Acalmando a Tempestade
Anthon H. Lund
Endosso de todo o coração o bom conselho que nos foi dado por nosso presidente. Espero que o recordemos. ¶
Tenho desfrutado muito da noite, e tenho escutado com prazer o canto e tudo o que se tem passado aqui. Quando se cantou "Paz, Aquieta-te," isso me trouxe de volta a um pequeno passeio de barco que fiz no Lago Genesaré. Ali abri meu Testamento, e li a meus irmãos o capítulo onde se fala de Jesus acalmando a tempestade naquele mesmo lago. Imaginei-me de volta àquele tempo, quando ele estava deitado no barco, adormecido, e seus discípulos temiam ser tragados pelas ondas enfurecidas. Enquanto navegávamos, quis conduzir o leme, mas nossos amigos árabes tinham medo de se afastar muito da margem. Disseram que poderíamos ter uma tempestade daquelas a qualquer momento, e por isso queriam manter-se perto da margem. Navegamos perto o bastante da margem para que as flores, os belos loendros, caíssem dentro do barco. Creio que lições desse tipo deveriam ser instiladas no coração das crianças. Queremos que tenham fé. Queremos que, quando a paixão as move, sejam capazes de acalmar a tempestade da paixão, de controlar-se a si mesmas, e, quando forem submetidas às tempestades da perseguição, queremos que sejam treinadas em nossas escolas dominicais a ter fé e a depositar sua confiança em nosso Mestre, que tem poder para dominar até mesmo as tempestades da perseguição para o nosso bem. ¶
Que as escolas dominicais prosperem. Que vós, meus irmãos e irmãs, empenhados nessa boa obra, tenhais êxito em treinar as jovens mentes confiadas a vosso cuidado, para que cresçam e sejam uma honra para seus pais e para Sião. É uma obra abençoada aquela em que estais empenhados. Deus vos abençoe. Amém. ¶