e é para o que há de vir; de que houve um princípio, assim como haverá um fim, para esta fase particular dos propósitos do Senhor a respeito de seus filhos. ¶
O Propósito na Criação do Mundo
A terra foi criada primariamente para a realização dos propósitos divinos a respeito do homem. O astrônomo a considera como uma das unidades estelares; o geólogo a vê como o campo de sua investigação; mas, além dessas concepções, nós a consideramos como uma das muitas esferas criadas com propósito definido, na qual o destino da raça humana é o elemento principal e foi a principal preocupação do Criador ao trazê-la à existência. Lemos, como o Senhor revelou a seu amigo e servo Abraão, que, antes de a terra ser formada, o Criador e aqueles imediatamente associados a ele olharam para o espaço e disseram: Tomaremos destes materiais, e faremos uma terra em que estes espíritos desencarnados possam habitar; e os provaremos com isto, para ver se farão tudo o que o Senhor seu Deus lhes ordenar. ¶
Estreita Relação Entre a Terra e o Homem
Ora, sendo esse o propósito para o qual este mundo foi criado, podemos compreender prontamente que há uma relação muito estreita entre a terra e o homem. Lemos que, quando a transgressão no Éden foi julgada pela voz do juízo, o Senhor disse a Adão: "Maldita é a terra por tua causa; ... Espinhos também e cardos ela te produzirá; ... Com o suor do teu rosto comerás o pão." Este pronunciamento aparentemente terrível não seria senão ficção se não significasse que uma grande mudança sobreveio à própria terra sob a maldição: e as Escrituras revelam uma relação muito significativa entre o desenvolvimento dos processos da terra e o da humanidade. De fato, a terra tem sido personificada. O justo Enoque, dizem-nos, considerava-a um ser consciente e sensível, pois lemos: ¶
"E aconteceu que Enoque olhou a terra; e ele ouviu uma voz que vinha de suas entranhas, dizendo: Ai, ai de mim, a mãe dos homens; estou aflita, estou fatigada por causa da iniquidade de meus filhos. Quando descansarei e serei purificada da imundície que saiu de mim? Quando me santificará o meu Criador, para que eu descanse e a retidão permaneça sobre minha face por algum tempo?" (Moisés 7:48). ¶
Após uma revelação adicional dada a este profeta e vidente, a respeito do desenvolvimento futuro da raça humana e dos propósitos de Deus quanto a isso, ele clamou em angústia ao Senhor: "Quando descansará a terra?" Foi-lhe então mostrado que o Cristo ressuscitado retornaria à terra numa dispensação que seria conhecida como a última, a dispensação da plenitude e da restituição; e que ele, o Senhor, inauguraria o reinado milenar de paz. "E chegará o dia em que a terra descansará, mas antes desse dia os céus escurecerão e um véu de trevas cobrirá a terra; e os céus tremerão, assim como a terra; e haverá grandes tribulações entre os filhos dos homens, mas meu povo eu preservarei." ¶
Não nos foi dado a conhecer que podemos santificar a terra ou profaná-la de acordo com nossos atos? Há uma estreita ligação entre a retidão ou a pecaminosidade da humanidade e a ocorrência de fenômenos naturais, benignos ou malignos, conforme os consideremos, bons ou maus, preservadores ou destrutivos, conforme o caso. Ora, o materialista grosseiro pode dizer que não há relação entre a retidão do homem e os terremotos, ou entre a probidade do homem e as inundações. Mas há! ¶
O Homem e os Fenômenos Terrestres
Quanto a este assunto, leio-vos minhas próprias palavras, incluindo citações de escritura, proferidas em ocasião anterior: Aprendemos das Escrituras que a transgressão de Adão trouxe uma condição decaída, não apenas da humanidade, mas também da própria terra. Neste e em numerosos outros eventos marcantes, nos quais se afirma a intervenção direta da ação Divina, vê-se a natureza em íntima relação com o homem. ¶
Assim, os pecados da humanidade podem produzir calamidade na forma de fenômenos destrutivos, que podemos propriamente chamar de naturais por serem merecidos; e a retidão humana pode invocar a cooperação pacífica e benéfica dos elementos. ¶
"Maldita é a terra por tua causa" foi o decreto Divino ao primeiro homem. Em contraste, notai a garantia dada a Israel de que, pela fidelidade, as estações se tornariam propícias, que chuvas fecundantes viriam, trazendo tais colheitas que o povo não teria espaço para armazenar seus produtos. (Ver Mal. 3:8-12). ¶
A apostasia abjeta das leis de Deus na época de Noé provocou o Dilúvio, no qual "se romperam todas as fontes do grande abismo e as janelas [mais propriamente comportas] do céu se abriram." ¶
Enoque, que viveu antes de Noé, foi enviado para proclamar o arrependimento à raça degenerada, e tão grande era o poder e a autoridade nele investidos que "ele proferiu a palavra do Senhor e a terra tremeu e as montanhas fugiram, sim, de acordo com sua ordem; e os rios de água desviaram-se de seu curso." Ele previu a vinda do dilúvio de Noé, e os eventos da história, inclusive o ministério do Salvador, até os dias da segunda vinda do Senhor, quando "os céus escurecerão e um véu de trevas cobrirá a terra; e os céus tremerão, assim como a terra." (Moisés 7:13, 61). ¶
Como cenário adequado para a tragédia no Calvário, um manto de escuridão caiu sobre o lugar, e, quando o Senhor crucificado expirou, "a terra tremeu, e fenderam-se as pedras." (Mateus 27:51). ¶
A Perturbação que Assinalou a Morte do Salvador
No Continente Ocidental, uma perturbação generalizada assinalou a morte do Salvador: e a destruição sobreveio aos ímpios que haviam zombado das advertências proféticas e das exortações inspiradas ao arrependimento. Muitos dos nefitas haviam esquecido os sinais e prodígios pelos quais o fato do nascimento do Senhor lhes fora dado a conhecer, e haviam caído em iniquidade abominável. Então, na época da crucificação, grandes e terríveis tempestades irromperam sobre a terra, com trovões, relâmpagos, e tanto elevações como depressões da crosta terrestre, de modo que montanhas se partiram, e muitas cidades foram destruídas por terremoto, fogo e a invasão do mar. Por três horas, o holocausto sem precedentes continuou; e então caiu uma escuridão densa, na qual se revelou impossível acender fogo. A pavorosa escuridão era como a escuridão do Egito, cujos vapores viscosos se podiam sentir. Esta condição durou até o terceiro dia, de modo que uma noite, um dia e uma noite foram como uma única noite ininterrupta; e a impenetrável negrume tornou-se ainda mais terrível pelo pranto do povo, cujo refrão de partir o coração era em toda parte o mesmo: "Ah, se tivéssemos nos arrependido antes deste grande e terrível dia!" Então, atravessando as trevas, ouviu-se uma Voz, proclamando que a destruição sobreviera ao povo por causa da iniquidade, e que aqueles que haviam vivido para ouvi-la eram os mais justos dos habitantes, aos quais se oferecia esperança, sob condição de arrependimento e reforma mais completos. (3 Néfi, cap. 8). ¶
Profecia Moderna Sobre o Assunto
Como foi previsto, sim, e predito, pelo próprio Cristo e por seus profetas que viveram antes de seu nascimento mortal e por aqueles que viveram depois, nas eras antigas, e pelos profetas da presente dispensação, grande destruição veio e virá sobre a terra por causa dos pecados da raça humana. Na seção 88 da Doutrina e Convênios, aquela seção conhecida entre nós como a "Folha de Oliveira", assim chamada pelo profeta que recebeu a palavra do Senhor e a deu ao povo em 1832, a 27 de dezembro, declara-se assim: ¶
"Pois em pouco tempo a terra estremecerá e cambaleará de um lado para outro, como um homem embriagado; e o sol esconderá sua face e recusará sua luz; e a lua será banhada em sangue; e as estrelas tornar-se-ão muito zangadas e lançar-se-ão para baixo como o figo que cai de uma figueira. ¶
"E depois de vosso testemunho vêm ira e indignação sobre o povo. ¶
"Pois depois de vosso testemunho vem o testemunho de terremotos, que farão gemer a terra em seu âmago; e homens cairão por terra e não poderão ficar de pé. ¶
"E vem também o testemunho da voz de trovões e da voz de relâmpagos e da voz de tempestades e da voz das ondas do mar, arremessando-se além de seus limites. ¶
"E todas as coisas estarão tumultuadas; e certamente o coração dos homens lhes falhará; pois o temor tomará conta de todos." ¶
A Calamidade Recente no Japão
O que tem sido chamado de a maior calamidade da história está fresco em nossas mentes. Centenas de milhares de seres humanos perderam suas vidas nos grandes distúrbios sísmicos no Japão. Tenho apenas a dizer que a ocorrência de tais terremotos está de acordo com as predições. Não permita o Senhor que eu presuma julgar aqueles que são diretamente afetados, aqueles que perderam suas vidas por tais catástrofes. Está além da sabedoria dos homens deduzir corretamente resultados aplicando leis ou causas gerais a casos individuais; e sempre que os juízos do Senhor têm permissão de cair sobre a terra e sobre seus habitantes, há muitos inocentes que sofrem com os culpados. Muitos perecem sem serem pessoalmente culpáveis e sem serem diretamente responsáveis pelo que ocorreu. ¶
Justos e Culpados Sofrem Juntos
Sabemos que o Senhor permite que essas calamidades sobrevenham àqueles que, segundo nossos meios de julgamento e poderes de análise, talvez não tenham merecido tal destino, mas a morte, lembrai-vos, não é finalidade. É o que se segue à morte com que devemos nos preocupar. A muitos é permitido morrer em tempestade e terremoto, cuja morte é apenas uma passagem para os reinos abençoados, porque merecem bênçãos; enquanto para outros a morte vem de fato como juízo; e o Senhor sabe quem cai por causa de seus pecados e quem é permitido cair por causa de sua retidão. ¶
Temos um exemplo pertinente sobre a ligação entre a aflição e a angústia e a culpabilidade individual. Lembrai-vos de que o Senhor e seus apóstolos uma vez chegaram a um mendigo cego perto dos portões do templo; "E os seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?" ¶
Notemos, de passagem, que aqueles que fizeram essa pergunta tinham entendimento da existência pré-mortal, pois certamente aquele homem não poderia ter pecado na carne e assim trazido sobre si a cegueira ao nascer. Mas a explicação dada pelo Senhor é o ponto importante a considerar: "Jesus respondeu: Nem ele pecou nem seus pais; mas foi para que se manifestem nele as obras de Deus." Os propósitos do Senhor foram cumpridos nesse caso, pois o homem foi curado, e o episódio permanece como testemunho a favor ou contra aqueles que se familiarizaram com a circunstância. ¶
Em um período de intolerância cruel em assuntos religiosos entre o povo aborígene deste continente, lemos que perseguidores de coração maligno mataram muitas mulheres e crianças pelo fogo, pensando que, por esse meio, poderiam aterrorizar o restante e leva-los a negar sua fé. Os Profetas Alma e Amuleque foram forçados a testemunhar as cenas terríveis. Embora eles próprios estivessem presos, foram trazidos para presenciar a agonia das vítimas; e Amuleque, com zelo e justa indignação, desejava invocar o poder de Deus para salvar aqueles sofredores inocentes: "Alma, porém, disse-lhe: O Espírito constrange-me a não estender a mão; porque eis que o Senhor as recebe para si em glória; e permite que eles façam isto, ou seja, que o povo lhes faça isto segundo a dureza de seu coração, para que os julgamentos a que em sua cólera os submeter sejam justos; e o sangue dos inocentes servirá de testemunho contra eles, sim, e clamará fortemente contra eles no último dia." (Alma 14:11). ¶
Nações, Assim Como Indivíduos, São Chamadas a Prestar Contas
O Senhor trata com indivíduos; e a salvação é um assunto individual; mas, não obstante, ele também trata com nações, pois é o Deus das nações, que são erguidas ou derrubadas, preservadas ou destruídas, de acordo com sua conveniência; e tudo isso é feito no devido tempo e modo do Senhor. "Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor," cantou o salmista. "A justiça exalta o povo; mas o pecado é o opróbrio das nações," declarou o autor do livro de Provérbios. ¶
Tem-se apontado que uma característica distintiva dos últimos dias e da iminência da segunda vinda de Cristo seria a proclamação do evangelho entre todas as nações. "E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações; e então virá o fim," disse o próprio Senhor na carne, na véspera de seu grande sacrifício. Assim também, nestes últimos dias, o Senhor deixou claro o fato de que as nações serão chamadas a prestar contas. Em um mandamento aos élderes de sua Igreja, dado em fevereiro de 1831 e registrado na seção 43, ele disse: ¶
"Elevai a voz sem cessar. Chamai as nações ao arrependimento, tanto velhos como jovens, tanto servos como livres, dizendo: Preparai-vos para o grande dia do Senhor; ¶
"Pois se eu, que sou homem, elevo a minha voz e vos convido ao arrependimento e vós me detestais, o que direis quando vier o dia em que os trovões ecoarem a sua voz desde os confins da terra, falando aos ouvidos de todos os que vivem, dizendo: Arrependei-vos e preparai-vos para o grande dia do Senhor? ¶
"Sim, e quando os relâmpagos resplandecerem desde o oriente até o ocidente e manifestarem a sua voz a todos os que vivem e fizerem zumbir os ouvidos de todos os que ouvem, dizendo estas palavras: Arrependei-vos, porque é chegado o grande dia do Senhor? ¶
"E também, dos céus o Senhor fará ressoar a sua voz, dizendo: Escutai, ó nações da terra, e ouvi as palavras do Deus que vos criou. ¶
"Ó vós, nações da terra, quantas vezes eu quis ajuntar-vos como a galinha ajunta seus pintos debaixo das asas, mas vós não o quisestes! ¶
"Quantas vezes vos chamei pela boca de meus servos, e pelo ministério de anjos, e por minha própria voz, e pela voz de trovões, e pela voz de relâmpagos, e pela voz da tempestade, e pela voz dos terremotos e grandes chuvas de pedra, e pela voz da fome e pestilências de toda espécie, e pelo grande som de uma trombeta, e pela voz do julgamento, e pela voz da misericórdia, todo o dia; e pela voz da glória e honra e das riquezas da vida eterna, e quis salvar-vos com salvação eterna, mas vós não o quisestes!" ¶
Em outra revelação, a seção 84, lemos: ¶
"Pois eu, o Todo-Poderoso, deitei as mãos sobre as nações para flagelá-las por suas iniquidades. ¶
"E surgirão pragas, e não serão tiradas da terra até que eu tenha completado minha obra, que se abreviará em retidão -- ¶
"Até que todos os que restarem me conheçam, sim, do menor até ao maior, e encham-se do conhecimento do Senhor." ¶
Ainda mais: ¶
"E assim, pela espada e por derramamento de sangue, os habitantes da terra lamentar-se-ão; e com fome e pragas e terremotos e também com o trovão do céu e o violento e vívido relâmpago, os habitantes da terra sentirão a ira, a indignação e a mão castigadora de um Deus Todo-Poderoso, até que a destruição decretada ponha um fim total a todas as nações." (87:6). ¶
Ora, não creio em tentar explicar as palavras de Deus que predizem calamidade, mas que, não obstante, estão cheias de garantia para os justos, seja um homem justo ou uma nação justa. Devemos despertar para o seu terrível significado. O Senhor trata com as nações da terra, e seu Espírito se afastou em grande medida das nações que o desafiaram, a ele e a seus mandamentos, e, como resultado, elas, sendo largamente deixadas a si mesmas, guerreiam umas com as outras, e buscam todos os meios pelos quais possam destruir-se mutuamente com a maior rapidez. ¶
Ora, o Senhor não é o autor destas coisas más; as nações estão trazendo estes castigos sobre si mesmas, e haverá uma consumação, tal como o Senhor decretou, que significará o fim de todas as nações como tais, se não observarem a lei e os mandamentos do Senhor seu Deus. ¶
O Caminho de Escape
Há algum caminho de escape? Sim, há. O Senhor enviou palavra, por seus profetas, à ímpia cidade de Nínive, e o clamor se ergueu em suas ruas: "Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida." Então, desde o rei em seu trono, até o mendigo nas ruas, o povo lamentava por causa de sua iniquidade, e abriu seus corações à voz de advertência. Jejuaram e oraram, e confessaram seus pecados diante do Senhor, e Jonas, o profeta que fora enviado a eles, esperou para testemunhar a destruição da cidade, e pareceu de fato decepcionado por ser-lhe negada a visão do espetáculo que aguardava. Mas o Senhor argumentou com o profeta desta maneira: O povo voltou-se para mim, e se arrependeu de seus pecados. Devo destruí-los quando se voltaram para mim? ¶
Ainda agora, se as nações se voltarem para o Senhor, será para elas como foi para Nínive -- serão poupadas; mas se não o fizerem, então o Senhor permitirá que os juízos preditos venham sobre elas até que sejam levadas a compreender que dependem do Senhor Deus dos céus e da terra. As forças da natureza estão cooperando e têm permissão de causar destruição, e o fim ainda não chegou. Santos dos Últimos Dias, lembrai-vos da admoestação do Senhor: "Ficai em pé em lugares santos," e não podemos fazer isso a menos que sejamos santos. "Ficai em pé em lugares santos, e não vos movais," mas aguardai o cumprimento dos propósitos do Senhor, ao mesmo tempo em que viveis vidas de retidão e clamais arrependimento ao povo do mundo. ¶
O Tempo do Advento de Cristo Está Próximo
Este é o dia da consumação, e a vinda do Senhor está mais próxima do que estamos dispostos a admitir. Não busquemos estabelecer tempos ou datas, pois disseram-nos que tais coisas nunca serão dadas a conhecer até o dia da vinda do Senhor: nem mesmo os anjos no céu hão de sabê-lo de antemão. Portanto, longe de nós toda tentativa de fixar tempos para o Senhor. Mas ele nos disse que o tempo de seu advento está próximo; e está mais de cem anos mais próximo do que estava quando falou pela primeira vez a seu profeta nesta dispensação. Rogo que estejamos preparados, e que sejamos encontrados prontos para a consumação das eras, a vinda do Senhor em seu poder e majestade, para governar e reinar. Peço isto em seu nome. Amém. ¶