A Salvação Temporal dos Santos
Joseph F. Smith
Devo confessar que não me sinto à altura da tarefa de me dirigir a vós nesta manhã, mas espero que o bom Espírito do Senhor repouse sobre nós, não apenas durante o tempo que eu ocupar, mas ao longo de toda a reunião e, de fato, ao longo das sessões desta conferência. Sinto em meu coração dizer a esta vasta congregação: Deus vos abençoe e derrame Seu Santo Espírito sobre vós. Que Ele vos recompense, com seu rico derramamento, por vossa presença aqui, que indica vossa fé e vosso desejo de estar presentes na conferência geral da Igreja, para tomar parte em seus serviços e exercícios, e demonstrar aquela unidade, aquele interesse, aquele amor e devoção à obra do Senhor, que deveriam caracterizar a vida e os atos de todo membro da Igreja. É quase maravilhoso, considerando as condições do tempo, ver uma congregação tão vasta quanto a que se reúne aqui hoje, na sessão de abertura de nossa conferência; e, novamente, de todo o coração, agradeço-vos por vossa presença, e pelo interesse que sentis pela obra do Senhor em que todos estamos empenhados. Sinto, em minha alma, que aqueles que vieram, poupando o tempo e os meios necessários para comparecer à conferência aqui, não partirão ao final de nossas reuniões nem estéreis nem infrutíferos, pois creio que o Senhor vos abençoará e derramará Seu Espírito sobre vós em abundância. ¶
Presumo que a grande maioria dos aqui reunidos hoje são membros da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias em plena comunhão, e gostaria que isso pudesse ser dito de cada alma presente; pois é minha crença que não há honra maior, nem pode haver bênção maior a ser obtida pelo homem neste mundo, ou no mundo vindouro, do que ser membro da Igreja de Cristo em boa comunhão com Ele. ¶
Há um ou dois assuntos que têm pesado em minha mente ultimamente. Embora haja muitas coisas que poderiam ser mencionadas aqui hoje, ou ao menos sugeridas, ou simplesmente citadas, elas serão, sem dúvida, tratadas mais plenamente por aqueles que ocuparão a tribuna durante nossa conferência. Mas uma coisa pareceu se impor com muita força em minha mente, e desejo dizer algumas palavras a esse respeito. Pode ser considerado um assunto secular, mas para mim é tanto espiritual quanto temporal. Não creio que me seria possível apreciar muito aquele tipo de salvação que é apenas espiritual. Desejo ver, e testemunhar, e abraçar a religião que é tanto temporal quanto espiritual, e participar e desfrutar da salvação que é tanto temporal quanto espiritual. O assunto a que me refiro é a construção de lares e a provisão de moradias para os filhos dos Santos dos Últimos Dias. ¶
Temos testemunhado, entre algumas de nossas pessoas, uma disposição de querer se afastar e ir embora, a distâncias quase ilimitadas do corpo da Igreja — uma disposição a se dispersar, em vez de se reunir, e uma tendência de nossos filhos a se afastarem de seus lares, em busca de lares para si mesmos em algum outro lugar, em algum outro estado, ou território, ou país, longe de seus lares paternos. Ora, parece-me que há oportunidades e vantagens quase ilimitadas ainda por aproveitar, não apenas aqui no estado de Utah, mas nos estados vizinhos ou adjacentes, onde nossos jovens podem encontrar terras e construir lares para si mesmos sem terem de vagar até a América do Sul, ou ao sul do México, ou a qualquer outro país estrangeiro. Está se demonstrando que há, ao nosso alcance, sob nossos próprios olhos, grandes extensões de terra que precisam apenas de cooperação de trabalho ou de capital para serem trazidas ao cultivo e tornadas apropriadas para a construção de lares, cidades e vilas. É, em meu julgamento, sábio, prudente e apropriado que nossos jovens procurem garantir para si mesmos terras tão próximas quanto possível de seus lares, perto dos lares de seus pais, e tão intimamente associados quanto possível às comunidades da Igreja, para que possam ter as vantagens das Escolas Dominicais, das associações de melhoramento, das associações da Primária; em outras palavras, para que possam ter as vantagens das organizações da Igreja em benefício de seus filhos, bem como em seu próprio benefício. Ao colherem assim os benefícios e bênçãos desses privilégios em casa, estarão edificando este país, em vez de deixá-lo para o estranho vir edificá-lo — e, talvez, uma classe de estranhos com quem não pudéssemos nos associar, ou que não pudessem se associar conosco. Há classes de pessoas que conhecemos no mundo que não são, ou pelo menos não se provaram, vizinhos desejáveis e companhias agradáveis, atualizados com nossos costumes; mas eles, esta classe, buscam moradias, buscam oportunidades, tanto em nosso país como em outros lugares, e é tão bom que nosso próprio povo — nossos próprios filhos e filhas — edifiquem entre nós, como seria o estranho vir do exterior, de países distantes, ocupar a terra em vez deles. Quero dizer a esta congregação que não temos aprovado, e não aprovamos, esta disposição que se manifestou, em certa medida, da parte de alguns de nossos irmãos, de irem para algum país distante onde nem a vida, nem a liberdade, nem a propriedade estão seguras. Preferiríamos ver nosso povo trabalhar em conjunto, e ajudar a edificar e desenvolver este país, enquanto houver espaço para vivermos. Quando surgir a necessidade de colonizarmos, poderemos fazê-lo de alguma maneira organizada, pela qual, ao fazê-lo, todos os envolvidos possam obter as melhores e maiores vantagens e colher o maior benefício para si mesmos. ¶
Ora, quero que se compreenda que não sustento a ideia de que um único e pequeno estado, talvez, será suficientemente grande para acomodar todos os Santos dos Últimos Dias, ou de que a Igreja de Jesus Cristo estará, necessariamente, confinada a limites pequenos. Não vejo dessa forma; mas desejo que se compreenda que, quando se tornar necessário aos Santos dos Últimos Dias colonizar terras distantes, ou afastar-se do corpo da Igreja, é melhor fazê-lo sob a sanção, aprovação e conselho das autoridades presidentes da Igreja e dos homens líderes que têm experiência e o bem-estar do povo em seu coração, que podem dirigir suas energias e seu curso, e ajudá-los a colonizar, onde for necessário colonizarem e construírem lares. Dito brevemente, em minha opinião é próprio, é de fato sabedoria, penso, uma necessidade que os Santos dos Últimos Dias aproveitem toda vantagem que possam para garantir lares para si mesmos em Utah, em Idaho, em Wyoming e Colorado, nos estados vizinhos aqui, e em nosso próprio país — em nossa abençoada América — sob nosso grandioso e glorioso governo, onde a vida, a propriedade e as liberdades dos homens possam ser protegidas e não postas em risco por violência de turbas, por revoluções, ou por qualquer tipo de perturbação que tão frequentemente ocorre em alguns de nossos países vizinhos; naturalmente, elogio e aprovo nossas colônias, formadas pela autoridade e orientação da Igreja no norte do México e no Canadá, e as recomendo aos que buscam lar e desejam ir para lá. ¶
Em conexão com este assunto, penso que é sabedoria, para nós, como agricultores, estudar a agricultura e nos tornarmos capazes de produzir, de um acre de terra, tanto quanto o "chinês pagão," ou tanto quanto qualquer outro povo possa produzir da mesma terra. Não vejo por que não possamos aprender a cultivar o solo tão inteligentemente e tão lucrativamente quanto qualquer outra classe de pessoas no mundo; e, no entanto, é fato bem conhecido que, até o presente, não temos dedicado à agricultura, em nosso país, aquela atenção, cuidado, reflexão, ou aquela inteligência que deveríamos ter dedicado, e que agora estamos aprendendo a fazer, com o auxílio de escolas onde os homens que desejam seguir a agricultura possam aprender a natureza do solo e todas as demais condições necessárias para produzir os maiores resultados por seu trabalho. ¶
Agora outra coisa. O pensamento tem prevalecido, em tempos antigos, de que era próprio, e costumava-se fazer esforço, levar nosso povo, em toda parte, a cooperar mutuamente, a combinar suas energias e seus pequenos meios no estabelecimento de indústrias locais que dariam emprego a si mesmos e a seus filhos, e que produziriam não apenas aquelas coisas necessárias para nós em nossos lares e país, mas que seriam fonte de renda para nós por meio do transporte. Hoje permitimos que este espírito de indústria local quase perecesse entre nós, e aquele espírito de lealdade que impele um homem ou mulher a sustentar a indústria local por seu patrocínio é quase coisa do passado. Não testemunhamos aquela mesma lealdade entre o povo em patrocinar as indústrias e instituições locais que são estabelecidas por nós mesmos ou por nossas comunidades, destinadas à edificação do país e à produção daquelas coisas necessárias à sociedade. Não exibimos aquele espírito de lealdade para com estas coisas que deveríamos exibir. Em minha opinião, há muitos de nós que preferem ir a um estabelecimento de "saldos baratos" e comprar tecido de má qualidade — porque poderiam consegui-lo por alguns centavos a menos por jarda — do que ir a um estabelecimento produtor local e comprar tecido que é toda lã e tem uma jarda de largura, e que durará e valerá o preço pago por ele. É uma ideia e política de curta visão patrocinarmos capital estrangeiro, mão de obra estrangeira, quando podemos produzir os mesmos artigos, em condição e classe melhores, em casa, por nosso próprio trabalho, dando emprego a nós mesmos, e assim edificando nosso país, e conservando nosso dinheiro em casa. ¶
Estas coisas serão, sem dúvida, mencionadas, mais ou menos, pelos irmãos que falarão durante a conferência, e eles poderão discorrer sobre estes assuntos com maior extensão. ¶
Desejo dizer que o mormonismo, como é chamado, ainda é, como sempre foi, nada mais e nada menos do que o poder de Deus para a salvação, para toda alma que o receber honestamente e lhe obedecer. Digo-vos, meus irmãos, irmãs e amigos, que todos os Santos dos Últimos Dias, onde quer que os encontreis, desde que sejam fiéis a seu nome, a seu chamado e a seu entendimento do Evangelho, são pessoas que defendem a verdade e a honra, a virtude e a pureza de vida, a honestidade nos negócios e na religião, pessoas que defendem Deus e Sua retidão, a verdade de Deus e Sua obra na terra, que visa à salvação dos filhos dos homens, à salvação deles dos males do mundo, dos hábitos perniciosos dos homens ímpios, e de todas aquelas coisas que degradam, desonram ou destroem; ou que tendem a diminuir a vitalidade, a vida, a honra e a piedade entre os povos da terra. Amo o Evangelho hoje mais do que jamais o amei em toda a minha vida. Creio mais firmemente — se tal coisa for possível — na missão divina de Cristo e na missão divina do Profeta Joseph Smith do que jamais cri antes. Sinto, em cada fibra de meu ser, que foram enviados por Deus, que lançaram os fundamentos para a vida eterna ao mundo. Creio que Cristo é, de fato, o Redentor do pecado e da morte, e a única porta que jamais se abriu, ao menos ao meu entendimento, pela qual o homem possa viver novamente depois de ter morrido. Creio nestes princípios, recebi-os, aceitei-os em minha alma, e sinto que são verdadeiros. Sei que são bons, pois incitam os homens a atos de honra, de virtude, de honestidade e de retidão; fazem os homens sentir que é seu dever, bem como seu privilégio — e é um privilégio glorioso, também — obedecer a Deus e guardar Seus mandamentos, para que sejam dignos de encontrá-Lo e desfrutar de uma herança em Seu reino, de participar de Sua glória e de Sua salvação. Que o povo seja unido, e não dividido uns contra os outros. Na união temos força, mas na divisão e na discórdia nos tornamos como água derramada sobre a terra, que não pode ser recolhida. Que o povo seja unido em sua adoração a Deus, unido em sua fé, unido em seu amor por tudo o que é bom, nobre e semelhante a Deus, unido uns aos outros em ajudar a estabelecer o padrão de paz e retidão na terra, para que todos os homens possam vir a ele e participar de suas bênçãos e glória. Que vossa luz brilhe de tal maneira que o mundo a veja e seja constrangido a glorificar a Deus por causa dela. Sinto, novamente, em meu coração, abençoar-vos, e rogo que possamos ter poder dado a nós, a todos e a cada um, para permanecer na verdade — firmes e fiéis, inflexíveis e intransigentes a qualquer coisa em contrário que venha de fora. Cuidemos de nossas orações. Não vos esqueçais de que o Senhor Todo-Poderoso disse: "Serei solicitado por vós," e "aquele que cedo me buscar me achará." O Senhor tornou obrigatório para nós buscá-Lo, ter corações e espíritos de oração, para que possamos suplicar ao Senhor, ainda que apenas para reconhecer-Lhe que sentimos ser Seus filhos, e cremos em Sua palavra e nas promessas que Ele nos fez. Embora Ele possa nos ter abençoado com todas as bênçãos temporais necessárias à nossa felicidade e bem-estar, e não precisemos pedir-Lhe alimento, nem vestuário, nem casas, ou onde reclinar nossas cabeças — podemos, ao mesmo tempo, reconhecer ao Senhor nossa gratidão por Ele ter assim ordenado todas as coisas, tão bem provido para nós e aberto nosso caminho, que fomos capazes de obter todas estas coisas e nos cercar das bênçãos temporais da vida. Certamente o Senhor tem sido muito misericordioso e muito providente para conosco, até este momento, no que se refere a todas estas coisas. ¶
Outra exigência que desejo mencionar é que os pais em Sião serão responsabilizados pelos atos de seus filhos, não apenas até que completem oito anos, mas, talvez, por toda a vida de seus filhos, caso tenham negligenciado seu dever para com eles enquanto estavam sob seus cuidados e orientação, e os pais eram responsáveis por eles. Uma coisa que deploro é o fato de que dificilmente posso ir à rua ou à calçada sem ver um a uma dúzia ou mais de rapazes adolescentes — com cachimbos de tabaco na boca, tragando ao ar livre. Quando os vejo, penso: Ah! que pena, ah! que vergonha! Quão tolo, quão imbecil, quão inútil, e quão prejudicial é este costume para a juventude do povo. Deploro tal cena onde quer que a veja; quero dizer aos presentes, que têm o hábito de usar estas coisas, que, quando me encontrardes na rua com um cachimbo, cigarro, ou charuto na boca, por favor, não me reconheçais — passai direto, e eu farei o mesmo. Nunca gostei de cumprimentar um cachimbo velho, sujo e fedorento, nem de tirar o chapéu para ele. (Risos.) Deploro o hábito de muitos jovens desta cidade, muitos jovens deste estado, sim, e de toda parte — não apenas neste estado, mas em todo lugar —, caírem neste hábito pernicioso, inútil e prejudicial — caro, também, e sem retorno algum; é simplesmente um gasto para prejuízo próprio. Penso que seria tão viril se recorressem diretamente ao uso do ópio, e o usassem até se matarem rapidamente. Seria mais rápido fazer isso do que tomar o meio mais lento de alcançar a morte, sugando um cachimbo, cigarro, ou algo do gênero. Novamente, quanto à embriaguez, quero dizer-vos que deploramos a existência deste mal em qualquer comunidade, em qualquer lugar; e deploramos o fato de que se possa, possivelmente, dizer — não digo que seja assim, mas deploro o fato de que se possa dizer que alguns dos membros da Igreja são frequentadores de bares. Prouvera a Deus que isso não pudesse ser dito com verdade, e espero que chegue o tempo em que nenhum homem na Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias jamais se rebaixe ou se humilhe a ponto de entrar num bar, ou mesmo cruzar o umbral daqueles lugares de morte. Espero que chegue o tempo em que isto possa ser dito. Não vejo como seja possível que os Santos dos Últimos Dias reivindiquem ser membros da Igreja, em plena comunhão, ou esperem receber as bênçãos e vantagens do Evangelho de Jesus Cristo, enquanto eles mesmos violam alguns destes preciosos princípios de pureza de vida que o Senhor nos manifestou nesta dispensação. Deixai estas coisas venenosas e prejudiciais de lado; vivei dentro de vossos meios; saí da dívida, e mantende-vos fora da dívida; não corrais mais depressa do que podeis correr com segurança; sede cuidadosos e cautelosos no que fazeis; aconselhai-vos com aqueles que têm sabedoria e experiência, antes de saltardes, para que não salteis na escuridão; e assim guardai-vos, de possível mal e desvantagem, para que o Senhor possa derramar sobre vós as bênçãos do céu, sim, "abrir as janelas do céu" e derramar sobre vós bênçãos, de tal modo que mal tereis espaço para recolhê-las. ¶
Lembrai-vos do mandamento do Senhor a respeito da lei da receita para a Igreja. Estamos fazendo o melhor que sabemos, pelo conselho e orientação dos homens mais sábios que temos, e pela inspiração, como confiamos, do Senhor, no uso e emprego dos meios que pertencem à Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Até o momento, não creio que haja algum dos irmãos ligados à administração dos assuntos financeiros da Igreja que se envergonhe, ou possa se envergonhar, minimamente, do rumo que tomou, ou da obra que fez ou consentiu que se fizesse com relação ao dispêndio dos meios da Igreja. Nenhum dólar foi gasto, até onde tenho conhecimento, contrário às leis da Igreja, ou contrário àquilo que é considerado, pelos homens mais sábios que temos, o melhor para nossa causa. É verdade que estamos construindo casas de reunião por toda a região — isto é, estamos ajudando; não podemos fazer tudo; não estamos em posição de fazer nem metade disso, mas estamos ajudando centenas de nossas alas a construir suas casas de reunião, de acordo com os meios que temos. Esperamos poder continuar a fazer isso; mas há muitas pessoas na Igreja cujos nomes estão registrados num livro — alguns de vós ficariam surpresos, tenho certeza, ao ver aquele livro, chamado o registro dos não-pagadores-de-dízimo. Creio que, se todos estes membros, cujos nomes estão registrados no livro como não pagadores de dízimo, pagassem algo próximo de um honesto décimo de sua renda anualmente ao armazém do bispo, teríamos meios para construir todas as casas de reunião em Sião que forem necessárias. Não poderíamos construí-las todas este ano, ou no próximo, mas poderíamos construir algumas este ano, tanto quanto os meios permitissem; algumas poucas no próximo ano, tanto quanto os meios permitissem — e assim continuaríamos até construirmos casas de reunião e escolas para todos os Santos dos Últimos Dias em toda parte da região. Mas ainda não podemos fazê-lo — há não pagadores de dízimo demais. Ora, se estas pessoas não creem na lei do dízimo, ou se estão descontentes por algum outro motivo, ou se são tão pobres que não poderiam pagar seu dízimo, ou qualquer que seja a razão, não o fazem. Não sei a razão, mas creio que, se apenas soubessem o que seria para seu próprio bem, observariam e guardariam aquela lei, ainda que pudessem dar apenas sua pequena contribuição para ela, e assim teriam ao menos seus nomes registrados na lista e no registro dos pagadores de dízimo. Seria bom que o fizessem, por causa da bênção associada à observância da lei. Repito, mais uma vez, que se todos os Santos dos Últimos Dias pagassem um dízimo honesto, teríamos meios suficientes para construir todas as casas de reunião de que precisamos — isto é, gradualmente, à medida que tivéssemos os meios para fazê-lo. ¶
Novamente, que o Senhor Deus Todo-Poderoso vos abençoe. Meu coração está cheio de bênção para os Santos dos Últimos Dias. Amo, de todo o coração, o homem que sei ser um Santo dos Últimos Dias honesto, íntegro, verdadeiro e fiel. Um homem dessa descrição é um dos melhores cidadãos de qualquer país; é um bom cidadão de qualquer cidade, de qualquer condado, de qualquer estado, ou de qualquer nação onde quer que esteja; e é um dos melhores. Um verdadeiro Santo dos Últimos Dias é um bom marido, é um bom pai, é um bom vizinho, é um bom cidadão, e um bom homem em tudo; e é preciso um bom Santo dos Últimos Dias para ser excelente em tudo o mais. Mais uma vez — que o Senhor vos abençoe, é minha oração, em nome de Jesus. Amém. ¶