Pulpit

Boas-Vindas e Testemunho na Reunião Extra

George F. Richards

Conferência Geral de Outubro de 1914·First Overflow Meeting·1914-10-04

Meus amados irmãos e irmãs, tendo recebido a designação, pelo Presidente da Igreja, de presidir a esta reunião extra, desejo estender-vos uma cordial boas-vindas à conferência, e expressar, em nome da Presidência, sua e nossa apreciação pela presença de tantos de vós nesta, a sessão de abertura de nossa conferência semestral. Compreendo que seja de certa forma uma decepção para nossos irmãos e irmãs não poderem encontrar lugar no grande Tabernáculo esta manhã, mas estou certo de que, se pudermos serenar nossa mente e sentir, acima de tudo, o desejo de adorar aceitavelmente ao Senhor em nossa reunião aqui esta manhã, Seu espírito se derramará sobre nós, e teremos ocasião de nos regozijar perante Ele, no conhecimento do Evangelho que Ele nos deu, e no testemunho que recebemos de sua verdade. Aprecio, convosco, o belo cântico do coro da Ala Emerson nesta manhã, e sinto-me grato por seus serviços.

Endosso, de todo o coração, os sentimentos da oração de abertura oferecida pelo Presidente Charles A. Callis, presidente da missão dos Estados do Sul. Creio na escritura que diz que a oração do justo muito pode, e creio que, quando muitos homens e mulheres justos se reúnem para adorar ao Senhor, e trazem suas mentes a uma unidade e comunhão de fé e interesse, e elevam a voz em oração, o Senhor ouvirá a oração. Esta é minha fé, minha confiança e segurança, e confio que aquilo que é nossa vontade a respeito das nações perturbadas da terra hoje, é que a paz se obtenha, que o derramamento de sangue cesse, e que aqueles que têm ocasião de sofrer e lamentar por causa das guerras que há hoje na terra sejam consolados pelo Senhor; confio que esta será a mente e a vontade do Senhor, e que Ele pode, de acordo com Sua vontade e propósitos, responder a nossas orações neste dia. Lembro-me de que haverá milhares de orações fervorosas, neste dia, oferecidas ao Senhor em favor das nações perturbadas e do povo que está de luto e tristeza.

Regozijo-me convosco, meus irmãos e irmãs, esta manhã, no Evangelho do Senhor Jesus Cristo. Nunca tive testemunho mais forte da verdade do que tenho hoje. Há pouquíssimo espaço para dúvida em minha mente — creio que não há dúvida alguma — quanto à verdade de todos os princípios do Evangelho tal como são ensinados hoje pelos Santos dos Últimos Dias. É o Evangelho que foi instituído, como as escrituras nos dizem com toda a clareza, desde os fundamentos do mundo, um plano para a existência do homem e da terra, de sua queda, sua redenção e sua glorificação, um Evangelho que há de ser ensinado ao mundo da humanidade, conforme a justiça e a misericórdia de Deus exigem, aos vivos e aos mortos, uma lei pela qual todos serão julgados, um salvador de vida para vida ou de morte para morte, para os que o recebem, que são fiéis em guardar os mandamentos, ou para os que o rejeitam e lutam contra ele.

Regozijo-me no testemunho que dou esta manhã, de que Deus, o Pai eterno, vive, um ser imortal e glorificado, cujo poder não tem limitações. Ele é o Criador dos céus e da terra e dos mares, e de todas as coisas que neles há, como as escrituras afirmam, e são d'Ele; a terra é do Senhor, e a sua plenitude. Ele é, na verdade, o Pai eterno dos espíritos dos homens, pois todos tivemos um nascimento espiritual, uma existência e experiência espiritual, e fomos gerados de Deus. Pensai nisso, irmãos e irmãs, filhos e filhas de Deus, herdando d'Ele, por meio de nosso nascimento espiritual, os próprios atributos e qualidades da Divindade, que em nosso Pai celestial são perfeitos e fazem d'Ele o que Ele é. Fomos colocados aqui na terra com o propósito, em parte, de aperfeiçoar, magnificar e aprimorar esses atributos e qualidades; de modo que, embora agora sejamos apenas deuses em embrião, tendo nascido de Deus, à Sua semelhança, à Sua imagem, e tendo recebido d'Ele os atributos da Divindade, ao aperfeiçoarmos esses atributos no tempo e na eternidade, seremos como Ele de fato, e seremos glorificados com Ele em Seu reino.

Regozijo-me no testemunho que tenho, e que alegremente dou a vós hoje, de que Jesus Cristo é o Salvador do mundo, o Messias que se predisse que viria no meridiano do tempo para redimir a humanidade dos efeitos da transgressão de nossos primeiros pais, ou seja, a queda do homem, e também para redimir-nos dos efeitos de nossos pecados individuais, sob a condição de aceitarmos Sua expiação e Suas leis, e as ordenanças do Evangelho eterno. Jesus vive. Ele passou pelas experiências de uma vida aqui na terra. Foi verdadeiro e fiel desde o princípio, em contraste com aquele outro grande espírito que decaiu, que foi rejeitado do Senhor, que foi lançado fora do céu, e com ele muitos dos filhos e filhas de Deus. Jesus se manteve firme no princípio: "Faça-se a Tua vontade," e "a glória seja Tua para sempre"; o justo exercício do arbítrio, como nosso Pai deseja que todos sejamos, sábios e justos no exercício de nosso arbítrio. Quando Ele veio à terra, ainda era fiel ao convênio que fizera com o Pai, e o pensamento supremo, em toda a Sua vida e obra, era este: "Pai, faça-se a Tua vontade, e a glória seja Tua para sempre." Ele foi o grande protótipo e exemplo da humanidade, nosso exemplo, irmãos e irmãs e amigos; Ele guia o caminho, e todo caminho define, como cantamos em um de nossos hinos, que nós, Seus seguidores, Seus irmãos e irmãs, somos obrigados a andar nele, para que possamos, depois de passar por esta vida, ir à glória além; e, assim como Ele tomou de novo Seu corpo, também nós podemos retomar nossos corpos, e prosseguir, como Ele prosseguiu, para a exaltação eterna; e, assim como Ele se assenta à destra de Deus, o Pai eterno, em Seu reino celestial, herdeiro de tudo o que nosso Pai celestial possui, também nós, seguindo em Seus passos, podemos tornar-nos co-herdeiros com Ele em todas as coisas. Este é meu testemunho a vós a respeito de Jesus Cristo, nosso Salvador, de Sua vida e ministério, em resumo.

Regozijo-me no conhecimento que me veio pelo estudo das escrituras, um conhecimento e uma certeza da imortalidade da alma, da vida além da sepultura. Oh, que alegria! Que alegria para aqueles que têm essa esperança, e que se preparam, segundo a melhor luz que têm, para atender às condições além desta vida. Sou grato pelo conhecimento que o Evangelho me dá, de que as condições da vida além da sepultura dependem das vidas que vivemos aqui na mortalidade. Agradeço ao Senhor pela influência desse conhecimento, pela influência do Evangelho que me refreia de fazer aquelas coisas que me privariam do desfrute daquelas bênçãos que estão reservadas para os fiéis. Sou grato, também, pela influência estimulante e encorajadora do Evangelho em minha vida, encorajando-me a fazer os sacrifícios necessários para fazer as coisas que possam ser exigidas de mim, a fim de que eu não fique aquém dessas bênçãos.

Contudo, não posso vangloriar-me. Reconheço, perante o Senhor e meus irmãos e irmãs, minha fraqueza e minhas imperfeições, e minha dependência do Senhor por força e poder, dia a dia, para viver a lei que Ele revelou. Mas tenho a certeza da necessidade de viver segundo essa lei, de que a salvação e a vida eterna podem ser obtidas mediante a obediência às leis e mandamentos de Deus.

Penso que a falta de fé por parte de muitas pessoas, dentro e fora da Igreja, se deve ao fato de que não têm dado a devida atenção a essas coisas. Compreendo que a fé vem pelo ouvir, pois assim ensinam as escrituras. Ou, em outras palavras, como eu o interpretaria, a fé vem pela investigação. Temos as escrituras, antigas e modernas, que são as revelações do Senhor a Seus servos, os profetas, nas diferentes dispensações do Evangelho. Elas têm sido preservadas e nos foram entregues para nossa orientação, com um mandamento do Senhor de que examinemos as escrituras, "porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam." Elas testificam do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, do grande plano de vida e salvação, da vida além da sepultura; e o estudo dessas coisas faz com que a mente reflita sobre elas, que a razão se aplique a elas, e a conclusão a que chega a pessoa de coração honesto é geralmente a de que essas coisas são verdadeiras, que são justas, que são boas para o homem. E, ainda assim, alguns precisam de mestres, como aconteceu com o eunuco, como vos lembrais. Ele estava lendo as escrituras, mas não as compreendia. Foi preciso um Filipe, inspirado pelo Senhor, versado nas escrituras, para explicá-las a seu entendimento. Mas, quando viu a verdade, sendo honesto de coração, dispôs-se a obedecê-la.

Convido os Santos dos Últimos Dias a lerem as escrituras mais do que fazem, pois, embora os Santos dos Últimos Dias tenham uma medida de fé, que é um dom de Deus, até que alcancemos a vida perfeita, o padrão elevado que foi estabelecido para nós por nosso Salvador, ainda precisamos de fé; e, se a investigação vai nos dar fé, precisamos investigar, precisamos estudar, precisamos orar; e é igualmente verdade que, se quisermos receber o testemunho do Espírito de Deus, devemos obedecer e agir, devemos receber as coisas que nos são oferecidas. Devemos, quando recebemos fé para crer nesses princípios de que são verdadeiros, ter a fortaleza, a coragem de aceitar essas verdades, e, pondo nossa confiança no Senhor, reconhecê-Lo, e conformar nossa vida com elas. A felicidade na vida do Santo dos Últimos Dias consiste na consciência de ter vivido próximo à lei do Senhor. Aquele que abraçou o Evangelho, que teve um testemunho de sua verdade, e depois viveu a lei apenas pela metade, está constantemente sob autocondenação. Isso o rouba da alegria, da paz, sim, e da esperança da vida eterna, que se destina aos verdadeiros Santos dos Últimos Dias desfrutar.

Admoesto os Santos, se quiserem ser felizes, e se quiserem ter a certeza de que lhes irá bem além da sepultura, que sejamos mais fiéis em guardar os mandamentos do Senhor. Quem há que possa dizer em verdade que o "mormonismo," assim chamado, não é verdadeiro, não é bom para o homem? Farei a declaração a vós, meus irmãos e irmãs e amigos, de que aquilo que é bom para o homem é verdadeiro, e o Evangelho é bom. Não nos é ensinado — de fato, é um artigo de nossa fé, o décimo terceiro artigo: "Cremos em ser honestos, verdadeiros, castos, benevolentes, virtuosos, e em fazer o bem a todos os homens; na realidade, podemos dizer que seguimos a admoestação de Paulo: Cremos em todas as coisas, confiamos em todas as coisas, suportamos muitas coisas e esperamos ter a capacidade de tudo suportar. Se houver qualquer coisa virtuosa, amável, de boa fama ou louvável, nós a procuraremos." O Evangelho nos ensina que, como filhos de nosso Pai celestial, temos os mesmos atributos que Ele possui, tais como justiça, juízo, misericórdia, verdade, amor e outras qualidades, e a exigência é que trabalhemos constantemente em nós mesmos para aperfeiçoar esses atributos. Não seria isso bom para qualquer homem, para todos os homens? Creio firmemente que foi isso que Jesus quis dizer quando afirmou, como está registrado no quinto capítulo de Mateus: "Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus." Ora, não é isso bom para nós? Não é bom para todo homem ser justo no julgamento, ser virtuoso, ser puro? Sim, e devemos acrescentar à nossa fé, como disse Pedro: "à virtude, o conhecimento; e ao conhecimento, temperança; e à temperança, paciência; e à paciência, piedade; e à piedade, amor fraternal; e ao amor fraternal, caridade." Não são boas essas coisas? Estão incluídas no Evangelho. Mas imagino ouvir alguém dizer: "Bem, tudo isso está certo. Cremos nessas coisas fora da Igreja. São boas para o homem; admitimos isso; mas essas ordenanças e a necessidade de fé em Deus não compreendemos." Ora, há uma classe de pessoas que não creem que exista um Deus, um Criador de todas as coisas, e que não creem que exista uma vida além da sepultura. É uma condição infeliz. Se há um Deus e uma vida além da sepultura, virá um tempo em que esse fato será conhecido. Ora, se se provar que há um Deus, e uma vida

além da sepultura, e que a fé n'Ele é necessária para a salvação, como ensinam as escrituras, quão melhores estarão aqueles que tiveram essa fé do que os que a rejeitaram. E, se fosse possível estarmos enganados, ainda assim estaríamos tão bem quanto o ateu, e melhor do que estaríamos sem essa fé, pois ela nos ajuda a tornarmo-nos homens e mulheres melhores do que seríamos de outra forma.

Mas a fé não é tudo o que é necessário, e, contudo, há alguns que sustentam que a fé é tudo o que é necessário. Mas os Santos dos Últimos Dias creem nas escrituras, que ensinam que há certas ordenanças que precisam ser cumpridas a fim de se obter a salvação. Ora, então, se se provar que essas coisas são verdadeiras, como o são de acordo com as escrituras, quão decepcionados ficarão aqueles que, não tendo crido nessas coisas, não lhes prestaram obediência, e, portanto, não fizeram a preparação necessária para a vida além da sepultura? Enquanto aqueles de nós que temos crido, e, crendo nas escrituras, prestamos obediência, nos encontramos no favor de Deus, no caminho da salvação. Vedes que aquilo que aceitamos está do lado positivo dessas questões religiosas, e não do negativo; e, se se provarem verdadeiras, estaremos do lado seguro; mas, se fosse possível que fossem de outra forma, ainda assim estaríamos tão bem quanto aqueles que rejeitam essas coisas.

Assim, podemos tomar cada um dos princípios do Evangelho. Podeis tomar também esse princípio tão importante da eternidade do convênio do matrimônio. Cremos nas escrituras que ensinam que "nem o homem é sem a mulher, nem a mulher, sem o homem, no Senhor," e naquela escritura que ensina que poder e autoridade foram dados aos homens sobre a terra — o próprio Jesus os conferiu a Pedro e a seus associados, poder para ligar na terra, e será ligado ou selado no céu, para desligar na terra, e será desligado no céu. Neste dia, Ele revelou novamente o Evangelho, e este poder e autoridade, e o conhecimento da ordenança do matrimônio, com instruções para construir templos para que neles possamos entrar e solenizar casamentos da maneira que Ele ordenou, e que serão eficazes além desta vida. Os Santos dos Últimos Dias aceitaram esses princípios, amplamente sustentados pelo Novo Testamento e também pela revelação moderna. Se se provar que estamos corretos, Santos dos Últimos Dias, então aqueles que rejeitaram esse princípio sofrerão grande prejuízo e uma grande decepção. Quão melhor, então, aceitar o caminho seguro, ficar do lado seguro? É onde os Santos dos Últimos Dias se posicionam. Não pode haver decepção da parte deles, se forem fiéis àquilo que aceitaram.

Podemos dizer o mesmo a respeito de nossos mortos. Cremos, pois as escrituras o ensinam, que o evangelho deve ser pregado aos mortos, e está sendo pregado aos mortos. "Porque para isso foi o evangelho pregado também aos mortos [diz o apóstolo Pedro], para que, na verdade, fossem julgados segundo os homens na carne, porém vivessem segundo Deus em espírito." Não somente isso, mas a obra que é necessária para os vivos, as próprias ordenanças que aceitamos como Santos dos Últimos Dias, são necessárias para nossos mortos, e somos chamados a ser salvadores no Monte Sião por eles, para que, mediante a expiação de nosso Salvador e a obra que fazemos por eles, uma obra vicária, pela aceitação dela por eles quando chegar o tempo em que estiverem preparados para aceitá-la, essa obra se torne eficaz para eles e para sua salvação. Quão melhor estaremos, tendo realizado esta grande obra por nossos mortos, se se provar verdadeira, como é de acordo com as escrituras, e necessária para a salvação de nossos mortos, e para nossa própria salvação e glória, pois nos é dito na escritura — Paulo expressamente afirma — que não podemos ser perfeitos sem nossos mortos. Quão melhor estarão aqueles que recebem do que aqueles que rejeitam esses princípios? Não estamos do lado seguro? Não são boas essas coisas, irmãos e irmãs? Elas nos têm inspirado a ser mais prestativos, a atentar para a felicidade dos outros, a servir a nosso Deus servindo a nosso próximo, aos vivos e aos mortos. Isso é o que o Evangelho ensina, o Evangelho que os Santos dos Últimos Dias receberam.

Tendes ocasião de vos regozijar. Nada há oferecido no mundo que possa ser um substituto, que vos seja satisfatório; e, porque isso é verdade, os Santos dos Últimos Dias não estão sendo convertidos a outras doutrinas religiosas. A conversão dos Santos a outros credos é quase desconhecida, embora tenhamos pregadores entre nós. Nossos élderes que vão ao mundo e pregam o Evangelho entre o povo, convivem com homens instruídos que são representantes de outras denominações, e ainda assim não são convencidos nem convertidos, nem do erro daquilo que receberam, nem da verdade e superioridade daquilo que as religiões do mundo têm a oferecer. Estamos fazendo conversos aqui, aos milhares, bem entre nós, em nossas cidades e alas, e nos campos missionários no estrangeiro; porque essas ordenanças, bem como as verdades das quais temos falado, lhes parecem razoáveis, boas para o homem, e desejam estar do lado seguro.

Dou-vos meu testemunho, meus irmãos e irmãs, de que sei que o Evangelho é verdadeiro, e sei que é, de fato, o poder de Deus para a felicidade e a alegria nesta vida, e a salvação e a exaltação no mundo vindouro. Admoesto-vos com grande seriedade, meus irmãos e irmãs, a que procureis, por vosso próprio bem e pelo bem de vossos filhos, e dos filhos de vossos filhos, e daqueles que vierem para dentro de nossos portões, ser diligentes e fiéis em viver de acordo com a lei perfeita de Deus, que nos foi dada para nossa orientação aqui e para nossa salvação eterna.

Que o Senhor abençoe todo o Israel para este fim, oro em nome de Jesus Cristo. Amém.

Como citar este discursoGeorge F. Richards, “Boas-Vindas e Testemunho na Reunião Extra”, Conferência Geral de Outubro de 1914, First Overflow Meeting (1914-10-04). Pulpit Vault, 1914-10-04-george-f-richards-remarks-4. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).