Pulpit

Por Que os Santos dos Últimos Dias São Positivos

Melvin J. Ballard

Conferência Geral de Abril de 1920·Sessão da Tarde do Primeiro Dia·1920-04-04

Regozijo-me, meus irmãos e minhas irmãs, com os testemunhos que têm sido prestados durante as sessões desta conferência, e estou muito feliz, pois em meu coração há hoje sentimentos de gratidão a nosso Pai Celestial por eu também saber que aquilo de que os irmãos têm testificado é verdadeiro.

Por Que os Santos dos Últimos Dias São Positivos em Suas Declarações Religiosas

Sem dúvida, parece uma posição muito positiva a que tomamos, ao

podermos falar com tal certeza a respeito da obra que o Senhor está realizando no mundo, em nossos dias; ao falarmos com tal certeza a respeito da visitação que o profeta Joseph Smith recebeu há cem anos, na qual o Pai e o Filho realmente lhe apareceram. Podemos impressionar nossos amigos, por causa de nossa posição positiva, dando a impressão de arrogância, mas esse não é o pensamento que está em nossos corações. Sabemos o que sabemos, e disso testificamos com seriedade e humildade. Lembro-me de que um cavalheiro, um ministro religioso, disse certa vez, em uma discussão particular que tive com ele, que ele achava que éramos demasiado positivos a respeito das coisas da religião. Ele achava que não havíamos considerado a questão de Deus o suficiente para poder falar com tal certeza. Informou-me que pertencia a uma igreja várias centenas de anos mais antiga do que aquela a que eu pertencia, e disse que sua igreja vinha considerando essas questões havia muito tempo e havia alterado seu ponto de vista e sua opinião sobre uma boa quantidade de questões teológicas. Concordei que isso era verdade; e ele se arriscou a afirmar que, depois de discutirmos essas questões teológicas tanto tempo quanto eles, talvez também mudássemos de opinião. E, para estabelecer seu ponto, usou esta ilustração:

"Se vos fosse dado um problema para resolver e escolhêsseis dez rapazes para resolvê-lo, e désseis a um deles dez dias para estudá-lo, e a outro rapaz nove dias, e a outro ainda oito, e assim por diante, até ter um rapaz estudando o problema por apenas um dia e outro estudando-o por dez dias; ora, qual rapaz, ao final dos dez dias, saberia mais sobre o problema, o que estudara apenas um dia ou o que estudara dez dias?"

Bem, teríeis de conceder, como eu concedi, que, sendo tudo igual, é claro, o rapaz que estudara dez dias deveria saber mais sobre o problema.

"Pois bem, aí está," disse ele; "temos estudado isso por mais tempo do que vós, e sois uma das igrejas mais jovens, de modo que é provável que mudeis de opinião quando estudardes um pouco mais."

"Mas," disse eu, "suponde que o rapaz que teve o problema apenas por um dia receba a visita de um professor que sabe tudo sobre o problema e que o explica de forma que agora fica perfeitamente claro na mente do rapaz; quem sabe mais sobre ele, o rapaz que assim foi ajudado, tendo tido a chance de estudá-lo apenas um dia, ou o rapaz que esteve sonhando com ele por dez dias?"

_ "Ora," disse ele, "é claro que o rapaz que assim foi ajudado e assistido sabia mais sobre o problema."

Então eu disse: "É exatamente essa a nossa posição." Joseph Smith não sabia, por causa de sabedoria terrena ou de sua leitura das escrituras, mais a respeito de nosso Pai Celestial e de seu Filho Jesus Cristo do que os ministros eruditos do mundo. Não foi por esse meio que ele obteve seu conhecimento, mas, nos poucos momentos em que se ajoelhou no Bosque Sagrado na presença do Pai e do Filho, ele soube mais a respeito de Deus, o Pai eterno, e de seu Filho Jesus Cristo, do que todos os ministros de todo o mundo jamais souberam, ou jamais saberão, a menos

que sejam, da mesma maneira, informados e instruídos. De modo que a sabedoria que ele tinha lhe veio da fonte à qual os homens devem recorrer se quiserem conhecer a nosso Pai Celestial.

Embora falemos com esta certeza e esta convicção, desejamos ser caridosos com nossos irmãos e nossas irmãs que não têm esta fé. Penso na condição deles com um sentimento quase de piedade e pesar. Reconheço que entre eles há muitos que desejam fazer o certo, que fazem o certo na medida do conhecimento que têm, que estão cegos por causa das tradições de seus pais, que têm ouvidos mas não ouvem, olhos mas não veem, e corações que não conseguem entender. Não lemos as escrituras nem obtivemos este conhecimento superior por causa de nossa inteligência aumentada. Se retirássemos o conhecimento que veio aos Santos dos Últimos Dias nas revelações contidas no livro de Doutrina e Convênios, nas revelações que temos a respeito do grande plano de salvação, tal como revelado no Livro de Mórmon, e em outras declarações inspiradas que caíram dos lábios dos profetas de Deus desde os dias de Joseph até hoje -- se retirássemos tudo isso, e nos restassem apenas as declarações fragmentárias do Senhor Jesus Cristo e de seus apóstolos, tal como se encontram nas escrituras, não saberíamos, melhor do que os outros, a verdade a respeito do evangelho de Jesus Cristo, nem o plano de organização da igreja.

Justamente neste momento, todo o mundo cristão está considerando a questão da unidade das igrejas, reconhecendo que o sistema que produziu a divisão está errado, e produz fraqueza, e não força. Ora, como no mundo elas jamais se unirão, a não ser que aquilo que se perdeu volte a existir? Sua condição lamentável foi produzida porque os homens não preservaram, desde os dias do ministério do Redentor entre seus servos na terra, a verdade que Jesus ensinou. Quando pensamos em seus três anos de ministério, devem ter sido centenas de sermões, de horas de duração, nos quais ele discorreu sobre todas as verdades fundamentais do evangelho. Evidentemente não havia dúvida na mente de seus seguidores quanto ao que deveriam fazer para serem salvos, mas a dificuldade da situação atual é que temos apenas um fragmento do que ele proferiu. Se combinássemos todos os vários relatos, tal como se encontram nos Evangelhos, em um único relato, e eliminássemos a duplicação da história, diz-se que poderia ser lido em uma hora e quinze minutos e constituiria apenas dezessete páginas de nossas escrituras. Essa é uma parte muito pequena da grande mensagem que o Mestre transmitiu aos homens. Não é de admirar que o mundo esteja em confusão, e que alguns creiam em adorar no sétimo dia, e outros discordem dessa opinião, e cada um pareça encontrar alguma escritura para justificar sua posição. Não é de admirar que haja dúvida e incerteza a respeito do assunto do batismo, a respeito de sua forma e maneira, porque os detalhes a respeito dessa doutrina não foram preservados; e o mesmo a respeito da organização da igreja. É verdade que os nomes de profetas, apóstolos, pastores e mestres ocorrem no registro sagrado, mas os deveres de cada um não estão tão bem definidos; a obra e

o trabalho e a posição relativa desses vários ofícios não estão expostos de maneira que os homens possam, sem mais conhecimento, reconstituir ou restabelecer a verdadeira organização da Igreja de Cristo. Quando penso na contenda de nossos irmãos protestantes, de que o mundo caíra na idolatria e perdera a verdade, e de que existira um estado de apostasia até a época da Reforma, não posso culpar esses homens. Parece-me que deveria haver regozijo entre os que pertencem à causa protestante, pois há prova da veracidade de sua contenda nas declarações do Senhor Jesus Cristo a Joseph Smith, que confirmou o que aqueles grandes reformadores vinham declarando, a saber, que houvera uma apostasia e a verdade não estava na terra. O que aconteceu, desde que tomaram sua posição e fizeram essas declarações positivas, que dê evidência de que a verdade que se havia perdido foi restaurada? Pois eles próprios confessaram que ela não existia na terra. Nenhum deles afirmou que um anjo os visitara e restaurara o Sacerdócio; nenhum deles afirmou ter recebido qualquer nova palavra do Senhor esclarecendo a situação, e tornando as doutrinas da igreja agora claras e simples, de modo que o viandante, ainda que tolo, não precisasse nelas errar.

Quisera eu que tivéssemos tudo o que Jesus proferiu. Creio que seria perfeitamente fácil tornar claro, à mente dos homens honestos, que houve um afastamento do evangelho tal como Jesus o estabeleceu, e que eles próprios estão indo em sentido contrário ao plano que ele concebeu. Por que não temos mais daquilo que Jesus falou? Simplesmente porque se passaram anos antes que alguns homens escrevessem o que podiam lembrar dos sermões, ou da substância dos sermões, de Cristo; e foi apenas um relato muito breve; afinal, por mais precioso que seja, é muito escasso e insuficiente para guiar todos os homens a um entendimento comum do evangelho. Cada palavra que caiu dos lábios do Mestre era essencial; nenhuma palavra foi ociosa, nenhuma palavra foi inútil, mas cada palavra foi essencial para a salvação dos homens; e o "mormonismo" proclama ao mundo que aquilo que se perdeu voltou a existir, e, até que aquilo que se perdeu volte a existir, o mundo continuará nas trevas e na ignorância da verdade; e não será senão quando os homens forem à Fonte a que Joseph Smith recorreu, quando, de joelhos, buscou ao Senhor para saber qual, entre todas as denominações, era a verdadeira, que conhecerão a verdade. Não será senão quando todos os homens reconhecerem que essa, e somente essa, é a Fonte de onde devem vir a luz e o conhecimento, que o mundo poderá chegar à unidade da fé. Até esse dia, encontraremos o mundo vagando nas trevas, de um lado para outro, buscando a luz, mas sem conseguir encontrá-la, tendo os olhos cegados. Ó, como o mundo deveria regozijar-se de que, neste dia, aquilo que por tanto tempo esteve perdido foi restaurado -- a plenitude do evangelho, o poder e a autoridade do santo Sacerdócio, as doutrinas da Igreja, e não somente isso, mas também a organização da Igreja, em sua perfeição e em seu poder. Quando penso nos esforços dos homens para reconstruir a Igreja -- e não desejo menosprezar seus esforços -- não os culpo. Eu

creio que Joseph Smith e seus associados não poderiam ter feito melhor do que Martinho Lutero, nem do que Wesley ou outros, não fosse o fato de que o Senhor se revelou a ele. Assim, não menosprezo os esforços desses homens, que fizeram o melhor que puderam com a luz e o conhecimento que tinham, mas seu conhecimento era limitado. O esforço deles para reconstruir e estabelecer a Igreja de Cristo me lembra a experiência que tive com meu primeiro relógio. Eu queria ver do que era feito, então o desmontei, e havia tantas rodinhas que, quando tentei montá-lo de novo, não conseguia colocar todas as rodinhas dentro da caixa. Coloquei tantas quantas pude, e ele parecia mesmo um relógio; mas não servia ao propósito para o qual um relógio é feito, que é marcar o tempo. Cada rodinha era importante e necessária. E assim os homens têm tentado consertar uma igreja. Leram a respeito de numerosos ofícios, apóstolos, profetas e pastores, mas não conseguiram encaixá-los juntos. Simplesmente pegaram alguns poucos ofícios -- como fiz eu com as rodinhas do meu relógio -- e fizeram parecer uma igreja, com um diácono e um élder, ou um élder e um sacerdote. Podia parecer uma igreja, mas era tão inútil para realizar aquilo para que a Igreja de Cristo foi estabelecida quanto meu relógio era inútil sem suas importantes rodinhas, cada uma encaixando-se na outra; pois dos tempos antigos se diz que a cabeça não pode dizer ao pé: "Não tenho necessidade de ti"; mas cada ofício em seu lugar, para seu propósito, para a obra do ministério, para o aperfeiçoamento dos Santos.

Estes, nossos irmãos cristãos, fizeram o melhor que puderam, mas fracassaram, e coube ao Senhor edificar novamente sua Igreja. Nenhum homem pode fazê-lo. Ele é o Mestre Construtor, e enviou seus servos inspirados, que ensinaram aos homens o plano e o modelo da organização de sua Igreja e neles encaixaram esses ofícios, de modo que, embora a Igreja "mórmon" seja admirada, e até mesmo invejada, por aqueles que se opõem a nós, como a organização mais maravilhosa do mundo, a parte mais maravilhosa dela é que funciona, e que não se torna uma máquina que facilmente sai do prumo ou se desregula, mas segue avante para a salvação material do povo, bem como para sua salvação espiritual. Os homens podem duplicar a organização desta Igreja e, quando o tiverem feito, quando tiverem encaixado os ofícios e lhes tiverem dado seus lugares designados, ainda assim terão uma coisa morta. Podeis estabelecer um sistema perfeito de iluminação elétrica neste edifício ou nesta cidade, podeis ter vosso dínamo, podeis ter vossos fios correndo pelas ruas, devidamente isolados, vossos postes e tudo completo, e os globos aqui, mas não podereis ter luz, nem energia, até que, por meio de vosso sistema perfeito, corram luz, energia e calor. E assim podeis ter uma organização eclesiástica perfeita, mas ela será perfeitamente morta e inútil, a menos que, através dela, corra o poder do Deus vivo, que é a fonte de vida e de luz para sua Igreja. Temos o sistema perfeito, e nele irradia o poder do Deus vivo, a autoridade do santo Sacerdócio, e as ordenanças assim realizadas são eficazes e válidas para os homens na terra, e permanecem seladas sobre suas cabeças, por meio de sua fidelidade, até mesmo no mundo eterno.

A Glória da Ressurreição de Cristo

Regozijo-me com os testemunhos que temos ouvido, neste dia de sábado pascal, a respeito da ressurreição do Redentor, e, ao pensar em sua ascensão do túmulo, regozijo-me em saber que Ele é a Vida e que é o Caminho. E, quando penso também em retirar aquele último ato do grande drama de sua vida, sua saída do túmulo -- retirai isso, e tirareis a glória culminante do ministério do Redentor. Se a pedra não tivesse sido removida, e se ele não tivesse ressuscitado dentre os mortos, teria sido extremamente difícil aos homens ter a fé nele que agora têm. Ele tinha, em sua vida, poder sobre a doença, de modo que os enfermos podiam ser curados; tinha poder sobre a morte, de modo que os homens podiam ser chamados da morte de volta à vida mortal. Muitos haviam testemunhado isso. Tinha poder sobre os elementos, de modo que os ventos e as ondas obedeciam à sua voz. Podia falar, e pães e peixes se materializavam sob seu poder. Tinha mais poder do que jamais fora revelado ao homem desde o princípio dos tempos nesta terra, mas restava ainda mais uma coisa. Ele prometeu, pouco antes de entregar seu corpo, que estaria à altura da necessidade e o levantaria dentre os mortos, não de volta à vida mortal, mas para uma novidade de vida, para a imortalidade e a vida eterna. E, quando ressuscitou dentre os mortos e saiu em esplendor, um ser ressuscitado, imortal e eterno, ele então se elevou ao auge do poder, da glória e da majestade, e se tornou o Senhor de todas as coisas, cedendo-lhe até mesmo a morte, e ele disse que fez apenas aquilo que testemunhara seu Pai fazer. Ora, se trouxe glória, honra, poder e majestade ao Mestre ressuscitar dentre os mortos, da mesma maneira trouxe glória, honra, poder e majestade a seu Pai ter, de maneira semelhante, ressuscitado do túmulo, para possuir um corpo glorificado, habitando no mundo eterno como o grande organizador e gênio presidente sobre todas as suas criações, seus filhos e suas filhas.

Um Testemunho de Que Cristo Ressuscitou do Túmulo e Vive

Portanto, regozijamo-nos com o testemunho que temos de que Jesus disse a verdade, de que o testemunho de seus discípulos a respeito de sua ressurreição é a verdade, e sabemos também que é verdadeiro o testemunho de Joseph Smith e de seus irmãos, que contemplaram o rosto do Redentor. Testifico que sei que aquilo que disseram é a verdade. Sei, tão certamente quanto sei que vivo, e que olho para vossos rostos, que Jesus Cristo vive, e que ele é o Redentor do mundo, que ressuscitou dentre os mortos com um corpo tangível, e ainda possui aquele corpo real que Tomé tocou quando meteu as mãos em seu lado e sentiu a ferida da lança, e também as marcas dos cravos em suas mãos. Sei, pelo testemunho e pelas revelações que Deus me deu, que Tomé disse a verdade. Sei que Joseph Smith disse a verdade, pois meus olhos viram. Pois, nas visões do Senhor à minha alma, tenho visto o rosto de Cristo, tenho ouvido sua voz. Sei que ele vive, que é o Redentor do mundo, e que, assim como ele ressuscitou dentre os mortos,

um ser tangível e real, assim também todos os homens ressuscitarão dentre os mortos.

Que o Senhor nos abençoe para guardarmos esta fé em nossos corações, a fim de que possamos ir adiante com caridade para com nossos irmãos e nossas irmãs do mundo, confiados com estas gloriosas verdades para sua bênção, para que possamos levar-lhes aquilo de que tão tristemente carecem, a plenitude do evangelho do Senhor Jesus Cristo, para sua salvação. Que se despojem do orgulho, de noções preconcebidas e de preconceitos, e não desprezem a fonte de onde vem esta mensagem, e não sejam tão cegos e ignorantes quanto o foram seus pais antes deles, que pensavam que nada de bom poderia vir de Nazaré.

E se agora acontecesse, como de fato aconteceu, que de uma fonte desprezada tenha vindo a luz do Senhor para a bênção do mundo, de um "mórmon" desprezado, oh, que os filhos de nosso pai se despojem da cegueira e vejam a gloriosa verdade que veio, que agora oferecemos ao oriente e ao ocidente, ao norte e ao sul, para sua salvação nesta vida e no mundo vindouro.

Que o Senhor nos abençoe a fazer nossa parte, e os abençoe para que vejam que somos seus amigos, que os amamos e não lhes faríamos mal algum, que guardamos coisas preciosas e sagradas em depósito para eles e para nós mesmos, para que possamos honrar e respeitar estes gloriosos privilégios que são nossos, estarmos à altura da necessidade com a devida gratidão, abraçarmos cada mandamento de nosso Pai, e guardá-lo, para que continuemos a ser a luz do mundo e o sal da terra, o que peço, em nome de Jesus Cristo. Amém.

A Sra. Franzeska Raabe Parkinson cantou um solo de soprano, "A Oração do Senhor."

Como citar este discursoMelvin J. Ballard, “Por Que os Santos dos Últimos Dias São Positivos”, Conferência Geral de Abril de 1920, Sessão da Tarde do Primeiro Dia (1920-04-04). Pulpit Vault, 1920-04-melvin-j-ballard-why-latter-day-saints-are-positive. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).