Pulpit

Indústrias Domésticas e a Palavra de Sabedoria

Hyrum M. Smith

Conferência Geral de Abril de 1912·Sessão da Manhã do Segundo Dia·1912-04-06

Desejo muito, meus irmãos e irmãs, desfrutar daquele bom espírito, enquanto falo, que os irmãos que já falaram nesta conferência têm desfrutado. Meu coração tem estado cheio de gratidão, enquanto ouvia as palavras que caíram dos lábios dos servos do Senhor. É algo esplêndido ter, presidindo sobre nós, homens de integridade inquestionável e fé inabalável no evangelho de Jesus Cristo, e também da mais absoluta confiança nos Santos dos Últimos Dias, que tomaram sobre si o nome do Senhor Jesus Cristo, e fizeram convênio com Ele de servi-lO e guardar Seus mandamentos, e de trabalhar para edificar Seu reino, e para espalhar o conhecimento do evangelho eterno entre os filhos dos homens. Deve, certamente, nos inspirar, como povo, confiança nos líderes da Igreja, quando os ouvimos prestar testemunhos tão fervorosos da verdade, quando não conseguimos detectar o menor grau de dúvida, incredulidade ou incerteza em suas observações a respeito desta grande obra dos últimos dias. Regozijo-me em ter parte com eles na obra do Senhor, e em ser contado entre o povo de Deus nesta dispensação. Regozijo-me pela fidelidade geral dos membros da Igreja, e pelas boas obras que os Santos dos Últimos Dias têm feito e estão fazendo, e vivo na esperança de que a obra progrida no futuro, e que nossas realizações sejam maiores na causa de Sião, à medida que o tempo passa.

Minha mente tem estado ocupada com muitos pensamentos, desde que a conferência começou, e é um pouco difícil reunir aqueles pensamentos que talvez sejam os mais benéficos de proferir. No entanto, suponho que uma conferência geral dos Santos dos Últimos Dias não estaria totalmente completa a menos que algumas palavras fossem ditas a respeito de nossas indústrias domésticas. Visitei a "Exposição de Produtos de Utah", que está agora em exibição no Edifício de Vermont, e presumo que muitos de vós também tenham passado por aquele edifício, observando aqueles produtos de nosso estado. Fiquei satisfeito ao ver o que tem sido realizado, produzindo aqui em casa os itens necessários e as comodidades da vida. Fui tomado de um pouco mais de orgulho por nosso Estado, e pelo povo cuja indústria trouxe esses resultados. Somos certamente um povo favorecido, nesta parte da terra. O Senhor nos deu um clima incomparável; plantou nossos pés sobre o mais rico dos solos. Temos o clima, o solo e a água, e, pelo favor de Deus, a combinação adequada dos elementos que propiciam a produção daquelas coisas benéficas e necessárias para sustentar a vida. É claro que temos de fazer preparativos. Se somos lavradores da terra, temos de adubá-la, ará-la, cultivá-la; temos de selecionar a semente e plantá-la com cuidado, e observá-la durante seu período de crescimento; e, quando isso é feito, quase invariavelmente nossa colheita é abundante, e nossos trabalhos se mostram proveitosos. Os frutos de nossos pomares são insuperáveis em excelência. Em nenhum lugar de nosso país, ou de qualquer outro país, pode-se produzir fruta melhor do que aqui, nos vales das montanhas; e os produtos da fazenda, do campo, e também do rebanho e da manada, não podem ser superados.

Ainda estamos em nossa infância no que diz respeito à fábrica e à usina, e, no entanto, nossas fábricas e usinas estão agora produzindo muitos dos itens essenciais e dos luxos da vida, o que deveria nos encher de gratidão ao saber que estão sendo fabricados aqui — coisas que anteriormente eram importadas de forma bastante extensa. Ora, sou daqueles que creem em produzir em casa tudo o que é necessário para nosso conforto e bem-estar, na medida do possível, e não creio em importar aquilo que nós mesmos podemos produzir na horta, na fazenda, ou no pomar, ou que podemos fabricar em nossas várias indústrias. Sinto que aqueles que organizaram esta exposição merecem elogios, e que nenhum elogio mais alto poderia lhes ser prestado por sua energia do que mencionar o bom trabalho que estão fazendo, em uma conferência da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

Notei o letreiro na vitrine que continha os produtos das Fábricas de Lã Knight, de Provo. Diz que, se todo cidadão, ou indivíduo que vive no Estado de Utah, comprasse um metro dos tecidos fabricados naquelas fábricas, a companhia não precisaria sair do Estado para conduzir seus negócios. Estou convencido de que não podeis sair do Estado e comprar tecidos melhores do que os que estão sendo fabricados agora nas Fábricas de Lã Knight. Estou convencido, também, de que tudo o que carrega o rótulo de Utah é, ou deveria ser, igual ou superior a um produto semelhante, não importa onde tenha sido cultivado, fabricado ou embalado; e deveria chegar o tempo — deveria estar aqui agora, e deveria ter chegado há muito tempo — em que as coisas produzidas em casa serão procuradas e aceitas, e exigidas antes de qualquer outra coisa. Então será o mesmo com respeito a toda indústria, todo produto doméstico, como com as fábricas de lã de Provo: se as apoiássemos e sustentássemos, e usássemos os produtos de nosso Estado, todos os nossos fabricantes atuais, e muitos outros que entrarem no ramo de fabricação, encontrarão um esplêndido campo para suas operações. Recomendo novamente ao povo de Utah os "produtos de Utah", e repito a velha, velha história que já foi contada tantas vezes deste púlpito: patrocinemos, apoiemos e sustentemos nossas indústrias domésticas, nossos produtos de fabricação caseira, e demos incentivo àqueles que têm a determinação, ou mesmo a inclinação, de entrar no ramo de produzir em casa os itens necessários para o sustento e a manutenção de nossos corpos, e para tornar nossos lares confortáveis e agradáveis.

Ora, muito mais poderia ser dito sobre este assunto, mas o tempo não o permitirá, visto que gostaria de dizer algumas palavras sobre outro assunto, o qual, também, a menos que tivesse sido tocado por algum dos irmãos durante nossa conferência, a conferência, em minha opinião, não estaria exatamente completa. Quero dizer apenas uma ou duas palavras sobre a questão da Palavra de Sabedoria, outra velha história entre os Santos dos Últimos Dias, mas uma que, não obstante ser "uma história frequentemente contada", não foi ainda de todo aprendida, a ponto de ser lembrada e praticada por todos os Santos dos Últimos Dias.

Fiquei muito interessado, ontem à noite, na reunião do Sacerdócio, ao ouvir o relatório do Irmão Wm. W. Riter, presidente do Comitê de Auditoria da Igreja, e do Bispo Presidente Nibley, a respeito de algumas das estatísticas referentes aos Santos dos Últimos Dias. Desejo me referir especialmente àquelas estatísticas relacionadas com a taxa de natalidade e a taxa de mortalidade entre os Santos dos Últimos Dias. Essas estatísticas mostraram que a taxa de natalidade era alta, quando comparada com a taxa de natalidade do país em geral, e que a taxa de mortalidade era correspondentemente baixa entre os Santos dos Últimos Dias, quando comparada com outros povos. Foi declarado que há trinta e oito nascimentos por mil membros da igreja. Presumo que esses números se referem às estacas de Sião. Disse-se, também, no entanto, que a taxa não é tão alta quanto deveria ser entre os Santos dos Últimos Dias; ainda assim, é alta; mas, enquanto não for tão grande quanto deveria ser, desejo encorajar os Santos dos Últimos Dias a cumprir mais fielmente esta grande lei que Deus nos deu, a saber, multiplicai-vos e enchei a terra segundo nossa espécie. Gerar filhos, e criá-los no temor e na admoestação do Senhor, é um dos propósitos principais de nosso ser. As estatísticas mostram que, se houve trinta e oito nascimentos por mil na Igreja, no ano passado, isso significa que mais de 12.500 crianças nasceram entre os Santos dos Últimos Dias. Mostrou-se, então, que seis por cento dessas crianças morreram antes de completar um ano de idade. Foi-nos dito, igualmente, que a taxa de mortalidade entre crianças com menos de um ano de idade, em países civilizados, era de vinte por cento, e que vinte e cinco por cento morriam antes de completar cinco anos.

Ora, seis por cento é muito baixo, quando consideramos apenas a porcentagem; mas, se mais de 12.500 crianças nasceram nas estacas de Sião no ano passado, e seis por cento delas morreram dentro do ano, o que isso significa? Significa que quase 800, ou bem próximo de mil, de nossas pequenas crianças, morreram antes de completar um ano de idade; e isso, afinal, é uma grande calamidade, uma condição séria: quase mil crianças, entre nós, morrendo antes de alcançar a idade de um ano. Indizível tristeza e sofrimento têm sido suportados pelos afetuosos pais, mães e famílias desses pequeninos que lhes são tirados em sua infância. Ora, em minha opinião, esta é uma taxa de mortalidade infantil muito maior do que deveria ocorrer no meio dos Santos dos Últimos Dias, e creio que, se os Santos servissem mais plenamente a Deus e guardassem Seus mandamentos — em outras palavras, observassem as leis da vida e da saúde —, muito menos filhos seus morreriam antes de completar um ano de idade. Muitos dos que agora morrem viveriam, não apenas até completar um ano, mas viveriam para crescer e amadurecer até a idade adulta, tornando-se força e poder no meio dos Santos dos Últimos Dias.

Nossa taxa de mortalidade era de 8,6 por mil membros. E essa é uma estimativa muito baixa, quando comparada com as mortes ocorridas ao nosso redor, em nosso país. Quando olhamos os números, isso significa que dois mil oitocentos e quarenta e um Santos dos Últimos Dias morreram no ano passado — de numerosas enfermidades, vários tipos de doenças, e por acidentes e outras causas, muitas das quais poderiam ter sido evitadas ou superadas se as leis de Deus tivessem sido mais fielmente obedecidas. Assim, um exército de Santos dos Últimos Dias foi destruído no ano passado, em grande parte como resultado da desobediência às leis da saúde.

Desse número, foi declarado, no entanto, que trezentos e noventa e oito (398) morreram de velhice. Isso foi apresentado como um resultado muito notável; contudo, não é o resultado que deveríamos apresentar, e devemos, eventualmente, apresentar como povo.

Nossa taxa de mortalidade deve tornar-se muito mais baixa do que essa; e a porcentagem daqueles que morrem de velhice deve ser maior do que essa. Deve chegar o tempo, e chegará, na proporção em que começarmos a servir a Deus e guardar Seus mandamentos, observando as leis da vida e da saúde que Ele nos deu, em que a maioria dos que morrerem entre os Santos dos Últimos Dias deporão seus corpos por velhice, depois de terem cumprido plenamente a missão para a qual foram criados. Tivemos, entre nós, há pouco tempo, um palestrante muito renomado, que declarou que as três grandes pragas que dizimaram a raça e destruíram vidas eram: a guerra; a luxúria; e o narcotismo; e que este último estava destruindo mais vidas do que a guerra. Ora, estamos isentos da morte, em grande medida, como resultado da guerra. Estamos em paz, graças a Deus. Somos um povo pacífico. Abominamos o derramamento de sangue. Desejamos que a paz prevaleça entre os homens. E a segunda praga, também agradeço a Deus do fundo do coração, não é a causa de muitas das mortes entre os Santos dos Últimos Dias, a saber, a luxúria, que causa miséria indizível e a morte de incontáveis milhares de pessoas em nosso país e em outros países civilizados do mundo; pois, como resultado de práticas más e imorais, crianças nascem sujeitas a doenças, e são incapazes de enfrentar a enfermidade quando são atacadas. Vêm ao mundo em desvantagem. Algumas delas são deformadas, algumas cegas, muitas surdas, algumas coxas, e muitas são imbecis, como resultado direto da imoralidade e da luxúria de seus progenitores. Digo, agradeçamos ao Senhor que isso não pode ser atribuído aos Santos dos Últimos Dias como causa de muitas das mortes em nosso meio. Mas não tenho tanta certeza a respeito da terceira praga, a saber, o narcotismo, o surgimento das chamadas bebidas alcoólicas, os intoxicantes, o uso do tabaco, e vários entorpecentes, e o uso de chá e café.

Creio que se pode demonstrar que grande parte das criancinhas que morrem entre os Santos dos Últimos Dias nasceram de pais que lhes transmitiram, antes de seu nascimento, os elementos de fraqueza e desintegração, como resultado de sua desobediência aos mandamentos de Deus, ao participarem das coisas proibidas na Palavra de Sabedoria. É loucura os homens supor que podem quebrar os mandamentos de Deus, e que não sofrerão por isso. Práticas imorais de toda espécie mancham, corrompem e maculam aqueles que a elas se apegam, e igualmente deixam sua marca sobre os filhos; e seus filhos, assim em desvantagem, não têm a vitalidade, não têm o poder de resistir aos avanços da doença e da infecção, e a vários tipos de problemas que irrompem em nossas comunidades. Por outro lado, os filhos de pais que têm sido verdadeiros e fiéis a Deus, no cumprimento de Seus mandamentos, são dotados por seus pais de corpos mais fortes e maior vitalidade e capacidade de resistir com muito mais sucesso a essas coisas, quando são atacados. "As iniquidades dos pais serão visitadas sobre os filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam," diz o Senhor. Os homens e mulheres que podem ser chamados de os que odeiam a Deus são os homens e mulheres que repudiam Suas leis, e quebram Seus mandamentos, e O desafiam por sua desobediência. "Mas eu, o Senhor, mostrarei misericórdia a milhares dos que me amam e guardam meus mandamentos." Portanto, aqueles que servem ao Senhor e guardam Seus mandamentos, andando em Seus caminhos, observando as leis da vida, transmitem a seus filhos o vigor, o poder e a força para viver e crescer, e para completar e cumprir o objetivo pelo qual são enviados ao mundo; e esse objetivo é viver.

Deus é o autor da vida, e não da morte. Ele quer que Seus filhos vivam. Ora, diz-se-nos que a própria glória dEle é trazer a vida, mesmo a vida eterna do homem; e o Senhor está ansioso para que vivamos na mortalidade com sucesso e por muito tempo, e assim estejamos melhor preparados para entrar na vida eterna no porvir. Gostaria de ver os filhos dos Santos dos Últimos Dias nascerem de tal maneira — e têm o direito de nascer assim — que possam ficar isentos dessas coisas contaminadoras e dessas doenças destruidoras que tiram tantas vidas entre os homens. Estou convencido de que isso só pode ser realizado guardando os mandamentos do Senhor; estou convencido de que, guardando os mandamentos do Senhor, a profecia de Deus se cumprirá, que, no devido tempo, como resultado da obediência, as crianças nascidas viverão para ser tão velhas quanto uma árvore. Ninguém morrerá até morrer de velhice, tendo cumprido a medida de sua criação mortal. Portanto, exorto novamente os Santos dos Últimos Dias a viver a lei de Deus conhecida como a Palavra de Sabedoria, para que possam desfrutar e receber a promessa de saúde e longa vida, e tutano em seus ossos, o poder de perseverar, de correr e não se cansar, de caminhar e não desfalecer, e de se colocarem em condição tal que até mesmo o anjo da morte passe por eles; pois assim falou o Senhor.

Gostaria de sugerir às irmãs da Sociedade de Socorro que guardem a Palavra de Sabedoria; e gostaria de começar bem no topo das Sociedades de Socorro na Igreja, e passar por todas as irmãs da Sociedade de Socorro na Igreja, e suplicar àquelas que são as mães, e às irmãs que serão as mães, dos filhos de Deus, que guardem a Palavra de Sabedoria, para que seus filhos possam ser dotados de força, poder, vitalidade e energia, para que vivam e não morram. Além disso, se observardes essas leis, vossa fé em Deus será aumentada, e, em virtude de vossa fé, tereis grande poder junto ao Senhor para prevalecer em todos os desejos retos de vossos corações, até mesmo para a cura dos enfermos, quando porventura membros de vossa casa estiverem aflitos por doença, acidente ou problema que ameace suas vidas. E o que é mais importante do que tudo, além de corpos fortes e vigorosos e mentes ativas e brilhantes, vossos filhos crescerão poderosos na fé e no conhecimento do Evangelho.

Diria aos élderes em Israel que detêm o Sacerdócio: guardai a Palavra de Sabedoria; cessai de tomar em vossos corpos coisas proibidas e destrutivas, tais como entorpecentes de toda espécie, para que possais transmitir a vossos filhos corpos fortes e não deformados, e não enfraquecidos pela doença, nem afligidos por deformidade, cegueira, surdez ou outra deficiência. Para que sejais exemplos de retidão diante de vossos filhos e diante de todos os homens. Quero dizer a todos vós, élderes de Israel, e posso dizê-lo com a mais absoluta gratidão, que, até onde meu conhecimento alcança — e creio que sei —, as autoridades gerais da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, do Presidente para baixo, são homens que dão exemplo de fidelidade e obediência diante do povo, com respeito à lei de Deus conhecida como a Palavra de Sabedoria. Não são fumantes de tabaco, nem bebedores de álcool, nem de chá ou café. Estão isentos e livres dessas coisas, e nos dão um bom exemplo. Sigamos esse exemplo e sirvamos ao Senhor, e guardemos Seus mandamentos, para que nossos filhos sejam abençoados até a última geração.

Ora, que o Senhor nos abençoe e derrame Seu Espírito sobre os Santos; que aceitemos — oh, quisera o Senhor pôr em nossos corações a disposição de aceitar — o conselho e a orientação que nos possam ser dados de tempos em tempos, e encha nossas almas de um desejo, acima de tudo, de servir ao Senhor, para que possamos viver para cumprir nossa missão, realizar nossa própria salvação, criar nossos filhos no caminho em que devem andar, para que estejam preparados para espalhar o Evangelho às nações da terra, e assim se tornarem salvadores dos homens, para chamar todos os homens ao arrependimento, e suplicar-lhes que se afastem de seus pecados e sirvam a Deus e guardem Seus mandamentos, para que também eles tenham direito à vida eterna. Que o Senhor abençoe nossos irmãos que se dirigirão a esta conferência em seguida, derrame sobre eles aquele bom Espírito, e os use como Seus servos, para falar aos Santos reunidos, para sua edificação e progresso, para o fortalecimento de sua fé, e para a edificação e promoção de todos os gloriosos interesses de Sião, é minha oração, em nome de Jesus. Amém.

Como citar este discursoHyrum M. Smith, “Indústrias Domésticas e a Palavra de Sabedoria”, Conferência Geral de Abril de 1912, Sessão da Manhã do Segundo Dia (1912-04-06). Pulpit Vault, 1912-04-09-hyrum-m-smith-remarks-9. Tradução desta edição, por método de glossário, archive.org.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).