Pulpit

Antigos líderes da Igreja, agora no espírito

Joseph F. Smith

Conferência Geral de Abril de 1916·Sessão da Manhã do Primeiro Dia·1916-04-06

Precisarei do auxílio do Bom Espírito e do bom sentimento, fé e simpatia de meus irmãos e irmãs nesta manhã, no esforço de falar-vos por um breve tempo. Espero que seja breve, de fato, pois no momento não sinto nem pretendo ocupar muito do tempo. Não poderia expressar com a linguagem de que disponho a gratidão que sinto nesta manhã por ter sido permitido, sob as misericórdias do Pai de todos nós, estar

presente convosco e contemplar o espetáculo que vejo nesta multidão reunida aqui na sessão de abertura desta conferência, no octogésimo sexto aniversário da organização d'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Sinto-me certo de que o Profeta Joseph Smith e seus associados, que, sob a orientação e inspiração do Todo-Poderoso, e por Seu poder, iniciaram esta obra dos últimos dias, regozijar-se-iam e de fato se regozijam. — Eu ia dizer, se lhes fosse permitido olhar para baixo sobre a cena que contemplo neste tabernáculo, mas creio que eles têm o privilégio de olhar para nós exatamente como o olho que tudo vê de Deus contempla cada parte de Sua obra. Pois creio que aqueles que foram escolhidos nesta dispensação e em dispensações anteriores, para lançar o fundamento da obra de Deus no meio dos filhos dos homens, para a salvação e exaltação deles, não serão privados, no mundo espiritual, de contemplar os resultados de seus próprios trabalhos, esforços e da missão que lhes foi designada pela sabedoria e propósito de Deus, para ajudar a redimir e a reclamar os filhos do Pai de seus pecados. Assim, sinto-me bastante confiante de que o olhar de Joseph, o Profeta, e dos mártires desta dispensação, e de Brigham, e de John, e de Wilford, e daqueles homens fiéis que se associaram com eles em seu ministério sobre a terra, estão cuidadosamente vigiando os interesses do Reino de Deus, no qual trabalharam e pelo qual se esforçaram durante suas vidas mortais. Creio que eles estão hoje tão profundamente interessados em nosso bem-estar, senão com maior capacidade, com muito mais interesse além do véu, do que estavam na carne. Creio que eles sabem mais; creio

que suas mentes se expandiram além de sua compreensão na vida mortal, e que seus interesses se ampliaram e se expandiram na obra do Senhor, à qual dedicaram suas vidas e seu melhor serviço. Embora alguns possam sentir e pensar que é um tanto extremado adotar esse ponto de vista, ainda assim creio que é verdadeiro; e tenho em meu coração o sentimento de que estou na presença não apenas do Pai e do Filho, mas na presença daqueles a quem Deus comissionou, levantou e inspirou para lançar os fundamentos da obra em que estamos empenhados. Acompanhando esse sentimento ou impressão, sinto-me impressionado com o pensamento de que não gostaria, neste momento, de dizer ou fazer coisa alguma que pudesse ser tomada como imprudente ou insensata, ou que ofendesse quaisquer de meus antigos associados e cooperadores na obra do Senhor.

Não gostaria de dizer coisa alguma, nem exprimir pensamento que pudesse entristecer o coração de Joseph, ou de Brigham, ou de John, ou de Wilford, ou de Lorenzo, ou de qualquer de seus fiéis associados no ministério. Por vezes o Senhor expande nossa visão, deste ponto de vista e deste lado do véu, de modo que sentimos e parecemos perceber que podemos olhar além do tênue véu que nos separa daquela outra esfera. Se podemos ver, pela influência iluminadora do Espírito de Deus e através das palavras que foram proferidas pelos santos profetas de Deus, além do véu que nos separa do mundo espiritual, certamente aqueles que já partiram podem ver com mais clareza, através do véu, de volta a nós aqui, do que nos é possível vê-los a partir de nossa esfera de ação. Creio que nos movemos e existimos na presença de mensageiros celestiais e de seres celestiais. Não estamos separados deles. Começamos a perceber cada vez mais plenamente, à medida que nos familiarizamos com os princípios do Evangelho, tal como foram revelados de novo nesta dispensação, que estamos intimamente relacionados com nossos parentes, com nossos antepassados, com nossos amigos e associados e cooperadores que nos precederam no mundo espiritual. Não podemos esquecê-los; não deixamos de amá-los; nós os guardamos sempre em nossos corações, em memória, e assim estamos associados e unidos a eles por laços que não podemos romper, que não podemos dissolver nem dos quais nos podemos libertar. Se assim é conosco em nossa condição finita, cercados de nossas fraquezas mortais, de nossa falta de visão, de nossa falta de inspiração e sabedoria de tempos em tempos, quanto mais certo, razoável e coerente é crer que aqueles que foram fiéis, que já partiram e ainda estão empenhados na obra pela salvação das almas dos homens, na abertura das portas da prisão aos que estão presos e na proclamação de liberdade aos cativos, podem nos ver melhor do que nós os podemos ver a eles; que eles nos conhecem melhor do que nós os conhecemos. Eles avançaram; nós estamos avançando; estamos crescendo como eles cresceram; estamos alcançando o alvo que eles atingiram; e, portanto, afirmo que vivemos em sua presença, eles nos veem, são solícitos por nosso bem-estar, e nos amam agora mais do que nunca. Pois agora veem os perigos que nos cercam; podem compreender, melhor do que nunca, as fraquezas que tendem a nos desviar para caminhos escuros e proibidos. Veem as tentações e os males que nos cercam na vida, e a propensão dos seres mortais a ceder à tentação e ao

erro; por isso, sua solicitude por nós, seu amor por nós e seu desejo por nosso bem-estar devem ser maiores do que aquilo que sentimos por nós mesmos. Agradeço a Deus pelo sentimento que possuo e desfruto, e pela consciência que tenho, de que estou não apenas na presença do Deus Todo-Poderoso, meu Criador e Pai, mas na presença de Seu Filho Unigênito na carne, o Salvador do mundo; e estou na presença de Pedro e Tiago (e talvez os olhos de João também estejam sobre nós, sem que o saibamos); e que estou também na presença de Joseph, e de Hyrum, e de Brigham, e de John, e daqueles que foram valorosos no testemunho de Jesus Cristo e fiéis à sua missão no mundo, e que já partiram. Quando eu partir, quero ter o privilégio de encontrá-los com a consciência de haver seguido o seu exemplo, de haver cumprido a missão em que estiveram empenhados tal como a teriam cumprida; de haver sido tão fiel no desempenho do dever que me foi confiado e exigido de minhas mãos quanto eles foram fiéis em seu tempo, e de que, quando os encontrar, hei de encontrá-los como os encontrei aqui, em amor, em harmonia, em união, e em perfeita confiança de que cumpri o meu dever como eles cumpriram o seu.

Espero que me perdoeis por minha emoção. Não teríeis emoções peculiares, se sentísseis que estáveis na presença de vosso Pai, na própria presença do Deus Todo-Poderoso, na própria presença do Filho de Deus e de santos anjos? Sentiríeis, sem dúvida, certa emoção, certa sensibilidade. Sinto isso no mais profundo de minha alma neste momento. Por isso, espero que me perdoeis, se demonstro

alguns de meus verdadeiros sentimentos. Sou apenas uma criança, estou apenas aprendendo, e espero jamais estar sempre aprendendo e nunca chegar ao conhecimento da verdade. Espero sinceramente que, à medida que aprendo pouco a pouco, regra sobre regra e preceito sobre preceito, aqui um pouco e ali um pouco, dia após dia, e mês após mês, e ano após ano, venha o tempo em que terei de fato aprendido a verdade e a conhecerei como Deus a conhece, e serei salvo e exaltado em Sua presença. Ora, minha missão, meu dever, desde os dias de minha infância, tem sido proclamar o Evangelho de Jesus Cristo como o poder de Deus para a salvação, a todos os que o receberem e obedecerem. É meu dever proclamar a meus irmãos, à casa da fé, bem como ao mundo, quando a oportunidade se apresentar, que creio no Deus vivo, o Pai de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, que gerou Seu Filho, Seu unigênito na carne, e que esse Filho cresceu, desde Seu nascimento até à Sua maturidade, e se desenvolveu na própria imagem e semelhança de Seu Pai, a ponto de haver declarado certa vez que "quem me viu a mim, viu o Pai". Não creio na doutrina sustentada por alguns de que Deus é apenas um espírito e que é de tal natureza que preenche a imensidão do espaço, e está em toda parte presente, com pessoa ou sem pessoa, pois não posso conceber ser possível que Deus fosse uma pessoa se preenchesse a imensidão do espaço e estivesse em toda parte presente ao mesmo tempo. É uma inconsistência física, teológica, irracional, imaginar que até mesmo Deus, o Pai Eterno, estivesse em dois lugares, como indivíduo, ao mesmo tempo. É impossível. Mas Seu poder se estende por toda a imensidão do

espaço; Seu poder se estende a todas as Suas criações, e Seu conhecimento as abrange a todas, e Ele as governa a todas e conhece tudo. É verdade das escrituras que esta é a vida eterna: conhecer o único Deus verdadeiro e vivo, e a Jesus Cristo, a quem tu enviaste. Creio que os Santos dos Últimos Dias, por meio dos ensinamentos das escrituras e das revelações que lhes vieram pela voz do Profeta Joseph Smith, são capazes de conhecer o Deus verdadeiro e vivo, e a Ele, e também a Seu Filho, a quem Ele enviou ao mundo, cujo conhecimento é vida eterna. Não simplesmente o conhecimento disso, mas, tendo esse conhecimento, estamos inclinados e determinados a observar Seus preceitos, obedecer às Suas leis, submeter-nos às Suas exigências em cada particular, e aceitar toda ordenança da casa de Deus e do Evangelho de Jesus Cristo, que foi concebida pela vontade do Pai para a qualificação de Seus filhos na terra, a fim de retornarem à Sua presença. E aquele que conhece a Deus e a Jesus Cristo, cujo conhecimento é vida eterna, comprovará esse conhecimento por meio de obediência ampla, contínua e fiel a toda exigência que Deus faz a Seus filhos, e nisso consistem a salvação e o dom da vida eterna. O diabo conhece o Pai muito melhor do que nós. Lúcifer, o filho da manhã, conhece a Jesus Cristo, o Filho de Deus, muito melhor do que nós, mas nele isso não redunda nem redundará em vida eterna; pois, conhecendo, ele ainda se rebela; conhecendo, ele ainda é desobediente; ele não recebe a verdade; ele não permanece na verdade; por isso é a Perdição, e não há salvação para ele. A mesma doutrina se aplica a mim e a vós e a todos os filhos e filhas de Deus que têm juízo e conhecimento e são capazes de raciocinar entre causa e efeito, e de discernir o certo do errado e o bem do mal, e que são capazes de ver a luz e distingui-la das trevas. Este é, pois, o Evangelho de Jesus Cristo: conhecer o único Deus verdadeiro e vivo, e Seu Filho, a quem Ele enviou ao mundo, conhecimento que vem por meio da obediência a todos os Seus mandamentos: fé, arrependimento do pecado, batismo por imersão para a remissão dos pecados, e o dom do Espírito Santo pela imposição das mãos, mediante autoridade divina, e não pela vontade do homem. Este é, então, o Evangelho de Jesus Cristo, que é o poder de Deus para a salvação: obediência à verdade, submissão à ordem que Deus estabeleceu em Sua casa, pois a casa de Deus é uma casa de ordem, e não uma casa de confusão. Deus estabeleceu em Sua Igreja apóstolos, e profetas, e evangelistas, e pastores, e mestres, cujo dever é ministrar ao povo, ensinar, instruir, expor, exortar, admoestar e conduzir no caminho da retidão. O povo que está associado nesta organização deve dar ouvidos à voz daquele que possui autoridade divina para guiar, dirigir e aconselhar no meio de Israel. Todas estas coisas são necessárias no Evangelho de Jesus Cristo, e muitas outras, demasiadas para que eu as mencione aqui, são necessárias, inclusive as ordenanças da casa de Deus, reveladas com maior clareza nesta dispensação do que talvez em qualquer dispensação anterior desde que o mundo foi formado. Todas essas ordenanças são essenciais, em seu lugar e em seu tempo, e nenhum de nós é suficientemente grande, ou suficientemente bom, ou possui independência suficiente em si mesmo para ignorar estas coisas que Deus revelou e exigiu de nós. Nenhum homem é grande demais, nem tão importante, nem sabe tanto, que seja independente de Deus. Estamos aqui em Sua terra, respiramos Seu ar, contemplamos Sua luz solar, comemos Seu alimento e vestimos Suas roupas; Ele nos proveu de todos os elementos pelos quais somos vestidos e alimentados, e nos movemos e existimos no mundo. Não somos independentes de Deus, nem por um só momento. Não apenas cremos no Pai e no Filho, e em Suas palavras, e em Seu conselho, e na autoridade divina que trouxeram e concederam aos homens na carne, mas cremos também na divindade da missão de Joseph, o Profeta. Nós o aceitamos como aquele autorizado, investido de poder, revestido de sabedoria e conhecimento em nosso dia e época, para lançar os fundamentos da Igreja de Jesus Cristo e restaurar a plenitude do Evangelho da salvação ao mundo; para reviver e renovar no coração dos filhos dos homens as doutrinas de Cristo, as ordenanças de Seu Evangelho, que Ele ensinou, que Ele administrou e que autorizou Seus discípulos a administrar a todos os que quisessem, convocando todos os homens a se arrependerem e a crerem no nome do Pai e do Filho. Cremos que Deus restaurou o sacerdócio divino, que detém as chaves da ministração das ordenanças da vida, aos filhos dos homens. Sem esse sacerdócio divino, nenhum homem poderia receber, ou receberia, a remissão dos pecados sendo sepultado nas águas. Isso há de ser feito mediante autoridade divina, e sem essa autoridade divina nossas obras não seriam aceitáveis ao Senhor, pois Ele não aceitará das mãos dos filhos dos homens aquilo que não os autorizou a fazer, que Ele

não os qualificou a fazer, nem os chamou e designou para fazer; mas, quando Deus chama homens, e os ordena, e os designa, e lhes concede autoridade para administrar em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, aquilo que fazem não pode deixar de ser sancionado e aprovado pelo autor e concessor da autoridade. Quando recebemos o sacerdócio de Deus e agimos de acordo com Sua palavra, então Ele está obrigado, e de outro modo não há promessa. Ora, não vos posso dizer tudo o que gostaria. O tempo não o permitirá, e há outros que hão de falar, e todos estes, vossos irmãos, que são chamados ao apostolado e a ministrar no meio da casa de Israel, estão dotados, ou deveriam estar dotados, ricamente do espírito de seu chamado. Por exemplo, estes doze discípulos de Cristo devem ser testemunhas oculares e auriculares da missão divina de Jesus Cristo. Não lhes é permitido dizer simplesmente: "eu creio"; "eu o aceitei simplesmente porque acredito nisso". Lede a revelação: o Senhor nos informa que eles devem saber, devem obter o conhecimento por si mesmos, deve ser com eles como se tivessem visto com seus próprios olhos e ouvido com seus próprios ouvidos, e conhecem a verdade. Essa é a sua missão: testificar de Jesus Cristo, e dele crucificado e ressuscitado dentre os mortos, e agora revestido de poder onipotente à destra de Deus, o Salvador do mundo. Essa é a sua missão e o seu dever, e essa é a doutrina e a verdade que é seu dever pregar ao mundo e zelar para que seja pregada ao mundo. Onde eles próprios não podem ir, hão de ter o auxílio de outros chamados para os assistir, primeiro os Setenta, e também os élderes e os sumos sacerdotes.

Aqueles que possuem o sacerdócio de Melquisedeque, e que não estão de outro modo designados, estão sob a direção destes para pregar o Evangelho ao mundo e declarar a verdade — que Jesus é o Cristo e que Joseph é profeta de Deus e foi autorizado e qualificado para lançar o fundamento do Reino de Deus. E quando digo Reino de Deus, digo exatamente o que quero dizer. Cristo é o Rei — não o homem. Nenhum homem é rei do Reino de Deus; Deus é o Rei dele, e nós O reconhecemos, e somente a Ele, como Soberano de Seu Reino. Ora, todos nós necessitamos de paciência, tolerância, perdão, humildade, caridade, amor não fingido, devoção à verdade, aversão ao pecado e à iniquidade, à rebelião e à desobediência às exigências do Evangelho. Estas são as qualificações requeridas dos Santos dos Últimos Dias, e para se tornar Santo dos Últimos Dias e membro em plena comunhão na Igreja de Jesus Cristo, e herdeiro de Deus e coerdeiro com Jesus Cristo. Nenhum membro em plena comunhão na Igreja será beberrão, ou desordeiro, ou profano, nem se aproveitará de seu irmão ou de seu próximo, nem violará os princípios da virtude, da honra e da retidão. Nenhum membro d'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias em plena comunhão jamais será acusado de tais ofensas, porque evitará esses males e viverá acima deles. Temos, então, uma missão no mundo: cada homem, cada mulher, cada criança que tenha alcançado o entendimento ou os anos de responsabilidade deve ser exemplo para o mundo; deve, não apenas estar qualificado para pregar a verdade, para dar testemunho da verdade, mas deve viver de tal modo que a própria vida que vive, as próprias palavras que profere, cada ação sua na vida, seja um sermão aos incautos e aos ignorantes, ensinando-lhes bondade, pureza, retidão, fé em Deus e amor pela família humana.

Tenho agora alguns números que desejo ler-vos. São apenas alguns. Abrangem um espaço de cerca de quatorze anos. Não desejo, ao fazer isso, parecer de modo algum distinto de qualquer de meus irmãos; não desejo reivindicar honra maior que a de meus irmãos, mas penso que temos um registro do qual não precisamos nos envergonhar, referente aos últimos quatorze ou quinze anos ou mais. O relatório a seguir vos informará sobre algumas das despesas e atividades da Igreja, do ano de 1901 até 31 de dezembro de 1915:

No encerramento do ano de 1906, a dívida obrigacionista de um milhão de dólares e os juros haviam sido pagos, totalizando 1.200.000,00 dólares.

Foi pago, por conta das Escolas da Igreja, 3.714.455,00.

Para reparos, melhorias, operação, manutenção e construção de templos, 1.169.499,00.

Para a construção de casas de reunião de estacas e alas e salões de recreação, 2.007.733,00.

Para imóveis e edifícios, para fins de casas de missão e casas de reunião na Europa, 266.236,00.

Para imóveis e edifícios, para fins de casas de missão e casas de reunião nos Estados Unidos, 292.795,00.

Para colégios agrícolas e para casas de reunião na Nova Zelândia e em Samoa, 78.000,00.

Despendido nas missões para todos os fins, deduzido o montante despendido com imóveis e edifícios, 2.625.328,00.

Para a Fazenda e o Monumento Memorial a Joseph Smith, e para a Fazenda de Joseph Smith em Palmyra; para o imóvel que abrange Adam-ondi-Ahman; para a Cadeia de Carthage, e para imóvel em Independence, Condado de Jackson, Missouri, 161.000,00.

Para imóveis e edifícios ao redor do Quarteirão do Templo em Salt Lake City, e para novos edifícios ali erguidos, 1.555.000,00.

Para edifícios e equipamentos do Hospital dos Santos dos Últimos Dias Dr. W. H. Groves, 600.000,00.

Foi pago aos pobres, por todos os canais da Igreja, 3.279.900,00. Houve um aumento líquido na filiação da Igreja de 187.733 almas; e foram organizadas 22 estacas de Sião, 202 alas e 6 missões. Existem agora 72 estacas de Sião, 797 alas e 22 missões. Foram erguidas e reformadas 465 casas de reunião nas estacas de Sião, além das casas de reunião de ramos e de missões nas várias missões da Igreja.

Foram realizados 1.468.437 batismos pelos mortos nos templos.

A filiação da Sociedade de Socorro aumentou 34%; a Escola Dominical, 40%; a Associação de Melhoramentos Mútuos dos Rapazes, 23%; a Associação de Melhoramentos Mútuos das Moças, 27%; a Associação Primária, 39%; e a Classe de Religião, 85%.

Pouco preciso acrescentar a este relatório; mas quero dizer-vos isto: que os dízimos e os meios d'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias não ficaram grudados às minhas mãos, nem às mãos de qualquer de meus associados. Foram destinados a seus fins legítimos.

Agora estamos construindo um templo no Canadá. Estamos construindo outro no Havaí, e estamos construindo um edifício de escritórios para a Igreja, uma biblioteca e um depósito de registros que será seguro para os registros da Igreja, os quais, por muitos anos, estiveram expostos ao perigo de destruição pelo fogo ou por outros meios; e esperamos ter em breve um lugar que seja praticamente à prova de fogo e suficientemente amplo para conter os registros da Igreja por muitos anos ainda.

Como isso tem sido feito? Como podemos continuar a fazer coisas como estas? Simplesmente pelos Santos dos Últimos Dias observando as leis de Deus e as normas de Sua Igreja; e, enquanto cumprirdes o vosso dever, eu vos garanto que, enquanto meus irmãos, com quem estou associado, estiverem encarregados, jamais tereis motivo para suspeitar de que vossos meios sejam mal utilizados ou desviados. Deus vos abençoe, e a toda a casa da fé, e nos ajude a ser verdadeiros e fiéis até o fim, reconhecendo que a batalha não é dos fortes, nem a corrida dos velozes, mas daquele que persevera até o fim. Amém.

Um solo de soprano, "As Planícies da Paz", foi cantado pela Irmã Magdaline Anderson.

Como citar este discursoJoseph F. Smith, “Antigos líderes da Igreja, agora no espírito”, Conferência Geral de Abril de 1916, Sessão da Manhã do Primeiro Dia (1916-04-06). Pulpit Vault, 1916-04-01-joseph-f-smith-remarks-1. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).