Os Santos dos Últimos Dias Receberam as Palavras da Vida Eterna
Joseph Fielding Smith
Meus irmãos e irmãs, estou muito impressionado, esta manhã, com as muitas evidências que proclamam que este é, de fato, o lugar — o lugar de Sião; que aqui se encontra o povo do Senhor, com quem Ele fez convênio, e que fez convênio com Ele de servi-Lo e guardar Seus mandamentos; que Sião crescerá e prosperará até que sua fama encha a terra e sua glória e majestade cubram a face dela. ¶
Sinto-me esta manhã muito como se sentiu Pedro em sua resposta ao Senhor após a alimentação dos cinco mil, quando confessou o Senhor ser o Filho de Deus. Lemos no sexto capítulo do Evangelho de João que o Salvador partiu secretamente ¶
do povo depois que este milagre foi realizado, e atravessou para o outro lado do mar da Galileia, até a cidade de Cafarnaum. Na manhã seguinte, quando o povo descobriu que o Senhor havia partido, seguiu-O e perguntou quando Ele ali chegara, e Jesus os repreendeu porque não O haviam seguido por causa das coisas que Ele ensinava, mas por causa dos pães e dos peixes. Ele então os instruiu a buscar o alimento que perdura para a vida eterna, o qual Ele lhes poderia dar. Eles logo Lhe informaram que seus pais comeram o maná no deserto, que era pão do céu. Ele respondeu que o pão que Moisés deu não era o verdadeiro pão do céu, mas que Ele era o pão da vida, e que quem viesse a Ele jamais teria fome, e os que Nele cressem jamais teriam sede. Isto os fez murmurar, e, para deixar mais enfático, o Senhor lhes declarou: "Eu sou o pão da vida. Vossos pais comeram o maná no deserto, e morreram. * * * Eu sou o pão vivo que desceu do céu." Ele os ofendeu ainda mais ao dizer: "Na verdade, na verdade vos digo que, se não comerdes a carne do Filho do Homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos", referindo-Se à ordenança que mais tarde instituiu, o sacramento da ceia do Senhor. Ao fazer esta declaração, ficaram grandemente ofendidos, e muitos dos que haviam professado crença Nele declararam que era um dito muito duro, e que não podiam recebê-lo. Ou, como está escrito: "Desde então muitos dos seus discípulos tornaram para trás, e já não andavam com ele. Então disse Jesus aos doze: Quereis vós também retirar-vos? ¶
Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna. E nós cremos e sabemos que tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo." ¶
E digo, meus irmãos e irmãs, que me sinto esta manhã, depois de ouvir os testemunhos dos irmãos nesta conferência, muito como se sentiu Pedro ao responder ao Senhor. Para onde podemos ir e encontrar as palavras da vida eterna? Não podemos voltar-nos nem para a direita nem para a esquerda, pois ali reina a escuridão espiritual. É exatamente aqui que se encontram as palavras da vida eterna, tal como dadas por revelação e inspiração ao povo de Sião, e sabemos, como Pedro sabia, que Jesus é o Cristo, o Filho do Deus vivo. Esta é nossa mensagem ao mundo; e é uma mensagem muito oportuna, pois o assim chamado mundo cristão está se afastando dos fundamentos, se é que algum dia os teve, do Evangelho de Jesus Cristo. Estão rejeitando-O; não O aceitam como o Cristo, o Filho do Deus vivo. Ora, não desejo ser mal compreendido, pois reconheço que há muitos no mundo que de fato aceitam Jesus Cristo como o Salvador da humanidade e como o Filho de Deus; mas a tendência entre os pensadores e oradores religiosos de hoje é, em larga medida, na direção de que falo. ¶
Durante o ano de 1914, e estendendo-se até 1915, uma série de artigos apareceu no New York Independent, um dos principais semanários dos Estados Unidos, que tem circulação em todos os estados da União e em muitos países estrangeiros. Estes artigos apareceram em intervalos de uma ou duas semanas durante aquele ano, e intitulavam-se "O que eu creio e por quê". ¶
Os autores eram homens que estão moldando o pensamento religioso e educacional do povo desta terra. Li um bom número desses artigos, e, tanto quanto me recordo agora, não houve entre todos eles uma única declaração, clara e sem ressalvas, aceitando Jesus Cristo como o Unigênito Filho de Deus e o Redentor do mundo; e, no entanto, esses artigos foram escritos por homens que se dizem ministros de Seu evangelho. Chamam-se cristãos, mas ensinaram quase tudo, menos o fato de que Jesus de Nazaré era o Filho de Deus. Eram muito modernos em suas opiniões, e aceitaram as teorias e ideias que hoje prevalecem tão amplamente no mundo, em contraste e contradição com o Evangelho de nosso Senhor, tal como Sua doutrina se acha exposta nas Sagradas Escrituras. O artigo final dessa série apareceu na edição daquele semanário de 15 de março de 1915, e intitulava-se "A Soma de Todo o Assunto. O Que Eu Creio e Por Quê", e foi apresentado como o artigo ou a palavra final sobre esses temas religiosos. O autor deste artigo final foi o Dr. William Hays Ward. Quero ler-vos apenas algumas frases. O Sr. Ward disse: ¶
"A soma de todo o assunto é esta: a razão é o árbitro final; nossa própria razão, nossa razão individual, minha razão, a de mais ninguém. Há várias fontes de autoridade: a Bíblia, ou a igreja, ou Deus, mas cada uma delas deve ser testada por nossa razão pessoal antes de ser crida. Somos todos nós, no fundo, racionalistas, não podemos deixar de ser. O que é Deus, se existe um Deus, devemos decidi-lo pela melhor razão que possuímos. Se fomos feitos à imagem de Deus, essa imagem está na razão, não no corpo." Ora, quero que refletísseis nisso e vos lembrásseis disso. "Se fomos feitos à imagem de Deus", diz ele, "essa imagem está na razão, não no corpo; e nossa pequena razão pode e deve alcançar alguma verdadeira visão de Deus, assim como nossos pequenos olhos piscantes e míopes podem, verdadeira, ainda que imperfeitamente, distinguir o infinito universo estrelado. A razão pode ver fracamente, até erroneamente, mas é tudo o que temos para nos guiar. Pode apoiar-se no costume, na tradição, na herança social, no ensino, desde a infância, daqueles que julgamos possuir mais conhecimento e discernimento do que nós, mas todas as nossas crenças repousam sobre a razão que possuímos. * * É pela razão que também devemos testar a Bíblia, bem como os Vedas, Moisés bem como Hesíodo ou Zaratustra. Se encontrarmos em nossa Bíblia algo de cosmogonia, ou de história, ou de moral que não se aprove à nossa razão, devemos rejeitá-lo, não podemos deixar de fazê-lo. Isso não veio, não poderia ter vindo diretamente de Deus, mas veio por meio de homens falíveis, cuja estrutura e cuja corda de harpa foram construídas à moda de sua época, e não poderiam soar música perfeita. A razão prefere nosso livro escolar à nossa Bíblia em matéria de geologia e astronomia, peneira a história bíblica comparando-a com registros contemporâneos recuperados das areias e do barro dos impérios antigos; e é a razão que julga os ensinamentos de Jesus superiores ao culto sacrificial do Levítico, ou às maldições de Ezequiel e Amós. Nossa luz é melhor que a deles, pois nossa razão tem mais conhecimento, mais experiência, sobre a qual se apoiar. A melhor razão humana — creio que não erro — quer olhe para fora, quer para dentro, encontra Deus." ¶
E eu digo que não encontra! A razão está muito certa quando usada com inteligência. Não há um princípio do evangelho que não apele à razão do homem, pois todo princípio do Evangelho de Jesus Cristo é razoável, claro e facilmente compreendido com o auxílio do espírito da verdade. Mas o homem não pode determinar, pela força de sua própria razão, sem o auxílio do Espírito de Deus, o poder e a graça salvadora dos princípios do evangelho, e esperar encontrar a Deus. Ele não pode fazê-lo! O julgamento desses homens no mundo não é, de modo algum, tão bom quanto o julgamento de Ezequiel, o julgamento de Amós ¶
e o julgamento do Levítico, isto é, a palavra do Senhor tal como se encontra no livro de Levítico; nem tampouco é tão bom quanto o julgamento de Moisés ou de qualquer outro dos antigos profetas, pela boa razão de que Moisés e os profetas foram guiados e dirigidos pelo Espírito de Deus. Esses homens não são assim guiados; rejeitaram o Senhor e, em Seu lugar, estabeleceram, como uma vez fizeram na nação da França, o deus da razão, que adoram, e que os conduz a toda sorte de erros por causa de seu raciocínio falho e equivocado, tal como o expressam essas frases que vos li. ¶
Naturalmente, nossa razão está na forma e semelhança da razão de Deus nosso Pai, mas a Dele é infinita, e a nossa é limitada e muito imperfeita. E é verdade, apesar do que o homem possa dizer ou pensar, que fomos criados à imagem de Deus fisicamente, e a razão deste homem, sem o auxílio do espírito da verdade, o levou ao erro a este respeito, porque ele rejeitou o auxílio do Espírito Santo. ¶
Lembro-me de uma expressão encontrada no décimo primeiro capítulo do livro de Jó. Um de seus consoladores a proferiu, mas nem por isso deixa de ser uma afirmação verdadeira. Disse ele a Jó: "Porventura alcançarás os caminhos de Deus? Ou chegarás à perfeição do Todo-Poderoso?" E a resposta a isso, naturalmente, é: Não, não podeis, sem o auxílio do Espírito Santo! É impossível ao homem descobrir a Deus até a perfeição pelo auxílio de sua razão e somente dela. Temos a palavra de Deus para isso. Paulo nos diz no segundo capítulo de Coríntios: ¶
"Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem são as que ¶
Deus preparou para os que o amam. Porém Deus no-las revelou pelo seu Espírito; porque o Espírito esquadrinha todas as coisas, mesmo as profundezas de Deus. Porque, qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus." Ou, em outras palavras, a menos que tenha o Espírito de Deus. "Porém nós", diz ele, "não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus; para que saibamos as coisas que nos são dadas gratuitamente por Deus. As quais também falamos, não com palavras que a sabedoria humana ensina, mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais. Mas o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porquanto se discernem espiritualmente." ¶
Ora, esses religionistas modernos — temos alguns deles em nossa própria cidade — lembro-me de que tenho um recorte de jornal no bolso, do qual quero ler-vos um parágrafo. Esta é a declaração atribuída a um ministro desta cidade, tirada de um discurso proferido não faz muitas semanas. Ele disse: ¶
"Eu, de minha parte, não vejo por que os homens deveriam aceitar a proposição de que existe uma vida futura simplesmente porque assim está escrito nos livros. O que mais sabiam sobre isso os escritores de centenas de anos atrás do que sabemos nós, e por que deveríamos, em particular, crer neles? Nenhum homem jamais viajou até o além e voltou à terra para provar-nos que de fato continuamos a existir." ¶
E eu digo que ele está errado! Mas é assim que raciocinam esses religionistas modernos. Muitos dos que foram para o grande além retornaram, e temos, em nossos dias, testemunhas levantadas que podem testificar que os viram e conversaram com eles. O próprio Senhor, o Filho de Deus, apareceu no Templo de Kirtland ao Profeta Joseph Smith e a Oliver ¶
Cowdery, e ministrou-lhes. O Profeta e Sidney Rigdon viram o Filho de Deus em visão celestial, e testemunharam disso, e seu testemunho é um fato registrado perante o mundo. Viram-No e testemunharam, como declararam, "por último de todos", que Ele vive, pois O viram. Anjos, que são homens que viveram nesta terra e foram glorificados, tendo recebido sua ressurreição, retornaram e conferiram sobre as cabeças de Joseph Smith e Oliver Cowdery as chaves, os poderes e o sacerdócio que possuíam, e este mesmo sacerdócio tem sido transmitido, e vós o possuís, meus irmãos. ¶
É o extremo da tolice que um homem se levante e diga que, porque aqueles que foram para o além não lhe apareceram a ele, portanto não retornaram, que ninguém retornou do grande além para provar-nos que continuamos a existir! e ensinar tal disparate, em sua ignorância, ao povo, porque isso apela à sua razão. Ele jamais receberá tais visitações e tal conhecimento enquanto se apegar a tais opiniões, e rejeitar o Senhor Jesus Cristo como o Redentor do mundo. Pedro diz: ¶
"E temos muito firme a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia clareie, e a estrela da alva surja em vosso coração. Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da escritura é de particular interpretação. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo." ¶
Ora, este homem pergunta: o que sabiam os profetas de antigamente a mais do que sabemos nós? E o Sr. Ward, um dos grandes mestres do mundo religioso, faz a mesma pergunta, ou melhor, declara que temos mais luz e uma visão melhor do que tinham os profetas, por causa de nossa maior experiência. E eu digo que, a menos que estejamos em comunicação e comunhão com o Espírito de Deus, não sabemos tão bem quanto eles sabiam, pois temos, nas palavras do chefe dos apóstolos, que esses santos homens de antigamente, Moisés, Elias, Elias o profeta — todos os profetas de antigamente — falaram conforme foram movidos pelo Espírito Santo, e que aquilo que declararam ao povo era a verdade vital. O Senhor ensinou a Seus discípulos que a missão do Consolador, ou Espírito Santo, era ensinar a verdade, e que Ele nos ensinaria e nos guiaria em toda a verdade; que Ele nos mostraria as coisas vindouras — o que é o espírito de profecia. Ele tomaria as coisas do Pai e do Filho e no-las revelaria, desde que, é claro, estejamos em comunhão com Ele. E assim Pedro testifica que esses profetas falaram sob a inspiração do Senhor e nos deram a palavra do Senhor. ¶
Temos uma testemunha ainda maior. O próprio Senhor deu testemunho deste fato. Lembrai-vos de haver lido, no vigésimo quarto capítulo de Lucas, como, depois de Sua ressurreição, Ele caminhou pela estrada com dois de Seus discípulos, indo para a pequena cidade de Emaús, não longe de Jerusalém, e as escrituras dizem que os olhos deles estavam como que fechados, para que não O reconhecessem. Enquanto caminhava com eles, ficaram surpresos, pensando que Ele fosse um estranho e ignorasse o que ocorrera nos últimos três dias, e assim começaram a instruí-Lo enquanto caminhavam. Contaram-Lhe como os judeus haviam tomado Jesus de Nazaré, aquele que ¶
pensavam ter vindo para redimir Israel, e O haviam levado à morte. Estavam muito aflitos com isso, e sentiam em seus corações que tudo havia terminado, que suas esperanças e promessas haviam chegado ao fim. O Salvador ouviu-os pacientemente por algum tempo, e finalmente lhes disse: "Ó néscios, e tardos de coração para crer em tudo o que os profetas disseram! Porventura não convinha que o Cristo padecesse essas coisas e entrasse na sua glória? E começando por Moisés, e por todos os profetas, explicava-lhes em todas as escrituras o que dele estava escrito." Assim testificou do fato de que Moisés e todos os profetas, cujos registros temos nas antigas escrituras — hoje bastante descartadas no chamado mundo cristão — haviam declarado que Ele viria ao mundo, sofreria e teria Seu sangue derramado para a redenção do mundo, morreria na cruz, e que Ele era verdadeiramente o Filho de Deus, o Redentor da humanidade. Assim Ele abriu as escrituras ao entendimento deles, e ensinou a Seus discípulos, depois de Sua ressurreição, que estas coisas eram verdadeiras, testificando e registrando o fato de que os profetas de antigamente falaram, e também escreveram, conforme foram movidos e ordenados pelo Espírito de Deus. Isto é o que nós, Santos dos Últimos Dias, cremos. ¶
Ora, esses modernistas, que estão instruindo e desencaminhando o povo desta e de outras terras, rejeitam a doutrina da expiação de Cristo; rejeitam a ressurreição do Filho de Deus, e, por consequência, a ressurreição de toda a humanidade. Descartaram inteiramente os milagres das escrituras, e desprezam as ordenanças de salvação do evangelho, que o Senhor declarou serem tão essenciais à nossa salvação; e, em lugar delas, aceitaram as teorias e noções propostas pelos cientistas modernos, que são evidentemente falsas, e tomaram para si e abraçaram as falsidades expostas nas teorias da evolução e da alta crítica das escrituras. E por que fizeram isto? Porque a verdade simples, que é compreendida pelo Espírito de Deus e não compreendida nem apreendida pelo espírito do homem, não apela à sua razão. Recusaram-se a atender às palavras do Filho de Deus, quando repreendeu os judeus impenitentes: ¶
"Mas eu tenho maior testemunho do que o de João; porque as obras que o Pai me deu para que eu consumasse, as mesmas obras que eu faço, testificam de mim, que o Pai me enviou. E o Pai, que me enviou, ele mesmo testificou de mim. Vós nunca ouvistes a sua voz, nem vistes a sua forma; E a sua palavra não permanece em vós; porque naquele que ele enviou não credes vós. Examinais as escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna; e são elas que de mim testificam." ¶
Toda sorte de teoria e de erro ensinam ao mundo, declarando que não podemos aceitar coisa alguma, senão aquilo que nossa razão nos ensina. Portanto, se a razão me ensina que o batismo não é essencial à salvação, e vos ensina que o é, ambos estamos certos, o que é uma contradição que não pode ser verdadeira; e a menos que a razão nos ensine a mesma coisa e estejamos de acordo, nem ambos podem ter a verdade, e não estamos no caminho estreito, não estamos em comunhão com Deus. Devemos andar em santidade de vida, na luz e na verdade, com o devido entendimento que vem pelo dom e poder do Espírito Santo, ¶
que é prometido a todos os que crerem até o arrependimento e receberem as palavras da vida eterna. Se estivermos em comunhão com este Espírito, então andamos na luz e temos comunhão com Deus. Aquele que está sem a luz orientadora do Espírito de Deus está em meio às trevas, e não pode, com sua razão desamparada e não iluminada, buscar e encontrar a Deus. ¶
Meu testemunho é que Jesus é o Cristo, o Redentor do mundo, que Joseph Smith foi um profeta de Deus, que ele de fato recebeu ministrações de anjos, e até mesmo do Filho e do Pai; que foi chamado para estabelecer esta obra em verdade e retidão, e esta mensagem foi levada ao mundo, e muitos — a grande maioria, até — a rejeitaram. Não obstante, este é o meu testemunho e o testemunho dos élderes de Israel, e que ele prevaleça, é minha oração, em nome de Jesus Cristo. Amém. ¶