A Autoridade para Pregar — Foi Deus Quem Guiou a Obra — Gloriosas Perspectivas Diante dos Fiéis — Casamento Celestial — Missão ao Arizona — Crescente Negligência dos Santos em Frequentar as Reuniões — Consequências de Ações Impudicas
George Q. Cannon
Recaem sobre nós muitos deveres, dos quais precisamos ser constantemente lembrados. Não há povo, dentro do alcance de meu conhecimento, a quem tanta instrução tenha sido dada acerca dos vários deveres que lhe cabem, como aos Santos dos Últimos Dias. O melhor talento da comunidade está a seu serviço. Toda a sabedoria que Deus concedeu tem sido livremente derramada sobre o povo, sem dinheiro e sem preço; e, como já se disse repetidamente desta tribuna, há entre os Élderes desta Igreja, ao pregarem o Evangelho aos Santos e ao mundo, uma independência que não se vê entre os ministros de nenhuma outra denominação. A razão disto é que os ministros dos Santos dos Últimos Dias não vivem à custa do povo, nem dependem de seu favor para obter salários que os sustentem, e há, por consequência, uma liberdade para discutir medidas de caráter monetário, visando ao bem geral, quando, em outras circunstâncias, poder-se-ia sentir certo constrangimento. ¶
Lemos nas Escrituras que Jesus Cristo, falando com seus discípulos, perguntou-lhes quem ele, o Filho do Homem, era. Pedro respondeu-lhe que ele era o Cristo, o Filho do Deus vivo. Disse-lhe então Jesus: "Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus. E também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus." Eis aqui grande poder e autoridade concedidos a um homem. Poder-se-ia dizer que isto era o poder de um só homem, tendo Pedro a autoridade de ligar na terra e que seria ligado no céu, de desligar na terra e que seria desligado no céu; mas, ainda assim, estas são as palavras do Filho de Deus a um de seus Apóstolos. ¶
Ora, em que consistia esta autoridade? Poderá alguém dizê-lo fora da Igreja de Jesus Cristo? Poderá alguém, fora da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, compreender o dito de Malaquias, quando prediz que "de repente virá ao seu templo o Senhor a quem vós buscais"? Compreendem eles por que se constroem Templos agora, ou com que propósito foram construídos nos tempos antigos? Poderão dizer como a autoridade que foi conferida a Pedro foi por ele exercida, ou de que modo poderia ser exercida por qualquer homem que a possuísse? Todas estas coisas são mistérios para o assim chamado mundo cristão, mas Deus, em sua misericórdia e condescendência, as revelou novamente e, como frequentemente dizemos aos Santos dos Últimos Dias, e não somente a eles, pois este não é monopólio de conhecimento algum — Deus não criou um monopólio ao organizar esta Igreja; ele está disposto a estender este conhecimento a todos os habitantes da terra, sem dinheiro e sem preço. É isto que faz os Santos dos Últimos Dias serem tão firmemente unidos, e que os torna dispostos, se necessário, a sofrer perseguição quando esta os atinge. Foi este conhecimento que uniu os antigos Santos, e que os fez suportar o martírio com alegria e regozijo, em vista das bênçãos que sabiam estarem reservadas para os fiéis. ¶
Enquanto o irmão George A. Smith falava, não pude deixar de pensar na maravilhosa obra que se realiza nesta geração entre os filhos dos homens, em consequência do poder que se tem manifestado através da erecção e conclusão de Templos e da administração das ordenanças neles. Os homens se maravilham de como os Santos dos Últimos Dias são tão unidos. Dizem ser este um fenômeno mais admirável. Atribuem tudo isto ao Presidente Young. Dizem que ele possui um intelecto maravilhoso, que é bom organizador, que possui grande capacidade executiva e administrativa, e que, por meio dos dons e dotações que possui, se produzem as obras que vemos e a união em toda parte manifesta entre os Santos dos Últimos Dias. Mas nós, que estamos ligados à Igreja, embora não desejemos diminuir em nada o mérito que lhe é devido como servo de Deus e obreiro fiel em sua causa, durante todos os anos de sua vida desde que primeiro conheceu a verdade — embora não desejemos diminuir o mérito destes trabalhos, nem os menosprezar de forma alguma — compreendemos o princípio melhor do que atribuir a glória ao homem. É Deus quem originou e conservou esta obra, quem a edificou e desenvolveu no coração dos filhos dos homens este princípio há muito adormecido e há muito perdido, que os une uns aos outros como nós estamos unidos; e não há povo sobre a face da terra diante de quem se apresente perspectiva tão brilhante e gloriosa para esta vida, e também para a vida vindoura, como os Santos dos Últimos Dias, pelas bênçãos do Evangelho que Deus revelou. ¶
Vivemos em dia diferente do dos antigos. Diante deles havia a perspectiva do martírio e da derrocada da obra a que estavam ligados. Mas, nestes dias, Deus nos deu promessas diferentes. Estes são os últimos dias, e ele disse que seu reino triunfará nos últimos dias; não será derrubado nem passará às mãos de outro povo. Nossos Profetas foram assassinados, o sangue dos Santos foi derramado, mas estas cenas não continuarão por muito tempo. Poderá haver ainda outro sangue derramado; poderão ainda ser exigidos outros sacrifícios desta natureza, ou antes, o Adversário poderá ter poder para efetuar resultados sangrentos desta espécie, mas terão vida curta. Os dias do triunfo dos ímpios estão contados. Não poderão prevalecer contra esta obra por muito tempo. Ela crescerá e se multiplicará e se espalhará até encher toda a terra, e nós e nossos filhos depois de nós desfrutaremos da terra e de todas as suas bênçãos, segundo as predições dos santos Profetas. ¶
A perspectiva, pois, diante de nós, no que toca a esta vida, é diferente daquela que se apresentou aos que nos precederam. E as perspectivas para a eternidade são tão brilhantes e gloriosas quanto quaisquer outras já apresentadas a algum dos filhos dos homens. Fomos enviados aqui com que propósito? Para comer e beber, para nos vestirmos e construirmos casas, e vivermos e morrermos como os animais? Será este o objetivo para o qual Deus nos enviou aqui? De modo algum. Esta é uma visão baixa da existência. Deus nos revelou, até certo ponto, o objetivo de nossa existência. Somos seus filhos — filhos da Divindade, com aspirações divinas e semelhantes às de Deus dentro de nós. Temos estas aspirações em comum com todos os seus filhos, e é justo e apropriado que as tenhamos. Todo homem tem o desejo de reger, governar e controlar; alguns homens, para satisfazer sua ambição a este respeito, trilharam caminhos sangrentos e pisotearam seus semelhantes em sua marcha ao poder, e, quando o alcançaram, foi de curta duração. Mas Deus nos revelou um princípio pelo qual podemos alcançar domínio e poder sem termos de fazer como eles fizeram. Ele nos revelou o Evangelho, que nos diz que, se formos fiéis aqui sobre poucas coisas, ele nos fará governantes sobre muitas. ¶
Muitos homens se admiram de como podemos crer no casamento celestial. Cremos nele porque está no fundamento de toda grandeza futura. Se um homem reinar no céu, reinará sobre sua própria posteridade. O Apóstolo João disse que cantaram um novo cântico no céu — "E para o nosso Deus nos fizeste reis e sacerdotes; e reinaremos sobre a terra." Reinar sobre a terra! Este era o cântico. Sobre quem haveriam de reinar? Sobre quem mais propriamente do que sobre suas próprias famílias? A autoridade para selar esposas a maridos, por tempo e por toda a eternidade, é a autoridade restaurada pelo eterno Sacerdócio, e esta é a autoridade que foi dada a Pedro, pela qual os filhos podem ser selados e unidos a seus pais por tempo e por toda a eternidade, até realizarem a bênção que foi pronunciada sobre Abraão, quando o Senhor lhe disse que, assim como as estrelas do céu são inumeráveis, e a areia da praia do mar não se pode contar, assim seria sua semente, e ele reinaria sobre ela. Esta foi a bênção que lhe foi pronunciada, e é a bênção que tem sido pronunciada sobre todo homem fiel que viveu em um dia em que o Sacerdócio esteve sobre a terra. Por que então admirar-se de que os Santos dos Últimos Dias tenham esta visão, esta expectativa? Por que haveriam de hesitar um só momento em contribuir com todos os seus meios para construir Templos, e para realizar a obra de Deus? Devemos ser gratos o dia inteiro pelas bênçãos que Deus nos concedeu, e devemos estar dispostos a usar todos os nossos meios para a realização de sua obra sobre a terra, não importa a que empreendimentos possamos ser chamados a apoiar, seja construir Templos, mandar buscar os pobres, ou qualquer outra coisa. ¶
Mencionou-se o Arizona. O Presidente, em suas observações desta manhã, aludiu ao Arizona, e aos trabalhos de nossos irmãos pioneiros naquele Território. Fiquei muito satisfeito ao ouvir o que ele disse a esse respeito. Estou grato por ver que, em suas observações, não houve disposição de ceder, nem de dizer: "Já estou em anos avançados, e vou descansar e deixar o peso desta obra a homens mais jovens, que devem avançar e assumi-la." Ele possui o espírito do pioneiro em si tanto hoje, provavelmente, quanto sempre teve. Sou grato por Deus enchê-lo deste zelo e força. Creio ter sido uma observação verdadeira dizer que, se ele tivesse estado no Arizona, teriam sido encontrados bons lugares para colonização. Não tenho dúvida de que ainda haverá. Mas há uma coisa que devemos compreender: que, dadas as nossas circunstâncias presentes, e ao menos enquanto estivermos colocados na situação em que agora nos encontramos, as boas terras não são para nós. Os piores lugares desta terra provavelmente serão os que conseguiremos, e devemos desenvolvê-los. Se encontrássemos uma boa terra, quanto tempo levaria até que os ímpios a quisessem, e procurassem despojar-nos de nossas posses? Se houver desertos no Arizona, agradeçamos a Deus pelos desertos. Se houver um deserto ali, agradeçamos a Deus pelo deserto, assim como lhe agradecemos por estes poderosos baluartes e aquelas vastas planícies que tivemos de atravessar quando aqui chegamos. Agradecemos-lhe por eles, porque uma turba não poderia vir, como veio de Carthage, e levar embora nosso Profeta e os Santos, e arrastá-los à prisão e destruí-los, como fizeram então. Quando aqui chegamos, agradeci a Deus pelo isolamento destas montanhas; agradeci-lhe pela grandeza das colinas e baluartes que ele erguera ao nosso redor. Agradeci-lhe pelos desertos e ermos desta terra; e todos nós, sem dúvida, lhe temos agradecido muitas vezes por isso, e, quando formos daqui em diante estender nossas fronteiras, não devemos esperar encontrar uma terra de bosques de laranjeiras ou limoeiros, uma terra onde abundam nogueiras e madeiras duras, onde as abelhas são silvestres e os perus podem ser obtidos apenas atirando-lhes. É vão esperarmos colonizar tal terra no tempo presente. Mas, se encontrarmos um pequeno oásis no deserto onde alguns possam se estabelecer, agradeçamos a Deus pelo oásis, e agradeçamos-lhe pelo caminho quase interminável que se estende entre aquele oásis e a assim chamada civilização. ¶
Esperamos que se façam colonizações por toda aquela região. Há de vir o tempo em que os Santos dos Últimos Dias — e, quando digo Santos dos Últimos Dias, incluo todos os honestos que ainda abraçarão o Evangelho — em que os Santos dos Últimos Dias se estenderão por toda a América do Norte e do Sul, e estabeleceremos o domínio da retidão e da boa ordem por todas estas novas terras. ¶
O Presidente deseja que cem homens, providos de mantimentos suficientes para durar o inverno, desçam até a região sul, e dediquem seu trabalho à construção do Templo em St. George. Se não se pudessem encontrar bons lugares para colonização no Arizona, havia boa oportunidade de ficar e ajudar a construir aquele Templo; e é de lamentar que os irmãos, embora tão ansiosos por voltar, não tivessem permanecido até que pudesse ter sido enviada palavra de que poderiam ficar e ajudar o povo do Sul. Se assim tivessem feito, poderiam ter realizado uma boa obra, teriam estado prontos para qualquer outra coisa que dele se pudesse requerer. Suponhamos que todos nos deixássemos deter de realizar missões por dificuldades aparentes; quanto tempo levaria até que a influência e o prestígio que deveriam acompanhar os esforços dos Élderes se perdessem? Temos tido, até agora, a reputação de realizar tudo quanto empreendemos deste gênero. Mas sejamos fracos de coração, e perderemos nossa influência e poder tanto diante de Deus quanto dos homens. Todos os nossos trabalhos hão de ser obras de fé. Quando nos é ordenado fazer algo, devemos pôr-nos a trabalhar crendo, como diz Néfi, que Deus nunca dá um mandamento aos filhos dos homens sem antes preparar um caminho pelo qual possam cumpri-lo. Ele nunca enviou um homem para realizar uma obra sem lhe dar o poder de a cumprir. Podemos fazer estas coisas, se o quisermos. Podemos edificar o reino de Deus sobre a terra, e podemos educar nossos filhos no amor a esta obra, e podemos cercá-los de um muro que nenhum poder possa superar ou derrubar. Sou grato por estarmos assim situados, ainda que a alguns as perspectivas pareçam sombrias. Muitos de nossos inimigos dizem que o "mormonismo" está em sua última trincheira, e que em breve será derrubado. Estou disposto a que todos tenham essa opinião, se assim o desejarem. Se desejam iludir-se com tais ideias, que assim seja. Mas digo aos Santos dos Últimos Dias: ainda não chegamos à última trincheira; nem chegaremos, se fizermos o que devemos fazer, e obedecermos ao conselho que nos foi dado durante estas duas reuniões, e que nos é dado todos os domingos e em todas as nossas reuniões. Não há poder sobre a face da terra que possa resistir aos nossos esforços, ou que possa prevalecer contra nós. Temos verdade, união, temperança e virtude; temos o poder de Deus; temos as promessas do Todo-Poderoso a nosso favor, e não há poder que possa prevalecer contra um povo que praticar os princípios que nos são ensinados. ¶
Mas eu vos direi o que me faz, como indivíduo, temer — quando vejo cinquenta, cem ou duzentas pessoas comparecerem à reunião; quando vejo homens que deveriam estar na reunião cumprindo seus deveres, saírem pelo campo em excursões; quando ouço de sua ocupação em algo que os impeça de comparecer à reunião, e vejo as reuniões negligenciadas, e a ideia crescendo — "Bem, é dia de descanso, estou cansado e fatigado" — como se não pudessem obter descanso vindo à casa do Senhor e servindo-o no dia do Senhor. Estes atos, esta negligência, por vezes fazem entrar temor em meu coração, e creio que produzem o mesmo efeito em nossos irmãos. Lamentei, em meus sentimentos, a suspensão de nossas reuniões matinais. Considero-a um mau sinal. Tínhamos aqui uma Escola dos Profetas, à qual foram convidados a maioria dos Élderes, e que eles frequentavam. Foi preciso suspendê-la. Estas reuniões de domingo pela manhã tiveram de ser suspensas. O que mais precisará ser suspenso ou retirado? Tenho pensado que, a menos que o povo desta cidade se desperte, mude seu procedimento e se torne mais diligente, poderá não estar longe o dia em que o Sacerdócio presidente seja levado a mudar-se desta cidade; não que a autoridade do Sacerdócio venha a ser retirada. Estas coisas são dolorosas na cidade principal de Sião, e não são indícios que eu goste de testemunhar. Ontem havia uma reunião marcada; mas, em vez de comparecerem a ela, os irmãos estavam ocupados em fazer feno e em toda espécie de trabalho. Podem fazer isto, decerto, se assim o desejarem; mas não fica muito bem, quando se marca uma reunião, e os Apóstolos suspendem seus trabalhos e vêm até aqui para vos ensinar, que vós fiqueis longe, pensando que vossas ocupações têm tal importância que não podeis dedicar tempo à reunião. Homens e mulheres que nutrem este sentimento e seguem este procedimento deveriam envergonhar-se de si mesmos! É tratar com desrespeito os homens que presidem sobre vós, pelo que, se pudésseis compreender, estaríeis prontos a pedir desculpas. ¶
Não podeis ser demasiado cuidadosos quanto aos nossos deveres. Este é um dia em que cada um deve ser diligente no desempenho de seus deveres, e deve atendê-los estritamente. Deveis invocar a bênção de Deus sobre vosso lar e sobre vossos filhos, para que cresçam no temor e admoestação do Senhor. Todo rapaz nesta comunidade deveria sentir que preferiria dar a vida a sacrificar sua virtude ou entregar-se a ações impudicas. Temos de nos precaver contra os maus exemplos que vemos ao nosso redor. Mães, ensinai a vossas filhas o valor da virtude e da castidade. Indagai sobre seus movimentos, e guardai-as como guardaríeis as joias mais preciosas que Deus poderia vos dar. Pais, falai com vossos filhos, e fortalecei-os contra a tentação. Que fujam da luxúria, pois vos digo que, tão certo quanto vivemos, hão de se cumprir as palavras de Deus, de que aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar negará a fé, a menos que se arrependa. Sabemos que assim é. Eu o sei, por ter visto jovens crescerem, desde a infância nesta Igreja, até o presente. Penso em algumas pessoas que conheci em minha meninice. Onde estão elas? Perderam a fé. Élderes perderam a fé por terem seguido um procedimento desta natureza. É um pecado condenatório, e onde quer que se pratique, banirá o Espírito de Deus. Nenhum homem pode reter a fé sem o Espírito Santo, e nenhum homem pode reter o Espírito Santo se seguir um procedimento desta natureza. Sede advertidos destas coisas, se quiserdes perseverar na fé e sentar-vos com os pais no reino de Deus. ¶
Abstende-vos, pois, da luxúria, e de tudo o que a ela conduza. Não importa quão selvagens e irrequietos possam ser nossos rapazes, e muitos deles o são, não me importo com tal irrequietude e selvageria, desde que não venha associada a ações impudicas. Um homem pode parecer, em toda aparência, tão bom quanto um ser humano possa parecer, no que diz respeito ao exterior, e, todavia, se lhe falta virtude, é como um sepulcro caiado. Deus não está com tal homem, e Deus condenará esta geração pelo procedimento que segue em relação às mulheres. Este é o pecado clamoroso e condenatório desta geração. ¶
Precavamo-nos contra isto. Vigiemos nossos filhos. Impeçamos a entrada do crime. Guardemos nossos próprios corações, e procuremos assegurar as portas dos corações de nossos filhos, para que sugestões más, de qualquer origem que sejam, jamais nele lancem raízes. ¶
Que Deus nos abençoe e nos preserve, e livre Sião de todos os seus inimigos, é minha oração em nome de Jesus. Amém. ¶