Pulpit

O Conhecimento de Deus e o Modo de Adorá-lo

John Taylor

1873-09-07

Sempre tenho prazer em falar das coisas pertencentes ao reino de Deus, e ao interesse e felicidade de meus semelhantes, se penso que posso ser de serviço ou vantagem para aqueles a quem me dirijo. Ao nos reunirmos, como hoje nos reunimos, de tempos em tempos, fazemo-lo para reverenciar e adorar, segundo a inteligência e o entendimento que possuímos, o Deus Todo-Poderoso, o doador de nossas vidas e o sustentador de todas as coisas. Um sentimento de reverência e respeito pela Divindade prevalece, de uma forma ou outra, entre toda a família humana. Assume, é verdade, uma variedade de formas, e há muitas diferentes ideias e opiniões entre os homens quanto ao modo apropriado de adorar e nos tornarmos aceitáveis a nosso Pai celestial. Toda a humanidade crê, mais ou menos, num Ser que rege e governa o universo, e controla os destinos da família humana; e qualquer que seja a forma de adoração seguida, ela é acompanhada de sentimentos de reverência e respeito por Deus. Há algo muito singular nisto, e é diferente de tudo o mais que existe na face da terra. Temos nossas teorias sobre a ciência; temos princípios e leis que governam a mecânica; há certas leis conhecidas que governam os elementos que nos cercam; há certas ciências que os homens podem dominar estudando as leis que as governam; mas, no que toca à adoração de Deus, parece diferir materialmente de tudo o mais de que temos conhecimento. Ele é um Ser que a humanidade em geral não conhece, não tem acesso à sua presença, e, a menos que ele o comunique, não há lei conhecida pela qual possamos aproximar-nos dele.

As ideias dos homens parecem ser vagas e incertas em relação à adoração do Todo-Poderoso, e sempre foram mais ou menos assim. Quando Paulo se levantou em Atenas, cerca de mil e oitocentos anos atrás, ao falar sobre Deus, diz: "Vi um altar em que estava escrito — 'Ao Deus Desconhecido.'" Os atenienses tinham uma variedade de deuses que professavam conhecer, ou que representavam certas ideias, teorias e princípios que entre eles vigoravam; mas havia um que descreviam como o "Deus Desconhecido." Paulo faz uma declaração das mais notáveis sobre este assunto. Diz ele — "Aquele, pois, que vós honrais, não o conhecendo, vos anuncio" — o Deus que fez os céus, a terra, os mares e as fontes das águas.

Os idólatras que viveram muito antes do tempo em que Paulo pregou Cristo, e este crucificado, ao povo de Atenas, tinham alguma ideia do "Deus desconhecido." Lemos que um sonho foi dado a Nabucodonosor, revelando-lhe certas coisas que haveriam de acontecer no futuro; e reuniu ele os magos, astrólogos e adivinhos — os homens de ciência daqueles dias, e que professavam ter conhecimento do futuro, e lhes disse que queria que lhe revelassem seu sonho, e depois lhe dessem a interpretação. Disseram-lhe que seu pedido era muito irrazoável; estava além de seu poder cumpri-lo, e era coisa não comumente pedida ou exigida de homens de sua profissão; mas, se ele lhes desse o sonho, tinham regras e princípios pelos quais poderiam interpretá-lo. Ele ainda insistiu no sonho e na interpretação. Disseram então ao rei que nenhum ser, senão o "Deus desconhecido," que habitava nos céus, era capaz de revelar tal segredo como o que exigia de suas mãos. Achamos que, entre os babilônios e caldeus, por trás de suas ideias, teorias e mitologia, tinham ideias de um Ser Supremo que governava o universo, que sozinho podia revelar os atos secretos dos homens, e que tinha seus destinos em suas mãos; e, a menos que haja algum plano ou lei pelo qual os homens possam ter acesso a ele que, nas Escrituras assim como pelos homens no tempo presente, é chamado o Deus desconhecido, devemos permanecer ignorantes dele, de seus atributos, desígnios e propósitos, e de nosso relacionamento com ele.

Paulo também nos diz que a vida e a imortalidade são trazidas à luz pelo Evangelho; portanto, parece que este é um princípio pelo qual os homens podem ser postos em comunicação com Deus. Há outras Escrituras bastante notáveis a este respeito. O Apóstolo nos diz — "Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser; mas sabemos que, quando se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque assim como é o veremos!"

Parece, disto, e de outras Escrituras de natureza semelhante, que o homem já possuiu, uma vez, conhecimento de Deus e do futuro, e certeza em relação ao modo de adorá-lo. Diz Paulo que a vida e a imortalidade são trazidas à luz pelo Evangelho. Surge necessariamente em nossas mentes a pergunta: como, e por que meios, estas coisas se realizam? De que modo os homens são postos na posse desta luz e desta imortalidade? E então, homens que não têm o hábito de refletir, ou, se refletem, não julgam corretamente, não estando na posse de verdadeiros princípios, pensam, e seus pensamentos retrocedem, e dizem — "Bem, e quanto aos que viveram antes de haver um Evangelho?" Quanto a mim, não conheço tal tempo, não leio de tal tempo, e não estou na posse de informação alguma em relação a tal tempo. Perguntaria com a mesma facilidade — E quanto ao povo que viveu antes de haver sol, lua, estrelas ou terra, ou antes de haver algo para comer ou beber, ou qualquer outra coisa impossível sobre a qual pudéssemos refletir. Pensamentos e ideias deste tipo não podem ter fundamento em fato; jamais existiram. Se a vida e a imortalidade são trazidas à luz pelo Evangelho, então, sempre e onde quer que os homens tivessem conhecimento da vida e imortalidade, sempre e onde quer que Deus se revelasse à família humana, ele lhes dava a conhecer sua vontade, e afastava o véu do porvir, revelava seus propósitos, e desenvolvia aqueles princípios que achamos registrados na Sagrada Escritura. Onde quer que os homens tivessem conhecimento destas coisas, tinham conhecimento do Evangelho; por isso é chamado, na Escritura, "o Evangelho eterno;" e por isso João, na Ilha de Patmos, envolto em visão profética, contemplando uma sucessão de acontecimentos maravilhosos que haveriam de transcorrer em eras posteriores, declarou, entre outras coisas — "Vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para proclamá-lo aos que habitam sobre a terra, e a toda nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória, porque vinda é a hora do seu juízo."

O Evangelho, então, em sua natureza e em seus princípios, é eterno; em outras palavras, é o método de Deus para salvar a família humana; e por isso Cristo, de quem tanto ouvimos e lemos nas Escrituras da verdade divina, era "o Cordeiro morto desde a fundação do mundo." Nele se creu, muito antes de fazer sua aparição, tanto no continente asiático quanto no americano, e Deus deu a seus antigos Profetas muitas visões, manifestações e revelações de sua vinda para tirar os pecados do mundo pelo sacrifício de si mesmo.

Ao falar do Evangelho, Paulo o menciona como sendo conhecido desde os dias de Abraão, pois nos diz que "Deus, prevendo que havia de justificar pela fé os gentios, anunciou primeiro o evangelho a Abraão." O mesmo Apóstolo nos diz que Moisés e os filhos de Israel tinham o Evangelho. Diz ele — "Também a nós foi pregado o evangelho como a eles; mas a palavra da pregação de nada lhes aproveitou, porquanto não estava acompanhada pela fé naqueles que a ouviram; pelo que a lei foi acrescentada por causa das transgressões;" e, quando Jesus Cristo veio, veio para acabar com a lei e restabelecer o Evangelho tal como antes existira; o Evangelho eterno; aquele Evangelho que traz à luz a vida e a imortalidade, e onde quer e sempre que se tivesse conhecimento de Deus entre a família humana, isto se dava por meio do instrumento do Evangelho.

Quando Jesus estava na terra, tornou este princípio muito claro ao povo do continente asiático; e, como registrado no Livro de Mórmon, tornou-o claro ao povo do continente americano, revelando-lhes os mesmos princípios, verdade, luz e inteligência; organizou as igrejas do mesmo modo; implantou seu Espírito entre eles, e concedeu a todos os obedientes à sua lei conhecimento de Deus e de seu próprio destino futuro, e este resultado sempre se seguiu ao conhecimento do Evangelho entre os homens.

A razão de haver tanta confusão e desordem entre os homens, hoje, no mundo cristão, é — "abandonaram a Deus, a fonte de águas vivas, cavaram para si cisternas, cisternas rotas, que não retêm água." Havia certos princípios estabelecidos por Jesus e seus discípulos, e também por Moisés, e por Néfi, Alma e outros neste continente, de maneira muito clara, simples e precisa, na verdade, embora um mistério para os homens do mundo, para os crentes são, como dizem as Escrituras — tão simples que um caminhante, ainda que tolo, não erraria neles; e são estritamente lógicos, filosóficos e fáceis de compreender.

Há leis que governam a natureza, e os princípios da matéria que nos cerca, com os quais muitos de nós estamos familiarizados. Estas leis são tão imutáveis quanto a revolução da terra sobre seu eixo, ou o nascer e o pôr-do-sol. Estas leis são perfeitamente confiáveis; não podem ser desrespeitadas impunemente, pois, se desrespeitadas, os resultados desejados não se seguirão. As verdades do Evangelho, e os princípios do plano de salvação, são tão imutáveis quanto as leis da natureza. Homens de Deus, em diferentes eras, têm estado na posse de certas verdades filosóficas em relação a Deus, aos céus, ao passado, ao presente e ao futuro. Isto tem sido o caso não apenas com os homens de Deus no continente asiático, mas também neste continente; e, por mais que os homens do dia presente afetem desprezar a revelação, como muitos fazem, por visionária, extravagante e fanática, é a ela que devemos todo o conhecimento que temos de Deus, de nosso próprio destino, e das recompensas e punições, exaltações ou degradações, no além. Deixai de lado esta revelação, dispensai este princípio, e o mundo hoje é uma página em branco quanto a Deus, ao céu e à eternidade; nada sabem sobre eles.

Ouvi algumas pessoas dizerem — "Se Deus se revelou aos homens em outros dias, por que não se revelaria a nós?" Digo, por que não, de fato, a nós? Por que não seriam os homens, nestes dias, postos na posse da mesma luz, verdade e inteligência, e dos mesmos meios de adquirir conhecimento de Deus, que os homens de outras eras e épocas desfrutaram? Por que não? Quem pode responder à pergunta? Quem pode resolver o problema? Quem pode dizer por que estas coisas não deveriam existir hoje, tanto quanto em qualquer outro dia? Se Deus é Deus, e os homens são homens, se Deus tem um desígnio em relação à terra em que vivemos, e em relação às eternidades que hão de vir; se os homens tiveram conhecimento de Deus em dias passados, por que não neste dia? Que boa razão há para que não seja assim? Dizem alguns — "Ah, somos tão esclarecidos e inteligentes agora. Em eras anteriores, quando o povo estava degradado e nas trevas, era necessário que ele comunicasse inteligência à família humana; mas vivemos no fulgor do dia evangélico, numa era de luz e inteligência." Talvez o façamos; duvido um tanto disso. Tenho muitas dúvidas sobre a inteligência de que tanto se gabam os homens neste dia esclarecido. Havia homens naquelas eras sombrias que podiam comungar com Deus, e que, pelo poder da fé, podiam afastar o véu da eternidade e contemplar o mundo invisível. Havia homens que podiam dizer o destino da família humana, e os acontecimentos que haveriam de transcorrer em todo período subsequente até a cena final de encerramento. Havia homens que podiam contemplar a face de Deus, ter a ministração de anjos, e revelar os destinos futuros do mundo. Se aquelas foram eras sombrias, rogo a Deus que me dê um pouco de escuridão, e me livre da luz e inteligência que prevalecem em nosso dia; pois, como ser racional, inteligente e imortal que tem a ver com o tempo e a eternidade, considero uma das maiores conquistas que os homens possam ter, familiarizar-se com seu Deus e com seu destino futuro. Estes são meus pensamentos e reflexões em relação a estes assuntos.

A vida e a imortalidade, nos é dito, foram trazidas à luz pelo Evangelho. E como assim? Ora, é coisa muito simples, muito simples, na verdade. Quando Jesus estava na terra, nos é dito, veio para introduzir o Evangelho. Apareceu neste continente como no continente da Ásia, com esse propósito; e, ao fazê-lo, deu a conhecer aos homens certos princípios pertencentes a seu ser e origem, e seu relacionamento com Deus; pertencentes à terra em que vivemos, e aos céus com os quais esperamos estar associados; pertencentes aos seres que existiram e aos que hão de existir; pertencentes à ressurreição dos mortos e à vida e glória do mundo vindouro. É isto o que o Evangelho revela. Não se ensina em nenhuma de nossas escolas de filosofia; elas não o compreendem. É uma lei e um princípio estabelecido pelo Todo-Poderoso; e, embora muito simples, é mais sutil em suas operações do que qualquer dos princípios da natureza com que estamos familiarizados; e muitos deles têm sido, por gerações, desconhecidos em sua ação e propriedades pela família humana. Não faz muito que nos familiarizamos com o poder do vapor. Aquele poder sempre existiu, mas por que não o tornaram os homens disponível para propósitos úteis? Porque não estavam familiarizados com seus princípios. Não faz muito que os homens se familiarizaram com as propriedades do gás. Lembro-me, em minha juventude, de caminhar pelas ruas quando eram iluminadas com lâmpadas de óleo; e a luz era tão fraca que apenas tornava visível a escuridão. Não faz muito que as leis da eletricidade foram descobertas, e agora estão disponíveis para a telegrafia e outros propósitos. Estes princípios sempre existiram; mas escaparam à pesquisa e inteligência dos homens por eras; mas finalmente se deram a conhecer. Sem dúvida há milhares de outros princípios na Natureza, com os quais não estamos familiarizados hoje, formados pelo Grande Eu Sou, o Grande Regente e Governador do universo, e postos sob certas leis, tanto quanto os princípios com os quais já nos familiarizamos, pela operação do Espírito de Deus sobre o espírito do homem.

Lemos muito sobre a alma do homem, e o corpo do homem. Alguém pode me dizer onde começa o corpo e onde termina o espírito, e como se unem, e o que forma o pacto? Pode alguém falar do princípio da vida no homem? Temos tido filósofo após filósofo, em todas as várias escolas europeias assim como americanas, tentando resolver este problema. Não podem fazê-lo, ainda é um mistério. Mas, porque uma coisa é um mistério, devemos dizer que não existe? Vemos o homem, perfeito em sua forma, na posse de suas faculdades e revestido de inteligência. Um dia está a andar por aí, e no dia seguinte jaz como um cadáver sem vida; com o mesmo corpo, os mesmos ossos, nervos e músculos, e toda faculdade de seu corpo, aparentemente, tão completa quanto no dia anterior, mas está morto, inanimado, inativo, sem espírito nem alma, se quiserdes. Que traz esta mudança, ou quem possui o poder de ressuscitar aquele homem e nele implantar novamente o princípio da vida? Onde está o homem, a inteligência, ou a ciência, que possa fazê-lo? Não a encontramos entre os mortais. Se algumas destas coisas são mistérios, por que não outras?

Diz Deus que nenhum homem conhece as coisas do homem, senão pelo espírito do homem que nele está; assim também nenhum homem conhece as coisas de Deus, senão pelo Espírito de Deus. Como é aquele Espírito concedido, e a quem? Por que meio devemos entrar na posse destes princípios? Responderão algum de nossos sábios? Dir-nos-ão nossos filósofos sobre que princípio estas coisas podem ser comunicadas ao homem, de modo a trazê-lo à relação com Deus, e capacitá-lo a compreender coisas que os homens de tempos antigos compreenderam? Há, sem dúvida, certas leis e princípios governando estes assuntos, tão legítimos quanto os que governam qualquer outro ramo da ciência ou do conhecimento. Se o homem conhece as coisas de Deus apenas pelo Espírito de Deus, como devemos obter aquele Espírito? Um dos antigos Apóstolos, ao falar sobre este assunto em tempos passados, disse ao povo que se arrependesse e fosse batizado em nome de Jesus Cristo, para a remissão de seus pecados, e receberiam o Espírito Santo. Que faria aquele Espírito? Tomaria das coisas de Deus, e as mostraria aos que o recebessem. Diz o Apóstolo — "Vós tendes a unção do Santo, e sabeis todas as coisas; e a unção que recebestes dele permanece em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a mesma unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira." Outro diz — "Vós sois nossas testemunhas, como também o é o Espírito Santo, que dá testemunho de nós." Outro diz ainda — "Estais na posse de uma esperança que entra até o interior do véu, para onde Cristo, nosso precursor, entrou, e onde vive continuamente para interceder por nós."

Esta luz e inteligência foi comunicada aos homens nas eras sombrias. Este tesouro, diz o Apóstolo, temos em vasos de barro. Foi a isto que Jesus se referiu quando disse à mulher de Samaria — "Se tu conhecesses o dom de Deus, e quem é o que te diz: Dá-me de beber; tu lhe pedirias, e ele te daria água viva," e "aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna." Havia um princípio dessa natureza entre os homens naqueles dias, e ele floresceu com a imortalidade, e pôs seus possuidores na posse de certeza, inteligência e conhecimento em relação a Deus, pelo que podiam clamar — "Aba, Pai," e aproximar-se dele em nome de seu Filho, e receber dele o dom do Espírito Santo, que Jesus disse concederia conhecimento de Deus e de seus propósitos, e pelo qual, por fim, poderiam ser exaltados em seu reino celestial.

Esta é a espécie de coisa que tinham naquele dia. Este é o Evangelho que temos a proclamar-vos. Suas leis são justas, estritas e equitativas para os que o abraçam. Os que não o fazem, é claro, não podem compreendê-lo. Por quê? Disse Jesus a Nicodemos — "Se alguém não nascer da água, não pode ver o reino de Deus; e se alguém não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus," isto é, não pode saber coisa alguma a respeito dele, a menos que obedeça a suas ordenanças iniciatórias. Então, quanto aos Santos, se não vivem sua religião e não guardam seus convênios, a luz que está neles se tornará trevas, e quão grandes serão aquelas trevas. Esta luz, verdade e inteligência só podem ser obtidas, em primeiro lugar, pela obediência às leis de Deus; e, em segundo lugar, só podem ser retidas pela contínua fidelidade, pureza, virtude e santidade.

Oro para que Deus, por seu Espírito, nos conduza no caminho da paz, em nome de Jesus. Amém.

Como citar este discursoJohn Taylor, “O Conhecimento de Deus e o Modo de Adorá-lo”, (1873-09-07). Pulpit Vault, 1873-09-taylor-the-knowledge-of-god-and-mode-of-worshiping. Tradução desta edição, por método de glossário, contentdm.lib.byu.edu.Pulpit Vault, edição de 23 de setembro de 2026 (commit 4bdc6ac627).