A Educação dos Filhos—A Necessidade de Apoiar as Publicações Domésticas—Sociedades de Socorro das Senhoras—Os Templos de St. George e Salt Lake—As Escolas Dominicais
George A. Smith
Levanto-me na presente ocasião, desejando a fé e as orações dos irmãos e irmãs, para que eu seja capaz de me dirigir a eles pela majestade do Espírito do Todo-Poderoso. Quando vimos diante do Senhor para participar do Sacramento, em memória da sua morte e sofrimento, testificamos a ele que dele nos lembramos, que nos amamos uns aos outros, e que estamos dispostos a nos esforçar por fazer tudo o que estiver em nosso poder para cumprir os nossos vários deveres sobre a terra. ¶
Um dos primeiros e mais responsáveis deveres que recaem sobre nós é a educação, o treinamento e o cultivo da mente dos nossos filhos. Uma criança aprende conosco pelos nossos exemplos, sendo as ações ou exemplos dos pais sempre lembrados pelos filhos. Um piedoso e velho diácono que, aliás, pode ter sido um hipócrita, e tinha duas medidas de meio alqueire, uma para comprar e outra para vender, pode estar bem certo de que os seus filhos serão desonestos. Assim pode ser com os nossos filhos, se não agirmos diante deles como convém a Santos; os nossos preceitos podem ser muito bons, mas o seu efeito não será muito poderoso, a menos que os nossos exemplos correspondam a eles. ¶
Somos mais ou menos descuidados quanto à observância do Sabá; e, em consequência da negligência dos Santos dos Últimos Dias a esse respeito, sinto-me ansioso por incitá-los à diligência em comparecer às reuniões no Sabá e nos dias de jejum, e em fazer com que os seus filhos façam o mesmo. Visitei várias escolas dominicais, e verifiquei que se manifestava nelas bastante interesse, e que muito benefício resulta, para a nova geração, de se passar um par de horas no Sabá dando-lhes instrução religiosa ou outra instrução necessária para cultivar a sua mente; e desejo que os Bispos e Élderes presidentes, ao voltarem aos seus vários Ramos, incitem a mente dos irmãos e irmãs para a necessidade de encorajar as escolas dominicais, para que sejam interessantes e agradáveis, além de instrutivas. Incitai também os pais, para que estejam vivos e alertas em preparar os filhos para a escola em tempo, e para que a pontualidade na frequência seja encorajada. Procurai também induzir os pais e outros membros mais velhos das famílias que o possam fazer a frequentar as escolas dominicais, para que não falte quem ensine, pois um dos chamados mais úteis para pessoas que possam, de modo razoável, se dedicar a isso, é ensinar a juventude nas escolas dominicais. ¶
Também aconselho que o "Juvenile Instructor" seja distribuído extensamente entre os nossos filhos. É uma obra concebida para instruir a sua mente sobre os princípios do Evangelho; das suas páginas eles podem também obter conhecimento da história da Igreja, bem como uma variedade de outras informações úteis e divertidas. É uma publicação muito útil, e os benefícios que ela é capaz de conferir à nossa juventude são numerosos e grandes. Falando neste assunto, referir-me-ei a outros periódicos publicados pelos nossos irmãos nestes vales — o "Deseret News", o "Salt Lake Herald", o "Ogden Junction", o "Provo Times", e o "Beaver" e o "St. George Enterprise", todos os quais contêm bastante informação sobre os nossos assuntos domésticos em especial, e sobre os acontecimentos do mundo em geral. Espero que, em todas as Estacas de Sião, o povo manifeste um espírito e uma determinação de apoiar os periódicos que são publicados para o seu benefício. O "Deseret News", diário, bissemanal, e semanal, além das notícias gerais do mundo, contém também muitos dos sermões do Presidente Young e de outras autoridades da Igreja, e deveria ser amplamente distribuído em todos os assentamentos dos Santos. O correio agora chega a todas as partes do Território, e, embora não possamos nos gabar muito da pontualidade de alguns deles, em quase todo assentamento chega o correio de vez em quando, trazendo o "Deseret News", e um homem está bastante seguro, nas principais vias, em assinar o semanário, e em muitas localidades pode arriscar-se ao bissemanal ou ao diário. ¶
Devemos fazer algo mais em relação à impressão. A Sociedade de Socorro das Mulheres está publicando um periódico chamado o "Woman's Exponent", que é uma folha muito habilmente editada, e que contém muitíssima informação. Surpreende-me que nem todos os cavalheiros do Território o assinem. Convido todos os Élderes, Bispos e oficiais presidentes nas Estacas de Sião, ao voltarem para casa, dando eles mesmos o exemplo, a solicitar a todos os seus irmãos, e especialmente às irmãs, que se tornem assinantes desta pequena folha, pois estou certo de que se interessarão pela instrução e informação nela contida. Direi que esperamos, dentro em pouco, pelo patrocínio dos irmãos e irmãs, que as senhoras sejam capazes de ampliar este periódico, e de estender a sua influência por toda parte. ¶
Tem sido meu privilégio visitar, e conhecer, as Sociedades de Socorro das Senhoras em muitos dos assentamentos do Território, e estou convencido de que muito bem resulta dos labores destas organizações; e sinto-me certo de que, a menos que as senhoras se dediquem a qualquer iniciativa destinada a fazer avançar a obra do Senhor nos últimos dias, o seu progresso será lento. Em todas as partes do mundo, quando as nações estão em guerra, a menos que as mulheres tomem interesse no assunto, a guerra prossegue muito pesadamente. Sou de opinião que, na próxima guerra entre a França e a Alemanha, os franceses hão de levar a melhor. Não que eu não tenha grande opinião da habilidade, energia e coragem alemãs, mas estou convencido, por viagens e observação pessoal, de que as mulheres da França estão inteiramente despertas, e que, na próxima guerra entre essas duas nações, os prussianos terão de lutar contra as mulheres da França, e então a França será, provavelmente, a vencedora. ¶
Digo às nossas irmãs das Sociedades de Socorro: sede encorajadas, reuni-vos e discuti todas as questões concebidas para interessar ou beneficiar a comunidade, na medida da vossa capacidade; e, como nenhum homem pode ser eleito para um cargo neste Território sem o voto das senhoras, familiarizai-vos plenamente, não apenas com a política do país, mas com todo princípio de governo local que possa ser proposto, e então, tudo o que for concebido para beneficiar o povo nos seus círculos privados ou domésticos, sereis capazes de votar com inteligência, e de o levar a cabo sem dificuldade. ¶
Gastamos muito dinheiro seguindo modas vãs, e comprando muitos artigos inúteis. Estas sociedades, se assim o escolherem, podem fazer as suas próprias modas, e podem fazê-las segundo a sabedoria, e de modo a promover a saúde; muitas das modas do mundo são concebidas para destruir a saúde. Uma centena de questões ligadas à economia doméstica — governo da casa, culinária, fazer pão, e assuntos afins, que são de importância para o estômago, a saúde e a longevidade de todo homem e mulher no Território, podem ser propriamente discutidas nestas Sociedades de Socorro, e informação útil disseminada. Muitas das mulheres nestes vales não tiveram boas oportunidades de se familiarizarem com a arte da culinária, e essa é uma arte que tem algo a ver com a felicidade de toda pessoa. O exemplo das senhoras, e a influência que exercem, têm tendência, acima de tudo o mais, a manter, criar e preservar a boa moral. Os homens tendem a se comportar bem na sociedade das mulheres, e, se as mulheres agirem com sabedoria e prudência ao guiar e controlar o rumo e a conduta umas das outras, serão capazes, em grande medida, de guiar, controlar e regular a moral e a conduta dos homens. Pensamos, contudo, que a política do mundo cristão, ao lançar a responsabilidade, no que diz respeito à moralidade, inteiramente sobre a cabeça das mulheres, é um erro; os homens deveriam ser responsabilizados pelos seus próprios atos, e, quando forem culpados daquilo que é corrupto, baixo ou degradante, deveriam ser considerados transgressores, e postos de lado até que, pelo arrependimento e pela retidão, provem que são dignos de confiança. ¶
Tenho estado, desde o início da formação deste Território, mais ou menos identificado com a sua política. Fui membro da Legislatura de Deseret, antes de o Território de Utah ser organizado, e enquanto era um governo provisório. Fui membro da primeira Legislatura do Território, e servi por vinte anos. Durante esse período, entrei em contato com cinco diferentes grupos de oficiais federais, e tive um conhecimento bastante bom de uns quarenta e oito ou quarenta e nove juízes. Eram homens enviados aqui, de diferentes partes do país, para administrar a lei. Tinham um conhecimento geral de política, e da lei tal como administrada nas suas próprias localidades. Poucos deles tinham mentes elevadas e sentimentos nobres, e muitos deles eram incapazes de ocupar, com honra, as altas posições para as quais foram escolhidos. O nosso povo, aqui nestas montanhas, não se deu muito trabalho para se familiarizar com a política do país. Havíamos sido roubados cinco vezes de tudo o que possuíamos. Os nossos líderes haviam sido assassinados, e havíamos sido expatriados e expulsos dos Estados Unidos para estes vales, então uma parte da república do México, mas depois adquiridos pelos Estados Unidos. Estávamos muito longe de qualquer outro assentamento. Levava-se, geralmente, um mês para obter correio, e, por cerca de doze anos, tivemos cerca de sete correios por ano; e, no final de outubro, ou por volta do início de novembro, partes do correio do inverno anterior eram trazidas até aqui em tiros de bois. Esta era a nossa condição nos primeiros dias. Não prestávamos muita atenção à política; não estávamos muito divididos, e, por isso, pouco nos importávamos com as nossas eleições, e não lhes prestávamos muita atenção; e muitos dos que vieram do exterior eram tão descuidados que não obtiveram os seus papéis de naturalização, embora, de tempos em tempos, os aconselhássemos a cuidar deste assunto; e agora chamo os Bispos e Élderes presidentes, ao voltarem para casa, a recomendar aos irmãos estrangeiros que não estão naturalizados que cuidem disso; e, em todas as localidades ou distritos que são favorecidos com juízes que têm mais respeito pela lei do que pelo fanatismo religioso, que os irmãos façam todo o esforço para se naturalizar, para que possam ter os benefícios das leis do nosso país, e ser autorizados a desempenhar qualquer dever que estas exijam, e sejam fiéis em o fazer em todos os casos; e nunca deixem passar uma eleição, ou qualquer outra ocasião em que seja importante tomarmos parte, sem lhe prestar atenção. Este conselho é tanto para as senhoras quanto para os cavalheiros, pois toda senhora de vinte e um anos de idade, que seja cidadã dos Estados Unidos, ou cujo marido ou pai seja cidadão dos Estados Unidos, tem direito, sob as leis de Utah, a votar; e ninguém precisa esperar ocupar um cargo em Utah se as senhoras disserem não. ¶
Desejo chamar a vossa atenção para o Templo de St. George. Temos o alicerce desse Templo erguido até a linha d'água, cerca de dezoito pés do solo, e é um alicerce muito bonito. O edifício tem cerca de cento e quarenta e um pés de comprimento e cerca de noventa e três pés de largura, e, quando as paredes estiverem erguidas, terão cerca de noventa pés de altura. Temos um projeto e um desenho muito bons. O edifício está numa localidade agradável, e num clima muito bom, onde, durante todo o inverno, e de fato durante todo o ano, há um tempo quase de perpétua primavera e verão; e, quando o Templo estiver concluído, haverá a oportunidade de ir ali passar o inverno e cuidar das ordenanças religiosas, ou desfrutar de si mesmos; e, se quiserdes ir ali durante o verão, podeis comer frutas tão deliciosas quanto quaisquer que já cresceram na terra em qualquer país, creio eu. Tanto quanto já viajei, nunca vi, em matéria de fruta, nada que julgasse superior ao que se produz em St. George. Convidamos cento e cinquenta dos irmãos a se voluntariarem para ir até lá neste verão para erguer este edifício, e se sustentarem enquanto o fazem. Chamaremos os Bispos, Élderes presidentes, mestres e outros das várias estacas de Sião a tomarem este assunto em mãos quando chegarem em casa, e a encontrarem irmãos, se puderem, que estejam dispostos a ir e fazer este trabalho, para que, pelo Natal, o edifício possa estar pronto para o telhado, para que, num prazo muito curto, possamos ter a pia dedicada, e as ordenanças do santo Sacerdócio realizadas naquele lugar. Apelamos aos nossos irmãos e irmãs em favor deste Templo de St. George. Os nossos irmãos naquela vizinhança estão fazendo tudo o que podem para impulsionar a obra, mas cinco ou seis meses de ajuda de cem ou cento e cinquenta homens são muito desejáveis. ¶
Convido todos os irmãos e irmãs dos assentamentos que possam visitar Salt Lake City neste verão a passarem pelo Quarteirão do Templo e ver o que estamos fazendo pelo Templo aqui. Vede as belas pedras que foram extraídas em Cottonwood e trazidas para cá, cada uma cortada e numerada para o seu lugar. E é dever dos irmãos invocar a bênção do Senhor sobre a obra e sobre os trabalhadores. Chamo também os Bispos e mestres em todas as estacas de Sião, a estarem prontos e a assegurarem que, na construção deste Templo, na Estaca Central de Sião nas montanhas, não sejamos obrigados a nos envolver em obrigações desagradáveis para fazer avançar a obra. No último ano, tivemos de sessenta a noventa homens empenhados em cortar pedra neste quarteirão, e vários outros artesãos para lhes fornecer ferramentas e outras necessidades; no último verão, tivemos uma força considerável de homens colocando essas pedras nas paredes. No Cânion de Little Cottonwood, temos continuamente em trabalho uma força de vinte e cinco a sessenta homens extraindo granito, e, todo dia, exceto domingos, dois ou três vagões deste granito, de dez a doze toneladas cada carregamento, são trazidos da pedreira ao Quarteirão do Templo. É realmente uma coisa deliciosa, para uma pessoa que nunca a tenha visto, ir ao quarteirão e ver a maneira hábil com que os nossos arquitetos e trabalhadores erguem essas grandes pedras, e as passam por todo o edifício, e as colocam no seu lugar com precisão de um triz. Mostra o que se pode fazer com um pouco de gestão, habilidade e engenhosidade. ¶
Apelamos seriamente a todos os Santos, pagadores de dízimo, para que doem liberal e pontualmente para a prossecução desta obra. Enquanto empregamos tantos artesãos hábeis e outros trabalhadores, as suas famílias necessitam constantemente de um suprimento, não apenas de produtos domésticos, mas de dinheiro, e mercadorias que custam dinheiro, e, a menos que os irmãos forneçam os meios para suprir estas necessidades, seremos obrigados a dispensar muitos dos trabalhadores. Já incorremos em obrigações que nos pressionam, e chamamos os irmãos a fornecer os meios necessários para nos capacitar a manter o nosso crédito e prosseguir com a obra. ¶
É desígnio dos mestres e superintendentes das escolas dominicais organizar um jubileu musical infantil. Foram compostas algumas canções, e estão sendo aprendidas e ensaiadas, e calculam reunir cerca de oito ou dez mil crianças neste edifício, e ter um grande momento geral de canto musical. A iniciativa é bem louvável. Não sabemos quando o festival terá lugar, mas o irmão Goddard, o Superintendente Assistente, e vários outros interessados nas escolas dominicais, estão fazendo tudo o que podem, e pedimos a cooperação dos Bispos, presidentes, mestres, e irmãos e irmãs nas várias Estacas de Sião, para tomarem parte nisso, e fazerem dele um dos mais belos festivais desse gênero já realizados. O progresso das nossas escolas do Sabá será encorajado, e a tendência elevadora da música poderá ser apreciada por todos os que dela participarem. Pedimos aos nossos irmãos que ajam com sabedoria e prudência ao levar isto a cabo, para que seja feito de maneira satisfatória; e, se algum meio for necessário por parte dos pais ou amigos, que não falte. No curso da minha viagem de um ano, visitei escolas em várias partes do mundo, mas não encontrei nenhuma superior à nossa. Penso que a nossa se compara favoravelmente a elas, e, em muitos aspectos, são superiores à maioria que visitei, e espero que se desenvolva um espírito de as encorajar. ¶
Desejo ver o sistema de escola comum encorajado tanto quanto possível. Os irmãos, em muitos assentamentos, estão formando Ramos da Ordem Unida, e, assim que se puserem bem a trabalhar, poderão introduzir sistemas de ensino aperfeiçoados. Noto, ao visitar os nossos assentamentos, mais ou menos descuido em relação às escolas. Muito pouco esforço tornará uma sala de aula bastante confortável, e desejo incitar os pais quanto à importância de visitar as escolas e ver o que os seus filhos estão fazendo, e o que os professores estão fazendo, descobrir se os pequenos estão sentados em assentos confortáveis; se põem um menino alto num assento baixo, ou um menino de pernas curtas num assento alto, deixando-o corcunda. A felicidade e a prosperidade de toda a vida de uma criança podem ser bastante prejudicadas ao frequentar a escola por causa de um professor imbecil que não sabe o bastante para pegar uma serra e serrar as pernas dos assentos em que os seus alunos se sentam, de modo a torná-los confortáveis. É dever do povo cuidar do conforto dos seus filhos enquanto na escola, e também providenciar-lhes livros adequados; e assegurar-se de que as escolas sejam providas de combustível, para que, no tempo frio, possam estar quentes e confortáveis. Numa terra nova, sei que há muitas desvantagens a enfrentar, mas sinto-me ansioso por que nada, dentro do nosso poder de promover o bem-estar dos nossos filhos, seja negligenciado. Não há necessidade, contudo, de enviar aos Estados para comprar bancos escolares. Há bastante madeira nestas montanhas, e alguns dias de trabalho, devidamente aplicados, poderão equipar qualquer sala de aula com perfeito conforto, pois podemos fazer bancos tão bons quanto em qualquer outro lugar; é apenas uma questão de tempo e atenção. Naturalmente, se não pudermos fazer melhor, enviai e comprai; mas, para que tenhamos meios para comprar o que somos forçados a comprar, é necessário que exerçamos prudência e economia, e supramos as nossas próprias necessidades tanto quanto possível. A Loja Cooperativa por atacado, aqui, importa provavelmente cinco milhões de dólares em mercadorias por ano. Metade dessas mercadorias poderia ser produzida em casa, com o nosso próprio trabalho; é apenas uma questão de tempo e gestão fazê-lo. Se produzíssemos metade dessas mercadorias, estaríamos em situação folgada o tempo todo, e teríamos bastante para comprar tudo o que quiséssemos comprar. Poderíamos também produzir muitas coisas para vender; mas, ao comprar, em quantidades tão imensas, artigos que podemos fazer nós mesmos, empobrecemo-nos continuamente; por isso aconselhamos os nossos irmãos e irmãs, em todos os seus conselhos, reuniões, ordens, associações, e sociedades de socorro e de retração, a levar em conta toda questão onde a economia possa ser exercida e a prudência observada, e onde possamos poupar um dólar em vez de gastar um, façamo-lo, pois, seguindo este rumo, podemos lançar um fundamento para conforto permanente em casa, e isso nos impedirá de dependermos do exterior. Isto é parte da minha religião, e isto continuarei a pregar. ¶
Quanto a esta Ordem Unida, direi aos que estão entrando nela, se surgirem questões que vos perturbem e que desejeis ver explicadas; ou se surgir algo sobre o qual desejeis conselho ou orientação, se escreverdes as vossas perguntas e as enviardes até aqui, ao escritório do Presidente, nós as responderemos, e vos mostraremos que todo o assunto pode ser levado a cabo com perfeita facilidade. Que este povo apenas aja com um só coração e uma só mente, como fizeram os nefitas, e o êxito é certo; e, dentro em pouco, muitos hão de se perguntar, como já expressaram alguns nos assentamentos do sul: "Por que não nos unimos antes?" Sinto-me convencido de que o espírito que se tem manifestado aqui e em outros lugares sobre este assunto é o mesmo espírito que testificou a vós, quando descestes às águas do batismo, que esta era a obra de Deus; e, quando tivermos este espírito em nosso coração, poderemos avançar com alegria e ação de graças, e poderemos realizar aquilo que se exige de nós. ¶
Desejo agradecer aos nossos músicos — aos que dirigem, e a todos os que participaram dos exercícios musicais da nossa Conferência. Tenho-os apreciado. Tenho visitado muitas partes do mundo, e tenho ido ver os seus órgãos e ouvir a sua música; mas não ouvi nenhuma com que ficasse tão satisfeito quanto com a nossa própria. Há algo de doce e adorável aqui, e sinto que o Espírito do Senhor tem aquecido o coração e inspirado a alma daqueles que fizeram melodia para nós durante a Conferência. Oro para que Deus os abençoe, que ilumine a sua mente, avive a sua alma, e faça dos seus cânticos cânticos de glória para sempre. Amém. ¶